Textos na Categoria 'Educação'

A Autoridade Máxima

Pergunta: Como pode um professor ganhar o respeito de crianças?

Resposta: Geralmente, os educadores ganham credibilidade nos casos em que eles mostram às crianças que podem entendê-las totalmente, podem ser iguais a elas, que as defendem, e são necessários para organizar melhores contatos entre elas e o mundo.

Aqui, seria bom encenar um “incidente desagradável”, que foi preparado com antecedência, para que o professor possa resolvê-lo, para defender as crianças, e para mostrar, vamos dizer, a um policial, ou para as autoridades, como as crianças são queridas por ele, e como ele está preparado para, por elas, desistir de tudo.

Uma pessoa respeitada é aquela que lidera, sacrificando-se, aceitando todos os tipos de coisas desagradáveis, embora ela própria não seja culpada e não deva ser responsabilizada por estas coisas desagradáveis.

É sabido que a juventude tem um sentimento particularmente agudo de auto-estima; estão prontos para qualquer ação, até mesmo o suicídio, só para não prejudicar o seu “eu”. E quando o professor mostra que está disposto a apoiá-los e defendê-los, eles o aceitam de imediato, não só como um deles, mas também como um mais elevado.

[132382]

De KabTV, “Conversas com Michael Laitman,” de 12/12/14

Material Relacionado:
A Arma Mais Forte
Um Bom Exemplo

Educação No Mundo Real

Dr. Michael LaitmanOpinião (Nina Erofeeva, PHD, Professora da Universidade Estadual de Udmurte, Rússia): “A estratégia de aprendizagem em todos os níveis da educação é projetada mais para meninas. Uma das principais razões para isso é um percentual maior de professores mulheres, e o tipo de pensamento das mulheres é diferente. Coletivos pedagógicos são femininos na organização cultural.

“As seguintes qualidades são dominantes: o desejo de ser ordinário (o desejo de ser a primeira a dominar na cultura masculina); interesse em problemas dirigidos ao uso de notícias (e não na criação de notícias); mais atenção às opiniões dos outros (ao invés de fatos); cuidado com as pessoas (não sucesso) é mais valioso; intuição e consenso (ao invés de ações decisivas) são levados em conta na tomada de decisão; relacionamentos são mais importantes do que resultados (e não vice-versa).

“Lições de escola são na sua maioria verbais, orientadas ao hemisfério esquerdo. Garotas fazem bem tarefas típicas, exigindo o algoritmo para resolvê-las, e meninos fazem bem tarefas criativas. Na maioria das vezes, há apenas o tempo suficiente durante a aula para resolver problemas com o algoritmo, mas não há tempo para problemas criativos.

“A falta de métodos de ensino para crianças de ambos os sexos facilita a educação das meninas. Os meninos começam a se sentir infelizes, não adquirem competências-chave e perdem o interesse em aprender. O sistema educativo torna impossível perceber a busca potencial do sexo forte.

“Os professores homens, ensinando matemática e ciências naturais, ensinam seus alunos em plena conformidade com a estrutura do cérebro masculino, de modo que as meninas que estudam matemática e ciências no ensino médio estão atrás de seus colegas masculinos. A estrutura do discurso dos homens é uma cadeia lógica de três partes: introdução, conteúdo e conclusões.

“O discurso da mulher é multifacetado; ele pode carregar vários enredos e mesmo intervir simultaneamente em conversas alheias; homens não podem manter o controle de sua estrutura e perdem o interesse. Quando uma professora ensina uma lição, ela ouve simultaneamente os alunos falando. Comentando sobre eles, ela se afasta do tema da aula; meninos imediatamente perdem o enredo e têm dificuldade de retornar ao tópico.

“Uma professora pode começar com um assunto e saltar para outro no meio da frase e, depois voltar para o primeiro, mencionando algo estranho. Tal diversidade cansa os rapazes, cujos cérebros só podem olhar para uma linha de cada vez e processar informações apenas sobre um assunto.

“O fluxo de informações entre os hemisférios direito e esquerdos do cérebro feminino é mais poderoso, de modo que as meninas podem falar e ouvir simultaneamente. Meninos também podem falar ou ouvir, mas não podem fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Assim, é difícil para eles escrever ditado. Para eles, o texto precisa ser primeiro lido e depois ditado.

