Textos na Categoria 'Trabalho em Grupo'

A Pessoa Constrói O Seu Próprio Criador

O sistema de conexão entre nós é revelado gradualmente, graças ao facto de que nos conectamos. Dentro desta conexão sentimos os nossos desejos, que gradualmente começam a unir, e a força geral que circula neles.

Essa força e a Luz que é revelada pelos nossos desejos é a imagem do Doador que está no lado exterior. Nós próprios construímos isso e descobrimo-Lo. Essa imagem é chamada de Criador, que significa Boreh – vem e vê (Bo-Reh em Hebraico).

O Criador existe apenas se o ser que cria, O constrói e O descobre dentro dos seus desejos, nas suas intenções, suas aspirações e esforços.

Pode parecer estranho, uma vez que depois de tudo, diz-se: “ Eu sou o primeiro e Sou o último”, “ Não há ninguém para além Dele”, “ A Sua glória preenche o todo o mundo”. E depois de tudo isto, diz-se que a pessoa constrói o próprio Criador?

Nós ainda estamos preparados a acreditar que temos que revelar o Criador, que está escondido, como para se mover a cortina que O esconde. Mas isso diz que somos nós quem constrói a forma a que chamamos Criador.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 20/09/12, Escritos do Rabash

A Vida Impessoal

Pergunta: Como é que vamos sentir a conexão correta?

Resposta: A ligação correta é quando sentimos apenas a conexão e não nos sentimos a nós mesmos. É exatamente o oposto do que está a acontecer agora.

Se todos nós desconectarmos de nós mesmos, vamos sentir apenas as conexões entre nós, isto é, o corpo geral que vive e existe. Cada um não vai sentir a sua própria célula individual, mas que está incluído em todo o corpo, e vai dar de si mesmo até que não se sinta a si próprio mas apenas o corpo em geral. Isso significa que teríamos atingido a conexão.

Então, o sentimento coletivo de vida no corpo geral, de que não pertence a ninguém pessoalmente mas é o resultado da conexão entre nós, esse sentimento é chamado o Criador.

Este vaso é chamado Adam (um humano), e o seu preenchimento é chamado o Criador, a Luz da vida, a força de doação mútua.

Da 1 ª parte da Lição Diária da Cabala 20/09/12, Escritos do Rabash

Como Não Omitir?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós começamos a nossa convenção, depois de ter passado por muitas coisas. Como podemos manter a meta como um buldogue que não solta sua mão? Como podemos encontrar a vitalidade do nosso esforço e não exigir uma recompensa barata na forma de uma impressão?

Resposta: Vocês devem sentir prazer pelo seu esforço. Não importa se a convenção é um sucesso; eu gosto do fato de estarmos fazendo um esforço conjunto.

Vocês devem entender que não há pausas na espiritualidade. Se vocês não colocarem uma pressão constante, a espiritualidade desaparecerá. Ela existe enquanto o momento seguinte é diferente do momento presente. Vocês têm que estar numa ascensão constante, e constantemente acrescentar algo. Esta adição, a diferença entre os momentos é o sentimento da vida espiritual.

Um estado só pode parar ou congelar aqui no nosso mundo inanimado. É por isso que ele existe, de modo que a partir daqui o nosso caminho seja iniciado. Portanto, nós temos que receber prazer, colocando uma pressão cada vez mais forte, e ter o prazer de nossos esforços.

Pergunta: Será que nos fixamos no esforço?

Resposta: Vocês têm que construir a grandeza daquele a quem vocês doam.

Pergunta: Como eu posso transformar este esforço num esforço coletivo?

Resposta: Não pode ser diferente. Você não pode localizar o Criador por si mesmo, mas apenas com os outros. Afinal, o “Criador” é o grupo, é o seu centro: este é o lugar onde você canaliza a doação crescente e de onde recebe prazer. O prazer é causado pela adição e não pelo estado em si. Assim, a pessoa que ganhou um milhão de dólares quer mais no minuto seguinte, e não se detém no que alcançou.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/09/12, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot“

Um Pedido Que Abre Os Portões

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como eu faço para me esforçar ao máximo para me despertar?

