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Ynet: “Parece Uma Difamação Sanguinária Moderna”


Publicado em minha coluna semanal Ynet: “Parece Como Uma Difamação Sanguinária Moderna”.

A difícil história do povo de Israel não nos tornou especialistas no tratamento da doença do antissemitismo. Agora que o perigo está na porta, mas ainda existe a opção para a ação, nós devemos realizar o tratamento preventivo. Rav Dr. Michael Laitman decodifica o mecanismo que está oculto por trás do fenômeno do antissemitismo dos líderes e políticos contra a nação de Israel e nos desafia com experimentos sociais para neutralizar o ódio contra nós.

Atualmente o Canal de Notícias 10 está transmitindo uma série de documentários que revela a escala do boicote contra Israel (BDS) nas instituições acadêmicas dos Estados Unidos. Portanto, já não é só a UE ou o Ministro de Relações Exteriores da Suécia. O veneno e o ódio contra Israel também têm permeado os cidadãos do nosso melhor amigo, os Estados Unidos da América. Mais e mais estadistas, líderes políticos, acadêmicos e figuras-chave em muitas áreas, expressam livre e abertamente uma hostilidade intransigente contra Israel.

Principais Especialistas – Resultado, Nenhum

A fim de lidar com a onda de ódio virulento, Israel já recorreu a uma frente de informações, ministros, empresários e representantes de todo o mundo, e lançou campanhas de alto orçamento na Internet.

No entanto, apesar da significativa alocação de recursos, a imagem de Israel não melhorou e o problema persiste. Infelizmente, o antissemitismo está aumentando cada vez mais, a opinião pública mundial se rendeu a uma percepção anti-Israelense e o racismo contra nós está se intensificando.

(O veneno e o ódio contra Israel penetraram em todos os lugares) (Foto: citizenside.com)

O antissemitismo tem sido nossa herança há anos e nunca teve uma explicação lógica. A impressão em todo o mundo é apoiada por um forte sentimento interior de que Israel e os judeus são culpados por todos os problemas e crises no mundo. Parece que o desejo de condenar Israel, aniquilar e eliminá-lo, reside no subconsciente das nações do mundo e nos últimos tempos irrompe da boca dos altos funcionários.

O que querem de nós?

Henry Ford, um dos maiores antissemitas, publicou uma série de livretos intitulada, “O Judeu internacional”. Entre outras coisas, ele escreveu, “O judeu também tem se acostumado muito a pensar que é exclusivamente o requerente sobre o humanitarismo da sociedade; a sociedade tem uma grande reivindicação contra ele, de que ele deixe sua exclusividade, deixe de explorar o mundo, deixe de fazer grupos judaicos o fim e todos os seus ganhos, e que comece a cumprir, no sentido que sua exclusividade ainda não lhe permitiu cumprir, a antiga profecia que através dele todas as nações da terra devem ser abençoadas”. Ford é um exemplo entre muitos.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, não há nenhuma razão para estar surpreendido. O ódio secular contra Israel está enraizado naturalmente em cada pessoa (1). Além disso, há uma conexão direta entre o ódio a Israel e o sistema de relações entre o povo de Israel. A fonte para isto tem sua origem em algum lugar por volta de 3.500 anos atrás, quando concordamos em seguir os passos de um sacerdote babilônico chamado Abraão. Abraão ensinou aos Babilônios como manter a unidade como o valor mais alto, apesar do ego que divide e leva as pessoas ao ódio mútuo (2).

Contra a força que separa, há uma força que conecta. Sua função é ligar as várias partes, conectá-las e levar à unidade. O povo de Israel é o primeiro que deve entender este processo. A conexão deve começar aqui entre nós, porque somos os iniciadores do método de conexão chamado a sabedoria da Cabalá (3). No momento que nos unirmos, uma força positiva se espalhará pelo mundo que é capaz de criar maravilhas (4).

