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Uma Cama De Penas Não É Uma Interrupção No Caminho Para Espiritualidade

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam: “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot“, Item 11: No entanto, nós encontramos e vemos nas palavras dos sábios do Talmude que eles tornaram o caminho da Torá mais fácil para nós do que os sábios da Mishná. Isto é porque eles disseram: “A pessoa deve sempre praticar Torá e Mitzvot, mesmo em Lo Lishma, e de Lo Lishma ela chegará à Lishma, porque a Luz nela reforma”.

Assim, eles nos forneceram um novo meio, em vez da penitência apresentada na Mishná acima mencionada, Avot: a “Luz na Torá”. Ela gera poder suficiente para reformar a pessoa e trazê-la à prática de Torá e Mitzvot Lishma.

Acontece que não precisamos mudar nada em nossas vidas, não precisamos nos limitar ou prestar atenção ao nosso corpo, para contar o quanto comemos, bebemos ou dormimos. Não importa se eu durmo num edredom ou no chão, como sou “bom” para os outros, para os meus parentes, para mim, e com o que eu lido. Tudo isso não importa, o que importa é a prática da Torá (o estudo da Cabalá), de tal forma que a Luz vai me reformar.

Eu só preciso desta Luz e ela já vai gerenciar todas as minhas relações: comigo mesmo, com os amigos, com o ambiente, com o Criador. A Luz vai gerir tudo. Eu só tenho que tentar atrair a Luz sobre mim e lhe dar a chance de agir. Isto é o que dizem os sábios.

Eles já estabeleceram as conexões no sistema geral das almas, que foi totalmente quebrado, e o fizeram através de várias fases de desenvolvimento: Babilônia e o exílio no Egito. O grupo que Abraão tirou da Babilônia já se desenvolveu e estabeleceu conexões entre todos os seus membros, ou seja, as almas, as partes do sistema geral.

Eles já podiam construir o primeiro Templo, e receber a Luz de Mochin de Haya para doar, e então caíram deste nível e foram exilados para a Babilônia. Depois, eles saíram do exílio e construíram o segundo Templo lá, no nível de Mochin de Neshama, e caíram novamente. Isso significa que eles já passaram por diferentes níveis de desenvolvimento que eram necessários para a preparação: três exílios e três redenções. Assim eles realizaram todas as correções pessoais, individuais, que os filhos de Israel, que são parte da humanidade, o grupo que está à frente do processo de correção, tem que realizar.

Graças ao fato de que este grupo tem atravessado todos os exílios, redenções e a destruição dos dois Templos no nível de Mochin de Haya e de Mochin de Neshama, isso estabeleceu uma rede de conexões corretas e necessárias com a parte superior da alma geral, de toda a criação, chamada GE. Assim, qualquer pessoa que queira se corrigir agora, tem a chance de fazê-lo.

A destruição dos dois Templos e o exílio do povo de Israel foram necessários para se voltar à Babilônia, que ficou sem correção, e para se integrar com eles, a fim de corrigi-los mais tarde. Esta fase, que foi feita pela incorporação mútua, terminou cerca de uma centena de anos atrás, ou mesmo durante o tempo do ARI. Agora, quem quer ser corrigido não tem que atormentar seu corpo e viver sob as condições de penitência, sob as quais viveu o grupo que corrigiu GE.

Então, eles se corrigiram separadamente das outras nações do mundo e viveram sob as condições especiais do “Comerás o pão e sal e beberás água com moderação, dormirás no chão e trabalharás na Torá”. Porém, depois de terem cumprido suas correções e se amarrado a todo o sistema, esse sistema já existe de uma forma parcialmente corrigida, oculto de nós.

Agora todo mundo pode usar essa incorporação mútua das almas da nação de Israel com as nações do mundo; GE que entrou em AHP e integrou-se com ele. Se uma pessoa quer ser corrigida, se a centelha espiritual se acende nela, então há um sistema que a apoia, através do qual ela pode atrair a Luz que Corrige.

A Luz vai consertar tudo, pois há um sistema que está pronto para absorvê-la e para fornecer-lhe todos os níveis de correção. Então, não devemos nos limitar de qualquer forma; tudo é possível, exceto denunciar ou causar danos intencionalmente. A pessoa pode ter um caráter e atributos diferentes, mas se ela quer trabalhar para atrair a Luz que Reforma, ela deve receber a chance de ser incorporada no grupo. Seu estilo de vida e atitude para com os outros, a carga que acumulou, que trouxe consigo, deve ser deixada com a Luz, de modo que ela vai cuidar disso.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/11/12, “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot“

As Letras Da Torá Nascem Da Descida

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como podemos alcançar um desejo tão forte pela espiritualidade que irá rejeitar todos os outros desejos corporais?

