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Cyber-Ataque Em Israel

laitman_600_02Pergunta: Foi relatado que organizações pró-islâmicas e pró-palestinas estão planejando um cyber-ataque maciço contra Israel. Elas estão planejando invadir as caixas de e-mail dos usuários da Internet, atacar o Facebook, e assim por diante.

Resposta: Eu lhes peço para me atacar e roubar tudo o que está escrito em nosso site e divulgá-lo. Mas, falando sério, hoje todas as guerras são no espaço virtual. Eu não entendo contra o que essas organizações estão se armando em primeiro lugar.

Pergunta: E se pudéssemos espalhar nossa informação dessa maneira?

Resposta: A questão é que há uma pessoa a quem você envia as informações que, estando presa por seu ego, diz: “Eu não quero”.

Qual é a razão em dar-lhe informações sobre a necessidade de se unir? Você não será capaz de dar-lhe nada, a menos que ela receba uma boa surra e seja forçada a abrir a boca de Cima, mas tudo isso ainda está à frente de nós. É provavelmente impossível gerir isso sem golpes.

Pesach (Páscoa Judaica) está diante de nós agora. Ela nos fala sobre uma pessoa que começa a se mover em direção à liberdade e continua a evoluir após ter sofrido terríveis aflições e sente que deve atingir a verdade. Portanto, estar no Egito é essencial.

A pessoa deve passar por todas as dez pragas do Egito e chegar ao estado em que deve sair delas e atingir o objetivo certo que é realmente determinado enquanto se encontra no exílio no Egito. O Egito simboliza o nosso ego e como nós sofremos com ele, e as dez pragas do Egito são dez graves golpes no ego, ou seja, em nossos desejos, em uma vida burguesa confortável, na dominação, glória, conhecimento, prazeres, etc.

O exílio no Egito, o terrível sofrimento, nos ajuda a romper com esse tipo de vida, e nós começamos a sentir que eles são sem sentido, sem esperança e inúteis. Nem drogas nem riqueza podem nos ajudar, nada! Também é impossível morrer, e tudo o que nos resta é essa existência mortal que é muito pior do que a morte.

Então, a pessoa decide que está pronta para fazer qualquer coisa, a fim de encontrar a verdade. Na verdade, é a partir desse estado que ela anseia pela verdade, pelo êxodo do Egito é o êxodo do exílio espiritual.

Pergunta: Pode uma pessoa ouvir a mensagem dos Cabalistas e evitar esses estados extremos? Caso contrário, para que estamos disseminando essas informações?

Resposta: Nós estamos disseminando informações para que as pessoas sejam capazes de diminuir o seu sofrimento corporal, o qual pode se tornar muito grande antes delas desejarem se livrar deles, para que possam determinar o mais rapidamente possível que o egoísmo é ruim e que uma pessoa deve escapar, mas apenas em direção à meta certa.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 07/04/16

Nova Vida # 369 – Os Heróis Da Bíblia: Moisés

Nova Vida # 369 – Os Heróis Da Bíblia: Moisés
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

O que é o heroísmo de Moisés? Como ele conduz o povo de Israel para cumprir a conexão e união entre eles, e como esse conto histórico se relaciona com a nossa vida hoje?

Moisés foi criado como um príncipe no palácio do Faraó até a idade de 40 anos. Quando ele viu um egípcio espancando um hebreu, seu ponto no coração foi despertado. A morte do egípcio simboliza a relutância de Moisés em fazer parte da cultura, valores e ídolos egípcios.

Ficar na casa de Jetro é uma parada intermédia antes dos próximos 40 anos. O heroísmo de Moisés está em aceitar a missão que foi dada e não evitá-la. Moisés serve a Israel; ele os leva para fora do Egito e os traz a Torá, que se trata do “ama teu amigo como a ti mesmo”.

Todo mundo tem a chance de ser como Moisés durante sua vida, mas nós evitamos isso. Sair do Egito, da casa do Faraó, significa tornar-se livre do domínio do ego e sair para o amor ao próximo.

Moisés exige e recebe poderes de Deus. Qualquer pessoa que queira ajudar a avançar os outros recebe os poderes para fazer isso. O Egito é a força egoísta; Jetro é a sabedoria para compreender o ego. A entrega da Torá é a pecepção do método para corrigi-lo. Hoje os heróis são aqueles que podem conduzir a nossa sociedade e libertá-la de sermos escravos do nosso egoísmo.