Resposta: O superior nos desperta desde o início. Como se diz: “Eu sou o primeiro”. Este primeiro despertar é dado à pessoa antes que ela comece a ansiar pela espiritualidade. Caso contrário, ela não teria tido tais pensamentos desde o início e isso não tocaria o seu coração.

Tudo começa a partir de um despertar do Alto, chamado de “Reshimo” (reminiscência, gene informativo) – uma razão, a influência dos amigos, um desejo que de repente é evocado, uma canção – é assim que eu sou acordado.

O despertar sempre vem do superior, mas geralmente de forma oculta, sem uma conexão com ele. É como se eu acordasse por acaso, de repente. O superior se oculta de propósito, para não roubar o “livre arbítrio” de mim. A questão é como eu vou trabalhar com esse despertar, como vou responder a ele?

Em primeiro lugar, eu entendo que recebi o despertar do superior e agradeço por Ele me despertar? Além disso, eu tenho que esclarecer para que exatamente eu despertei? Que opções eu tenho?

Este é o esclarecimento da questão sobre o significado da vida, que agora eu tenho que me perguntar: “Qual é a questão da minha vida? Por que eu deveria continuar vivendo?”, ou seja, o que é que o meu ego, meu desejo, visam? Pra que estou vivendo?

Eu começo a esclarecer o objetivo da minha vida de uma forma mais precisa, classificando os desejos, até encontrar o desejo mais útil pelo qual realmente compense viver. Suponha que eu tivesse um último minuto para viver, e tivesse a chance de pedir uma única coisa, o que eu pediria, neste último minuto?

Eu tenho que esclarecer que a coisa mais importante para mim é o que eu devo pedir. Ao nos aprofundarmos neste esclarecimento, vemos que só podemos fazê-lo num grupo. Afinal, ele é o padrão do mundo superior, como se o mundo superior descesse em nosso mundo.

Por um lado, as relações entre os amigos são egoístas e elas esclarecem este mundo para nós. No entanto, ao mesmo tempo, nós temos um ponto no coração, que nos permite construir uma camada de relações superiores, chamado de outro mundo, o mundo superior.

Então, nós seremos capazes de trabalhar em dois planos: suprimir a camada inferior, egoísta, tanto quanto pudermos, tentando construir outra camada acima dela, um novo nível de relações baseadas no amor, preocupação mútua, garantia mútua e conexão.

O grupo nos permite construir o modelo das relações superiores. Ele nos proporciona muitas oportunidades para trabalharmos mutuamente em nossa inveja, cobiça, ódio e amor. Graças a isso, nós entendemos por que nos comportamos de uma maneira e não de forma diferente, e começamos a entender nossos estados. Assim, rapidamente esclarecemos o nosso único pedido correto.

Nós examinamos os outros pedidos e vemos que todos são triviais e temporários e assim nos afastamos deles. Diz-se: “Todos os portões estão trancadas, exceto o portão das lágrimas”, ou seja, exceto a última porta onde exigimos a adesão de acordo com a equivalência de forma. Afinal, nós fizemos tudo o que podíamos, tentamos realizá-la e vimos que não podemos. Nós não descansamos, mas sim exigimos e pedimos, e, assim, alcançamos o que desejamos.

Esta preparação inclui diversas fases: a sensação de exílio, o domínio do Faraó, e em seguida, a luta contra ele, até que conseguimos escapar e chegar ao nascimento espiritual.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalpa 19/09/12, Escritos do Rabash

Primeiros Socorros Para Os Doentes

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como o grupo pode despertar-me?

Resposta: Isso faz parte da nossa garantia mútua. Eu devo sentir que, se eu não os desperto, eles não farão o mesmo por mim.

