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China: Ontem Eles Estavam Se Divorciando, Hoje Estão Se Casando

Laitman_506.2Pergunta: Existem estatísticas surpreendentes na China. Um grande número de divórcios aconteceu enquanto se estava sentado em casa devido ao coronavírus. Então, de repente, outras estatísticas apareceram.

Por exemplo, na cidade de Wuhan, onde tudo começou, após um longo período de isolamento completo, o bloqueio foi suspenso e as pessoas querem se casar três, quatro, cinco vezes mais do que o normal. O que aconteceu?

Resposta: As pessoas querem um parceiro confiável porque se convenceram de que o lar é importante e terão que ficar em casa, quem sabe quando e por quanto tempo. Elas querem ter um parceiro confiável com quem a pessoa possa realmente se ver sentada em um confinamento na próxima vez, porque sentem que ainda não estão fora desse vírus.

Eu sinto que isso é muito importante para elas. E não importa se haverá ou não um vírus e quando, mas é necessário estar com uma pessoa confiável, boa, conveniente, simples, fácil, com quem você praticamente não se sente confinado.

Pergunta: Parece que os casamentos que estão sendo feitos agora serão mais fortes?

Resposta: Sim. Esses casamentos serão mais fortes. Porque a pessoa sentiu o que significa estar com quem estava. Estes serão casamentos muito interessantes.

Quão bem eles serão, eu não sei. Mas acho que uma pessoa, que ficou um mês ou dois com uma família ou mesmo sem família, apenas com um parceiro em tal confinamento, já entende o que precisa.

Pergunta: Portanto, a receita talvez não seja se divorciar, mas imaginar que você estará nessa situação com seu amado. Vocês se encontrarão um a um; vai ser bom com essa pessoa ou não? Essa é a maneira correta de pensar?

Resposta: Claro, como é a natureza. O vírus nos força a estar integralmente conectados: eu dou à natureza e a natureza me dá. O mesmo acontece com o meu parceiro: eu dou ao meu parceiro e meu parceiro me dá.

Pergunta: Então os casamentos serão fortes?

Resposta: Então não tenho medo do vírus.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 13/04/20

Em Que Estamos Ficando Para Trás?

laitman_592.03Pergunta: A vida anterior ao vírus nos dava carros, telefones celulares, medicina moderna, todos os benefícios da humanidade. A humanidade evoluirá em uma nova vida ou alcançamos um pico?

Resposta: Não, podemos continuar nos desenvolvendo tecnicamente, mas também socialmente.

A civilização industrial e tecnológica avançou muito em comparação com o desenvolvimento social. Continuamos sendo animais selvagens e usamos toda a tecnologia moderna para nos suprimirmos.

Precisamos desenvolver boas relações entre nós, e nisso estamos ficando para trás.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 03/05/20

Oposição À Unidade, Parte 1

laitman_749.01A Razão Para Se Odiar

Pergunta: Ao longo da história do desenvolvimento do povo judeu, o ódio sempre se manifestou entre eles. Tudo começou no Egito com o confronto da “multidão misturada” (Erev Rav) com o êxodo do povo israelense do Egito. Esse confronto continuou no deserto entre as tribos de Israel.

No final do século X a.C., começou uma divisão entre os reinos de Israel e Judá, o que levou à disputa entre eles.

Mais tarde, o ódio que irrompeu na elite dominante levou à destruição do Primeiro Templo. Depois houve a guerra dos macabeus com os judeus helenísticos, a divisão em partidos, a queda do amor fraterno na época do Império Romano e o colapso do Segundo Templo.

Na Espanha medieval, os primeiros inquisidores foram judeus. No século XVI, foram documentadas declarações negligentes e duras por parte dos judeus em relação ao maior Cabalista, o Ari. No início do século XX, havia uma proibição rabínica à publicação dos livros do Rav Kook e Baal HaSulam.

Esta lista continua indefinidamente.

Hoje, o confronto já é observado no próprio Estado de Israel, numerando cerca de 50 partidos de direita e esquerda. Qual é a razão do ódio entre os judeus?

Resposta: Esse ódio é ideológico, natural e se manifesta em níveis completamente diferentes. O fato é que a nação de Israel foi reunida a partir de representantes de todos os povos da Babilônia, que, ao chamado de Abraão, formaram um grande grupo juntos.

