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Nova Vida #155 – O Seder De Pesach, Parte 2

Vida Nova #155 – O Seder de Pesach, Parte 2

Dr. Michael Laitman, na conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Como podemos viver uma vida melhor como indivíduos e como uma família Israelita? O que nós organizamos na Véspera do Seder? E o que podemos aprender com isso a fim de melhorar a nossa vida?

O que é o Seder: nós celebramos a descoberta de que há uma ordem na criação, um plano, um programa de desenvolvimento, uma meta sublime.

No início, nossos antepassados eram adoradores de ídolos. Terach, Abraão, Egito e a conexão com a força superior. Isso não é história. Nós celebramos a possibilidade de revelar a ordem para sair da escravidão e sermos liberados.

A humanidade é conduzida como um rebanho e não percebe a ordem (“Seder” também significa ordem em hebraico). Muito poucos entendem e realmente gerenciam a ordem. A conexão com o software interno que opera a natureza faz com que tudo avance e leva a uma vida boa.

Israel exige uma nova ordem social, mas não entende muito bem o que ela é. Este é exatamente o sentimento da escuridão. A nova ordem tem que ser compatível com o nível de desenvolvimento definido pela natureza.

Moisés entende o Seder, já que ele sabe como se conectar à força superior, e, portanto, é o único que pode fazer as pessoas avançar. Ele as faz sair do ego, ascendendo a uma conexão fraternal e descobrindo a força superior do amor e doação entre nós.

Nós descobrimos uma mente e coração comuns através da educação integral, aprendendo o sistema de conexões e através de workshops de conexão. Nós somos escravos da ordem social atual: trabalhar, comprar, gastar, estando em uma perseguição constante! Não somos ainda capazes de escapar dessa escravidão, mas já existe um sentimento de amargura interna.

Hoje existem duas tendências: crescentes problemas externos, crise multifacetada e angústia interior.

Não seremos capazes de levar uma vida boa, saudável e alegre sem mudar a sociedade. Nós precisamos nos conectar e sentir a garantia mútua entre nós. Nós somos escravos do sistema social que construímos, ao Faraó, que nos obriga a viver da maneira que vivemos.

Perguntas para pensar: O que me controla? O que me afeta?

Nós somos os escravos da sociedade, e, portanto, apenas a atualização dos nossos valores sociais vai ajudar cada um de nós. Há apenas uma mudança que nós temos que fazer: adicionar o amor de Israel à sociedade, para que nos sintamos como uma nação. Nós precisamos de um processo socioeducativo: se sentar juntos várias vezes por semana. Nós também podemos fazer isso através da mídia.

Lição # 1: Hoje o mundo é conectado e integral; toda a natureza está em um estado de complementação mútua. Só o homem perturba o equilíbrio no mundo já que consome muito mais do que precisa.

O que provoca catástrofes naturais, guerras e revoluções? Na verdade, nós é que somos os senhores da criação que somos os mais miseráveis. Por quê? Porque não conseguimos controlar o nosso ego. Há duas condições para gerenciar nosso ego: consumo racional e boa comunicação com os outros.

Como você se comunica corretamente com os outros? Você se eleva acima de toda crítica que sente em relação aos outros. Desta forma nós chegamos à paz, complementação mútua e uma vida realmente boa. Há uma abundância do mundo e a única coisa que nos falta é a conexão. Nós podemos alcançar isso nos educando para viver uma nova vida, juntos, não sob pressão ou coerção.

Um workshop para o Seder: imagine que você ascendeu todos os seus sentimentos egoístas e está se relacionando aos outros de forma diferente. Descreva a nova atitude em voz alta. Nós sentimos uma atmosfera nova entre nós.

De Kab TV “Nova Vida #155 – Feriados: O Seder Israelita, Parte 2,” 12/03/13

Nova Vida # 154: O Seder De Pesach, Parte 1

Nova Vida #154: O Seder de Pesach, Parte 1

Dr. Michael Laitman, na conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Quais são os significados ocultos de Pesach e os símbolos na Hagadá e por que podemos manter a tradição de gerações e celebrar o Seder?

