Textos na Categoria 'Nova Vida'

Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2

Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2

Resumo

O que queremos para renovar a próxima Páscoa? Nós temos que fazer uma autoanálise.

A divisão na nação está aumentando. De acordo com a Cabalá, nós não começamos a construir a sociedade israelense, e hoje temos que começar a fazer isso.

A sociedade israelense só será capaz de existir se for baseada no princípio de Abraão: “Ama teu amigo como a ti mesmo”. As disputas que têm sido típicas da nação judaica por gerações podem nos levar à destruição hoje.

Nós precisamos educar a sociedade israelense a amar acima de quaisquer diferenças de opinião, a se conectar entre diferentes pessoas. Ao educar a sociedade israelense, cada indivíduo vai se relacionar com os outros como se os amasse, como se eles fossem seus próprios filhos.

Nenhuma revolução ou mudança de liderança vai ajudar. Nós precisamos de uma revolução na percepção das nossas relações. Nós só conseguiremos resolver os problemas de segurança, de relações exteriores, do alto custo de vida, etc., se soubermos como se conectar.

Pesach (Páscoa Judaica) significa uma transição do estado em que todo mundo quer devorar todos os outros para o estado de amor e conexão. Na noite do Seder, nós devemos falar sobre como podemos dar um passo adiante fora do nosso estreito egoísmo que nos enterra. O amor vai cobrir todas as nossas transgressões. A sabedoria da Cabalá nos oferece um método único de como trazer a força de conexões às nossas vidas.

De KabTV “Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2”, 19/03/15

Nova Vida # 535 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 1

Nova Vida # 535 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 1

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Por que o povo de Israel foi fundado sob a condição e obrigação de se conectar, como é que a transição do ódio ao amor entre as pessoas melhora a situação para toda a humanidade, e como é que essa transição se conecta à história do Êxodo do Egito?

Resumo

Como uma sociedade nós ficamos presos; não hoje, mas já há dois mil anos. Foi então que nós caímos no ódio infundado. Se nós não agimos como uma “Luz para as nações” (Isaías 49:6), é ruim para nós e para o mundo inteiro.

Uma Luz para as nações significa amor ao próximo. O povo de Israel foi fundado no princípio da bondade e reciprocidade entre as pessoas que são diferentes, sob a liderança de Abraão.

Está claro que cada pessoa é egoísta por natureza. Mas a sabedoria da Cabalá traz a força superior que pode nos conectar. Não há nenhuma razão para esperar os líderes nos levar a um novo lugar; os líderes são um reflexo do povo. Cabe a nós encontrar a força que irá construir pontes entre nós sobre todas as diferenças de opinião. “O amor cobre todas as transgressões” (Provérbios 10:12).

É impossível tomar um exemplo de qualquer outra nação, porque elas estão todas sendo totalmente destruídas. Nós temos um único caminho. Não precisamos corrigir ninguém, mas só construir uma conexão acima de todas as diferenças, como em uma família.

Para fazer isso precisamos de um processo geral de educação social. Sem ele Israel será totalmente destruído, bem como o mundo inteiro. Nós temos um método para a conexão, a sabedoria da Cabalá. Assim, o nosso papel é o de fornecer ao mundo o exemplo de uma sociedade conectada. Nó devemos virar o volante da nação não para a direita ou para a esquerda, mas para o poder do amor, o poder superior.

A implicação prática no momento é que devemos nos concentrar na educação e formação necessárias, a fim de saber como nos conectar. Na sabedoria da Cabalá há exercícios e atividades de conexão que desenvolvem sentimentos de amor entre pessoas diferentes

O Feriado da Páscoa Judaica (Pesach) representa saltar/fazer a transição – o êxodo do ódio ao amor.

De Kab TV “Nova Vida # 535 – Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 1”

Nova Vida # 537 – Cultura Judaica: Saída Do Egito

Nova Vida # 537 – Cultura Judaica: Saída Do Egito
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

O que a Cabalá nos ensina sobre o ego e o ódio infundado, que são imprimidos naturalmente em nós? Como eles nos aprisionam dentro do mal e como podemos nos libertar dessa escravidão?

Resumo

A época de Abraão é o início da era dos Patriarcas, e após o êxodo do Egito, é o início da era dos filhos.

Abraão nos ensinou a construir conexões acima do nosso egoísmo e ódio infundado: “O amor cobrirá todas as transgressões”. Mesmo na família ou na política o amor deve estar acima de quaisquer divergências que possam existir.

