Encontre-se
O principal problema na educação das pessoas reside no fato de não as ensinarmos a descobrir o que é mais importante para si mesmas — a meta. Além disso, nesse sentido, é preciso ser verdadeiramente independente e se colocar em um estado em que nem a mídia, nem a sociedade, nem nada mais o influencie, onde nada disso importe e onde se possa resistir a todos.
Isso é mais assustador do que uma batalha, porque você precisa suportar um poderoso ataque de informações, ideias diversas de uma multidão frenética, os chamados valores da humanidade. Onde você encontraria a força interior para isso, a capacidade de comparar as coisas, de se elevar acima de tudo, de ignorar tudo o mais quando necessário? Isso não é nada simples. É preciso aprender.
Se não ensinarmos isso à nova geração, ela será descartada como um bando de ervas daninhas e permanecerá infeliz por toda a vida. Podemos ver como as pessoas não conseguem se encontrar. Acreditamos que, de sete bilhões de pessoas, 99% simplesmente não são adequadas para nada. Não, elas nunca foram ensinadas. Cada pessoa tem sua própria individualidade.
Quando você dá a uma pessoa a oportunidade de se encontrar e encontrar sua neta, seu lugar em meio a essa vasta multidão, ela subitamente começa a se entender e percebe que tudo ao seu redor está precisamente ajustado a ela.
Portanto, o mais importante é a educação da pessoa: estar onde precisa estar, escolher de forma independente o próprio caminho na vida e conectar-se corretamente com todos os outros para realizar esse caminho.
De KabTV, “Eu Recebi uma Chamada. Todos Deveriam Ser Iguais”, 10/01/10
Pergunta:
Pergunta:
Quando nos reunimos, a pauta deve ser definida desde o início. Em outras palavras, cada um, dentro de suas possibilidades, deve falar sobre a importância do grupo, sobre os benefícios que ele lhe proporciona. De acordo com suas expectativas de que o grupo lhe oferecerá algo importante, algo que ele sozinho não consegue alcançar, ele se empenhará em ouvir o grupo.
Pergunta:
Pergunta:
Comentário:
Hoje em dia, muitas pessoas querem se expressar. Mas não sabem como. Uma anda por aí com um rabo de cavalo na cabeça, outra com piercings, uma terceira coberta de tatuagens na frente e nas costas. Tudo isso supostamente serve como uma espécie de marca distintiva, um sinal de pertencimento a certas tendências. Mas não diz nada sobre a individualidade da pessoa. Pelo contrário.
Pergunta:
Pergunta: