Textos na Categoria 'Ciência'

Familiarizar-se Com a Mente Universal

Pergunta: Qual é o significado de “revelar o desenho da natureza”: Será que uma pessoa vê, ouve ou sente alguma coisa?

Resposta: Quando o homem se torna semelhante à natureza circundante, ele começa a tratá-la de uma maneira positiva, compreender o seu desenho, sentimentos e pensamento. Ele começa a ver a natureza, que criou todos, incluindo ele, o homem que possui uma mente superior e sentimento.

De qualquer forma muitos falam sobre isso, pessoas que são próximas da natureza, que cresceram e desenvolveram nela, por exemplo, os beduínos em Israel que vivem no deserto. Eles percebem a natureza, a sua respiração.

Falei com muitas pessoas, que passaram muitos anos no deserto, a tundra, e a selva com macacos. Disseram-me de sensações incríveis, quando a percepção da natureza, a sua concepção, e sua mente, de repente começam a se comunicar com a pessoa, e ela começa a perceber que ela existe dentro da mãe natureza, dentro de um enorme sistema sábio. De repente, ela começa a falar, se comunicar com ela, revelar a sua matriz, seu plano, e se identificar com ela, e uma união certa entre o homem e a natureza parece que a eleva ao próximo nível de desenvolvimento.

A compreensão da concepção comum da natureza e a subida ao seu próximo nível, o nível de controle de nossas próprias vidas, é o propósito do estágio moderno de desenvolvimento.

Pergunta: Em outras palavras, vemos certas novas relações e tornam-se mais evidente, mais naturais. Mas a própria natureza permanece a mesma? Ou será que ela também altera?

Resposta: Não estou falando sobre a natureza inanimada, vegetativa, e animada. Eu estou falando sobre a natureza, que descobre-se diante do homem, que se revela e ele descobre um certo sentimento comum enorme, universal, mente e desenho. O homem revela isso.

Quando ele se conecta com isso, ele começa a sentir que ele está no nível seguinte de desenvolvimento.

Em outras palavras, ele ganha a compreensão de todos os processos, a visão do mundo do começo ao fim, o seu desenho: por que o nosso Universo desenvolve, de onde veio, o que havia antes do Big Bang, o que aconteceu depois (uma vez que o nosso Universo obviamente existe por uma certa quantidade de tempo), e a percepção do universo, como nós a percebemos fora de nossos cinco sentidos físicos, através de uma mente universal, um maior coração e mente. Quando o homem atinge isso, ele começa a entender que o seu longo processo histórico de desenvolvimento era para chegar a este nível.

Muitas ciências falam disso. Problemas terminais, que aparecem em toda ciência vem do fato de que o desenvolvimento ainda mais das ciências é dirigido especificamente nesta área. Por conseguinte, os cientistas não serão capazes de revelar qualquer coisa sem educação, sem que seja transformada através de um relacionamento integrado com a natureza. É por isso que todas as nossas ciências estão em crise.

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Da “Discussão sobre a Educação Integral” # 7, 14/12/11

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Em Uníssono Com A Mente Universal

Uma Inclinação Para A Má Conduta

Nas notícias (da Reuters): “Mais do que um em cada 10 cientistas ou médicos estabelecidos em solo britânico testemunharam colegas alterando ou inventando dados intencionalmente numa pesquisa, de acordo com um levantamento do British Medical Journal (BMJ) na quinta-feira.

“O levantamento, que recolheu mais de 2.700 respostas, também constatou que seis por cento dos cientistas disseram que tinham conhecimento de alguma possível má conduta em pesquisa em suas instituições que não tinha sido devidamente investigada…

“Casos notórios de má conduta têm levado muitos outros países, incluindo os Estados Unidos, Canadá, Suécia, Noruega e Polônia, a criar mecanismos formais para supervisionar a integridade da pesquisa”.

Meu comentário: Visto que a ciência admite todo mundo, e não idealistas, mas todo mundo que esteja disposto a vender invenções e descobertas científicas por dinheiro, honra, fama, riqueza e poder, não é de estranhar que “cientistas” ajustem os resultados aos requisitos, para poder alcançar algo não na ciência, mas em suas vidas, razão pela qual a ciência tornou-se um caminho para chegar a riqueza, poder e fama. Esta é a causa da crise na ciência: o egoísmo, como em toda parte e em tudo…

Conhecimento É Uma Força Nociva!

