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Longo Caminho Para O Templo, Parte 5

laitman_747_01Exilados por Milhares de Anos

Após a destruição do Primeiro Templo, o exílio babilônico começou. Os acontecimentos de Purim descritos no Megillat Esther ocorreram neste período de tempo.

As dificuldades do exílio forçaram o povo judeu a voltar à terra de Israel e reforçar a sua unidade.

Eles conseguiram construir uma conexão boa e forte entre eles, embora a sua unidade não estivesse exatamente no mesmo nível que anteriormente. Eles voltaram da Babilônia com um novo grau de egoísmo, mais elevado, e fortes desejos egoístas que pegaram de outras nações.

Era como se eles voltassem para a Babilônia que uma vez abandonaram, submersos no egoísmo borbulhante, e, depois, retornassem novamente para Israel. No entanto, desta vez eles foram incapazes de construir relacionamentos tão fieis, fortes e maravilhosos como inicialmente. Então, eles decidiram construir algo menos complicado, isto é, criar o tipo de conexão chamado “Segundo Templo”.

Eles estavam entrelaçados uns com os outros, mas ainda divididos em vários grupos e clãs conflitantes. Como resultado, uma nova rodada de colapsos começou. É muito importante perceber que a unidade só pode ser alcançada por um momento; após esse momento, por séculos as pessoas despencaram da altura da unidade.

Isto é o que aconteceu com o Segundo Templo. O Primeiro Templo durou vários séculos e, depois, entrou em colapso. O Segundo Templo repetiu esse padrão.

O grande Cabalista, Rabi Akiva, viveu na época do Segundo Templo. Ele fez todos os esforços para fortalecer a unidade entre o povo de Israel.

Infelizmente, um ódio inexplicável, em vez do amor fraternal, apareceu de repente entre os seus discípulos que eram 24.000 pessoas. Uma conexão distorcida entre eles não lhes permitia sentir o magnífico “círculo” que abrange todo o universo.

A separação entre os alunos do Rabi Akiva acelerou o colapso do Segundo Templo, ou seja, apressou a aniquilação de sua conexão interna. Isso explica por que mais uma vez eles foram exilados. O exílio durou dois mil anos, até agora.

Continua.

De KabTV “Uma Nova Vida” 05/07/15

Rav Laitman No Ynet – Quem É Você, Povo De Israel?


Olá Caros Leitores,

Convido vocês a ler o meu artigo publicado no Ynet sobre o tema do papel do povo de Israel.

“Quem é Você, Povo de Israel?”

Por vezes, os judeus são perseguidos e aterrorizados. Sendo judeu, eu muitas vezes reflito sobre o propósito desta agonia implacável. Alguns acreditam que as atrocidades da Segunda Guerra Mundial são inimagináveis ​​hoje. No entanto, nós vemos quão fácil e abruptamente o estado de espírito anterior ao Holocausto é emerge novamente, e gritos de “Hitler estava certo” são ouvidos com muita frequência e muito abertamente.

Mas há esperança. Nós podemos inverter esta tendência, e tudo o que se exige é que tomemos consciência do quadro maior.

Onde Estamos e De Onde Viemos

A humanidade está numa encruzilhada. A globalização nos tornou interdependentes, enquanto as pessoas ficam cada vez mais odiosas e alienadas. Esta situação insustentável, altamente inflamável, requer a tomada de uma decisão sobre a futura direção da humanidade. No entanto, para entender como nós, o povo judeu, estamos envolvidos neste cenário, é preciso voltar para onde tudo começou.

O povo de Israel surgiu cerca de 4000 anos atrás na antiga Babilônia. A Babilônia era uma civilização próspera cujo povo se sentia conectado e unido. Nas palavras da Torá, “Toda a terra tinha uma só língua e mesma fala” (Gênesis, 11: 1).

Mas, assim como os seus laços ficaram mais fortes, também ficaram seus egos. Eles começaram a explorar um ao outro e a se odiar. Assim, enquanto os babilônios se sentiam conectados, também ficavam mais alienados um do outro. Preso entre uma rocha e um lugar duro, o povo da Babilônia começou a procurar uma solução para a sua situação.

Duas Soluções para a Crise

A busca por uma solução levou à formação de dois pontos de vista conflitantes. A primeira, sugerida por Nimrod, rei de Babilônia, era natural e instintiva: a dispersão. O rei argumentava que quando as pessoas estão longe umas das outras, elas não brigam.

