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The Jerusalem Post: “A Melhor Resposta De Israel À Resolução Da ONU”


Na minha coluna regular no Jerusalem Post, o meu novo artigo: “Melhor Resposta De Israel À Resolução Da ONU“

De forma previsível, Obama está usando suas últimas semanas no cargo para realizar seus objetivos contra Israel. Mas como Israel deveria responder?

Mesmo que Israel desacredite legitimamente a resolução da ONU, ele também deve ver que esse voto unânime de ódio e raiva contra ele traz uma mensagem forte. O mundo espera que Israel guie o caminho para uma solução, e rápido. Mas cabe a Israel descobrir qual deve ser essa solução.

O Que o Mundo Não Sabe

Como eu escrevi na minha última coluna, a resolução é apenas o culminar dos oito anos de esforços de Obama em forçar suas políticas neoliberais destrutivas sobre o mundo. Já escrevi sobre o erro inerente ao liberalismo, que seus objetivos elevados podem estar corretos, mas carece da forma para alcançá-los.

No final deste ano de terror, que os líderes mundiais não sabem como prevenir, e à medida que o mundo testemunha a Europa sofrendo os resultados mortais de sua abordagem neoliberal de fronteiras abertas para com os imigrantes muçulmanos, esses líderes têm a audácia de tentar forçar os mesmos erros liberais sobre Israel sem a menor preocupação com as implicações de segurança que teriam sobre um Estado tão pequeno. Pois, que solução real para o conflito a ONU está oferecendo? Como Obama, os líderes europeus e os líderes de países como a Venezuela podem ensinar a Israel qualquer coisa sobre a resolução das questões centrais que dividem israelenses e palestinos?

Assim como os líderes mundiais pensaram de forma imprudente que simplesmente deixar entrar milhões de pessoas de culturas completamente diferentes em suas terras, sem nenhuma preparação prévia para essa assimilação no nível humano, psicológico, resultaria de forma mágica em um céu pacífico, estão agora forçando uma solução artificial entre dois Estados que pode levar o título de “independência” mútua, e acalmar a consciência liberal, mas que não fará nada para alcançar a coexistência pacífica entre as duas nações.

Israel aprendeu com seus erros. A retirada da Faixa de Gaza terminou com a escalada da violência contra Israel. As terras agrícolas dos colonos judeus foram transformadas em plataformas de lançamento de foguetes com túneis subterrâneos de terror debaixo deles, incitando uma guerra inevitável que causou tantas baixas, especialmente no lado palestino. Nada pode nos garantir que o mesmo não acontecerá com uma retirada para todas as outras fronteiras antes de 1967.

O Que o Mundo Sabe

Apesar dos esforços ineficazes, há uma boa razão para os líderes mundiais forçarem a resolução deste conflito. A quantidade de pressão e atenção que esse conflito tem recebido ao longo do caminho não é apenas indicativa do enorme preconceito contra Israel. O próprio secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, admitiu o viés, com 223 resoluções da ONU aprovadas na última década condenando Israel, mas apenas 6 condenando a Síria – o local dos últimos seis anos da mais terrível crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial. É também indicativo de como o mundo de alguma forma sente que ESSA crise é a fonte de todas as outras, que a resolução desse conflito vai servir de modelo para o mundo, o remédio para todos os seus outros males.

O enigma dessa atitude em relação a Israel está enraizado no passado e no futuro de Israel. No momento é claro ver que, inconscientemente, o mundo espera que Israel resolva seus problemas; ele simplesmente não entende como.

Acima da Direita e da Esquerda

Cabe a Israel encontrar as respostas. No entanto, embora Israel tenha razão em se recusar a repetir os erros do passado, o que põe em perigo a sua segurança, isso não significa que esteja indo na direção certa. À medida que Israel aperta suas medidas de segurança e evita o contato com o outro lado, o problema não é realmente tratado, assegurando que a guerra e os conflitos continuarão.

São necessárias novas soluções que vão além do que foi tentado até agora. A abordagem típica da esquerda exige conciliações que ignorem irresponsavelmente as lacunas culturais, o ódio e as ideologias religiosas; enquanto a abordagem típica da direita política é a manutenção da segurança e a promoção dos objetivos de Israel, vivendo para sempre sobre nossa espada, sem tomar medidas reais para alcançar a coexistência que trará o conflito à sua solução. Nenhuma das duas abordagens por si só pode produzir os resultados desejados. O que eu acredito que POSSA funcionar é algo completamente diferente.

