Textos na Categoria 'Educação'

Aulas Gravadas: Congresso Latino Americano de Cabalá, “Celebrando a Vida” 2012

 

 
Olá, amigos!
Estamos felizes em informá-los que as aulas do Congresso Latino Americano de
Cabalá, “Celebrando a Vida” já estão disponíveis para download.
O Congresso ocorreu de 4 a 6 de
maio de 2012, em Águas de Lindóia, São Paulo, com a participação do Cabalista
Rav Michael Laitman. Caso você não pôde ir e deseja assistir a elas, basta salva-las
para poder assistir no seu computador através dos seguintes links:

Dia 4 de maio 2012:

Aula 1:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_o_rav_2012-05-04_lesson_congress_n1.wmv
Workshop 1 (espanhol):
http://files.kabbalahmedia.info/video/spa_t_norav_2012-05-04_program_congress_sadna-1.wmv

Dia 5 de maio de 2012:
Aula 2:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-05_lesson_congress_n2.wmv
Workshop 2:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-05_program_congress_sadna-2.wmv
Aula 3:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-05_lesson_congress_n3.wmv
Workshop 3:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-05_program_congress_sadna-3.wmv
Aula 4:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-05_lesson_congress_n4.wmv


Dia 6 de maio de 2012:
Workshop 4:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-06_program_congress_sadna-4.wmv
Aula 5:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-06_lesson_congress_n5.wmv
Workshop 5:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-06_program_congress_sadna-5.wmv
Workshop 6:
http://files.kabbalahmedia.info/video/por_t_rav_2012-05-06_program_congress_sadna-6.wmv

Andando Com A Natureza

Dr. Michael LaitmanÉ impossível resolver os problemas da sociedade moderna sem a educação, a qual ensinará a pessoa a viver num mundo integral, ajudará a reconstruir as conexões que perdemos com nossos filhos, nosso cônjuge, o chefe no trabalho, as autoridades, o mundo e toda a natureza, incluindo os animais de estimação em casa. A pessoa deve aprender a estabelecer laços externos, o que significa que deve aprender a sair de si mesma e começar a se conectar com alguém de fora, mesmo com o seu gato de estimação.

Nosso futuro depende de como aprendemos a estabelecer as conexões certas entre nós, de modo que todos, ao manter sua singularidade, aprendam a expressar-se na sociedade. Primeiro temos que parar de culpar a vida e reclamar do que está acontecendo. Todos os fenômenos negativos na sociedade e na família, que assistimos nos dias de hoje, são resultado do nosso desenvolvimento. Nós devemos parar, fazer um corte na situação atual e estudá-la cuidadosamente, levando em conta todas as estatísticas.

Depois, devemos estudar a história que nos trouxe a esta situação. A partir deste momento, aprendendo sobre os acontecimentos que levaram a este ponto e examinando as estatísticas sobre o estado atual, vamos continuar a estudar a tendência futura. Nós temos que entender que esse desenvolvimento vai ocorrer de uma forma ou de outra, quer gostemos ou não. Se resistirmos, a natureza vai nos forçar a seguir esta trilha. Mas, se aspiramos a este desenvolvimento por nós mesmos, vamos avançar de forma rápida, fácil e agradável.

A tendência natural do desenvolvimento é a conexão geral, a integralidade mundial. Portanto, nós temos que aprender a nos adaptar por nós mesmos a todos os eventos futuros que nos levam a tal conexão integral, a fim de passar por eles de forma fácil e com sabedoria. Da mesma forma que preparamos as crianças para a vida, temos que nos preparar agora para a nova vida futura. Isso envolve todos os aspectos da nossa vida, as relações na família, com nosso cônjuge, com as crianças, e com o mundo inteiro. Desejo-lhes toda a sorte!

Da “Discussão sobre uma Nova Vida ” # 19, 2/02/12

Será Que Encontramos O Gene Da Gentileza?