A segunda solução foi sugerida por Abraão, um renomado sábio babilônico. Ele argumentava que, de acordo com a lei da Natureza, a sociedade humana está destinada a se tornar unida, e, portanto, ele se esforçou em unir os babilônios acima dos seus crescentes egos.

Sucintamente, o método de Abraão era uma maneira de conectar pessoas acima de seus egos pessoais. Quando ele começou a defender seu método entre seus camponeses, “milhares e dezenas de milhares se reuniram em torno dele, e… Ele plantou este princípio em seus corações”, escreve Maimônides (Mishneh Torah, Parte 1). O resto do povo escolheu o caminho de Nimrod: a dispersão, semelhante a vizinhos briguentos tentando ficar fora do caminho um do outro. Essas pessoas que se dispersaram gradualmente se tornaram o que hoje conhecemos como “a sociedade humana”.

Só hoje, cerca de 4000 anos após, nós podemos começar a perceber quem estava certo.

A Base do Povo de Israel

Nimrod forçou Abraão e seus discípulos a sair de Babilônia, e eles se mudaram para o que mais tarde ficou conhecido como “a terra de Israel”. Eles trabalharam na unidade e coesão de acordo com o princípio “Ama o próximo como a ti mesmo”, conectados acima de seus egos e, assim, descobriram “a força da unidade”, o poder oculto da Natureza.

Cada substância é composta por duas forças opostas, conexão e separação, que se equilibram. Mas a sociedade humana está evoluindo usando apenas a força negativa: o ego. De acordo com o plano da Natureza, nós somos obrigados a equilibrar conscientemente a força negativa com a força positiva: a unidade. Abraão descobriu a sabedoria que permite o equilíbrio, e hoje nós nos referimos a sua sabedoria como “a sabedoria da Cabalá”.

Israel Significa Direto ao Criador

Os discípulos de Abraão denominaram-se Ysrael (Israel) após o seu desejo de ir Yashar El (direto a Deus, o Criador). Isto é, eles queriam descobrir a força da unidade da Natureza, de modo a equilibrar o ego que se interpunha entre eles. Através de sua unidade, eles se encontraram imersos na força de união, a força superior, a raiz da realidade.

Além de sua descoberta, Israel também aprendeu que, no processo de desenvolvimento humano, o resto dos babilônios – que seguiram o conselho de Nimrod, dispersaram-se por todo o mundo e tornaram-se hoje a humanidade – também teriam de alcançar a unidade. Esta contradição entre o povo de Israel, que se formou através da união, e do resto da humanidade, que se formou como resultado da separação, é sentida até hoje.

Exílio

Os discípulos de Abraão, o povo de Israel, experimentaram muitas lutas internas. Porém, sua unidade prevaleceu por 2000 anos e era o elemento-chave que os unia. Na verdade, os seus conflitos serviam apenas para intensificar o amor entre eles.

No entanto, cerca de 2000 anos atrás, o ego irrompeu entre eles com tal intensidade que não puderam manter sua unidade. O ódio infundado e o egoísmo emergiram entre eles e infligiram um exílio sobre eles. Este exílio, mais do que qualquer outra coisa, é o exílio da unidade. A alienação dentro da nação de Israel levou-os a se dispersar entre as nações.

De volta ao presente, hoje a humanidade está se aproximando de um estado muito semelhante ao da antiga Babilônia, um estado de dependência mútua, por um lado, e de ódio mútuo e alienação, por outro lado. Como nós somos completamente interdependentes na “aldeia global”, o método de separação de Nimrod não é mais viável. Para alcançar o equilíbrio, nós somos agora obrigados a utilizar o método de Abraão; é por isso que a nação de Israel deve liderar a cura das dores da sociedade humana. A menos que nós, o povo judeu, o façamos por nossa própria vontade, as nações do mundo nos coagirão a fazê-lo, pela força.

Dessa forma, é interessante ler as palavras de Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, um antissemita notório, em seu livro, O Judeu Internacional – O Maior Problema do Mundo: “A sociedade tem uma grande reclamação contra ele [judeu], de que ele… comece a cumprir… a antiga profecia de que por meio deles todas as nações da Terra seriam abençoadas”.