“Os pressupostos básicos para a introdução da educação separada:

• A maioria dos métodos e técnicas educacionais é projetada para uma pessoa média.

• A educação de meninos e meninas da mesma idade, mas de uma idade psicológica diferente (devido à diferença de desenvolvimento físico), traz um impacto negativo sobre a cultura de sua comunicação;

• Contrariamente à crença popular de que coeducação ajuda a construir relacionamentos interpessoais ideais, não é assim. Relações interpessoais entre meninos e meninas na educação tradicional são extremamente limitadas.

“Esses fatores não permitem encontrar compreensão nas relações familiares”.

Meu Comentário: De acordo com a Cabalá, homens e mulheres são tão diferentes que devem ser separados com a idade de dois anos, e os filhos criados por cuidadores de mesmo sexo. Só então todos nós seremos capazes de cumprir a nossa missão, que é alcançar a semelhança com o Criador através da nossa conexão correta: “um homem e uma mulher e a revelação do Criador entre eles”.

Metade Das Universidades Norte-Americanas Desaparecerão

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da Bloomberg): “O Dowling College, que recebeu uma nota negativa para os seus recursos financeiros de credores no mês passado, simboliza o crescente sofrimento de muitas pequenas faculdades particulares que dependem quase inteiramente de matrícula para as receitas. Já se passaram cinco anos desde que a recessão terminou e as suas finanças ainda estão piorando. Dívida estudantil ascendente, a concorrência de programas on-line e as pobres perspectivas de emprego para os graduados estão diminuindo suas reservas de candidatos.

“O professor da Harvard Business School, Clayton Christensen, previu que até metade das mais de 4.000 universidades e faculdades nos EUA pode falir nos próximos 15 anos. A crescente aceitação da aprendizagem on-line significa que o ensino superior está maduro para a reviravolta tecnológica, ele disse”.

Meu Comentário: Escolas e universidades serão substituídas por um novo sistema de educação que vai levar a pessoa para uma sociedade integral, cuja principal tarefa será a de trabalhar na criação de uma humanidade cada vez mais unificada.

Na Natureza E Na Cidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Meu filho é influenciado pelo ambiente: colegas, o exterior, amigos, facebook, etc., influenciam meu filho. E eu não tenho como protegê-lo da influência negativa desses ambientes.

Resta apenas uma saída: a organização de um grupo de referência. Este é um grupo de crianças, cuja opinião é importante para o meu filho, e elas podem dirigi-lo de volta aos trilhos. Quantas pessoas devem estar neste grupo?

Resposta: De preferência 10 a 15 crianças, caso contrário, o grupo não é sentido. Um grupo é o que me rodeia, e o ambiente é algo maior do que a quantidade que eu posso contar com meus dedos. Ou seja, é algo mais poderoso.

Normalmente, nós nos encontramos num grupo de dez pessoas, e num grupo de cinco pessoas nós nos sentimos mais confortáveis, é agradável não só para falar uns com os outros, mas também para apenas se sentar calmamente. Mas esse grupo é bom quando há certa atmosfera íntima e fechada, como num pub em torno de uma mesa separada ou num grande coletivo dividido em muitos grupos.

Se vamos levar as crianças para fora na natureza, é melhor num grupo grande, de modo que uma atmosfera de entorno seja sentida. Caso contrário, a criança vai se sentir solitária, porque se acostumou a estar incluída numa cidade grande, e não é assim na natureza.

Portanto, para preencher algumas imperfeições, a falta da sensação de segurança que elas têm numa cidade (as pessoas, as casas, os adultos, polícia, etc.), deve haver uma companhia com mais pessoas.

Uma criança moderna é bastante distante da natureza e para que ela se sinta confortável fora da cidade ela precisa de um entorno que organize algum tipo de vida: acampamento com fogueira, comida, música, alguém pescando, recolhendo lenha, etc.

Além disso, como a massa do coletivo é maior (até certo limite), mais forte internamente, psicologicamente e inconscientemente ela influencia cada um. Portanto, é preferível que não menos que dez a vinte pessoas realizem uma excursão para fora da cidade.