Dr. Michael LaitmanOpinião (Michael Poulin, psicólogo da Universidade de Búfalo): “O que faz algumas pessoas doar sangue e cozinhar para os seus vizinhos, enquanto outras murmuram sobre os impostos por trás de cortinas fechadas? Um novo estudo publicado na Psychological Science, uma publicação da Association for Psychological Science concluiu que parte da resposta, mas não toda, pode estar em seus genes.

“Os hormônios ocitocina e vasopressina são produzidos ​​para afetar a forma como as pessoas se comportam em relação umas às outras. Por exemplo, testes de laboratório descobriram que as pessoas jogam melhor em jogos econômicos após ter a oxitocina esguichada no nariz. ‘Esta é uma tentativa de levar um pouco disso para o mundo real’, diz Michael Poulin.

“‘O que faz você pensar em um de seus vizinhos como realmente generoso, atencioso, civilizado, enquanto que o outro é mais egoísta, avarento e negligente em contribuir com sua parte?’, pergunta Poulin. O DNA desses vizinhos pode ajudar a explicar por que um deles é mais agradável. ‘Não estamos dizendo que encontramos o gene da gentileza’, diz ele. ‘Nós encontramos um gene que dá uma contribuição, mas eu acho que há algo legal no fato de que ele só dá uma contribuição na presença de certos sentimentos que as pessoas têm sobre o mundo a sua volta’”.

Meu comentário: A Cabalá acredita que a formação deve ocorrer sob influência do ambiente correto em que há uma combinação harmoniosa de rigor e amor.

A Extraordinária Leveza Do Ser

Dr. Michael LaitmanO divórcio tornou-se muito comum hoje em dia. Há um aumento no número de casais divorciados recentemente e sua idade está caindo. Alguns casais se divorciam nos primeiros anos de casamento. Há uma teoria de que o casamento pode estar acabando. Afinal, a vida é cheia de tentações e é muito difícil viver com a mesma pessoa uma vida inteira.

Uma mulher que tem uma família e filhos, de repente sente que não ama mais seu marido. Ele pode ser um bom marido e bom pai, mas não importa, ela simplesmente não o ama. Há um novo fenômeno natural que é comum entre muitas mulheres que, de repente, perdem o sentimento de dependência interna e conexão com seu marido.

Isso nunca foi típico das mulheres. Uma mulher que vivia com o marido sempre se acostumava a ele e sentia que pertencia a ele. De repente, tudo isso se foi. Este é o resultado natural do nosso desenvolvimento. Não devemos culpar as mulheres se este é um fenômeno natural. Primeiro temos que estudar o fenômeno e ver o que fazer em relação a isso.

Isso é resultado do nosso desenvolvimento: nós deixamos o nível animal e subimos ao nível humano (Adão), que se assemelha (Domeh, em hebraico) à Natureza global. Uma vez que agora temos que nos conectar com esta Natureza geral, com toda a humanidade, isso quebra as nossas conexões pessoais. A Natureza quer “abrir nossos olhos”, para nos tirar do quadro familiar para que possamos voltar a ele mais tarde, porém num nível diferente.

Todo mundo se lembra da sensação de estar apaixonado, das emoções fortes e incomuns, do entusiasmo, da inspiração e da plenitude, pelos quais vale a pena estar juntos e construir uma família. Porém, com o tempo, esse sentimento desaparece. Então, por que naturalmente nos apaixonamos, e mais tarde isso desaparece, obrigando-nos a olhar para isso todas as nossas vidas?

A Natureza quer que alcancemos o amor verdadeiro e rompamos o amor egoísta animal que não dura. Nós temos que mudar a atração instintiva pelo sexo oposto, causada pela paixão natural e os hormônios, para uma conexão mais proposital.

