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Nova Vida # 533 – Beleza E Mulheres No Livro De Ester

Nova Vida # 533 – Beleza E Mulheres No Livro De Ester
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

O que as personagens femininas no “Livro de Ester” simbolizam? Por que o valor da beleza feminina é enfatizado no livro e onde se encontra a verdadeira beleza?

Resumo

Todos os personagens da Megillah (Livro), e da Bíblia em geral, representam forças encontradas dentro de uma pessoa.

– Vasti é uma rainha egoísta, pensando em seu próprio bem-estar, enquanto Ester pensa no bem-estar de seu povo.

– Como Vasti, todos nós somos egoístas. Cada um atrai as coisas para si mesmo. Hamã veio e nos forçou a se conectar.

– Na natureza selvagem, a fêmea não é tão bonita como o macho. Portanto, uma mulher tem que trabalhar em sua aparência bonita.

– A natureza nos criou dessa maneira porque uma mulher simboliza o desejo natural de uma pessoa, que é o ego e não é bonito.

Toda a história sobre Vasti e Ester mostra o trabalho que uma pessoa deve fazer com seu ego.

-O lado feminino em cada pessoa representa o ego. Ele é feio, apenas para si mesmo, à custa de outros.

-Depende da pessoa se corrigir (se embelezar), escondendo seu ego e o conflito entre as pessoas. Isso é o que Ester fez. Ela disse aos judeus: para serem salvos, vocês devem se reunir, se conectar.

– Ester tinha medo de se aproximar do rei sem um convite. Ela não confia em sua beleza externa. Ela exige uma beleza diferente. A beleza suprema que ela exige vem dos esforços de seu povo em se reunir, se conectar e se amar.

A conexão entre as pessoas cria a beleza suprema. A conexão corrige todos os defeitos que há em todos nós.

De KabTV “Nova Vida # 533 – Beleza E Mulheres No Livro De Ester,” 03/03/15

Os Personagens De Purim: Ester

laitman_959Ester é a força secreta que conecta o rei e os judeus. O rei refere-se ao Criador, de onde se originam a força de Mardoqueu e a força de Ester. Essas duas forças corrigem os judeus para que eles possam se opor a toda a Babilônia em seu estado corrigido.

A primeira vez que os judeus deixaram a Babilônia foi sob a liderança de Abraão, cerca de 1500 anos a.C. Mil anos mais tarde, eles se encontram novamente na Babilônia e, depois, Mardoqueu com a ajuda de Ester os tira de lá. Ester permanece na Babilônia e carrega um filho do rei Assuero, que mais tarde ajuda os judeus a construir o Segundo Templo. Esses fatos históricos são descritos muito bem em nossas fontes.

Ester é um bom exemplo de uma mulher judia que se sacrifica: ela é modesta, calma e inteligente; ela pode prever o futuro e sabiamente aconselha toda a nação. Quando as pessoas fazem o que ela lhes diz, elas se libertam do ego. O nome Ester vem da raiz hebraica de “ocultação”, que também simboliza a força feminina oculta que nós temos que procurar em nossa geração. Ela existe.

Ester é uma figura coletiva da força feminina correta que existe na nação, assim como a força de Mardoqueu. É por essas duas forças que o Criador nos dá, através destes personagens e a forma como eles se vestem nas forças da natureza, que Ele nos controla, nos aproxima a Ele, e nos transforma em uma nação, uma vez que na Babilônia nós éramos meramente um grupo de pessoas. No momento em que nos tornamos uma nação, o Criador nos leva para fora da Babilônia.

Hoje não há nenhuma necessidade de nos tirar de qualquer lugar no sentido corporal, mas apenas no sentido espiritual. A fim de fazer isso, temos que nos unir para que possamos ser uma rede única onde o Criador é revelado e apresentar isso ao mundo inteiro.

Embora não tenhamos as duas forças de Ester e Mardoqueu, elas existem dentro de nós e hoje a organização Bnei Baruch nos revela ambas. A sabedoria da Cabalá já é revelada como um método que Mardoqueu e Ester queriam oferecer à nação em sua época. Só se pudermos nos voltar ao povo que agora se encontra num nível egoísta muito elevado, e se eles nos escutarem, eles serão capazes de se unir e todos nós seremos capazes de sair do exílio espiritual. Então, o céu se abrirá e o Criador será revelado, e as nações do mundo se voltarão para nós e nos levarão à Jerusalém espiritual.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/03/16

Os Personagens De Purim: Mardoqueu

Dr. Michael LaitmanPergunta: Entre os heróis do feriado do Purim, quem é Mardoqueu?