Unindo-nos contra o antissemitismo dentro de nós

No sopé do Monte Sinai, Israel lutava com um dilema adicional quando uma escolha inequívoca foi colocada diante deles: responsabilidade mútua ou ódio infundado, tudo ou nada. Com esforço titânico, eles conquistaram a montanha de ódio e se conectaram “como um só coração”. A partir daí o caminho para a terra de Israel — a construção do Templo e prosperidade — foi curto, até que o veneno do ódio infundado varreu o povo, o Templo foi destruído, e fomos para o exílio (5).

Dois mil anos se passaram, e mesmo que tenhamos retornado à terra, ainda agimos nela como se estivéssemos no exílio. Comunidades e tribos divididas alienam uma à outra, envolvem-se em autoglorificação em vez de construir associação, enfatizando e santificando a diferença ao invés de construir o que une, e, na verdade, estão separadas de nossas raízes espirituais (6). O mundo espera que nós sejamos “a Luz das nações” (Isaías 49:6), dando o bom exemplo de um modelo de sociedade em que todos vivam em conexão e amor fraternal acima de todas as diferenças (7)

Ondas de antissemitismo moderno têm nos visitado. Elas devem ser usadas como um lembrete para nós da função imposta aos judeus de tornar o mundo unido “como um homem com um só coração”.

De acordo com a Cabalá, o antissemitismo é uma lei da natureza que pode ser medida. Vamos desafiar a nós mesmos e organizar um estudo experimental em todo o país, uma ferramenta prática, através da qual examinamos em nossa própria carne a imensidade do poder da conexão. Por um tempo limitado, vamos tentar criar e adotar uma atmosfera social, solidária e conectada nas relações entre nós, acima dos sentimentos frios, acima da alienação e da indiferença entre nós, e vamos ver como uma mudança de atitudes em relação aos outros leva a uma redução significativa no ódio em nossa direção (e melhoradas relações políticas, atitudes produtivas e amigáveis para nós no mundo) (8).

Referências:

1. “É fato que Israel é odiado por todas as nações, seja por razões religiosas, raciais, capitalistas, comunistas ou cosmopolitas, etc. É assim porque o ódio precede todas as razões, mas cada um resolve apenas sua repugnância de acordo com sua própria psicologia”. Rav Yehudah Ashlag (Baal HaSulam). Os Escritos de Última Geração, Parte Um, Seção 9.

2. “Nunca houve bondade como a encontrada com Abraão… e ele trouxe paz entre uma pessoa e seu próximo, pois foi o pai de muitas nações, porque esse é o único que une e faz a paz entre todas as criaturas”. Gevurot HaShem, Capítulo 6.

3. “Além disso, depende da nação Israelita qualificar a si mesma e todos os povos do mundo a se desenvolver até tomarem para si essa obra sublime do amor ao próximo, que é a escada para o propósito da criação, que é Dvekut com ele”. Rav Yehudah Ashlag (Baal HaSulam), “O Arvut (Garantia Mútua)”, seção 20.

4. “Através do povo de Israel, que está mais preparado do que todos os outros povos para se aproximar do Criador, a abundância vai ser doada ao resto dos povos”. Rav Baruch Shalom HaLevi Ashlag (Rabash), Cartas, “Carta 18”.

5. “A casa foi arruinada por causa do ódio infundado. Seus corações se dividiram e eles foram separados e eram inadequados para um Templo que é a unificação de Israel”. Rabino Israel Segal, Netzah Israel, Capítulo 4. Obtida de http://huffingtonpost.com/michael-laitman/when-we-are-united-isis-i_b_8717558.html

6. “É uma vergonha admitir que um dos mais preciosos méritos que perdemos durante o exílio e o mais importante deles, é a perda da consciência da nacionalidade, ou seja, esse sentimento natural que conecta e sustenta cada nação. Os fios do amor que conectam a nação, que são tão naturais e primitivos em todas as nações, tornaram-se degenerados e separados de nossos corações, e eles sumiram”. Rav Yehudah Ashlag (Baal HaSulam), A Nação.

