Textos na Categoria 'Economia'

O Enigma Da Corporação E Da Nação

Laitman_408Nas Notícias (de OpEdNews.com): “A economia dos EUA está a todo vapor, mas a maioria dos americanos não está sentindo isso. Por outro lado, a maioria das economias Europeias ainda esté em mau estado, mas a maioria dos Europeus está relativamente bem. O que está por trás disso? Dois grandes fatos”…

“Os legisladores americanos respondem às demandas de indivíduos ricos (tipicamente executivos e magnatas de Wall Street) e de grandes corporações — aqueles com maior poder de lobby e bolsos mais fundos para bancar campanhas”.

“O segundo fato é que a maioria das grandes corporações Americanas não tem nenhuma aliança particular para a América. Não querem que os americanos tenham melhores salários. Sua única lealdade e responsabilidade é a de seus acionistas — que muitas vezes exigem salários mais baixos para abastecer lucros maiores e preços das ações mais elevados”…

“Por outro lado, as grandes corporações com sede em outras nações ricas são mais responsáveis pelo bem-estar das pessoas que vivem nessas nações”…

“Os governos de outros países ricos muitas vezes elaboram leis através de acordos tripartidários envolvendo grandes corporações e trabalho organizado. Mais este processo vincula suas corporações às suas nações”.

“Enquanto isso, empresas americanas distribuem uma parcela menor dos seus lucros para os seus trabalhadores do que as corporações europeias ou sediadas no Canadá”….

“A classe média dos EUA já não é a mais rica do mundo. Depois de considerar os impostos e pagamentos de transferência, os rendimentos da classe média no Canadá e grande parte da Europa Ocidental são maiores do que nos E.U.A. Os pobres na Europa Ocidental ganham mais do que os americanos pobres.

“Finalmente, quando em mesas de negociação globais – como o processo secreto de elaboração do acordo de comércio “Parceria Trans Pacífica”– empresas americanas não representam os interesses dos americanos. Elas representam os interesses de seus executivos e acionistas, que não apenas são mais ricos do que a maioria dos Americanos, mas também residem no mundo inteiro.

Meu Comentário: Como resultado, nosso egoísmo vai dividir o mundo em vários milhões muito ricos e o resto em bilhões extremamente pobres, e depois prosseguirá para destruir as bocas indesejadas…

De Um Beco Sem Saída Para A Luz

Dr. Michael LaitmanOpinião (Paul Craig Roberts, economista americano e colunista do Creators Syndicate): “De acordo com o conto de fadas econômico oficial, a economia do EUA está em recuperação desde junho de 2009. Este conto de fadas suporta a imagem dos EUA como o porto seguro, uma imagem que mantém o dólar para cima, o mercado de ações e as taxas de juros para baixo. É uma imagem que faz com que uma grande parte dos americanos desempregados culpe a si mesma e não a economia estagnada. A produção industrial, devidamente esvaziada, permanece bem abaixo do nível pré-recessão.

“Parece que os economistas simplesmente desapareceram da face da terra. Ou, se alguns ainda estão presentes, eles perderam suas vozes e não falam.

“Considere o ‘globalismo’. Cada país foi convencido de que a globalização é imprescindível e que não fazer parte da ‘economia global’ significa a morte econômica. Na verdade, ser parte da economia global significa morte.

“Entendam a destruição econômica que o globalismo causou nos Estados Unidos. Milhões de empregos da classe média nas fábricas e trabalhos profissionais técnicos, tais como engenharia de software e tecnologia da informação, têm sido retirados da classe média americana e dado a pessoas na Ásia. No curto prazo, isso diminui os custos de trabalho e beneficia os lucros das empresas norte-americanas que têm postos de trabalho offshore (no exterior), mas a consequência é a destruição do mercado consumidor interno na medida em que os trabalhos que permitem a formação de agregados familiares são substituídos por empregos de meio turno menos remunerados que não permitem.

“Quando os trabalhos na indústria são transferidos para o exterior, as fábricas norte-americanas são fechadas, e a base fiscal dos governos estaduais e municipais declina. Quando os governos têm problemas servindo a dívida acumulada, a tendência é o não cumprimento das suas obrigações de pensão. Isso reduz os rendimentos dos aposentados, os rendimentos já reduzidos à zero ou taxas de juros negativas.

“Se as famílias não podem ser formadas, a demanda por habitação, eletrodomésticos e móveis diminui. Os graduados na faculdade voltam para casa para viver com seus pais.