Resposta: Mardoqueu é uma pessoa misteriosa, mas não um “azarão”; é uma pessoa iluminada.

Ele é completamente invisível, porque não costuma se destacar. A única pessoa que ele irrita é Hamã que percebe que se os judeus tiverem um líder, não será fácil controlar, subjugar e aniquilá-los.

Pergunta: O que Hamã vê em Mardoqueu? Afinal, Mardoqueu está sentado calmamente no portão.

Resposta: Mardoqueu está realmente sentado calmamente no portão, mas ele está calmo, por enquanto. Assim que Hamã começa a tomar ações sérias, o poder de Mardoqueu, e sua maneira teimosa e firme, é imediatamente revelado, e isso não vai ser bom para Hamã. Já que Mardoqueu não está sentado no portão da cidade, mas no portão do rei, ele incomoda Hamã. Afinal de contas, a fim de se aproximar do rei, ele deve afugentar Mardoqueu de alguma forma.

Mardoqueu representa a força potencial que existe no povo Judeu, que antes lhes permitiu unir e subir acima do egoísmo. Esse poder ainda vive e existe em nós. Ele pode atrair forças positivas adicionais de fora que existem na criação, na natureza. Portanto, Mardoqueu é um perigo para Hamã; é necessário que ele subjugue Mardoqueu. Assim, Hamã surge com vários estratagemas, como quando ele se volta ao rei Assuero, etc.

Há um claro contraste entre os dois personagens. Hamã representa a atitude do ego concordando, afirmando que o egoísmo foi criado para atender à pessoa, para elevá-la, para beneficiá-la, e para seguir em frente. Em outras palavras, é uma abordagem capitalísta saudável da saudável. Mas Mardoqueu diz que o ego nos é dado apenas para que possamos subir e trabalhar acima dele, que, especificamente, elevando-se acima do ego é possível descobrir o mundo superior, o próximo nível, a próxima dimensão, em que a humanidade deve existir.

Portanto, há sérias contradições ideológicas entre Hamã e Mardoqueu. Em última análise, descobre-se que, apesar de Hamã estar certo sobre o ego ser o poder que nos motiva a avançar, é especificamente a característica de Mardoqueu a força que corrige e nos eleva ao nível do Criador, salvando e levando toda a humanidade ao objetivo da criação.

Mesmo que o Livro de Ester conte uma história que aconteceu na antiga Babilônia há 2.500 anos, ele é mais do que nunca aplicável ao nosso tempo, porque nós estamos exatamente na mesma situação hoje. A diferença é que nós já deixamos o exílio, o terrível estado de escuridão, e agora cabe a nós atrair e levar toda a humanidade conosco.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/03/16

Os Personagens De Purim: Hamã

laitman_626Pergunta: Quem é Hamã, um dos antagonistas da celebração de Purim?

Resposta: Hamã é uma figura histórica viva, um exemplo espiritual incrível para a humanidade moderna

Comentário: Mas ele era mau.

Resposta: Stalin e Hitler também eram maus. Existem muitas dessas pessoas em nossa história; Hamã supera todas elas. Seu nome pode nomerar absolutamente todos os vilões do mundo. Essa é uma imagem colectiva

Hamã é um cientista, astrólogo e intelectual, que entende as coisas. Ele fez muito pela humanidade e, no final, ele e toda a sua família, seus dez filhos e sua esposa Zeres, suas muitas concubinas, e todos os seus cortesãos, foram condenados à morte.

Tudo o que ele fez foi para despertar os judeus, que foram dispersos em 127 países no antigo reino da Babilônia de Assuero (Xerxes I), de modo que eles não se tranquilizam, mas se rebelam, se unem e retornam à sua terra natal.

É graças aos esforços de Hamã, e às aflições que ele lhes trouxe, que os judeus começaram a se unir. A ameaça de morte obrigou-os a se unir, a se rebelar, para destruir todos os seus inimigos, e, finalmente, voltar à terra de Israel e construir o Segundo Templo.

Não faz diferença se Hamã é um valor positivo ou negativo; ele faz a história avançar. Nossa evolução é principalmente sob a pressão que personages negativos criam, porque as pessoas são teimosas, e as mais teimosas são os judeus. Enormes forças negativas chamadas Faraó, Hamã, amalequitas, etc., se enfurecem dentro de nós, nos empurrando para a felicidade atravé de uma vara que nos bate porque não entendemos nada quando somos bem tratados.

