Textos na Categoria 'Trabalho em Grupo'

Trabalhe Com A Resistência

Pergunta: O senhor tem dito que nós não devemos suprimir o ego, mas aumentar o positivo. O que o senhor quer dizer com isso?

Resposta: Isso se refere à pessoa que percorre o caminho da espiritualidade e se engaja num grupo Cabalístico. Como, então, ela pode aumentar o positivo quando cai?

Quando eu me sinto doente eu tomo um comprimido, e quando eu estou de mau humor eu vou dançar. Mas, ao fazer essas coisas, eu não suprimo ou nego meu ego nem um pouco. Se você se sente enfermo, reconheça isso como um fato, mas não dê golpes em si mesmo. Não é você! É somente um pouquinho mais do seu egoísmo sendo mostrado a você. Não tome isso pessoalmente. [Leia mais →]

Teste De Lealdade

Dr. Michael LaitmanRabash, Shlavey HaSulam (Degraus da Escada), Artigo “A Oração de Muitos”: Está escrito no sagrado Zohar (Beshalach – Quando O Faraó Saiu – e no comentário Sulam, ponto 11), “E ela disse: ‘Eu habito no meio do meu povo’. Ele pergunta: ‘O que significa isso?’. Ela responde: “Quando Din (juízo) está presente no mundo, a pessoa não deve afastar-se do coletivo e ficar sozinha, porque quando Din está presente no mundo, os que são observados e notados sozinhos são capturados em primeiro lugar, mesmo que sejam justos.

Nós entramos em  sintonia com a força superior através do Zohar. Somos informados de como sintonizar-nos para compreender esta força, o que leva à sua percepção e revelação. “Din” é uma de suas manifestações sob a forma de justiça. A transgressão de uma ou de todas evoca uma ação recíproca correspondente. Sob nenhuma circunstância deve o homem separar-se da sociedade a sua volta.

Como isso acontece? Diferentes ações e sensações são evocadas em nós. Isso me da a oportunidade de manter-me na sociedade, acima e apesar destas dificuldades e sensações, mesmo se, ao me separar da nossa sociedade, eu imediatamente sinto-me confortável e evito problemas. Todo mundo está sendo punido, mas posso afastar-me. Eles ainda me dizem: “Você pode afastar-se, isso não lhe diz respeito”.

E ainda, mesmo que os justos não pequem juntamente com o resto, eles são julgados em primeiro lugar quando se separam deles. Em outras palavras, o homem está a ser testado desta maneira para saber se quer entrar no egoísmo do mundo e permanecer em seu confortável estado “burguês”, ou se está disposto a permanecer junto com todos, em um pacote, para alcançar o mundo superior, mesmo que isso o torne desconfortável.

Por isso, a pessoa nunca deve afastar-se dos demais, porque a misericórdia do Criador é sempre em relação a todas as pessoas juntas. É por isso que ela disse, “Eu habito no meio do meu povo, e não desejo afastar-me deles”.

A atitude da força superior sempre se manifesta em relação a todos juntos e nunca em relação aos indivíduos em particular. “Entre o meu povo” significa, entre aqueles que querem se unir.

Nós precisamos levar isso em consideração. Quando estamos em grupo e começamos a sentir os atritos, as ações egoístas, precisamos entender que estamos sendo “manipulados” de propósito. Se nós ainda nos uníssemos, independentemente destes “jogos” (a cada hora, a cada momento), seriamos elevados.

Mas se tivéssemos algum ganho em ficar longe dos problemas, recusando-nos a resolvê-los em vez de subir acima deles na união, naturalmente voltariamos a ficar submersos em nossa vida diária e deixaríamos de entender o que a Cabalá nos diz.

Da Lição 2 en Moscou 16/01/11, “A Oração de Muitos”

A União Sempre Prevalece

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como a pessoa pode dizer que está agindo a partir do ponto no coração, ao invés de evitar o sofrimento do mundo exterior?

