Textos na Categoria 'Ciência'

Blitz De Dicas De Cabalá – 02/02/20

laitman_294.2Pergunta: O ponto no coração desperta por si só ou alguém o ajuda?

Resposta: O ponto no coração desperta por si só quando uma séria atração pela realização do mundo superior, pelo destino da pessoa e pelo sistema da providência superior é revelada em uma pessoa. Perguntas como: “O que está acontecendo comigo e como o mundo gira?”, decorrem do ponto no coração.

Pergunta: Existem sinais específicos segundo os quais podemos ter certeza de que o ponto no coração foi revelado?

Resposta: A revelação do ponto no coração e sua abertura são expressas pela atração de uma pessoa pela realização do sentido da vida. É quando ela não fica satisfeita assistindo a um filme ou lendo um romance, mas pela realização do sentido da vida com mais seriedade.

Se uma pessoa precisa realmente saber para que está vivendo, e se ela não sabe não há sentido em sua vida, esse é o ponto no coração.

Pergunta: As ciências corporais evoluíram com o tempo. A fome forçou o homem a observar e a explorar o mundo vegetativo, e foi assim que a botânica se desenvolveu. As doenças e os modos de curá-las levaram ao desenvolvimento da medicina. A construção de casas e o estabelecimento de mecanismos úteis levaram ao desenvolvimento da mecânica, e isso levou ao desenvolvimento da física.

O mesmo processo ocorre na sabedoria da Cabalá? Nós alcançamos esse conhecimento por nosso esforço e nossa experiência e ele se desenvolve junto conosco?

Resposta: Claro. Foi assim que revelamos a sabedoria da Cabalá durante todo esse tempo, como resultado do nosso grande desejo de alcançar o mundo em que vivemos.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 02/02/20

Da Babilônia A Roma, Parte 6

167Transformando A Cabalá Em Filosofia

Comentário:  O humanista alemão Johann Reuchlin, em seu livro Sobre a Arte da Cabalá, escreve: “No entanto, a superioridade de Pitágoras não veio dos gregos, mas novamente dos judeus. Após longas andanças, ele trouxe para casa algo digno de admiração e foi o primeiro a renomear ‘Cabalá’ em ‘Filosofia’ – uma palavra grega anteriormente desconhecida”.

Há muitos fatos que confirmam que os gregos antigos aprenderam com os sábios do Primeiro e do Segundo Templos. Você pode dizer que as filosofias de Platão e Aristóteles estão permeadas de suas ideias.

Minha Resposta: Os estudiosos gregos não a esconderam. A comunicação era bem fácil naqueles dias. Hoje existem muitas barreiras civilizacionais.

Embora pareça haver uma conexão entre as universidades modernas, no entanto, o egoísmo interno repele um cientista de outro. Nos tempos antigos, aprender uns com os outros era geralmente aceito. Portanto, muitos filósofos e cientistas aprenderam com os judeus durante o tempo dos profetas, ou seja, no tempo do Primeiro Templo.

Comentário: O rabino de Sochaczew escreveu: “A ciência grega da filosofia, derivada dos escritos do rei Salomão, surgiu após a destruição do Primeiro Templo. No entanto, esses escritos foram corrompidos com acréscimos, omissões e substituições a tal ponto que o falso conhecimento se misturou a ele. Mas, de um jeito ou de outro, a base da ciência é boa, embora partes do mal se misturem com ela”.

O Cabalista moderno do século XX, Baal HaSulam, escreve da mesma forma: “Os sábios da Cabalá observam a teologia filosófica e reclamam que roubaram a casca superior de sua sabedoria, que Platão e seus antecessores gregos haviam adquirido enquanto estudavam com os discípulos dos profetas em Israel. Eles roubaram elementos básicos da sabedoria de Israel e usaram uma capa que não é deles”.

Minha Resposta: A verdade é que os antigos gregos adquiriram da Cabalá a abordagem geral da cosmologia e começaram a tirar suas próprias conclusões.

