Textos na Categoria 'Egoísmo'

De Anúncio Para Verdadeiros Valores

laitman_547_01Antigamente, bastava para um artesão pendurar uma placa em cima do lugar onde ele trabalhava. As pessoas podiam obter serviços que necessitavam de acordo com uma lista de endereços numa cidade. No entanto, hoje, eles são forçadas sobre nós, elevando seu valor de zero até o nível exigido.

Hoje, a sociedade está organizada para que sejam atendidas nossas necessidades, e tudo o mais é um consumo artificialmente inflado. Esta abordagem não é claramente razoável ou correta, mas é apresentada a nós através de investimentos em publicidade que totalizam 50% ou mais do preço do produto.

Por exemplo, recentemente, eu vi um canal de televisão para cães. Não seria de se admirar se animais de estimação sentados em frente à televisão começassem a fazer exigências, como crianças, pelos produtos que são anunciados a eles.

Falando sério, a humanidade se afundou numa depressão sob a influência da crise geral. Portanto, a publicidade se tornará cada vez mais difícil. A pessoa frustrada não quer nada. Oferecem a ela todos os tipos de iguarias, mas ela não pode prová-los, porque não quer nada.

Esta tendência agrava a crise económica geral, e nós vemos que o mundo está num declínio. Naturalmente, a crise não apareceu em todos os lugares, principalmente nas nações desenvolvidas. E onde há uma escassez de bens necessários, a situação é diferente.

Assim, os empresários transferem seus recursos para as nações subdesenvolvidas para preparar um mercado para seus produtos. A publicidade ajuda a gerar consumidores, mas não por muito tempo.

Depois de alguns anos, nós veremos que o mundo vai estar saciado e as pessoas ficarão desapontadas com qualquer coisa que não seja uma necessidade. Nós já estamos vendo agora que o valor de qualquer coisa que não precisamos diminuiu.

Se a pessoa sentir que está faltando alguma coisa, mas não souber exatamente o que, ela ficará satisfeita com os produtos necessários para a existência e não vai querer fazer o esforço por mais nada. Assim, a publicidade está passando por uma crise.

No entanto, nós devemos entender que a publicidade é uma ferramenta de comunicação. Eu diria que é uma arma de comunicação, uma ferramenta de comunicação entre as pessoas. Agora ela influencia indivíduos, porque até agora o seu objetivo não é compreendido.

Mas se for dada atenção ao seu trabalho principal (a criação de conexões entre as pessoas), então sua influência será educativa: o anúncio dos verdadeiros valores.

De KabTV “Uma Nova Vida” 02/10/14

A Lista De Convidados Não Pode Ser Revista

laitman_281_02Baal HaSulam, “A Paz”: Desde o início da criação, todas as pessoas têm reservas, e o Pensamento do Criador exige que elas venham para a festa, consciente ou inconscientemente.

Este plano certamente será cumprido e é tudo uma questão de tempo. Afinal, as forças do mal que desenvolvemos retornam para nós como um bumerangue, pressionando-nos e levando-nos às decisões certas.

A meta será obtida de uma forma ou de outra, e, na verdade, nós estamos aproximando-a ao usar incorretamente o nosso ego em desenvolvimento, de modo que, no final, ele age contra nós, forçando-nos a responder.

Em geral, até recentemente, o processo de evolução foi bom para nós. Nós desenvolvemos novas ferramentas, introduzimos a concorrência, construímos um sistema bancário, desenvolvemos o comércio, descobrimos continentes, e, basicamente, tudo estava muito bem, uma vez que isso nos ajudou a avançar.

No entanto, no século XX, nós esgotamos esta forma de desenvolvimento e pela primeira vez começamos a ver que há um limite para o nosso progresso. Nós estamos num beco sem saída. Nós esgotamos o nosso ego e hoje estamos começando a nos destruir. Nós vimos sinais claros disso por um tempo agora. Em 1971, por exemplo, a moeda de ouro nos EUA foi substituída por uma nota de papel. A erupção do ego teve muitas consequências, mas a principal lição foi a de que os problemas futuros nos forçarão a mudar o nosso estilo de vida, a fórmula da existência humana.

A questão é se golpes nos forçarão a ficar mais sábios e entender como evitar problemas ao longo do caminho, ou se seremos capazes de identificar com antecedência o que está vindo e começar a mudar a nós mesmos.

A evolução lenta vai levar a formas totalitárias de governo, como na Alemanha ou na Rússia soviética da primeira metade do século passado. Estas são as duas formas finais do desenvolvimento do ego, e nós podemos estar testemunhando-as novamente. Além do mais, é exatamente nessa direção que estamos avançando; no entanto, hoje, isso é chamado de “Armagedon”, ou nós podemos forçar a nós mesmos artificialmente contra o nosso ego crescente para desenvolver a força boa e anti-egoísta de doação, ao invés da força de recepção entre nós.