O Egito simboliza o período de nossa escravização ao ego. A decisão de sair do ego vem após as pragas. Pesach (Páscoa Judaica) é um nascimento. O Egito foi o berço da nação, o nascimento de uma nova visão de mundo através da conexão. Uma pessoa é um escravo dentro de seu ego, e fora do ego é livre. Essa é toda a história do êxodo do Egito.

Inicialmente você examina a si mesmo e como o ego o governa em todos os sentidos. É uma fase de autoreconhecimento. O ego parece estar a nosso favor, mas, na verdade, ele arruína nossa vida. Se o seu vizinho compra um carro novo, você fica triste porque seu ego sofre. Nós só conseguiremos viver uma boa vida quando aprendermos a se relacionar com todos como com a nossa família. Essa é toda a ideia de Pesach.

De KabTV “Nova Vida # 537 – Cultura Judaica: A Saída Do Egito” 22/03/15

Nova Vida # 551 – O Que É A Verdade Independência?

Nova Vida # 551 – O Que É A Verdade Independência?
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Por que ninguém é realmente independente? Como podemos alcançar a verdadeira independência e qual é a conexão entre independência e amor?

Resumo

O termo “independência” em realidade não existe na natureza; afinal de contas, tudo é feito de pelo menos duas partes que estão relacionadas. Mesmo os EUA não são independentes uma vez que têm que se preocupar com a preservação de seu controle em todo o mundo…

A sabedoria da Cabalá nos diz que existe uma força chamada Criador e que Ele é bom e benevolente. Ele criou uma força que é oposta a Ele chamada criatura, que não é boa e benevolente. O objetivo da criatura, do homem, é equilibrar as duas forças da natureza, as forças positiva e negativa, através da construção de uma linha média. Essa é a verdadeira independência.

Todos os povos aspiram à liberdade e independência, mas somente Israel tem o método de equilíbrio, a linha média. A ONU nos deu um estado [Israel] porque eles foram orientados a fazer isso de Cima pelo plano da criação para que possamos equilibrar o mundo. O mundo está esperando que nós demos o exemplo de uma sociedade equilibrada, que existe em garantia mútua e amor perfeito.

O exército não vai nos fornecer segurança; somente a conexão entre nós trará segurança. Ela também irá acalmar os nossos vizinhos e todos os nossos inimigos.

A Cabalá nos diz como despertar a força positiva na natureza e como chegar a um estado de equilíbrio e independência. A força positiva vai despertar em nós o desejo de se conectar com os outros e o desejo de amor e doação. Nós precisamos explicar e ensinar que apenas adicionando a força positiva é que Israel pode alcançar verdadeiras realizações.

De KabTV “Nova Vida # 551 – O Que É A Verdadeira Independência?”, 12/04/15

Nova Vida # 363 – Uma Abordagem À Vida: Alcançar Metas

Nova Vida # 363 – Uma Abordagem À Vida: Alcançar Metas
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Como uma pessoa pode ser ajudada pelo ambiente a atingir as metas que ela define para si mesma, como o ambiente influencia o sucesso em realizá-las, e como se aproveita os membros de um grupo por uma meta comum?

Resumo

Ao definir uma meta para mim mesmo, é necessário ter a certeza que tenho as habilidades para alcançá-la. Dessa forma, é necessário entrar em um ambiente de pessoas que se encontram nessa área, e ver se isso é certo para mim.

-Para alcançar a meta do grupo, você deve tomar o exemplo de grupos bem-sucedidos em nosso campo.

-Um grupo significa que todos estão trabalhando por uma meta comum e não que cada um queira se destacar.

O trabalho na construção de um grupo é o de realmente transformar indivíduos em um único corpo. Cada um vai sentir seu amigo.

-Por exemplo, as pessoas em uma equipe que queiram brilhar precisam desenvolver primeiro uma mente comum ou grupal.

-Há aquelas que são naturalmente focadas em uma meta e aquelas que não são. Ao se aproximar, todo mundo vai se tornar focado.

De KabTV “Nova Vida # 363 – Uma Abordagem À Vida: Alcançar Metas”, 29/04/14

Nova Vida # 566 – Três Pés (Regalim)

Vida Nova # 566 – As Três Festas De Peregrinação (Regalim)

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

No nosso passado distante, como o povo de Israel, realizamos correspondentes ações internas e externas para conectar-nos a outros e com o Criador.

Resumo

O êxodo do Egito foi um êxodo da inclinação para o mal, a partir do ego, do desejo de explorar os outros para o nosso próprio benefício. Após o êxodo físico e interno do Egito e da presença do Faraó, chegamos ao Monte Sinai para receber a Torá.