De KabTV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel, Parte 6”, 08/07/19

Da Babilônia A Roma, Parte 6

167Transformando A Cabalá Em Filosofia

Comentário:  O humanista alemão Johann Reuchlin, em seu livro Sobre a Arte da Cabalá, escreve: “No entanto, a superioridade de Pitágoras não veio dos gregos, mas novamente dos judeus. Após longas andanças, ele trouxe para casa algo digno de admiração e foi o primeiro a renomear ‘Cabalá’ em ‘Filosofia’ – uma palavra grega anteriormente desconhecida”.

Há muitos fatos que confirmam que os gregos antigos aprenderam com os sábios do Primeiro e do Segundo Templos. Você pode dizer que as filosofias de Platão e Aristóteles estão permeadas de suas ideias.

Minha Resposta: Os estudiosos gregos não a esconderam. A comunicação era bem fácil naqueles dias. Hoje existem muitas barreiras civilizacionais.

Embora pareça haver uma conexão entre as universidades modernas; no entanto, o egoísmo interno repele um cientista de outro. Nos tempos antigos, aprender uns com os outros era geralmente aceito. Portanto, muitos filósofos e cientistas aprenderam com os judeus durante o tempo dos profetas, ou seja, no tempo do Primeiro Templo.

Comentário: O rabino de Sochaczew escreveu: “A ciência grega da filosofia, derivada dos escritos do rei Salomão, surgiu após a destruição do Primeiro Templo. No entanto, esses escritos foram corrompidos com acréscimos, omissões e substituições a tal ponto que o falso conhecimento se misturou a ela. Mas, de um jeito ou de outro, a base da ciência é boa, embora partes do mal se misturem com ela”.

O Cabalista moderno do século XX, Baal HaSulam, escreve da mesma forma: “Os sábios da Cabalá observam a teologia filosófica e reclamam que roubaram a casca superior de sua sabedoria, que Platão e seus antecessores gregos haviam adquirido enquanto estudavam com os discípulos dos profetas em Israel. Eles roubaram elementos básicos da sabedoria de Israel e usaram uma capa que não é deles”.

Minha Resposta: A verdade é que os antigos gregos adquiriram da Cabalá a abordagem geral da cosmologia e começaram a tirar suas próprias conclusões.

De KabTV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel, Parte 6”, 08/07/19

Por Que A Cabalá Não Estuda As Funções Cerebrais?

laitman_220Pergunta: Existem neurociências que estudam a maneira como pensamos. Elas dizem que a pessoa constrói um certo modelo de realidade, ou seja, o que é óbvio para ela. Se ela precisa comprar leite, por exemplo, ela sabe para qual loja vai e vai lá automaticamente.

Por que esse nível de pensamento não é explicado na Cabalá, isto é, o que acontece no cérebro? Baal HaSulam diz que existem cinco sentidos, a entrada de dados que é de alguma forma processada e cria nossa perspectiva interna. Este programa existe acima do desejo. Por que isso não é explicado?

Resposta: Este programa existe abaixo do desejo e pertence ao subconsciente.

A Cabalá não se envolve no funcionamento do cérebro como uma calculadora, nem na memória muscular, nem em nenhum mecanismo de memória. Só lida com a alma.

Nosso desejo é chamado de alma. Não está em nosso corpo material e não está em nossa cabeça.

O Criador criou o desejo. Pode ser egoísta, isto é, direcionado apenas para amar a si mesmo, ou pode mudar dentro de nós, com a ajuda do Criador, em um desejo altruísta, isto é, em doação e amor aos outros. Não há outro caminho.

Paralelamente à mudança do vetor do desejo, de “para o meu próprio bem” para “para o bem dos outros”, começamos a sentir o mundo superior e só então entendemos como tudo funciona, de onde vêm os sinais operacionais, e assim por diante.

Tudo o mais relacionado à matéria, ao cérebro, etc., não é estudado na Cabalá porque não nos interessa. Estamos interessados ​​apenas no puro desejo que não faz parte de nenhuma forma de matéria. É assim que a exploramos e a dominamos.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 26/01/20

A Essência E A Raiz Da Unidade, Parte 2

laitman_258A Cabalá Não Opera Com Números

Comentário: A Cabalá, em regra, fala de algum tipo de condição qualitativa. Por exemplo, os historiadores escrevem que três milhões de pessoas deixaram o Egito, dos quais 600.000 eram homens, e o restante eram mulheres e crianças. Mas a Cabalá não opera com números. Gematria é uma quantidade qualitativa.

