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A Vida Impessoal

Pergunta: Como é que vamos sentir a conexão correta?

Resposta: A ligação correta é quando sentimos apenas a conexão e não nos sentimos a nós mesmos. É exatamente o oposto do que está a acontecer agora.

Se todos nós desconectarmos de nós mesmos, vamos sentir apenas as conexões entre nós, isto é, o corpo geral que vive e existe. Cada um não vai sentir a sua própria célula individual, mas que está incluído em todo o corpo, e vai dar de si mesmo até que não se sinta a si próprio mas apenas o corpo em geral. Isso significa que teríamos atingido a conexão.

Então, o sentimento coletivo de vida no corpo geral, de que não pertence a ninguém pessoalmente mas é o resultado da conexão entre nós, esse sentimento é chamado o Criador.

Este vaso é chamado Adam (um humano), e o seu preenchimento é chamado o Criador, a Luz da vida, a força de doação mútua.

Da 1 ª parte da Lição Diária da Cabala 20/09/12, Escritos do Rabash

Convenção De Unidade 20-22.09.2012

Convenção De Unidade 20.09.2012

Convenção De Unidade 21.09.2012

Convenção De Unidade 21.09.2012

Convenção De Unidade 22.09.2012

Em Que Ombro Devemos Chorar?

Pergunta: Segundo as estatísticas, 90% das mulheres transmitem todos os seus segredos aos seus amigos do sexo feminino, e 90% dos homens transmitem todos os seus segredos às suas esposas. As mulheres têm a necessidade de compartilhar seus sentimentos mais profundos com um amigo próximo. Isso está certo? Ou será que esta situação precisa ser mudada?

Resposta: Nós não trabalhamos com esses tipos de problemas ou consideramos necessário nos envolver nessas áreas da comunicação humana e da psicologia porque não estão diretamente e estritamente relacionados com a integração da sociedade. As pessoas se comunicam com os outros da maneira que acham mais confortável. Ao mesmo tempo, nós não lhes impomos nada, porque a comunicação a um nível natural, animal, não nos interessa.

O que nos interessa é o quanto somos capazes de levantar uma pessoa acima de si mesma para a integração com os outros. Precisamos cultivar a sensação de que eles começam a experimentar num grupo o sentimento integral que acontece principalmente entre os homens, e é isso que precisamos prestar atenção. Todas as outras questões a respeito de quem compartilha com quem e o que eles têm em suas vidas cotidianas não nos interessa.

Naturalmente homens compartilham com suas esposas. Como regra, um marido tem uma necessidade interna para compartilhar com sua esposa e receber sua aprovação. Ele tem essa necessidade toda a sua vida começando com sua mãe.

As mulheres não têm esse estado. Quando ela é jovem, ela tem uma mãe, e mais tarde apenas um amigo do sexo feminino que é capaz de a compreender ou de alguma forma apoiá-la, ela precisa de um ombro para chorar porque seu marido não a entende.

De uma palestra sobre educação infantil Integral 04/03/12

Desconectar

Dr. Michael LaitmanNossa Convenção começa, e estamos ocupados apenas com a conexão, apenas com a união. Deste momento até o final da Convenção, eu não me lembrarei de mais nada e não falarei uma palavra sobre o mundo externo; nós estamos focando apenas em nós mesmos e em nossos amigos, onde quer que estejam.

Não falem nem pensem no que está acontecendo no mundo. Afinal, se uma pessoa se corrigir através da conexão, os mundos de BYA serão equilibrados e as forças equilibradas irão habitar em toda a natureza. Se nós, o Bnei Baruch, nos corrigirmos, a afluência certamente vai fluir de nós todos; ela irá fluir para os canais que nos conectam com o mundo inteiro.

Baal HaSulam escreve sobre isso na Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot, Item 4: Quando os filhos de Israel são complementados com o conhecimento completo, as fontes da inteligência e do conhecimento devem fluir para além das fronteiras de Israel e abastecer todas as nações do mundo.

Assim, nós também temos que disseminar a sabedoria da Cabalá entre as nações do mundo, mas nós temos que executar a correção, não elas. Durante a Convenção nós esquecemos tudo: casa, disseminação e o mundo. Não há nada, exceto o lugar onde estamos, juntamente com os nossos amigos que estão conectados a nós de todo o mundo. Nós estamos juntos num só coração. Nós estamos totalmente desconectados do mundo externo, entrando mais profundamente.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/09/12, “Introdução ao Livro Panim Meirot uMasbirot

Como Não Omitir?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós começamos a nossa convenção, depois de ter passado por muitas coisas. Como podemos manter a meta como um buldogue que não solta sua mão? Como podemos encontrar a vitalidade do nosso esforço e não exigir uma recompensa barata na forma de uma impressão?

Resposta: Vocês devem sentir prazer pelo seu esforço. Não importa se a convenção é um sucesso; eu gosto do fato de estarmos fazendo um esforço conjunto.

