Textos na Categoria 'Intenção'

A Doação Nunca É Excessiva

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é possível diferenciar um desejo verdadeiro de um desejo excessivo? Como posso saber que não estou pedindo por coisas excessivas?

Resposta: A doação nunca é excessiva. Ela é ilimitada, porque não havia nenhuma restrição na Luz de Hassadim. Peça o quanto quiser; não se limite. A maioria dos pedidos exorbitantes são gentis. Não há cálculo com a Luz de Hassadim.

O cálculo só começa quando você muda da Luz de Hassadim para a Luz de Hochma, da recepção.
Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 26/01/11, Escritos do Rabash

Tornar O Criador Feliz

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que podemos fazer agora para tornar o Criador feliz?

Resposta: Tudo que eu faço ao aspirar unir-me com os outros, a fim de dar ao Criador a oportunidade de doar, significa dar-Lhe prazer, mesmo que eu ainda não tenha atingido o tipo de união dentro da qual Ele possa trazer Sua abundância.

A unificação tem de ser total. O nosso Kli se divide em cinco partes, e em mais cinco, e assim sucessivamente até a 125ª parte. Este é o menor grau de união entre todos, e isso já é suficiente para que o Criador nos dê a dose correspondente de Sua Luz, que sentiremos.

Portanto, o nosso trabalho consiste em preparar o Kli, o vaso na unificação entre nós. Nós não devemos trabalhar em relação ao Criador, mas entre nós, aspirando a Ele. Ao contrário da União Soviética, não nos unimos em prol de nós mesmos, mas para dar ao Criador a oportunidade de doar-nos. Então, Israel, a Torá eo Criador realmente serão um.

E isso é suficiente. Nós trabalhamos entre nós, mantendo a intenção de beneficiar o Criador, a fim de preparar os vasos para Sua doação.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/01/11, Escritos do Rabash

Orar Para Mudar

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como a prece Cabalística difere da religiosa?

Resposta: A Cabalá difere fundamentalmente de todos os outros métodos e de tudo o que existe em nosso mundo. Em suma, a Cabalá é uma coisa, e todo o resto outra coisa.

Então, qual é a diferença? Ela está no fato de que a Cabalá se baseia na mudança da pessoa, ao invés da mudança de algo que se encontra fora dela, em seu entorno; ela não se baseia nem na atitude de pedir a um “Deus querido” para começar a me tratar melhor, nem em mudar a atitude de outras pessoas em relação a mim. Eu não peço a Ele para mudar meu estado de saúde ou meu destino, nada deste tipo. Eu peço a Ele para transformar meu egoísmo, só isso!

Todo o método da Cabalá está organizado para que a pessoa possa se transformar por si mesma. Por outro lado, todos os outros métodos e religiões estão construídos ao redor da idéia de que o Criador deve mudar sua atitude para com a pessoa: eu peço a Ele para ser mais misericordioso e bondoso comigo, enquanto que, ao mesmo tempo, eu O suborno.

A Cabalá não permite qualquer coisa deste tipo. Em conexão com o Criador, eu sou como o homem que muda diante do Absoluto. E este Absoluto é imutável. Se o Criador é uma causa primordial, o início de tudo, e se Ele é totalmente bom, absoluto, eterno e perfeito, Ele não pode mudar. Só o que é imperfeito pode mudar. Ele não pode mudar.

Portanto, todas as mudanças ocorrem apenas no homem. Em outras palavras, dependendo de minhas forças, estados internos e qualidades, sinto-me mais ou menos confortável. Mas isso só em relação a mim, porque eu posso mudar. O Criador nunca muda; Ele é a força constante e onipotente da Natureza.

Desta forma, todas as orações que a Cabalá descreve constituem apelos do homem para ser transformado. A quem as orações são endereçadas? Para uma parede? Se o Criador é constante, eterno e completo, Ele não reage a você de nenhuma maneira.