A conexão normal é formada porque estamos vivendo pelos filhos ou por uma casa compartilhada. Além disso, é conveniente estar juntos, já que podemos ajudar uns aos outros e apoiar-nos mutuamente quando envelhecermos. Mas hoje nós temos que encontrar uma maior conexão interna. É impossível manter uma pessoa nos quadros antigos: ela pode jogar fora tudo e ir embora. Os filhos crescem e saem de casa e não há nada que nos mantenha juntos; por isso nós dividimos tudo o que temos e nos divorciamos. Vemos isso em toda parte.

A fim de manter a unidade familiar, nós precisamos de um motivo mais sublime. É assim que temos que alcançar a paz e a compreensão em todo o mundo, uma vez que não sobreviveremos de outra forma. Mas quando nos conectamos com o mundo todo, porque não temos escolha, de repente descobrimos que o lucro principal não é o sucesso econômico! Ele foi apenas a desculpa para nos forçar a construir melhores conexões.

De repente, nós realmente descobrimos que há um sentimento totalmente novo nessa conexão, que nos desprende da vida corpórea. Nós sentimos uma vida mais plena, mais espiritual. De repente, nós descobrimos uma satisfação que não sentimos em toda a nossa vida. Nós simplesmente flutuamos no ar, sentindo a extraordinária leveza do ser sem sentir a morte.

Antes, eu tinha que me conectar sob as pressões da Natureza, que definia a condição: “Você se conecta ou aqui será seu local de sepultamento”. Porém, depois eu me surpreendia ao descobrir que essas relações são totalmente diferentes. Eu simplesmente não podia imaginar que isso daria uma maior satisfação, acima de toda essa vida.

Não importa o quanto você diga a uma pessoa sobre isso, ela não vai entender. Portanto, a Natureza nos empurra por trás pelo sofrimento, obrigando-nos a conectar antes de nos destruir. Nós nos conectamos porque não temos escolha, exceto descobrir no final a beleza nessa conexão.

A mesma coisa acontece na família. Agora, nós nos odiamos e não queremos estar juntos; queremos nos divorciar. Mas se cada um de nós descobre no mundo a falta de amor, a necessidade e o desejo de amar, e se cada um de nós entende que satisfação sublime o amor traz, nós vamos querer ter essas relações em nossa família. Nós vamos voltar para a família depois que aprendermos a amar o mundo inteiro! Então, vamos querer chegar a uma conexão interna e pessoal com o cônjuge.

Portanto, não importa que nos tornemos velhos após vários anos e não sejamos tão atraentes quanto antes. Não vamos nem prestar atenção nisso. Vamos sentir o primeiro amor, mas de uma forma totalmente diferente, e só depois aprenderemos a construir relações internas, conectando-nos com o mundo inteiro.

Da “Discussão sobre uma Vida Nova” # 19, 02/02/12

Ser O Meu Próprio Instrutor

Dr. Michael LaitmanNós esperamos que gradualmente alcancemos um nível de concordância na sociedade (no Estado), e entre as pessoas, quando elas começarem a entender que ninguém pode mudá-las, exceto elas mesmas, e que não serão capazes de mudar o mundo sem mudar a si mesmas; que o mundo é a percepção da pessoa, o seu próprio reflexo, e é por isso que é necessário jogar como se estivesse no futuro, de modo que este futuro se torne o presente. Como Kozma Prutkov disse uma vez: “Se você quer ser feliz, seja feliz”. Em geral é assim que é.

É por isso que um instrutor deve ser também um tipo de psicoterapeuta. Ele deve entender as pessoas muito bem e saber tudo sobre isso. Os instrutores devem concluir cursos e terem muita experiência. Eles precisam estudar fórmulas exatas de comportamento, mudança e reações humanas. Em outras palavras, o fundamento da sua experiência deve conter cenários específicos com entradas e saídas apropriadas. Eles devem entender o que estão fazendo com as pessoas e os tipos de reações que as pessoas podem ter, e precisam saber exatamente o que precisam para alcançar a saída.