Abraão os chamou à unidade acima de todas as contradições que existiam entre eles por causa de sua origem natural, caráter, etc. As pessoas trabalharam muito seriamente consigo mesmas para se tornarem um todo, uma família ou um homem com um coração. E conseguiram. Naqueles dias, tudo era um pouco diferente.

Dessa maneira, elas seguiram em frente por muitos anos, constantemente lutando dentro de si mesmas para suprimir seu egoísmo pessoal e subir ao nível de conexão amigável com os outros.

Assim, elas passaram por um período chamado “exílio egípcio” ou cativeiro. O egoísmo delas aumentou tanto que elas praticamente se separaram; o egoísmo as separava. Esse é o “exílio egípcio” quando o Faraó (egoísmo) as domina. Mas depois elas conseguiram superar sua rejeição mútua, o que levou ao êxodo do Egito e à subsequente unidade, mas em um nível diferente.

Para se elevar acima do egoísmo que se desenvolveu nelas durante o período do exílio egípcio, elas tiveram que receber uma nova força do alto, a luz superior, a chamada luz da Torá, ou seja, a força de doação e amor, a força da reciprocidade e atração.

Elas a receberam e começaram a trabalhar com ela para permanecerem juntas. Todos os dias, seu egoísmo se tornava cada vez maior, e elas cresceram cada vez mais acima dele. O desenvolvimento gradual do altruísmo acima do egoísmo, a conexão mútua acima do ódio, levou a nação à unidade de força e volume, que é chamada de “Templo”.

Além disso, seu estado foi chamado de entrada na Terra de Israel. “Terra”, “Eretz” vem da palavra “Ratzon” e significa “desejo”, e “Israel” significa lutar pelo Criador.

Tendo subido a tal nível de conexão, elas poderiam construir um relacionamento entre si chamado de “Templo” – um lar comum, um coração comum. As pessoas estavam nesse estado por um tempo muito curto, já que o egoísmo nelas se desenvolvia constantemente. Elas não conseguiram resistir e começaram a se separar, até o Templo desabar, o que significa que a conexão entre elas desabou.

De KabTV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 29/07/19

Israel – O Motor Da Humanidade

749.02Pergunta: Israel é responsável pelo que está acontecendo no mundo? O que Israel deve fazer para corrigir a situação?

Resposta: Israel é toda pessoa no mundo que aspira a se equilibrar com a natureza, à equivalência da sociedade humana com o sistema geral da natureza.

Portanto, um grupo de pessoas surgiu, reunido como uma nação que se separou da antiga Babilônia e fez uma viagem ao redor do mundo.

O objetivo desta nação é ter um pequeno grupo dentro dela, que no início do século XXI explicará a todos os povos do mundo como eles deveriam existir e que estado eles deveriam alcançar.

O estado de Yashar-El significa direto ao Criador, voltado diretamente à força boa e positiva, a qualidade de amor e doação. A humanidade deve ser levada a esse estado.

É isso que nosso grupo está fazendo agora. Ele espalha seu conhecimento entre todos os povos do mundo. Quem se junta a ele, independentemente da nacionalidade, e se esforça para levar todas as pessoas a boas conexões, é chamado Israel.

E aqueles da nação que não fazem isso são simplesmente chamados judeus e não são considerados Israel.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 03/05/20

Blitz De Dicas De Cabalá – 12/04/20

Laitman_630.2Pergunta: A humanidade não conhece o conceito e o instrumento da intenção. A sabedoria da Cabalá pode nos ajudar a começar a operar de forma mútua e correta, usando nossas intenções, mesmo com aqueles que não têm o ponto no coração?

Resposta: Todo indivíduo tem uma intenção. A atitude de uma pessoa quando ela coopera com os outros é realmente determinada por suas intenções. Este é um componente crucial em nossas relações mútuas. Mas precisamos aprender como construir e usar nossas intenções, porque nossa compatibilidade com a natureza geral, integral e global depende realmente delas.

Pergunta: O que devemos esperar, se a humanidade mudar como resultado do coronavírus?

Resposta: Não se preocupe com isso. Já está começando a mudar e vai mudar ainda mais. Caso contrário, haverá outro vírus e depois outro. A natureza nos golpeará até mudarmos.

Pergunta: Sempre damos amor aos outros, mas às vezes é doloroso. Como podemos equilibrar nossas relações com aqueles com quem não nos damos bem, com aqueles que nos causam dor?