Resposta: Será que a pessoa age no grupo a partir do ponto no coração, em vez do seu egoísmo? Será que ela se dirige ao grupo ao invés do mundo exterior? Ela o faz se ela coloca os desejos, objetivos, meios e esforços dos seus amigos acima dos seus próprios.

E se os amigos estiverem errados? Eles sempre estão certos. Na verdade, mesmo que eles estejam errados, que diferença isso faz para mim? O mais importante é que eu sou parte deles. Essa é a única opção que tenho.

Suponhamos que todos eles estejam contra a minha opinião. Eu estou cem por cento certo, mas eles estão unidos como um só. Isso significa que tenho que anular a mim mesmo e ir junto com eles. No entanto, eles estão errados, não estão? Isso não importa. No mundo espiritual, o coletivo, a conexão, sempre prevalece.

Cerca de dois mil e quinhentos anos atrás, havia um grande sábio, o rabino Yossi. Ele tinha, digamos, uma dúzia de estudantes. Certa vez, ele foi convidado para ir a outro lugar, mas respondeu: “Eu não posso deixá-los, porque eu vou perder tudo que há dentro de mim”.  Isto ocorreu apesar do fato dele ser um grande sábio daquela geração. Quem eram os seus estudantes em relação a ele? “Eles são irrelevantes”, disse ele, “mas quando eles estão juntos, eu me conecto a eles e recebo tudo através eles. Sozinho, eu não posso receber nada diretamente”.

Afinal, o vaso de recepção, o detector, o localizador, é o grupo. Deixe o grupo ser constituído por pessoas sem importância, principiantes; não importa quem. Se eles se unirem entre si, isso é suficiente. Um sábio que se conecta a eles acrescenta-lhes sensibilidade e, assim, percebe tudo.

Sozinhos, eles não entendem ou sentem nada. Eles apenas se amontoaram como bezerros. No entanto, ao unir-se a eles, ele recebe a Luz que não teria recebido sem isso. Ao realizar gradualmente a sua união através dele, eles também começam a crescer. Isso é o que está acontecendo no mundo. Portanto, apenas a união traz o resultado correto.

Há uma grande quantidade de pessoas “inteligentes” no grupo, muito inteligentes, individualistas, e suas conquistas não valem nada! Quando eu considero o resultado que temos que alcançar, como grupo, eu tenho certeza: mesmo que a pessoa seja inteligente, crie grandes idéias, execute qualquer tarefa de forma brilhante, e consiga resultados surpreendentes, tudo isso, no final, não leva a lugar algum. Se ela não tem direção espiritual, não vai crescer como resultado de seus esforços, embora, exteriormente, tudo possa parecer perfeito.

Todas as coisas espirituais são alcançadas somente através da união. Se os principiantes se juntam, mesmo que eles sejam pequenos, ao unirem-se, eles conseguem resultados superiores aos indivíduos que são grandes, sábios, e talvez já Cabalistas. O rabino Yossi não teria conseguido nada sem o seu grupo. É por isso que ele não o abandonou.

Da Lição 2 em Moscou 16/01/11, “A Oração de Muitos”

Sob O Chicote Do Egoísmo Universal

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que, especificamente, nós precisamos trabalhar em nós mesmos dentro de um grupo? Por que não podemos trabalhar em nós mesmos através da interação com o mundo exterior?

Resposta: Em primeiro lugar, temos de trabalhar entre nós em um grupo, ao invés do mundo exterior, porque os Cabalistas recomendam isto. Por que eles recomendam isto especificamente? É porque, juntos, precisamos criar um desejo comum, que terá qualidades semelhantes às qualidades do Criador, e então seremos capazes de revelá-Lo.

Se eu abordasse uma pessoa na rua e lhe dissesse, “Vamos nos amar”, ela poderia pensar que eu sou gay. Na realidade, a qualidade do amor é a qualidade do Criador. É Sua principal qualidade que se revela diante de nós. Eu preciso atingir esta qualidade de uma forma ou de outra. Como eu faço isso? Somente ficando com pessoas que me entendem.

Então, isso significa que nós devemos unir nossos desejos, sentir-nos uns aos outros como se estivéssemos juntos, como um todo. O egoísmo universal comum empurra-nos nessa direção.