Então, nós vamos desenvolver este caminho. Na verdade, isso é o que os Cabalistas nos dizem: usem a força oculta na natureza. Ela pode nos dominar assim como o nosso ego nos domina hoje. Até agora, a força do mal tem dominado a força do bem, a recepção tem dominado a doação. No entanto, agora, a força de doação pode dominar a força de recepção. Isso significa que elas vão ser equilibradas, assim como a sabedoria da Cabalá explica e nos ensina a compreender o equilíbrio entre elas. Afinal, é impossível usar apenas uma das duas forças. A força de doação, o amor absoluto, pode ser uma força destrutiva. De um modo geral, cada uma das forças cega uma pessoa, e ela não vê nada diante dela. Se aceitarmos uma única força, seremos cativos dessa força. Apenas o equilíbrio certo entre as duas forças que encontramos dentro de nós é chamado de Adão (Homem) em nós. Ele nos leva à realização e ao verdadeiro sentimento, à recepção e à doação, que nos permite utilizar toda a natureza e construir a nós mesmos no meio dessas duas forças.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, não há outra maneira de podermos nos desenvolver. Na pior das hipóteses, vamos alcançar isso por meio de golpes e sofrimentos. No entanto, os golpes não irão criar a forma correta em nós. Nós temos que fazer a escolha por nós mesmos, tomar decisões e, gradualmente, estabelecer isso dentro de nós para que possamos ficar mais sábios e entender a conexão entre nós e o Criador através de nossos esforços para construir a nossa casa, a Divindade (Shechiná).

No entanto, nós somos como uma criança teimosa que se recusa a aprender, e assim os problemas surgem: as medidas disciplinares que a forçam a começar a aprender. Se ela aprendesse com seus livros, não haveria necessidade dos golpes. Pelo contrário, ela poderia economizar tempo e evitar os sofrimentos.

Na verdade, é impossível avançar no caminho de “em seu tempo” (Beito), pois você fica no mesmo lugar sem se mover, como um burro, até que apanha e não tem outra escolha.

Baal HaSulam diz que os convidados virão para a festa consciente ou inconscientemente. Por isso, nós devemos ouvi-lo.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 26/10/14, Escritos do Baal HaSulam

O Benefício Das Rejeições

laitman_236_02Baal HaSulam, Shamati #1, “Não há outro além Dele”: …Há coisas no mundo que para começar visam desviar a pessoa do caminho certo, e pelas quais ela é rejeitada da Santidade.

E o benefício das rejeições é que através delas a pessoa recebe uma necessidade e um completo desejo pelo Criador para ajudá-la, pois ela vê que de outra forma está perdida.

Portanto, a pessoa precisa de uma sociedade certa, uma sociedade que a corrija e ajuste, lembrando-lhe qual é o objetivo e colocando-a de volta no caminho certo. Graças à sociedade, ela não se desvia do caminho por causa dos diferentes obstáculos, mas inicialmente os respeita com a intenção certa.

No momento em que a pessoa estabelece a intenção certa para revelar a boa Providência superior, que “Não há outro além Dele”, ela muda totalmente sua atitude perante a vida. Ela entende que tudo ao seu redor é um teatro que se destina apenas a revelar isso, e assim ela vê a mão de Deus em tudo.

Se ela se concentra corretamente, ela avança e se torna mais forte, e vê como o Criador lhe dá uma oportunidade de se aproximar da correção a qualquer momento.

E ela, que sempre sente que a parte quebrada é maior que o todo, ou seja, que há muito mais descidas do que subidas, e não vê um fim nesses estados, que vai permanecer para sempre fora de santidade, pois vê que é difícil observar mesmo a coisa mais insignificante, a não ser pela superação acima da razão.

A “fé acima da razão” significa que eu vejo muitas razões que continuam crescendo tanto em quantidade como em qualidade, e isso me perturba e não permite que eu me concentre. Isso me destrói tanto que eu não posso dizer que elas decorrem do “bom que faz o bem”, e que “não há outro além Dele”.

Eu devo me opor às fontes do mal, mas, ao mesmo tempo, lembrar que isso é apenas uma expressão externa da atitude do Criador para comigo. Na minha vida corpórea, eu devo me relacionar com essas dificuldades como é habitual no nosso mundo. É dito que o mundo continua girando, mas na dimensão interna, espiritual, eu devo tratar isso num nível diferente, no nível humano, Adão (homem), aquele que se assemelha ao Criador (Domeh). Eu devo usar todos os estados para me conectar e me aproximar do Criador.

Aqui, também, a pessoa se sente dividida e acha difícil estar em duas dimensões ao mesmo tempo, já que uma anula a outra. No entanto, tudo isso é o nosso trabalho.