Israel Tem A Chave

O que deve ser primeiro reconhecido é que a coexistência quando um ódio tão profundamente enraizado está presente não nasce de decisões tomadas no papel ou trocando-se terra, mas a partir de uma verdadeira mudança de relações e atitudes entre os dois lados. Sem essa mudança na realidade da animosidade entre as nações, elas continuarão a lutar entre si em uma guerra que não leva a nada até que um lado seja completamente apagado.

Em segundo lugar, a separação completa não é possível. Evacuar judeus de todos os assentamentos e criar uma “zona livre de judeus” não vai curar o ódio e o perigo para Israel, com a carta do Hamas afirmando sua intenção de destruí-lo e crianças sendo educadas para assassinar cada judeu. Além disso, Israel não é “livre de muçulmano”; é uma sociedade incorporada com muitas religiões e culturas. Assim, alcançar um avanço na qualidade das relações entre israelenses e palestinos é crucial para todos.

Alguns podem dizer que é impossível alcançar tal unidade, mas eles devem saber que não é assim. Por milênios os judeus foram inconscientemente levando dentro deles o único método que pode conectar as pessoas acima de todas as diferenças.

Descoberta de Abraão

Milhares de anos atrás, Abraão, pai de todas as religiões abraâmicas e pai comum de judeus e palestinos, descobriu o segredo da unicidade de toda a vida. Ele ensinou a seus discípulos o método de alcançar a harmonia entre os seres humanos. Essa sabedoria profunda que o mundo passou a conhecer, de maneira tão superficial, pelos preceitos de “ama o teu próximo como a ti mesmo” e “não faça aos outros o que odeias” – foi esquecida pela maioria. Mas não foi perdida. Ela foi levada adiante por gerações e elaborada por sábios judeus da Cabalá em muitos textos, como o Livro do Zohar e, mais recentemente, os escritos de Baal Hasulam. Hoje, na medida em que recebe formas práticas modernas, ela está conseguindo reunir judeus e muçulmanos em cada oportunidade que é aplicada à tarefa.

O método de Abraão vem da raiz de ambas as nações e por isso é a única maneira de avançar para a cura dessa antiga luta familiar. O Rav Kook escreveu sobre o futuro dessas relações que “o amor fraternal de Esaú e Jacó, de Isaque e de Ismael, os elevará acima de toda a calamidade causada pelo mal, e os transformará em luz e misericórdia” (Igrot Haraia 1,142).

Eu tive o privilégio e a responsabilidade de levar adiante essa sabedoria e transmiti-la aos meus vários alunos, que já a implementam em círculos de discussão em todo Israel.

Eles conseguiram juntar judeus e árabes como vocês podem ver aqui, uma e outra vez. Esse êxito pode ser replicado e deve ser a base de qualquer processo de paz; porque a paz começa com o povo, com a educação, com mudanças de mentalidade e predisposições. Somente construindo cuidadosamente tal paz em nossas sociedades podemos esperar que as decisões tomadas pelos líderes durem e tragam bons resultados em nossas vidas.

Não devemos dar a terra de presente ou comprometer a segurança sem primeiro ter certeza de que um processo de educação para a paz tenha realmente mudado o panorama dos corações e mentes das pessoas. Esses devem ser os assentamentos pelos quais lutamos – os estabelecimentos de amor e amizade entre nós, a construção de pontes entre nossos corações. Só então poderemos viver nossas vidas em felicidade e segurança. Sim, Israel deve se defender, mas também se esforçar para que esse tipo de mudança aconteça.

Previsão para 2017

Eu prevejo que o mundo continuará a pressionar cegamente Israel a tomar a iniciativa. Embora Trump possa tornar as coisas mais fáceis para Israel, não devemos pensar que podemos descansar em seus louros. Israel deve continuar a se esforçar para criar uma coexistência entre judeus e árabes que só Israel pode alcançar, que dará ao mundo o exemplo desesperadamente necessário de como criar a paz em sociedades conflituosas.