7. “Israel traz Luz ao mundo, como é dito, (Isaías 60:3) ‘E as nações andarão na tua luz'”. Midrash Rabbah, Shir HaShirim, Seção 4, Verso 2.

8. “Quando Israel for elevado de acordo com sua verdadeira qualidade interna, dando a todo o mundo uma forma nova e corrigida, não só Israel será elevado, mas o mundo inteiro. Então começará uma nova era em que não há nenhuma mistura de sujeira má; maldade e insurgência não funcionarão contra ele, raiva e tristeza não podem dominar dentro dele, e a preocupação com o equilíbrio do mundo não será capaz de surgir no coração. Então a força bruta será essencialmente eliminada e a espada perderá sua grande importância e se tornará uma completa desgraça” Rav Raiah Kook, Ein Aya, Shabbat 2 Jerusalém 5660, páginas 98-99.

9. Ford, H. (1949). The International Jew: the World’s Foremost Problem. Biblioteca de Alexandria. PP. 51-52.

De Ynet, 13/04/16

Os Judeus São Os Culpados Pelo Antissemitismo

laitman_547_06Nas Notícias (polosa.co.il): “De acordo com um estudo realizado pelo Fundo Francês para o Judaísmo, 6 em cada 10 franceses acreditam que os judeus são os culpados pelo antissemitismo. Em poucos dias, [o Fundo Francês para o Judaísmo] pesquisou ​mais de mil franceses para saber se eles acreditam que os judeus são, pelo menos parcialmente, responsáveis pelo antissemitismo na França.

“Uma resposta afirmativa a esta pergunta foi de 59%, com 3% expressando confiança de que sobre os judeus está uma ‘uma parcela muito grande de’ responsabilidade, e 14% disseram que sua ação foi ‘substancial’. Mais da metade dos entrevistados disse que os judeus têm uma grande quantidade de energia, e que eles são mais ricos do que a média francesa; 13% admitiram que, em sua opinião, a França tem muitos judeus, embora de acordo com estatísticas o número da comunidade judaica seja de apenas 1% da população”.

Meu Comentário: Os antissemitas têm razão: os judeus são os culpados pelo ódio contra eles. O ódio aos judeus é natural e real, e existe em lugares onde ainda não há nenhum judeu e em locais onde eles ainda não sabem o que é um judeu.

Isso ocorre porque o ódio contra eles decorre da própria natureza, do Criador, porque em relação ao Criador, os judeus que não estão corrigidos, estão em oposição a Ele.

Se eles mudassem e alcançassem o estado oposto, ou seja, doação, conexão e amor entre si e para com os outros, então, em conformidade, o ódio do Criador imediatamente se transformaria em amor por eles. Isso é mencionado muitas vezes na Torá.

Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor

Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

As religiões estão constantemente brigando e discutindo sobre quem está certo e qual é a verdadeira religião. As guerras religiosas que temos visto ao longo da história surgiram disso.

Na primeira, Abraão ensinou a todos a “Amar o próximo como a si mesmo”, e é assim que ele levou pessoas diferentes à descoberta do Criador. Na medida em que o ego cresceu, o amor ao próximo foi destruído e a sensação do Criador desapareceu. Como resultado da destruição do amor ao próximo, Jerusalém foi destruída e nós fomos para o exílio, e a revelação do Criador foi perdida para nós.

O povo de Israel ficou apenas com ações físicas, Mitzvot (mandamentos). Em vez da sabedoria da Cabalá, o Judaísmo foi desenvolvido. E, assim, a cidade de Jerusalém e as pedras nela foram santificadas, em vez do amor ao próximo.

O que há hoje em Jerusalém é Klipa (casca) e não Kedusha (Santidade), ódio em vez de amor. Quando voltarmos a usar corretamente a Torá e exigir que o amor habite entre nós, Jerusalém será reconstruída. Então, haverá uma nova religião para todos os povos, a religião do amor, a sabedoria da Cabalá e a revelação do Criador.