A globalização, a interconexão que está sendo revelada, os golpes da natureza, tudo isso nos move em uma direção, nos obriga a ficar mais próximos, a “amontoar-nos” como pequenos animais que não têm onde se esconder. Todas as desgraças que estão prestes a se abater sobre nós nos forçarão a nos aproximarmos. Devemos nos tornar mais próximos interiormente, em vez de simplesmente nos aglomerarmos em um só território.

A Natureza irá trabalhar de forma sistemática; ela vai bater em um só lugar. É por isso que precisamos “nos amontoar” com as pessoas que nos entendem e, juntos, criar um desejo comum. Assim que o criarmos, este será o grupo transformando-se em um só coração, um desejo. Então, conforme a nossa unificação, vamos sentir o Criador: a manifestação da Luz de Nefesh, Ruach, Neshamah, Haya, e Yechida entre nós.

Todas as almas estão incluídas entre si em todo o mundo, mas sendo parte delas, nós já nos unimos e deixamos passar toda esta Luz através de nós. Agora, ela gradualmente flui sobre as outras almas, e elas também começam a despertar. De repente elas começam a sentir que temos um tipo especial de realização. E as pessoas vão se sentir atraídas por nós. Vamos senti-las regozijando.

Mas para que isso aconteça, primeiro você precisa realizar uma condição especial, de modo que haja Luz em você. É por isto que você não pode trabalhar com outras pessoas que não possuam isso. Isto flui como resultado da correção dos mundos, e a Cabalá formula isso. Por quê? Porque esta é a lei da natureza.

Nós precisamos começar com os desejos não corrigidos que estão mais próximos da Luz. Ao corrigi-los, podemos utilizá-los para descer a um nível abaixo, até os desejos que estão menos corrigido. À medida que os corrigimos, descemos até os desejos ainda menos corrigidos. Estamos constantemente indo de um trabalho mais fácil para um mais difícil. É desta forma que evoluímos em nossas vidas. Nós resolvemos todos os problemas de forma gradual, do simples ao complicado. Esta é a lei da natureza.

Da Lição 2 em Moscou, 16/01/2011 “A Oração De Muitos”

A Alma É O Que Eu Doei

Dr. Michael LaitmanAo sair das minhas sensações e tentar entrar nas de outra pessoa, eu não interfiro em suas qualidades egoístas, mas entro em contato com o que ela ainda não é: com sua alma, com o seu potencial espiritual. Eu não satisfaço a sua parte egoísta, corporal, mas em vez disso, eu crio nela a minha imagem espiritual (Partzuf) nela.

Na verdade, a minha alma é tudo que eu posso preencher nos outros. A alma não reside na pessoa. “A alma” é o desejo, e o desejo não é matéria, não pode ser pesado em balanças. Ela é um campo de ação, uma força, a força do desejo que eu direciono aos outros, enquanto conecta-se e permanece neles como um registro, como uma informação que eu coloquei dentro deles, desejando satisfazê-los.

Meu desejo é espalhado entre todas as almas, os desejos individuais e comuns das pessoas. No início, eu não estou ciente disso, e só mais tarde, quando eu ascender aos níveis espirituais mais elevados, posso começar a reparti-lo ativamente. Assim, tal anseio para fora cria a alma humana.

O corpo morre, pois é um mero organismo animal que não tem substância. O que importa é o quanto de mim eu consegui transferir para os outros com meus desejos. Não são as ações que são necessárias aqui, nem dinheiro ou força, mas apenas desejos. Afinal, o desejo é a maior força do mundo. É a única coisa que faz uma pessoa interagir com outra.

Assim, o papel do amigo no grupo é definido por aquilo que cada um vai depositar nos outros. Queira eu goste ou não, o que os outros plantam em mim começa a me influenciar. A crise global revela a nossa interconexão egoísta; da mesma forma, estamos interligados em nossas almas.