Neste mundo, nós nos engajamos na matéria de acordo com certas leis. Nós trabalhamos, cuidamos da nossa família, de nossos filhos, do nosso trabalho, e ganhamos a vida como todo mundo. No entanto, ao mesmo tempo, nós também nos envolvemos em assuntos espirituais elevados.

Apesar de sofrer por causa dos diferentes problemas neste mundo, quando nós subimos para o segundo nível, para a dimensão espiritual, nós estamos constantemente em adesão com a força superior, com o bom que faz o bem. Nossos esforços nestes dois níveis gradualmente nos levam à revelação.

É porque o fosso entre a corporeidade e a espiritualidade, que nós mantemos sem ficarmos confusos e sem nos desfocarmos, nos leva a exigir a revelação do Criador. Os estados corporais e espirituais, onde eu opero corretamente separando-os, ficam cada vez mais extremos, assustadores, desagradáveis e dolorosos. Eles realmente me despedaçam, e eu não posso justificar o Criador. Eu devo fazer algo, visto que de outra forma o Criador (“Não há outro além Dele” e “o bom e benevolente”) desaparece de mim. Então, eu me esforço para revela-Lo. Não é porque eu me sinto mal na minha vida corpórea, mas porque entendo que o desconforto que é dado a mim é para que eu decida que não há outro além Dele e que Ele é bom e benevolente.

No entanto, eu não posso fazer isso, e então eu grito, peço ajuda e choro, mas não para mim, não para aliviar a minha vida corporal com o apoio do “Não há outro além Dele” e o bom que faz o bem.

Graças ao trabalho correto nas duas dimensões, eu chego à conclusão de que não importa se eu me sinto bem ou não. O importante é que eu não quero perder o Criador, o bom e o benevolente, pois caso contrário eu condeno Sua Providência. Pela primeira vez, a pessoa começa a construir seus vasos corretamente, e, a fim de fazer isso, ela precisa da revelação do Criador. Ela não quer facilitar o seu trabalho dessa maneira, mas pede o poder que não tem naturalmente: o atributo do Criador. Ela não pede para seu próprio benefício, mas para que ela não amaldiçoe a Providência superior, a singularidade do Criador.

O trabalho de uma pessoa, chamado de obra de Deus, é descobrir que “não há outro além Dele” e que “Ele é o bom que faz o bem”.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/10/14, Shamati # 1

A Natureza Não É Um Recurso Para O Ego

Laitman_720Pergunta: Vamos falar sobre viagens à natureza, incluindo ir para o estrangeiro para preservar a natureza e todos os tipos de cantos remotos. A pessoa urbana moderna, pelo menos de alguma forma, tenta se conectar com a natureza e receber prazer com isso. Como você se relaciona com isso?

Resposta: Eu viajo muito ao redor do mundo e sempre tento manter alguns momentos para estar na natureza. Meu professor (o Rabash) e eu gostávamos de sair da cidade todos os dias para conversar enquanto caminhávamos pelos bosques e campos. No caminho para Jerusalém, longe das estradas e das pessoas, fazíamos isso em lugares muito bonitos.

Quando eu vou para a natureza, vejo que há um mundo de complementaridade recíproca de todas as suas partes. Eu vejo que tudo nela está em equilíbrio, exceto os seres humanos. Embora existam espécies de animais que se devorem, mesmo que um exista em detrimento do outro, tudo isso é por necessidade e não por maldade. A forma geral de existência e desenvolvimento é assim.

Quando eu estou na natureza, sinto o poder da natureza. Ela não nos eleva; pelo contrário, nos controla. Nós seres humanos não percebemos isso. A natureza inanimada, vegetal e animal é o “envelope” de nossa existência: por um lado, nós nos afastamos dela, mas, por outro lado, devemos abordá-la por entender que é tudo um sistema geral que deve ser unificado.

Na verdade, o ego, a inclinação ao mal, se desenvolve dentro de nós. É especificamente isso que nos separa do mundo animal. Como resultado, nós nos elevamos acima dele através da força má de subjugação. Nós nos tornamos distantes da natureza e queremos controlá-la para explorá-la a qualquer preço. Pior do que isso, nós valorizamos o dano que causamos à natureza através de nossas atividades; não estamos preocupados com isso, mas só com o nosso futuro pessoal. Isso não é de forma alguma a contabilidade exigida de nós.

Isso ocorre porque o nosso papel é o de manter a harmonia da natureza, que é inerente nela desde o início. Mas nós caímos disso porque o desejo egoísta cresceu em nós, o qual atraiu todos os tipos de conflitos e nos obriga a travar uma luta incessante entre nós.

E esta é também a forma como nos relacionamos com a natureza: “O que pode ser roubado dela, que possível prazer pode ser obtido com ela?” Não importa o que aconteça depois disso. A principal coisa é obter o que necessitamos neste exato segundo. Mesmo que no momento seguinte o dano proveniente seja manifestado, não prestamos atenção a isso.