Além disso, ao trabalhar com um grupo de adultos, também temos que transformá-los em instrutores enquanto trabalhamos com eles, porque cada pessoa, em geral, é seu próprio instrutor. E quando ela interage com os outros, verifica-se que todos estão instruindo uns aos outros. Em outras palavras, este trabalho tem dois lados, é o trabalho da parceria entre todas as pessoas.

E mesmo que no início haja instrutores, educadores, professores e metodólogos trabalhando com o grupo, o grupo recebe todo o método deles, toda a cadeia de mudanças que deve experimentar, todo o programa, todas as leis exatas de comportamento, as leis de influência e de permuta entre si. No final, todos no grupo chegam a um ponto em que podem aplicar este método em si e nos outros, e ativamente interagir com o restante, tendo compreensão exata de como se transformar sob a influência do grupo.

Em outras palavras, quando uma pessoa termina em qualquer cenário, ou até mesmo num cenário ocasional, ela sente exatamente como se comportar e corrigir esta situação para que ela possa influenciá-lo e fazê-lo ter uma influência correta sobre ela. Desta forma, ela sempre será capaz de trabalhar corretamente com o ambiente e, simultaneamente, torná-lo um instrumento para si e para o grupo que ela influencia.

Da “Conversa sobre Educação Integral” 27/02/12

A Solução Encontra-se Na Educação Das Mulheres?

Dr. Michael LaitmanOpinião (Ashok Gadgil,Diretor da Divisão de Tecnologias em Energia Ambiental do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley): “Somos uma civilização global, temos operações globais, atividades econômicas globais, e somos dependentes dos recursos do planeta. Nossa civilização é tão grande e poderosa que podemos estupidamente destruir uma fina película de vida em nosso planeta…

“Como resultado, a tarefa principal, na minha opinião, é descobrir quais devem ser as leis da nova economia: consumo, população, indústria, gestão da sociedade.

“Estudos mostram repetidamente que a melhor maneira de controlar a população é educar as mulheres. A educação para a opressão da mulher e resolve um monte de problemas sociais.

Na natureza, toda espécie quer multiplicar e prosperar, mas todos os tipos convivem em harmonia com outras espécies, das quais dependem. Apenas o ser humano quer tomar tudo.

“Este comportamento não pode ser um padrão de comportamento a longo prazo. Nós temos que evoluir, em vez de aumentar o consumo, destruindo o mundo. Hoje, poucas pessoas pensam nas futuras gerações, todo mundo pensa no momento atual”.

Meu comentário: A Cabalá diz que se liberássemos as mulheres do trabalho e as enviássemos para os “cursos de educação e formação integral”, teríamos:

- nos libertado do fardo do desemprego;
- deixado de produzir bens indesejados,
- parado de esgotar os recursos,
- parado de poluir o planeta.

E as mulheres, livres do trabalho desnecessário, e com base no conhecimento adquirido, cuidariam da educação e formação de seus homens e filhos, e teríamos encontrado uma solução para a crise em todas as áreas.

A Primeira Etapa

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que fizemos no workshop está realmente agindo contra o ego. Porém, à medida que o tempo passa, a importância deste trabalho parece desaparecer. Como podemos perceber constantemente a importância deste trabalho em grupo?

Resposta: Todo o nosso estudo baseia-se apenas na anulação do nosso ego, para começarmos a nos sentir como seres integrais e, nessa integralidade, darmos a oportunidade do Criador se revelar, para expressarmos nosso desejo por essa revelação, e sermos felizes em dar-Lhe esta oportunidade. A próxima etapa é a adesão. É assim que a nossa sessão de estudo e cada workshop devem terminar. Nós podemos ter horas de workshop e incluir muito mais atividades, mas por enquanto vamos nos concentrar nisso.

