Textos na Categoria 'Nova Vida'

Nova Vida # 721 – De Abraão À Geração Do Deserto

Nova Vida # 721 – De Abraão À Geração Do Deserto
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Quem são os filhos de Israel que se reuniram em torno de Abraão na Babilônia? O que simboliza a fome e o exílio que eles sentiram no Egito, e o que podemos aprender sobre a nossa vida hoje com sua história?

O mesmo povo que quis descobrir o sentido da vida na antiga Babilônia se reuniu em torno de Abraão com a intenção de revelar a força superior, a força de amor e doação que gere a nossa vida ao nos adaptarmos a ela. Houve uma grande crise na Babilônia, o egoísmo entrou em erupção e separou o povo, e Abraão lhes ensinou como se conectar. Ele levou esse grupo de pessoas com ele da Babilônia à terra de Canaã.

Os sucessores do caminho de Abraão foram Isaque e Jacó. O egoísmo continuou a crescer dia após dia e o mesmo povo se esforçou para superá-lo, mas eles não foram bem sucedidos. Isso criou um sentimento de escravidão e provocou o despertar do ponto de Moisés neles, o ponto de conexão que vai contra o ego, contra o Faraó, e traz as dez pragas do Egito.

O milagre do êxodo do Egito acontece quando os filhos de Israel escapam do ego. Quando eles se reúnem no Monte Sinai eles ouvem que devem sentir o amor entre eles e estão prontos para fazer isso, mas não podem, e então vão para o deserto. Os 40 anos no deserto simbolizam o esforço que fizeram para ao menos não prejudicar os outros se não podem alcançar o amor. O ego é revelado como uma serpente em um dado momento e seu esforço é subir acima dela, para não prejudicar os outros e manter a amizade entre eles.

Os filhos de Israel recebem o maná do céu no árido deserto. É a força que os ajuda a manter as boas relações entre si. Na Babilônia, o ego era relativamente pequeno, mas no Egito ele entrou em erupção de uma maneira terrível. A esse respeito a nossa situação é pior hoje. Há ódio entre nós; somos desconsiderados nas estradas, nos meios de comunicação, no Knesset, em todos os lugares. Se quisermos mudar isso, é preciso primeiro reconhecer a causa para essa situação ruim, que é o nosso egoísmo, e depois temos que aprender a corrigi-lo.

De KabTV “Nova Vida # 721 – De Abraão À Geração Do Deserto “, 26/04/16

Nova Vida # 725 – Dia Memorial: O Fim Do Luto

Nova Vida # 725 – Dia Memorial: O Fim do Luto
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi ben Moshe Mandelbaum e Tal

Resumo

Por que Israel está em uma luta contínua por sua existência? Como podemos pôr fim à guerra e de que maneira a Cabalá proporciona uma sensação de segurança para nós e para o mundo?

Eu nasci no sofrimento da Segunda Guerra Mundial e vim para Israel, servi no exército e nas forças militares da reserva. O Dia Memorial é um dia de auto-investigação.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, nós vivemos no sistema da natureza em que existem leis claras e definidas. Como Judeus, nos é dado o livre arbítrio e nosso papel é equilibrar o mundo em que a força egoísta negativa cresce constantemente. O primeiro a equilibrar o mundo foi Adão, e depois houve Abraão. Abraão disse ao povo como lidar com o egoísmo, com a ajuda da força positiva na natureza. A nação de Israel que se reuniu em torno dele aprendeu a construir uma conexão acima do ego e a equilibrar as duas forças na natureza.

As raízes da nação de Israel, que foi construída sobre o amor ao próximo, são a sua singularidade. Se voltarmos ao nosso papel e trouxermos a força positiva ao mundo, ninguém se levantará contra nós. Em vez de competir uns contra os outros, temos que invocar um novo tipo de concorrência, a competição sobre a ajuda mútua. Temos que chegar mais perto da força do amor para o bem de todos os soldados caídos, e, então, também vamos sentir todas as almas entre nós.