A sabedoria da Cabalá que é revelada em nosso tempo nos mostra como podemos alcançar o objetivo de uma boa forma e como ajudar o mundo inteiro a se desenvolver corretamente e trazê-lo à unidade. A unidade do mundo é nosso objetivo final, a última fase do nosso desenvolvimento. Vamos esperar que sejamos capazes de cumpri-lo sem personagens perversos como os modernos Hamã, Assuero, Hitler, ou os novos Faraós.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/03/16

Nova Vida # 534 – O Livro De Ester: Quem É O Rei?

Nova Vida # 534 – O Livro De Ester: Quem É O Rei?
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Nós estamos acostumados à figura poderosa de um rei que governa bravamente, enquanto Assuero (Xerxes I) é descrito como um rei estranho. Ele é um rei que é gerido pelos outros. Isto se destina a nos ensinar que a força superior nos permite gerenciar nosso mundo.

Resumo

Quando a palavra “rei” é mencionada, refere-se ao Criador, à força superior da natureza, ao plano geral da evolução da realidade.

Se abordarmos o rei corretamente, podemos melhorar a nossa situação. Há um plano claro, pré-determinado, consistente da natureza que opera como um software de computador. O plano é trazer o mundo inteiro à correção, levar toda a realidade à totalidade.

Os Judeus durante esse tempo foram dispersos em 127 Estados. Eles não se preocupavam com nada, e cada um só se preocupava consigo mesmo. No auge de sua separação, no auge de sua desconexão da unidade e do amor que deveria ser sentida entre eles, Hamã chega.

Eles não têm qualquer conexão com a santidade, com a força de amor e doação. Nossa nação foi fundada no amor ao próximo, na misericórdia, na conexão entre as pessoas, a fim de descobrir a força superior. No momento em que descemos ao ponto mais baixo em nossas relações, um inimigo externo chega e ameaça nos destruir. É assim que Hamã, Hitler e Stalin apareceram. Se as relações entre nós fossem boas, eles não teriam aparecido.

É uma equação simples e que se repete: a separação leva à Hamã, a conexão leva ao bem-estar. Conexão significa estar incorporado um no outro através do cuidado e consideração mútuos, através do “ama teu amigo como a ti mesmo”. Apesar do grande ego que todo mundo tem hoje, nós podemos atrair um milagre que nos conectará. Nós podemos escolher como queremos chegar ao objetivo pré-determinado, e esta é a razão de termos a sabedoria da Cabalá.

De KabTV “Nova Vida # 534 – O Livro De Ester – Quem É O Rei?” 03/03/15

O Estado De Israstina

Laitman_417Comentário: O líder da esquerda, Isaac Hertzog, disse que as ações dos extremistas de direita e de esquerda levarão ao estabelecimento de um novo Estado de Israel, chamado “Israstina”, e que precisamos nos unir.

Resposta: Ao que essa unidade se reduz? Afinal, um político não pensa em nada, exceto chegar a uma posição mais elevada. Esta é a razão pela qual ele é um político.

Eu acredito que disputas políticas têm sido sempre a morte de Israel porque somos uma nação com base na unidade entre diferentes povos. Abraão formou um grupo que mais tarde foi chamado de Israel a partir de povos que viviam na antiga Babilônia, que eram muito diferentes uns dos outros, e então, o que constitui a nação Judaica é, na verdade, a unidade entre seu povo.

Os Judeus não têm nenhuma nacionalidade e quem se junta à ideia de unidade, a correta integração mútua entre as pessoas, é chamado de Judeu. A palavra “Judeu – Yechudi” vem da palavra hebraica “união-Yichud“. Portanto, “ama o teu amigo como ti mesmo” é a principal lei natural e a base para a existência de nossa nação.

Mas nós esquecemos tudo isso e não temos vivido de acordo com isso há muito tempo. Nós não somos mais os mesmos Judeus da antiguidade. Não temos a mesma ideologia, a mesma base ou a mesma constituição. No entanto, a natureza ainda nos trata de acordo com o mesmo princípio, o que significa que temos que existir acima de todas as diferenças, em unidade, pois, caso contrário, não seremos uma nação.

É assim que o primeiro Templo foi destruído. Então nós nos unimos um pouco e construímos o segundo Templo; depois, nós começamos a lutar uns contra os outros mais uma vez e devido a isso o segundo Templo foi destruído.

Isto significa que a coisa mais importante para a nossa nação é a nossa união, apesar de todos os problemas que surgem entre nós, como se diz “o amor cobrirá todas as nossas transgressões”.

