O Que Aponta Uma Pessoa Para A Meta?
Comentário: Vivemos na era do rápido avanço tecnológico. Por exemplo, existem câmeras que fazem vídeos de alta qualidade que simplesmente matam a indústria cinematográfica. As pessoas usam e ninguém pode voltar no tempo. Isso prejudicou seriamente toda a indústria.
Minha Resposta: E daí? Todas essas enormes câmeras desapareceram, mas o homem ainda permaneceu. Se ele quiser oferecer algo de alta qualidade para o mundo e houver demanda por seu produto, ele o fará com um pequeno aparelho em vez de uma grande câmera de cinema.
Qual é a diferença? Por que todo esse equipamento de vídeo volumoso? Por que nós precisamos disso? Isso é maestria?
Todos os grandes artistas eram pobres, famintos e nunca tiveram muitas cores, pintavam em telas simples e lisas. É quando alguém mostra uma habilidade! E realmente era uma habilidade!
A arte deve ser expressa através da dor, sofrimento ou esforço.
Pergunta: Sim, conheci artistas que eram pobres e expressavam suas telas através da dor. Mas logo aparecia um mecenas que os patrocinava, e deles era impossível tirar alguma coisa. Quando não há dor, não há avanço. Esse é o princípio Cabalístico?
Resposta: Só fome! Apenas a fome no sentido geral da palavra, não importa o que aconteça, pode levar uma pessoa a uma meta. A pessoa está sofrendo, procurando lentamente uma saída; sem isso, não podemos fazer isso.
Pergunta: Como essa fome de aprender deve ser expressa?
Resposta: Estudar certamente me permitirá alcançar a qualidade de doação. Embora eu não saiba o que é, não a quero, mas ouço, vejo e leio que é uma qualidade geral da natureza. Tenho que ir conhecendo aos poucos.
Os livros Cabalísticos nos dizem que na natureza, além da qualidade de recepção, existe também a qualidade de doação. O que devo fazer sobre isso? Como faço para encontrar a segunda força da natureza? Com sua ajuda, poderei explorar a natureza, entender o mundo em que vivo, salvar a mim e aos outros do sofrimento e encontrar o que quero.
De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. Os Benefícios do Jejum”, 07/05/12