Resposta: Existem “613” desejos em cada um de nós, que devemos dirigir à grandeza e importância da doação, amor, conexão e garantia mútua, de acordo com o nosso entendimento. Tudo o que é externo aos meus próprios interesses, externo aos interesses da minha pele, deve tornar-se mais importante para mim do que os meus desejos egoístas corpóreos.

Se a pessoa divide seus desejos internos e externos desta maneira e dirige-se para fora de seu corpo, é o suficiente para o momento. Nós devemos verificar constantemente a nós mesmos e tentar nos manter na mesma linha de pensamento.

No final, o hábito se torna uma segunda natureza, e pelos esforços que faço, a Luz vem a mim. Então eu faço mais alguns esforços, e um pouco mais de Luz vem. Eu começo a me construir a partir desses momentos, porque “não há correção para uma pessoa, exceto dirigir todos os momentos presentes e futuros, para que eles sejam dedicados e sirvam ao Seu grande nome” (Baal HaSulam, carta 18) um pouco mais cada vez. É a partir de tais saídas (Yetziot em hebraico) (de “Sião”) que a Torá vem de fora, como se diz: “É de Sião que a Torá deve vir”.

Afinal, quando eu sinto que saí da intenção correta, eu sinto uma deficiência para voltar, e então eu exijo a Luz que Reforma, chamada a Torá. Assim, verifica-se que é a partir de Sião, de tais saídas, que a Torá nasce: não das subidas, mas sim das descidas, a partir das saídas da intenção correta.

Assim, eu sempre adiciono uma “letra” após a outra, até que todo o livro da Torá passe por mim.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/10/12, Escritos do Rabash

A Grande Assembleia Ao Pé Da Montanha

Dr. Michael LaitmanDo Livro A Luz do Sol, do rabino Kalonymus Kalman Halevi: A principal realização da Torá é através da unidade, como se diz: “E Israel acampou diante da montanha como um homem com um coração, e lá a doação foi interrompida e cada tribo corrigiu e acrescentou o seu Ha-Va-Ya-H“.

E eles disseram “Faremos e ouviremos” com grande paixão, do fundo de seus corações, e elevaram Mei Nukvin (MAN) e revelaram Maim Dechurin (MAD), que o Criador desceu para dar-lhes a Torá e eles foram recompensados com a realização da Torá.

A realização da Torá significa a realização do plano de toda a criação, do seu objetivo, a realização de todo o caminho de correção que é atingido pela unidade. Isto é porque nós temos que corrigir a quebra e, como resultado, além da correção da quebra, chegamos à realização. Isso significa que, pelo nosso esforço nós contribuímos para a nossa compreensão, para o reconhecimento do estado em que nos encontramos. Nós abrimos todos os mundos espirituais para nós mesmos de um nível para outro até o mundo de Ein Sof (Infinito).

Porém, antes de chegarmos a esta realização, não sentimos qualquer diferença entre o nosso mundo e o mundo de Ein Sof. O Infinito só é alcançado pela unidade, e a unidade é construída em duas linhas: a da direita ou do amor, e a da esquerda ou do ódio, uma em contraste a outra.

Por isso, diz-se: “E Israel acampou ali, diante da montanha” (Jetro, 19, 20). Eles se depararam com o ódio que descobriram depois de terem estado sempre na linha direita, entusiasmados com a espiritualidade, buscando a unidade, e ansiosos em se conectar. Foi então que eles descobriram a linha esquerda, que estava diante deles como uma montanha alta não os deixando conectar.

Depois, eles precisaram da Torá, a Luz que Reforma, e descobriram a linha do meio, a Torá, o Criador, que é revelado e ajuda a conectar as duas linhas juntas. Graças a sua oração, eles receberam uma resposta do Alto. O Criador desceu e deu-lhes a Torá e assim eles foram premiados com a realização da Torá.

Portanto, nós devemos seguir constantemente a linha direita, em doação pura, em Hafetz Hesed, e depois, em contraste a ela, a linha de esquerda é revelada: diferentes falhas, decepções, fraquezas, críticas, Din. É bom que tudo isso seja revelado, já que assim nós finalmente percebemos que não há outra opção senão seguir a linha direita.

Nós percebemos que não há nada que possamos desfrutar na linha esquerda e que estes são vasos de recepção que exigem preenchimento e não há preenchimento! Então, tudo o que resta, é ascender acima de tudo isso; quando atingimos a plena medida, a plena medida da revelação das linhas direita e esquerda, a união diante do Monte Sinai é revelada, a linha do meio, e depois a Luz que conecta as duas linhas vem até nós. Isso é chamado de “o Criador faz a paz no Céu e Ele vai trazer a paz para nós”. A linha média vem e decide entre as duas primeiras linhas, trazendo-nos paz e plenitude.

A Torá é atingida pela unidade, se ansiarmos constantemente por ela, como se diz, “E Israel acampou diante da montanha, como um homem com um coração”. Não importa o quão duro eles tentaram se conectar, eles descobriram o contrário: ódio, desapego e rejeição. “E lá a sua impureza foi suspensa e cada tribo corrigiu a combinação de seu Ha-Va-Ya-H“, o que significa que em cada um de nós e entre todos nós há muitos problemas e conflitos internos que exigem correção.

“E eles disseram: ‘Faremos e ouviremos!”. O que significa que eles estão prontos para ir acima de sua razão, acima do sentimento de qualquer crítica, já que não há outra opção, já que vimos que não podemos nos conectar em nossos vasos egoístas. “E eles elevaram Mei Nukvin (MAN) e em contraste Maim Dechurin foi revelada, e o Criador desceu para dar-lhes a Torá e eles foram recompensados com a realização da Torá”. Vamos esperar que sejamos recompensados com o recebimento da Torá, já que o Criador a dá todos os dias.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 26/10/12

Sobre o Benefício e os Danos de “Boas Intenções”

Pergunta: Há um novo fenômeno mundial, uma espécie de “banco do tempo”. Eles recebem investimentos não em dinheiro, mas em horas de trabalho. Por exemplo, alguém investe em horas de jardinagem e outros doam uma hora de ensino de matemática e assim por diante. Pode ser que a humanidade tenha identificado o problema da desigualdade, quando habilidades de uma pessoa determinam o seu bem-estar?

Resposta: Eu não acho que este é o caminho a seguir. Como a habitual falta de entendimento leva a distorções.

Um professor pode fazer coisas que são mil vezes maior do que um encanador, por exemplo, e um milhão de vezes mais do que um simples trabalhador. Ele pode construir um instrumento, por exemplo, ou inventar algo que milhões de pessoas podem usar.

Em termos espirituais em todos os níveis há um estado de Hafetz Hessed, mas estes estados são diferentes e cada um está em um nível diferente. Você constrói a doação acima do seu desejo de receber e alguém acima do seu desejo de receber. Então você não é igual. [Leia mais →]

Entre A Rocha E O Abismo

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Matan Torá (A Entrega da Torá)”, Itens 3-4: Uma vez que nos foi ordenado: “Amarás o teu amigo como a ti mesmo”. A palavra ‘a ti mesmo’ diz-nos, amar o teu amigo na mesma medida que ama a ti mesmo, nem um pouco menos.

Em outras palavras, você deve satisfazer de forma constante e vigilante as necessidades de cada pessoa da nação de Israel, não menos do que é vigilante para satisfazer suas próprias necessidades. …E agora vá e veja se essa Mitzvah é de forma alguma viável.

Nós somos obrigados a estudar exaustivamente a fim de adquirir dois discernimentos:

  • Nós temos que alcançar o amor ao próximo em sua forma verdadeira, o que significa que tudo o que fazemos, em cada desejo, em todos os sentidos, em cada momento, temos que buscar o método de como fazer o bem aos outros, e eu dou o melhor de mim para conseguir isso, assim como agora eu faço tudo ao meu alcance trabalhando para mim mesmo, tentando fazer o melhor para o meu próprio bem. Este “self-service” é cumprido de forma natural, instintivamente, conscientemente e pelos esforços propositais. Mas agora eu tenho que agir de maneira exatamente oposta: consciente e inconscientemente, na escala de zero a infinito, eu tenho que constantemente doar a todos.
  • Será que eu consigo fazer isso? Há algo mais antagônico e odioso para mim? Como posso viver com isso, com esse mandamento que a Torá nos fala?

Nós nos acostumamos com palavras bonitas, ensinamos nossas crianças a ser gentis, isso é verdade. Se eu quiser ser respeitado, para que as pessoas me apoiem, eu tenho que falar de acordo. Todos concordam que o “amor ao próximo” é correto, mas ninguém pretende cumpri-lo seriamente. Além disso, ninguém verificou se ele é realmente possível.

Portanto, nós temos que tentar realmente cumprir isso. Então, nós vamos ver a verdade, vamos alcançar o ponto mais profundo de esclarecimento: acontece que a nossa natureza é oposta a essa exigência. Os dois tipos de natureza, “a fim de receber” e “a fim de doar”, são colocados um em frente ao outro e nós estamos no meio. Por um lado, não podemos fazer nada, e por outro lado, ao procurar o caminho para chegar a esse reconhecimento, atraímos a Luz que Reforma. Nós realmente queremos doar, mas não conseguimos doar, como se diz na Torá, “e os filhos de Israel suspiraram com o trabalho”. Se nos depararmos internamente com esses dois discernimentos, vamos nos encontrar à beira do êxodo do Egito.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 22/10/12, ” Matan Torá (A Entrega da Torá)”

Sinta-se Como Um Convidado Bem-Vindo

Dr. Michael LaitmanNem todo mundo consegue atravessar os primeiros estágios da preparação para o caminho espiritual e se manter nela. Muitos deixam o grupo, o caminho espiritual, e o processo de mudança interna. Eles voltam para o mundo exterior e retornam à vida dos latifundiários ao parar o desenvolvimento do ponto no coração, que os torna convidados do Criador – o Anfitrião do Universo.

Como nós sabemos, “a opinião da Torá é oposta à opinião dos latifundiários”. Se a pessoa tem a opinião da Torá, ela sente que é um convidado e o Criador é o anfitrião. Por isso ela quer mudar a si mesma para se parecer com o anfitrião.

Isso é chamado de ter a opinião da Torá, colocar a meta diante dela para estar em doação e, consequentemente, determinar seus estados.

Os primeiros estados, as subidas e descidas que passamos, estão desconectados de nossa mente e sentimentos comuns. A pessoa vê que muda completamente. Pela primeira vez ela começa a sentir que algum domínio estranho a governa. Esta singularidade é típica das mudanças que sentimos no processo do nosso desenvolvimento espiritual interior.

De repente, a pessoa sente que está sob o controle de alguma força estranha. Antes, ela nunca tinha esse sentimento em sua vida cotidiana. Ela sempre via claramente quem queria dominá-la, o que significa que elas eram forças externas. Aqui, no entanto, pela primeira vez ela sente que alguma força desce e a toma, a amarra desde dentro e a controla.

É um sentimento muito especial. Lembro-me do espanto que senti quando senti isso pela primeira vez. É um sentimento muito desagradável e incompreensível até que a pessoa começa a se acostumar com ele e a reconhecer essa ação como obra do Criador sobre si. Então, ela já está preparada para determinar que isso é assim e concorda com isso. Em seguida, ela começa a evocar sozinha este sentimento e a espera-lo, como você espera um encontro e uma conexão com alguém que ama.

Ela começa a valorizar a obra do Criador nela e a esperar que isso deva acontecer a qualquer minuto. Ela aprecia as verdadeiras ações do Criador e não suas qualidades e como elas são sentidas em seu desejo egoísta, que ainda não está corrigido. Isso significa que ela não se importa que estado ela atravessa; o que importa é que o Criador deve agir nela tanto quanto possível.

É por isso que ela ora. Ela pede para passar por tantas mudanças quanto possível de acordo com o desejo do Criador, já que tudo o que o Criador faz é para o bem. Assim, seu sacrifício pessoal é medido conforme ela se identifica com as ações do Criador e as espera, sua escravidão voluntária ao Criador, e o poder de sua oração.

Por enquanto estas são apenas as primeiras fases do trabalho espiritual. Então, começa um trabalho mútuo mais controlado com o Criador, na doação mútua. A pessoa já sabe como receber os poderes para isso e como trabalhar com eles mais tarde, como iniciar um diálogo com o Criador. Então, ela começa a trabalhar mesmo com o seu desejo de receber, ao sentir os mesmos gostos que o anfitrião e, sentindo como o Criador saboreia as refeições e como ela mesma a prova.

Todo este caminho começa com subidas e descidas iniciais onde a pessoa se acostuma com o domínio de uma força estranha sobre ela.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 04/10/12, Shamati # 21

Para Cada Um o Seu e a Coisa Principal Para Todos

Baal HaSulam, “Introdução ao Livro doZohar”, Item 69: A partir do alto, podemos entender perfeitamente que a Torá, também, contém internalidade e externalidade, como o mundo inteiro. Portanto, aquele que se engaja na Torá tem estes dois graus, também. Quando se aumenta o trabalho na internalidade da Torá e seus segredos, nessa medida, faz-se a virtude da internalidade do mundo, que é Israel, soar alto acima da exterioridade do mundo, que são as Nações do Mundo.