É uma pena esperar pelas dez pragas hoje. É melhor avançar por nós mesmos à conexão, ao amor fraternal.

De KabTV “Nova Vida # 369 – Os Heróis Da Bíblia: Moisés”, 13/05/14

Nova Vida # 713 – O Seder E O Nascimento Do Povo De Israel

Nova Vida # 713 – O Seder E O Nascimento Do Povo De Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Como a nossa situação atual como povo é análoga à situação dos filhos de Israel na história do Êxodo do Egito? Do que nós devemos ser libertados para se tornar um povo livre e por que o feriado de Pesach simboliza o nascimento do povo de Israel?

A noite do Seder simboliza o nascimento do povo de Israel, a saída do ventre que se tornou apertado e opressivo. Ainda hoje estamos vivendo em um mundo cheio de pressões que eles dizem vão nos fazer avançar ao nosso nascimento em um mundo novo. A noite do Seder é como um jogo de família, como um teatro, e nos conecta como povo. Na noite do Seder nós passamos por tudo o que foi dito a Abraão no “Brit Bein HaBatrim” (Pacto Entre as Partes) (Gênesis 15:7-21). Abraão queria saber o que iria levar a humanidade à conexão e amor, e o Criador respondeu-lhe com o exílio no Egito.

O Egito simboliza o desenvolvimento capitalista, a prosperidade, e os seus problemas. Como hoje, há uma abundância material em nosso mundo, mas sem satisfação espiritual. Por conseguinte, o transtorno de depressão se desenvolveu seguido pela fabricação de sedativos.

A Torá fala sobre o que parece ser situações externas para explicar situações internas. Assim que decidirmos que queremos fugir do Egito, dez pragas para o nosso ego são necessárias porque o ego é o que nos impede de estar conectados e sentir que somos um povo, em vez de ódio infundado e divisão. A destruição do Beit HaMikdash (Templo) foi resultado do ódio infundado, antes que surgirmos como uma nação. Por enquanto, somos uma reunião de exilados. Só a conexão e o amor entre nós podem nos transformar em um povo, porque a Luz sai especificamente da escuridão.

De KabTV “Nova Vida # 713 – O Seder E O Nascimento Do Povo De Israel”, 12/04/16

Ynet: “Parece Uma Difamação Sanguinária Moderna”


Publicado em minha coluna semanal Ynet: “Parece Como Uma Difamação Sanguinária Moderna”.

A difícil história do povo de Israel não nos tornou especialistas no tratamento da doença do antissemitismo. Agora que o perigo está na porta, mas ainda existe a opção para a ação, nós devemos realizar o tratamento preventivo. Rav Dr. Michael Laitman decodifica o mecanismo que está oculto por trás do fenômeno do antissemitismo dos líderes e políticos contra a nação de Israel e nos desafia com experimentos sociais para neutralizar o ódio contra nós.

Atualmente o Canal de Notícias 10 está transmitindo uma série de documentários que revela a escala do boicote contra Israel (BDS) nas instituições acadêmicas dos Estados Unidos. Portanto, já não é só a UE ou o Ministro de Relações Exteriores da Suécia. O veneno e o ódio contra Israel também têm permeado os cidadãos do nosso melhor amigo, os Estados Unidos da América. Mais e mais estadistas, líderes políticos, acadêmicos e figuras-chave em muitas áreas, expressam livre e abertamente uma hostilidade intransigente contra Israel.

Principais Especialistas – Resultado, Nenhum

A fim de lidar com a onda de ódio virulento, Israel já recorreu a uma frente de informações, ministros, empresários e representantes de todo o mundo, e lançou campanhas de alto orçamento na Internet.

No entanto, apesar da significativa alocação de recursos, a imagem de Israel não melhorou e o problema persiste. Infelizmente, o antissemitismo está aumentando cada vez mais, a opinião pública mundial se rendeu a uma percepção anti-Israelense e o racismo contra nós está se intensificando.

(O veneno e o ódio contra Israel penetraram em todos os lugares) (Foto: citizenside.com)

O antissemitismo tem sido nossa herança há anos e nunca teve uma explicação lógica. A impressão em todo o mundo é apoiada por um forte sentimento interior de que Israel e os judeus são culpados por todos os problemas e crises no mundo. Parece que o desejo de condenar Israel, aniquilar e eliminá-lo, reside no subconsciente das nações do mundo e nos últimos tempos irrompe da boca dos altos funcionários.

O que querem de nós?

