Textos com a Tag 'Torá'

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 11

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

613 Sugestões e 613 Depósitos

Há duas partes na Torá e Mitzvot:

A. A Torá e Mitzvot como elas aparecem para todos, sendo a manutenção das Mitzvot e o estudo da Torá na forma de 613 conselhos. Estes têm o poder de purificar e limpar o corpo (desejo), e aprimorar o mérito da alma (intenção), para serem dignos e merecem receber a Luz da Face do Rei, como a alma estava em sua raiz, antes que fosse diminuída e viesse a este corpo fundamental (desejo egoísta) no mundo fundamental.

B. Cumprir as Mitzvot e estudar a Torá na forma de 613 depósitos, ou seja, a questão de atingir Seus Nomes e a plena recompensa das almas.

O mérito da última parte sobre a primeira é como o mérito do Céu sobre a Terra. Isto porque a primeira parte é uma mera preparação, e a segunda parte é a completude real e o propósito da Criação.
–
Baal HaSulam, “Introdução ao livro, Da Boca de um Sábio”

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 10

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A Essência Do Trabalho Na Torá E Mitzvot

O propósito do estudo da Torá (Cabalá, que revela a Torá) é chegar a sentir o Doador da Torá. Se a pessoa não coloca o objetivo de alcançar o Doador da Torá (o Criador) diante dos seus olhos, ela é considerada “um gentio (aquele que não deseja revelar o Criador, independentemente de sua origem ou nacionalidade) “, ou seja, ela não tem necessidade da fé (perceber o Criador), a necessidade de procurar aconselhamento (as instruções da Torá, os conselhos dos Cabalistas) para alcançar a fé (perceber o Criador). É por isso que ela ainda é considerada como “um gentio (quem não se esforça em revelar o Criador)” e não como “Israel (aquele que aspira ao Criador)”.
– Rabash, Os Degraus da Escada , “O que é a Torá e o Trabalho no Caminho do Criador”

Cabalistas Sobre A Torá E Mandamentos, Parte 9

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A Essência do Trabalho na Torá e Mitzvot

Todas as Mitzvot descritas na Torá, ou aquelas aceitas, estabelecidas pelos Patriarcas, embora sejam em sua maioria ações (de uma pessoa neste mundo) ou palavras (que devem ser pronunciadas) (cumprindo assim os mandamentos), todas elas (mandamentos, isto é, conselhos) são para corrigir o coração (desejos da pessoa), “pois o Senhor buca (quer nos corrigir) todos os corações, e entende todas as inclinações (egoístas) dos pensamentos (intenções)”.
– Rav Abraham Eben Esdras, Yesod Morah, p. 8b

A Torá é Dada Aqueles Que Dela Necessitam

Pergunta: pode-se avançar pela fé acima da razão no grupo? Como?

Resposta: Sem o grupo é completamente impossível fazer isso. Ou você se une com um professor da forma como foi feito no passado, ou você se une com o grupo. Mas é impossível avançar por si mesmo.

Quando falamos sobre o relacionamento entre uma pessoa e o Criador, sempre significa a presença do meio ambiente. Sem ele eu não tenho nada para subir acima, nada para corrigir. Um apelo ao Criador é um fundamento para a correção. Mas a correção de quê? A única coisa que tenho a corrigir é a minha atitude para com o meu vizinho. Este é o egoísmo, a inclinação para o mal, o ódio infundado, o Kelim quebrado, o Templo quebrado.

Portanto, é óbvio que o que nós sempre queremos dizer que uma pessoa está no ambiente certo, com seu grupo. Este princípio se origina a partir do Monte Sinai, onde foi estabelecido uma condição: se unirem como um homem, um coração.
Só então você vai receber a Torá e ser capaz de se corrigir.

Se, no entanto, se você não tentar se unir e chegar a garantia mútua, então o que você vai corrigir? Nesse caso, você não vai receber a Torá. A condição para receber a Torá é uma necessidade dela. Mas se você não quiser se unir com os outros, então você não precisa da Torá. Destina-se apenas para corrigir a conexão entre as pessoas.

Portanto, nos nossos tempos, quando o mundo está sendo levado a uma situação sem saída de interconexão universal, quando torna-se evidente que sem as conexões corretas entre nós a civilização chegará ao seu final, as pessoas terão que usar a Torá. Elas terão a Força Superior, a força da Luz que irá uni-los.
Esta é a finalidade para a qual a Torá, o método Cabalístico, está sendo revelada. Todos os outros métodos não podem ser chamados de Torá, pois não se opõem a inclinação ao mal. As pessoas vão aos poucos revelando a inclinação para o mal neste mundo e terão então a Torá real.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabala de 2/1/11, Escritos de Rabash

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Querer Não É Suficiente

A Eterna Busca Pela Espiritualidade

Toda a humanidade, exceto os Cabalistas está alegadamente envolvida em alcançar a espiritualidade, o Criador. Aplica-se até mesmo para o secular que não tem nada a ver com a espiritualidade e levam um modo de vida simples e animalesca.

Entretanto, se você olhar um pouco mais profundo, todas as suas ações te dizem que eles estão procurando por Ele também. Todo mundo está olhando no seu próprio caminho, através da cultura, música e literatura. Mas eles tratam essas coisas como se fossem uma espécie de divindade, algo sublime, grande e eterno. Eles se relacionam à ciência da mesma forma também.