Vocês devem entender que não há pausas na espiritualidade. Se vocês não colocarem uma pressão constante, a espiritualidade desaparecerá. Ela existe enquanto o momento seguinte é diferente do momento presente. Vocês têm que estar numa ascensão constante, e constantemente acrescentar algo. Esta adição, a diferença entre os momentos é o sentimento da vida espiritual.

Um estado só pode parar ou congelar aqui no nosso mundo inanimado. É por isso que ele existe, de modo que a partir daqui o nosso caminho seja iniciado. Portanto, nós temos que receber prazer, colocando uma pressão cada vez mais forte, e ter o prazer de nossos esforços.

Pergunta: Será que nos fixamos no esforço?

Resposta: Vocês têm que construir a grandeza daquele a quem vocês doam.

Pergunta: Como eu posso transformar este esforço num esforço coletivo?

Resposta: Não pode ser diferente. Você não pode localizar o Criador por si mesmo, mas apenas com os outros. Afinal, o “Criador” é o grupo, é o seu centro: este é o lugar onde você canaliza a doação crescente e de onde recebe prazer. O prazer é causado pela adição e não pelo estado em si. Assim, a pessoa que ganhou um milhão de dólares quer mais no minuto seguinte, e não se detém no que alcançou.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 20/09/12, “Introdução ao Livro, Panim Meirot uMasbirot

Vamos Falar Sobre Algo Fora Deste Mundo

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que é melhor de ser discutido num grupo de educação integral e o que é melhor não discutir?

Resposta: Figurativamente falando, nós devemos falar apenas sobre o amor e a amizade. Nós não examinamos nossos estados, porque todos eles existem no nível animal.

Primeiro, nós temos que subir ao nível “Humano”, criar uma imagem generalizada dele, a nossa qualidade comum de doação e amor, nossa atitude para com o outro. Nós só podemos realizar discussões no nível da rede de inter-relações corretas entre nós, e apenas sobre coisas que fortalecem nosso estado coletivo.

Por que isso? Porque, ao nos tornarmos mais fortes dentro deste estado nós começamos a gerar certa força que ilumina o nosso estado atual de animais e ele começa a mudar. Somente a partir de um estado mais elevado nós podemos mudar o nosso estado inferior. Todos os nossos conflitos vão desaparecer gradualmente ou aumentar antes de desaparecer, e sobre esse pano de fundo nós estamos desenvolvendo nossa conexão.

Da Discussão sobre Formação Integral 04/03/12

Um Pedido Que Abre Os Portões

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como eu faço para me esforçar ao máximo para me despertar?

Resposta: O superior nos desperta desde o início. Como se diz: “Eu sou o primeiro”. Este primeiro despertar é dado à pessoa antes que ela comece a ansiar pela espiritualidade. Caso contrário, ela não teria tido tais pensamentos desde o início e isso não tocaria o seu coração.

Tudo começa a partir de um despertar do Alto, chamado de “Reshimo” (reminiscência, gene informativo) – uma razão, a influência dos amigos, um desejo que de repente é evocado, uma canção – é assim que eu sou acordado.

O despertar sempre vem do superior, mas geralmente de forma oculta, sem uma conexão com ele. É como se eu acordasse por acaso, de repente. O superior se oculta de propósito, para não roubar o “livre arbítrio” de mim. A questão é como eu vou trabalhar com esse despertar, como vou responder a ele?

Em primeiro lugar, eu entendo que recebi o despertar do superior e agradeço por Ele me despertar? Além disso, eu tenho que esclarecer para que exatamente eu despertei? Que opções eu tenho?

Este é o esclarecimento da questão sobre o significado da vida, que agora eu tenho que me perguntar: “Qual é a questão da minha vida? Por que eu deveria continuar vivendo?”, ou seja, o que é que o meu ego, meu desejo, visam? Pra que estou vivendo?

Eu começo a esclarecer o objetivo da minha vida de uma forma mais precisa, classificando os desejos, até encontrar o desejo mais útil pelo qual realmente compense viver. Suponha que eu tivesse um último minuto para viver, e tivesse a chance de pedir uma única coisa, o que eu pediria, neste último minuto?

Eu tenho que esclarecer que a coisa mais importante para mim é o que eu devo pedir. Ao nos aprofundarmos neste esclarecimento, vemos que só podemos fazê-lo num grupo. Afinal, ele é o padrão do mundo superior, como se o mundo superior descesse em nosso mundo.

Por um lado, as relações entre os amigos são egoístas e elas esclarecem este mundo para nós. No entanto, ao mesmo tempo, nós temos um ponto no coração, que nos permite construir uma camada de relações superiores, chamado de outro mundo, o mundo superior.

Então, nós seremos capazes de trabalhar em dois planos: suprimir a camada inferior, egoísta, tanto quanto pudermos, tentando construir outra camada acima dela, um novo nível de relações baseadas no amor, preocupação mútua, garantia mútua e conexão.

O grupo nos permite construir o modelo das relações superiores. Ele nos proporciona muitas oportunidades para trabalharmos mutuamente em nossa inveja, cobiça, ódio e amor. Graças a isso, nós entendemos por que nos comportamos de uma maneira e não de forma diferente, e começamos a entender nossos estados. Assim, rapidamente esclarecemos o nosso único pedido correto.