As Raízes do Antissemitismo

Depois de milhares de anos se esforçando para construir uma sociedade humana bem-sucedida usando o método de Nimrod, as nações do mundo estão começando a entender que a solução para os seus problemas não é nem tecnológica, nem econômica ou militarista. Inconscientemente, elas sentem que a solução está na unidade, que o método de conexão existe no povo de Israel, e, portanto, reconhecem que são dependentes dos judeus. Isso faz com que elas culpem os judeus por todos os problemas do mundo, acreditando que os judeus possuem a chave para a felicidade do mundo.

De fato, quando a nação de Israel caiu de seu ápice moral de amor ao próximo, o ódio a Israel entre as nações começou. Assim, por meio do antissemitismo, as nações do mundo nos incitam a revelar o método da conexão. O Rav Kook, o primeiro rabino-chefe de Israel, apontou para esse fato com suas palavras, “Amalek, Hitler, e assim por diante, nos despertam para a redenção” (Ensaios do Raiah, vol. 1).

Mas o povo de Israel não sabe que está segurando a chave para a felicidade do mundo, e que a própria fonte de antissemitismo é que os judeus estão carregando dentro de si o método de conexão, a chave para a felicidade, a sabedoria da Cabalá, mas não estão revelando isso a todos.

Revelação Obrigatória da Sabedoria

Na medida em que o mundo geme sob a pressão de duas forças conflitantes – a força global de conexão e a força de separação do ego – nós estamos caindo no estado que existia na antiga Babilônia antes de seu colapso. Mas hoje, nós não podemos nos afastar uns da outra forma, a fim de acalmar os nossos egos. Nossa única opção é trabalhar em nossa conexão, em nossa unidade. Nós somos obrigados a acrescentar ao nosso mundo a força positiva que equilibra a força negativa do nosso ego.

O povo de Israel, descendentes dos antigos babilônios que seguiram Abraão, deve implementar a sabedoria da conexão, ou seja, a sabedoria da Cabalá. Eles são obrigados a estabelecer um exemplo para toda a humanidade, e, assim, tornar-se uma “luz para as nações”.

As leis da Natureza ditam que todos nós vamos atingir um estado de unidade. Mas há duas maneiras de chegar lá: 1) pelo caminho do sofrimento mundial, guerras, catástrofes, pragas e desastres naturais, ou 2) pelo caminho do equilíbrio gradual do ego, o caminho que Abraão plantou em seus discípulos. Este último é o que sugerimos.

A Unidade é a Solução

Está escrito no Livro do Zohar, “Tudo está no amor” (Porção VaEtchanan). “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” é o grande princípio da Torá, e também a essência da mudança que a sabedoria da Cabalá está oferecendo à humanidade. É obrigação do povo judeu se unir a fim de compartilhar o método de Abraão com toda a raça humana.

De acordo com o Rav Yehuda Ashlag, autor do comentário Sulam (Escada) sobre O Livro do Zohar, “Cabe à nação de Israel qualificar a si mesma e todas as pessoas do mundo… desenvolver-se até que tomem para si o sublime trabalho do amor ao próximo, que é a escada para o propósito da Criação”. Se conseguir isso, vamos encontrar soluções para todos os problemas do mundo, incluindo a erradicação do antissemitismo.

O Mundo Está Esperando A Felicidade

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que torna o povo judeu o povo escolhido de acordo com a sabedoria da Cabalá?

Resposta: O povo judeu é considerado o povo escolhido, porque eles são os primeiros que tem que aprender e adotar o método Cabalístico e levá-lo a toda a humanidade.

Mas, por enquanto, o fato de sermos o povo escolhido se reflete negativamente sobre nós, porque não cumprimos o nosso papel. Esta é a razão de sentirmos a atitude negativa do mundo em relação a nós. Nós precisamos entender por que somos excomungados, por que temos sofrido ao longo da história, e por que todos nos odeiam, incluindo países que nunca tivemos qualquer contato, e por que esse ódio surge uma e outra vez. Nós temos que prestar muita atenção nisso, pois essa atitude em relação a nós vem da lei geral da natureza.

Se examinarmos isso como um processo natural e começarmos a estudar e explorá-lo, a sabedoria da Cabalá explica tudo de forma muito simples: nós temos que trazer o método de unidade para o mundo, especialmente neste momento em que a humanidade está tão dividida. O mundo está em crise: famílias se dividem, países são destruídos, tudo está se desintegrando, e o homem é abalado internamente. É realmente nestes tempos, de acordo com todas as fontes, que o método Cabalístico é mais vital e necessário.

