Textos na Categoria 'Israel'

Nova Vida #717 – O Êxodo Do Egito Dentro De Mim

Nova Vida # 717 – O Êxodo Do Egito Dentro De Mim
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

A realidade é um todo; portanto, é difícil falar de parte dela sem conhecer toda a imagem. A sarça ardente no deserto representa a revelação interna de Moisés depois da queima do seu ego e da combinação de suas características à Divindade, como uma frequência de absorção similar; ele e o Criador transmitem no mesmo comprimento de onda.

Fundamentalmente, o bem não é inerente a nós, mas a inclinação ao mal é inerente. Portanto, não podemos considerar ninguém, exceto nós mesmos. Depois dos quarenta anos que Moisés viveu com o Faraó, ele ficou com Jetro por quarenta anos e aprendeu sobre a qualidade de doação, Hesed (Misericórdia), e como alcançá-la acima do egoísmo exposto. Assim, ele pôde voltar ao Egito para trabalhar no ego.

O objetivo da humanidade é que toda a natureza humana, incluindo todo o egoísmo, se assemelhe à plenitude da força superior cuja natureza é o amor.

O retorno ao Egito simboliza o retorno ao ego de Moisés, que ainda precisa de correção. Nenhum de nós reconhece o Faraó dentro de si. O Faraó simboliza o domínio absoluto do ego geral em nós. Moisés simboliza o pequeno desejo pela característica de doação, a descoberta da verdade.

O povo de Israel representa os desejos que podem ser corrigidos no atributo de doação e amor dentro do ego em geral. O ego é todo o campo da realidade, e Moisés precisa de sinais e maravilhas para mostrar ao ego que tem poder. Portanto, Moisés toma a vara, cuja função é dirigi-lo no caminho espiritual, para colocar o ego abaixo e ir acima dele.

De KabTV “Nova Vida # 717 – O Êxodo Do Egito Dentro De Mim”, 19/04/16

Nova Vida # 716 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 2

Nova Vida # 716 – Os Filhos de Israel no Egito, Parte 2
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Depois de ter sido criado na casa do Faraó, Moisés, que representa a força do amor, sai e vê coisas terríveis. Os filhos de Israel e os Egípcios representam diferentes abordagens da vida, o egoísmopuro em contraste com a conexão e o amor.

Hoje as pessoas meio que se sentem mal, e se não avançamos por conta própria, a força da natureza que gere o mundo pode amargar nossa vida. Hoje, como no passado, temos que romper com o método atual de vida e passar para um novo método. Essa é a razão de Moisés ter se casado com Tzipora (Séfora), a filha de Jetro, uma vez que ela representa um desejo adicional, um desejo que é feito de doação e recepção. Moisés recebe um desejo adicional para avançar porque ele é uma força fraca, insuficiente para enfrentar o grande ego, mas o Criador está com ele.

Esta é a preparação que Moisés precisa, a fim de lidar com os Egípcios, com o Faraó, com os filhos de Israel e com o Criador. É assim que o Criador prepara os filhos de Israel para a redenção.

De KabTV “Nova Vida # 716 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 2”, 14/04/16

A França Prefere Refugiados Muçulmanos

Laitman_049_02Comentário: A França é uma nação cristã e católica, mas aceita principalmente refugiados muçulmanos, enquanto os refugiados cristãos que se encontram no meio da multidão na fronteira do Iraque buscando entrar na França são recusados.

O jornal Figaro realizou um estudo e descobriu que a ala esquerda do Partido Socialista não quer parecer como se a França preferisse os cristãos.

Resposta: A humanidade corrigida deve considerar todos de forma totalmente igual, mas isso não está acontecendo em nenhum lugar do mundo. Uma nação cristã, católica, ou protestante deve, em primeiro lugar, assimilar os cristãos que estão sofrendo no Oriente Médio antes deles serem mortos. Seu número não é tão grande.

Comentário: Eles estão matando inúmeras famílias iáziges que fugiram de Mossul.

Resposta: Os muçulmanos estão intencionalmente matando os cristãos; por isso, eles devem ser assimilados em primeiro lugar.

Comentário: Eles estão sentados no Iraque à espera de vistos de saída, mas não estão recebendo-os. Em vez disso, as autoridades realizam testes rigorosos e exigem provas da vulnerabilidade de sua posição.

Resposta: Por enquanto eles estão aceitando extremistas muçulmanos de direita.

Comentário: O jornal Figaro pergunta: “Por que uma grande nação, tal como a França, que concordou em aceitar trinta mil refugiados sírios de acordo com a quota alemã, se recusar a levar os cristãos?”

Resposta: Eles querem se retratar como liberais, mas, por enquanto, os cristãos estão sendo mortos. Como é possível compreender o mundo de hoje? As pessoas estão jogando um jogo de duas caras: embora eu seja assim por dentro, por fora eu preciso olhar de outra forma. Esse é um paradoxo muito interessante, eu vou aceitar aqueles que estão matando e aqueles a quem eles estão matando vou deixar para trás.

Portanto, não temos nada com que se indignar que entre os judeus que vivem na diáspora, a mesma coisa acontece. Eles são contra Israel e em prol da nação deixar de existir, que o povo de Israel se dissolvesse completamente entre os outros povos, para que nenhuma memória deles permaneça.

Acredita-se que dentro de apenas uma ou duas gerações os judeus americanos vão simplesmente “morrer”, ou seja, se tornar completamente assimilados entre os americanos.

É mais correto dizer que especificamente dentro de uma ou duas gerações vamos sentir golpes muito sérios nos Estados Unidos e entre os judeus americanos, quando o Criador vai devolvê-los à sua raiz com a ajuda de uma força brutal.

Isso será revelado na forma de um holocausto ou problemas maiores. Os judeus vão começar a voltar às suas raízes, porque não vão ter para onde fugir.

Aqueles que rejeitam Israel e estão desconectados dele estão decretando para si muito grandes golpes, e seu retorno para a terra vai acontecer através de uma fonte intratável. Isso é mencionado na Torá: ” Mesmo que tenham sido levados para a terra mais distante debaixo do céu, de lá o Senhor, o seu Deus, os reunirá e os trará de volta” (Deuteronômio 30:4).

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 10/04/16

Nova Vida # 715 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 1

Nova Vida # 715 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 1
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Como o Egito representa o ego de uma pessoa? Como as figuras na história sobre o êxodo do Egito ilustram as forças que operam em uma pessoa, e qual é a analogia entre a escravidão do Egito e a crise que o mundo está passando hoje?

Resumo

A história do êxodo do Egito em seu sentido literário é bem conhecida em todo o mundo, por que não é clara? No entanto, se quisermos penetrar no significado profundo dessa história e compreender as forças que constroem as figuras nela, devemos nos afastar da simples descrição dos personagens da história. Nosso mundo é gerido da mesma forma que diferentes forças criam a exibição em uma tela de computador. A realidade é feita de duas forças: a força de doação e a força de recepção, o Criador e a criatura.

A mão do Criador transforma as imagens desde dentro, e também motiva Bátia a tirar Moisés do Nilo. Moisés simboliza uma força especial que deve corrigir todos os outros desejos que estão no atributo de recepção e levá-los para fora do Egito, que simboliza o ego. Moisés foi criado como um príncipe na casa do Faraó, o sistema egoísta do capitalismo saudável, onde todos se preocupam apenas consigo mesmo e tudo gira em torno do dinheiro.

Dinheiro (Kesef) representa a capacidade de cobrir (Kisuf) (mesma raiz, em hebraico), a capacidade de pagamento pela satisfação do meu desejo, enquanto o Egito simboliza o mesmo sonho que nós temos em nosso mundo hoje. Hoje, já não podemos gerir o nosso mundo desta maneira porque é contra o Criador, a qualidade de amor e doação, e por isso temos que avançar para um sistema onde cada um examina o que pode dar aos outros e não receber.

Quando os filhos de Israel fugiram do Egito, foi porque eles não queriam viver de acordo com seu desejo por dinheiro, de acordo com o desejo de receber, e sentiram que isso significava a morte para eles. A alternativa é viver no amor, não no orgulho, e é isso que Moisés representa.

De KabTV “Nova Vida # 715 – Os Filhos De Israel No Egito, Parte 1”, 14/04/16

The Jerusalem Post: “Pesach – Uma Chance De Passar Por Cima


Meu artigoPesach – Uma Chance De Passar Por Cima”*, foi publicado recentemente no The Jerusalem Post, uma fonte de notícias em inglês para os judeus.


Pesach – Uma Chance De Passar Por Cima”

Logo, como fazemos todos os anos, vamos estar sentados mais uma vez em torno da mesa do Seder.

De acordo com o calendário judaico, Pesach é realmente o início do ano. Oficialmente, o ano começa em Rosh Hashanah, mas o calendário judaico tem também um nível mais profundo escondido, que descreve o nosso desenvolvimento interno, espiritual.

A nação judaica é especial. Ela não foi formada por um parentesco biológico ou proximidade geográfica, mas pela adesão a uma ideia: a ideia de unidade! Nós nos tornamos uma nação somente quando concordamos em viver “como um homem com um só coração”, e nos foi dada a tarefa de ser “uma luz para as nações” quando nos comprometemos a amar o nosso próximo como a nós mesmos. E Pesach é o lugar onde tudo começou.

Até o nascimento de Moisés, o povo de Israel era muito feliz no Egito. Eles eram prósperos e ricos, e desfrutavam as amenidades da vida de “panelas de carne” e “pão em abundância” (Êxodo, 16:3). Mas a satisfação material só pode nos levar para longe. É da natureza humana que, uma vez que temos o que queremos, começamos a querer algo mais, algo maior. Nesse ponto, começamos a buscar prazer na conexão humana.

Esse momento inicial é o nascimento de Moisés: a aspiração à fraternidade e conexão. Ele existiu desde o princípio, amadurecendo na casa do Faraó e desfrutando os prazeres materiais que a vida tem a oferecer até que teve seu preenchimento.

Nesse momento começa o exílio no Egito. O Faraó, o nosso egoísmo, não pode se render a essas ideias “nobres”, como fraternidade, conexão e responsabilidade mútua. Ele as odeia e despreza.

No entanto, quanto mais os filhos de Israel se desenvolviam como indivíduos e como sociedade, mais sentiam que a unidade era o próximo passo, e um cenário deveria acontecer. Os filhos de Israel passaram por um processo semelhante ao que acontece hoje, onde estamos percebendo que a nossa felicidade, saúde e bem-estar geral dependem da qualidade das nossas relações sociais. O Faraó não queria torturar os filhos de Israel; ele simplesmente queria que eles continuassem a atendê-lo, ou seja, ao ego, ao invés de seguir Moisés, isto é, visar à fraternidade e o cuidado mútuo. E quando eles não concordaram, ele se tornou o rei vicioso que conhecemos da história.

Nossos antepassados ​​insistiram em sua unidade e acabaram vencendo. Eles se uniram ao pé do Monte Sinai e receberam a lei, cuja essência o Santo SHLAH expressa com estas poucas palavras: “O amor é o mandamento onde se sustenta toda a Torá: ‘Ama o teu próximo como a ti mesmo'”. Os filhos de Israel cuidadosamente se limparam do chametz [fermento], o egocentrismo dentro deles, e passaram por cima do egoísmo para a fraternidade, até que se tornaram uma nação unida pela visão do amor ao próximo.

Hoje, na medida em que estamos acordando do sonho americano para a realidade de que não podemos basear nossa sociedade na concorrência e isolamento, estamos começando a nos sentir cada vez mais como os filhos de Israel no exílio. Até aqui o Egito foi bastante divertido, mas agora ele está se tornando hostil e parece cada vez mais como o exílio.

Agora é a hora de reacender nossa fraternidade e amor ao próximo e passar por cima mais uma vez. É o início de um novo ano, uma nova era em nossa sociedade. É hora de mudar para um novo paradigma de relações.