É possível que não foram três milhões de pessoas que deixaram o Egito, pois esse número significa uma certa quantidade qualitativa.

Minha Resposta: Existe um certo padrão no qual os estados potenciais das forças espirituais, descritos nas fontes primárias, devem se materializar pelo menos uma vez.

Historiadores e arqueólogos procuram isso através de suas próprias fontes, medem-no segundo seus padrões, pesam em gramas e quilogramas, traduzem-no em quilômetros e, portanto, o fazem de maneira um pouco diferente.

Pergunta: Como devemos usar essas informações? Suponha que eu li que vários milhares de anos atrás houve um êxodo do Egito. Mas não sou historiador e não estou interessado nisso. Como posso usar isso para meu próprio bem?

Resposta: Estamos falando da ascensão acima do nosso egoísmo, que é realizada por um grupo de pessoas que se esforçam por isso. Em nossos dias, assim como naqueles dias, isso é realizado através das mesmas ações, esforços e unificação entre as pessoas chamado garantia mútua.

Não faz diferença se você existia há 3.000 anos e, portanto, se elevou do egoísmo, ou seja, “saiu do Egito”, ou hoje, onde você faz isso em um grupo de pessoas, na dezena, aqui ou no outro extremo do mundo. Afinal, temos muitos grupos que trabalham em diferentes países e falam idiomas diferentes.

De KabTV, “Análise Sistemática do Desenvolvimento do Povo de Israel”, 24/03/19

A Essência E A Raiz Da Unidade, Parte 1

laitman_570A Singularidade Da Abordagem Cabalística

Pergunta: Existem muitos métodos para estudar processos históricos. Há a filologia (comparação de textos), a genética e a arqueologia. Qual é o método Cabalístico? O que o torna tão único? Como os Cabalistas exploram processos históricos?

Resposta: Baseamos tudo em fontes Cabalísticas e nada mais. Todas essas fontes são conhecidas desde Adão até Abraão, depois Isaac, Jacó, Moisés, Arão, José, Davi e, além disso, até os Cabalistas de nossos dias.

A propósito, os Cabalistas nunca se interessaram pela história do povo de Israel. Eles apenas pensaram em como elevar o povo judeu a suas alturas, cujo fundamento foi estabelecido no mundo espiritual, para que essa ascensão possa servir de exemplo para toda a humanidade.

Observação: Essa abordagem é única de uma maneira que todas as fontes primárias, como O Livro do Zohar, o Pentateuco, as Escrituras, os Profetas, o Talmude, a Mishnah e outras, e as condições espirituais de uma pessoa ou de toda a humanidade, incluindo o povo de Israel, são descritas.

Segundo a Cabalá, existe um padrão que todos os estados espirituais devem materializar pelo menos uma vez. No entanto, eles podem não corresponder à escala dos eventos, nem ao tempo de sua implementação.

Portanto, historiadores e arqueólogos, enquanto conduzem suas pesquisas, costumam ver que a escala e as datas dos eventos descritos na mesma Torá não correspondem ao tempo indicado.

Minha Resposta: De fato. Nesse sentido, o conceito de “Armageddon”, que associamos a terríveis eventos no fim do mundo, é muito indicativo. De fato, essa palavra vem do nome da pequena colina “Har Megido“.

A Cabalá não significa objetificação física de nenhum fenômeno ou objeto, mas seu estado espiritual. Em uma forma espiritual, tudo isso tem grande importância, por exemplo, o Templo. Veja quantos côvados (do cotovelo à ponta do dedo médio), conforme indicado na Torá, o Tabernáculo deve ser feito junto com outras coisas.

No nível do material, tudo isso é muito pequeno e insignificante. No entanto, quando recebem grandeza espiritual, então multiplicando uma pela outra, elas realmente dão um grande poder superior.

De KabTV, “Desenvolvimento da Análise Sistemática do Povo de Israel”, 24/03/19

Treinamento Psicológico Ou Cabalá?