Nós examinamos os outros pedidos e vemos que todos são triviais e temporários e assim nos afastamos deles. Diz-se: “Todos os portões estão trancadas, exceto o portão das lágrimas”, ou seja, exceto a última porta onde exigimos a adesão de acordo com a equivalência de forma. Afinal, nós fizemos tudo o que podíamos, tentamos realizá-la e vimos que não podemos. Nós não descansamos, mas sim exigimos e pedimos, e, assim, alcançamos o que desejamos.

Esta preparação inclui diversas fases: a sensação de exílio, o domínio do Faraó, e em seguida, a luta contra ele, até que conseguimos escapar e chegar ao nascimento espiritual.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalpa 19/09/12, Escritos do Rabash

Primeiros Socorros Para Os Doentes

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como o grupo pode despertar-me?

Resposta: Isso faz parte da nossa garantia mútua. Eu devo sentir que, se eu não os desperto, eles não farão o mesmo por mim.

Este é realmente o problema: Por que nós caímos no sono e não avançamos, retardando o mundo? Em vez de levar o mundo que está atrás de nós à correção, nós estamos esperando que o mundo descubra sua doença, a quebra, mais e mais.

Se um parente próximo, alguém que é muito caro a você, seu filho, fosse gravemente doente, e se sentisse pior a cada dia, você esperaria tranquilamente até que ele estivesse numa condição fatal? Será que você não procuraria uma cura para ele em todos os sentidos possíveis? Será que você não faria nada para encontrar uma maneira de convencê-lo a tomar o remédio?

Você também se preocupa com o mundo dessa forma? Se não, então você não está realizando o seu trabalho. O grupo não o desperta, e você não está despertando o grupo.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/09/12, Escritos do Rabash

Celebrando O Novo Nível

Dr. Michael LaitmanTudo começa e termina nos vasos que temos que preparar. A Luz superior está num estado de repouso absoluto, o que significa que a plenitude existe desde o início. No entanto, por nossas deficiências, pelo nosso esforço, nós estimulamos esta totalidade a deixar a fonte e ser revelada 620 vezes mais do que a forma da centelha em que se esconde.

Toda a Luz de Ein Sof (Infinito) é o nível mais baixo, mínimo, Nefesh de Nefesh, que existe antes de começarmos a exigir. Através da nossa exigência, pela deficiência nos vasos que se expandiram, nós transformamos esta Luz em NRNHY de NRNHY. Portanto, tudo depende da medida em que preparamos nossas deficiências.

Soprar o Shofar simboliza Rosh Hashaná (Ano Novo). Isso significa elevar a beleza (Shufra) de doação, amor e conexão dos atributos do Criador. Isso se torna a razão para um feriado: a nossa capacidade de nos elevar e preferir o atributo de doação, em vez do atributo de recepção.

Assim, nós preparamos o vaso correto dentro de nós e começamos o novo ano, a nova fase, o novo nível. Esta é uma lei para Israel, ou seja, para aqueles que querem ascender Yashar El (direto ao Criador) de acordo com as três linhas.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 19/09/12, Escritos do Rabash

O Sistema Financeiro Na Rede Mundial


Opinião (da Nature): “Os reguladores financeiros e mentores políticos devem se concentrar em instituições financeiras que são ‘muito centrais para falhar’, bem como aquelas que são ‘muito grandes para falir’, sugere uma pesquisa publicada esta semana no Scientific Reports’… Os autores descobriram que durante o pico da crise, um grupo de 22 instituições financeiras, que receberam a maior parte dos empréstimos, tornou-se mais central para a rede, o que significa que o padrão de cada uma teria um maior impacto econômico em toda a rede.

“Nós representam instituições financeiras (selecionado como explicado no texto). Elos (links) de saída representam o impacto potencial estimado de uma instituição para outra. Os nós são posicionados dentro de um círculo de raio 1, centrado em 0. … Assim, quanto mais próximo um nó está do centro, mais elevada é a sua classificação de débito. Um nó no centro (classificação da dívida = 1) é capaz de colocar em perigo todo o valor econômico da rede. O ranking dívida diminui afastando-se para esquerda ao longo da espiral. Ao mesmo tempo, o diagrama permite visualizar a estrutura da rede e comparar a importância de quaisquer dois nós dados. O tamanho e a cor do nó refletem o valor de classificação da Dívida (nós maiores e vermelhos têm classificação mais elevada da dívida). A cor de um elo reflete a classificação da dívida do nó da qual ele se origina (elos vermelhos se originam do nó com alta classificação de Dívida e têm alto impacto nos nós de destino). (A) Período um, no início da crise. A maioria dos nós têm baixos níveis de classificação de débito, ou seja, estão localizados perto da fronteira. (B) Período quatro (auge da crise). Os nós têm níveis comparáveis ​​de classificação da dívida. No entanto, eles também são muito mais centrais, ou seja, podem afetar uma grande fração do valor econômico total. Um único calote tem a probabilidade de desencadear uma falha sistêmica”.