Portanto, segue-se que o crescimento da inclinação ao mal evoca uma atitude destrutiva nos seres humanos que é prejudicial para nós e todas as outras partes da natureza. Como resultado, os seres humanos devem tomar consciência de seu mal e entender que a nossa abordagem egoísta está prejudicando todo o sistema. A principal conclusão é que a pessoa cresce dentro da inclinação ao mal para corrigi-la, para corrigir sua relação com a natureza inanimada, vegetal e animal; e para complementar todo o sistema, ela deve transformá-lo num sistema integral único, unificado, maravilhoso e harmonioso.

Por outro lado, se juntamente com o desenvolvimento da mente e dos sentimentos, a pessoa usa seus recursos de forma incorreta, em última análise ela certamente vai tropeçar em desastres naturais.

Isto é o que continuará a acontecer conosco, contanto que não vejamos que o nosso ego tem crescido a uma escala tal que já não seja possível controlá-lo. Nós derrubamos as “rédeas” da gestão do mundo de nossas mãos, perdendo o controle em todas as áreas: família, trabalho e relação com a natureza em geral…

E já que nos tornamos um fator global ruim para a natureza, e uma vez que somos um único sistema, em reação, a natureza começou a revelar uma atitude apropriada em relação a nós.

Esta é a situação hoje.

De KabTV “Uma Nova Vida” 21/10/14

O Papel Da Nação De Israel

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é o papel de Israel hoje e dos judeus em particular?

Resposta: O papel de Israel foi descoberto pela primeira vez na antiga Babilônia, quando um dos grandes sábios daquela geração, o sacerdote babilônico Abraão, proveu uma resposta para o que estava acontecendo lá.

Naquela época, a Babilônia estava passando os mesmos processos que o mundo está passando hoje: uma pequena sociedade de três milhões de pessoas, que era quase a civilização do mundo na época, de repente começou a se afundar em ódio mútuo por causa da erupção repentina do ego.

Até então, os babilônios viviam como uma pequena sociedade entre os rios Tigre e Eufrates, e tudo estava bem. Porém, quando o grande ego entrou em erupção, descobriu-se que, por um lado, eles estavam integralmente conectados entre si, e por outro lado, não poderiam existir em conjunto egoisticamente. Portanto, o termo da Torre de Babel simboliza o ego que, literalmente, cresceu para o céu.

Isto é o que está acontecendo hoje. Por um lado, nós descobrimos que as pessoas estão mutuamente conectadas entre si e, por outro lado, se odeiam. As duas forças que operam mutuamente dentro de nós precisam de uma solução, pois, caso contrário, vamos chegar a um beco sem saída.

Uma dessas duas forças, a força da natureza, nos une e nos mostra a globalização e a conexão mútua entre todos e para com todos. Essa força nos fecha integralmente e nos mostra que somos um corpo inteiro. A segunda força é a força humana egoísta que nos separa desde dentro, nos separa, e não nos permite ser um todo.

Estas duas forças foram estudadas pela primeira vez na antiga Babilônia e houve duas respostas à pergunta “o que devemos fazer?”.

A primeira resposta foi dada por Nimrod, o rei de Babilônia, que decidiu que os babilônios não tinham escolha, exceto se separar e se afastar uns dos outros. Ele desintegrou seu reino temendo que seus súditos começassem a se destruir mutuamente. Este é o lugar de onde vem o conceito da construção da Torre de Babel, e seu resultado foi a dispersão das pessoas e a mistura das línguas, que era um sinal de que as pessoas deixaram de se entender.

Essa foi a maneira de resolver o problema, mas hoje, os babilônios modernos não têm para onde ir, pois não temos outro planeta. Por isso, nós lidamos com a questão que temos que responder.

A segunda solução foi dada por Abraão, um dos principais sacerdotes na antiga Babilônia. Abraão entendeu que o ego nos separa do interior, enquanto as forças externas da natureza, que nos aproximam, foram dadas a nós de propósito para que possamos subir acima delas e nos assemelhar à natureza. Isso significa que vamos trabalhar contra o nosso ego na conexão entre nós.

Como isso pode ser feito? Como a pessoa pode se opor à sua própria natureza? Abraão sugeriu a organização de pequenos grupos de pessoas que começariam a se conectar, e em suas tentativas de se conectar, iriam extrair a força externa da natureza que seria revelada internamente entre elas, corrigindo e elevando-as acima de si mesmas.

O principal objetivo da natureza é levar a humanidade ao estado de “Ama teu amigo como a ti mesmo”, quer gostemos ou não. O problema da separação deve ser resolvido imediatamente, e somente desta maneira.

Cerca de cinco mil seguidores se juntaram a Abraão. O grande filósofo do século XII, Rambam, escreve sobre isso, e isso também está contido em escritos anteriores, como no Midrash Raba e outras fontes.