A busca de respostas científicas também é adorar a outros deuses, porque as pessoas estão tentando atingir a espiritualidade através da ciência, descobrindo o que está oculto na natureza. Eles estão à procura do nível dos seus pequenos desejos. [Leia mais →]

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 7

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A Essência do Trabalho na Torá e Mitzvot

Ao habituar-se em cumprir a Torá e as Mitzvot (ações para o benefício dos outros), a fim de trazer contentamento ao seu Criador, eles gradualmente se afastam do seio da criação natural e adquirem uma segunda natureza, o amor dos outros.
– Baal HaSulam, Matan Torá (A Entrega da Torá), Item 13

O Criador nos deu a Torá e Mitzvot, os quais nos foi instruído realizar apenas para dar contentamento ao Criador. Se não fosse pelo engajamento na Torá e Mitzvot em Lishma (no nome Dele), para dar alegria ao Criador com eles e não para o benefício próprio, não haveria nenhuma estratégia no mundo que pudesse nos ajudar a inverter a nossa natureza.
–
Baal HaSulam, “Discurso pela Conclusão do Zohar”

Cabalistas Sobre a Torá e os Mandamentos, Parte 5

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A Essência do Trabalho na Torá e Mitzvot

Estas foram as palavras dos nossos sábios (Bereshit Gênesis Rabba 44), quando eles perguntaram: “Por que a mente do Criador se abate na garganta ou na parte de trás do pescoço?” Afinal, todas Mitzvots foram dados apenas para limpar [do egoísmo e levar à união] as pessoas, e essa purificação significa a purificação do turvo [egoísta] corpo [desejo], que é o propósito que emerge da observação de toda a Torá e Mitzvot.
-Baal HaSulam, “A Revelação da Divindade (Matan Torá), “Item 12

Tal como os nossos sábios disseram: “A Torá e Mitzvot foram dadas apenas por forma a limpar [unir] Israel [quem aspira ao Criador, a propriedade de doação]. “Esta é a purificação do corpo [do egoísmo] até que se atinge uma segunda natureza definida como “amor ao próximo”, significando um: Mitzva “O amor ao amigo como a ti mesmo”, que é o objetivo final da Torá, depois que um atinge imediatamente Dvekut com Ele.
– Baal HaSulam, “A Revelação da Divindade” (Matan Torá), “Item 15
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Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 2

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 4

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A Essência do Trabalho na Torá e Mitzvot

A pessoa deve almejar ser agraciada com a recompensa de uma Mitzva (mandamento/boa ação) (realizar uma correção). Isto significa que através da obediência às Mitzvot (correções) ela será recompensada com (deve exigir) a adesão ao Metzaveh (Comandante) (como é dito: “A recompensa para a realização de um mandamento é conhecer Aquele que o estabeleceu).
– Baal HaSulam, Shamati (Eu Escutei), Artigo nº. 227, ” A Recompensa pela Mitzva: a Mitzva ”

Quando a pessoa consegue dirigir-se à doação (beneficiar outro), esse ato é chamado de “uma Mitzva (boa ação)”.
–
Rabash, Os Degraus da Escada, “Com Respeito à Recompensa dos Receptores”

O trabalho na Torá e Mitzvot (corrigir o egoísmo através da Luz Superior) começa principalmente após a pessoa ter sido recompensada com o arrependimento pelo amor (ações que resultam do amor ao próximo). Só assim é possível se engajar na Torá e Mitzvot com amor e temor, como nos ordenam.
– Baal HaSulam, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot“, item 133

Cabalistas Sobre a Torá e os Mandamentos, Parte 1

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A Torá
A Torá é a Simples Luz que se expande de Sua Essência, cuja sublimidade é interminável. – Baal HaSulam, “Introdução ao livro, da boca de um sábio”

A Torá sendo todos os Nomes do Criador, que pertencem às criaturas – Baal HaSulam  “A Mente Atuante”

“A palavra Torá deriva da palavra Horaa (instrução) e da palavra Maraã (mostrando) e Reiah (visão), ou seja, a plena consciência que não deixa filamentos em seu rastro. – Baal HaSulam, Carta n º. 11
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A Renovação Semanal

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa a “porção semanal da Torá” em termos do próprio desenvolvimento interior?

Resposta: A porção semanal é uma parte do nosso caminho espiritual, que começa e termina em certo nível espiritual. Ela resume o nosso progresso em um determinado estado. Então, começa uma nova porção: um novo turno, a renovação do mecanismo superior, que age sobre nós e é chamado de Zeir Anpin do mundo de Atzilut.

Uma semana, ou sete dias, significa as sete Sefirot de Zeir Anpin, HGT-NHY-M, que se renovam sempre em cada grau. De Zeir Anpin nós recebemos certa porção da Luz, e com isso nos corrigimos. Isso significa que realizamos uma correção semanal e não podemos fazer nada no último dia, o sábado.

Tudo que é corrigido durante os seis dias vai desde aos seis Sefirot de Zeir Anpin (HGT-NHY) até Malchut .

Da Lição sobre a Porção Semanal da Torá 09/12/10