Uma pessoa no nosso mundo é atraída a uma sabedoria, uma fonte, a um enchimento que se adapta a sua natureza. Todo mundo tem as suas prioridades: cores especiais, sons especiais, ou um estilo de vida especial. Nós adquirimos muitas dessas preferências da nossa família. No geral as pessoas são diferentes e ainda existem certos tipos de personagens deste espectro.

Uma pessoa pode estar interessada na ciência ou na música, ela pode ser calma ou ativa, fechada ou extrovertida, inclinada ao trabalho físico ou atividade mental, de se expressar de uma forma ou de outra, que são todos os resultados da nossa diversidade. A pessoa escolhe uma ocupação adequada e os meios para ter sucesso na vida de acordo com sua natureza.
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Comece Sempre Com a Direita

Pergunta: Por um lado, dizemos que nós sempre temos que voltar para a linha certa, para começar tudo a partir da linha direita. Por outro lado, eles dizem que primeiro você precisa revelar o mal. Como isso é possível, se o mal é a linha  esquerda, e a direita é a alegria e a perfeição? Como é possível se  primeiro você precisa para revelar: “Eu criei a má inclinação” e, em seguida, corrigi-la? Por outro lado, em primeiro lugar, devemos sempre voltar para a linha certa

Resposta: Assim que voltamos para a linha da direita, a linha de esquerda, a inclinação verdadeira do mal, resistindo à direita, nos é revelada. É com esta abordagem que existe uma oração,e a Luz que Reforma desce, o poder da linha da direita, a partir da qual a linha do meio é formada. Nossa subida e progresso só ocorre na linha média.

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Nós O Conheceremos Por Suas Ações

Dr. Michael LaitmanQuando nós aspiramos diretamente ao Criador, nós estudamos a Torá. Em outras palavras, nós estudamos as ações da Luz, que nos corrige.

Com respeito a isso é dito, “Por Suas ações Eu O conhecerei”. Quando nós estudamos as ações do Criador, começamos a compreender e alcançá-Lo. Como resultado, chegamos à adesão com Ele.

Estudar a Torá significa estudar aquilo que a Luz está fazendo dentro de nós. Basicamente, quando uma pessoa lê, ela deve sentir imediatamente como a Luz realiza mudanças dentro de si. A transformação se revela em cada palavra, em cada letra. Afinal, essas letras, esses símbolos de qualidades espirituais, são construídas pelos Cabalistas.

Quando uma pessoa as lê, ela pode ver como elas agem internamente e a corrigem, de modo que ela receba para doar. Com cada palavra, a pessoa percebe as mudanças dentro de si. Esta é a maneira como ela revela as ações do Criador e destas ações o próprio Criador torna-se revelado a ela.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/12/10, O Zohar

Dentro do Meu Povo

Todos os vasos podem ser preenchidos apenas por cada um e por doação um sobre o outro. Na medida em que você doa aos outros, você doa ao Criador. Quanto mais você pode se conectar com os outros, mais você se conecta com o Criador. Isso se chama: “Eu habito no meu povo”, porque se você se conectar com os outros, você encontra o Criadorl.

Portanto, “Ama teu amigo como a ti mesmo” é a grande regra da Torá, uma vez que você doa ao seu amigo, você doa ao Criador. É a única coisa que você deve fazer, e não há nada mais que isso. Doar ao Criador refere-se ao vaso geral e a Luz geral que o preenche. Com relação aos outros, realizamos correção individual que não pode ser feita por eles, se você não pretende trazer contentamento ao Criador, ou seja, ao vaso em geral.

Não podemos perceber o Criador de qualquer outra forma, mas através da força geral de doação que é revelada no vaso geral, no desejo geral. Se evitarmos a doação aos outros dentro da rede geral, isso nos impedirá de fazer a ação certa e nos isolará da realidade, uma vez que toda a realidade se baseia apenas na conexão entre nós. Lá, a doação geral chamada a Luz superior, a lei geral chamada de “o Criador”, é revelada.

Por isso, se diz: “Ama o teu amigo como a ti mesmo” é a grande regra da Torá.

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Da 3a. da Lição Diária de Cabalá de 07/06/2012, O Estudo das Dez Sefirot

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