No entanto, quando você apela a Ele, você se torna diferente e recebe uma resposta diferente, porque você aumenta a sua sensibilidade ao fazê-lo. Você ainda está presente no mesmo campo constante como o “Criador”, na mesma força constante. Mas você está orando enquanto deseja mudar, e, como resultado, este campo afeta você com maior intensidade. Isso é o que chamamos de “oração”.

A palavra “orar” em hebraico (Lehitpalel) significa julgamento auto-imposto. “Orar” significa julgar, avaliar, e repreender-se. Não é um apelo a alguém, a fim de obter misericórdia ou favorecimentos. Não, é uma auto-reavaliação. Isto é que é oração.

Assim, embora as religiões usem a mesma palavra, na Cabalá ela tem significado oposto, assim como muitas outras coisas.

Da Lição 2 em Moscou 16/01/11, “Uma Oração de Muitos”

A Razão Para Qualquer Briga

Nada que acontece no mundo é estranho. Tudo vem somente da necessidade de nos levar ao estado final, perfeito, onde nós existimos em total equivalência com a única Força Superior.  Assim, se nos esquecemos sobre isso no grupo essa força nos atropela, nos incomoda e constantemente nos leva a todo tipo de eventos “engenhosos”. A coisa mais importante a fazer é não desistir e sempre recordar que tudo isso está acontecendo deliberadamente. Ninguém nunca faz nada acidentalmente.

A menos que a pessoa esteja psicologicamente doente, então tudo o que acontece a ela no grupo acontece especificamente para ela subir acima disso e se relacionar com de forma correta. Isso não significa necessariamente que nós temos que ignorar os problemas. Mas, o mais importante para nós é nos conectarmos com o Criador, a Força que nos controla. Tudo vem d’Ele. Ele é o único que está nos fazendo tropeçar agora para que aprendamos a nos mover acima desses problemas e assim ascender acima do egoísmo. Porém, o egoísmo que escalamos não é o nosso egoísmo pessoal, mas aquele que aparece entre nós.

[Leia mais →]

O Esforço Vem De Baixo E A Sensação De Cima

Dr. Michael LaitmanPergunta: À medida que nos preparamos para a Convenção Européia em Berlim, estamos passando por dificuldades ao tentar receber forças do ambiente. Enquanto realizamos as ações físicas, como podemos evitar a perda da conexão com o objetivo interior?

Resposta: Em primeiro lugar, é bom que as pessoas sintam a falta da intenção, porque sem o componente interno, a intenção de doar, os esforços externos não podem ter êxito em alcançar a revelação do Criador. Então, onde podemos obter a intenção correta pela união e a conexão, dentro da qual agiremos?

Nós devemos tentar, da mesma forma que uma criança pequena tenta ser um adulto, manter com todas as nossas forças a intenção e não esquecer que realizamos todas as ações externas a partir donosso esforço interior. Até que ponto seremos capazes de fazê-lo, isso já não tem relação com o nosso sucesso.

É possível que o Criador queira nos mostrar que realmente somos pequenos e mal sucedidos, de modo que deixemos de ser orgulhosos de nós mesmos e sintamos que sem a ajuda do Alto, não seremos capazes de manter a intenção e não seremos capazes de unir-nos com nossas próprias forças. Se fossemos capazes de fazê-lo por nós mesmos, não teríamos necessidade do Criador e não alcançaríamos o estado de “Vamos ao Faraó”. Em essência, a pessoa nunca tem razão em reclamar sobre os estados que recebe. Eles são revelados como resultado de seu progresso e, portanto, a todo instante estão corretos. A questão é como podemos construir a atitude correta em relação a eles com a ajuda do grupo.