Henry Ford, um dos maiores antissemitas, publicou uma série de livretos intitulada, “O Judeu internacional”. Entre outras coisas, ele escreveu, “O judeu também tem se acostumado muito a pensar que é exclusivamente o requerente sobre o humanitarismo da sociedade; a sociedade tem uma grande reivindicação contra ele, de que ele deixe sua exclusividade, deixe de explorar o mundo, deixe de fazer grupos judaicos o fim e todos os seus ganhos, e que comece a cumprir, no sentido que sua exclusividade ainda não lhe permitiu cumprir, a antiga profecia que através dele todas as nações da terra devem ser abençoadas”. Ford é um exemplo entre muitos.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, não há nenhuma razão para estar surpreendido. O ódio secular contra Israel está enraizado naturalmente em cada pessoa (1). Além disso, há uma conexão direta entre o ódio a Israel e o sistema de relações entre o povo de Israel. A fonte para isto tem sua origem em algum lugar por volta de 3.500 anos atrás, quando concordamos em seguir os passos de um sacerdote babilônico chamado Abraão. Abraão ensinou aos Babilônios como manter a unidade como o valor mais alto, apesar do ego que divide e leva as pessoas ao ódio mútuo (2).

Contra a força que separa, há uma força que conecta. Sua função é ligar as várias partes, conectá-las e levar à unidade. O povo de Israel é o primeiro que deve entender este processo. A conexão deve começar aqui entre nós, porque somos os iniciadores do método de conexão chamado a sabedoria da Cabalá (3). No momento que nos unirmos, uma força positiva se espalhará pelo mundo que é capaz de criar maravilhas (4).

Unindo-nos contra o antissemitismo dentro de nós

No sopé do Monte Sinai, Israel lutava com um dilema adicional quando uma escolha inequívoca foi colocada diante deles: responsabilidade mútua ou ódio infundado, tudo ou nada. Com esforço titânico, eles conquistaram a montanha de ódio e se conectaram “como um só coração”. A partir daí o caminho para a terra de Israel — a construção do Templo e prosperidade — foi curto, até que o veneno do ódio infundado varreu o povo, o Templo foi destruído, e fomos para o exílio (5).

Dois mil anos se passaram, e mesmo que tenhamos retornado à terra, ainda agimos nela como se estivéssemos no exílio. Comunidades e tribos divididas alienam uma à outra, envolvem-se em autoglorificação em vez de construir associação, enfatizando e santificando a diferença ao invés de construir o que une, e, na verdade, estão separadas de nossas raízes espirituais (6). O mundo espera que nós sejamos “a Luz das nações” (Isaías 49:6), dando o bom exemplo de um modelo de sociedade em que todos vivam em conexão e amor fraternal acima de todas as diferenças (7)

Ondas de antissemitismo moderno têm nos visitado. Elas devem ser usadas como um lembrete para nós da função imposta aos judeus de tornar o mundo unido “como um homem com um só coração”.

De acordo com a Cabalá, o antissemitismo é uma lei da natureza que pode ser medida. Vamos desafiar a nós mesmos e organizar um estudo experimental em todo o país, uma ferramenta prática, através da qual examinamos em nossa própria carne a imensidade do poder da conexão. Por um tempo limitado, vamos tentar criar e adotar uma atmosfera social, solidária e conectada nas relações entre nós, acima dos sentimentos frios, acima da alienação e da indiferença entre nós, e vamos ver como uma mudança de atitudes em relação aos outros leva a uma redução significativa no ódio em nossa direção (e melhoradas relações políticas, atitudes produtivas e amigáveis para nós no mundo) (8).

Referências:

1. “É fato que Israel é odiado por todas as nações, seja por razões religiosas, raciais, capitalistas, comunistas ou cosmopolitas, etc. É assim porque o ódio precede todas as razões, mas cada um resolve apenas sua repugnância de acordo com sua própria psicologia”. Rav Yehudah Ashlag (Baal HaSulam). Os Escritos de Última Geração, Parte Um, Seção 9.

2. “Nunca houve bondade como a encontrada com Abraão… e ele trouxe paz entre uma pessoa e seu próximo, pois foi o pai de muitas nações, porque esse é o único que une e faz a paz entre todas as criaturas”. Gevurot HaShem, Capítulo 6.

3. “Além disso, depende da nação Israelita qualificar a si mesma e todos os povos do mundo a se desenvolver até tomarem para si essa obra sublime do amor ao próximo, que é a escada para o propósito da criação, que é Dvekut com ele”. Rav Yehudah Ashlag (Baal HaSulam), “O Arvut (Garantia Mútua)”, seção 20.