A cultura do “eu, eu, eu” se esgotou porque simplesmente não estamos felizes confinados a nossas conchas separadas. Para sermos felizes, nós, descendentes dos filhos de Israel, devemos nos mover como os nossos antepassados: ​​do egoísmo para a fraternidade e responsabilidade mútua.

Imagine a vida que teremos quando cuidarmos uns dos outros. Ninguém vai ter que lutar pelas provações da vida, porque todo mundo vai ajudar. Da mesma forma, vamos desfrutar ajudar os outros. E como cada um de nós contribui com seu próximo, nossos laços irão se fortalecer e criar um vínculo que irá construir uma sociedade baseada na amizade, calor e unidade. “Ama o teu próximo como a ti mesmo” deixará de ser um clichê, e vai se tornar o que sempre foi concebido para ser: a nossa realidade.

Recentemente, tem havido numerosas referências na imprensa à desunião da comunidade judaica. É um bom sinal. Isso mostra que estamos começando a ver a fragmentação e alienação como a raiz de nossos problemas. Sempre teremos diversidade, mas, ao invés de temê-la, devemos abraçá-la! Quanto mais diversificados formos, mais nossa fraternidade vai crescer, enquanto valorizamos a unidade acima de tudo.

E há outro bônus. Ao nos unirmos acima de nossas diferenças, vamos apresentar um modelo de uma comunidade próspera, que prospera por causa de sua diversidade, e não apesar dela. Isso é algo que o mundo de hoje precisa desesperadamente. Nós podemos oferecer isso. Nós tivemos isso quando saímos do Egito, e podemos reacendê-lo agora e compartilhá-lo com o mundo. Nisso nós podemos nos tornar “uma luz para as nações”, um farol de esperança para o mundo.

Nessa Pesach, vamos passar por cima da alienação à fraternidade, da indiferença à responsabilidade mútua. Em suma, vamos todos sair do Egito, juntos.

* Pesach em inglês é Passover, que significa “passar por cima” (nota do tradutor).

Nova Vida # 555 – A Vida Numa Guerra Perpétua

Nova Vida # 555 – A Vida Numa Guerra Perpétua
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Depois de tanto sofrimento, é hora de perguntar: Por que isso está acontecendo conosco? Afinal, não há nada acidental na natureza.

Resumo

Depois de não encontrar respostas seculares e religiosas, nós entendemos que as respostas são encontradas na sabedoria da Cabalá.

A paz depende apenas de nós; não depende de qualquer outro fator. Nós só podemos trazer uma força positiva ao mundo.

Duas forças operam neste mundo: positiva e negativa, dar e receber. A força do mal cresce constantemente por si só. Adicionar a força positiva oculta na natureza exige um trabalho que apenas os judeus podem executar.

Na antiga Babilônia, nosso patriarca Abraão descobriu um método para fazer isso, o método do amor, “o amor cobre todas as transgressões” (Provérbios 10:12). Milhares se reuniram em torno dele, e é assim que o povo de Israel foi criado, vivendo de acordo com: “O que é odioso para você, não faça ao seu amigo” (Talmud Babyli Shabbat 31a), e “Amarás o teu amigo como a si mesmo” (Levítico 19:18).

Se quisermos construir o povo de Israel na terra de Israel, depende de nós voltarmos a essa fonte espiritual. Os sistemas que se opõem a Israel só irão parar quando entendermos que a chave para a felicidade do mundo está em nossas mãos, a força positiva está em nossas mãos. Se lutarmos pela conexão entre nós, cada um contra o seu ego, seremos poupados das guerras externas.

Como soldados, somos fortes, estamos prontos para o auto sacrifício. O problema é que não está claro para nós qual é o nosso destino como povo. Se lutarmos com o inimigo interior, com a força negativa que nos separa, o inimigo externo desaparecerá.

Nós vemos que hoje as pessoas estão deixando o país; não está claro para elas qual a razão de sua vida aqui, nessa nação, com todos os seus problemas. Cabe a nós revelarmos a força positiva que está oculta na natureza que nos conectará. A sabedoria da Cabalá nos ensina esse método.