O caminho para a paz em Jerusalém é através da construção de conexões de amor entre nós. De nós, isso vai se estender a todo o mundo. Se fizermos a paz entre nós, a paz virá a todas as pessoas, mas cabe a nós sermos os primeiros.

Por que o mundo não reconhece Jerusalém como a capital de Israel? Porque ela está dilacerada pelo ódio mútuo. Na verdade, nós ainda não nos estabelecemos na terra de Israel e Jerusalém. A terra de Israel (Eretz Israel) é o desejo de amor (Ratzon Le Ahavah), e ainda temos que chegar a isso.

Próximo ano em Jerusalém: hoje não há um tijolo corrigido a partir do qual seja possível construir uma cidade santa. No futuro, o mundo inteiro vai se tornar a “Terra de Israel”, quando o soberano será a força superior, o poder do amor; o mundo inteiro será um desejo de amor, a Terra de Israel.

De KabTV “Nova Vida # 565 – Jerusalém: A Capital Do Amor”, 07/05/15

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

 

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

“O que torna esta noite diferente?” Esta noite nos sentimos livres. Éramos escravos e agora estamos livres ...

Nós éramos escravos: fomos escravos do Faraó e não poderíamos escapar por nós mesmos. Hoje também estamos escravizados ao nosso ego, a inclinação ao mal que nos divide e emite centelhas de disputas entre nós e não nos deixa ser. Como podemos ser liberados? Temos de decidir na mesa do Seder que não mais nos relacionaremos nesta forma egoísta.

A Torá falou acerca de quatro filhos: O sábio que é inteligente, o maligno, que não quer envolver-se em conexão, o simples que não entende nada, e aquele que não sabe como pedir e percebe que há algo sublime sobre a conexão, mas por enquanto não podemos assimilá-lo.

Isto é o que restou a nossos pais e a nós: se quisermos subir acima do nosso ego, seremos recompensados com uma força que nos ajudará, a força de conexão.

E o Senhor salvou-nos: O Criador colocou o Irã e todos contra nós para que possamos subir acima do nosso ego. Se construirmos relações corrigidas entre nós, a atitude do Iran e do resto do mundo logo mudará para melhor.

Os egípcios nos trataram mal; após a abundância material vem um sentimento de vazio e dor de modo que ascenderemos. [Leia mais →]

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas No Nosso Dia

 

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Que está a Torá realmente dizendo-nos, o que nos é revelado pelas dez pragas, e por meio da educação apropriada como podemos construir um mundo equilibrado para que possamos viver em paz e tranqüilidade?

Resumo

A Torá não está falando de coisas que acontecem neste mundo material, mas no mundo superior. Cada pessoa deve perceber todas as histórias da Torá por si mesmo, e dentro de si mesmo: Adão, o período da inundação, o Êxodo do Egito, e assim por diante.

Cada pessoa deve escrever um rolo da Torá para si mesmo, ou seja, ele deve corrigir suas características de acordo com as letras da Torá.

Fomos criados com uma natureza egoísta; só fazemos coisas para o nosso próprio benefício. Nosso objetivo deve ser transcendência para o amor. Para corrigir a nós mesmos, seja por meio de golpes ou por meio da consciência, devemos sentir que o ego é prejudicial a nós.

O Faraó simboliza o ego em uma pessoa; isso não nos permite sermos atenciosos para com os outros ou desenvolvermos amor pelos outros. Então o Faraó, o ego em nós, deve receber golpes. Hoje toda a humanidade está em um estado de “Egito”.

As 10 pragas levaram os filhos de Israel a romper com o ego que é dividido em 10 partes. Um exemplo de uma praga: O mundo está cheio de abundância hoje, mas como resultado de relacionamentos ruins, metade do mundo está morrendo de fome enquanto a outra metade lança grandes quantidades de alimentos ao lixo.