Resposta: Se você está na sociedade certa, onde as pessoas se entendem, você precisa se rebaixar e fazer tudo para que os outros desejem ter boas relações com você.

Comentário: Vemos o que está acontecendo no mundo hoje à medida que o coronavírus está se espalhando, mas as pessoas ainda se envolvem em “jogos” como marketing, comércio e serviços bancários.

Minha Resposta: Eu acho que, se não esse vírus, o próximo vírus acabará com tudo isso e, portanto, todos os jogos de dinheiro não existirão mais. Estou confiante de que isso vai acontecer. Sofreremos tais choques no futuro próximo, que todo esse sistema de jogos, compartilhamentos, cupons, etc., simplesmente encolherá e pertencerá ao passado.

Pergunta: Como nosso medo bestial muda para o medo do Criador?

Resposta: Somente quando você sabe que tudo o que o Criador exige é bom. Então o medo bestial muda gradualmente para o medo espiritual.

Pergunta: Quais profissões serão mais procuradas na sociedade futura?

Resposta: Na sociedade futura, a profissão que será mais procurada é a educadora, uma pessoa que educa outras pessoas a cooperar mutuamente. Isto é o que ensinamos.

Pergunta: A pressão e a tensão como resultado do confinamento já são sentidas. As pessoas se cansaram e estão começando a causar danos e destruição. Por quê?

Resposta: Os nervos das pessoas estão ficando fracos e não há nada com que possam se preencher.

Elas não querem se desenvolver e entender a natureza corretamente e as conexões certas entre elas. É por isso que há distúrbios e violações da ordem social. Muita coisa pode acontecer quando você trancaa as pessoas em um só lugar.

Pergunta: A dezena pode ser os membros da família?

Resposta: De preferência não.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 12/04/20

Um Buraco Negro Permite Viver Várias Vidas

laitman_424.02Comentário: Os cientistas descobriram um buraco negro que permite que uma pessoa viva várias vidas.

Minha Resposta: Várias vidas negras.

Comentário: Esse buraco negro não esmagará uma pessoa com gravidade e a criatura vivente estará além do tempo. Todo o passado será esquecido e, à sua frente, há várias opções dos eventos que se desenvolverão no futuro.

Se uma pessoa pudesse visitar esse buraco e abandoná-lo com sucesso, ela poderia viver inúmeras vidas, cada vez começando tudo de novo.

Minha Resposta: Já estamos começando tudo de novo.

Comentário: A única restrição é que a pessoa não pode deixar o buraco negro.

Minha Resposta: É impossível sair de um buraco negro porque tudo em geral é um buraco negro. E também estamos no buraco negro agora.

Pergunta: O que é um buraco negro do ponto de vista da Cabalá?

Resposta: É o nosso egoísmo. Estamos dentro dele, dentro do buraco negro. Não há como escapar dele. Somente se corrigirmos esse buraco negro em branco, em um claro.

Comentário: É o que dizem os cientistas: É possível sair de um buraco negro, apenas se houver um buraco branco que lhe permita passar.

Minha Resposta: Um buraco negro se tornará branco por si só. E para isso, precisamos atrair forças que o mudarão para branco.

O buraco negro devora o tempo todo, você não pode sair dele. E o branco emanará o tempo todo.

Pergunta: O que significa viver várias vidas? Uma pessoa vai entrar em um buraco negro, vai sair?

Resposta: Não entrar e não sair! Não precisamos fazer nada! Só precisamos mudar a nós mesmos e o ambiente em que estamos, de preto para branco, mudar tudo para a qualidade de doação, em vez da qualidade de recepção.

Pergunta: Então ela esquecerá o passado e verá apenas o presente?

Resposta: Ela terá tudo: passado, presente e futuro em um todo. O tempo desaparecerá. Ela não terá esse conceito de “passado, presente e futuro”. Não! Existe apenas um “é” e pronto. Nada mais.

E não há nem hoje, amanhã e depois de amanhã. Porque nada muda. O tempo está em nós, são as mudanças pelas quais passamos.

Pergunta: O que significa que as mudanças serão tão rápidas que parecerão que tudo está em um momento?

Resposta: Elas parecerão uma eternidade para nós.

Pergunta: Por quê?

Resposta: Porque ela não terá “hoje” ou “amanhã”. Isso não vai ser!

Pergunta: O que significa “não vai?”