De KabTV “Nova Vida # 555 – A Vida Numa Guerra Perpétua”, 16/04/15

As Dez Pragas Do Egito

Laitman_514_04Pergunta: O que são as “dez pragas do Egito”?

Resposta: O propósito da criação é ir ao próximo nível de existência, o mundo superior. Enquanto vivemos na Terra, temos que sentir o mundo superior, ver o sistema de gestão, o Criador de tudo o que existe neste mundo e que está escondido de nós hoje.

O egoísmo, que é a nossa base, a enorme força da natureza que devemos transcender, é quem nos “dirige”. Por um lado, o ego nos impulsiona para cima; por outro lado, ele não irá nos libertar. Afinal, se fosse para nos conduzir como de costume dentro de si mesmo através de todas as configurações e estruturas por meio das quais temos passado no curso da evolução – a era humana primitiva, a era da escravidão, a era feudal, a era capitalista, e a era socialista – não seria claro para onde iríamos continuar.

Mas o egoísmo coloca uma “parede” na nossa frente, não podemos avançar; assim, a fase atual é chamada de “a última fase do desenvolvimento humano na Terra”. Em outras palavras, o egoísmo está nos obrigando a nos tornarmos redondos, para se unir por um lado, mas por outro lado, ele não vai nos deixar unir. Portanto, a única solução que podemos alcançar é transcender o “Faraó” (egoísmo), acima do Egito, para o próximo nível de existência, o sistema superior de gestão.

É sobre isso que a sabedoria da Cabalá fala. Isto é o que temos que alcançar. As “Dez Pragas do Egito” existem para se separar completamente do egoísmo. Isto é porque o nosso egoísmo é formado de dez partes, que são as dez Sefirot: Keter, Hochma, Bina, Hesed, Guevurá, Netzah, Hod, YesodMalchut. Cada uma delas “retrata” para nós um tipo particular de existência dentro do ego.

Nós devemos nos libertar gradualmente destas dez Sefirot, destes dez modos de existência. Isso acontece quando começamos a ver que cada um deles é finito, incompleto, levando a um beco sem saída e sem nos dar esperança de continuar nossa existência dentro do ego.

A fase final de cada um destes dez níveis, dessas características, dessas partes do nosso ego, é as dez pragas do Egito. Depois delas, não é mais possível permanecer dentro do ego. Em vez disso, nós devemos nos levantar e fugir disso cegamente. No nível atual, não podemos ver o próximo nível. Assim, a fuga do Egito acontece à meia-noite, na escuridão total.

As dez pragas do Egito são, de fato, uma separação do nosso egoísmo, quando fugimos no escuro e não está claro para onde estamos indo. Mas o principal é que estamos fugindo dele! Assim, gradualmente, desenvolvemos diante de nós uma nova vida, um novo mundo, novas extensões eternas, infinitas e perfeitas.

Pergunta: É possível passar sem as pragas?

Resposta: Não. Na verdade, não é dor, mas introspecção, iluminação. As pragas passam sobre o nosso ego e nestes estados nós nos elevamos acima dele!

Comentário: Acontece que se eu me identifico com o ego, eu sinto as pragas. Mas se eu subo acima dele, ou seja, me identifico com Moisés que está me levando para a frente, eu não as sinto.

Resposta: É assim que funcionam as pragas. Elas obrigam a pessoa a subir acima delas, e ela deixa de sentir o ego. Se a pessoa é elevada acima disso, ela deixa de senti-lo. Então, uma nova vida descontraída começa.

Na verdade, as dez pragas não são realmente pragas. Elas são o presente mais elevado que o Criador dá a uma pessoa, empurrando-a para fora do egoísmo com força. Portanto, vamos lá, vamos fugir disso e ganhar um novo mundo!

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 12/04/16

Nova Vida # 554 – Feriados E Festivais: O Novo Israelense

Nova Vida # 554 – Feriados e Festivais: O Novo Israelense
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Como o novo israelense difere da imagem de Sabra que foi construída após o estabelecimento da nação? Como a sua atividade em nome da conexão entre as pessoas as transforma para melhor e como o seu desejo de amor pelo povo e a pátria deve ser dirigido?