Um grupo que funciona internamente com êxito pode incluir centenas de pessoas. Por exemplo, quando o nosso grupo central sai para a natureza, várias centenas de pessoas se reúnem, incluindo adultos e crianças. Junto com isso, nenhuma pressão externa é sentida, pelo contrário, a clara cooperação mútua e a sensação de segurança e conforto são sentidas, precisamente graças à quantidade de pessoas.

De Kab TV “Conversas com Michael Laitman” 12/12/13

Os Contos De Fadas Prejudiciais Para As Crianças

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do Scientific American Blog): “A literatura e os filmes infantis estão cheias de ratos e patos falantes que usam roupas (mesmo que sejam ocasionalmente retratados sem calças) e cães que vão desde cães normais até cães que poderiam muito bem ser pessoas.

“As histórias são uma das principais formas que a nossa espécie entende o mundo natural. Dar atributos humanos aos animais não é de forma alguma um fenômeno recente; deuses antigos eram frequentemente animais hibridizados como seres humanos (ou seres humanos como animais). Na clássica história ilustrada acima por Arthur Rackham, três ursos se sentam numa mesa e comem mingau, como seres humanos.

“Levando em conta o quão onipresentes estes animais-pessoas antropomórficos estão em nossa cultura, a psicóloga Patricia A. Ganea da Universidade de Toronto se perguntou como esses tipos de representações influenciam a maneira que as crianças pensam sobre animais reais.

“As crianças já têm dificuldade em distinguir a realidade da fantasia, especialmente antes de atingir o seu quinto aniversário. Enquanto a maioria das crianças consegue distinguir a realidade da fantasia quando se trata de representações visuais de animais, essa distorção também pode ser refletida no conteúdo da própria história. ‘A consciência, os conhecimentos, as habilidades, o propósito e as intenções do ser humano são frequentemente atribuídos a personagens animais (por exemplo, focas resolvem mistérios, gatos constroem casas e ratos dirigem carros) e até mesmo a objetos inanimados (por exemplo, as lâmpadas têm rostos e dançam tango, trens se esforçam contra todas as probabilidades para atingir metas impossíveis)’, escreve Ganea.

“Juntos, os resultados mostram que a linguagem é mais importante do que a ilustração quando se trata de aprender sobre a biologia e a psicologia dos animais. Mesmo quando as histórias eram acompanhadas por imagens realistas, se a linguagem era antropomórfica, as crianças transferiam esse conhecimento falso para os animais reais.

“Mais importante, não apenas as crianças não conseguiam aprender fatos verdadeiros quando expostas às histórias antropomórficas; essas histórias realmente dificultaram o aprendizado delas, ensinando-lhes falsidades em vez de fatos. Elas ficaram ainda mais propensas a pensar em animais em termos parecidos humanos depois de ler os livros do que se nunca tivessem visto os livros!

“Será que as crianças transferem as habilidades fantásticas de animais não-humanos em seus livros de histórias para seus modelos da vida real? Se assim for, esses tipos de histórias poderiam impedir seriamente a capacidade das crianças de aprender e lembrar fatos verdadeiros sobre animais de verdade, ou pelo menos de distinguir a realidade da ficção. Isso seria especialmente verdadeiro para crianças em áreas urbanas e suburbanas, que têm poucas oportunidades de interagir regularmente com os animais reais, pelo menos em comparação com os seus homólogos rurais. ‘Apresentar animais para crianças de maneiras semelhantes à forma como os seres humanos agem e se comportam é provavelmente contraproducente para o aprendizado de informações cientificamente precisas sobre o mundo biológico e influencia a visão das crianças do mundo biológico’, diz ela.

“Na verdade, o problema é mais profundo do que parece: adultos humanos, pelo menos nos EUA, também são altamente propensos a imbuir animais não-humanos com emoções e motivações semelhantes às humanas. É uma linha difícil de seguir. A pesquisa está cada vez mais revelando as semelhanças fundamentais entre a nossa espécie e o resto do reino animal, mas há também aspectos da cultura humana, que são, de fato, exclusivos da nossa espécie. É razoável sugerir que um animal possa sentir algo complexo como orgulho ou vergonha? Nós estamos preparados para atribuir uma emoção complexa semelhante, culpa, aos cães, mas um olhar mais profundo revela que enquanto os cães realmente têm um ‘olhar de culpa’, eles provavelmente não percebem realmente que transgrediram. Se as crianças são rotineiramente expostas a esses tipos de representações antropomórficas de animais, não é de admirar que elas cresçam para se tornarem adultos que olham para os animais não-humanos como se eles fossem pessoas vestindo trajes de animais”.