Resposta: Uma pessoa é uma sensação. A sensação de mim mesmo ontem, hoje, amanhã. Não haverá tais sensações. Em vez disso, sentiremos a eternidade, perfeição na qual nada muda.

Não podemos falar sobre se há vida, se há algo antes, durante ou depois da vida. Não há nada disso. É isso aí! Estamos em um buraco branco.

Pergunta: Uma pessoa agora vive sua vida normal. Ela tem muitas experiências, problemas, alegrias e tristezas. Isso cria uma certa paleta, um gosto da vida. Qual será o gosto da vida quando a pessoa revelar esse estado absoluto?

Resposta: É o Jardim do Éden, o paraíso. O que o Jardim do Éden significa se eu não sinto nada de bom ou ruim? Eu me sinto bem em comparação com o mau, mau em comparação com o bem.

E se nada vai mudar e tudo fosse apenas bom? Talvez eu pare de sentir? É por isso que não podemos falar sobre esses estados. É um buraco! Somente o branco.

Pergunta: Então, vale a pena a humanidade chegar lá?

Resposta: Vale a pena ou não, não depende de nós. Nós já estamos nele.

Pergunta: E onde devemos sair disso?

Resposta: Você não vai a lugar nenhum. Estamos apenas nisso. O universo inteiro, toda a criação está nele. Temos que parar e entender onde estamos. Virá, não se preocupe.

Pergunta: Para quem é esse estado desejável?

Resposta: Para quem quer saber a verdade.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 24/12/19

“O Que Significa Amar O Seu Próximo Como A Si Mesmo?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: O Que Significa Amar O Seu Próximo Como A Si Mesmo?

Tanto quanto retratemos a extensão de nosso amor por nós mesmos, precisamos amar os outros da mesma maneira.

Quanto mais nos desenvolvemos, mais percebemos o “ame o seu próximo como a si mesmo” de maneira diferente.

Como o ego humano, o atributo do amor próprio, cresce constantemente em cada pessoa, então quanto mais nos desenvolvemos, mais nos amamos.

Nosso amor próprio deve servir como exemplo de como devemos amar os outros.

O caminho para alcançar o “ame seu próximo como a si mesmo” é, portanto, um caminho que tem um primeiro estágio necessário, definido como “não faça aos outros o que você odeia”. Exercitando não fazer aos outros o que odiamos, aprendemos gradualmente a nos elevar acima do ego que nos separa, desenvolvendo a qualidade de doação acima de nossa qualidade inata de recepção, desenvolvendo nossa prontidão para alcançar o sublime estado de “ame o seu próximo como a si mesmo”.

Em outras palavras, “ame o seu próximo como a si mesmo” não é apenas um slogan agradável, mas um estado de conexão positiva absoluta acima do ego, onde percebemos e sentimos uma realidade completamente diferente daquela que sentimos em nosso ego inato.

Atingir esse estado requer uma sociedade circundante de pessoas dispostas a se apoiar mutuamente para alcançar esse objetivo. Caso contrário, se houver uma falta de concordância entre alguém em uma sociedade assim, em que mesmo uma pessoa permaneça no impulso egoísta natural do amor próprio, isso prejudicará a capacidade de todos de alcançar um estado comum de amor.

“Você Está Ciente De Que O Amor É Tudo O Que Precisamos?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: Você Sabe Que O Amor É Tudo O Que Precisamos?

Em uma época em que a divisão social e o ódio estão aumentando, e quando as autoridades e o raciocínio humano não conseguem conter as emoções negativas, o mundo definitivamente precisa mudar para uma forma de amor completa, inclusiva e absoluta.

É comum pensar no amor como uma sensação ilógica que surge aparentemente do nada, e que não há motivo real para se amar.

No entanto, o poder do amor é tudo o que pode nos unir em nossas divisões e nos guiar para um mundo mais positivo.

Estamos desenvolvendo momentos em que sentiremos em nossa carne que o amor é uma necessidade, que, sem amor, a vida se tornará cada vez mais dolorosa e, com amor, chegaremos a uma nova dimensão harmoniosa que nunca experimentamos antes.

No Limiar De Uma Nova Formação: “Sociedade Integral” Parte 2

laitman_566.02A natureza exige que a sociedade humana seja reorganizada de acordo com os princípios de integração e aproximação [estabelecimento de relações harmoniosas] das pessoas entre si. Como isso afetará o mundo do empreendedorismo? Como resultado, todos devem participar de um negócio comum em todo o mundo como uma única humanidade.

