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Blitz De Dicas De Cabalá – 30/10/16

laitman_249-01Pergunta: É possível reunir um grupo? Onde é possível encontrar os amigos “certos”?

Resposta: Você não precisa fazer nada em particular. As pessoas são escolhidas de forma completamente aleatória. Mas observe: tudo o que você faz vem de cima. Uma pessoa não tem ação independente.

Pergunta: É possível examinar como nos conectamos em um grupo de dez?

Resposta: Não, antes que o Criador seja revelado entre vocês, não há conexão, então não há nada a medir.

Pergunta: Há momentos em que não há anseio em assistir as lições, elas são apenas para a comunicação e conexão. Isso é normal?

Resposta: Muito bom! Isso não é terrível. Conectem-se, façam um workshop.

Pergunta: Nós temos 11 pessoas no grupo. É preferível que homens e mulheres façam workshops separadamente ou em conjunto?

Resposta: É necessário fazê-los separadamente, sem qualquer conexão com o número de pessoas.

Homens e mulheres não devem estar juntos, exceto durante as refeições, e mesmo isso depende do tipo de refeição. Se for uma refeição em família, então é possível, mas se for uma refeição com conteúdo Cabalístico, então ela também deve ser feita separadamente. Os homens não devem sentir a presença das mulheres.

Pergunta: Com o que pode ser comparado o sentimento de realização?

Resposta: É possível compará-lo com a libertação de todas as limitações internas e externas, quando você sente que tudo é controlado pelo poder coletivo da Luz, que é chamado de Criador, e você apenas nada nela. Depois disso, esse sentimento desaparece. Nada resta até o fim completo da correção.

Pergunta: Será que, no futuro, eu terei vários grupos de dez: um grupo de dez nas aulas, um grupo de dez no trabalho, um grupo de dez na família?

Resposta: Certamente, não há problema com isso. Mas primeiro é necessário começar com dez pessoas com quem você tem um objetivo comum, e depois você continua.

Da Lição de Cabalá em Russo 30/10/16

Por Que As Pessoas Mentem

laitman_559Pergunta: Os cientistas dizem que as pessoas mentem para preservar seu valor aos olhos dos outros. Segundo os psicólogos, a chamada “mentira branca” é usada neste caso. O que é uma mentira do seu ponto de vista?

Resposta: A mentira é uma reação defensiva natural de um organismo que não quer se ver danificado e humilhado. Que diferença faz para mim se é uma mentira ou a verdade? A principal coisa é manter-me em um certo nível. Se eu precisar mentir, vou mentir, e se precisar dizer a verdade, vou dizer a verdade. Eu não levo em conta nem um nem outro, eu considero apenas meu estado interior.

Portanto, as pessoas não têm qualquer compreensão do que é uma mentira ou a verdade. Tudo é determinado apenas em relação à pessoa. Você não pode dizer a alguém, “Por que você está mentindo?” Ele vai dizer: “Eu não estou mentindo, para mim esta é a verdade”. Por que é a verdade? Porque desta forma, eu me sustento na melhor condição possível. Essa é a única verdade!

A verdade objetiva não existe porque a nossa natureza é apenas o desejo de receber prazer e manter-se no estado de máximo conforto possível a qualquer momento no tempo. Portanto, o que sustenta este estado é a verdade para mim, e o que não sustenta é uma mentira.

Pergunta: O que é uma mentira no sentido Cabalístico?

Resposta: No sentido Cabalístico, tudo é avaliado apenas com respeito ao propósito da criação. Tudo o que está de acordo com o propósito da criação é uma verdade, e tudo o que não está de acordo é uma mentira. O que leva à doação, amor, adesão com a força superior e ascensão ao próximo nível é a verdade. Tudo o contrário é uma mentira.

Pergunta: E se isso não está relacionado com o propósito da criação e existe como nós neste mundo? É a verdade ou uma mentira?

Resposta: Nada pode ser dito. Nós vemos em épocas diferentes e em culturas diferentes critérios completamente diferentes para a verdade ou a mentira.

Pergunta: Isso significa que vivemos em um mundo sem coordenadas?