Resumo

A imagem de Sabra nos ajudou na construção da nação. Depois disso, a cultura ocidental veio e o sonho se desvaneceu. Uma geração cresceu com foco em si mesma e estava menos interessada na terra natal.

Hoje, uma ternura interna foi novamente depertada, as pessoas querem uma conexão espiritual. A sensação de vazio indica isso. O materialismo não nos satisfaz.

O próximo herói israelense será uma pessoa que entende que a prosperidade e a felicidade vêm da conexão com os outros.

Quando a nação foi fundada, fomos forçados a se conectar para sobreviver. Hoje, o vazio nos empurra a se conectar. Depois de todos os sucessos materialistas, o vazio está nos comendo por dentro. Temos falta de calor, falta de conexão.

Quando começarmos a construir uma conexão e boas relações entre nós em Israel, ninguém vai pensar em sair do país, emigrando para algum outro lugar. A conexão prencherá profundamente uma pessoa desde dentro e a elevará a um novo nível de existência.

De KabTV “Nova Vida # 554 – Feriados E Festivais: O Novo Israelense”, 14/04/15

Titãs, Gigantes Espirituais

Pergunta: Dentro de vários textos na Bíblia há informações segundo as quais, antes do dilúvio, gigantes e titãs dominaram a Terra. Isso é verdade?

Resposta: O termo “titãs” refere-se a pessoas grandes, não em tamanho, mas gigantes espirituais. Havia titãs e gigantes antes do dilúvio. Eles alcançaram o mundo superior dentro do ego, o que poderiam imaginar ser o nível espiritual em um nível egoísta, que é o menor nível, insignificante.

Eles não eram grandes egoístas. Mas, especificamente, graças a terem o ego insignificante, poderiam mover-se com grande facilidade através de todas as propriedades e todos os estratos do mundo espiritual. Então, foram chamados titãs.

[180157]

Material Relacionado:

Sob A Sombra Do Egoísmo

Gigantes Em Guarda Sobre A Terra De Israel

Transformação No Crescimento Espiritual

Nova Vida # 552 Uma Visão Nova De Israel

Nova Vida # 552 – Uma Visão Nova de Israel

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Por que todos os eventos difíceis que aconteceram com o povo judeu foram necessários? Qual é o destino do povo de Israel, e como é possível transformar a nação de Israel em um modelo para o mundo inteiro?

Resumo

A fim de compreender de para onde Israel está caminhando, há necessidade de nossa Torá interior, a sabedoria Cabalística. A nossa visão social deve ser ajustada para o que é definido no programa de desenvolvimento na natureza ….

Hoje, por um lado, a necessidade de conexão foi revelada, e, por outro lado, há uma falta de desejo de conexão. Cada um é separado. A sabedoria da Cabala ensina como trazer uma energia positiva para nossas vidas e criar um equilíbrio entre o negativo e o positivo.

Uma Israel independente é uma nação que vai levar a humanidade a verdadeira independência e a tudo o que é bom.

No Israel do amanhã, uma pessoa não vai sentir-se sozinha; ela será conectada a outras. Amará como uma mãe ama e preocupa-se com seus filhos. A pessoa não sentir-se-á isolada, porque será envolvida pelo calor e amor. E isto será o que é mais agradável no mundo.

A partir de um aspecto social, começaremos a sentir como cantos tornar-se-ão arredondados. Generosidade, consideração e mutualidade serão reveladas. Opiniões diferentes existirão como positivo e negativo, com aceitação mútua, porque acima de tudo, haverá amor. Israel será uma nação que equilibrará as duas forças do bem e do mal e fornecerá um exemplo para o mundo inteiro.

[157793]

De KabTV “Nova Vida # 552 – Uma Nova Visão israelita” 12/4/15

OBS: Áudio e vídeo em inglês.

Video: Reproduzir Agora | Download Audio: Reproduzir Agora | Download