Mas como não o trazemos para o mundo, a humanidade irá aumentar as suas alegações de que somos a razão para todas as aflições porque não trazemos a felicidade ao mundo, porque somos os únicos que podem fazer isso.

De uma Entrevista na RTN, Nova Iorque, 21/7/15

A Causa Do Antissemitismo

Dr. Michael LaitmanPergunta: O povo judeu faz um monte de coisas boas e boas ações. Mas eu vejo que os não-judeus veem isso negativamente e, em vez de nos ver como bons, nos veem como maus. Por Quê?

Resposta: Que bem nós, as pessoas mais inteligentes e mais educados, fizemos pelo mundo? Será que realizamos nossa missão de ser a luz para as nações? Por que elas deveriam nos amar?

A humanidade sente intuitivamente que trazemos prejuízos e ódio no mundo. Não podemos imaginar como isso poderia ser possível, portanto perguntamos: “O que estamos fazendo de errado? Nós não desejamos mal a ninguém! Por que todos nos odeiam e não as pessoas que procuram destruir os outros? Por quê?” Comecem a investigar isso e tentem encontrar a verdadeira causa desse fenômeno.

Por que a Coreia do Norte, com quem nunca tivemos qualquer relacionamento, mantém o primeiro lugar no mundo para o antissemitismo? Por que tanto ódio?

Porque o antissemitismo existe na natureza, é sua lei, e não há nada que possamos fazer sobre isso. Nenhuma quantidade de lógica nos ajudará. Se este fenômeno tem sido observado por milhares de anos, nós devemos leva-lo a sério, e não no nível dos sentimentos. Nós temos que chegar ao fundo da razão por que ocupamos um lugar na natureza e o resto do mundo outro.

Eu tenho estudado as leis da natureza nos últimos 40 anos. Antes disso, a minha especialidade era biocibernética. Mas, ao longo destes 40 anos, eu tenho percebido que a unidade é a base principal que existe em toda a natureza, e não há nada que se possa fazer sobre isso, porque não podemos ir contra uma lei da natureza.

Abraão não era judeu, mas um antigo babilônico que adorava ídolos. Mas ansiando em entender por que havia tal desconexão em sua sociedade, ele revelou que, na natureza, há uma lei de unidade e que a humanidade precisa chegar à unificação. Toda a natureza se esforça pela unidade dentro de si desde o momento do Big Bang até a correção final, e tendo revelado esta lei, Abraão começou a ensiná-la a qualquer um que quisesse aprender.

As pessoas mais sensíveis, desenvolvidas e responsivas se juntaram a ele. Com elas, ele saiu da Babilônia. Eles começaram a se chamar Yehudim, da palavra “Yichud” (unidade) ou Ivrim da palavra “Laavor” (atravessar).

Antes da destruição do Segundo Templo, este grupo cumpriu sua missão. Mas, desde o momento em que o último exílio surgiu, eles não têm cumprido. E até nos reunirmos e entendermos a nossa missão, até agarrá-la e anunciá-la ao mundo inteiro, não podemos esperar nada de bom.

Porque, em última análise, todos os babilônios, ou seja, toda a humanidade, devem chegar à unificação. E somos nós que temos que trazer esta unidade para o mundo.

De uma Palestra Pública em Nova Iorque, 20/07/15

O Diagnóstico De Bialik


Um dos principais sites de notícias russos em Israel, Zahav.ru, publicou este artigo, por meu aluno.

“O Diagnóstico De Bialik”

“Acadêmicos judeus que estavam presentes nos primeiros dias do estado de Israel formataram o objetivo que identificou o principal problema que este enfrenta. No entanto, isso não nos impediu de continuar a adiar a solução para um momento posterior.

“Tel Aviv, Balfour Street, o ano de 1934. O último discurso de Chaim Nachman Bialik. Logo ele vai viajar a Viena para uma operação e voltar de lá em um caixão. O que ele falou? Sobre a divisão e o ódio que está nos destruindo a partir de dentro: ‘Como é que nós saudamos nossos irmãos fugindo da guerra? Nós levantamos o preço da habitação e tomamos deles suas últimas moedas… o brilho do ouro satânico cega nossos olhos. Nós ostentávamos o brilho do ouro diabólico cegando nossos olhos. Nós tinhamos orgulho de nossa iniciativa e prosperidade, mas na verdade isso foi uma comoção especulativa e vazio.”