Falando de uma forma geral, a alma é algo coletivo. Há uma só alma, um ser humano, um Adão. E nós, suas partículas, ainda não compreendemos que estamos completamente ligados uns aos outros, como partes do seu organismo espiritual, o sistema espiritual.

Portanto, o impacto de cada um nos demais é direto, natural e evidente, de um ponto a outro. Se entendermos isso, ganharemos uma grande oportunidade de influenciar seletivamente as pessoas: atrair, empurrar, elevar e ajudar a todos. Se empregássemos este princípio, daríamos definitivamente um enorme salto para frente.

Se cada membro do grupo, seja homem ou mulher, perceber isso, então, com seus anseios interiores, eles podem elevar-nos agora. Isso depende apenas de nossos desejos internos, ou seja, da intenção. A intenção é um desejo não realizado que ainda está para se tornar verdadeiro. É a força mais poderosa do universo.

Nós vemos isso no exemplo do nosso mundo: quanto maior a força física, menos tangível ela é. Quem consegue sentir a força da interação atômica? E, no entanto, ela pode produzir a explosão de um enorme poder com dois quilos de matéria. Ondas e emanações intangíveis desempenham um papel muito importante em nossa vida. E a força do pensamento, a força do desejo são as maiores de todas.

Portanto, a chave no nosso caminho são as nossas intenções: o quão corretamente podemos formá-las e conectá-las mutuamente. Isto significa que cada um de nós se esforça para viver no outro, sair de si mesmo, seu corpo, e começar a sentir a alma.

É uma sensação incrível quando a pessoa não está presa ao seu corpo material. Tendo saído dele, ela começa a tratá-lo como um “consorte animal”: um cavalo, um burro, uma vaca, um cachorro, e assim por diante. Ela cuida de seu corpo, mas absolutamente não se associa com a vida dentro desses “mamíferos”. Ela já  sente que a vida se passa fora deles, no enorme campo de força da mente suprema.

Lição 4 da Convenção de Berlim 29/01/2011.

Vivendo Nos Outros

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é o papel do amigo no sistema integral?

Resposta: O papel do amigo é enorme e inestimável. A pessoa ascende na medida em que ajuda os outros a se unir. Ela nunca trabalha para si diretamente, mas sempre através dos outros.

Em nosso mundo, eu sempre persigo meu próprio objetivo: eu me posiciono e todos os outros a fim de calcular o que é melhor para mim. Mesmo depois de dez pessoas, o benefício ainda tem que voltar pra mim.

No mundo espiritual, este não é o caso. Lá, eu calculo o quanto eu posso contribuir para os outros, de modo que isto permaneça neles, não em mim. Meu “eu” egoísta acaba finalmente morrendo, e o que eu investi nos outros (como se fosse no banco, exceto que seria na conta dos outros e não na minha) continua. No final, quando eu ascendo acima do meu “eu”, tudo que eu investi nos outros se torna meu. É como se eu vivesse neles, como uma mãe que vive em seus filhos, os quais ela cuida.

O mundo espiritual é fundado neste atributo materno: na doação, no amor, passando de mim para fora. Como resultado, nós começamos a nos ver vivendo nos outros, e esse estado é percebido como eterno e completo. Ele não é determinado pelo meu próprio estado de existência, incluindo o meu corpo. O corpo pode até morrer, mas “eu” já vivo em outros desejos, outras qualidades.

Da Lição 4 da Convenção de Berlim  29/01/2011

Tente Um Pouco da Luz

A Luz que Reforma é a Luz utilizada para corrigir os desejos, Kelim (recipientes), e preenche toda a realidade de um ser criado. É a mesma coisa muito leve, mas você a utiliza para transformar o Kelim.

Suponhamos que estou diante de um conjunto de mesas repletas de iguarias maravilhosamente bem feitas, mas eu não tenho muita vontade de comer. E me dizem: “Você deve comer alguma coisa! É verdade, você está doente e não tem nenhum apetite, mas pelo menos tente, pouco a pouco! “E eu como sem vontade, só para dar um impulso a minha saúde. Como resultado, me recupero e começo a comer a mesma refeição gostando imensamente.