Se Israel conseguir pressionar a si mesmo a encontrar essa solução fundamental para o conflito, ganhará imensamente. Em última instância, um Israel unido trará um fim à guerra e ao grande ódio que as nações compartilham para com ele, na medida em que ele finalmente assume sua posição destinada como o líder espiritual do mundo, pavimentando o caminho para a paz durável. Para as nações eu digo, pressionem Israel a se unir, não a se retirar. Aos judeus eu digo, não fiquem tentados a tomar partido; unam-se acima de suas diferenças. Somente quando vocês perceberem que têm a chave, e encontrarem o caminho para criar a paz dentro de vocês, esse conflito e todos os outros serão curados.

The Jerusalem Post 29/12/16

A Verdade Sobre Judeus E Gentios

Laitman_049_01Pergunta: A palavra “antissemitismo” é composta de “anti” – contra e “semita”, que é uma pessoa (Sem, filho de Noé). Por que alguém se opunha a isso. Alguém tem direito a ser contra isso?

Os livros judaicos contêm texto sem “humanidade” em relação aos gentios, por isso é compreensível por que eles são contra nós.

Resposta: Tudo escrito sobre “gentios” se refere ao nosso egoísmo, que é chamado de “gentio”, da palavra do povo. A palavra “judeu – Yehudi ” vem da palavra “união – yichud“, a unidade entre as pessoas que deve ser alcançada por todos. Não há nenhuma conexão nessas palavras com as palavras “gentio” ou “judeu” no sentido que nos é familiar, mas é apenas uma diferenciação dentro de uma pessoa em “gentio”, um egoísta, e “judeu”, um altruísta, independentemente da sua nacionalidade ou raça.

Nova Vida 804 – O Segredo Do Poder Da Cultura Grega

Nova Vida 804 – O Segredo Do Poder Da Cultura Grega
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

A Sabedoria da Cabalá ensina como uma pessoa pode subir acima de sua mente, acima da razão.

A filosofia grega vem da informação que os filósofos gregos tiraram da sabedoria da Cabalá, mas não sabiam como compreendê-la. Até hoje, nós seguimos a abordagem grega. Uma pessoa desenvolve sua razão e pensa que lhe fará bem.

Todo indivíduo pode ascender acima da razão para um novo nível superior. O mundo é a realidade que eu percebo. Se você expandir seus instrumentos de percepção, vai captar mais. A Cabalá nos diz como avançar para uma percepção diferente da realidade.

Depois que desenvolvemos o mundo inteiro de acordo com a abordagem grega, vimos que não conseguimos nada. Nossas emoções nos dizem que não conseguimos nada como resultado do desenvolvimento de nossa mente, e a Cabalá oferece uma nova abordagem, que é antes de tudo emocional. Ela permite que a pessoa abra a vida de forma ilimitada.

De KabTV “Nova Vida 804 – O Segredo Do Poder Da Cultura Grega”, 22/12/16

Adam HaRishon Era Fenício?

laitman_747_01Pergunta: Há cientistas que acreditam que o alfabeto hebraico foi originalmente criado do fenício, uma língua que existia muito tempo antes do alfabeto hebraico. Poderia ser que Adam HaRishon (o Primeiro Homem) fosse fenício?

Resposta: Eu não posso dizer se Adam HaRishon foi fenício, mas ele foi a primeira pessoa no mundo a descobrir a força superior e descrevê-la. Não sei se o povo fenício existia há 6.000 anos; não me deparei com documentos históricos que provassem isso. Eu conto com os escritos da Cabalá e da Torá.

Poderia soar como se minhas palavras fossem inacreditáveis ​​e não comprovadas, mas a sabedoria da Cabalá confirma e verifica essas coisas, e eu confio nela.

Pergunta: Isso significa que não sabemos a nacionalidade de Adão?

Resposta: Na época de Adão HaRishon não havia nacionalidades. As nacionalidades apareceram 3.500 anos, depois do êxodo da humanidade da Babilônia. Antes disso, como diz a Torá, havia um povo composto de diferentes tribos, e todas viviam juntas na antiga Babilônia.

Somente depois que os babilônios se dispersaram e se estabeleceram em toda a face da Terra apareceram vários povos e nações.

Comentário: Os cientistas estudaram o genoma judaico e determinaram que ele é totalmente idêntico ao dos iraquianos. Na verdade, os judeus também eram emigrantes da Babilônia, emigrantes do Iraque.