Em geral, este é o padrão básico de acordo com o qual devemos nos comportar. Ele é necessário apenas para sentirmos que saímos nós mesmos de alguma forma. Depois que nós começamos a sentir a Luz que preenche tudo, o estudo torna-se prático. Começamos a ver e senti-la dentro de nós em diferentes formas. Então, nós começamos a notá-la de acordo com a intensidade, a direção, a cor, os atributos e os sentimentos. Neste momento nós já começámos a formação do nosso vaso. Mas esta é a primeira etapa.

Tudo o que envolve o ego está constantemente crescendo, e se depois nós percebermos que lidar com ele é menos importante, isso ocorre porque não lidamos com ele. Nós teremos esses workshops juntos e os tornaremos parte do nosso estudo diário. O tempo chegou para nós incluí-los.

Da Convenção de Vilnius 24/03/12, Workshop 2

Sofrimento Mínimo, Prazer Máximo

Dr. Michael LaitmanEu gostaria de falar sobre a condição que a Natureza coloca diante de nós: nós temos que alcançar o amor absoluto entre todos os sete bilhões de indivíduos no mundo. Esta condição é realmente incontestável? Será que somos capazes de cumpri-la? Será que é realmente assim, que se conseguirmos pelo menos um êxito parcial, se avançarmos nesta direção, nós iremos ver, repetidas vezes, que tudo isso é para o nosso benefício, que isto nos muda, nosso ambiente e toda a vida para melhor?

A essência da Natureza de cada pessoa é a preocupação por si mesma. Uma pessoa é incapaz de pensar em outra coisa. Se examinarmos e estudarmos todas as nossas ações, nós vamos ver que precisamos de energia para realizá-las. Mesmo um simples movimento, como quando mudo a minha mão de um lugar para outro, eu preciso gastar energia. No entanto, esta energia pode aparecer e estar a meu serviço apenas sob a condição de que usando-a, eu vou conseguir algum benefício para mim.

Assim, nós temos a seguinte condição: quaisquer mudanças internas dentro dos átomos ou moléculas, qualquer movimento corporal, qualquer movimento em meus sentimentos e razão, exigem que eu veja qual estado benéfico resultará deste processo. Esta é a forma como eu me relaciono com tudo na minha vida.

Certas ações, eu executo instintivamente. Por exemplo, sempre que eu estou sentado numa cadeira, eu não penso sobre que posição sentar. Durante uma conversa, eu não pondero minhas inflexões vocais. Na maioria dos casos e ações tudo é realizado de acordo com um cálculo interno. Dentro de mim abriga um desejo egoísta de me sentir bem e experimentar uma sensação agradável de bem-estar. Isso eu vejo como o resultado desejado de todas as minhas ações.

A esperança de um bom sentimento age constantemente e me dá segurança em determinado estado. Onde quer que eu possa ir, o que eu estou fazendo ou dizendo, não importa como eu me conduza, tudo isso é apenas para obter os melhores meios possíveis para um bom estado.

Eu quero comer, dormir, festejar. Eu sou obrigado a trabalhar a fim me sustentar. Tudo isso eu faço só para me trazer benefícios. Em essência, toda a minha vida baseia-se em como alcançar o maior lucro com o mínimo de sofrimento e máximo de prazer, a fim de me satisfazer com tudo o que puder.

Com o que eu devo me satisfazer? Isso depende da minha educação, da influência do meu ambiente, da escala de valores que eu recebi, e do hábito que se torna uma segunda natureza. O que me foi ensinado é com o que eu aprendi a conviver, mesmo que seja artificial. É assim que eu vivo, fazendo muitas coisas na minha vida não porque eu queira isso inicialmente, mas porque a sociedade, pais e educadores ensinaram e me acostumar a isto. Como resultado, eu ajo mecanicamente, sem precisar do poder do pensamento.