“Postos de trabalho a meio turno ferem a capacidade de poupar. As pessoas só são capazes de comprar carros porque podem obter financiamento a 100 por cento, e mais, a fim de pagar um empréstimo de carro existente que excede o valor de negociação do veículo, num empréstimo de seis anos.

“Este desenlace da demanda do consumidor, a base para a nossa economia, era totalmente óbvio no início. No entanto, os economistas ou porta-vozes de empresas contratadas prometeram aos americanos uma “nova economia”, que iria fornecer-lhes empregos melhores, mais limpos e melhor pagadores, em substituição dos postos de trabalho transferidos ao estrangeiro. Como eu já apontei por mais de uma década, não há nenhum sinal destes postos de trabalho em qualquer lugar na economia.

“O globalismo, tal como a economia neoliberal, é um instrumento do imperialismo econômico. O trabalho é explorado, enquanto povos, culturas e ambientes são destruídos. No entanto, a propaganda é tão poderosa que as pessoas participam de sua própria destruição”.

Meu Comentário: O egoísmo é invencível! O Livro do Zohar diz que nós estamos sendo preparados para o veneno na ponta da lâmina que o anjo da morte traz à boca, e o ser humano infeliz não tem outra opção a não ser abrir a boca e engolir a gota de veneno.

Afinal de contas, ele sente prazer nisso e só depois: morte! Só pela influência da Luz Superior nós podemos trazer a sua correção. Isto é o que a sabedoria da Cabalá nos explica.

A Economia Do Futuro Infeliz

laitman_220Opinião (Robert B. Reich, Professor de Políticas Públicas da Universidade da Califórnia em Berkeley e membro sênior do Centro Blum para Economias em Desenvolvimento): “Como você gostaria de viver numa economia onde os robôs fazem tudo o que pode ser previsivelmente programado com antecedência, e quase todos os lucros vão para os proprietários dos robôs?”.

“Enquanto isso, os seres humanos fazem o trabalho que é imprevisível – biscates, projetos de plantão, buscar e consertar, conduzir e entregar, minúsculas tarefas necessárias a qualquer hora – e ir compondo apenas o suficiente para viver.

“Preparem-se. Esta é a economia para a qual estamos nos dirigindo agora…

“As novas tecnologias de software estão permitindo que quase todo o trabalho seja dividido em tarefas distintas que possam ser parceladas aos trabalhadores quando necessárias, com a remuneração determinada pela demanda por esse trabalho específico naquele momento particular.

“Os clientes e os trabalhadores são combinados online. Os trabalhadores são classificados em qualidade e confiabilidade. O grande dinheiro vai para as corporações que possuem o software. Os restos vão para os trabalhadores sob demanda (on demand).

“Considere o serviço ‘Mechanical Turk’ da Amazon. A Amazon chama isso de “um mercado de trabalho que exige inteligência humana’.

“Na realidade, é um quadro de trabalho na Internet oferecendo salário mínimo para pequenos biscates estupidamente chatos. Os computadores não podem fazê-los porque eles requerem algum julgamento mínimo, de modo que os seres humanos os fazem por migalhas – digamos, escrever uma descrição do produto, por US $ 3; ou escolher o melhor de várias fotografias, por 30 centavos; ou decifrar escrita, por 50 centavos. A Amazon leva um fatia saudável de cada transação.

“Este é o culminar lógico de um processo que começou 30 anos atrás, quando as empresas começaram a substituir empregos em tempo integral por trabalhadores temporários, contratados independentes, free-lancers e consultores.

“Foi uma maneira de transferir os riscos e incertezas aos trabalhadores – trabalho que possa implicar mais horas do que o planejado, ou mais estressante do que o esperado.

“E uma forma de burlar as leis trabalhistas que estabelecem padrões mínimos para os salários, horas e condições de trabalho. E isso permitiu que os funcionários se unissem para negociar melhores salários e benefícios.

“O novo trabalho sob demanda muda totalmente os riscos para os trabalhadores, e elimina completamente os padrões mínimos.

“Com efeito, o trabalho sob demanda é uma reversão para o trabalho por peça do século XIX – quando os trabalhadores não tinham poder, nem direitos legais, assumiam todos os riscos, e trabalhavam todas as horas por quase nada.

“O Mechanical Turks da Amazon trabalha literalmente por centavos. Salário mínimo? Pagar 1,5 vezes por hora extra? A Amazon diz que apenas conecta compradores e vendedores, e, portanto, não é responsável.