Laitman_049.01Pergunta: Voltei recentemente de uma viagem à Ásia, onde estudei o estado de estar sem pensamentos. Nesse estado, comecei a conhecer pessoas e percebi que era capaz de senti-las, ver o que elas queriam e o que eu quero dar a elas.

Quando comecei a praticar ainda mais, comecei a sentir esse maravilhoso estado interno sendo gerado entre nós, transmitido a todos que estavam por perto. É sobre isso que você está falando quando fala sobre luz interior?

Resposta: Não. Não é o mesmo. Você fala sobre estados psicológicos, e eu falo sobre estados espirituais.

Primeiro, quando você estudar Cabalá, verá que não é a mesma coisa.

Segundo, para sentir o que está experimentando, você não precisa se elevar acima do egoísmo, acima de sua natureza. Esse treinamento psicológico ajuda você de alguma forma a sentir os outros em um nível mais profundo e nada mais. Não é a saída do egoísmo, e não é o que a Cabalá discute.

Existem muitas técnicas em nosso mundo que atraem pessoas. Não estou dizendo para você parar de fazer o que lhe interessa. Ao mesmo tempo, participe da Cabalá e você verá que técnica realmente o ajudará a sair do seu egoísmo, da nossa natureza.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 26/01/20

Mundo: Realidade Ou Ilusão? Parte 2

226Percebemos A Essência Dos Fenômenos Naturais?

Baal HaSulam, “A Essência da Sabedoria da Cabalá”:

A Atualidade da Sabedoria da Cabalá

As coisas reais são encontradas mesmo na realidade corporal, diante de nossos olhos, embora não tenhamos percepção nem imagem de sua essência. Tais são a eletricidade e o ímã, chamados de “fluidum”.

No entanto, quem pode dizer que esses nomes não são reais quando conhecemos vívida e satisfatoriamente suas ações? Não poderíamos ser mais indiferentes ao fato de não podermos conceber a essência do próprio objeto, a saber, a própria eletricidade.

De fato, não entendemos o que é a eletricidade ou a essência de qualquer outro fenômeno físico. Observamos apenas seus efeitos.

Por exemplo, sabemos trabalhar com eletricidade, com eletromagnetismo, usamos eles livremente em nossas vidas nas atividades domésticas diárias. Mas realmente não sabemos o que são. No entanto, isso não nos incomoda. Continuamos a explorar esses fenômenos naturais completamente inconscientes de sua essência. E entendemos que não sabemos disso.

Sabemos o que é a gravidade, mesmo que todos sintam seu impacto sobre si mesmos? Tente pular, você verá o que é. Medimos essa força, aprendemos a superá-la. Mas o que é essa força? Qual é a sua essência? De onde ela vem? Não sabemos. É assim que ocorre com todos os fenômenos naturais.

Baal HaSulam escreve que nosso conhecimento sobre sua manifestação nos satisfaz completamente. Não precisamos de mais nada para usá-los.

O principal para nós é usar esses fenômenos. Não atingimos sua essência interior porque a natureza nos criou dessa maneira. Atingimos apenas seus efeitos em nossas sensações e nada mais.

Certamente, poderíamos decidir que seria bom descobrir de onde vêm o magnetismo, a eletricidade, a gravidade e todos os outros fenômenos naturais. Mas eles estão completamente escondidos de nós. Somos apenas os instrumentos nos quais esses fenômenos se manifestam, e suas manifestações são o que sentimos.

De KabTV, “Fundamentos da Cabalá”, 15/09/19

Cabalá E Crenças, Parte 12

laitman_444Como Os Cabalistas Se Relacionam Com O Mundo?

Pergunta: Há uma atitude em relação ao mundo e aos outros. Qual é a diferença entre a maneira como um Cabalista se relaciona com o mundo e a maneira como as pessoas comuns fazem?

Resposta: O Cabalista trata o mundo como o trabalho do Criador. O mundo é um exemplo de como eu me relaciono com o Criador. Uma boa atitude em relação às pessoas, em relação ao mundo, significa uma boa atitude em relação ao Criador. Em princípio, nada existe para um Cabalista exceto ele e o Criador.