Da KabTV “Nova Vida # 725 – Dia Memorial: O Fim do Luto”, 05/05/16

Nova Vida # 727 – Rabi Shimon Bar Yochai

Nova Vida # 727 – Rabi Shimon Bar Yochai
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Nós vivemos em um mundo incompreensível para o ego humano que se desenvolveu e se tornou desequilibrado. Os Cabalistas nos aconselham a equilibrar o ego humano através da sabedoria da Cabalá, um método científico para revelar a força positiva na natureza. O primeiro a descobrir esse método foi Adão, e Abraão foi quem o desenvolveu para que ele pudesse ser implantado num grupo.

Abraão reuniu o povo em um grande grupo dividido em pequenos grupos de dez chamados Minyan. Sob a sua orientação, os membros do grupo aprenderam a sentir todo o sistema do mundo superior. Mais tarde, os membros do grupo passaram por muitas mudanças, até que chegaram a um estado em que seu egoísmo eclodiu a tal ponto que eles não podiam mais se conectar, como descrito na história de José e seus irmãos. Depois, o mesmo grupo desceu ao Egito, onde o egoísmo desenvolveu-se ainda mais, e sob a liderança de Moisés, eles saíram do Egito e receberam a Torá, o método da conexão.

Quando os membros do grupo não conseguiram equilibrar a força do mal neles e a conexão entre eles foi quebrada, o Templo também foi destruído e eles foram exilados, exilados da força do bem, do sistema equilibrado. Naqueles tempos, o rabino Akiva ensinou o método de amor e seu aluno Rabi Shimon, que escreveu O Livro do Zohar, foi o Cabalista que nos trouxe o método prático de cumprir a regra “ama teu amigo como a ti mesmo” na sociedade.

O livro explica como extrair a força do bem, oculta na natureza, que equilibra a força do mal, o ego humano. Baal HaSulam escreveu o comentário sobre O Livro do Zohar e trouxe a revelação do Livro do Zohar ao público no século XX.

De KabTV “Nova Vida # 727 – Rabi Shimon Bar Yochai”, 24/02/15

Nova Vida # 361 – Músicos E Inspiração

Nova Vida # 361 – Músicos E Inspiração
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

A música é parte da nossa vida e uma poderosa expressão de nossos sentimentos. Como podemos participar de seu efeito sobre nós? O que caracteriza os músicos e qual a sua contribuição para a sociedade?

A música é uma composição especial que expressa a harmonia e as conexões entre opostos. Um ouvinte com o mínimo de experiência na vida pode ficar impressionado com a composição.

Compositores têm uma audiência interna. Eles sentem seu mundo interno através dos sons. Existem diferentes estilos de música e compositores. Às vezes os compositores se isolam para se ouvir; no entanto, um compositor é realmente o resultado da sociedade como um todo.

A diferença entre um compositor medíocre e um brilhante é o quanto ele pode sentir a tristeza e esperança da sociedade como um todo. Isso não tem nada a ver com o seu nível espiritual. Um compositor genial também pode ser um selvagem.

Um compositor tem que tentar aprender o segredo da vida, a fim de atingir o mais alto nível de composição.

De KabTV “Nova Vida # 361 – Músicos E Inspiração”, 21/07/14

Nova Vida # 360 – A Música Conecta Os Corações

Nova Vida # 360 – A Música Conecta Os Corações
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Qual é a essência da conexão entre um músico e o público para quem ele toca? Como isso nos conecta com uma sensação de harmonia e como podemos usar essa essência no ensino da educação integral?

O som da música que uma pessoa executa é um meio de conectar seu coração com o coração dos ouvintes. Grandes músicos podem sentir como o público diante deles digere os sons e os sentimentos que transmitem.

A disposição dos assentos em uma performance ao vivo é importante, a fim conectar o público; essa é a razão de um anfiteatro ser construído do jeito que é. Antes do músico começar sua performance ele precisa se ajustar ao fato de que vai conectar todos como um só.