4. “Através do povo de Israel, que está mais preparado do que todos os outros povos para se aproximar do Criador, a abundância vai ser doada ao resto dos povos”. Rav Baruch Shalom HaLevi Ashlag (Rabash), Cartas, “Carta 18”.

5. “A casa foi arruinada por causa do ódio infundado. Seus corações se dividiram e eles foram separados e eram inadequados para um Templo que é a unificação de Israel”. Rabino Israel Segal, Netzah Israel, Capítulo 4. Obtida de http://huffingtonpost.com/michael-laitman/when-we-are-united-isis-i_b_8717558.html

6. “É uma vergonha admitir que um dos mais preciosos méritos que perdemos durante o exílio e o mais importante deles, é a perda da consciência da nacionalidade, ou seja, esse sentimento natural que conecta e sustenta cada nação. Os fios do amor que conectam a nação, que são tão naturais e primitivos em todas as nações, tornaram-se degenerados e separados de nossos corações, e eles sumiram”. Rav Yehudah Ashlag (Baal HaSulam), A Nação.

7. “Israel traz Luz ao mundo, como é dito, (Isaías 60:3) ‘E as nações andarão na tua luz'”. Midrash Rabbah, Shir HaShirim, Seção 4, Verso 2.

8. “Quando Israel for elevado de acordo com sua verdadeira qualidade interna, dando a todo o mundo uma forma nova e corrigida, não só Israel será elevado, mas o mundo inteiro. Então começará uma nova era em que não há nenhuma mistura de sujeira má; maldade e insurgência não funcionarão contra ele, raiva e tristeza não podem dominar dentro dele, e a preocupação com o equilíbrio do mundo não será capaz de surgir no coração. Então a força bruta será essencialmente eliminada e a espada perderá sua grande importância e se tornará uma completa desgraça” Rav Raiah Kook, Ein Aya, Shabbat 2 Jerusalém 5660, páginas 98-99.

9. Ford, H. (1949). The International Jew: the World’s Foremost Problem. Biblioteca de Alexandria. PP. 51-52.

De Ynet, 13/04/16

Nova Vida # 714 – Costumes Do Seder

Nova Vida # 714 – Costumes Do Seder
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

O que significam os costumes e símbolos do Seder? Como eles estão relacionados com o processo de desenvolvimento que temos que ser submetidos como uma nação? O que é o êxodo do exílio até a redenção que devemos alcançar?

O Seder simboliza o fim do cativeiro egípcio, a escravização ao ego, ao capitalismo, à perseguição interminável. As pessoas não querem mais se casar e ter filhos, o que indica que a humanidade chegou a um beco sem saída e nós precisamos de um novo modo de vida.

O que representam os símbolos e costumes do Seder?

O Seder de Pesach contém os símbolos dos estados que passamos no Egito e que temos que passar no dia em que somos libertados. Os quatro copos de vinho simbolizam o ego que se desenvolve em quatro fases, onde o vinho representa a Luz de Hochma. O copo de Elias simboliza a força que nos leva ao amor e conexão, o pico do nosso desenvolvimento.

O versículo que lemos na Hagadá, ” Derrama a Tua ira sobre as nações que não Te reconhecem”, refere-se às forças egoístas em nós, que o homem é um pequeno mundo. O Afikoman,vque deve ser consumido até meia-noite, simboliza a força superior que nos corrige que aparece no momento mais sombrio.

Enquanto nós pensamos que a melhoria da nossa conta bancária é a nossa redenção, não estamos indo na direção certa, e por isso ainda estamos no exílio. Nós seremos resgatados quando sentirmos que não temos amor e conexão e que temos que trabalhar para alcançá-lo. Em vez de criticar uns aos outros, temos que nos criticar e examinar onde estamos em relação à regra “ama teu amigo como a ti mesmo”. Portanto, na Véspera do Seder devemos pensar no êxodo do ódio infundado e desrespeito aos outros para a conexão e o amor fraternal.

De KabTV “Nova Vida # 714 – Os Costumes Do Seder”, 12/04/16

Os Judeus São Os Culpados Pelo Antissemitismo

laitman_547_06Nas Notícias (polosa.co.il): “De acordo com um estudo realizado pelo Fundo Francês para o Judaísmo, 6 em cada 10 franceses acreditam que os judeus são os culpados pelo antissemitismo. Em poucos dias, [o Fundo Francês para o Judaísmo] pesquisou ​mais de mil franceses para saber se eles acreditam que os judeus são, pelo menos parcialmente, responsáveis pelo antissemitismo na França.