“Os defensores do trabalho sob demanda enfatizam sua flexibilidade. Os trabalhadores podem se encaixar em qualquer hora que quiserem, trabalhar em torno de seus horários, preencher o tempo de inatividade em seus calendários…

“Uma oportunidade de fazer algum dinheiro extra pode parecer poderoso e atraente numa economia cujo salário médio está estagnado há 30 anos e quase todos ganhos econômicos foram para o topo…

“Nesta medida, a economia “que divide migalhas” (share-the-scraps economy) está nos arremessando para trás”.

Meu Comentário: Eu tenho que repetir mais uma vez que sem conectar as pessoas através da educação integral, elas vão inutilmente e infinitamente explorar uma a outra até voltar à Idade da Pedra. Estão reservados para nós sofrimentos que nos mostram uma maneira de sair deste beco sem saída, para onde o egoísmo nos impulsiona. Mas este é o caminho do sofrimento.

O caminho da Luz também é possível – atraindo-se a força da correção pela nossa unidade na educação integral. Assim que começarmos a implementá-la, vamos descobrir imediatamente as suas propriedades notáveis ​​em todos os aspectos de nossas vidas.

Boas Ações Como Resultado De Más Ações

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (The Economist): “‘VIRTUDE’”, de acordo com George Bernard Shaw, ‘é tentação insuficiente’. Mas uma nova pesquisa sobre os padrões de consumo dos que se preocupam com o ambiente sugere que a virtude e a autoindulgência, muitas vezes andam de mãos dadas.

“Um artigo recente de Uma Karmarkar da Harvard Business School e Bryan Bollinger da Duke Fuqua School of Business descobriu que clientes que trazem suas próprias sacolas quando compram mantimentos gostam de se recompensar por isso. Durante dois anos, os autores rastrearam transações num supermercado nos EUA. Talvez sem surpresa, os clientes que trouxeram suas próprias sacolas compraram mais produtos verdes do que aqueles que usaram sacolas de loja…

“Um estudo de 2011 sobre a conservação de água em Massachusetts mostra como. No experimento, cerca de 150 apartamentos foram divididos em dois grupos. Metade recebeu dicas de economia de água e estimativas semanais de seu uso; a outra metade serviu como controle.

“As famílias que foram instadas a usar menos água o fizeram: o seu consumo caiu numa média de 6% em comparação com o grupo controle. O problema é que seu consumo de eletricidade aumentou 5,6%. O licenciamento moral foi muito forte, ou seja, que mais ou menos compensou o ato inicial da virtude.

“Licenciamento moral não parece ocorrer quando a conduta virtuosa é obrigatória. Em um estudo, os participantes se imaginaram fazendo serviço comunitário. Depois, eles foram convidados a escolher entre duas recompensas: uma indulgente (um par de jeans de grife) e outra prática (um aspirador de pó). Se eles fossem instruídos a imaginar que haviam sido condenados a um serviço comunitário por violação de direção, eles eram muito menos propensos a escolher o jeans do que se imaginassem a si próprios voluntários. A melhor maneira de levar as pessoas a fazer o bem, ao que parece, é fazê-las se sentir mal sobre si mesmas”.

Meu Comentário: Nós somos ordenados a agir pela natureza (o caminho do sofrimento) ou pela Cabalá (o caminho da Luz), a fim de perceber a insignificância da nossa natureza egoísta, da qual, neste caso, há uma oportunidade de escapar.

A Era Da Adaptação

Dr. Michael LaitmanOpinião (Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do Fórum Econômico Mundial):

“A era pós-crise acabou, e o ‘mundo pós-pós-crise’ está sobre nós. É hora de adotar um novo quadro de soluções realistas que promovam a prosperidade compartilhada dentro da economia global de hoje e amanhã.

“Nesta nova era, o crescimento econômico vai ocorrer de forma mais lenta – mas potencialmente mais sustentável – do que antes da crise. E a mudança tecnológica será a sua força motriz.

“O ritmo da mudança tem sido acelerado pela natureza interconectada do mundo de hoje. O progresso tecnológico está ocorrendo dentro de um ecossistema complexo e profundamente integrado, o que significa que ele afeta simultaneamente estruturas econômicas, governos, medidas de segurança e o cotidiano das pessoas.