Na maioria dos casos, nós ficamos com sentimento de culpa em relação ao passado, pensando em como agimos de forma errada, que fizemos algo ruim, perdemos alguma coisa, ou não fomos capazes de fazer algo, e assim por diante. Esta é a influência da força impura (Klipa), que nos leva de volta ao passado. O mesmo é verdade sobre estar desiludido com nossas qualidades: qual é a razão de nos culparmos, se é sabido que somos egoístas e continuamente revelamos apenas isso? Nós temos que criar a atitude correta acima deste estado.

Portanto, tudo depende do esforço. É impossível para uma pessoa estar insatisfeita e querer algo diferente, mas isso não importa, porque a sensação vem do Alto. Aos novatos é mostrado como eles são bem sucedidos, sendo incentivados e apoiados como crianças pequenas. Por outro lado, àqueles que avançam é mostrados suas falhas e erros, não para que eles se corrijam, mas para que exijam a correcção. E todas as reações são para nosso próprio bem.

O trabalho interno da pessoa em relação ao grupo deve ser separado das ações realizadas para organizar os estudos, as convenções e a disseminação. Uma coisa não tem relação com a outra. As subidas e descidas internas não devem afetar o trabalho externo. Deve haver uma rotina e um programa diário, de acordo com o qual nós agimos de forma independente dos desejos.

Em nosso trabalho interior nós nos esforçamos o máximo possível, mas a sensação que recebemos – boa ou ruim – depende do que exatamente devemos estar sentindo. Se não nos sentirmos inspirados, entusiasmados e, em geral, apoiados, isso significa que essa sensação está sendo enviada para nós para nos ajudar a nos desprender do egoísmo.

A decepção com os estados que chegam até nós, mostra à pessoa que o desejo egoísta não a apoia e, assim, ela naturalmente se afasta dele. O egoísmo nos ajuda a rejeitá-lo, o que é chamado de “ajuda contra você”. Nossa sensação desagradável no trabalho é uma ajuda do lado oposto, até que sejamos capazes de subir acima da nossa natureza e olhar de Cima, junto com o Criador. Isso se chama estar diante do Faraó, juntamente com o Criador. É assim que a pessoa sobe e atravessa a Machsom .

Da  Lição de 24/12/10, Escritos do Rabash

A Parede Que Nos Conecta

Talmud Eser Sefirot, Parte 8, item 53: Todos as dez Sefirot têm Zahar e Nukva (partes masculina e feminina) divididas em duas realidades diferentes. ZON, que contém a maior parte da noção da morte porque tinha sete reis que morreram, tem qualidades masculinas e femininas, divididas em diferentes Partzufim. Às vezes parece que eles estão conectados, mas não é assim porque eles estão ligados uns aos outros por trás através de uma parede comum (Ahoraim de Ima). O Zohar diz: “Até que Hesed, veio  divididi-los”, significando Hassadim e Gevurot da união de Aba Ve Ima que descem em ZON, cortando e separando ZA e Nukva uns dos outros. Isso porque eles podem unir-se apenas por tornar-se independente, grande Partzufim.

Primeiro de tudo é necessário revelar as falhas que separam Zeir Anpin e Nukva (Criador e criação). Então, vemos que essa parede entre eles (chamada Kotel) tem que existir e ser sentida!  Sem ela, não vamos descobrir como fazer um cálculo e o que pedir, onde fazer esforços no sentido de revogar esta parede e transformá-la em um lugar de união.

Perfeição só pode ser alcançada fora da sensação de deficiência. Eu tenho que revelar esse muro que nos separa. É por isso que há o costume de vir e orar na Parede do Templo. Oramos para a parede desaparecer, para que sejamos capazes de entrar no Templo, o lugar de santidade, a unificação da Zeir Anpin e Nukva que sobem em Aba Ve Ima e se tornam como um todo. Aba Ve Ima é o “Santo dos Santos” do Templo espiritual superior – o nível de GAR da Luz de Hochma.

Da 3a.  parte da Lição Diária de Cabala de 9/1/11, Talmud Eser Sefirot

A Luz Dos Níveis Distantes

Pergunta: O que significa fazer esforços durante a leitura do  Livro do Zohar?