Nimrod simboliza o ego que entrou em erupção e separou as pessoas. Terach foi um defensor de Nimrod. Abraão, seu filho, estava contra ele. Ele percebeu que avançar de acordo com o ego é um erro. De acordo com o ego, uma pessoa que é mais bem-sucedida tem mais êxito. A forma oposta é conexão e relações mútuas.

O método de Abraão era para usar o ego da maneira oposta, que permite a uma pessoa conhecer a sua natureza. A pessoa começa a sentir a força que constrói os desejos egoístas nela e a descobrir o Criador.

Nimrod e Terach perceberam que Abraão estava arruinando as coisas para eles. Abraão saiu com milhares de seus seguidores. O grupo de Abraão mudou-se para a terra de Canaã. O ego cresceu e houve grandes disputas, mas eles tentaram se manter conectados acima delas. Ego e anti-ego: há um trabalho interminável que leva ao reconhecimento da origem da vida, de uma nova vida.

Os filhos de Jacó representam diferentes métodos de trabalho acima do ego. José representa o método mais avançado. Eles desceram para o Egito, onde há os sete anos de saciedade, depois o ego cresce e o método de José se esgota.

Esses períodos são chamados de “níveis no trabalho de uma pessoa acima de seu ego”, que são sua ajuda contra ele. Depois, há os sete anos de fome em que nasce um novo rei que não conhece José. O ego não tem mais nada a ganhar.

O novo ego chamado Faraó é muito cruel. Ele não nos deixa viver e nos conectar. Uma nova força chamada Moisés é revelada e diz: “Temos que lutar contra o Faraó”!

Nimrod é um nível do ego e, em contraste a ele, há método de Abraão. O Faraó é um nível do ego e, em contraste a ele, há o método de Moisés. Moisés é uma atualização especial. Nós precisamos da força que constantemente constrói um novo ego em nós, o Criador.

Os filhos de Israel precisam entender que o novo ego os está arruinando, e as dez pragas desenvolvem este reconhecimento. Eles alcançam o estado de escuridão, a necessidade e a incapacidade de se conectar. Nós nos afogamos no pântano… na noite do êxodo do Egito.

Nós não temos poder para nos conectar, mas temos o poder para escapar do Egito por uma pequena força chamada Moisés. Esta é uma jornada interna de desenvolvimento do método de conexão, o ego crescente e o encontro no Monte Sinai.

Os filhos de Israel começam a reconhecer Deus, a força da natureza que está em toda parte e desenvolve tudo. O Faraó é o ego mais astuto que exige a revelação do software interno que constrói o ego. No encontro no Monte Sinai, a montanha de ódio é revelada, o Faraó que está entre eles.

Pesach é quando começamos a ser uma nação que está conectada à força interna que constrói a nossa natureza, a força superior. A conexão que sentimos entre nós é chamada de alma geral, e então a noite do êxodo do Egito é considerada um nascimento.

Então, por que fazemos uma limpeza para Pesach? Nós nos limpamos do nosso ego. Hametz (alimento fermentado) é igual ao ego; Matza é a força da doação.

De KabTV “Nova Vida #154: O Seder de Pesach, Parte 1,” 12/03/13

Nova Vida # 714 – Costumes Do Seder

Nova Vida # 714 – Costumes Do Seder
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

O que significam os costumes e símbolos do Seder? Como eles estão relacionados com o processo de desenvolvimento que temos que ser submetidos como uma nação? O que é o êxodo do exílio até a redenção que devemos alcançar?

O Seder simboliza o fim do cativeiro egípcio, a escravização ao ego, ao capitalismo, à perseguição interminável. As pessoas não querem mais se casar e ter filhos, o que indica que a humanidade chegou a um beco sem saída e nós precisamos de um novo modo de vida.

O que representam os símbolos e costumes do Seder?

O Seder de Pesach contém os símbolos dos estados que passamos no Egito e que temos que passar no dia em que somos libertados. Os quatro copos de vinho simbolizam o ego que se desenvolve em quatro fases, onde o vinho representa a Luz de Hochma. O copo de Elias simboliza a força que nos leva ao amor e conexão, o pico do nosso desenvolvimento.