Meu Comentário: A propósito, no judaísmo não existem contos de animais parecidos com seres humanos, e se a Torá fala de um burro falante, isso acontece por ordem do Criador. A Cabalá em geral olha para os textos da Torá como segredo, cujo significado é revelado somente para aquele que alcançou o amor dos amigos.

Um Bom Exemplo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Na sociedade há filhos agressivos e excessivamente violentos, que inclusive batem em seus pais. Será que o círculo integral vai corrigi-las?

Resposta: Neste caso, é necessário elevar o nível de educação e moralidade, discutindo comportamento assim em círculos. E um bom exemplo é necessário.

Deixe os filhos falarem sobre o amor pelos pais, sobre a suavidade. Eles podem compensar os seus pais pelo que estes lhes deram na primeira infância, lembrando como sua mãe cuidou deles, como o seu pai estava preocupado com eles? A discussão deve incluir também os filhos normais, e os mais agressivos devem ouvi-los. Então é necessário tentar com muito cuidado incluí-los na conversa para que isso penetre neles.

Mas deve haver uma integração muito séria, simpatia e empatia. Se as crianças agressivas veem seus pares como fortes, sérios e saudáveis, na medida que elas se relacionarem com seus pais com amor, compreensão, simpatia e preocupação, elas vão obter um bom exemplo deles.

De KabTV “Conversas com Michael Laitman” 12/12/13

Da Depressão À Criatividade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Suponha que os pais organizem um clube para os seus filhos, onde eles realizam discussões. Mas neste grupo dois dos jovens são filhos problemáticos que estão profundamente deprimidos e podem infectar os outros. O que deve ser feito sobre isso?

Resposta: Se a comunicação entre os jovens ocorre naturalmente, então basta que eles relaxem por meio de canções comoventes em torno de uma fogueira para que não se fechem dentro de si e comecem uma conversa à distância. O que pode ser bom para uma pessoa na vida e o que pode ser ruim? Nossa natureza busca apenas o bem. Mas se estamos fechados, nos devorando, será que estamos nos divertindo? Portanto, por que não escapamos disso?

Que força é essa que existe em mim, que me coloca num estado de desespero, escuridão e vazio o tempo todo? Será que é contra isso que eu tenho que lutar de alguma forma? E se eu lutar, eu vou descobrir tais forças dentro de mim que agem em oposição e que vão me elevar às alturas particulares na arte, literatura, ciência, esportes e assim por diante. Por isso, é necessário aceitar, como uma bênção, tudo o que há numa pessoa, até mesmo o estado mais deprimido que, basicamente, empurra a pessoa para o bem, mas só quando isso não fecha a pessoa dentro de si mesma como um casulo.

Pelo contrário, um estado de insatisfação nos empurra para frente. Por isso, é necessário torná-lo criativo. E isto só é possível com a ajuda do ambiente, onde a pessoa que empurra para frente e outra puxa para trás, e entre elas surge um movimento mútuo. Elas se verificam, inspecionando o movimento geral entre si. Em outras palavras, é necessário apoiar os filhos deprimidos, de modo que sua condição possa ser criativa.

Muitos escritores, compositores e cientistas famosos experimentaram depressão, e para sair dela, eles se ocuparam da criação. Esta foi uma cura para eles, a salvação. Eles deram à humanidade presentes criativos de obras-primas clássicas precisamente graças a seu sucesso em elevar-se acima de sua depressão e usá-la da maneira certa.

Como nós podemos usar criativamente o desespero, as dificuldades, as decepções, e a depressão, que são tão comuns no mundo de hoje que resultam em negligência e descaso por tudo? Afinal de contas, a partir desses estados a próxima condição humana, social, política e nacional vai nascer.

Portanto, é proibido deixar de lado esses estados e considerá-los como algo que não é bom. Pelo contrário, é necessário ansiar em transformar sua forte energia negativa em algo positivo.

De KabTV “Conversas com Michael Laitman” 12/12/13

Olhe Para Si Mesmo De Fora

Dr. Michael LaitmanPergunta: Suponha que eu trouxe o meu filho para um grupo onde sete em cada dez crianças estão deprimidas. Eu não preciso me preocupar que o estado delas irá passar para os outros?