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Suzanne Goldenberg, correspondente americana sobre meio ambiente, The Guardian): “O mundo se aproximou mais um pouco do apocalipse na terça-feira, a medida que os cientistas moveram o Relógio do Juízo Final um minuto mais perto da hora zero.

“O relógio simbólico está agora em cinco minutos para meia-noite, disseram os cientistas, devido a uma falha coletiva em parar a propagação de armas nucleares, agir na mudança climática, ou encontrar fontes seguras e sustentáveis ​​de energia – como exemplificado pelo desastre nuclear de Fukushima.

“O relógio, mantida pelo Boletim de Cientistas Atômicos, tem aferido a nossa proximidade com o desastre global desde 1947, usando a potente imagem de um relógio contando os minutos para a destruição. Até a tarde de terça-feira, o relógio tinha sido fixado em seis minutos para meia-noite.

“O Boletim foi fundado por cientistas que ajudaram a construir a bomba atômica dos Estados Unidos, e o foco principal de suas preocupações permanece o perigo de um confronto nuclear.

“Mas certo número de cientistas que participaram das deliberações disseram que eles estavam também consternados com uma tendência crescente em ignorar a ciência”.

Meu comentário: Os políticos não escutam os cientistas, e os bilionários menos ainda. A própria ciência é culpada, porque os cientistas começaram a vender as descobertas científicas para os ricos, dando assim a ciência, seus frutos, que é um bem público, para aqueles que são ávidos em aumentar o poder e a riqueza. Mesmo Platão e Aristóteles alertaram que as conquistas científicas devem ser ocultadas dos egoístas e famintos de poder e riqueza.

A Necessidade De Uma Compreensão Contemporânea Do Mundo

Dr. Michael LaitmanOpinião: (Nikita N. Moiseev, acadêmico da Academia Russa de Ciências): “Eu espero que no futuro próximo nossos professores tenham a necessidade de um [uma instrução ou estudo preparatório] curso propedêutico: “Compreensão Contemporânea do Mundo”. Isto se deve ao fato de que a crise nas relações entre a natureza e a sociedade é crescente, e a demanda social por educação, que vai muito além do restrito profissionalismo, está também aumentando.

“Uma pessoa moderna deve ver o mundo em sua totalidade. Apenas a compreensão de uma lógica geral do desenvolvimento do mundo em que vivemos irá ajudar a superar as conseqüências desastrosas da implacável crise que se aproxima, e talvez até mesmo evitá-la!

“Esse curso deve preceder o estudo das ciências sociais e filosofia, para os quais é necessária uma introdução. Ele é particularmente necessário aos especialistas do futuro em ciências humanas e sociais, para quem as ciências naturais e a ecologia estão na periferia dos seus interesses.

“Futuros engenheiros e físicos também precisam dele, porque as ciências naturais e os departamentos de engenharia não têm o conhecimento geral sobre os processos de desenvolvimento do mundo contemporâneo e os processos de cognição, embora esses profissionais tenham de resolver muitos problemas da moderna ecologia, política e ética”.

Meu comentário: O curso “Compreensão Contemporânea do Mundo” é exigido por todos, pois a própria causa dos nossos problemas é a falta de compreensão do significado, razão, processo e propósito da vida, que a pessoa só consegue entender estando familiarizada com a estrutura do mundo. Esse curso está sendo criado agora por nossa organização. Nós esperamos que ele seja basicamente concluído e oferecido dentro de meio ano.

A Ciência Sobre Si Mesmo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Ao que devo me agarrar durante a leitura do Livro do Zohar, ao grupo, ao Criador ou ao Rabi Shimon?

Resposta: Não há Rabi Shimon, Criador, grupo ou Luz, nada. Há uma impressão interior de uma pessoa que está dividida em tais termos.

Eu não sei o que existe fora de mim. Eu só sei que existe algo chamado “Eu” e eu não sei o que é. Esse “eu” está impressionado com alguma coisa. Eu também não sei o que o impressiona.

Assim, eu estou em certo estado chamado “minha realidade”. Agora, eu preciso investigar essa realidade: quem sou eu e o que eu sinto? A ciência da Cabalá fala sobre isso: como revelar este estado.

Nós começamos a partir daqui. Isso é chamado de “compreender o significado da vida”. Não estamos falando de nossa vida na terra por várias décadas, mas sobre atingir a própria essência da realidade na qual eu e o que eu sinto são, a saber, esta presença em minha primeira realização: “Eu” e “sinto”.