O versículo que lemos na Hagadá, ” Derrama a Tua ira sobre as nações que não Te reconhecem”, refere-se às forças egoístas em nós, que o homem é um pequeno mundo. O Afikoman,vque deve ser consumido até meia-noite, simboliza a força superior que nos corrige que aparece no momento mais sombrio.

Enquanto nós pensamos que a melhoria da nossa conta bancária é a nossa redenção, não estamos indo na direção certa, e por isso ainda estamos no exílio. Nós seremos resgatados quando sentirmos que não temos amor e conexão e que temos que trabalhar para alcançá-lo. Em vez de criticar uns aos outros, temos que nos criticar e examinar onde estamos em relação à regra “ama teu amigo como a ti mesmo”. Portanto, na Véspera do Seder devemos pensar no êxodo do ódio infundado e desrespeito aos outros para a conexão e o amor fraternal.

De KabTV “Nova Vida # 714 – Os Costumes Do Seder”, 12/04/16

Nova Vida # 368 – Os Heróis Da Bíblia: Yael E David

Nova Vida # 368 – Os Heróis Da Bíblia: Yael E David
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Os heróis bíblicos Yael (Jael) e David são figuras humanas que, apesar de suas fraquezas, agem pela nação e sua unidade. O que os torna especial e o que é exigido deles, a fim de vencer as batalhas de Israel?

Resumo

A mulher geralmente pensa no bem-estar de seus filhos. Yael agiu pelo bem-estar de toda a nação.

A sensação de que toda a nação são seus filhos é o que lhe deu o poder de agir com sabedoria e usar seu poder feminino. Seu heroísmo está em ser capaz de alargar o seu coração, alargar os limites do amor e incluir toda a nação.

A ideia por trás da história de Davi e Golias é que toda pessoa comum que seguir a sua verdade e a força superior, vencerá.

Um pastor é aquele que lidera a nação, que quer proteger a nação e levá-los à força superior.

Há uma guerra interna aqui: David derrota Golias, adquire sua enorme força, e a utiliza de forma positiva. Se uma nação conquista a outra nação, ela absorve seus valores e seu espírito depois de um tempo. David é um herói por aproveitar a força de Golias para seguir o seu próprio caminho, no sentido positivo. Golias simboliza o uso egoísta da força, de modo a prejudicar as pessoas. David usa a força para aumentar o amor. David foi impulsionado pela força de Golias e depois seguiu seu próprio caminho, rumo ao amor ao próximo.

De KabTV “Uma Nova Vida # 368 – Cultura Judaica: Os Heróis Da Bíblia – Yael E David”, 13/05/14

Nova Vida # 367 – Auto Sacrifício

Nova Vida # 367 – Auto Sacrifício
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Como é sacrificar a própria vida em benefício dos outros, o que afeta a decisão de sacrificar vidas e qual é o sacrifício para a obtenção da verdade interior?

Resumo

Um soldado está pronto a se sacrificar pelos seus amigos se os sente como seus.

Uma pessoa é capaz de se conectar com os outros, sentindo-os como a si mesma. Os animais não têm essa capacidade. A pessoa tem um ponto de conexão com todos porque todos nós viemos de uma única fonte.

Para a pessoa que vai de acordo com a sua verdade interior, não lhe importa como e quando sua vida física vai acabar. Para ela, a realização da verdade é mais importante do que a própria vida.

Quando uma pessoa trabalha em conexão, ela começa a sentir a verdade de que todos nós somos um. Ela descobre o amor ao próximo. O ponto de verdade se encontra no centro do grupo, no centro do círculo. Ele não pertence a ninguém, pertence a todos.

Hoje toda a humanidade é como uma equipe de soldados em um único tanque, mas sem a proteção da armadura…

O ponto de verdade é quando a pessoa está incluída nos outros e dedica a sua energia e habilidades a eles.

De KabTV “Nova Vida # 367 – Auto Sacrifício”, 13/05/14

Nova Vida # 366 – Coragem

Nova Vida # 366 – Coragem
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Por que todos nós queremos ser heróis? Como medimos a coragem em nosso mundo, e como a verdadeira coragem de uma pessoa é expressada?