“A fim de preparar um país para colher os benefícios de uma rápida e profunda mudança, os formuladores de políticas devem ter em conta a totalidade do ecossistema em que ela está ocorrendo, garantindo que o governo, empresas e sociedade, tudo se ajuste a cada turno. Em outras palavras, competir na economia do século vinte um vai exigir uma adaptação implacável”.

Meu Comentário: As mudanças se manifestarão positivamente em nós somente se nos tornarmos como elas, ou seja, se cuidarmos de encontrá-las numa sociedade integral. Caso contrário, seremos forçados a mudar para relações mais positivas uns com os outros, e vamos perceber esta aplicação como grande sofrimento.

Atual Produção De Alimentos Ameaça A Futura Escassez De Alimentos

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (The Independent): “O mundo entrou numa era de pico de produção de comida, com uma série de artigos de consumo, desde milho e arroz a trigo e frango desacelerando o crescimento – com consequências potencialmente desastrosas para a alimentação do planeta.

“Nova pesquisa descobre que a oferta de 21 artigos de consumo, como ovos, carne, legumes e soja, já está começando a se reduzir a dinâmica, enquanto a população mundial continua a aumentar.

“O pico de produção refere-se ao ponto no qual o crescimento de uma cultura, ou de um animal, ou de outra fonte de alimento, começa a desacelerar, em vez do ponto em que, na verdade, a produção diminui. No entanto, ele é considerado como um sinal chave de que a dinâmica está sendo perdida e é normalmente apenas uma questão de tempo antes da produção deixar de progredir e, em alguns casos, começar a cair – embora não esteja claro quanto tempo o processo possa demorar.

“‘Apenas nove ou 10 espécies de plantas alimentam o mundo. Mas nós descobrimos que há um pico em todos esses recursos. Mesmo recursos renováveis ​​não vão durar para sempre”, disse Ralf Seppelt, do Centro Helmholtz.

“O pico simultâneo de culturas e gado vem de encontro a um pano de fundo de uma população em crescimento, que deve chegar a nove bilhões em 2050, exigindo que o mundo produza o dobro de comida que agora, de acordo com um estudo separado pela Academia de Ciências da Califórnia.

“‘Essa trajetória [da necessidade de dobrar a produção de alimentos] não é uma certeza, mas mais um aviso. Isso significa que temos que mudar a forma de comer e usar o alimento”, disse Jonathan Foley, diretor da Academia de Ciências da Califórnia”.

Meu Comentário: Quando há excesso de produção de alimentos no mundo e o único problema é a distribuição correta, a natureza vai nos levar para frente para a correção do nosso egoísmo por todos os meios possíveis: fome, clima, militar, social, terrorista, família, e todos os outros problemas. Surgirão tais problemas, cuja existência sequer suspeitamos.

Um Colapso Total Se Aproxima

Dr. Michael LaitmanOpinião (Gerald Celente, prognosticador de tendências americano, editor do Trends Journal, consultor de negócios): “Hoje, os principais prognosticadores de tendências do mundo falaram com o King World News sobre o porquê o chocante movimento suíço é apenas o início de uma crise mundial muito maior que levará ao pânico previsto que acontecerá em Wall Street e em todo o mundo em 2015.

“A humanidade está finalmente começando a entender que não há qualquer recuperação – tudo tem sido um encobrimento. A flexibilização quantitativa do dinheiro inundou o mundo e criou um mercado completamente falso. As dezenas de trilhões de dólares que foram injetados nos mercados globais não fizeram nada para melhorar a economia geral. Nós vemos um colapso global. Não há recuperação: tem sido um encobrimento”.

Meu Comentário: Este autor previu a crise de 2008. Nós não somos capazes de lidar com a crise porque pensamos que ela é puramente uma manifestação terrena, e que suas causas estão em nossos erros eco-político-sociais.

Mas a verdadeira causa da crise está nos nossos erros de cálculo do programa da natureza. Nossas relações com o outro e com o ambiente devem ser desenvolvidas para o estado de Adão (homem), a equivalência com a força superior da natureza e a propriedade de amor e doação. É a interação completa de toda a humanidade, na medida em que todas as partes da natureza nos níveis inanimado, vegetal e animal estão conectados uns com os outros.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) Não Pode Salvar Todos Os Países

laitman_222Opinião (N. Rubini, Economista): Nós temos que resolver os problemas associados com a dívida confiando em nós mesmos, em vez de enviar os problemas a um nível mais elevado. Entre outras razões, a crise das economias avançadas é desencadeada por uma dívida excessiva no setor privado – famílias, bancos e o setor empresarial. A crise financeira resultou numa dívida desproporcional ao nível dos governos regionais, municipais e nacionais.