O Sefer Yetzirah (Livro da Criação) é o único livro remanescente escrito por Abraão, e ele nos fala sobre todo o sistema da natureza que afeta toda a sociedade humana.

Liderados por Abraão, 5000 pessoas deixaram a Babilônia e foram para a terra de Canaã, a terra da Israel moderna. Abraão ensinou-as a subir acima do ego na conexão entre si de acordo com os antigos mandamentos judaicos de “ama teu amigo como a ti mesmo”, “não faça aos outros o que é odioso para você” e “ser como um só homem em um coração “, etc. Este grupo é conhecido pelo nome de Israel, o que significa Yashar-El, direto ao Criador, assemelhar-se à natureza. Afinal, o Criador não é um quadro na parede ou um vovô sentado numa nuvem. O Criador é a natureza! Toda a natureza é chamada de Criador.

As 5000 pessoas que deixaram a Babilônia com Abraão foram chamadas de nação de Israel, decorrente da palavra “Yashar-El“, direto ao Criador. É uma nação que não cresceu como resultado das raízes biológicas como todas as outras nações, mas de acordo com uma ideologia, um propósito que define para onde ela está indo e como ela vai estabelecer uma sociedade.

Apesar de sermos os descendentes biológicos das pessoas, infelizmente não nos parecemos com elas, porque perdemos essa ideologia. Portanto, nosso estado atual é chamado de exílio do nível espiritual que elas tinham alcançado.

Quando o povo judeu deixou o Egito e vagou pelo deserto, ele trabalhou constantemente em sua conexão. Seu ego continuou crescendo, assim como o ego da humanidade cresce de geração em geração (que é o que nos torna diferentes dos animais), e as pessoas trabalharam nele.

Isto continuou até que o ego de repente explodiu na medida em que se desenvolveu. Foi o que aconteceu na véspera da destruição do Segundo Templo, no último ano A.C.. As pessoas não podiam subir acima dele na boa conexão entre si e caíram no nível egoísta.

O Templo se refere à santidade, doação, amor ao próximo e à incorporação de todos num todo. Quando a nação judaica caiu desse nível, ela determinou o resto de sua história de 2000 anos de exílio.

Da entrevista com V.Kanevsky em Toronto, 05/08/14

De Um Pequeno Riacho Ao Grande Mar Da Totalidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é a atitude da Sabedoria da Cabalá para o desenvolvimento moderno do mundo? Para onde o mundo avança? Será que vai haver um fim para a situação que chamamos de “crise”?

Resposta: A tradução da palavra “crise” do grego significa “um novo nascimento”, ao invés da destruição do velho. Basicamente, a destruição do velho significa que o novo já existe. Ele surgiu, mas nós ainda temos que descobri-lo.

Como podemos passar por este estado do nascimento de um novo mundo com conforto, rapidez e agradavelmente?

Nós sempre temos nos desenvolvido com a ajuda do ego que tem consistentemente nos empurrado através de todas as estruturas sociais, até que agora já atingimos um estado em que perdemos totalmente o desejo de evoluir. A exploração do espaço, o desenvolvimento da natureza, e uma ampla gama de estudos científicos têm gradualmente diminuído.

Pela primeira vez na história da humanidade, nós sentimos que o nosso ego nos faliu por completo.

O mundo está afundando no niilismo, na falta de atividade, numa falta de vontade de criar qualquer coisa. Nós vemos que, mesmo com as melhores intenções, tudo o que fazemos, em última análise age contra nós. O mundo à nossa volta não nos faz felizes e não nos proporciona situações agradáveis. Não quereremos trazer filhos ao mundo ou estabelecer famílias, nem vemos nada de bom no futuro. E tudo isso é porque o nosso ego se esgotou, e não temos mais nenhuma motivação para avançar.

E agora?

A sabedoria da Cabalá revela toda a imagem da realidade para nós. Ela diz que, neste momento, nós estamos numa encruzilhada na história em que temos que mudar a nossa natureza egoísta de recepção para doação. Isso significa mudar a nossa natureza numa que é altruísta. Nós temos vindo a perceber o eterno princípio bíblico, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Assim, através de um novo pacto entre nós, nós começamos a experimentar uma nova imagem da realidade. Nós começamos a atrair as forças positivas da natureza porque nós mesmos criamos uma sociedade positiva de nós mesmos.

A sabedoria da Cabalá explica como fazer isso. Por isso, a nossa tarefa é estudar esta ciência.

Ao longo dos milhares de anos da sua existência, a sabedoria da Cabalá tem sido a herança de apenas um pequeno grupo de pessoas, os Cabalistas, que a desenvolveram de geração em geração. Por muitos anos, esta ciência oculta fluiu dentro da humanidade como um pequeno riacho, embora muitos cientistas e filósofos: Newton, Leibnitz, Pico della Mirandola, e outros, a investigaram.