O ego desenfreado é a causa do custo de vida, habitação e aposentadoria. Além disso, a natureza nos assalta impiedosamente. A educação das crianças, divórcios, drogas, assassinatos, violência e terrorismo- cabe a nós reconhecer que tudo isso é derivado do ego.

A situação no mundo exige divulgação do método de correção, o método de conexão acima do ego, como remediar a situação, e que há uma cura. Além disso, através da conexão podemos subir para uma nova, eterna, e total dimensão da existência. E o Hagadá de Páscoa (Passover Haggadah) nos fala sobre isso, sobre a liberdade do anjo da morte, a liberdade do ego.

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De KabTV “Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias”, 26/ 3/15

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Que fases importantes em nossas vidas o Chametz e o Matzah simbolizam? Qual é o significado da queima do Chametz e por que não usamos uma luz forte quando o procuramos em casa?

Resumo

Matzá simboliza o nosso desprendimento de nossos desejos egoístas; por isso é chamado de pão da aflição. Pesach (Páscoa Judaica) simboliza o estado em que rompemos com o nosso ego e operamos tanto quanto podemos em amor e doação.

O termo “ego” não se refere aos prazeres pessoais, mas ao prazer de odiar os outros, usando os outros e tirando proveito deles. Nós temos que tratar bem os outros. Primeiro, não vamos sentir qualquer gosto nisso, assim como o Matzah, mas depois ele irá crescer e expandir.

O pão levedado (Matzah) e Chametz são como crianças que gostam de irritar outras, por exemplo, e depois aprendem a se conter e se tornar amorosas e generosas.

É assim que o mundo é hoje: ele está sob o domínio do Faraó, sob o domínio do ego, e, portanto, as pessoas precisam de tranquilizantes, drogas e álcool. A fase de contenção resulta do reconhecimento do mal quando todos percebemos que o ego está nos destruindo. Comer Chametz após Pessach simboliza um novo mundo, conexões de amor e doação e a revelação do mundo superior.

A queima do Chametz simboliza a eliminação do ego dentro de mim, quando eu não concordo em suprimir os outros e dominá-los. Nós procuramos o Chametz com a luz de uma vela, uma vez que não temos mais do que uma ligeira iluminação que sinaliza que o ego é mau e terrível. A venda do Chametz simboliza que eu estou me livrando do ego para sair dele, e depois eu o trago de volta para corrigi-lo.

De KabTV “Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) e Matza“, 24/03/15

Atividade Antissemita Do Jornal Judaico

laitman_561Pergunta: Hoje, Israel está lutando contra o BDS, um boicote declarado a ele por outras nações. Ao mesmo tempo, o jornal Haaretz organizou uma campanha exortando os americanos judeus a parar de nos apoiar porque Israel enviou Danny Danon como embaixador na ONU que supostamente é um emissário de Apartheid. Como você se relaciona com as atividades do Haaretz?

Resposta: Do ponto de vista da Cabalá, as suas ações são perfeitamente naturais para os judeus. Um judeu “não corrigido” odeia sua condição de judeu e não quer ser um judeu. Ele constantemente realiza uma análise interna sobre como evitar isso.

Afinal de contas, ele é constituído por duas características opostas: um enorme coração egoísta, que é chamado de “desejo”, e um pequeno ponto no coração, que é o princípio da existência de um atributo verdadeiramente espiritual, altruísta. Esse foi construído em nós desde os tempos da antiga Babilônia, onde há 3.500 anos, sob a liderança de Abraão, nós atingimos contato com a força superior, a Luz Superior.

O ponto espiritual não nos deixa descansar, e uma pessoa sente grandes contradições e oposições dentro de si mesma. Assim, muitos antissemitas envolvidos em todas as ações contra Israel são judeus, que querem suprimir este ponto.

Ele não permite que eles vivam. Somente se a pessoa entende isso e começa a desenvolver o ponto no coração dentro do poder do desejo, ela gradualmente se eleva ao nível do Criador, e volta a estar acima desse mundo, acima de tudo.