A Torá é um meio para corrigir a inclinação ao mal. Com sua ajuda podemos alcançar a terra (Eretz) de Israel, o desejo (Ratzon) para amar. Dentro do amor aos outros, a força superior é revelada, o poder de conexão, a bondade, chamada o Criador.

A terra de Israel simboliza o nosso desejo geral de conexão e um desejo mais interno é revelado nela, Jerusalém. Jerusalém é o desejo de dar contentamento ao Criador, o poder de doação, a fonte da vida e a fonte do amor. “Ouve, ó Israel: O Senhor nosso Deus, o Senhor é um” (Deuteronômio 6: 4): Estamos conectados como uma pessoa com um coração, como Ele é um. O Criador (Bore) = “BoRe” (venha e veja): Nós descobrimos entre nós o sistema de doação e temos medo de perder o amor. Este medo é chamado, yirah Shlemah (completo medo), Yerushalem (Jerusalém). Dentro disto uma única conexão é revelada, o Beit HaMikdash. (Templo)

Os três Regalim (Pés) são as três linhas: a linha esquerda – o ego, a linha direita – a Torá, a linha do meio – a sua integração compartilhada. . A peregrinação a Jerusalém significa fortalecer meu amor aos outros e o medo de perdê-lo.

A Terra Santa (Eretz HaKodesh), a santidade da terra, todas essas expressões falam sobre a santidade do desejo (Ratzon) – o desejo de doar e amar. Cada passo físico na terra desperta uma sensação única de amor numa pessoa, uma mudança de atitude em relação aos outros..

O mapa da terra de Israel é como um esquema elétrico: Quando você muda internamente, você move-se imediatamente para outro lugar. Então as coisas que foram ditas deveriam ser realizadas, mas isso exigia da pessoa realizar correções em seus desejos.

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De KabTV “Nova Vida # 566 – As Três Festas De Peregrinação (Regalim),” 24/2/15

OBS: Aúdio e Vídeo em idioma inglês

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Nova Vida # 543 – Cultura Judaica: A Noite Do Seder E O Sentido Da Vida

Nova Vida # 543 – Cultura Judaica: A Noite Do Seder E O Sentido Da Vida
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

“E dirás a teu filho” (Êxodo 13:8). Essa não é apenas uma história para os nossos filhos sobre o Êxodo do Egito. Todos nós devemos conhecer, reconhecer e sentir o significado da história da Hagadá….

Resumo

É muito importante que saibamos o significado do exílio e da redenção, qual a diferença entre eles, e em que situação nos encontramos hoje.

No começo havia muita comida no Egito e os filhos de Israel viviam como reis. Depois, houve sete anos de fome. A fome simboliza a sensação de vazio, a falta da sensação do porque estou vivendo, a falta de sentido. A partir de hoje, uma voz interior foi despertada em uma pessoa, dizendo-lhe que a sua vida é como viver em uma gaiola dourada e ela é basicamente um escravo. Isto é muito evidente na Europa e nos Estados Unidos. Tudo está lá materialmente, mas, apesar disso, as pessoas ainda são amargas e tristes, sofrendo de depressão.

“Por que esta noite é diferente?” (Pesachim 116a). Venha, vamos sentar juntos e pensar sobre nossas vidas, como vamos deixar a escravidão? Será que a natureza nos criou apenas para que perseguíssemos todos os tipos de gratificação na vida e depois morrêssemos?

Ao longo de todas as gerações houve sábios que procuraram o sentido da vida. Hoje, a ideia tornou-se de conhecimento público. Como resultado de um aborrecimento interna, a procura por algo que não é clara, o jovem entra em um monte de besteiras, problemas e dificuldades.

Nós temos a Hagadá de Pessach (Páscoa). Ela nos diz que é possível subir acima da matéria, acima da gravidade e controlar nossas vidas. Uma pessoa pode aprender a controlar sua vida, ser o seu mestre, planejar sua vida para um objetivo que escolheu desde o início. Tudo depende de nós.

De KabTV “Nova Vida # 543 – Cultura Judaica: A Noite Do Seder E O Sentido Da Vida” 31/03/15

Nova Vida # 542 – Cultura Judaica: Moisés – O Líder Ideal

Nova Vida # 542 – Cultura Judaica: Moisés – O Ideal Líder
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Moisés teve mais a característica de doação e amor ao próximo do que qualquer outra pessoa. O líder de Israel não precisa de capacidade de liderança, sabedoria, astúcia e coisas assim. Em vez disso, ele deve ser sem dolo.