Mais de cinquenta anos atrás, começamos a falar sobre o efeito borboleta, sobre dependência universal em um sistema global integrado. Cinquenta anos atrás, não queríamos fazer essa mudança de consciência e boa vontade, e agora teremos que fazer isso involuntariamente. Não queremos e não concordamos, mas não temos escolha. Teremos que construir sistemas econômicos e industriais unificados do estado público em todos os setores e em todos os países juntos.

Surge a pergunta: que medidas práticas cada empresário deve adotar para adaptar isso à nova lei integral? O principal problema não é como executar a lei, mas quem a executa. Devemos começar ensinando a todos os funcionários novos relacionamentos, conexões entre si como um único sistema, pelo menos da mínima maneira possível.

É claro que a integração é um processo de várias etapas, mas deve começar. Portanto, precisamos organizar cursos de treinamento para funcionários de cada empresa. Todos devem saber o que a lei da integração inclui, de onde vem, o que exige de nós e por que somos obrigados a cumpri-la. Sua implementação nos garante grandes ganhos e sucesso em geral e em particular, ou seja, cada um em sua vida pessoal e coletivamente na sociedade e no mundo inteiro.

Aqueles que puderem se adaptar à lei da integração terão mais sucesso em todas as atividades deste mundo. Gradualmente, todos terão que chegar a isso mais cedo ou mais tarde.

Os funcionários devem entender que dependem um do outro e estão conectados porque estão no mesmo sistema. O sucesso de uma organização depende de quão próximos os funcionários estão um do outro. Isso é entendido ainda hoje e muito está sendo feito para fortalecer os relacionamentos em uma equipe. Mas a principal diferença é que agora isso é feito para aumentar a capacidade de competir, golpear o oponente e tomar o seu lugar.

No mundo integral, inicialmente construímos esses sistemas de relacionamento que todos se esforçam para estar juntos, querem ajudar e se abrem para os outros. Essa abordagem garante seu sucesso futuro.

Isso ocorre na medida em que, se vejo que outra fábrica que produz o mesmo produto conseguiu torná-lo mais barato e melhor, eu desliguei toda a minha fabricação para ajudar a empresa concorrente e toda a humanidade a obter os melhores resultados. Sou guiado por apenas um critério: o benefício da humanidade, o benefício do consumidor.

Afinal, por que eu iria produzir o mesmo produto e tentar vencer um concorrente com todo tipo de manobra suja? Prefiro deixar o mundo inteiro desfrutar do melhor produto. Penso nos benefícios do consumidor, nos benefícios do mundo e nisso vejo meu lucro.

Essa é uma verdadeira revolução, porque até hoje, o empresário pensou em como quebrar todos e permanecer sozinho sem concorrentes. E agora, para ter sucesso, ele deve levar em conta a lei da integração, que muda sua maneira de pensar e o obriga a se preocupar com o bem do consumidor, o bem da humanidade. O conceito de negócio muda radicalmente.

Eu dirijo meu próprio negócio e sei o que está acontecendo em todo o mundo nesse campo. Vejo quem está produzindo o mesmo produto. Sempre cedemos a quem tem mais sucesso e tentamos apoiá-lo e fortalecê-lo. Eu ajo no interesse do consumidor, no interesse do progresso da humanidade, não no interesse do meu bolso pessoal.

Posso entregar meu equipamento a um concorrente e ajudá-lo em todos os aspectos para que ele tenha sucesso. E da mesma forma em tudo. Isso viola a lei da concorrência. A competição permanece, mas de uma forma diferente: quem é melhor é quem nós elevamos. E todos os outros estão incluídos nele ou desaparecem completamente do mercado.

Os empresários estão sempre interessados ​​na perspectiva dos negócios, ou seja, a resposta para a pergunta sobre o que estará em demanda amanhã. No momento, o que há mais em demanda nos negócios é separar todos os produtos produzidos pela humanidade e remover tudo o que não é necessário com urgência. Fechar negócios desnecessários é o negócio mais bem-sucedido.

O sucesso de um negócio depende das boas relações entre funcionários, não de equipamentos e habilidades. A formação profissional ficará em segundo plano, dando lugar às relações humanas. Nas relações entre as pessoas, começaremos a entender, sentir e descobrir como fazer negócios com mais sucesso. Afinal, o sucesso é determinado apenas por nossas conexões mútuas.