De KabTV “Nova Vida # 360 – A Música Conecta Os Corações”, 27/04/14

Nova Vida # 359 – O Efeito Da Música Nas Pessoas

Vida Nova # 359 – O Efeito Da Música Nas Pessoas

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

A música é uma linguagem universal que dedilha diretamente as cordas de nossas emoções. O que faz com que ela nos afete tão fortemente e como ela cria a sensação de harmonia, alegria e conexão entre nós?

Resumo

A música é uma linguagem que expressa nossos sentimentos mais íntimos ; ela pode mudar nosso humor.

A música lembra imediatamente uma pessoa de algo e desperta certos sentimentos como se ignorasse a mente. A música é uma linguagem emocional. É diferente da linguagem comum que exige a compreensão, a mente, a memória e a capacidade de comparar.

Quando ouço sons, meus sentimentos começam a funcionar ao ritmo dos sons, eles me controlam. Nós temos um entendimento e sentimento. Nossa vista opera na compreensão; nossa audição opera em sentimentos

Para ouvir melhor, por vezes, fechamos os olhos para que a nossa visão não interfira com a nossa tentativa para concentrar-nos na música. A audição pertence à nossa visão.

Os sons que percebemos dá-nos uma sensação de harmonia e equilíbrio. Eu desfruto da totalidade dos sons.

Há algo na harmonia musical que é semelhante à totalidade superior da natureza. Esta é a razão que a música exalta-nos. Não há nada de ameaçador na música e ela traz alegria tranqüila, lágrimas e algo que é muito interno, pessoal e profundo.

Toda a natureza toca música e música pode curar.

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De KabTV “Nova Vida # 359 O Efeito Das Musica Nas Pessoas”, 27/4/14

 

Nova Vida # 569 – Sociedade Israelense: Ódio Aos Ricos

Nova Vida # 569 – Sociedade Israelense: Ódio Aos Ricos
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

A sociedade muda de acordo com o desenvolvimento do ego humano. Antigamente os ricos eram respeitados, depois passaram a ser odiados. O ódio aos ricos é muitas vezes conduzido por pessoas instruídas entre os dez por cento de cima. Em Israel, a situação é singular porque não temos vivido juntos como uma única sociedade nos últimos dois mil anos. Em Israel, nós não passamos por todo o processo pelo qual os europeus passaram, por exemplo, com todas as suas revoluções e mudanças.

Os fenômenos sociais que estão ocorrendo em Israel não têm sido típicos para o povo judeu. Na Diáspora, os judeus se apoiavam, se ajudavam, não roubavam e mentiam entre si.

Neste país, nós estamos passando rapidamente por processos que aconteceram nas nações ocidentais ao longo de centenas de anos. As disparidades econômicas só vão piorar até começarmos a nos reeducar para a conexão. A educação para a conexão entre o público geral irá irradiar novos valores, mesmo entre os ricos no topo.

A natureza da educação para a conexão irá permear toda a nação uma vez que todos nós estamos conectados numa rede ligada. Só a educação para a conexão irá iniciar uma verdadeira revolução, uma vigorosa revolução padrão não será benéfica de qualquer forma.

Hoje, as pessoas sentem que os ricos estão roubando e explorando-as, de modo que os odeiam. Como resultado da educação para a conexão, os próprios ricos vão querer contribuir mais para a sociedade como um todo.

Através da tendência a se conectar, o público vai reconhecer um novo benefício, uma nova realização: a descoberta da força superior, uma nova vida. Essa não é apenas uma realização através da vestimenta da riqueza, propriedade ou honra; é a realização por meio da Luz.

Para obter essa realização exaltada, a realização por meio da Luz, a pessoa deve estar conectada corretamente aos outros. O ódio aos ricos só vai parar quando eles trabalharem em conjunto com os pobres para a construção de uma sociedade unida.

De KabTV “Nova Vida # 569 – Sociedade Israelense: Ódio aos Ricos”, 14/05/15

Nova Vida # 568 – O Fosso Socioeconômico Em Israel

Nova vida # 568 – O Fosso Socioeconômico Em Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

As pessoas sábias sempre foram respeitadas e a riqueza não era tão valorizada como a sabedoria. No passado, a coisa mais importante era ser sábio na Torá e só depois vinha a aquisição de conhecimento e a experiência profissional. Era assim quando a nação de Israel estava no exílio.