Resumo

Todo mundo quer ser um herói já que o herói é todo-poderoso, não depende dos outros, e pode transformar o mundo para poder se beneficiar dele.

A coragem é uma questão mais pessoal. Não se trata apenas de ser um herói como os outros. Há o herói que supera os outros e há o herói que supera a si mesmo, suas fraquezas corporais, sua preguiça. A verdadeira coragem é quando a pessoa luta contra sua natureza egoísta no caminho do amor ao próximo.

Há um ponto de verdade em cada pessoa que fica escondido dentro dela como uma pérola sob uma pilha de lixo.

“Quem é o herói? Aquele que subjuga seu desejo”. Trata-se de uma inversão de valores: amor ao próximo e dar, em vez do amor próprio e recepção, O ponto de verdade em nós, nos diz que a verdade é externa ao nosso desejo de considerar apenas a nós mesmos.

De KabTV “Nova Vida # 366 – Coragem”, 13/05/14

Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor

Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

As religiões estão constantemente brigando e discutindo sobre quem está certo e qual é a verdadeira religião. As guerras religiosas que temos visto ao longo da história surgiram disso.

Na primeira, Abraão ensinou a todos a “Amar o próximo como a si mesmo”, e é assim que ele levou pessoas diferentes à descoberta do Criador. Na medida em que o ego cresceu, o amor ao próximo foi destruído e a sensação do Criador desapareceu. Como resultado da destruição do amor ao próximo, Jerusalém foi destruída e nós fomos para o exílio, e a revelação do Criador foi perdida para nós.

O povo de Israel ficou apenas com ações físicas, Mitzvot (mandamentos). Em vez da sabedoria da Cabalá, o Judaísmo foi desenvolvido. E, assim, a cidade de Jerusalém e as pedras nela foram santificadas, em vez do amor ao próximo.

O que há hoje em Jerusalém é Klipa (casca) e não Kedusha (Santidade), ódio em vez de amor. Quando voltarmos a usar corretamente a Torá e exigir que o amor habite entre nós, Jerusalém será reconstruída. Então, haverá uma nova religião para todos os povos, a religião do amor, a sabedoria da Cabalá e a revelação do Criador.

O caminho para a paz em Jerusalém é através da construção de conexões de amor entre nós. De nós, isso vai se estender a todo o mundo. Se fizermos a paz entre nós, a paz virá a todas as pessoas, mas cabe a nós sermos os primeiros.

Por que o mundo não reconhece Jerusalém como a capital de Israel? Porque ela está dilacerada pelo ódio mútuo. Na verdade, nós ainda não nos estabelecemos na terra de Israel e Jerusalém. A terra de Israel (Eretz Israel) é o desejo de amor (Ratzon Le Ahavah), e ainda temos que chegar a isso.

Próximo ano em Jerusalém: hoje não há um tijolo corrigido a partir do qual seja possível construir uma cidade santa. No futuro, o mundo inteiro vai se tornar a “Terra de Israel”, quando o soberano será a força superior, o poder do amor; o mundo inteiro será um desejo de amor, a Terra de Israel.

De KabTV “Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor”, 07/05/15

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

 

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

“O que torna esta noite diferente?” Esta noite nos sentimos livres. Éramos escravos e agora estamos livres ...

Nós éramos escravos: fomos escravos do Faraó e não poderíamos escapar por nós mesmos. Hoje também estamos escravizados ao nosso ego, a inclinação ao mal que nos divide e emite centelhas de disputas entre nós e não nos deixa ser. Como podemos ser liberados? Temos de decidir na mesa do Seder que não mais nos relacionaremos nesta forma egoísta.

A Torá falou acerca de quatro filhos: O sábio que é inteligente, o maligno, que não quer envolver-se em conexão, o simples que não entende nada, e aquele que não sabe como pedir e percebe que há algo sublime sobre a conexão, mas por enquanto não podemos assimilá-lo.

Isto é o que restou a nossos pais e a nós: se quisermos subir acima do nosso ego, seremos recompensados com uma força que nos ajudará, a força de conexão.

E o Senhor salvou-nos: O Criador colocou o Irã e todos contra nós para que possamos subir acima do nosso ego. Se construirmos relações corrigidas entre nós, a atitude do Iran e do resto do mundo logo mudará para melhor.

Os egípcios nos trataram mal; após a abundância material vem um sentimento de vazio e dor de modo que ascenderemos. [Leia mais →]

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas No Nosso Dia

 

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Que está a Torá realmente dizendo-nos, o que nos é revelado pelas dez pragas, e por meio da educação apropriada como podemos construir um mundo equilibrado para que possamos viver em paz e tranqüilidade?

Resumo

A Torá não está falando de coisas que acontecem neste mundo material, mas no mundo superior. Cada pessoa deve perceber todas as histórias da Torá por si mesmo, e dentro de si mesmo: Adão, o período da inundação, o Êxodo do Egito, e assim por diante.

Cada pessoa deve escrever um rolo da Torá para si mesmo, ou seja, ele deve corrigir suas características de acordo com as letras da Torá.

Fomos criados com uma natureza egoísta; só fazemos coisas para o nosso próprio benefício. Nosso objetivo deve ser transcendência para o amor. Para corrigir a nós mesmos, seja por meio de golpes ou por meio da consciência, devemos sentir que o ego é prejudicial a nós.

O Faraó simboliza o ego em uma pessoa; isso não nos permite sermos atenciosos para com os outros ou desenvolvermos amor pelos outros. Então o Faraó, o ego em nós, deve receber golpes. Hoje toda a humanidade está em um estado de “Egito”.

As 10 pragas levaram os filhos de Israel a romper com o ego que é dividido em 10 partes. Um exemplo de uma praga: O mundo está cheio de abundância hoje, mas como resultado de relacionamentos ruins, metade do mundo está morrendo de fome enquanto a outra metade lança grandes quantidades de alimentos ao lixo.

O ego desenfreado é a causa do custo de vida, habitação e aposentadoria. Além disso, a natureza nos assalta impiedosamente. A educação das crianças, divórcios, drogas, assassinatos, violência e terrorismo- cabe a nós reconhecer que tudo isso é derivado do ego.

A situação no mundo exige divulgação do método de correção, o método de conexão acima do ego, como remediar a situação, e que há uma cura. Além disso, através da conexão podemos subir para uma nova, eterna, e total dimensão da existência. E o Hagadá de Páscoa (Passover Haggadah) nos fala sobre isso, sobre a liberdade do anjo da morte, a liberdade do ego.

[156.598]

De KabTV “Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias”, 26/ 3/15

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Que fases importantes em nossas vidas o Chametz e o Matzah simbolizam? Qual é o significado da queima do Chametz e por que não usamos uma luz forte quando o procuramos em casa?

Resumo

Matzá simboliza o nosso desprendimento de nossos desejos egoístas; por isso é chamado de pão da aflição. Pesach (Páscoa Judaica) simboliza o estado em que rompemos com o nosso ego e operamos tanto quanto podemos em amor e doação.

O termo “ego” não se refere aos prazeres pessoais, mas ao prazer de odiar os outros, usando os outros e tirando proveito deles. Nós temos que tratar bem os outros. Primeiro, não vamos sentir qualquer gosto nisso, assim como o Matzah, mas depois ele irá crescer e expandir.

O pão levedado (Matzah) e Chametz são como crianças que gostam de irritar outras, por exemplo, e depois aprendem a se conter e se tornar amorosas e generosas.

É assim que o mundo é hoje: ele está sob o domínio do Faraó, sob o domínio do ego, e, portanto, as pessoas precisam de tranquilizantes, drogas e álcool. A fase de contenção resulta do reconhecimento do mal quando todos percebemos que o ego está nos destruindo. Comer Chametz após Pessach simboliza um novo mundo, conexões de amor e doação e a revelação do mundo superior.

A queima do Chametz simboliza a eliminação do ego dentro de mim, quando eu não concordo em suprimir os outros e dominá-los. Nós procuramos o Chametz com a luz de uma vela, uma vez que não temos mais do que uma ligeira iluminação que sinaliza que o ego é mau e terrível. A venda do Chametz simboliza que eu estou me livrando do ego para sair dele, e depois eu o trago de volta para corrigi-lo.

De KabTV “Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) e Matza“, 24/03/15