Nós devemos compreender que temos que viver em dois níveis. No piso inferior, nós podemos sentir repulsa a tal ponto que não falamos um com o outro, como acontece frequentemente entre os Judeus. Há uma piada sobre um Judeu que constrói duas sinagogas, uma que ele vai e uma que ele diz que nunca vai pôr o pé. Ele constrói a segunda sinagoga de propósito para não pôr o pé lá. Isso expressa a atitude dos Judeus entre si.

Hoje nós temos que simplesmente restaurar os dois níveis, estabelecer uma atitude de amor acima de todas as nossas transgressões, e viver nestes dois níveis. Por um lado, não podemos aceitar um ao outro de acordo com o ego material no nível animal. Como um ser humano, eu não aceito e odeio você, e os outros também, mas mesmo assim eu cubro isso com amor na minha conexão com os outros, sem destruir o ego. Na verdade, é como resultado de viver essa dupla atitude dos dois níveis que não amo você, mas, apesar de mim mesmo e minha atitude para com você, eu o amo.

É um sistema muito complexo de relações mútuas, mas somente na conexão entre essas duas dimensões é que o Criador é revelado, e o sistema da Governança superior que desce até nós de Cima. Quando nos concentramos neste sistema de relações mútuas, o mundo superior é revelado para nós. Portanto, isso é o que devemos fazer.

Ninguém entende isso, nem os de esquerda, de direita ou de centro, de modo que não teremos êxito a menos que implementemos a regra de nossas relações mútuas.

Eu sei que sou um egoísta, mas nós temos que construir uma ponte entre nós acima do abismo que nos separa. O abismo permanece, mas nós estamos constantemente mantendo nossas intenções conforme sustentamos e construímos cada vez mais a ponte entre nós.

Na verdade, é acima deste abismo, na conexão entre nós, que é revelada a força superior que nos permitirá sentir o verdadeiro mundo, a verdadeira existência, a eternidade e a plenitude. Vamos revelar o significado da criação deste mundo. Então vamos ver e descobrir o que é o jardim do Éden e entrar nele. Esse é o caminho para a felicidade.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 06/03/16

O Anjo Da Morte Do Estado Palestino

laitman_927Nas Notícias (polosa.co.il): “Na semana passada, o conceito de solução do conflito palestino-israelense, dividindo a terra de Israel em dois Estados nacionais independentes, terminou. Em outras palavras, na semana passada, a ideia de criar um Estado palestino na Judéia e Samaria morreu. A morte desse conceito foi anunciada quase casualmente, como algo evidente por si mesmo. Isso não foi anunciado por Netanyahu, Abbas, e nem mesmo Barack Obama. Foi anunciado pela chanceler alemã Angela Merkel, que se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em Berlim.

“Após a reunião, Merkel disse que ‘agora não é o momento de avançar para a criação de um Estado palestino’. Você entende? Agora não é o momento. Por quase cinco décadas, a Europa tem chamado, insistido e exigido apenas uma coisa: a retirada israelense da Judéia e Samaria, e o estabelecimento de um Estado palestino lá. E, de repente, não é mais assim”….

Meu Comentário: Merkel já compreendeu seu erro antes, quando a UE foi estabelecida, mas é impossível mudar a atitude Europeia e fazê-los perceber que essa ideia não vai funcionar sem antes mudar sua psicologia e sem reeduca-los primeiro no espírito da unidade, conexão, e até mesmo de fraternidade e amor.

Para criar uma aliança, ou menos, uma convivência de nações vizinhas, todas as partes envolvidas têm que concordar sem qualquer pressão externa. Somente depois de serem educados por algum tempo é que os dois novos Estados podem ser construídos de forma cooperativa.

A Cabalá pode ajudar aqui. A propósito, nós temos que reeducar os judeus no espírito da unidade, não menos e ainda mais do que os árabes! Isso não deriva da política da UE, mas da finalidade da criação e do desejo do Criador pelas duas nações.

Nova Vida # 610 – O Messias: Mito Ou Verdade?

Nova Vida # 610 – O Messias: Mito Ou Verdade
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Todos os povos têm suas próprias lendas sobre o que já foi uma vida diária difícil e como ela será no futuro, e entre ambos os períodos. O problema é que não estamos familiarizados com o mundo em que vivemos, seus processos e finalidade.

Ao contrário do que o mundo pensa de nós, não entendemos nada sobre o processo de desenvolvimento que o mundo está passando. Por um lado, o povo de Israel está próximo da Luz, por outro lado, ele não tem qualquer compreensão real dela.

Eu tenho estado envolvido com a sabedoria da Cabalá há 45 anos e só através dessa sabedoria é que eu entendi o que significam realmente o Messias, a redenção, etc. Eu tenho vivido entre os povos do mundo por 30 anos e senti em meu ser a sua atitude especial em relação aos judeus.