Resposta: Claro. As coordenadas indicam como meu coração egoísta me contorce. Um minuto eu posso dizer, “Sim, isso é verdade” e no minuto seguinte eu digo, “Não, isso é mentira”.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 01/03/17

O Mundo Através Das Dez Sefirot

laitman_928Pergunta: Como um Cabalista sente o nosso mundo e o mundo espiritual através de um modelo de dez Sefirot?

Resposta: Depende do nível e do estado do Cabalista. Ele sente o nosso mundo dentro de si mesmo de acordo com o seu nível, em parte por meio da revelação das forças superiores e, em parte, por meio da revelação das forças corpóreas.

Às vezes eu sinto que estou em uma descida e realmente percebo apenas este mundo, e às vezes eu estou em estados em que sinto que há um campo de força superior que controla tudo. Entre esses dois estados extremos, eu sinto que estou em um estado mais ou menos elevado de uma subida ou descida em conformidade.

Pergunta: Nós devemos tentar evitar os sentimentos do mundo corpóreo? Eles são prejudiciais?

Resposta: Você não precisa tentar evitar nada. Você deve simplesmente ansiar em ser incorporado nos outros. Assim você ascende no sentimento de seu mundo.

Não há nada prejudicial e tudo é realmente benéfico. Quando você se desenvolve e avança ao longo do caminho espiritual e descobre o vetor certo, tudo o que é adicionado a ele é apenas destinado a ajudá-lo a avançar.

Da Lição de Cabalá em Russo 27/11/16

Haaretz: “Nossos Próprios Piores Inimigos”


Em minha coluna regular no Haaretz, meu artigo novo: “Nossos Próprios Piores Inimigos

Os judeus que se tornaram antissemitas rejeitam não só sua herança, mas principalmente sua tarefa de trazer o método de conexão ao mundo inteiro.

Depois de um silêncio prolongado em relação às ameaças de bomba dos JCCs, o FBI divulgou a impressionante notícia de que a maioria das ameaças tinha um único perpetrador e que o criminoso não era um zelote ou um extremista muçulmano, mas um israelense de 19 anos, americano de Ashkelon, uma pequena cidade no sul de Israel. Na verdade, o ódio de si mesmos dos judeus parece ser uma fonte imutável de ingenuidade sinistra.

Outro exemplo de ódio de si mesmos é o envolvimento judaico com o movimento BDS. Hoje, a ONU está finalmente reconhecendo a natureza antissemita do BDS e está realizando uma conferência anti-BDS na Assembleia Geral da ONU. Mas enquanto o Estado de Israel e várias organizações judaicas finalmente reuniram apoio internacional suficiente para lutar contra o BDS, muitos judeus e ex-israelenses estão entre os líderes do movimento, e várias organizações judaicas o apoiam, como J Street, Jewish Voice for Peace, e o Jews for Justice for Palestine..

O ódio judaico de si mesmo não começou com o BDS. Nem começou com George Soros ou Noam Chomsky. Ao longo de nossa história, tivemos que enfrentar disputas internas que muitas vezes irromperam em guerras completas. A rebelião dos Macabeus, por volta de 160 a.C., foi antes de mais nada contra os judeus helenizados do que contra o Império Selêucida. Da mesma forma, o comandante dos exércitos romanos que conquistaram Jerusalém e exilaram os judeus foi Tiberius Julius Alexander, um judeu alexandrino cujo próprio pai tinha doado ouro e prata para os portões do templo que Alexander quebrou. De fato, antes da ruína de Jerusalém, Julius Alexander aniquilou sua própria comunidade judaica de Alexandria, fazendo com que “todo o distrito fosse inundado de sangue quando 50.000 cadáveres foram amontoados”, segundo o historiador judeu-romano Titus Flavius Josephus. Da mesma forma, durante a Inquisição espanhola, O principal inquisidor Tomás de Torquemada era de ascendência judaica recente, mas isso não diminuiu seu zelo em expulsar e matar os judeus. E só neste século passado, a Associação dos Judeus Alemães Nacionais apoiou e votou por Hitler e pelo Partido Nazista.

A história é repleta de exemplos de judeus que odiavam seu povo com tanta veemência que dedicaram toda a sua vida à sua destruição. Se há algum ódio mais enigmático que o antissemitismo, é o antissemitismo judeu.

Quem É Você, Povo de Israel

Um par de anos atrás, eu escrevi um artigo no New York Times intitulado ” Quem É Você Povo de Israel“, que falava sobre a origem única do povo judeu e a razão para o antissemitismo. As respostas que recebi de leitores me fez escrever um ensaio mais elaborado intitulado “Por Que As Pessoas Odeiam Israel”, que eu transformou em um mini-site da Internet, que também contém uma cópia gratuita do meu livro, Como um Feixe Juncos: Por que a Unidade e a Garantia Mútua são Urgentes Hoje. Sob as limitações de uma coluna de jornal, eu só posso oferecer uma breve explicação, de modo que você está convidado a seguir qualquer um dos links acima.

Se procuramos uma origem específica para os judeus, não encontraremos uma. Nossa nação é baseada em uma ideia, não em parentesco familiar ou afinidade étnica ou biológica. O “progenitor” da nação judaica foi Abraão, por isso nos referimos a ele como “Abraão nosso Pai”. O livro Pirkei De Rabbi Eliezer (Capítulo 24) diz que Abraão estava muito preocupado com os babilônios entre os quais ele vivia. Ele os via cada vez mais hostis uns com os outros e se perguntava por que isso estava acontecendo.

Ao refletir sobre a situação, escreve Maimonides em Mishneh Torah (Capítulo 1), ele percebeu que em toda a natureza há equilíbrio perfeito entre o bem e o mal, conexão e separação, força e fraqueza. Tudo na natureza é equilibrado pelo seu oposto. Ao mesmo tempo, ele percebeu que a natureza humana, ao contrário do resto da natureza, está completamente fora de equilíbrio. Entre os humanos, o mal reina. O ódio dos camponeses de Abraão uns para com os outros revelou-lhe a verdade sobre a natureza humana: “A inclinação do coração do homem é má desde a sua juventude” (Gênesis 8:21).

Abraão percebeu que se as pessoas não replicassem o equilíbrio da natureza por sua própria vontade, elas se destruiriam e sua sociedade iria desmoronar. Ele começou a falar de sua ideia para quem quisesse ouvir e começou a coletar seguidores. Infelizmente, como sabemos a partir de Maimonides, Midrash Rabah, e de outras fontes, Nimrod, o rei de Babilônia, não estava feliz com o sucesso de Abraão e o expulsou da Babilônia.

Como um expatriado vagando em direção ao que se tornou a terra de Israel, ele continuou falando de sua ideia de que a sociedade humana deve cultivar a unidade e a fraternidade como um antídoto para o egoísmo humano e o ódio. Com o tempo, Abraão reuniu milhares e até dezenas de milhares de seguidores, que ele e seus discípulos doutrinaram com um método de conexão que tinha um princípio simples: Quando o ódio irromper, cubra-o com amor. Séculos mais tarde, o rei Salomão resumiu-o com o verso: “O ódio suscita a contenda e o amor cobre todos os crimes” (Pv 10.12).

Apesar de seus esforços em se unir, os discípulos de Abraão não foram considerados como uma nação até que atingiram um nível profundo de unidade e solidariedade. No pé do Monte Sinai, eles prometeram ser “como um só homem com um só coração”. Então, e somente então, foram oficialmente declarados uma nação. Nesse mesmo tempo, também lhes foi dada a tarefa de difundir seu método de conexão com o mundo, ou, como afirma a Torá, de ser “uma luz para as nações”.

Ao longo das gerações, o povo judeu desenvolveu seu método de conexão e adaptou-o às necessidades de mudança de cada geração. Durante o tempo de Moisés, o simples princípio que Abraão tinha ensinado não era suficiente para conduzir uma nação inteira em um caminho de unidade acima do ódio, então Moisés deu-lhes a Torá. Mas o princípio de cobrir o ódio com o amor permaneceu o mesmo. Quando um homem veio ao Velho Hillel e pediu-lhe para ensinar-lhe a Torá, ele simplesmente disse: “O que você odeia, não faça ao seu próximo; essa é toda a Torá” (Talmude Babilônico, Masechet Shabat, 31a).

Judeus Antissemitas

Apesar de todos os seus esforços, o ódio e o egoísmo entre os judeus estava (e está) crescendo da mesma forma que em todas as outras nações. À medida que as facções do povo judeu se tornavam demasiado egocêntricas para manter o princípio de Hillel, elas se afastavam do povo judeu e assimilavam ou desenvolviam formas menos exigentes de judaísmo, que atendiam a sua autoabsorção crescente. Por fim, estas facções desapareceram entre as nações.

No entanto, às vezes, como com os helenistas, essas facções desonestas se tornaram inimigas férreas do judaísmo. Ka’ab al-Aḥbār, por exemplo, não era apenas judeu, mas um rabino proeminente do Iêmen que se converteu ao Islã e se tornou uma figura importante no estabelecimento da denominação sunita. Ka’ab acompanhou Khalif Umar em sua viagem a Jerusalém. Quando Umar lhe perguntou onde pensava que o califa deveria construir um lugar de adoração, Ka’ab apontou para o Monte do Templo. É por isso que hoje a Cúpula da Rocha está localizada onde o Segundo Templo estava antes.

Ao ressentir-se de suas origens, os judeus transformados em antissemitas estão rejeitando não apenas sua herança, mas antes de mais nada seu papel como portadores do método de conexão para o mundo inteiro.

No entanto, gostem ou não, os judeus são tratados como diferentes, apesar de seus esforços intermináveis ​​de se misturar e assimilar na cultura local. Recentemente, o Dr. Andreas Zick, da Universidade de Bielefeld na Alemanha, revelou que o antissemitismo ainda é extremamente comum na Alemanha. Além disso, o Dr. Zick atribui isso aos judeus “não sendo vistos como parte integrante da sociedade, mas como estrangeiros”.

Nós seremos considerados estrangeiros até reconhecermos que fomos formados através da unidade e que nossa vocação é compartilhar o método para alcançar a unidade com o mundo acima do ódio. Todas as nossas fontes afirmam que o Templo que o convertido Ka’ab al-Aḥbār transformou em uma mesquita foi arruinado pelo nosso ódio mútuo e que é por isso que fomos exilados e dispersos. Nós continuaremos sendo párias até restaurarmos nossa responsabilidade mútua, nosso senso de unidade e amor ao próximo. Quando fizermos isso, seremos bem-vindos em todos os lugares. O antissemita mais notório da história americana, Henry Ford, expressou essa exigência específica em seu livro O Judeu Internacional – O Problema Principal do Mundo: “Os reformadores modernos, que estão construindo sistemas sociais modelo, fariam bem em olhar para o sistema social sob o qual os primeiros judeus foram organizados”.

Apagando o Ódio

Durante esta época do ano, quando as famílias estão se reunindo para celebrar Pessach, a festa da liberdade, devemos lembrar que a única escravidão que ainda temos que nos livrar é o nosso próprio ódio de nossos irmãos à tribo. O hametz é o nosso ódio infundado, e removê-lo, mesmo que apenas por uma semana de férias, será a maior operação de limpeza de nossas vidas. Será também o maior serviço que podemos fazer por nós mesmos, nossa nação e o mundo.

Ser “uma luz para as nações” significa dar o exemplo de unidade e fraternidade. Com nosso ódio atual, estamos dando o exemplo oposto. Biur hametz [limpar o fermento] simboliza o esclarecimento de nossos corações de ódio e prepará-los para a unidade e o estabelecimento de nossa nação. É por isso que na Torá, Pessach vem antes da recepção da Torá, que como dissemos é “ama o teu próximo como a ti mesmo”, e que começou nosso povo.

Numa época de conflito e alienação, sejamos verdadeiros judeus: unidos no amor que cobre todos os crimes, e ligados na fraternidade e na responsabilidade mútua.

Feliz e kosher (sem ódio) Pessach.

Nova Vida # 817 – Repressão E Concessão Em Conflitos

Nova Vida # 817 – Repressão E Concessão Em Conflitos
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Em que situações é correto usar a repressão e a concessão, qual é o método que nos permite ouvir uma opinião que difere da nossa e por que o desenvolvimento correto só se consegue através da cooperação?

Em toda a natureza, os opostos se conectam e criam a vida, enquanto entre as pessoas, a conexão deve acontecer conscientemente.

De KabTV “Nova Vida # 817 – Repressão E Concessão Em Conflitos”, 24/01/17

Meus Pensamentos No Twitter, 02/04/17

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Êxodo: Como nos Tornamos uma Nação, e Como Deixamos de Ser uma #Passover (Pessach) http://bit.ly/HaaretzExodus

Do Twitter, 02/04/17

Jpost: “O Ódio Judaico De Si Mesmo É O Fermento Que Devemos Limpar”


The Jerusalem Post publicou meu novo artigo “ O Ódio Judaico De Si Mesmo É O Fermento Que Devemos Limpar

Se há algum ódio mais enigmático do que o antissemitismo, é o antissemitismo judaico. Nosso ódio de si mesmo é uma fonte sinistra e imortal, mas não secará até que encontremos seu gatilho e o desarmemos.

A história está repleta de exemplos de judeus que odiavam seu povo com tanta veemência que dedicaram toda a sua vida à sua destruição. A rebelião dos Macabeus, por volta de 160 a.C., foi antes de mais nada contra os judeus helenizados do que contra o Império Selêucida. Da mesma forma, o comandante dos exércitos romanos que conquistaram Jerusalém e exilaram os judeus foi Tiberius Julius Alexander, um judeu alexandrino cujo próprio pai tinha doado ouro e prata para os portões do templo que Alexander quebrou. De fato, antes da ruína de Jerusalém, Julius Alexander aniquilou sua própria comunidade judaica de Alexandria, fazendo com que “todo o distrito fosse inundado de sangue quando 50.000 cadáveres foram amontoados”, segundo o historiador judeu-romano Titus Flavius Josephus. Da mesma forma, durante a Inquisição espanhola, O principal inquisidor Tomás de Torquemada era de ascendência judaica recente, mas isso não diminuiu seu zelo em expulsar e matar os judeus. E só neste século passado, a Associação dos Judeus Alemães Nacionais apoiou e votou por Hitler e pelo Partido Nazista.

De fato, George Soros e Noam Chomsky não inventaram o ódio judaico de si mesmo, também conhecido como antissemitismo judeu. Na verdade, a semana passada tem visto um desfile espalhafatoso dessa mania. Primeiro, aprendemos que a maioria das ameaças de bomba em JCCs (Centro Comunitários Judaicos) tinha um único perpetrador e que o criminoso não era um fanático de direita ou um extremista muçulmano, mas um israelense-americano de 19 anos de Ashkelon, uma pequena cidade no sul de Israel. Depois, vimos as dezenas de judeus moralistas protestando contra o discurso do vice-presidente Mike Pence no AIPAC, afirmando que se não houver paz para os palestinos (que declaram todos os dias que não querem paz com Israel, mas sua destruição), não haverá paz para Israel. E em terceiro lugar, enquanto o Estado de Israel e algumas organizações judias finalmente reuniram apoio internacional suficiente para realizar uma conferência anti-BDS na Assembleia Geral das Nações Unidas, o movimento BDS em si é repleto de ativistas judeus e Organizações judias que o apoiam, tais como J Street, Jewish Voice for Peace, e Jews for Justice for Palestine.

Na verdade, o ódio judeu de si mesmo parece ser uma fonte imutável de uma ingenuidade sinistra. Se houver algum ódio mais enigmático do que o antissemitismo, é o antissemitismo judaico.

Como nos Tornamos uma Nação

Em setembro de 2014, eu escrevi um artigo no New York Times intitulado ” Quem É Você Povo de Israel“, que falava sobre a origem única do povo judeu e a razão para o antissemitismo. Após inúmeros pedidos de reflexão sobre a ideia de unidade judaica como a solução para o antissemitismo e as fontes que invoquei para sustentar a minha opinião, eu escrevi um ensaio mais elaborado intitulado “Por Que As Pessoas Odeiam Israel”. O ensaio rapidamente se tornou um mini-site da Internet que contém, além do ensaio, um videoclipe explicando as ideias e uma cópia gratuita do meu livro, Como um Feixe Juncos: Por que a Unidade e a Garantia Mútua são Urgentes Hoje. Sob as limitações de uma coluna de jornal, eu só posso oferecer uma breve explicação, mas você está convidado a seguir qualquer um dos links acima para obter mais detalhes.

A Evolução Chegou À Reta Final

Dr. Michael LaitmanDe “Crise e Resolução” (Palestra em Arosa 2006)

Uma vez que a atividade das forças altruístas do mundo conduzirá o mundo ao equilíbrio com a natureza, ele receberá apoio natural na forma de redução de todas as manifestações da crise. A natureza reage sensivelmente às mudanças altruístas no homem, porque elas tornam o homem cada vez mais semelhante a ela. Essa crescente semelhança com a natureza levará à transformação da natureza e da sociedade circundantes.

O homem, por sua correção, afeta a natureza inanimada, vegetal e animal que se eleva e cai junto com ele.

Portanto, logo que começamos a corrigir a sociedade, corrigimos o sistema geral, e os níveis inanimado, vegetal e animal entram em equilíbrio. Afinal, seu desequilíbrio é apenas a consequência do pecado do Primeiro Homem devido ao qual o nosso desenvolvimento ainda é egoísta.

Pergunta: A crise realmente vai diminuir ou vamos apenas aprender a lidar com ela?

Resposta: Vamos sentir que a crise arrefece, desaparece e podemos continuar a existir de forma calma e equilibrada. A correção final deve chegar a todos os níveis, incluindo este mundo. Então este mundo começará a desaparecer, porque não restará egoísmo e tudo será em prol da doação.

A forma material em que vemos o mundo se manifesta hoje como um reflexo do nosso egoísmo. E se o egoísmo não existir, não veremos este mundo. Ao converter nossos desejos em doação, veremos seu reflexo, isto é, o mundo superior.

Continuaremos a existir nele até que o mundo superior também se eleve ao Mundo do Infinito. Ainda não sabemos o que vai acontecer a seguir, mas já chegamos à fase final deste processo.

Pergunta: Como você pode explicar que a natureza se acalmará apenas porque a sociedade humana se corrigirá? Qual é a relação entre elas?

Resposta: A natureza aspira ao equilíbrio, e se o homem corresponder à natureza, isso levará a um equilíbrio geral. Toda a natureza é equivalente à força superior, à forma do Criador. Portanto, se desejamos que nossas qualidades se fundam com a força superior, desse modo animando todo o sistema, então todos os níveis – inanimado, vegetal e animal – mudam.

Claro, a natureza vai se acalmar, mas primeiro o homem tem que mudar. Qualquer outra tentativa de corrigir a ecologia não ajudará. Nós destruímos a natureza precisamente por relações ruins entre as pessoas, elas são a única causa do aquecimento global, erupções de vulcões e terremotos.

Nós precisamos ir com o fluxo da natureza. O mundo deve se corrigir, e avançar para a correção pelo caminho da evolução natural. Então vamos nos juntar a este processo, e vamos promover a correção e seguir o caminho rápido e bom da Luz em vez do longo caminho do sofrimento.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá, Lição sobre o Tópico, “Mismah Arosa”, (Documento Arosa)

Meus Pensamentos No Twitter, 01/04/17

twitter

Livro do Zohar, Bereshit 119: “As guerras começarão do norte visando destruir #Israel. Será o seu tempo de miséria e redenção”.

A criação é um holograma, porque tudo e cada uma de suas parte compreendem as 10 Sefirot. Isso é conhecido há 5779 anos! #quoteoftheday (citação do dia)

Ao realizar a #Kabbalah, o método para alcançar o Criador, o homem atinge o Criador e existe EM TODA PARTE, transcendendo o tempo e o espaço!

Do Twitter, 01/04/17

Oscar Contra Trump

Dr. Michael LaitmanPergunta: Praticamente toda a cerimônia de premiação da Academia Americana de Artes e Ciências Cinematográficas, que apresenta o Oscar, foi internamente dedicada a atacar Trump.

O apresentador, Jimmy Kimmel, famoso ator e produtor americano, disse: “Esta transmissão está sendo assistida ao vivo por milhões de americanos e ao redor do mundo em mais de 225 países que agora nos odeiam. Como você sabe, e eu não tenho que dizer a ninguém, nosso país está dividido agora. Eu tenho recebido muitos conselhos. As pessoas me dizem: ‘É hora de reunir todos. Você precisa dizer algo para nos unir. Vamos pegar algo direto do topo, eu não sou’ – eu não posso fazer isso!”

O que pode ser dito sobre a divisão do país, porque, basicamente, essa é a primeira vez na história que algo assim está acontecendo na América?

Resposta: Eu diria que isso está acontecendo em todo o mundo.

O mundo está começando a entender para onde a imprudência liberal completamente irracional, quando todos podem fazer o que quiserem, levou-o. Eu posso fazer o que quiser e da maneira que quiser, ninguém pode me dizer o que fazer. Basicamente, eu não sou um membro da sociedade porque posso agir de acordo com meus próprios princípios, e você pode agir de acordo com os seus; faça o que quiser e não interfera no meu negócio.

Tal sociedade torna impossível a humanidade integral e global. Nós chegamos a um estado em que todos querem ser liberais, e por isso querem dizer: “Não interfiram comigo”. O chamado politicamente correto e a liberdade de expressão dão a todos o direito de dizer o que quiserem.

A permissividade ilimitada, a irresponsabilidade e a falta de qualquer tipo de educação nas escolas, universidades e em qualquer outro lugar nos levaram ao que temos agora em Hollywood.

Se Trump entender que sua tarefa é educar o povo americano, limitar a influência de elementos negativos, fortalecer o espírito, unir-se, então é claro … O que ele diz, é certo. Ele será capaz de alcançar isso? Acho que não. Isso será muito, muito difícil. Mesmo que o programa pareça bom, está incorreto.

É bom que ele seja composto de planos agradáveis. Como se diz, “eu amo a grandeza de nossos planos”. Nós já passamos por isso. Mas Trump não tem e não terá os meios para realizar esses planos, porque, no final, ele é … apenas Trump. Porque o que é realmente necessário aqui é uma metodologia derivada da natureza. Para salvar tudo, precisamos da força superior.

Se ele perceber que a Cabalá tem essa força, o mundo será capaz de passar este ponto crítico e avançar rumo a sua meta pelo caminho certo, não pela esquerda, porque a esquerda envolve uma guerra mundial, em que poucos sobreviverão. Mas eles só sobreviverão para completar a correção.

O fato é que um sofrimento tremendo diminui a necessidade de um grande número de pessoas. Assim, em caso de grande sofrimento, em vez de oito bilhões, os restantes oito milhões serão suficientes para resolver o problema. Porque o mundo inteiro gira apenas para unir uma alma coletiva, que foi quebrada no início de sua criação.

Veremos como funciona. Temos que cumprir nossa função. Até agora Trump está dizendo e fazendo a coisa certa, e em geral, isso cabe a ele.

Tudo isso vai girar através dos judeus, e não será agradável para eles. Agora eles estão se dividindo em dois campos, e não haverá paz até que se unam entre si e comecem a trabalhar juntos para corrigir a humanidade, em geral.

Os judeus devem se elevar acima de tudo o que está acontecendo entre aqueles que se unem com Trump e aqueles que se unem com Obama ou Clinton e se unem entre si para o benefício de corrigir o mundo. Se fizermos isso, então sim. Se não, teremos novamente uma Alemanha nazista.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman”, 03/01/17