Na medida em que o líder de Israel é inocente, a Luz Superior pode agir nos outros através dele. Ser inocente significa que ele quer somente estar cada vez mais aderido às características de doação e amor. Assim, por meio dele, a força de amor e doação age sobre as pessoas, educando e avançando-as rumo à conexão e amor.

As características de Moisés são as de um Cabalista divino que atinge a divindade de modo que a Luz brilha através dele. Moisés não admitia nada para si mesmo. Sempre que o ego crescia, ele sabia como equilibrá-lo.

Moisés explicava o que a natureza ou divindade (que é a mesma coisa) exigia do povo. Ele explicava a lei do desenvolvimento para o povo. Moisés tinha o maior ego, mas sabia como superá-lo e foi bem-sucedido em equilibrá-lo.

O povo de Israel é um povo de dura cerviz, e eles foram muito teimosos com Moisés. Mas ele não tinha escolha. Moisés incluiu os desejos egoístas do povo para que pudesse transmitir o poder de correção a eles.

Moisés guiou um processo educativo do desenvolvimento de uma consciência de que o egoísmo é prejudicial para nós e que precisamos se conectar. Ser um líder significa estabelecer um sistema de educação e a explicação que leva à conexão entre as pessoas acima de toda a disparidade e diferenças entre elas. Moisés explicou ao povo que todos os problemas são porque o ego os escraviza. Ele lhes ensinou como escapar dele.

De KabTV “Nova Vida # 542 – Cultura Judaica: Moisés – O Líder Ideal”, 26/03/16

Nova Vida # 362 – Definir Objetivos Na Vida

Nova Vida # 362 – Definir Objetivos na Vida
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Uma pessoa tem diferentes objetivos em sua vida. Como isso afeta sua vida e quais os objetivos que ela deve definir para si mesma de acordo com a tendência atual do nosso desenvolvimento?

Resumo

Será que o destino determina nossos objetivos na vida ou somos nós?

– Há pessoas que definem suas próprias metas e que se esforçam para alcançá-las. Outras fluem com a corrente da vida.

– É melhor definir seus próprios objetivos na vida que vão junto com a tendência atual do nosso desenvolvimento.

A natureza nos obriga a estar cada vez mais conectados, de modo que a futura profissão será a sabedoria da conexão.

– Definir o correto objetivo interno, a conexão com outros, facilitará a conquista dos objetivos externos.

– Nós somos egoístas por natureza, enquanto o mundo ao nosso redor está se tornando cada vez mais conectado, o que leva a um confronto.

De KabTV “Nova Vida # 362 – Definir Objetivos na Vida”, 29/04/14

Nova Vida # 540 – Cultura Judaica: Éramos Escravos?

Nova Vida # 540 – Cultura Judaica: Éramos Escravos?
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Por que estamos em um estado de escravidão hoje como se estivéssemos no antigo Egito? Como podemos romper com o domínio do Faraó? Como será a vida da nação de Israel quando eles realmente se tornarem uma nação livre na sua terra?

Resumo

Israel está dividido e despedaçado e o ego está em festa. Esta é a escravidão no Egito, mas não estamos cientes disso.

Ser escravo é o estado mais avançado no qual a pessoa já reconhece o domínio do ego sobre ela.

A sabedoria da Cabalá nos ensina que a natureza do homem é intencionalmente má para que ele gradualmente comece a conhecê-la e a diferenciar-se dela.

A primeira desconexão do ego é chamada de êxodo do Egito. Então, durante a contagem de Omer (os dias entre a Páscoa e Shavuot) nós nos corrigimos. É como um inventário interno onde eu localizo todas as inclinações egoístas em mim e as corrijo

Nesse caso, toda a história da Páscoa é sobre a correção das relações entre as pessoas. Vamos sentir o nível superior da nossa existência nas relações amorosas entre nós e nos fundirmos com a eternidade e plenitude.

É costume se usar um novo conjunto de pratos na Páscoa; isso simboliza um novo conjunto de relações entre eu e os outros

O Seder descreve a sequência de ações que uma pessoa deve executar para sair de seu ego, sua inclinação ao mal. A sabedoria da Cabalá fala muito sobre o ego porque ele é a nossa natureza. O egoísmo significa uma atitude negativa para com os outros, usar os outros e tirar proveito deles.

O prato do Seder de Pessach (Páscoa Judaica) simboliza diferentes forças que atuam e nos levam ao Egito e nos tiram de lá. Vamos examinar a nós mesmos e descobrir que o ego nos domina e nos arruína, e concordar em fugir dele.

De KabTV “Nova Vida # 540 – Cultura Judaica: Éramos Escravos?” 24/03/15