“O que preocupava Bialik não eram as ameaças externas, ou problemas com as autoridades, mas a raiz de todos os problemas das pessoas, perdendo-se na estrada tortuosa da história. Por centenas de anos eles tentaram ‘ser como todo mundo”, em conformidade com os padrões externos. E, mesmo em sua própria terra eles continuaram na mesma direção de assimilação, não fisicamente, mas ideologicamente e de acordo com os valores.” [Leia mais →]

Um Bom Exemplo De Educação Para Todos

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que há de tão especial no método de educação que você sugere? Afinal, eles também falam sobre o amor a outras pessoas nas escolas e sobre a necessidade de tratar bem os amigos, mas vemos que isso não está funcionando.

Resposta: Falar sobre como se comportar não tem nada a ver com educação, uma vez que a educação é baseada na aprendizagem a partir de exemplos. Apenas exemplos operam e influenciam uma criança. Se quisermos que um adulto seja bem educado, ele também precisa ter os exemplos corretos, assim como uma criança. Nós não temos escolha. Nós precisamos estabelecer sistemas que definam um exemplo das relações corretas entre as pessoas. Mas de onde nós podemos tomar tais exemplos, se todo mundo se odeia? Quem vai dar o exemplo para nós?

Por isso, é necessário organizar workshops especiais em pequenos grupos chamados de dezenas para todos os sectores e classes sociais na população. Nós realizamos esses círculos em todo o país em Israel: em Eilat, no porto de Tel Aviv, em Tiberíades, e em outras cidades. Muitas pessoas já nos conhecem. Se uma pessoa participa de tal círculo, esse círculo se torna um exemplo para ela e ela começa a sentir que algo especial está acontecendo dentro dela.

Estranhos que se encontram sentados lado a lado por acaso começam a se comunicar no círculo de acordo com determinadas regras e sobre um determinado tema, e começam a descobrir sentimentos de conexão, unidade, calor e compreensão. Seus olhos brilham e eles olham um para o outro de uma maneira totalmente diferente do que quando o workshop começou. As pessoas mudam totalmente nestes 15 a 20 minutos. Obviamente, tudo isso desaparece quando elas vão para casa. A pessoa tem que repetir esse processo todos os dias e, assim, depois de uma semana ou um mês, ela vai mudar.

O que eu digo é baseado na grande experiência que tive. Eu tenho muitos alunos em Israel e em todo o mundo que realmente estão mudando e assim são as novas pessoas que sabem do que depende o sucesso do mundo e como podemos subir da crise global geral que se baseia no ódio mútuo entre todos os países, povos e indivíduos.

Nós podemos superá-la em vez de avançar para a destruição terrível. A Torá diz que vamos chegar a um estado em que os “inimigos de uma pessoa estão em sua casa”, o que significa que a pessoa vai ver que todo mundo a rejeita, está distante dela, e se recusam a compreendê-la, dentro de sua própria casa.

É possível viver assim ?! Afinal, nós sabemos que o nosso corpo vive e atua em harmonia entre todas as suas partes, enquanto um corpo morto é destruído. Portanto, vamos escolher o caminho certo!

Do Programa da Rádio Israelense 103FM, 02/08/15

Russian Canadian Info: “O Que Nós Judeus Devemos Ao Mundo?”


O periódico semanal Russian Canadian Info publicou o artigo: “O Que Nós Judeus Devemos Ao Mundo”


“É claro para todos que existe um problema com o povo judeu. Eles são únicos. Mesmo que o nosso povo seja apenas 0,2% da população do mundo, ele lançou as bases da cultura, educação e religiões para toda a humanidade. O mundo tem obrigação com ele pelo desenvolvimento em várias áreas.

“Os judeus constituem 27% dos laureados com o Prémio Nobel em física e 31% dos laureados com o Prêmio Nobel de Medicina. Eles receberam a metade de todos os prêmios Pulitzer. 37% dos diretores que ganharam um Oscar são judeus. Sem falar da alta tecnologia, start-ups e Internet.