Platão e Aristóteles tomaram a base do seu conhecimento da sabedoria da Cabalá. O filósofo alemão do século XVI, Johannes Reuchlin, escreveu uma grande obra, De Arte Cabalistica (Sobre a Arte da Cabalá). Isso ignifica que a sabedoria da Cabalá tem sido conhecida por cientistas, mas ela ainda não vai além de seu círculo.

No nosso tempo, ela foi revelada a todos, porque ela deve nos explicar como vamos atingir a conexão mútua entre nós.

A sabedoria da Cabalá diz que o nosso mundo está integralmente conectado como um sistema analógico, onde todas as partes estão conectadas umas às outras. Do nosso trabalho diário, nós descobrimos que este mundo é um sistema fechado absoluto. Os níveis inanimado, vegetal, animal e falante da natureza estão conectados um ao outro e encontram-se juntos como um único complexo.

Se isso for realmente assim, nós precisamos alcançar a completa harmonia na conexão entre nós, a fim de alcançar um estado bom e belo.

Como uma harmonia como essa pode ser alcançada? Para isso nós devemos desenvolver uma boa conexão. De acordo com a sabedoria da Cabalá, no momento em que começarmos com os circuitos corretos de interação, vamos sentir imediatamente como atraímos uma energia positiva mais elevada para nós mesmos. Este não será o poder egoísta negativo que existe em nosso mundo e no qual tudo é baseado na oposição e golpes, mas o seu oposto. Esta é uma energia positiva que preenche, supre, fortalece e nos conecta uns aos outros e cria um único todo.

Esta harmonia geral será como o poder unificado da natureza, o grande sistema global, esta esfera na qual nós existimos.

A crise geral, que é de fato um produto da desarmonia entre a natureza e a humanidade, desaparecerá. Vamos sentir o universo totalmente diferente, como eterno e todo. Vamos merecer essa existência eterna e completa, e o nosso mundo, com o seu ego, vai começar a desaparecer gradualmente de nossos sentidos.

Eu espero que a geração atual entenda que oportunidades estão em nossas mãos, e como podemos realmente superar a crise de uma forma boa e bonita. Se formos capazes de fazer isso, vamos chegar a um estado superior, melhor, que é destinado à humanidade.

De uma entrevista com a agência de televisão, NTV 20/06/14

O Mais Teimoso E Mais Decidido

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar, “Tzav” (Mandamento), artigo 16: “Ordena Aarão” venham coroar esse espírito de santidade acima, separem o espírito da impureza e rebaixem-no de Israel pelo desejo e oração, e dos sacerdotes no ato de sacrificar o sacrifício, cada um pelo que é apropriado a ele.

O sacerdote é a parte mais pesada e egoísta numa pessoa (o quinto nível), que ao se corrigir, atinge o patamar mais sublime.

A crença popular é que os sacerdotes têm o pior caráter, pois são rudes, rígidos e não têm sentimentos. Isso é porque quando o ego mais baixo é corrigido, ele atinge as maiores alturas na sua forma oposta.

O ego do sacerdote é invertido e sobe do nível mais baixo ao mais alto nível, e assim, o sacerdote pode ser o líder da nação, o guia espiritual. Estando em um nível mais elevado do que os outros de acordo com o seu ego, ele agora se torna maior do que todos os outros de acordo com o seu altruísmo.

Em geral, todos os Cabalistas são muito teimosos, pessoas grosseiras que trabalham em si mesmas só para mudar internamente e se parecer com o Criador. Isto não é visto por dentro, e na vida cotidiana eles são pessoas comuns. Todo o trabalho espiritual é escondido dos olhos de estranhos, e, portanto, é chamado de sabedoria oculta.

Quanto mais uma pessoa se desenvolve espiritualmente, mais dura, mais teimosa e obstinada ela se torna. A Luz Superior a sustenta neste estado e em todas as suas ações. Uma pessoa está num estado de esclarecimento em cada momento em sua vida sobre o que acontece com ela e como ela pode se dirigir para o caminho certo.

Ela primeiro esclarece isso, e depois classifica, queima, corta e mata suas intenções egoístas em quatro tipos de mortes e deixa apenas os desejos puros. Só então ela começa a corrigi-los, anexando-os às suas intenções altruístas. Em vez de pensar em si mesma, ela começa a pensar nos outros; em vez de se preocupar consigo mesma, ela se preocupa com os outros; em vez de amar a si mesma, ela começa a amar os outros. Assim, em cada situação na vida, ela coloca suas intenções através dos outros para o Criador.

Portanto, para os sacerdotes é a lei e decisão mais sublime, elevada, séria e espiritual.

De fora, parece que as decisões do sacerdote mudam constantemente, mas por dentro, ele se concentra num ponto. Mas, como o ego está constantemente balançando em direções diferentes, verifica-se que a pessoa parece estar andando em círculos no deserto do Sinai, até que ela o limpa completamente.

Ela não muda sua decisão inicial, mas apenas a sintoniza mais finamente, como um míssil que se corrige constantemente de acordo com o sistema que observa o seu voo, cada vez mudando o ângulo de seu voo e voltando para sua faixa inicial. Uma pessoa também pensa que há constantes mudanças dentro dela, enquanto o objetivo e a direção permanecem os mesmos. Esta é a sua futura adesão com o Criador, com o atributo de amor absoluto e doação, na unidade completa de todas as almas quebradas.

Se a pessoa constantemente visa isso, ela segue o caminho ideal.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 27/11/13

Ego Que É Espremido Como Suco De Limão

laitman_933Alguns anos atrás, se vocês tivessem que ouvir de mim sobre o mal do ego, vocês pensariam que eu estava simplesmente pregando moralidade a vocês. Agora que a conexão foi criada entre nós, esse sentimento de dependência de seu ego tem sido entregue a vocês. Em breve, vocês vão começar a sentir que é muito cansativo para vocês serem escravos do Faraó e servi-lo.

Depois disso, as profecias e os movimentos começarão como fizeram com Moisés: “Venha ao Faraó”, e tudo vai continuar a acontecer exatamente como na história. Vocês vão sentir como o Faraó coloca pressão sobre o povo de Israel, carregando cada vez mais trabalho sobre eles. O ego traz o mal a vocês; a vida vai continuar sem benefício. Todos os frutos do seu trabalho vão para o Faraó. Tudo vai ser engolido por ele, e por mais que vocês tentem corrigir algo nada resultará para vocês.

No princípio, vocês quereriam um pouco de revitalização para tornar a sua alma feliz, mas nada funciona. Um pouco mais tarde, a crise vai aparecer em todos os lugares, até mesmo nos Estados Unidos e na Europa. No entanto, é possível que ela não chegue a tal estado. Em vez disso, vocês vão fazer todo o escrutínio em emoção e intelecto, e não na matéria grosseira. O problema é que as pessoas não ouvem os avisos.

É possível afastar-se do ego sem esperar as pragas do Egito, através do desenvolvimento do coração e da mente. Mas, de qualquer forma, isso leva tempo, e não são apenas algumas ondas que vão passar sobre vocês, porque é impossível superar o ego com uma onda. Uma grande onda afogaria vocês, por isso ela é dividida em várias pequenas ondas.

Aqui, é preciso paciência, mas isso significa que vocês têm que se armar com todos os meios à sua disposição: conexão com os amigos, com o professor, juntamente com o estudo e disseminação. Então, torna-se possível acelerar muito o tempo.

Pergunta: É terrível descobrir que alguém sempre está traindo e batendo em você, e você nem sente que este ego está vivendo em você como parte de si mesmo. Por que eles não nos deixam vê-lo para que possamos pedir para ficar livre dele?

Resposta: Você poderia pedir, mas isso não iria ajudá-lo, porque seria um pedido egoísta. Você deseja ver o desgraçado que engana você toda a sua vida e destruí-lo? No entanto, isso só vai funcionar quando você pedir isso a fim de alcançar o Criador. Então, você verá este desgraçado, caso contrário, não.

Moisés, o “ponto no coração”, deve vir ao Faraó e encerrar as contas com ele. Caso contrário, você está agindo em prol do seu próprio benefício, porque quer ser liberado do trabalho difícil, de quem está lhe enganando.

Uma reação substancial é necessária, como numa experiência química que torna possível analisar a composição que é filtrada e separada em vários componentes. Se você quer descobrir e ver a verdade no Egito, isso só é possível se você tentar se tornar um todo com o grupo. Então, você vai começar a sentir o que significa ir contra o Faraó. Enquanto ainda estiver no Egito, uma reação ou mecanismo aparecerá dentro de você que irá possibilitar diferenciar e esclarecer aonde o Faraó está e onde é aquilo que está acima dele.

Isso é porque você nunca trabalha diretamente com o Criador. No Egito, isso não é possível. Então, você trabalha com o grupo, o qual é chamado de “povo de Israel”. Comece a conectar todos os seus amigos no Egito, que hoje é todo esse mundo, e você vai ver onde está o poder da Klipa e onde a Kedusha está, onde Faraó está e onde ele não está.

O Faraó é tudo o que perturba a unidade. Assim, você vai descobri-lo cada vez mais até as dez pragas do Egito, e todas estas pragas são relevantes para o aumento da conexão. Em última análise, você vai entender que você deve deixar o Egito.

No entanto, isso só é possível através de uma conexão, onde você espreme todo o Faraó do grupo, como suco de limão. Todo o ego vai escorrer para fora, e apenas o grupo permanecerá. Então, esse grupo deve ser preenchido com o poder de doação, algo que é impossível de se fazer no Egito, e por isso ele se afasta de lá.

Todo o trabalho é feito somente na conexão. É impossível trabalhar diretamente no Faraó. Você só pode evocar golpes sobre ele através de uma conexão com os amigos. As dez pragas correspondem às dez Sefirot. Ao subir cada vez mais, de Sefira em Sefira, numa intensidade cada vez maior de conexão, você atrair a Luz Superior para que ela atue e influencie o Faraó e filtre o ego.

Da Lição Diária de Cabalá 08/10/14, “Sucot“

Atravessar As Dez Pragas Do Egito

Dr. Michael LaitmanPergunta: O caminho das dez pragas do Egito é realmente o caminho do sofrimento. É possível contorná-las e evitá-las, ou é impossível evitá-las, mesmo que eu me concentre no amor e doação para com o meu Grupo de Dez, as pessoas que estão perto de mim, e o professor?

Resposta: Depende da pessoa que segue o caminho espiritual. Se ela se identifica com as forças do Egito e com o Faraó, ela certamente sofre. No entanto, se ela se identifica com o trabalho acima da razão e sobe acima dela, seu ego sofre, mas ela não se identifica com seu ego e assim ela não sofre.

O tempo do desenvolvimento espiritual é chamado de pragas do Egito, ou seja, as pragas que o ego sente que ajudam a pessoa a se elevar sobre ele. No entanto, se ela está em seu ego, elas a forçam a se elevar .

Tudo depende em relação a quem você compara a sua posição.

Pergunta: Será que as pragas do Egito refletem certo estado que passamos?

Resposta: Nós devemos processar e praticar juntos ao máximo tudo o que está escrito na Torá! Você vai ver que não podemos perder sequer um passo. Pode haver níveis que eu passei, mas não compreendi, e dez anos mais tarde, como acontece muitas vezes na vida, eu começo a perceber que eu passei e que ações e circunstâncias eram.

Pergunta: Isso significa que não temos chance de pular qualquer uma das pragas?

Resposta: Para quê? Como você pode se separar de seu ego, se você não passar por todas as dez pragas? Você não terá um vaso completo, um vaso de dez Sefirot.

Da Convenção em São Petersburgo 20/09/14, Lição 3

O Início Da Contagem Regressiva

Dr. Michael LaitmanEu sinto imensa alegria no fato de que agora a maioria dos meus alunos no mundo está começando a entender e sentir que o mundo espiritual é descoberto na conexão entre nós.

Apesar de termos estudado o sistema espiritual por muitos anos, o coração não quer ouvir sobre a quebra do Kli da alma coletiva, a sua descida e qudea neste mundo, a divisão em inúmeras pessoas, a expansão do Kli, a igual distância do centro para a periferia por toda a Terra, e o crescimento do ego. Geralmente, isso leva muito tempo e muitos anos se passam antes que o coração entenda e alcance a consciência de que algo não está bem, e responda aos problemas com conexão, com unidade.

A partir do momento que a pessoa começa a ouvir isso, ela entra no caminho em direção ao objetivo da criação e avança numa taxa constantemente crescente, acumulando experiência e reunindo as partes distantes, espalhadas e quebradas de sua alma. Ela já sabe que tudo está concentrado apenas em seu Grupo de Dez, em cem, em mil, e que o mundo superior, o Criador, e a realização e objetivo da criação são encontrados precisamente neste lugar.

Se ela automaticamente se volta ao grupo, não importa o que aconteça, este é um sinal de que ela está firme sobre os seus dois pés e visa corretamente o objetivo. Eu espero que os resultados da nossa Convenção se tornem um sentimento como este para muitos que estão aqui e os que estão junto conosco em todo o mundo.

Este é o ponto de partida mais difícil da contagem regressiva. Ninguém em nenhum lugar foi capaz de alcançar isso. Muitos já tentaram fazer isso através de todos os tipos de condições por milhares de anos, mas apenas indivíduos conseguiram, mesmo que as pessoas estivessem prontas para sacrificar tudo por causa disso. Assim, uma abordagem gradual, o reconhecimento e a descoberta do ponto de partida e o investimento de muito esforço exigiram um trabalho sutil e contínuo.

Parece-me que estamos vendo o seu início. A sensação de que tudo começa e termina com o contato, a conexão dentro do grupo, que tudo é determinado lá, e que além disso não há nada, vai nos mostrar mais tarde como agir no mundo, e como lidar com a natureza através da nossa união. Isto é porque nós estamos elevando MAN, o nosso desejo de conexão, união e correção.

O mundo vai então avançar no sentido da harmonia, unidade, felicidade e cumprimento da lei de equivalência de forma com a mesma velocidade que nós. Nesta transição do “eu”, o anseio pelo Criador que eu imagino, para o “nós”, onde dentro deste “nós” está o todo único dentro do nosso “nós” separado, o poder geral de conexão chamado o Criador é descoberto.

Da Convenção em São Petersburgo 20/09/14, Lição 4