Resposta: Ao ler o Zohar, temos que nos identificar com a narração do livro, o tanto quanto possível. O Zohar fala da subida até os níveis espirituais, sobre as qualidades que uma pessoa deve ter para estar nesses níveis.

Queremos atingir esses níveis, a fim de ser revelado em nós. Desejamos ser preenchidos por o que ao lermos o zohar? Quais são todas essas qualidades que eu li sobre, como HaGaT, NeHY, Tifferete e Malchut? Devo identificar-me com o que?

Isto é chamado de um desejo de saber o que eu estudo, ou seja, unir-se com ele. É assim que nós despertamos a luz desses estados elevados, fazendo com que nos inflenciem.

Da segunda parte da Lição de Cabala 9/1/11, O Zohar

A Última Incognita Na Equação

Dr. Michael LaitmanAs quedas mostraram-me que nunca perceberei a importância do Criador sozinho; nunca sairei do meu egoísmo nem encontrarei forças dentro de mim. Contudo, todas as quedas me ensinam de forma diferente, iluminando fraquezas, qualidades e fases diferentes em mim. As quedas são seguidas de subidas, mas no fim, de uma forma ou de outra acabo sempre por descobrir a minha impotência.

Primeiro quero satisfazer o meu egoísmo, que é chamado “saber quantos anjos há no céu”. Depois mudo o meu foco para o Criador, desejando “apanhá-Lo”, ver o mundo espiritual. Parece-me que a porta para as mudanças tem de abrir-se à minha frente em vez de dentro de mim.

E finalmente, começo a perceber que as mudanças têm de acontecer dentro de mim. Apanho o fio da resposta à minha pergunta: a redenção tem de vir de fora porque eu sou certamente incapaz de fazê-la por mim mesmo.

Este trabalho é feito com a ajuda das quedas e subidas, até que a pessoa venha para o limiar da verdade, tendo percebido que tudo depende dela, da mudança da sua percepção. A Luz dá-lhe as forças para o fazer; você não as encontrará dentro de si.

As exigências da pessoa são ainda egoístas, mas ela ainda baixa a sua cabeça perante a Força Superior para que a mude. Então ela gradualmente concorda com o facto de que tudo vem de Cima.

Na etapa seguinte a pessoa percebe que tem de adquirir a qualidade de doação em vez da qualidade de recepção. A sua exigência é egoísta, mas já é um passo em frente.

Depois disso ela trabalha com o ambiente de forma a atrair a Luz que a elevará até o tesouro espiritual. À medida que ela aprende acerca da noção de grupo, ela faz-se independente nele, esperando ainda auferir benefício para si mesma.

Depois disso a Luz realmente leva a pessoa de volta à Fonte. Isso acontece porque ela construiu tudo correctamente e apenas um parâmetro permanece para ser mudado: a intenção, o resultado final – para quem quer ela obter benefícios?

É assim como reduzimos a jornada: virando-nos para o Criador através do grupo com o pedido correcto.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 5/1/11, Escritos do Rabash

Um Problema Para Ajudá-Lo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como eu posso realmente transformar o desejo que desperta em mim em doação?

Resposta: Vamos supor que eu esteja muito preocupado com alguma coisa desde a manhã. Este desejo não satisfeito dá origem a um pensamento que eu tenho que acalmar. Estou atormentado por esse problema, imerso nele, e estou procurando uma maneira de resolvê-lo.

Eu recebi tudo isso do Alto. Se o meu problema está relacionado com algo que é essencial, então eu tenho que resolvê-lo sem prestar muita atenção em trabalhar com a intenção. Primeiramente, tenho que me abastecer com as necessidades vitais. Está escrito sobre isso: “Sem pão não há Torá”.