Toda a ciência da Cabalá é destinada à pessoa revelar a verdadeira realidade – o que acontece a você quando você tem uma noção do que ela é, o que este mundo imaginário que você vê apresenta e, em geral, toda a realidade, a vida e a morte, impressões boas e ruins.

Por que eles surgem? Para que você comece a formar a si mesmo: quem você é, o que você sente, como, e assim por diante, até você começar a descobrir o ponto de estabilidade, a partir do qual você será capaz de ver e começar a organizar toda a realidade. Isto é o que significa a ciência da Cabalá.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/01/12, O Zohar

Sinergética: A Ciência Das Leis Do Caos

Opinião: (Nikolay E. Ablesimov, de neablesimov.narod.ru): “Uma das principais características no desenvolvimento das ciências modernas é o desejo pela integração, combinação de métodos de várias ciências, e o estabelecimento de leis gerais.

“A ordem em qualquer sistema pode estar tanto em equilíbrio como em desequilíbrio. No caso anterior, os parâmetros do sistema são idênticos ao ambinte. No último caso, os parâmetros são diferentes. Os sistemas económicos e sociais são também descritos através de parâmetros.

“A ordem equilibrada é mais estável, e a resistência a distúrbios é inerente à sua natureza. A capacidade de voltar ao seu estado original é a propriedade dos sistemas de auto-regulação.

“A ordem desequilibrada é de uma origem artificial e existe apenas devido à aplicação de energia externa. De facto, o desequilíbrio dos sistemas e dos ambientes provoca fluxos de matéria e energia; para manter a ordem, perdas têm de ser compensadas de fora. Se o fornecimento de energia é parado, o sistema chegará ao equilíbrio.

“Na Física, uma tendência em direcção ao equilíbrio é conhecida como o princípio da menor acção, na biologia como a lei da sobrevivência, e na economia como a lei de oferta e procura. A sua essência é tal que o sistema tende a mudar dessa forma para minimizar distúrbios exteriores e para fugir de mudanças com as menores perdas. Todos os princípios sugeridos costumavam governar a estabilidade dos fenómenos e pertencer à organização.

“Processos auto-regulados são estudados na “sinergética”, a teoria da acção colectiva. Se a cibernética estuda a sustentabilidade do uso do feedback negativo, e uma teoria geral dos sistemas, os princípios da sua organização (discretos, hierárquicos, e por aí fora), a sinergética estuda o desequilíbrio e instabilidade como estados naturais, assim como os seus desenvolvimentos múltiplos e ambíguos.

“A sinergética estuda o mundo desequilibrado na incerteza e na natureza alternativa do seu desenvolvimento, no caos no qual a ordem futura aparece.

“Há uma multiplicidade de caminhos de desenvolvimento vindo do estado atual do sistema (o ponto de bifurcação). Então, todos eles convergem no próximo estado estável (o ponto atractor).

“A sinergética estuda as propriedades de divergência e convergência, bifurcação e atractores, padrões de desenvolvimento de sistemas abertos auto-regulados, e transições do caos para a ordem e da ordem para o caos”.

A Centelha Do Infinito

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós podemos dizer que, além de egoísmo, o Criador imprimiu outro elemento no desejo: o ponto no coração, que Ele vai evocar no momento certo?

Resposta: Este ponto começa a partir da quebra.

Os fsicos admitem que quanto mais eles penetram a matéria, mais “perdem” partículas. Cada partícula torna-se uma espécie de “nuvem”, e estas nuvens misturam-se e, juntas, tornam-se uma névoa muito espessa.

Com o ponto no coração as coisas não são assim tão simples. É um conceito que contém toda a Luz do Infinito, mas na forma oposta. Assim, parece-nos como uma centelha. Ela aparece em sua forma mínima, de modo a sermos capazes de nos agarrar a esse fio inicial de conexão.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/21/11, Baal HaSulam, “A Liberdade”

Por que Devemos Citar Cientistas?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Na disseminação usamos material científico. O que os cientistas dizem é verdade. Qual é a diferença entre nós e eles? O que é que nós adicionamos à sua mensagem?

Resposta: Com a ajuda de diferentes cientistas explicamos a imagem geral da realidade à humanidade: o início, o processo, e o fim do seu desenvolvimento, o egoísmo humano que se tornou global nestes dias e exige que nos conectemos integralmente.

Nós classificamos cientistas e especialistas de acordo com diferentes campos: biologia, zoologia, geografia, ciências sociais, ou económicas. Estas são pessoas respeitáveis, têm uma reputação, e as suas opiniões são muito semelhantes com a nossa mensagem. Por isso, nós publicamos as suas idéias nos nossos sites e no nosso material. Ajuda-nos a estabelecer uma base forte sobre a qual podemos construir a outra parte das nossas explicações.

Na base da evidência científica, com a ajuda de cientistas, nós percorremos o caminho para as massas, para a humanidade. Quando os cientistas confirmam que estamos certos, eles permitem-nos falar sobre processos globais e integrais que obrigam a humanidade a agir.

Todo o cientista está limitado ao seu ramo. Ele descreve apenas um aspecto de um fenómeno, parte da imagem, mas infelizmente ele não apresenta uma imagem completa, global. Por outro lado, nós falamos sobre a matéria da criação: o desejo e o seu desenvolvimento compreensivo através da Luz. Não estamos limitados pelas construções científicas tradicionais. Normalmente, especialistas de diferentes ramos não se entendem, mas nós estamos a lidar com uma ciência única, completa e complexa.

A humanidade dividiu o conhecimento em disciplinas separadas apenas alguns séculos atrás. Até essa altura, não existia tal divisão, e os cientistas estudavam diferentes campos. Eles eram verdadeiros estudiosos. No entanto, o conhecimento humano expandiu-se em tal medida que uma só pessoa não conseguia apreender tudo. Então tivemos de criar uma divisão artificial em diferentes disciplinas.

Mas a sabedoria da Cabalá não divide a natureza e a realidade em partes separadas. No nosso círculo apreendemos ciências de diferentes disciplinas, sejam elas física, biologia, ou economia. Queremos mostrar às pessoas que o mundo é “redondo”, que a crise actual inclui toda a gente, e que hoje nós também temos de ser “redondos” e conectar-nos.

Portanto, nós atraímos cientistas ao nosso ramo. Ao mesmo tempo, contudo, os seus materiais devem ser publicados na Internet independentemente de nós. Depois do congresso começaremos a construir um sistema massivo de disseminação virtual de forma que todos os nossos grupos pelo mundo possam começar a trabalhar nele.

Temos de colocar dados científicos excêntricos em bandas mais amplas e gerais. Hoje por exemplo, falamos muito sobre a crise económica. Contudo, a economia é uma cópia do nosso ego, e os problemas económicos indicam que a crise afecta cada aspecto da nossa vida. Queremos tornar as pessoas conscientes do mal geral, e não nos contentarmos com“esclarecimentos” locais. Queremos mostrar-lhes a sua necessidade por conexão.

Quando falamos sobre as medidas que precisam ser tomadas, a Luz entra em cena. As explicações não vêm unicamente de cientistas, mas de nós. Nós descrevemos a abordagem geral para o que está a acontecer, baseamo-la noutras fontes, e graças à Luz, as pessoas de repente começam a perceber que a vida boa pela qual anseiam é outra coisa, não aquilo que pensavam. Elas percebem que a vida boa é a doação, uma ascensão para outra dimensão. E é a Luz “abrigada” nas nossas explicações que as irá levar a isso.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/11/11, “A Essência da Religião e O Seu Propósito”

Ciência Em Vez De Instintos

Dr. Michael LaitmanAo contrário dos animais, nós nos desenvolvemos com a ajuda da ciência. Porém, isso ainda não é o livre-arbítrio. A ciência só nos faz avançar um pouco. Os animais são movidos por golpes e seus instintos, mas visto que são poucos os nossos instintos, nós nos desenvolvemos por golpes e ciência.

Os avanços científicos nos permitem ver e resolver os problemas com antecedência. Por exemplo: os raios-x nos permitem identificar uma doença e começar a tratá-la sem ter que esperar que ela realmente apareça. Sem os raios-x, somente a dor poderia nos dizer que há um problema ali.

Assim, a ciência nos ajuda a sofrer menos, e nós pagamos caro pelo conhecimento científico. No entanto, ainda é a mesma tendência animal: o desejo de se livrar dos problemas. A ciência não nos eleva ao nível humano, já que ela é parte do nível animal. Ao usá-la, nós compensamos nossa falta de instintos, isso é tudo.

Os animais se viram muito bem sem médicos. Eles sabem como comer direito, como dar à luz e como construir um abrigo. Os animais fazem tudo por instinto, enquanto que nós substituímos os instintos pela ciência. Este é realmente o papel da ciência: servir nosso egoísmo para que soframos menos.

Portanto, nós também examinamos nosso desenvolvimento no nível animal. Mesmo quando as pessoas se conscientizam da necessidade de se unir e se conectar, elas não sabem como alcançar isso.

Da 5a parte da Lição Díaria de Cabalá 04/10/11, “Paz No Mundo”

No Que Os Cientistas Acreditam Como Verdade Mas Não Conseguem Provar

Opinião (do edge.org): Paul Steinhardt, Professor de Física da Albert Einstein, Universidade de Princeton:

“Eu acredito que o nosso universo não é acidental, mas não posso prová-lo.

“O universo é governado por um conjunto simples de leis físicas que são as mesmas em toda parte, e essas leis derivam de uma simples teoria unificada.

“O universo simples exige uma explicação simples. Por que nós precisamos postular um número infinito de universos com todos os tipos de propriedades diferentes apenas para explicar o nosso?”.

Carlo Rovelli, Físico; Instituto Universitário da França e Universidade do Mediterrâneo; Autor do livro “Quantum Gravity”:

Eu estou convencido, mas não posso provar que o tempo não existe.

“Eu estou convencido de que o espaço e o tempo são como a superfície da água: aproximações macroscópicas convenientes, telas frágeis, mas ilusórias e insuficientes, que nossa mente usa para organizar a realidade”.

Lee Smolin, Físico, Instituto Perimeter; Autor do livro “Three Roads to Quantum Gravity”:

“Finalmente, o que se passa com o tempo? Eu também tenho sido incapaz de dar sentido a qualquer uma das propostas para acabar com o tempo como um aspecto fundamental da nossa descrição da natureza. Então, eu acredito no tempo, no sentido de causalidade. Eu também duvido que o “Big Bang” seja o início dos tempos. Eu suspeito que a nossa história se estenda para antes do Big Bang”.

Daniel C. Dennett, Filósofo, Univesidade Tufts; Autor do livro “Freedom Rvolves:

“Eu acredito, mas ainda não posso provar, que a aquisição de uma linguagem humana (uma linguagem oral ou de sinais) é condição necessária para a consciência – no sentido forte da existência de um sujeito, um eu, um “algo é como algo deve ser (existir)”. Segue-se que os animais não-humanos e as crianças pré-lingüísticas, embora possam ser sensíveis, alertas, responsivos à dor e ao sofrimento, e cognitivamente competentes de várias maneiras – incluindo ​​maneiras que excedem a competência do adulto humano normal –, eles não são realmente conscientes (neste sentido forte): (ainda) não há sujeito organizado para ser o desfrutador ou sofredor, não há dono das experiências, em contraste com um mero lócus cerebral de efeitos”.

Alun Anderson, Editor-Chefe da revista “New Scientist”:

“Estranhamente, eu acredito que as baratas são conscientes. …Eu creio que muitos animais simples são conscientes, incluindo animais mais atraentes, como abelhas e borboletas.

“Eu não quero dizer que eles sejam conscientes nem mesmo remotamente como os seres humanos; se isso fosse verdade, o mundo seria um lugar chato. Pelo contrário, o mundo está cheio de muitas consciências estranhas sobrepostas”.

David Buss, psicólogo da Universidade do Texas, Austin; Autor do livro “The Evolution of Desire”:

“O AmorVerdadeiro.

Eu passei duas décadas da minha vida profissional estudando o acasalamento humano. Nesse tempo, eu tenho documentado fenômenos que vão desde o que os homens e as mulheres desejam num parceiro até as formas mais diabólicas de traição sexual. Eu descobri as maneiras surpreendentemente criativas com que homens e mulheres enganam e manipulam o outro. …Mas em toda esta exploração das dimensões obscuras do acasalamento humano, eu permaneci firme na minha crença no amor verdadeiro.

Enquanto o amor é comum, o amor verdadeiro é raro, e eu acredito que poucas pessoas tenham a sorte de experimentá-lo. As estradas do amor comum são bem percorridas e seus indicadores são bem compreendidos por muitos: a atração hipnotizante, a obsessão ideacional, o brilho sexual, o profundo auto-sacrifício, e o desejo de combinar o DNA. Mas o verdadeiro amor tem o seu próprio curso através de território desconhecido. Ele não conhece cercas, não tem barreiras ou limites. É difícil de definir, escapa da medição moderna e parece cientificamente nebuloso. Mas eu sei que o amor verdadeiro existe. Eu apenas não posso provar isso”.