Meu Comentário: O Iraque é o território da antiga Babilônia. Mas, em princípio, isso não importa, porque os judeus não são uma nacionalidade. Eles são um grupo de pessoas que Abraão reuniu para ser seus alunos que se uniram em torno dele de acordo com o princípio “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18).

Eles tinham que fazer isso para alcançar o mundo superior. Depois que eles começaram a perceber a lei “Amarás teu amigo como a ti mesmo” e com isso alcançaram o mundo superior, o sistema de gestão superior, eles começaram a se chamar judeus (Yehudim). A palavra “Yehudi” vem da palavra “Yichud” (unificação), “Achdut” (Unidade), e a palavra “Ivri” (hebraico) significa uma transição de sentir o nosso mundo para sentir o mundo superior. Portanto, os judeus não são uma nacionalidade, mas um grupo ideológico.

Quanto aos iraquianos, em certo sentido, eles podem ser os antigos judeus que permaneceram na Babilônia ou se separaram do grupo de Abraão ao longo do caminho. Mas não importa! A sabedoria da Cabalá não pertence a nenhuma nação.

Da Lição de Cabalá em Russo 17/07/16

Ynet: “Quem Está Dirigindo O ISIS?”


Da minha coluna no Ynet: “Quem Está Dirigindo O ISIS?”

O Daesh [ISIS, Estado Islâmico] está no topo da lista de fenômenos ameaçadores no final de 2015. Quem está realmente dirigindo a organização terrorista assassina, e qual é a conexão entre a vergonha nas redes sociais de um ex-primeiro-ministro que foi condenado à prisão e conferencistas que foram enviados com ministros?

A estrela mundial em ascensão de 2015 é, sem dúvida, o Daesh – uma organização que foi coroada com a marca mais forte e abrangente para esse ano, graças a sua irrupção generalizada na profundidade da consciência internacional. Ao longo de todo o ano passado, foram exibidos horríveis filmes snuff nas redes sociais, incluindo: decapitações, estupros e assassinatos de mulheres, mostrando ataques em todo o mundo, esfaqueamento e atropelamento nas ruas.

O Daesh, a organização terrorista extremista, está realmente apresentando o desempenho terrorista mais brutal no cenário mundial, mas se olharmos mais profundamente, descobriremos que também estamos conectados e temos uma responsabilidade nessa história.

Daesh Está Aqui

O Livro do Zohar indica que todos nós estamos conectados em um sistema de conexões invisíveis. Imagine uma rede que liga cada um de nós com todas as outras pessoas, uma espécie de rede de pensamentos e emoções que fluem entre nós e ditam decisões e o que fazemos em nossas vidas.

Semelhante a uma pessoa, essa rede de conexões é dividida em duas partes principais: cabeça e corpo. Cada órgão desse sistema tem um papel definido. O povo de Israel serve como ” Rosh – cabeça” (“Israel” = “Li-Rosh” – “Eu tenho uma cabeça”), e o mundo funciona como o “corpo”.

Quando uma pessoa comum desperta um pensamento ruim, uma violência contra outro judeu, ou mesmo apenas um desejo incontrolável de “matar” ou “apunhalar”, esse pensamento dentro da “cabeça do sistema” necessariamente se transforma em um comando no “corpo do sistema”.

Não são apenas atos extremos como assassinato, punhalada ou violência severa contra outros; mesmo quando eu amaldiçoo um motorista que me ultrapassa violentamente na rodovia ou surto com um funcionário da NII [agência governamental] ou com as crianças do bairro que estão perturbando meu descanso, eu estou despertando o mal.

O problema com os pensamentos é que eles são imediatamente percebidos em um piscar de olhos. Em algum outro lugar, alguém já vai representar “meu pensamento” em uma ação contra outra pessoa. Como está escrito no Livro do Zohar (VaYehi): “Israel faz com que o resto dos povos levante suas cabeças no mundo”.

De acordo com essa percepção, quando um terrorista apunhala um judeu nas ruas de Israel – a raiz para essa ação abominável é o resultado direto daqueles incontáveis ​​pensamentos negativos que passam por nossas mentes e também são expressos em nossas atitudes negativas em relação aos outros.