“A lista do ‘legado judaico” poderia continuar por algum tempo, mas a impressão que é criada é que ninguém nos agradece por isso. Estamos à espera que o mundo reconheça os nossos serviços: “Veja o quanto benefício nós trouxemos”. No entanto, este benefício não é levado em conta.

“Além disso, os judeus foram perseguidos ao longo da história. As acusações são diferentes: a morte de Jesus, a economia, a política, o controle do mundo… e atinge o absurdo: os judeus são acusados ​​de organizar os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 e até mesmo o tsunami que atingiu o Japão em 2011.

“Eles ‘encontram’ a nossa pegada numa ampla variedade de desastres, e não há fim para estas ficções. Nos últimos 100 anos e 1000 anos, a atitude em relação a judeus não mudou. Nas melhores circunstâncias eles os toleram, nas piores circunstâncias eles os destruiriam.

“Isto parece irracional para nós – a razão muda o tempo todo, e o ódio permanece.

“Isto se refere a um povo único, que tem preservado sua singularidade até os nossos dias. Este é um grupo de pessoas, liderado por Abraão, que deixou Babilônia e decidiu viver de acordo com o princípio do amor e da assistência mútua. Eles se tornaram um povo só graças a isso, e esta foi toda a sua fundação. Se não houvesse tal fundação, os judeus não teriam sido um povo, e não se sentiriam pertencentes uns aos outros.

“Como Abraão, que uma vez explicou a necessidade de unidade para seus alunos, muito mais tarde, em pé diante do Monte Sinai (a montanha de ódio – Sinah), Moisés também ensinou ao povo: ‘Se vocês forem como um homem com um coração, irão no caminho certo para a terra de Israel. Se aceitarem o método, se tornarão um povo. Caso contrário, aqui será o seu local de enterro…”.

“Mesmo hoje os judeus devem levar ao mundo ao conhecimento sobre a unidade redentora. Mas, em geral, nós fugimos da nossa missão; queremos ser como todo mundo, apenas para que nos tratem bem.

“Mas, novamente, as estatísticas sobre os ataques contra os judeus estão aumentando, mezuzot são arrancadas das portas das casas, e suásticas são desenhadas no asfalto. Nós somos novamente culpados por todos os grandes problemas da espécie humana.

“‘O antissemitismo é a sombra do povo judeu… Eu sou um físico e sei que tudo lança uma sombra. A sombra que meu povo lança é o antissemitismo’. (Albert Einstein).

“A ideia é que o antissemitismo não é um fenômeno casual e capricho de alguém. Ele está latente no programa da natureza como um meio para influenciar o povo judeu, não permitindo que qualquer pessoa fuja ou se disperse.

“O antissemitismo tornou-se um fenômeno internacional, global, e zelosamente se expressa com o consentimento de bilhões de pessoas. Não é mais oculto, mas opera fe forma bem aberta.

“Na era moderna, o mundo está nos observando, e sem saber como ou por que, eles estão começando a exigir de nós a lei segundo a qual viveremos amanhã. Afinal, a nossa vida atual parece cada vez mais insuportável, sem esperança e irreparável dia após dia. Nós não vemos a imagem do amanhã em mais nada. E as pessoas, inconscientemente, sentem que a resposta está com os judeus.

“O mundo sente que há um segredo com os judeus que eles não querem revelar aos outros.

“Esse sentimento é indestrutível, e, finalmente, cabe a nós entender o que eles querem de nós. Verdadeiramente, qual é o segredo que está escondido em nós? Afinal, o que é que nós mantemos em nós, o que está escondido no povo judeu sem o seu conhecimento? Este é o sublime, bonito, sedutor, brilhante objetivo e futuro do mundo”.

Por Que Israel Está Sendo Descartado?

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (worldcrisis.ru): “Tanto quanto parece, o Sionismo tornou-se obsoleto e eu não acho que o mundo precise mais dele, como o estado-nação de Israel. A família Rothschild e semelhantes simplesmente usaram o Sionismo como uma ideologia de auto-enriquecimento, de modo que os Judeus eram apenas o material necessário para eles.

“Uma análise dos acontecimentos dos últimos anos mostra que eles já entregaram Israel, entregaram o Sionismo. O plano deles e sua mais importante tarefa é que Israel e milhões de outros Judeus sejam aniquilados. Desde o início do novo milénio, começaram boatos de que eles estavam ‘descartando’ Israel.