Este é realmente o problema: Por que nós caímos no sono e não avançamos, retardando o mundo? Em vez de levar o mundo que está atrás de nós à correção, nós estamos esperando que o mundo descubra sua doença, a quebra, mais e mais.

Se um parente próximo, alguém que é muito caro a você, seu filho, fosse gravemente doente, e se sentisse pior a cada dia, você esperaria tranquilamente até que ele estivesse numa condição fatal? Será que você não procuraria uma cura para ele em todos os sentidos possíveis? Será que você não faria nada para encontrar uma maneira de convencê-lo a tomar o remédio?

Você também se preocupa com o mundo dessa forma? Se não, então você não está realizando o seu trabalho. O grupo não o desperta, e você não está despertando o grupo.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/09/12, Escritos do Rabash

Mundos Sobrepostos

Dr. Michael LaitmanUm bom ambiente é uma sociedade que afeta a pessoa de uma maneira positiva e a transforma na direção da unidade, conexão, o estado mais confortável. Este ainda é apenas um bem estar terreno, animal.

Mas, então, dentro desta sociedade, a pessoa de repente começa a abrir uma maravilhosa fonte de energia que flui de lá e a eleva como uma fonte de água e, direção ao sol.

Imagine que o nosso mundo é sobreposto, uma sobreposição de muitos mundos, muitas possibilidades. Nós ainda estamos num possível corte deles, e podemos passar para outros. Tudo depende do ângulo de visão do observador, da pessoa.

Da Palestra sobre Disseminação 07/09/12

Não Se Esqueça De Comprar Pão Para A Alma

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que eu posso fazer se nada me ajuda a despertar e estamos totalmente cercados por indiferença?

Resposta: Nós devemos entender que mesmo que eu não consiga despertar internamente eu ainda posso agir externamente, e assim eu desperto os amigos internamente. Se falarmos sobre a grandeza do Criador, nós vamos ser inflamados e despertaremos a nós mesmos. É assim que ocorre em cada ação. Bastaria contratar atores estranhos para produzir diante de nós sua admiração e excitação sobre a meta espiritual para que nós nos impressionássemos com isso.

Há uma história sobre um Cabalista que viveu em uma aldeia remota na Europa, que costumava convidar músicos de rua de Klezmer para tocar para ele. Sua esposa costumava gritar com ele por dar-lhes os últimos tostões, uma vez que eles não teriam o suficiente para os alimentos, e ele respondia que ele tinha que fazer isso para reviver a sua alma.

A esposa quis saber como ele poderia ser impressionado por eles. Afinal, ele era um grande homem, um respeitado rabino, e eles eram apenas bêbados vagabundos que usariam o dinheiro para comprar vodka e ficar bêbados. Mas ele respondeu que não importava. Eles tocavam por dinheiro, pois queriam beber, e ele ouvia porque queria ser estimulado ao trabalho espiritual.

Portanto, você também tem que encontrar amigos que atuarão diante de você, mesmo se for para o benefício pessoal deles, contanto que você fique impressionado.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/09/12, Escritos do Rabash

O Texto Que Causa A União De Sentimentos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante o trabalho no grupo integral, nós encontramos um texto que foi organizado de uma forma especial. Ele descreveu o que significa um grupo e o que significa “nós”, todos os níveis, etc. É incrível que em torno deste texto começou a criação de algum tipo de campo, para ser específico, algum tipo de sentimento compartilhado. Qual é sua opinião sobre o trabalho com o texto?

Resposta: Eu acho que isso é a coisa mais importante! Quando um grupo se reúne, um texto deve sempre ser apresentado a ele.

Estes textos podem ser repetidos. Com o tempo, o grupo passa por todos os tipos de estados, e a cada vez, até mesmo o texto anterior será compreendido de forma diferente, de uma nova maneira. Pois, afinal, todos nós mudamos, e, assim, o grupo inteiro é diferente a cada vez, e vai descobrir internamente sua combinação, todos os tipos de aspectos de unidade, conexão, integração, etc.