A Conexão Escondida entre as Relações entre Nós e o Estado do Mundo

Hoje em dia nós estamos lidando com ondas crescentes de ódio global contra a nação de Israel. Reconhecendo o fato de que especificamente aqui, no sistema de relações que construímos entre nós na nação de Israel, o destino da humanidade é decidido, e quando o ódio explode entre nós, ele “desperta” o ódio em todo o mundo através desse sistema oculto das conexões. Se o inimigo não fosse tão cruel, continuaríamos lutando e brigando uns com os outros.

De repente, um terrorista mata centenas de pessoas em Paris. O mundo esclarecido nos acusa de responsáveis ​​pela ação – um exemplo é a Suécia, que marcha à frente no campo dos inimigos e não tem vergonha de apontar o dedo acusador à nação de Israel como responsável pelo terror mundial. Um líder Daesh lutando em muitas frentes de guerra se volta especificamente para ameaçar os judeus e as organizações anti-israelenses convocam de todas as etapas possíveis para nos boicotar.

Nós devemos entender que as coisas são decididas para o bem ou para o mal em um estrato mais interno. Maus pensamentos e atitudes negativas entre nós convidam a uma atitude hostil e ações antissemitas em relação a nós, porque “Nenhuma calamidade vem ao mundo, exceto por conta de Israel” (Yebamot 63a).

A Conexão é o Nosso DNA

Em virtude do nosso papel de “cabeça do sistema”, devemos injetar o poder da conexão, o poder da vitalidade, no resto dos povos. Essa conexão é a nossa essência como o povo escolhido, mesmo desde os dias de nosso pai Abraão, que nos reuniu em uma única nação de um amontoado de tribos estrangeiras na antiga Babilônia.

Em certo sentido, devemos admitir que o Daesh são nossos “amigos” – não por causa da destruição e crueldade que trazem ao mundo, mas pela descoberta necessária que nos foi imposta para mudar a base das relações entre nós, e principalmente, os pensamentos que espalhamos pelo mundo. Uma mudança como essa nos levará do ódio fraternal ao amor de Israel.

Tão estranho quanto parece, cabe a nós “agradecer” ao Daesh, porque se não fosse por um inimigo tão cruel, continuaríamos lutando e brigando uns com os outros. O Daesh nos concede uma oportunidade de atualizar nossa função como povo – conectar-se entre nós como um homem com um só coração e restaurar a força da conexão positiva com o mundo. A beleza é que quando nos conectarmos, a ameaça do Daesh se dissipará. Essa organização terrorista é “ativada” por nós como uma marionete. Portanto, quando nos unimos, o Daesh tem medo!

O Real Inimigo É Nós

A tarefa mais importante que temos diante de nós é se unir contra o nosso verdadeiro inimigo: a separação, polarização e divisão entre nós. Nós somos culpados de possibilitar que o terrorismo e todo o mal do mundo atuem sem controle. A forma de lidar com o ódio crescente é aplicar a sabedoria da conexão: a sabedoria da Cabalá, através da qual podemos elevar o valor da unidade acima do crescente egoísmo e preocupação pessoal.

A separação entre nós possibilita que a ideologia do Daesh ocupe o centro do cenário mundial. É uma ideologia que se baseia na falsa unidade do ódio. Em contraste com ela está a ideologia da unidade do amor ao próximo, “E você amará seu amigo como a si mesmo” (Levítico 19:18); somente através de seu poder podemos neutralizar todos os inimigos do poder do mal que o alimenta e ganha o carinho do mundo.

Então, o que vai acontecer em 2016? Depende de nossos pensamentos!

Do Artigo no Ynet 30/12/15

Nova Vida # 469 – O Significado De Chanuká

Vida Nova # 469 – O Significado De Chanuká

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Qual é o significado do feriado de Chanuká, o que nós comemoramos e qual é o importante papel que temos para com o mundo inteiro que isto nos lembra?

A nação de Israel nasceu do compromisso mútuo para ser como um homem com um coração, com amor aos outros. Sempre que há separação entre nós, outros levantam-se para nos destruir. Então, algo vem para lembrar-nos que precisamos nos unir.

Também precisamos aumentar o amor entre nós, na família, até que nos tornemos “Todo Israel é amigo”. Hoje, em Israel, há muitas ameaças de segurança. Se nos unirmos, em Israel, tudo desaparecerá.

O milagre do óleo simboliza que é possível alcançar a luz, a força superior, que nos ajudará a conectar. O templo simboliza a ligação entre os corações quando eles se tornam um grande coração. O menorá simboliza o que nós atingimos: através da conexão é possível ser resgatado de todos os problemas e tudo derrotar.