Nós temos uma conexão com a força superior que gerencia toda a realidade, mas não sentimos essa conexão. A ressurreição dos mortos não significa que o corpo físico vai voltar à vida; é uma fase particular do desenvolvimento da alma. A alma não pertence aos nossos corpos bestiais; é o desenvolvimento de um sentimento e inteligência para perceber a Divindade. O poder que nos desenvolve espiritualmente se chama o “Messias” (Mashiach), que nos atrai (Moshech) para cima, a Luz que Corrige.

A fisicalidade significa distância, rejeição e ódio dos outros. A espiritualidade é amor e doação. O poder que me ajuda a avançar da fisicalidade à espiritualidade, de mim para os outros, é chamado de Messias. Há um Messias privado que tem o poder de desenvolver Cabalistas em cada geração, e há uma força coletiva do Messias que é para todas as pessoas. O Messias já está aqui? É possível declarar que o Criador também já está aqui.

O estabelecimento de Israel foi o início da redenção, mas nós ainda não percebemos a oportunidade que nos foi dada. Para nos adaptarmos ao conceito de Messias, Israel deve dirigir tudo para, “Todos em Israel são amigos”. Dias difíceis ou fáceis estão a nossa frente; tudo depende de nós. A diferença entre o exílio (Galut) e redenção (Geulah) está na letra “Aleph“, ou seja, a revelação (Gilui) do Criador. Não há necessidade de esperar pelo Messias; se esta força se aproximar de nós sem uma preparação adequada de nossa parte, será ruim.

De KabTV “Nova Vida # 610 – O Messias: Mito Ou Verdade” 13/08/15

Nova Vida # 702 – O Livro De Ester No Nosso Tempo

Nova Vida # 702 – O Livro De Ester No Nosso Tempo
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Todas as partes da natureza devem operar em harmonia, mas a humanidade perturba essa harmonia. Esta é a razão dos animais se devorarem, mas se houvesse amor entre os seres humanos, “um lobo viverá com o cordeiro”.

Se as pessoas vivessem em paz, os animais também viveriam em paz. Todos os problemas do mundo derivam da falta de boas relações entre as pessoas, como quando uma pessoa gosta de causar dano a outras pessoas, por exemplo.

O objetivo do nosso desenvolvimento é alcançar uma paz mútua total. O reino de Assuero simboliza o mundo inteiro, mas a corrupção tem que ser revelada no caminho para a correção. Essa é a razão do rei capacitar Hamã, e pelo seu poder capacitar Mardoqueu, que é a força oculta.

De KabTV “Nova Vida # 702 – O Livro De Ester Em Nosso Tempo” 10/03/16

Nova Vida # 701 – O Segredo No Livro De Ester

Nova Vida # 701 – O Segredo No Livro De Ester
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

A história começa com o rei Assuero, que simboliza o rei do mundo, o Criador, e a rainha Vasti, que simboliza o mundo que não O escuta. Isto é, uma falta de conexão é revelada entre o Criador e as criaturas, que elas devem corrigir. A rainha Ester é humilde e não arrogante, como Vasti. E o rei quer trazer o mundo para identificação com Ele. Ester não revela que é judia, porque o povo de Israel é odiado. Todo mundo é arrogante e representa separação.

Bigtã e Teres querem matar o rei, ou seja, querem trazer um novo controle ao mundo. Eles estimulam Mardoqueu a agir, e, de fato, as forças de Mardoqueu e Hamã esclarecem por que o mundo existe. Depois de Mardoqueu salva-lo, o rei eleva especificamente Hamã para estimular a Mardoqueu a exigir algo. O rei parece ter sido conduzido por seus assessores, mas ele realmente está levando tudo em direção ao seu objetivo.

Ester pede que os judeus se reúnam, jejuem e orem, o que significa transcender o ego pessoal e conectar-se, porque o povo de Israel está espalhado entre todas as nações; ou seja, eles estão imersos em culturas estrangeiras e não na unidade e conexão. A ameaça de aniquilação traz o povo de volta a um esclarecimento de quem eles são e qual é o seu papel no mundo, que está servindo como um exemplo de amor. Então eles matam seus inimigos, ou seja, o mal que existe em cada um deles que se opõe à conexão e amor, e é assim que eles avançam em direção ao propósito da criação no qual o povo de Israel leva todas as criaturas ao amor e conexão com o Criador.

De KabTV “Nova Vida # 701 – O Segredo No Livro De Ester”, 10/03/16