Este é um trabalho criativo. As pessoas do grupo vão sentir a direção para onde foram levadas e atraídas, ontem e hoje. De acordo com a situação de cada uma delas, elas vão sentir um desejo geral, compartilhado, um atributo geral de atração mútua, doação e amor, uma ascensão do ego que geralmente separa as pessoas, que posiciona cada uma em certa relação para com as demais. Aqui elas devem subir acima deste estado, apesar de seu ego.

Pergunta: Durante uma hora e meia fomos capazes de passar por apenas dois parágrafos do artigo, porque é realmente possível realizar um debate de uma hora em cada palavra.

Resposta: Isso é realmente assim. De repente, uma palavra convida a uma completa variedade de sensações! Isto acontece, uma vez que é especificamente este campo compartilhado que cria uma abundância incomum de variação.

Pergunta: O que você acha? Vale a pena, no início, ler o artigo inteiro e, em seguida, dividi-lo em parágrafos e discuti-los?

Resposta: Não. Não há necessidade de carregar as pessoas com esta informação, uma vez que ela é sensorial, mental, e será difícil para as pessoas lidar com este volume.

Apesar de que, se elas escutam uma ou duas frases de uma forma descontraída, e de repente começam a ver no texto: ”Como podemos implantar isso? O que é isso? Por quê? Por que razão?”, e mesmo que algumas frases que você ainda não leu, expliquem as anteriores, não importa que você fique preso nelas, pois desta forma você vai entender a importância disso, ao se confundir em apresentá-las.

Da Discussão sobre Educação Integral 04/03/12

Não Pense Levianamente Dos Costumes

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, Shamati 168, “Os Costumes de Israel”: Os costumes de Israel são tão importantes, que é seguro dizer que eles dão mais espiritualidade a uma pessoa do que as Mitzvot em si. Isto é assim apesar da quebra de um costume não render punição, e quebrar um julgamento rende sim punição. Ainda assim, quanto ao benefício, ou seja, produzir temor do céu, os costumes rendem mais espiritualidade, uma vez que os grandes que estabeleceram os costumes os organizaram para que a espiritualidade brilhasse através deles.

Há um grande problema quanto às ações corporais que visam o amor e a conexão; as ações que o Rabash descreve em seus artigos sobre a sociedade. Não devemos pensar levianamente nelas e realizar tudo de forma relativa.

Um “costume” é uma condição, uma lei, que agora eu não posso realizar no nível espiritual e por isso a mantenho apenas na corporalidade. Eu dou alegria aos amigos e tento satisfazer seus desejos, para conectá-los, e me conectar a eles, a fim de dar alegria a eles. Eu sempre cumpro diferentes ações que pertencem ao mandamento do “Ama ao próximo”, à conexão e garantia mútua. Na verdade, nem eu nem os amigos alcançamos ainda a realização espiritual; ainda não é o cumprimento dos “mandamentos”, nem a atração da Luz que Reforma, que nos conecta, desperta e preenche. Enquanto isso nós estamos no nível da preparação e todas as nossas ações estão no nível dos “costumes”.

Portanto, nós estudamos, trabalhamos no grupo, realizamos o conselho dos Cabalistas, e não importa se entendemos ou não. Eles vincularam uma ajuda especial de Cima aos seus conselhos: a Luz que Reforma. Assim, mesmo que a nossa intenção seja egoísta (Lo Lishma – Não em Seu Nome), de Lo Lishma nós chegamos à intenção altruísta de Lishma (Em Seu nome).

Por enquanto, tudo o que ajuda você a atingir a correção é usado com a intenção “a fim de receber”, o que significa com intenções egoístas; isso é chamado de “costume”. Você age para se conectar, e mesmo que você não queira se conectar, mesmo que você esteja buscando benefício pessoal, a Luz vem e traz para você uma intenção diferente, que você nem poderia ter pedido. Você nem mesmo pensa nisso, mas acontece: de repente você começa a apreciar os atributos de doação e amor.