De KabTV, “Nova Vida”, 22/06/20

“Os Benefícios Da Diversidade” (Times Of Israel)

O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “Os Benefícios da Diversidade

Está escrito na Mishnah (Sotah, 9:15) que no final dos dias, o ódio aumentará. A julgar pelo que está acontecendo hoje, estamos chegando ao fim dos dias. Nunca foi lançado tanto ódio nas mídias sociais, nos jornais e na televisão, e a onda só parece subir ainda mais. Não é mais como se não houvesse lugares mais tranquilos, mas o espírito da época é simplesmente tóxico. Uma palavra fora da linha – e é bem fácil cruzar a linha – e você é banido, excomungado do mundo.

O ódio racial e os protestos antirracistas que temos visto ultimamente fazem parte dessa maré sombria. Como todas as ondas, os tumultos motivados pelo racismo terão suas cristas e vales, mas a tendência é definitivamente em direção a uma tempestade gigante.

O ódio não vai parar por aí. À medida que o ódio se intensifica e se espalha, fragmentos dentro de cada grupo se separam do corpo principal e formam acampamentos menores que lutam entre si. A sociedade se desintegrará e a anarquia reinará. Está escrito no Talmude (Sinédrio 98b) que mesmo os maiores sábios não gostariam de viver no fim dos dias.

Certamente, ainda não estamos lá, mas estamos indo para lá. Se não revertermos o curso, chegaremos lá mais cedo do que imaginamos.

O Papel do Ódio

O problema é que pensamos que o ódio é ruim e prejudicial. Estamos tentando não odiar, mas ao fazer isso, perdemos a chance de corrigi-lo até enfrentarmos uma erupção mais intensa de ódio.

O ódio é a aversão que sentimos por algo que não somos nós. Nosso senso de singularidade está profundamente enraizado em nossa psique, mas existe por uma boa razão: só percebemos através de opostos. Se não captássemos a sensação da escuridão, não saberíamos que há luz. Se não sentíssemos o frio, não conseguiríamos sentir calor. Da mesma forma, se não sentíssemos ódio, não poderíamos sentir amor.

Portanto, quando o ódio surge, não devemos tentar sufocá-lo ou negá-lo. Em vez disso, devemos fazer um esforço consciente para aumentar nosso amor pelo objeto de nosso ódio, a tal ponto que seja maior que o ódio que surgiu. Se todas as partes envolvidas na manifestação do ódio participarem do esforço, o resultado será um amor maior do que nunca. Se nem todas as partes participam, todo o processo é inútil.

Se todas as partes da sociedade se engajarem nesse empreendimento, aumentaremos o amor em nosso mundo a níveis nunca antes vistos, e será exatamente por causa do nível de ódio sem precedentes que nos forçou a forjar um nível de amor compatível. Ao negar a legitimidade do ódio, estamos negando o mundo do amor, e o sentenciamos a manifestações de ódio mais intensas que logo se seguirão.

De acordo com esse paradigma, tudo o que odiamos é, na verdade, um trampolim para experimentar um amor maior. Se hoje, o ódio mais intenso se manifesta entre as raças, é precisamente aqui que o novo nível de amor deve aparecer. No entanto, isso só acontecerá se os dois lados trabalharem juntos para aumentar o amor entre eles na extensão do ódio atual.

Eu sei que essa é uma ideia completamente nova e contradiz quase tudo o que aprendemos. Mas, por outro lado, o que aprendemos não está mais funcionando, então é hora de tentar uma nova direção.

A ideia é simples: a outra pessoa é diferente de mim; eu não gosto da outra pessoa e quero que ela se machuque ou ao menos desapareça. Esse ódio é o que está alimentando toda a violência que vimos nas últimas semanas e meses. Se deixarmos assim, explodirá o país inteiro. Então, em vez de deixá-lo inflamar e crescer, todos nós devemos fazer esforços conscientes para aumentar nosso amor um pelo outro, mesmo que seja claramente falso. Surpreendentemente, no entanto, nossos esforços darão frutos e descobriremos que podemos amar pessoas que, um momento atrás, não conseguíamos suportar.

É um paradigma muito prático; exige coragem e comprometimento, e é a única esperança do país para evitar o colapso completo.