“Uma resposta afirmativa a esta pergunta foi de 59%, com 3% expressando confiança de que sobre os judeus está uma ‘uma parcela muito grande de’ responsabilidade, e 14% disseram que sua ação foi ‘substancial’. Mais da metade dos entrevistados disse que os judeus têm uma grande quantidade de energia, e que eles são mais ricos do que a média francesa; 13% admitiram que, em sua opinião, a França tem muitos judeus, embora de acordo com estatísticas o número da comunidade judaica seja de apenas 1% da população”.

Meu Comentário: Os antissemitas têm razão: os judeus são os culpados pelo ódio contra eles. O ódio aos judeus é natural e real, e existe em lugares onde ainda não há nenhum judeu e em locais onde eles ainda não sabem o que é um judeu.

Isso ocorre porque o ódio contra eles decorre da própria natureza, do Criador, porque em relação ao Criador, os judeus que não estão corrigidos, estão em oposição a Ele.

Se eles mudassem e alcançassem o estado oposto, ou seja, doação, conexão e amor entre si e para com os outros, então, em conformidade, o ódio do Criador imediatamente se transformaria em amor por eles. Isso é mencionado muitas vezes na Torá.

Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor

Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

As religiões estão constantemente brigando e discutindo sobre quem está certo e qual é a verdadeira religião. As guerras religiosas que temos visto ao longo da história surgiram disso.

Na primeira, Abraão ensinou a todos a “Amar o próximo como a si mesmo”, e é assim que ele levou pessoas diferentes à descoberta do Criador. Na medida em que o ego cresceu, o amor ao próximo foi destruído e a sensação do Criador desapareceu. Como resultado da destruição do amor ao próximo, Jerusalém foi destruída e nós fomos para o exílio, e a revelação do Criador foi perdida para nós.

O povo de Israel ficou apenas com ações físicas, Mitzvot (mandamentos). Em vez da sabedoria da Cabalá, o Judaísmo foi desenvolvido. E, assim, a cidade de Jerusalém e as pedras nela foram santificadas, em vez do amor ao próximo.

O que há hoje em Jerusalém é Klipa (casca) e não Kedusha (Santidade), ódio em vez de amor. Quando voltarmos a usar corretamente a Torá e exigir que o amor habite entre nós, Jerusalém será reconstruída. Então, haverá uma nova religião para todos os povos, a religião do amor, a sabedoria da Cabalá e a revelação do Criador.

O caminho para a paz em Jerusalém é através da construção de conexões de amor entre nós. De nós, isso vai se estender a todo o mundo. Se fizermos a paz entre nós, a paz virá a todas as pessoas, mas cabe a nós sermos os primeiros.

Por que o mundo não reconhece Jerusalém como a capital de Israel? Porque ela está dilacerada pelo ódio mútuo. Na verdade, nós ainda não nos estabelecemos na terra de Israel e Jerusalém. A terra de Israel (Eretz Israel) é o desejo de amor (Ratzon Le Ahavah), e ainda temos que chegar a isso.

Próximo ano em Jerusalém: hoje não há um tijolo corrigido a partir do qual seja possível construir uma cidade santa. No futuro, o mundo inteiro vai se tornar a “Terra de Israel”, quando o soberano será a força superior, o poder do amor; o mundo inteiro será um desejo de amor, a Terra de Israel.

De KabTV “Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor”, 07/05/15

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

 

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

“O que torna esta noite diferente?” Esta noite nos sentimos livres. Éramos escravos e agora estamos livres ...

Nós éramos escravos: fomos escravos do Faraó e não poderíamos escapar por nós mesmos. Hoje também estamos escravizados ao nosso ego, a inclinação ao mal que nos divide e emite centelhas de disputas entre nós e não nos deixa ser. Como podemos ser liberados? Temos de decidir na mesa do Seder que não mais nos relacionaremos nesta forma egoísta.

A Torá falou acerca de quatro filhos: O sábio que é inteligente, o maligno, que não quer envolver-se em conexão, o simples que não entende nada, e aquele que não sabe como pedir e percebe que há algo sublime sobre a conexão, mas por enquanto não podemos assimilá-lo.

Isto é o que restou a nossos pais e a nós: se quisermos subir acima do nosso ego, seremos recompensados com uma força que nos ajudará, a força de conexão.

E o Senhor salvou-nos: O Criador colocou o Irã e todos contra nós para que possamos subir acima do nosso ego. Se construirmos relações corrigidas entre nós, a atitude do Iran e do resto do mundo logo mudará para melhor.

Os egípcios nos trataram mal; após a abundância material vem um sentimento de vazio e dor de modo que ascenderemos. [Leia mais →]

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas No Nosso Dia

 

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Que está a Torá realmente dizendo-nos, o que nos é revelado pelas dez pragas, e por meio da educação apropriada como podemos construir um mundo equilibrado para que possamos viver em paz e tranqüilidade?

Resumo

A Torá não está falando de coisas que acontecem neste mundo material, mas no mundo superior. Cada pessoa deve perceber todas as histórias da Torá por si mesmo, e dentro de si mesmo: Adão, o período da inundação, o Êxodo do Egito, e assim por diante.

Cada pessoa deve escrever um rolo da Torá para si mesmo, ou seja, ele deve corrigir suas características de acordo com as letras da Torá.

Fomos criados com uma natureza egoísta; só fazemos coisas para o nosso próprio benefício. Nosso objetivo deve ser transcendência para o amor. Para corrigir a nós mesmos, seja por meio de golpes ou por meio da consciência, devemos sentir que o ego é prejudicial a nós.

O Faraó simboliza o ego em uma pessoa; isso não nos permite sermos atenciosos para com os outros ou desenvolvermos amor pelos outros. Então o Faraó, o ego em nós, deve receber golpes. Hoje toda a humanidade está em um estado de “Egito”.

As 10 pragas levaram os filhos de Israel a romper com o ego que é dividido em 10 partes. Um exemplo de uma praga: O mundo está cheio de abundância hoje, mas como resultado de relacionamentos ruins, metade do mundo está morrendo de fome enquanto a outra metade lança grandes quantidades de alimentos ao lixo.

O ego desenfreado é a causa do custo de vida, habitação e aposentadoria. Além disso, a natureza nos assalta impiedosamente. A educação das crianças, divórcios, drogas, assassinatos, violência e terrorismo- cabe a nós reconhecer que tudo isso é derivado do ego.

A situação no mundo exige divulgação do método de correção, o método de conexão acima do ego, como remediar a situação, e que há uma cura. Além disso, através da conexão podemos subir para uma nova, eterna, e total dimensão da existência. E o Hagadá de Páscoa (Passover Haggadah) nos fala sobre isso, sobre a liberdade do anjo da morte, a liberdade do ego.

[156.598]

De KabTV “Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias”, 26/ 3/15

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Que fases importantes em nossas vidas o Chametz e o Matzah simbolizam? Qual é o significado da queima do Chametz e por que não usamos uma luz forte quando o procuramos em casa?

Resumo

Matzá simboliza o nosso desprendimento de nossos desejos egoístas; por isso é chamado de pão da aflição. Pesach (Páscoa Judaica) simboliza o estado em que rompemos com o nosso ego e operamos tanto quanto podemos em amor e doação.

O termo “ego” não se refere aos prazeres pessoais, mas ao prazer de odiar os outros, usando os outros e tirando proveito deles. Nós temos que tratar bem os outros. Primeiro, não vamos sentir qualquer gosto nisso, assim como o Matzah, mas depois ele irá crescer e expandir.

O pão levedado (Matzah) e Chametz são como crianças que gostam de irritar outras, por exemplo, e depois aprendem a se conter e se tornar amorosas e generosas.

É assim que o mundo é hoje: ele está sob o domínio do Faraó, sob o domínio do ego, e, portanto, as pessoas precisam de tranquilizantes, drogas e álcool. A fase de contenção resulta do reconhecimento do mal quando todos percebemos que o ego está nos destruindo. Comer Chametz após Pessach simboliza um novo mundo, conexões de amor e doação e a revelação do mundo superior.

A queima do Chametz simboliza a eliminação do ego dentro de mim, quando eu não concordo em suprimir os outros e dominá-los. Nós procuramos o Chametz com a luz de uma vela, uma vez que não temos mais do que uma ligeira iluminação que sinaliza que o ego é mau e terrível. A venda do Chametz simboliza que eu estou me livrando do ego para sair dele, e depois eu o trago de volta para corrigi-lo.

De KabTV “Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) e Matza“, 24/03/15