Portanto, é completamente natural que cada um de nós tenha um verdadeiro antissemita em potencial dentro de nós que é incomparável aos antissemitas do mundo.

Entre os judeus, há um antissemitismo afiado que aparece no contraste entre os desejos egoístas e altruístas. Portanto, não é de se admirar que, quando pessoas como os membros do conselho editorial do Haaretz ou os membros dos partidos de esquerda se reúnem, uma onda de ódio é inflamada neles.

Por outro lado, eu ainda tenho a esperança de que seja possível abordá-los e explicar onde eles obtêm a sua relação única com a nação e o povo e que é um beco sem saída, porque não traz qualquer correção consigo. De acordo com a sua forma, é impossível conectar os dois desejos: o enorme desejo egoísta e o pequeno desejo altruísta. Isso deve ser feito de modo que o desejo altruísta comece a conduzir uma energia mais elevada, Luz e Amor, de acordo com o enorme desejo egoísta. Então, esses dois desejos se transformariam em um único desejo, completo, e este estado é chamado de alma.

Não há para onde escapar disso, porque as nossas vidas existem apenas para darmos mais um passo para a criação de uma alma comum. No futuro, a época atual também se tornará a antiga história da humanidade, mas cabe a nós dar um passo em frente, lutando pela alma de nossos descendentes distantes de modo que nas próximas encarnações não teremos desculpa por não termos preparado o futuro estado. Portanto, vamos nos unir para começar a realizar o verdadeiro trabalho do povo judeu dentro de nós, e depois disso, também iremos trabalhar com toda a humanidade.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 30/03/16

Nova Vida # 538 – Cultura Judaica: O Faraó Entre Nós

Nova Vida # 538 – Cultura Judaica: O Faraó Entre Nós
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

O Faraó, o poder do ego, nos controla até hoje. Por isso, em Israel, há uma enorme divisão entre as pessoas.

A história do Êxodo do Egito é mais relevante hoje do que nunca. Nós deixamos o Egito, alcançamos relacionamentos de amor, passamos por destruição e exílio. Hoje, devemos mais uma vez sair do controle do ego e levar o mundo inteiro conosco à conexão e ao amor.

Como não há nenhuma conexão entre nós e não há guerra entre nós, nossos inimigos vizinhos se levantam contra nós do lado de fora, e também o mundo.

Quando falamos sobre o “ego”, refiro-me ao desejo de explorar, oprimir, subjugar e controlar os outros: o “Faraó”. O Faraó é considerado o rei do Egito, porque ele domina as pessoas, dando ordens a cada momento.

O Seder da Páscoa vem para nos lembrar que no passado o nosso povo saiu do Egito, do ego, e hoje depende de nós sair dessa situação novamente. Nós precisamos de um processo geral de educação social que nos levará à sensação de que somos uma única família. O êxodo do Egito é uma história sobre um processo educativo, o desenvolvimento da consciência através de impulsos que nos movem.

Uma família significa que todos irão se relacionar com os outros como seus filhos. Apenas a vida em um estado como este é chamada de viver no paraíso.

De KabTV “Nova Vida # 538 – Cultura Judaica: O Faraó Entre Nós”, 22/03/15

Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2

Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2

Resumo

O que queremos para renovar a próxima Páscoa? Nós temos que fazer uma autoanálise.

A divisão na nação está aumentando. De acordo com a Cabalá, nós não começamos a construir a sociedade israelense, e hoje temos que começar a fazer isso.

A sociedade israelense só será capaz de existir se for baseada no princípio de Abraão: “Ama teu amigo como a ti mesmo”. As disputas que têm sido típicas da nação judaica por gerações podem nos levar à destruição hoje.

Nós precisamos educar a sociedade israelense a amar acima de quaisquer diferenças de opinião, a se conectar entre diferentes pessoas. Ao educar a sociedade israelense, cada indivíduo vai se relacionar com os outros como se os amasse, como se eles fossem seus próprios filhos.