“Os Estados Unidos ainda nos apoiam porque seus interesses exigem a sua presença e influência permanente em nossa área. Desde que eles mantenham seus interesses, eles permaneceram em ambos os lados do conflito no Médio Oriente e não estão interessados ​​na sua solução. Mas hoje, as circunstâncias mudaram, os EUA se divertiram bastante e o apoio mundial aos Palestinos tem crescido, ao passo que o apoio a Israel diminuiu.

“Informações analisadas pela inteligência dos Estados Unidos: ‘Planejamento para um Oriente Médio sem Israel’, observaram que Israel não pode ficar contra o crescente poder Palestino, ao passo que o governo americano não tem os recursos militares e financeiros para continuar a apoiar Israel”.

Meu Comentário: Tudo depende apenas de nós, do povo de Israel. Afinal de contas, nós somos os únicos que estão determinando o estado do mundo! Por isso, é necessário ver toda a pressão externa sobre nós como uma pressão de cima para nos conectar e unir. Se nós pudermos implementar a unificação, ou pelo menos a inclinação e a tendência rumo a ela, então, diante dos olhos de todo o mundo, a situação em Israel e em todo o mundo vai ser alterada.

O Libelo De Sangue Das Nações Unidas

Dr. Michael LaitmanOpinião (Alexander Shoihet): “Um relatório da ONU diz que Israel cometeu crimes de guerra. Este é um libelo de sangue moderno contra Israel pelas Nações Unidas. Na verdade, todas as reuniões das Nações Unidas consistem de falsas acusações contra Israel ‘cometendo genocídio, apartheid e crimes contra a humanidade’”.

“O novo relatório da Comissão das Nações Unidas rejeita o direito de Israel à auto-defesa. Só no ano passado, esta sociedade de antissemitas chamada Organização das Nações Unidas, aceitou 20 resoluções condenando Israel, e nem mesmo uma contra outras nações do Oriente Médio. A ONU é uma organização mundial de ‘direitos humanos’ em que o Irã é um membro da comissão para a igualdade de direitos para as mulheres, Sudão supervisiona a preservação dos direitos humanos, a Síria está à frente do Comitê de Direitos Humanos, em que Cuba, Venezuela, Rússia e Arábia Saudita também são membros! Essa é as Nações Unidas”.

“Por que Israel é um membro do poço de cobra antissemita e nazista? Por que ele precisa ouvir toda essa abominação, justificar suas ações para se defender, e pagar mais um monte de dinheiro para este conjunto desprezível? Será que temos tão pouco respeito por nós mesmos que estamos ainda preparados para esperar a benevolência destes alunos e discípulos de Hitler e Goebbels?”.

Meu Comentário: A ONU se oferece como representante de todos os países do mundo que dizem abertamente na nossa cara que nós somos os culpados por todas as catástrofes humanas! E eles estão certos! Nossa Torá nos diz a mesma coisa; todos os desastres vieram ao mundo apenas como resultado das ações de Israel.

A sabedoria da Cabalá explica como, através da nossa unidade, temos que corrigir a nossa influência negativa e prejudicial para o mundo. A escolha do mundo futuro está apenas em nossas mãos, e assim as acusações contra nós são justificadas. As nações do mundo não têm a possibilidade de corrigir o mundo e expressam isso abertamente com suas acusações contra os judeus.

Cabe a nós explicar dentro das Nações Unidas, como todos nós vamos corrigir em conjunto o mundo através da aplicação da pressão sobre os Judeus e ajudando-os a fazê-lo. Desta forma, o ódio em relação aos Judeus vai forçá-los a se unir. Por isso, é possível dizer (de brincadeira) que as Nações Unidas merecem o Prêmio Nobel da Paz por “estabelecer a paz entre os Judeus!”.

O Antissemitismo É Uma Lei Da Natureza


AST Publishing, uma das maiores editoras no mercado literário russo, publicou um livro chamado Antissemitismo É uma Lei da Natureza com base nas palestras do Rav Dr. Michael Laitman, de autoria de M. Brushstein.

Do resumo do livro: O assunto do judaísmo e do antissemitismo, em particular, não saiu da agenda desde o momento de seu aparecimento. Existem dezenas, se não centenas de razões, para a atitude especial em relação aos Judeus, sejam elas quais forem. Este fato indica apenas uma coisa: o mistério Judaico não foi resolvido.