Resposta: Não! Basta tentar separá-las de si mesmas imediatamente. “Amigos, vamos, vamos falar sobre o que está acontecendo conosco, de fora. Este sou eu, um ser humano. E este é o meu corpo. Dentro do corpo, existem todos os tipos de forças, humores e opiniões.

“E se eu saísse do meu corpo e desse uma olhada de fora, como se eu tivesse me reunido de forma diferente? Vamos nos imaginar de outra forma, como nos elevamos acima de nós mesmos. É possível conseguir isso?

“Será que eu fui criado de tal forma que não posso ser desprendido de mim mesmo? Ou será que existe algum tipo de lacuna entre o eu interior e o eu exterior onde posso gradualmente começar a aprender sobre mim mesmo de fora?”. Treinamento psicológico regular como esse possibilita que uma pessoa veja que isso não é ela, mas uma intenção externa particular do ambiente que a rodeia.

Uma criança poderia simplesmente ler um monte de romances ou ver programas de televisão que despertassem uma sensação de desesperança? Mesmo entre 100 a 150 anos atrás, algo chamado desprendimento nobre estava na moda: “um herói do nosso tempo”, e assim por diante. Na literatura mundial, em particular na literatura russa, muitos livros foram dedicados a uma busca derivada da escuridão interior.

E pode ser que ela simplesmente se gabe e se vanglories sobre esse estado, mostrando: “Olha como eu sou! O que atrai você não me interessa!” Por isso, é necessário verificar as origens de onde vem a depressão nas crianças.

De KabTV “Conversas com Michael Laitman” 12/12/13

O Ambiente Bom E Ruim

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que é um ambiente ruim?

Resposta: Um ambiente ruim me leva a não querer estar conectado com todos com boas relações. Um ambiente ruim é um ambiente que molda um relacionamento hostil para com a sociedade.

Um ambiente bom me dirige de tal forma que eu quero mudar fundamentalmente a pior sociedade numa sociedade de irmãos.

De KabTV “Conversas com Michael Laitman” 12/12/13

Pequena Reviravolta Para A Felicidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como uma pessoa lida com tendências suicidas de uma criança?

Resposta: Tendências suicidas em crianças são tratadas apenas com um bom ambiente coletivo. Sem um ambiente coletivo, haverá cada vez mais isolamento da criança, e ela se fechará, visto que isto é tudo psicológico: a vida parece desnecessária, tudo desmorona e há só desesperança em torno dela.

Disso para um estado de felicidade, basta apenas uma pequena reviravolta. Mas quem vai fazer isso? Esse é o problema. Tenho certeza que só o ambiente coletivo é capaz de fazer isso. É muito importante desenvolver alguns tipos de passatempos para a criança. Quando eu era criança, meus pais sempre me deram todos os tipos de atividades extracurriculares.

Primeiro, eles compraram uma boa câmera com uma lente de zoom e me deram dinheiro para filmes e fixadores. Eu estava muito interessado nisso. Antes disso, eles me presentearam com uma bicicleta, e com os amigos, muitas vezes eu preferia passeios de bicicleta fora da cidade. Depois, houve tênis de mesa e, em seguida, atletismo onde ganhei o primeiro lugar. Eles me envolviam constantemente em diversas atividades. Além disso, eu nunca estava sozinho, mas ficava pelo menos com um ou dois outros amigos.

Acho que é necessário fazer isso. Uma criança não deveria ficar sentada em casa. Além de estar na escola, ela precisa de outro círculo de amigos. Se algo falhar na escola, a criança terá êxito em outro lugar. Vamos supor, numa aula de dança ou no voleibol.

A melhor coisa é algum tipo de esporte de grupo. Quando você entra em competição, “um a um”, como correr distâncias diferentes, isso não é tão bom. Tênis e outros esportes de grupo são muito mais eficazes. É essencial envolver a criança em alguma coisa.

Você pode inclusive combinar com outras famílias para se reunirem para organizar atividades para crianças num círculo de dez a quinze crianças e contratar instrutores que ajudarão com isso. Por uma taxa razoável, vocês podem organizar uma atividade muito boa.

De KabTV “Conversas com Michael Laitman” 11/12/13