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Preocupações Do Embrião

The Embryo's WorriesRabash, Shlavei Hasulam (Degraus da Escada), Artigo 38, “O Que um Copo de Bênção Deve Estar Cheio, na Obra”: Uma vez que é um trabalho duro superar constantemente a si mesmo e anular-se diante do superior, de modo que o superior fará o que quiser. Isto é chamado de Ibur, o estado de pequenez que é mais restrito.

Por um lado, é um estado de pequenez (Katnut), o estado de um “embrião”, o nível mais baixo possível, e por outro lado, é um estado de grandeza (Gadlut). A questão aqui é em que nível eu permaneço como um embrião. É porque a fase de Ibur (concepção) inclui todos os estados e todos os níveis. Só depois é que passo para os níveis de Yenika (sucção) e Mochin (mente), quando eu já trabalho com o meu desejo a fim de doar, continuando na mesma direção da autoanulação que está no nível do embrião. No entanto, eu já me anulo, não só restringindo-me, limitando o meu desejo, mas também em usando-o a fim de doar, na mesma direção que eu comecei a usá-lo inicialmente.

Assim, o nível de embrião, que é a base de tudo, é grande e único. Desta forma, o futuro ser humano continua a sua fase embrionária, mas ele já a usa de forma diferente. De um jeito ou de outro, nós estamos constantemente nos anulando diante do Criador, diante da Luz superior, de modo que ela vai nos mostrar a nossa natureza e nos dará mais força.

Anular-se diante do superior significa subir acima do meu eu atual e assumir a sua forma. “Embrião” (Ubar – רעֻבָּ) é um estado estático de quem passa (Over – עוֹבֵר) de um estado para outro. Além do mais, ele se move sentindo raiva, e contra os seus desejos naturais, uma vez que sempre esclarece e supera a si mesmo sob pressão.

No início, este caminho parece muito difícil e inatingível. É possível viver assim? É claro que é impossível se tivéssemos que agir sozinhos. Mas o Criador criou a quebra dos vasos para nós, e nós podemos trabalhar num estado de um embrião com a ajuda do ambiente, e não sozinhos. Nós estamos rodeados de amigos e trabalhamos com eles. Assim, nosso trabalho é dividido em muitas partes de acordo com os nossos esforços, e cada parte se junta aos outros. Por fim, nós juntamos os esforços adequados para o estado de Ibur, e finalmente o aceitamos.

Portanto, nós devemos entender que a parte mais difícil não é a autoanulação, mas a unidade e a conexão do grupo. Se eu me juntar os amigos, eu vou ter o poder de me tornar um embrião.

Da Convenção dos Homens “O Próximo Passo” 26/04/13, Lição 2

A Doçura Tortuosa Da Dor

Dr. Michael LaitmanComentário: Ao longo do caminho espiritual nós descobrimos o mal do ego. No entanto, isso também é agradável, já que aspiramos por algo mais.

Resposta: Se eu gosto da dor, mesmo que isso também me ligue ao Criador, é impureza, chamada de Klipa (casca), que protege a fruta até que ela amadureça. Ela me protege de modo que eu ainda vou manter a conexão com o Criador, mas ainda não é o estado correto. Afinal de contas, a doçura desta dor é uma revelação certa do Criador. Eu sinto que a dor vem Dele, pois caso contrário, Ele não pode chamar a minha atenção. Se eu concordar com essa doçura egoísta e apreciá-la, isso significa que eu estou na impureza.

A questão é o quanto eu posso suportar a dor no estado atual e, ao mesmo tempo, compreender que ela é essencial, a fim de manter a conexão com o Criador. Como eu posso não cair no prazer por essa dor? Como eu posso parar quando estou em contato com ela e entrar imediatamente no caminho certo?

Afinal de contas, eu sou atraído para a doçura. Eu desço e sucumbo à desonestidade do ego, o que me atrai como uma cobra com a doçura desta dor proposital. Diferentes religiões e crenças baseadas no sofrimento do justo se originam disso.

Pergunta: Como eu posso me concentrar no caminho certo?

Resposta: Eu peço ajuda ao Criador que é bom e benevolente. Ele quer que eu me sinta bem na conexão com Ele, e que o bem vai me levar a Ele, mas como eu posso fazer isso?

Se eu sinto vazio, ameaças, problemas e escuridão em meu desejo egoísta, então, como resultado do meu desespero, o meu desejo de receber procura a fonte do mal, mesmo que ela seja o Criador. Ela me lembra de alguma causa superior preliminar de onde tudo se origina.

No entanto, o que devo fazer se eu gosto, se meu desejo é completo, se eu sinto que o mundo inteiro está aos meus pés? Minha vida está muito bem, e estou plenamente satisfeito, e nada nem ninguém me ameaça. Eu tenho infinitas barras de ouro no meu depósito. Eu sou saudável, cheio de energia, e tenho algo no que investi-los.

Ao mesmo tempo, tudo isso oculta o Criador de mim e exclui qualquer pensamento sobre Ele. Se a dor e o vazio me empurram em direção a Ele, o prazer me mantém longe Dele.

A questão é: Como eu prefiro avançar, pelo caminho da dor ou pelo caminho do prazer? Afinal, neste estado, o caminho mais difícil é o do prazer que me “encerra” e elimina todas as opções. Como eu posso pensar na força superior, quando não me falta nada na vida?

Acontece que o caminho do “eu vou apressá-lo” não é simples em comparação ao caminho do “em seu tempo”. Quando eu avanço de acordo com o cronograma, os meus poderes são suficientes. O sofrimento, o vazio do desejo egoísta, me empurra para o Criador. Ao mesmo tempo, apenas no caminho do “eu vou apressá-lo” é que temos livre-arbítrio.

Se eu quero acelerar o meu progresso quando me sinto bem, eu preciso de um grupo. Meu desejo privado é “engordado” e “pesado”, e eu simplesmente preciso de amigos, desejos externos adicionais. Somente através da conexão com eles eu posso avançar.

Quanto mais eu avanço em direção ao fim da correção, mais desejos externos eu preciso. Meus desejos internos estão cheios, e eles imediatamente me jogam fora da pista.

Pergunta: Quando é que o Criador é revelado dessa maneira?

Resposta: É quando você quer restringi-Lo. Em outras palavras, quando você para de desejá-Lo e, ao invés, quer doar-Lhe. Afinal, quando você pede a Sua revelação, você quer descobrir o atributo de doação, a verdadeira doação, e não como um “comercial”, quando você dá algo a fim de obter algo em troca. Esta é a doação a fim de receber. Por outro lado, quando você começa a pelo menos doar a fim de doar, mesmo sem receber a fim de doar, você começa a conhecer os atributos do Criador. Mais tarde, quando você recebe a fim de doar, você já começa a localizar os atributos do Criador dentro de você, a identificá-los dentro de você, e a alcançá-Lo.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/05/13, “A Garantia Mútua”

Construa Um Barco Dentro De Si Mesmo Para Os Amigos

Build A Boat Within Yourself For The FriendsBaal HaSulam, de “O Arvut (Garantia Mútua) “: Se uma minoria deles cometesse a traição e retornasse à imundície do amor-próprio, sem consideração por seus amigos, a mesma quantidade de necessidades que é posta nas mãos desses poucos sobrecarregariam Israel com a necessidade de provê-los.

Isso porque esses poucos não teriam piedade por essas pessoas; portanto, o cumprimento do mandamento (Mitzva) de amar ao próximo é que impede a todos de Israel.

Isso está falando de uma incontestável  garantia mútua, da responsabilidade do grupo que vincula tão forte e firmemente todos num todo, que a vida e a morte de todos dependem disso. Se um deles violasse o Arvut, todos seriam condenados à morte. Isso já é algo maior do que a interdependência usual.

Portanto, todos num grupo devem entender que esta é uma condição que não pode ser alterada. A questão aqui não é o rosto dos amigos, não a sua natureza ou os seus hábitos. Para mim, nada disso importa. A principal coisa é a seguinte: eu estou criando com eles um sistema de garantia mútua como esta ou não?

Junto com isso, nenhum de nós sabe o que está acontecendo com os outros. É como se cada um fosse responsável por sua válvula vedando um buraco no barco compartilhado. No entanto, ninguém vê isso. Ninguém sequer sente o que está fazendo. Quando eu tiro a minha válvula, eu não noto que o nosso barco está afundando.

Nós trabalhamos em condições de ocultação completa, e precisamos demonstrar responsabilidade, ansiar por adesão e unidade; nós precisamos lembrar que dependemos do superior. Somente Ele irá nos unir e proteger.

Esforços no caminho vão nos ajudar a compreender o que mais estamos perdendo.

Assim, esses rebeldes fizeram com que aqueles que observam a Torá permanecessem na imundície do seu amor próprio, para que não pudessem observar o mandamento “Amai ao próximo como a ti mesmo”, e completar seu amor pelos outros sem a ajuda deles.

Eu preciso chegar a um estado onde eu exijo a Torá, o método, para estar unido aos amigos. Este é o meu objetivo, e eu estou preocupado apenas com isso. A unidade com os amigos é o valor supremo em meus olhos, e para não prejudicá-los, para não traí-los, eu preciso da ajuda do Criador, da Torá.

Eu me dedico completamente ao grupo e temo apenas uma coisa: prejudicar os amigos. Então, eu peço ao Criador: “Ajude-me a evitar causar danos. Isso é tudo que eu preciso e nada mais”.

Enquanto isso, eu não estou pensando em como satisfazê-Lo. Esse nível ainda está longe de mim. Preocupar-se com isso agora seria como não se preocupar. O que está esperando por mim agora não é o amor pelo Criador, mas o amor pelas pessoas, o amor pelos amigos.

No entanto, eu não estou pronto para amar assim. Eu só odeio, tenho ciúmes deles, rejeito-os, ou pelo menos, não me preocupo com eles. Eu os esqueço o tempo todo. Então, eu peço à força do Alto para me dedicar aos meus amigos, ser responsável por eles, e fazer tudo o que depende só de mim, para que eu possa ser incorporado plenamente num grupo.

Então, nada restará de mim, exceto essa intensa preocupação que preenche todos os meus pensamentos e sentimentos.

Isso é tudo que eu peço do Alto quando sei que não consigo manter esse tipo de devoção por mim mesmo. Isso é tudo o que eu espero quando conto com a ajuda que virá e não me deixará, de modo que vou ser capaz de proteger os meus amigos.

Este é o primeiro nível que nós precisamos atingir, e se eu realmente quero isso, eu mereço receber a Torá. Você vê num caso como este que eu realmente preciso da Luz que Reforma que unirá os meus vasos, meus desejos quebrados, que irá corrigir a minha alma, transformando-a num barco para todos. Nela, eu vou manter e proteger meus amigos, certificando-me que nada de ruim aconteça com eles.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 05/05/13, “A Garantia Mútua”

O Futuro Da Medicina

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como você descreveria o sistema de saúde na futura sociedade integral?

Resposta: Eu acho que na futura sociedade integral, a medicina em si não vai existir.

A origem de todas as doenças é a violação de nossas relações sociais. Uma vez que elas forem restauradas e corrigidas, a pessoa automaticamente se tornará saudável. Quando a sua hora chegar, ela se deitará para dormir e não despertará da serenidade absoluta, sem sentir qualquer problema com isso. Tudo vai ocorrer sem problemas.

Nós precisamos entender que não há nada destrutivo no nosso mundo, exceto o ego. Todas as outras ações, influências, características, eventos negativos, tudo o que parece para nós ou que nós testemunhamos, tudo isso são as manifestações de nossa incongruência entre o nosso ego e a natureza integral, que só pode ser medida em relação à conexão integral entre nós e nada mais.

Se agora eu quero comer duas refeições, em vez de uma, eu não sou considerado um egoísta. Ou se eu quero dormir algumas horas a mais, isso também não é o ego.

Um egoísta é alguém que rejeita a sua conexão correta com os outros, e com isso rejeita todos, desde a conexão correta consigo mesmo, violando o mapa natural das interrelações.

De KabTV “A Medicina do Futuro” 07/04/13

A Chave Para Todas As Fechaduras É O Desejo

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “O Arvut (Garantia Mútua)”: E você evidentemente achará que a entrega da Torá teve de ser adiada até que eles saíssem do Egito e se tornassem uma nação por si mesmos, de modo que todas as suas necessidades fossem satisfeitas por eles mesmos, sem depender dos outros. Isso os qualificaria  a receber o Arvut mencionado acima, e, então, eles receberiam a Torá.

Eu preciso de um grande desejo de receber chamado “Egito”, e preciso tomar uma decisão interna. Eu não tenho a força para realizar isso, mas tenho a força para esclarecer e concluir que quero deixar este Egito, que devo elevar-me acima dele.

De certa forma, eu já sinto que posso obter ajuda do Alto. Através do meu esclarecimento, eu entendo que o avanço espiritual não é senão a integração mútua entre todos num vaso e sua correção pela Luz.

Eu exijo esta Luz. Eu concordo em fazer tudo o que depende de mim. Eu entendo a urgência, necessidade e viabilidade do que está acontecendo e exijo apenas Luz.

Em tal circunstância, eu estou pronto para receber a Torá, ou seja, o método da correção. Eu tenho tudo o que é necessário para essa necessidade: um vaso do tamanho adequado, deficiências, necessidades, consciência do imperativo da correção, conexão, e também uma luta interna comigo a favor ou contra a conexão.

Eu já compreendo e sinto tudo isso, eu concordo com o caminho espiritual e desejo-o. Falta-me apenas a Luz que Reforma. Eu estou pronto para trabalhar com todos esses componentes que são encontrados em mim para obrigar a influência da Luz que Corrige.

Portanto, eu chego a um ponto de inflexão: do ​​meu lado, eu alcancei tudo o que foi necessário para um primeiro contato, e finalmente entro em contato com a Luz superior.

É importante lembrar aqui que o Criador não é aquele que aceita a decisão de me dar a Luz que Reforma. Pelo contrário, sou eu mesmo quem estabelece isso. Portanto, não se deve esperar nenhuma bondade e misericórdia do Alto, como está escrito: “Um tolo cruza as mãos, senta-se e come a sua própria carne”. Nada vem apenas do Alto; sou eu especificamente quem abre todas as portas.

Mesmo que nós falemos de relações mútuas entre a pessoa e o superior, sou eu quem na verdade constrói o superior. A Luz superior está em repouso absoluto. Tudo depende apenas do meu vaso, do meu desejo. Se eu estou pronto para abrir a válvula, a torneira, então a Luz superior chega e executa a ação desejada.

Tudo depende da pessoa, dos seus esforços com as fontes primárias, com o professor, com o grupo, com a disseminação. Tudo inicia a partir de baixo. Se eu tenho um desejo forte e correto abaixo, ele vai abrir as portas e ativar todas as forças espirituais do Alto. A base de tudo é a preparação do inferior.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 05/05/13, “A Garantia Mútua

“Trabalhadores São Procurados Na França Mesmo Com O Crescimento Do Desemprego”

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da Euronews): “Mesmo que os últimos números do desemprego na França mostrem mais gente procurando emprego do que em qualquer outro momento no passado, os empregadores estão reclamando que não conseguem encontrar trabalhadores.

“A agência de emprego do governo diz que quase metade de todas as empresas francesas não é capaz de recrutar as pessoas que precisam.

“Maël Bernier, porta-voz da Companhia Empruntis de crédito ao consumo e hipoteca, disse à Euronews: ‘Eu acho que com 3,2 milhões de desempregados, nem todos estão dizendo: ‘Este trabalho não é para mim’. Por isso é possível que haja uma incompatibilidade entre as qualificações dos que buscam trabalho e o que as empresas estão procurando’”.

“A inadequação afeta particularmente empresas de engenharia, mas também lar de idosos, enfermeiras de hospitais, empregos de limpeza e restauração, a indústria têxtil e a construção civil”.

Meu comentário: Por que alguém deveria trabalhar se os benefícios do desemprego são decentes ou ele nunca trabalhou? É claro de qual tipo de “especialistas” nós estamos falando aqui. Pode-se dizer que sem a reeducação os números só vão piorar.

Como Na Grécia

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (de France24): “O Parlamento da Grécia aprovou no domingo um projeto de lei emergencial que abre caminho para milhares de demissões no setor público e resgata 8,8 bilhões de euros (11.500 milhões dólares) em empréstimos internacionais.

“O projeto de lei, que foi aprovado numa votação 168-123, permitirá as primeiras demissões do serviço público em mais de um século. Cerca de 2.000 funcionários serão demitidos até o final de maio, com outros 2.000 seguintes até o final do ano e mais de 11.500 no final de 2014, para um total de 15.500”.

Meu comentário: Não é mais fácil em países como este reformar a estrutura do estado inteiro ao igualar o segmento de menor renda da população, introduzindo a escolaridade obrigatória aos desempregados (em canais de televisão), incentivando a criação de fundos de ajuda mútua, etc.? A principal tarefa que o governo enfrenta é a de ocupar a população ociosa e transformá-la na vanguarda da sociedade do futuro por meio da educação.

Nossa Única Esperança É A Luz

Dr. Michael Laitman with StudentsNossa única esperança é usar a Luz que Reforma, que nos traz a fé (a Luz de Hassadim) e a Torá (a Luz de Hochma) em nossos vasos corrigidos.

Nosso papel é nos amarrar constantemente ao Criador, isto é, aos Seus atributos. É como se nós quiséssemos nos esconder Nele, como num estado de embrião (Ubar), ou assemelhar-nos a Ele, como num estado de pequenez (Katnut), ou ser Seus parceiros, como no estado de grandeza (Gadlut). Nós queremos nos fundir com Ele de tal forma que possamos ser capazes de realizar todas as ações com Ele, nem antes nem depois Dele, mas em conjunto, ao adquirir Dele todos os atributos de doação e amor ao próximo.

Tudo é atingido pela Luz que Corrige no caminho para a conexão total: Israel, a Torá e o Criador são um. O Criador é o atributo de doação e amor. A Luz que nós podemos receber Dele é a nossa conexão com Ele. Assim, nós avançamos até chegar à unidade. No entanto, tudo isso é alcançado pela autoanulação, pela vestimenta na Luz de Hassadim, e depois pela vestimenta na Luz de Hochma.

No caminho, nós alcançamos a fé, a Luz de Hassadim, os desejos de doar, o estado de pequenez. Então, nós chegamos à fé completa, a vestimenta da Luz de Hochma em Hassadim, o estado de grandeza. Esta ação é realizada através da adesão ao ambiente que me dá um exemplo do Criador. Em vez de trabalhar com Ele, eu trabalho com o ambiente, que é a mesma coisa. É porque eu não sinto que algo entra no meu desejo de receber, e assim não sinto os outros, nem o Criador. É por isso que se diz: “do amor das criaturas ao amor do Criador”, que é a única maneira que podemos avançar.

Caso contrário, eu sempre vou falhar e mentir para mim mesmo que sou um justo completo. É por isso que as ações de diferentes organizações e pessoas neste mundo mostram quem é motivado pelo amor ao próximo e por quem é a coisa mais preciosa, pois decorre do propósito da criação. Este é o critério segundo o qual nós podemos identificar aqueles que estão perto de nós. Porém, por enquanto, eu não identifiquei ninguém.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 30/04/13

Colocar O Criador A Serviço Da Meta

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Arvut (Garantia Mútua)”: No lado positivo, se eles mantiverem o Arvut até que cada um cuide e satisfaça as necessidades dos seus amigos, eles poderão observar integralmente a Torá e Mitzvot, ou seja, dar satisfação ao seu Criador

As relações com o Criador são estabelecidas num vaso coletivo sob a influência da Luz geral. A forma geral de doação que nos é revelada é o Criador. Portanto, como está escrito: “Israel, a Torá e o Criador são um”.

Mas, por enquanto, nós temos que considerar o Criador como um meio e não como a meta. Nossa meta deve ser a conexão no grupo e a garantia mútua. Se eu defino a garantia mútua como a meta imutável, e que não há nada mais sublime do que isso, eu tenho que atrair todas as forças em conjunto, e o Criador me serve nisso.

Ao exigir a Luz que Reforma, nós realmente queremos que o Criador nos sirva e nos corrija. É por isso que nós a atraímos, e não há nada do que se envergonhar. No final, é sobre esse estado que está escrito: “Meus filhos Me derrotaram”. Aqui, a nossa abordagem deve ser muito prática e eficiente.

Portanto, nós formamos um vaso coletivo e, assim, desenvolvemos a nossa atitude para com o Criador, começamos a entender quem e o que Ele é, e o que está oculto por trás deste conceito.

Tudo é atingido nos vasos (desejos), nos desejos, e não por pensamentos abstratos que não têm nada a ver com entender o Criador. Nós ainda não chegamos perto Dele, mas já estamos tentando imaginá-Lo e, por isso, criamos um ídolo…

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 05/05/13, “A Garantia Mútua”

Uma Dieta Saudável Para O Embrião

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que se entende por “o embrião come o que a mãe come”?

Resposta: O embrião concorda com tudo o que recebe, e aceita tudo como a melhor coisa possível, embora isso seja totalmente repugnante para o seu ego. Ele anula seu ego e, embora não sinta a influência que recebe, ele recebe de forma passiva, sem verificar as coisas, isto é, “acima da razão”, e valoriza tudo o que recebe como a coisa mais benéfica e saudável para o seu desenvolvimento.

Nós todos sabemos que o alimento mais nutritivo é sempre a comida menos saborosa. Existe alimento saboroso, e existe alimento nutritivo, e estas são duas coisas diferentes. No entanto, uma vez que é saudável atingir a meta, e a meta é muito importante para a pessoa, ela aceita o alimento que repugna o seu ego, atribuindo grande importância a esta alimentação.

Isto é o que acontece nos graus de Ibur (concepção) e Yenika (sucção). No estado de grandeza (MochinGadlut), acontece o contrário: a pessoa começa a sentir um grande prazer em doar. Então, ela tem que trabalhar contra isso de forma a não receber esse prazer para si. Isso é chamado de “receber a fim de doar”, quando ela vê que o Criador é realmente bom e benevolente. Ela não se restringe mais ou se anula  como nos estados de Ibur ou pequenez (Katnut).

No entanto, se o embrião critica o alimento que o superior lhe dá e não o aceita como bom, então ocorre um “aborto espontâneo”, uma queda do grau de Ibur.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/05/13, Escritos do Rabash