Existem outras coisas na vida também. Essas coisas que sou forçado a fazer, e que exigem esforço interno, como quando eu me convenço de que vale a pena. Digamos que um alarme toca e eu me levanto mesmo que eu queira dormir. Talvez eu tenha um trabalho difícil e desinteressante, mas ainda assim eu sei que depois de um dia exaustivo de trabalho, vou voltar para minha família e para o ambiente acolhedor e aconchegante onde posso descansar e experimentar sentimentos bons. No entanto, eu tenho que pagar por esses sentimentos, e é por isso que eu estou escravizado.

Todas as minhas ações, todos os contatos com algumas pessoas e o distanciamento de outras, em última análise são projetados para criar uma atmosfera mais agradável para mim. Então, eu estou sempre preocupado em como posso me sentir melhor.

Essa é a natureza de cada um de nós, e que pertence ao nível “animal”. Basicamente, os níveis inanimado, vegetativo e animal da Natureza sempre aspiram a se sentir melhor, a um estado cada vez melhor. Todas as criaturas acreditam que esse estado será equilibrado, que nele não sentirão pressão ou serão puxadas em alguma direção diferente, mas estarão em harmonia com o que imaginam ser uma vida melhor.

Assim, verifica-se que toda a minha vida eu observo a “lei de sentir-me melhor”. Esta é a condição onde existimos, e nossa natureza egoísta constantemente nos orienta em direção a isto.

De KabTV “Uma Nova Vida” Episódio 13, 11/01/12

O que significa Mudar o Mundo?

Pergunta: É possível nós mudarmos o mundo agora, mesmo com suficiente rapidez e eficácia?

Resposta: Mudar o mundo significa explicar como ele é atualmente e como ele deveria ser. Ao corrigir-me começo a ser uma parte integrante de todo este espaço dentro deste sistema, assim que eu mudo o mundo. Quando eu explico para o mundo inteiro o que está acontecendo com ele e como precisamos mudar, a fim de trazer o mundo ao equilíbrio, estou alterando-o.

Basicamente, eu estou explicando para que as pessoas se alterem. Não há coerção na mesma. Eu não posso forçá-las, não posso vir acima com alguma nova sociedade, colocá-las lá, e então o mundo seria melhor, por qualquer meio.

Estamos em um estágio onde não pode haver nenhuma outra alteração. A natureza tem sempre nos levado para a frente. Pensávamos que estávamos mudando o mundo, mas, na realidade, estávamos simplesmente empurrado a felicidade com uma “vara”. Estávamos sempre tentando fazer algo e, finalmente, chegamos a um tal estado onde podemos melhorar o mundo apenas por melhorar a nós mesmos com nossa consciência, uma compreensão racional da natureza, e nossa conexão e equilíbrio com ele.

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Do KabTV de “Fundamentos da Sociedade Integral” 2/26/12

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Uma Pílula Doce Ou Amarga? A Escolha É Sua

Construindo um ambiente para todos

Não há um cronograma ou prazo exato definido para o nosso desenvolvimento, a compreensão, a persuasão, análise e auto-correção, para que de egoístas nos tornemos altruístas , permeados de amor e preocupação uns pelos outros. Não espere por algum período de tempo ou a mudança de gerações, porque as mudanças podem acontecer na nossa geração. Tudo depende de uma prontidão e da medida do seu desejo de mudar.

Como aprendemos nos estudos do livre abítrio, nosso desejo depende inteiramente do nosso meio ambiente. Temos que trabalhar juntos. Uma pessoa não pode trabalhar por si mesma e convencer-se de algo, isso nunca traz resultados positivos. Temos que construir um ambiente, uma sociedade, que vai nos influenciar, e então todo mundo vai mudar. Então vá em frente e construa este ambiente ótimo para todos nós! Com a ajuda deste ambiente seremos convencidos da necessidade deste caminho e rapidamente mudaremos e nos tornamos conectados por meio da garantia mútua.

Como resultado, o ambiente vai influenciar-nos com tal intensidade que as mudanças vão assumir uma velocidade de vôo. Afinal de contas, essas mudanças não dependem do nosso calendário. [Leia mais →]