As receitas não mudaram, minha atitude para com elas sim. Anteriormente, eu a usava para ficar melhor, e é chamada de “a Luz que Reforma”, a Luz de Hassadim (Misericórdia), “o arrependimento do medo”, o grau de Bina. Mais tarde, eu me transformo e começo a empregar esses desejos, recebendo, a fim de doar. Então, esta Luz transformou-se na Luz de Hochma (Sabedoria) para mim.

Quem fez alterações na Luz? Eu fiz. Que Luz é essa? Tudo depende de como me relaciono com ela: É Hassadim para correção dos desejos, e é Hochma para sua realização. Se eu quiser transformar a minha atitude para com os outros, eu preciso realizar a primeira correção, e isso significa que eu uso a mesma Luz como”Hafetz Hesed” ( desejando nada para auto-gratificação). A Luz é doação. E então, eu posso utilizar a mesma Luz, doação, tendo prazer na doação .

Doação, o Criador, a Luz, preenhce a nossa realidade. Nós residimos dentro dela, e tudo depende da nossa atitude. Nossa relação com a Luz determina onde estamos: ou neste mundo ou na superior, em vários graus e estados diferentes.

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Da segunda parte da Lição Diária de Cabala de 25/01/2011, “Introdução do Livro do Zohar, Artigo “Dois Pontos”

Sintonizando-se à Onda de Doação

Se eu realmente desejo que a Luz venha a mim, eu tenho que pedir pela transformação espiritual do meu vaso inteiro (Kli): a partir de Keter de Malchut. Na espiritualidade não pode haver qualquer decisão parcial, quando estou “quase querendo”, mas não completamente. Devo demandar essa correção para todos os meus “10 Sefirot” ou todos os quatro níveis de desejo: o inanimado, vegetativo, animado, e falante.

Uma vez que eu sei meu mal existe em todos os quatro níveis, então eu posso chamar a Luz que Reforma. Meu desejo para que isso ocorra tem que ser tão intenso que eu vou sentir em cada fibra do meu ser… “nos meus ossos.”!

Entretanto, se eu acordar agora por mim mesmo e começar a exigir a Luz Circundante e gritar, e pedir correção, que é ótimo, mas não vai ajudar. O desejo pela resposta da luz… esse, deve residir entre as almas, em suas relações umas com as outras. [Leia mais →]

A Internet Precisa De Um Novo Rumo

Pergunta: Espaço virtual (a rede de Internet) é feita de desejos das pessoas que ali estão. Existe uma analogia entre a Internet e o mundo espiritual?

Resposta: Até agora, não podemos analisar análogias espirituais da Internet, pois esta rede é desprovida de qualquer ordem, mesmo uma egoísta. É governada por “anarquia egoísta”, onde todo mundo está fazendo o que bem entende.

Por um lado, é bom, pois ajuda o sistema a se organizar tão rapidamente como pode. Mas por outro lado, neste período de transição, não há ordem alguma. No entanto, devemos temer a possibilidade de qualquer restrição sobre ela. A Internet deve evoluir absolutamente livre nessa confusão até que se endireite. [Leia mais →]

Participação das Mulheres é Crucial

Pergunta: Se a realização do mal ocorre devido à falta de unidade, então como é que uma mulher experimenta esta realização se ela não tem nenhum trabalho prático na unificação? Como exatamente ela deve sentir a unidade?

Resposta: É exatamente como dentro de uma família. Como explicar a vida da família inteira em detalhes e o que significa a relação entre o marido e a esposa?

Um homem e uma mulher são duas imagens que compõem toda a humanidade, e juntos eles têm que criar a imagem de uma única alma. Por isso, o grupo deve ser constituído de peças masculinas e femininas, que devem unir-se um com o outro no seu trabalho e apoio mútuo.

Nunca deve haver qualquer insistência, se um marido ou uma esposa não desejam participar dele. Não há coerção em espiritualidade, portanto, não deve haver qualquer tipo de pressão. Mas no grupo a ajuda mútua de ambos os lados deve assemelhar-se a dinâmica simples da família. [Leia mais →]