A fim de fazer isso, nós precisamos do trabalho em grupo: para anular a si mesmo, para elevar os amigos aos seus olhos, para estimular a eles e a si mesmo. Sim, no final, você quer ganhar alguma coisa com essas ações, você se beneficia com tais ações, uma vez que esta é a única maneira de atrair a Luz.

É uma lei simples: a Luz só vem para o desejo que é semelhante a ela em suas qualidades. É verdade, você ainda não alcançou uma equivalência de forma, mas você tem o corpo físico e é para isso que ele foi criado, para que com ele você apoiasse os amigos e lhes dissesse o quanto você os ama e como o Criador é importante, e desse-lhes exemplos de doação e autoanulação. Com a ajuda do nosso corpo, nós nos conectamos. Apesar de todas as nossas ações no grupo sejam “a fim de receber”, elas são o tipo de ações que os Cabalistas prepararam especialmente para atingir a conexão verdadeira.

Minhas intenções são o oposto, maliciosas. Eu pretendo usar o mundo superior e o Criador para meu próprio benefício, mas as ações que realizo são corretas, e graças a eles, graças ao mecanismo que os Cabalistas criaram, eu posso me corrigir. Caso contrário, como eu poderia sair da quebra? Aqui, os “costumes” são necessários, a ação correta que leva à intenção correta.

Os Cabalistas realizaram correções especiais para inserir a Luz que Reforma nos costumes após a “quebra”. A Luz não pode derramar sobre os “vasos” que estão abaixo, para além da “linha de quebra”, dentro do desejo de receber. Ainda é possível elevar os vasos que estão começando a despertar. Assim nós começamos a trabalhar.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/09/12, Costumes de Rosh Hashaná

Nós Precisamos De Combustível Para O Nosso Barco

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que eu posso fazer se não apenas não tenho o desejo de pedir a conexão com os amigos, como o oposto é verdadeiro?

Resposta: É um sinal de que você não se preparou. Primeiro você deve baixar o seu orgulho, para se subjugar ao ambiente e começar a sentir que os amigos são ótimas pessoas avançando. Enquanto isso você está em algum lugar distante, sozinho, como um bebê dormindo que foi esquecido em seu carrinho.

Todo mundo já avançou um longo caminho, e você, por causa do seu orgulho, pensa que é tão especial que avançou por si mesmo. No entanto, esse não é o caso. São eles que avançaram e você foi deixado para trás. Primeiro você deve reconhecer isso. O desprendimento da conexão com o ambiente é a primeira causa de todas as falhas.

O problema é que você não tem uma deficiência, não há qualquer pressão. É porque você não está esclarecendo o que é importante. Você sempre deve fazer tais esforços. Se eu pensar constantemente sobre algo, isso se torna a coisa mais importante para mim e eu não me esqueço disso durante o estudo.

Além disso, todos os grupos devem trabalhar nisso para despertar em todos a importância da meta espiritual. Isso é chamado de “garantia mútua”, quando nos inspiramos para sentir que não há nada mais importante do que a doação. No entanto, se todos estão sob uma espécie de anestesia geral, a pessoa não consegue ir contra o poder de todo o grupo, e ela também adormece.

O problema é que você está acostumado a avançar sob o combustível de alguém, em vez de cada um estimulando os outros, e recebendo deles muito mais do que você investiu. O grupo deve funcionar como um amplificador da paixão individual de cada desejo individual.

No entanto, eu vejo que todo mundo está esperando por mim para obrigar este barco a se deslocar por meus gritos e pressão. Sem isso, ele está balançando sobre as ondas, esperando para ser empurrado para frente. No momento em que eu paro de pressionar, todos imediatamente olham para mim para ver porque eu saí. É impossível avançar desta maneira.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/09/12, O Zohar