Pergunta: Baal HaSulam escreve em seu artigo A Solução: “A forma religiosa de todas as nações deve primeiro obrigar seus membros a doar um ao outro na medida em que a vida de um amigo venha antes da própria vida, de“ Ame seu amigo como a si mesmo”. A pessoa não terá prazer na sociedade mais do que um amigo atrasado.

Essa será a religião coletiva de todas as nações que entrarão no quadro do comunismo. No entanto, além disso, cada nação pode seguir sua própria religião e tradição; uma não deve interferir na outra”.

Então, todos os Cabalistas se relacionam com isso dessa maneira ou apenas o Baal HaSulam?

Resposta: Os Cabalistas agem de acordo com a lei “não há coerção na espiritualidade”. Cada um, do seu ponto no coração, do seu caráter, do seu egoísmo, alcançará gradualmente a equivalência de forma com o Criador e entrará nesse lugar no sistema geral de almas privadas onde ele as complementará e interagirá com elas em completa harmonia.

Pergunta: Isto é, uma pessoa pode se envolver na Cabalá, explorar sua natureza egoísta, trabalhar com a força superior como uma lei da natureza e, ao mesmo tempo, estar em algumas tradições específicas, estruturas religiosas, e uma não irá interferir com a outra?

Resposta: Claro. Uma pessoa pode ter qualquer estrutura religiosa. A religião, neste caso, é simplesmente considerada como cultura.

Pergunta: Isso se refere à raiz da alma humana?

Resposta: Sim, a qualquer manifestação de uma pessoa. Ela pode adorar qualquer um e fazer qualquer coisa, não importa. A principal coisa é que a pessoa aceita os princípios básicos da Cabalá. Se ela as cumprir, revelará gradualmente o mundo verdadeiro.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 17/12/18

Qual É A Diferença Entre Filosofia E Cabalá?

laitman_600.01Pergunta: Li na Wikipedia que a Cabalá e a filosofia são dois sistemas de conhecimento sobre o homem e o mundo e que ambos são baseados na mesma pergunta – a questão do propósito da existência.

Se falamos sobre as origens da filosofia, o filólogo e humanista alemão Johann Reichlin (século XV-XVI) escreveu que seu professor Pitágoras, o pai da filosofia, adotou seus ensinamentos não pelos gregos, mas pelos judeus. Portanto, ele deveria ser chamado de Cabalista, e foi o primeiro a traduzir a palavra “Cabalá”, desconhecida por seus contemporâneos, para o grego como “filosofia”.

Os gregos estudaram com Cabalistas?

Resposta: Os gregos estudaram com os Cabalistas na época dos profetas judeus.

Naquela época, as pessoas já estavam conectadas e os judeus aceitavam todos que queriam estudar. Assim como na Babilônia antiga, aqueles que queriam se unir a Abraão e aqueles que não queriam podiam se juntar mais tarde. A Cabalá estava aberta a todos.

Pergunta: Qual é a diferença entre Cabalá e filosofia? É o fato de que a Cabalá não leva em consideração o raciocínio abstrato e especulativo, por exemplo, sobre a alma e Deus, como a filosofia?

Resposta: Sim, porque a filosofia não possui uma ferramenta clara para abordar uma pessoa, como começar a “bisbilhotar” nela, estudar desejos e suas várias graduações e examinar as intenções de uma pessoa. Portanto, não há diferença entre as intenções por mim e pelos outros.

A filosofia não estuda como sair de nós mesmos para os outros, elevar e abaixar nossos desejos, como trabalhar quando você está em uma subida ou descida de desejos e intenções, e assim por diante. Isto é, a Cabalá é uma ciência e uma enorme psicologia espiritual interna.

Pergunta: Podemos dizer que os filósofos são pessoas que estudaram com Cabalistas, mas não alcançaram a compreensão do Criador; isto é, não adquiriram uma tela, mas simplesmente permaneceram no nível do conhecimento e depois desenvolveram uma ciência chamada “filosofia”?

Resposta: Claro. Como eles não podiam alcançar o mundo superior e o Criador, começaram a desenvolvê-la na direção do pensamento lógico, usando sua mente e conclusões.

Portanto, a filosofia não é, obviamente, uma ciência. Hoje, apenas aqueles que ainda querem passar a vida em pensamentos infrutíferos se tornam filósofos.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 13/12/18