Em Israel, o conhecimento e a sabedoria são menos apreciados hoje. Nós temos que mudar nosso sistema de valor social e respeitar a especialização e a sabedoria em vez da riqueza.

O crescente egoísmo levou à destruição social e as pessoas não veem mais a pessoa, mas quanto dinheiro ela tem. Por outro lado, nós podemos ver que as pessoas estão ficando cansadas de perseguir o dinheiro. A depressão generalizada e o abuso de drogas são uma indicação disso.

Nós devemos levar em conta não só a riqueza, mas também a felicidade, a alegria, a sensação de segurança e paz na família. Nós precisamos de uma nova abordagem da vida, de modo que a pessoa se sinta encorajada, tenha apoio, seja é amada, segura e conectada.

Uma sociedade igualitária só pode ser construída educando-se as pessoas a se conectar para que elas se sintam próximas umas das outras e cuidem umas das outras.

De KabTV “Nova Vida # 568 – O Fosso Socioeconômica Em Israel”, 14/05/15

Nova Vida # 358 – O Canal Da Boa Vida: Humor E Ânimo

Nova Vida # 358 – O Canal Da Boa Vida: Humor E Ânimo
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

O que nos faz rir, o que vamos descobrir se aprendermos a rir de nós mesmos e como a capacidade de rir da natureza humana nos ajudará a criar uma conexão entre nós?

Resumo

O humor nos leva a se vestir como todos os tipos de personagens, libertando-nos da nossa seriedade. Por meio de humor e piadas é possível educar e aprender de uma forma que será lembrada pelo aluno.

O riso é contagioso; ele reduz a tensão e alivia o estresse. Nós rimos por causa de fenômenos inesperados. O humor e o riso devem sempre vir do amor; caso contrário, ele fere alguém. Um exemplo é o uso do humor gentil nos relacionamentos entre casais.

Vale a pena para uma pessoa rir de suas fraquezas, às vezes. Não “brinque” de ser perfeito.

Como uma sociedade, nós podemos rir de nossa natureza egoísta que nos impede de se conectar uns com os outros.

De KabTV “Nova Vida # 358 – O Canal Da Boa Vida: Humor e Ânimo”, 24/04/14

Nova Vida # 352 – Controlando O Tempo

Nova Vida # 352 – Controlando O Tempo
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Nós sentimos que o tempo “voa”. O que causa isso, e existe a possibilidade de mudar a nossa percepção de tempo e o nosso sentimento sobre isso e aprender a controlá-lo?

Resumo

Nós estamos passando por uma infinidade de mudanças internas, de modo que parece que o tempo hoje se move mais rápido do que no passado. Antigamente, o ritmo de vida era como montar num jumento, e hoje é como voar em um avião. Há lugares remotos do mundo onde as pessoas não têm noção do tempo.

Quanto mais o desejo de prazer se desenvolve, mais a percepção do tempo se desenvolve. Nós queremos prazer a cada fração de segundo. Eu deveria aprender a gerir o tempo, ele não deveria me gerir. Nós somos estimulados pelo programa do desejo de prazer. Se subirmos acima dele, nos tornaremos mestres ao longo do tempo.

Há o “eu” e o que está fora de mim. De acordo com a natureza, eu sou mais importante. Se eu tiver sucesso em reverter isso, vou controlar o tempo. Alguém que aprende a controlar a definição de quem é mais importante, se é ele ou algo fora dele, ganha o controle sobre a realidade.

Transformando os sentidos transforma-se o desejo – de um desejo apenas para meu próprio prazer, para um desejo de dar prazer aos outros. A transição de ser um receptor para doador lhe dá a capacidade de controlar o tempo.

De KabTV “Nova Vida # 352 – Controlar O Tempo”, 17/04/14