Nenhuma revolução ou mudança de liderança vai ajudar. Nós precisamos de uma revolução na percepção das nossas relações. Nós só conseguiremos resolver os problemas de segurança, de relações exteriores, do alto custo de vida, etc., se soubermos como se conectar.

Pesach (Páscoa Judaica) significa uma transição do estado em que todo mundo quer devorar todos os outros para o estado de amor e conexão. Na noite do Seder, nós devemos falar sobre como podemos dar um passo adiante fora do nosso estreito egoísmo que nos enterra. O amor vai cobrir todas as nossas transgressões. A sabedoria da Cabalá nos oferece um método único de como trazer a força de conexões às nossas vidas.

De KabTV “Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2”, 19/03/15

Um Juramento De Integração Para Os Imigrantes

laitman_273_02Pergunta: O governo Belga está à procura de maneiras de restaurar a sensação de segurança no país e proteger os seus cidadãos contra atos terroristas. Após o último ataque terrorista na Bélgica, em que 35 pessoas foram mortas, as autoridades decidiram obrigar os imigrantes que não são dos países da UE a assinar um juramento de integração declarando aceitar os valores locais.

Só quando eles o assinarem, os refugiados terão permissão de viver no país. O documento inclui o compromisso de evitar qualquer tentativa de cometer atos terroristas e relatar quaisquer ações planejadas.

Resposta: Há um método muito simples para domar animais por recompensa e punição. Nós podemos domar tigres, ursos, ou qualquer outro animal sem nenhum problema, mostrando carinho e dando tapinhas neles.

Mas é impossível domar seres humanos, especialmente aqueles que têm um ideal e um objetivo. Portanto, a assinatura de tal documento não garante nada.

Pergunta: É interessante notar que a Bélgica não decidiu parar a absorção de imigrantes, mas apenas obrigá-los a fazer um juramento.

Resposta: Claro, é tudo o bom comportamento Europeu, mas isso não vai funcionar. Se os europeus quiserem pôr fim nos ataques terroristas, eles terão que se sujeitar integralmente aos imigrantes, realizar suas demandas, se converter ao Islamismo, ir à mesquita, etc. Uma vez feito isso e o país absorvente adotar essa política, a onda de terror cessará. A propósito, se converter ao Islã é um processo muito simples. Assim, se os Europeus estão à procura de uma saída, o processo de conversão ao Islã é a única solução para eles.

Pergunta: O que vai acontecer se eles decidirem fechar as fronteiras e um partido fascista de direita assumir?

Resposta: Isso não vai ajudar. A tolerância europeia ainda vai levar a Europa à destruição. Além disso, tudo é feito pela liderança superior, a fim de direcionar os europeus, os imigrantes e os terroristas contra Israel. Em breve, uma cruzada será lançada a partir Europa contra Israel.

Pergunta: Por que todo mundo estará contra Israel?

Resposta: Por que Hitler fez isso no seu tempo, não só no seu país, mas em outros países também?

Hitler transmitiu uma mensagem muito clara: os Judeus são a fonte de todo o mal no mundo e sua missão comum era aniquilá-los. Ele dizia aos seus apoiadores que a única coisa que ficava no caminho e separava o povo era os Judeus, e se eles fossem eliminados, o povo seria capaz de estabelecer conexões de amizade entre si, conexões mútuas corretas e amor.

Pergunta: Será que a Europa acabará por chegar a esta conclusão?

Resposta: Claro, a Europa se tornará nazista, e os muçulmanos irão executar esse movimento. Tudo será dirigido contra os judeus na Europa e o Estado de Israel, até que entendamos que podemos resistir somente pela unidade entre nós.

A unidade da nação de Israel é essencial para o mundo, não só a fim de ser salva, mas também para alcançar o próximo nível do nosso desenvolvimento e cumprir o objetivo da criação.

Pergunta: Essas são palavras muito elevadas para uma pessoa comum.

Resposta: Se não cumprirmos o nosso papel e nos unirmos, novas câmaras de gás nos forçarão a fazer isso.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman”