Textos com a Tag 'Zohar'

Não “Enterre” Seus Esforços No Chão

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Capítulo “Bo (Venha ao Faraó)”, item 196: Os egípcios viriam e veriam os ossos que os cães estavam carregando de lugar para outro e os quebravam, e os colocariam no chão para que os cães não os encontrassem. Esta é a maior anulação de idolatria por parte deles… quando eles esconderam os ossos de seus deuses no chão.

Pergunta: O que está implícito em “os Egípcios esconderam os ossos de seus deuses no chão”?

Resposta: Geralmente, a pessoa quer “enterrar” seus esforços que ela percebe como malsucedidos e esquece tudo sobre eles. Nós, no entanto, devemos resistir a esse fracasso: “eu sucumbi ao mal; eu não consegui lidar com ele e fracassei. Verdade! Agora, com base nesse mal, eu faço o bem mais uma vez”.

Se eu sei que não enterro nada dos meus esforços, eu mereço o apoio do grupo e do Criador, a fim de ir em frente. Caso contrário, eu volto novamente ao ponto zero, e só em caso de necessidade, não tendo encontrado nada de bom neste mundo, prefiro ficar no grupo. Em outras palavras, o que realmente nos motiva? Em que nível a pessoa faz seus cálculos? É sempre no nível do mundo corpóreo. É por isso que ela não avança.

Mas nós devemos sempre fazer cálculos baseados no mal que cresce constantemente. Apesar do fato de que eu perco para ele e vejo todos os miasmas do meu ego, todo o meu mal, eu continuo avançando. Mas como eu posso avançar? Quando eu preciso do grupo, do seu apoio, do Criador, de modo que Ele me dê força.

Assim, a cada novo passo, a pessoa avança. Caso contrário, ela permanece no mesmo lugar, como se tivesse recém descido ao Egito. Nós devemos nos esforçar em sentir todos esses estados, qualidades e desejos interiores. Eu sei por experiência própria: é  impossível sair do Egito, se você não os tiver reconhecido, estado e vivenciado por si mesmo.

Você não precisa ser esperto para fazer isso. Apenas deseje a união com os outros, a doação mútua, o suporte e a garantia, todos esses sinais de união. Em resposta a estes esforços, nós obteremos os significados internos corretos.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/04/11 Cabala, O Livro do Zohar

Deixe A Redenção Para O Criador

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar, Capítulo “Bo (Venha ao Faraó)”, item 169: E não há dúvida sobre como na Páscoa o Mochin de Gadlut (Luz de Hochma) já brilha, embora Israel (aqueles que aspiram a revelar o Criador) ainda não tenha feito a Priah (correção do desejo egoísta),  uma vez que esta é feita através de um despertar de baixo (do homem), enquanto que na noite da Páscoa era a iluminação de Mochin (Luz de Hochma) apenas  pelo despertar de Cima (do  Criador).

Até o êxodo do Egito, você deve esforçar-se o máximo possível. No entanto, você não tem chance de alcançar e realizar a saída de si mesmo, porque este é um grau mais elevado. Aqui, a Luz de Hochma (Sabedoria) tem que vir e executar essa passagem para você, realizar este salto (em hebraico, a palavra “Pessach” vem da palavra “Pasach“, passar por cima, pular). É por isso que ela ocorre apenas por mérito do despertar de Cima.

A preparação é confiada a você, a realização do Criador. O mesmo acontece com o estado espiritual chamado “Sábado”, uma vez que ele não vem de um calendário. Por um lado, ele é evocado pelo despertar de Cima, mas por outro, é dito: “Aquele que não trabalha na véspera do Shabbat (sábado), o que ele vai comer no Shabbat?”. Ou seja, se você não estava realizando correções durante os seis dias da semana, você não pode chegar ao sétimo dia, o Shabbat (sábado).

Isto  acontece em todos os momentos. Você tem que realizar tudo o que depende e recai sobre você no seu grau; então, a Luz vem de Cima e completa a sua ascensão ao próximo nível.

Da 2ª parte da Lição Diária decabalá 18/04/11, O Livro do Zohar

Um Guia Para os Seus Sentimentos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é que O Livro do Zohar nos ensina os métodos de conexão entre nós?

Resposta: O Baal HaSulam acrescenta um comentário ao Zohar para evitar a materialização do texto do Zohar. Isso abre caminho para a formação do estado espiritual dentro de nós, além do tempo e do espaço, além das imagens do nosso mundo, para nos fazer querer experimentá-lo dentro e não fora de nós.

O comentário Sulam, como todos os livros Cabalistas, é escrito para pessoas que já adquiriram realização espiritual, para ajudá-las a entender o que já estão sentindo.Está-me sendo explicado o que estou sentindo agora; estou num nivel onde “a alma da pessoa a ensina”.  Então, ao ler textos Cabalísticos, eu começo a entender o que estou sentindo.

No entanto, antes das sensações espirituais surgirem em mim, os textos Cabalísticos não são a fonte de conhecimento, mas a “Segula” (uma força milagrosa) para mim, porque ao lê-los, estou exposto à influência da Luz superior, lavando-me como um fluxo de água viva.

Daí, eu não quero explicar o que cada frase do Zohar significa, do ponto de vista dos Sefirot e Partzufim,  para que o aluno não fique satisfeito com o conhecimento superficial. Eu quero que ele busque interiormente, nos seus sentimentos, querendo saber o que realmente é. Então, eles vão ter um maior desejo de revelação e, assim, formam um desejo, uma necessidade, por ele.

 Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/04/11, O Livro do Zohar

Na Esfera Radiante Da Alma

Dr. Michael LaitmanO Zohar, Capítulo “Yitro (Jethro)“, Item 465: No sábado, a Torá é coroada com ele, coroada com todas as Mitzvot, todas as sentenças e punições em setenta ramos de luz que brilham em todas as direções…. Quem viu aqueles portões que se abrem cada qual nas direções deles, onde cada um é composto por dez, e eles são cinquenta portões? Todos brilham e iluminam nesta luz que é emitida e que nunca pára.

Onde posso revelar todos esses detalhes? Posso encontrá-los apenas na conexão interna entre os amigos. O Zohar descreve todos os tipos de conexões que iremos revelar, até que estas se tornem um laço infinito entre nós, quando as corrigimos completamente.

Todos os estados e relações que O Zohar descreve, bem como as várias imagens da natureza inanimada, vegetal, e animal, incluindo as pessoas e todos os tipos de situações, ou, na linguagem da Cabalá, Partzufim (almas), Olamot (mundos), Reshimot (genes espirituais), e Sefirot (propriedades), juntamente com suas subidas e descidas, todos são expressões da conexão interna entre nós, as pessoas que estão dispostas a se unificar a fim de revelar o mundo superior dentro de suas relações.

Todos avançam na capacidade de ver como os 613 desejos de sua alma se expandem externamente em doação às outras almas, e como de cada alma, os seus 613 desejos, também se expandem para todas as outras. Imagine isto: há bilhões de almas que correspondem ao número de pessoas no mundo corpóreo. De cada alma, expandem-se 613 desejos para todas as outras almas, cada uma conectada à outra, e com uma nova conexão  mútua, elas doam a cada uma novamente, e se interconectando uma vez mais, elas continuam a doar.

Assim, finalmente, veremos uma esfera que não tem “espaço” vazio, dado que todo ele é preenchido com a união das almas. Se revelarmos essa união na sua mínima medida, em 1/125 da parte dela, começaremos a revelar a Luz que flui nos canais entre nós. Isso é chamado de revelação do Criador, porque esta Luz é, na verdade, o Criador, e é isso que O Zohar descreve.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/03/11, O Livro do Zohar.

A Torre No Céu

Dr. Michael LaitmanPergunta: O estudo do Zohar ajuda a pessoa a perceber que ela se desviou do caminho e corrigir essa transgressão?

Resposta: Na realidade, o meio mais eficaz que orienta a pessoa a esse respeito é a opinião do grupo, a sensação comum que reina nele. Se o grupo segue os conselhos do professor e dos autores dos livros, ele cria uma sensação dentro dele que permite que cada pessoa verifique até que ponto ela perde a direção à meta da criação.

Isto é como uma torre flutuando no céu, mas eu tenho que estar dentro dessa torre.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 28/03/11, O Zohar

Não Se Esqueça De Acender A Luz

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu tento pensar sobre a nossa unificação, a conexão entre nós, todo o tempo, especialmente durante a leitura do Zohar. Mas, como a Luz trabalha em mim quando eu tento esforçar-me? Que mudanças ela executa em mim?

Resposta: A Luz está em repouso absoluto, ela não faz nada com você. Você realiza todas as mudanças. Você consegue usar a Luz? Use-a! Se não, não use. É como a eletricidade: isso está conectado a uma tomada elétrica? Se estiver, use-a! Como? Da forma que você quiser! Você pode usar para ligar uma geladeira, um aquecedor, qualquer coisa que você queira.

Como a Luz afeta você? Ela não afeta. Você obtém essa ação dela.

Foi dito: “Eu não mudei meu HaVaYaH (o plano da criação)”, o que significa que o Criador está em repouso absoluto. Por isso a Luz não faz nada! Você realiza tudo com suas próprias ações; você se transfere para o próximo estado. E se dizemos: “Deixe a Luz agir” ou “a Luz faz isso ou aquilo”, nós simplesmente atribuímos nossas ações a ela.

Nós ativamos a lei, e ela age. A lei está em ação; sua fórmula é conhecida. Ela existe além de nós e é chamada de “lei de equivalência das propriedades das Luzes e dos desejos (Kelim)” ou “lei de equilíbrio”.

Não há ações por parte da Luz. A Luz realiza uma única ação: ela cria o desejo de receber prazer, “existência a partir da ausência”. Desta forma, não é sobre a Luz que estamos falando.

E o desejo de desfrutar, existente nessa Luz e criado a partir da “ausência”, muda todo o tempo. Todas as transformações das propriedades, o desenvolvimento através das quatro fases, etc., isso que discutimos, ocorre somente em relação a esse desejo, a criatura. Tudo isso são mudanças do desejo de receber prazer dentro da Luz constante.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 24/03/11, O Livro do Zohar

O Esplendor Da Alma Integral

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa penetrar num sistema integral de almas sobre o qual O Zohar fala?

Resposta: Não pode ser explicado em palavras. Se pudéssemos entrar neste sistema, experimentaríamos fenómenos espirituais por detrás das palavras d’O Zohar e sentiríamos o que cada palavra significa. Seriamos capazes de reconhecer todas estas propriedades e desejos. Perceberíamos porque é que têm tais apelações e porque estão definidos por estes tipos de relações entre si. Tudo se tornaria claro.

Contudo, tudo isto revela-se a partir da visão interna do sistema. As almas estão ligadas umas às outras num único organismo, em suporte mútuo, garantia, companheirismo, e anulação de cada alma perante tudo, num grau superior ou inferior, em todos os níveis possíveis, enquanto cada alma funciona ainda acima do seu ego.

No sistema onde estamos ligados uns aos outros no nível interior, unimo-nos acima do nosso egoísmo. Neste caso, você verá todo o sistema. Ao mesmo tempo, será também capaz de ver este mundo como mais exterior em relação ao sistema interior, uma vez que este mundo permanece no egoísmo e é controlado por ele.

No sistema espiritual, somos motivados pela aspiração em direcção à unidade, enquanto que neste mundo somos controlados pelas inclinações em direcção à separação, separados uns dos outros, desejo de poder pessoal, e orgulho vão. Elas são duas forças opostas.

Neste mundo, eu anulo os outros e exalto-me, enquanto no sistema interior, eu anulo-me e exalto os outros. É essa a tendência, e é por isso que ambos estes sistemas parecem diferir tanto.

Na medida que a pessoa se envolva no sistema interior, ela conseguirá ver as ligações entre todas as almas. Ela sente como tudo está completamente harmonizado e a força da vida, a doação mútua que forma bilhões de canais entre as almas, circula entre elas, enquanto esta multidão de canais luminosos se transforma na Luz perfeita que preenche as relações entre todas as almas.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/3/11, O Livro do Zohar

Sair Da Mentira Ilusória

Dr. Michael LaitmanPor detrás de cada palavra ou frase d’O Zohar, temos de tentar reconhecer formas de conexão entre o homem e o seu ambiente. Não há nada mais na realidade além das formas de conexão entre uma pessoa e aqueles que estão à sua volta.

Mesmo agora, quando vejo pessoas e as paredes desta sala à minha frente, ou ouço o barulho vindo do exterior, todas estas são formas de conexão entre nós. Não há nada além destas forças que nos conectam, que são forças do desejo que assim me parecem na minha percepção material da realidade.

Da mesma forma, se tentarmos, então começaremos a imaginar outros tipos de conexão entre nós, outras forças que não operam dentro da recepção, mas dentro da doação entre nós. Então veremos que, na realidade, nunca existiram conexões egoístas entre nós. Nós sentimo-las como num sonho, de forma que baseado nesta conexão ilusória, que é oposta à verdadeira, reconheceráiamos a verdadeira conexão, a única que existe em contraste com a vida ilusória: o desejo de desfrutar com toda a sua força.

Afinal de contas, este desejo existiu apenas para que nós o transformássemos no desejo de doar. O Criador suporta-o desta forma artificial, mas não tem por si próprio qualquer essência real. Apenas a força de doar existe no mundo.

É por isso que O Zohar nos descreve todas as variedades da força de doação, que revelamos em todas as diversas formas, assim como as forças de recepção opostas a elas, sendo a base sobre a qual as forças de doação são reveladas no processo da guerra interior do homem.

É esta a única coisa em que temos de pensar enquanto lemos O Livro do Zohar, fazendo esforços de forma que a revelação destes níveis espirituais nos ajude e possa revelar-se em nós para que a possamos incluir dentro de nós.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/3/11, O Zohar

Momentos Da Sua Vida

Dr. Michael LaitmanAcabamos de ler O Zohar por mais de meia hora. Pergunto-lhes: durante todo este tempo, quantas vezes cada um de vocês desejou a chegada da Luz que corrige, esperando que algo acontecesse? Está escrito que os anjos perguntam à pessoa depois que ela morre: “você estudou a Torá e esperou a salvação?”.

Quantos momentos você passou esforçando-se, tentando não deperdiçar e “agarrar” algo muito importante, como um goleiro que guarda a meta, ou um caçador perseguindo uma presa? Você estava apaixonadamente antecipando isso, do mesmo modo que você se sente antes de um encontro muito aguardado com sua amada? Quanto tempo você permanece nesse estado? Quantas vezes você retorna novamente a essa aspiração?

Apenas estes momentos contam na vida. Eles são resumidos e determinam a velocidade da vida. Os outros momentos realmente não existem….

Da  2ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/03/11, O Zohar

No Limiar De Descobertas Sem Precedentes

Dr. Michael LaitmanPergunta: Durante a aula do O Livro do Zohar, milhões de expectadores olham para estranhas letras, ouvem estranhas palavras, e esperam algo que não podem definir. É isso que o senhor chama de método científico?

Resposta: Em primeiro lugar, uma pessoa normal vive de acordo com seus instintos e entende tudo de forma natural. É assim que ela foi ensinada na casa dos pais.

Segundo, a pessoa que estudou as ciências desse mundo sabe como se relacionar com a natureza baseada no conhecimento científico que obteve. Essa é uma abordagem planejada. Por exemplo: um mecânico, um eletricista, ou um especialista em qualquer outra área que recebe uma educação apropriada, pode fazer trabalho manual ou intelectual, tem um conjunto de ferramentas para o trabalho, e com isso forma sua atitude para com a natureza.

Não lhe é permitido trabalhar com algo que não seja familiar; somente depois que seu conhecimento e experiência foram checados é que ele é aceito num trabalho em um campo específico. Suponha que a pessoa estudou mecânica e agora pode consertar máquinas ou dispositivos mais complexos. Ela usa o conhecimento adquirido em seu trabalho, mas é mais ou menos ciente daquilo que está lidando.

Terceiro, um cientista é uma pessoa que descobre algo que era previamente desconhecido, um fenômeno que não poderia ser adivinhado previamente. Algumas vezes, ele pode sentir, supor, e ser estimulado por algo, mas não tem claras definições internas sobre isso. Isso é o que chamamos descobrimento de um novo fenômeno na natureza.

Nesse ponto, surge uma pergunta: como eu posso descobrir novos fenômenos? Eu preciso me sintonizar com eles, mas o que significa “com eles” se eles são novos? Eu devo antecipar certos resultados, descobertas, e eventos que talvez aconteçam, ou não devo?

Portanto, a ciência tem duas partes. Há a teoria, onde as hipóteses são feitas e depois exploradas através da pesquisa. Assim, novos fenômenos são revelados. Essa é a maior parte da ciência, que é construída no exame de ideias que os cientistas têm a respeito de descobrimentos esperados. Sem isso, é impossível avançar.

Porém, também existem cientistas que pesquisam em completa escuridão. Eles não têm teorias preliminares, hipóteses, e ideias sobre possíveis descobertas. A Cabalá é uma ciência, e nós a utilizamos em todas as formas acima mencionadas: como pessoas comuns, os especialistas que a estudam, e como cientistas que, de algum modo, podem visualizar fenômenos que podem existir.

Aqui está o problema: em todos os nossos estudos, começando com pessoas comuns como em nosso mundo e indo até grandes cientistas que não sabem aonde estão indo e o que encontrarão na natureza, e em todos esses níveis na ciência da Cabalá, existe uma parte imprevisível sobre a qual você não sabe nada.

O que é desconhecido? Você não sabe que qualidade, que fenômeno você realmente irá encontrar dentro, porque você não tem essa qualidade. Você não pode nem mesmo imaginá-la.

Afinal, você irá descobrir nela o Kli (vaso) da percepção que você constrói, enquanto que o fenômeno é o próprio vaso. Você não pode experimentar previamente o que exatamente você irá revelar dentro de você, uma vez que você nunca sentiu isso antes, não possui qualquer intuição, e não pode nem mesmo adivinhar. É um novo Kli. A impressão, a sensação, é totalmente nova.

Assim é como nós avançamos na sabedoria da Cabalá. Mesmo em algo pequeno e simples, não há nada que nós possamos conhecer previamente. Desta forma, nossa abordagem quando lemos O Livro do Zohar é correta. Eu espero que a Luz que Corrige venha e corrija meus Kelim, meus desejos. Por exemplo: eu não posso ver nada sem meus óculos. Existe algo diante de mim, mas eu preciso de um dispositivo para ver isso. Eu coloco meus óculos e vejo algo novo.

Assim, ao lermos O Livro do Zohar e olharmos para as letras “mortas” e para o texto que não faz nenhum sentido para nós, nós precisamos abordá-lo como cientistas do mais alto grau, que estão prestes a descobrir algo sem precedentes para si mesmos.

Da 2a parte da Lição Diária de Cabalá 15/03/11, O Livro do Zohar