No entanto, se não for algo essencial, algo que eu precise no nível animal ou corporal, eu tenho que tentar transferir esse pensamento para o formato correto. Eu recebi isso do Criador para que eu construísse a reação correta em relação a ele. Isso é “ajuda contra o Criador”. Ela é contra o objetivo, embora, ao mesmo tempo, me ajude a reagir corretamente, e ao me afastar dela, eu posso atingir o objetivo.

Meu objetivo é a adesão com o Criador. O Criador é bom e faz o bem e não há outro além Dele. Ele me envia todos os problemas e preocupações, a fim de me ajudar. Portanto, acima da minha preocupação, como se fizesse uma imagem invertida dela, eu me dirijo a Ele, que é bom e faz o bem.

Eu tenho que alcançar a sensação de que o meu problema me ajuda a compreender a atitude do Criador em relação a mim, que é oposta às sensações que despertam em mim. É assim que eu construo a imagem do Criador. Por ter uma atitude cuidadosa e precisa, eu serei capaz de identificar porque certa preocupação ou problema está sendo enviado para mim exatamente desta forma. Eu verei um molde invertido dele, a forma Daquele que é bom e faz o bem, e que gravou isso em mim.

Em virtude desta “inversão”, eu subirei ao grau do homem justo e justificarei o Criador de alguma forma. Fazendo isso eu estarei no caminho certo. A coisa mais importante é seguir em frente, sem cair no sono durante qualquer estado no fundo de qualquer forma negativa que o Criador me envia.

Eu só posso reagir a elas corretamente a cada segundo se eu me equipar com o apoio do ambiente. Sem ele, os meus esforços são esporádicos; mas com ele, eu estou constantemente “informado”. O grupo determina inteiramente a velocidade do meu progresso.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 4/01/11, Escritos do Rabash

A Torá é Dada Aqueles Que Dela Necessitam

Pergunta: pode-se avançar pela fé acima da razão no grupo? Como?

Resposta: Sem o grupo é completamente impossível fazer isso. Ou você se une com um professor da forma como foi feito no passado, ou você se une com o grupo. Mas é impossível avançar por si mesmo.

Quando falamos sobre o relacionamento entre uma pessoa e o Criador, sempre significa a presença do meio ambiente. Sem ele eu não tenho nada para subir acima, nada para corrigir. Um apelo ao Criador é um fundamento para a correção. Mas a correção de quê? A única coisa que tenho a corrigir é a minha atitude para com o meu vizinho. Este é o egoísmo, a inclinação para o mal, o ódio infundado, o Kelim quebrado, o Templo quebrado.

Portanto, é óbvio que o que nós sempre queremos dizer que uma pessoa está no ambiente certo, com seu grupo. Este princípio se origina a partir do Monte Sinai, onde foi estabelecido uma condição: se unirem como um homem, um coração.
Só então você vai receber a Torá e ser capaz de se corrigir.

Se, no entanto, se você não tentar se unir e chegar a garantia mútua, então o que você vai corrigir? Nesse caso, você não vai receber a Torá. A condição para receber a Torá é uma necessidade dela. Mas se você não quiser se unir com os outros, então você não precisa da Torá. Destina-se apenas para corrigir a conexão entre as pessoas.

Portanto, nos nossos tempos, quando o mundo está sendo levado a uma situação sem saída de interconexão universal, quando torna-se evidente que sem as conexões corretas entre nós a civilização chegará ao seu final, as pessoas terão que usar a Torá. Elas terão a Força Superior, a força da Luz que irá uni-los.
Esta é a finalidade para a qual a Torá, o método Cabalístico, está sendo revelada. Todos os outros métodos não podem ser chamados de Torá, pois não se opõem a inclinação ao mal. As pessoas vão aos poucos revelando a inclinação para o mal neste mundo e terão então a Torá real.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabala de 2/1/11, Escritos de Rabash

Material Relacionado:

O Nascimento de José
Cabalistas Sobre a Cabala Hoje, Parte 5
Querer Não É Suficiente