O endividamento não é exclusivamente um problema europeu; ele também existe na economia chinesa e constitui 80% do seu PIB. A transferência da dívida para um nível superior não é uma solução legítima, uma vez que não há tal coisa como um “Ministério de Economia Cósmico” ou algum tipo de “Banco Central” que pode intervir e salvar a todos. Nós devemos parar de fingir que estamos resolvendo o problema quando, na verdade, estamos apenas adiando-o para uma data futura. As dificuldades que estamos enfrentando agora só vão aumentar no futuro e vamos finalmente bater numa parede que vai levar todas as economias a um fim.

Meu Comentário: O fato é que nenhum dos tomadores de decisão podem resolver a situação, porque a solução está numa nova percepção integral da sociedade e da economia. A crise vai obrigá-los a reavaliar sua atitude para com o mundo em vez de olhar através da panaceia de teorias obsoletas.

O Precariado – A Base Da Futura Sociedade

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (Tolkovatel): “Na sociedade ocidental há um grupo social isolado, o precariado – um grupo desfavorecido não vinculado a qualquer estado ou sociedade. Dezenas de milhões de jovens caracterizam-se por apatia e ignorância.

“Eles viajam ao longo de países em busca de novas experiências e biscates. Nos países desenvolvidos, eles compõem metade da população.

“Não há nenhum meio (centro) na sociedade moderna: existem apenas as camadas superiores e inferiores. Na sociedade ocidental, distinguem-se cinco grupos de acordo com sua ocupação.

1. Elite – um grupo minúsculo dos ricos, influenciando os governos.

2. Assalariados – camada média superior, tem um emprego estável, funcionários de instituições governamentais.

3. Profissionais – empregados em uma base de contrato devido a suas habilidades.

4. O núcleo – a “velha” classe trabalhadora.

5. Precariado – socialmente não estabelecida, não ter nenhuma segurança no trabalho.

“Na Rússia, o precariado é de 40 milhões de indivíduos que são capazes de trabalhar e que estão empregados no mercado de trabalho informal.

“O país retirou-se da resolução dos problemas sociais; a população está se tornando mais selvagem; há uma falta de conhecimento e o desejo de se encaixar no mundo pós-industrial; o infantilismo dificulta o encaixe na sociedade; os jovens estão relutantes em tornar-se envolvidos na investigação científica; profissões científicas não são populares e há uma falta de interesse na ciência (nos EUA, profissões na ciência são uma das mais populares).

“O mundo inteiro se depara com um aumento no número de “pessoas indesejáveis”– o precariado. Este problema em particular, surgirá com a substituição de pessoas por máquinas na indústria e no mundo dos escritórios. Isto levará à destruição da economia do consumidor, que é a base do mundo de hoje, já que a maioria das pessoas não será capaz de continuar a consumir nos volumes atuais.

“A resposta para isso é mudar a formação – ou o início da Nova Idade Média ou o socialismo com um alto grau de igualitarismo”.

Meu Comentário: A repetição do passado é impossível e nunca aconteceu. Essas “pessoas indesejadas”, que são até 90% da população, vão passar pela educação integral e irão formar a base de uma nova sociedade.

A Europa Enfrenta Uma “Década Perdida”

laitman_231_01Opinião (George Soros, Financista, Le Monde): “Para os bancos, o grande problema… vai ser a próxima crise de crédito. A zona do euro e a moeda única europeia estão em risco; seu colapso seria um desastre para a UE e o mundo.

“A Europa chegará à criação de eurobonds, uma maior integração econômica e coordenação fiscal. Nós precisamos dar um novo impulso à ideia de uma Europa unida! Nós estamos testemunhando o nascimento de uma atitude hostil em relação à Europa. Soluções puramente nacionais levarão à dissolução da ideia europeia”.

Meu Comentário: Os financistas sugerem, mas a natureza tem seu próprio plano e tudo se move rumo à integração ao longo de seu caminho, não através dos capitalistas se unindo, mas da unidade necessária de pessoas num único organismo. A crise vai obrigar toda a humanidade a se unir, e não por uma questão de ganho material, mas por causa de uma vida equilibrada dentro de limites razoáveis ​​de consumo na comunidade mundial.