Os Macabeus simbolizam a tendência de conectar-se, e eles despertam a totalidade de Israel de sua hibernação. O homem, em si mesmo, inclui os gregos, os helenistas e os macabeus. Os gregos simbolizam os atributos egoístas, os macabeus simbolizam a pequena tendência para conectar e para o amor, o ponto no coração. Se o homem quiser encontrar essas forças da alma, ele pode ganhar a guerra interna dentro de si.

Os helenistas simbolizam a tendência judaica de ser como a Europa, cada um apenas para si mesmo.

O espírito judaico é para conectar e amar, para descobrir a força superior entre nós, e para trazer luz para as nações. A vida judaica é quando todos estão preocupados com todos os outros e cada um pensa em como pode fazer o bem para o coletivo.

Quando nós, como israelenses, adotamos a abordagem europeia do individualismo, não temos luz.

O mundo depende da Luz que trazemos, a energia da vida. A falta de luz traz o ódio a Israel.

Quando não há interesse mútuo e todos são apenas para si mesmos, problemas acontecem à pessoa. E quando há conexão e amor, então tudo funciona, ou seja, em casa, com os filhos e a família, com a saúde, e no trabalho.

Ao nível político, se acendermos a luz entre nós e iluminarmos o mundo, a atitude do mundo em relação a Israel mudará para melhor.

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De KabTV “Nova Vida # 469 – O Significado De Chanuká”, 11/12/14
OBS: Áudio/Vídeo em idioma inglês

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Vida Nova # 656 – Da Grécia Ao ISIS

Nova Vida # 656 – Da Grécia Ao ISIS
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Hoje não há nenhuma abordagem com a mitologia grega no mundo. Essa abordagem evoluiu mais tarde no cristianismo. O islã está ocupando o palco hoje, assegurando às pessoas uma boa vida aqui e no céu imediatamente se as pessoas simplesmente concordarem em se unir a sua ideologia.

O objetivo do islamismo extremista é assustar os europeus para que eles tenham medo de deixar suas casas. Em contraste com o islã, o judaísmo nunca forçou ninguém. No final, o islamismo extremista e o cristianismo virão contra Israel.

A percepção dos Macabeus diz que devemos nos unir com amor e destruir os gregos entre nós, as forças de separação. Dentro do “E Amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18) nós descobrimos “E amarás ao Senhor teu Deus” (Deuteronômio 6:5), a força superior na natureza. Matias, o Asmoneu, disse: “Quem for a favor do Criador, siga-me” – esse foi um convite para se conectar à vida com a força de amor e doação.

Hoje o chamado, “Quem for a favor do Criador, siga-me”, é dirigido a toda a humanidade.

De KabTV “Nova Vida # 656 – Da Grécia ao ISIS”, 03/12/15

Nova Vida # 655 – A Abordagem Dos Gregos E A Abordagem Dos Macabeus

Nova Vida # 655 – A Abordaem Dos Gregos E A Abordagem Dos Macabeus
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Desde os tempos antigos as pessoas têm se perguntado por que estão vivendo. O primeiro a descobrir o objetivo da vida foi Adam HaRishon (o Primeiro Homem). Ele descobriu que o objetivo da vida é melhorar a maneira em que percebemos a realidade.

Nós estamos vivendo em uma ampla realidade e percebemos apenas um aspecto estreito dela porque filtramos tudo: “O que é bom para mim”.

Adam HaRishon descobriu que é possível mudar essa percepção para: “O que é bom para os outros” e “Amarás a teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18). É assim que absorvemos uma realidade ilimitada que é, na verdade, uma força única e superior, e nós estamos dentro dela.

Vinte gerações depois, veio Abraão. Na antiga Babilônia havia uma crise de egoísmo, e ele ensinou como transcendê-la. Aqueles que conseguiram sair de si mesmos para a recepção altruísta da realidade tornaram-se o povo de Israel. Este grupo continuou a se desenvolver, o ego crescia constantemente, e eles o transcendiam cada vez mais. Faraó, Egito, Torá, Terra de Israel: o ego cresceu de novo, os Macabeus contra os Gregos. Isto está constantemente falando sobre uma guerra de percepção.

O ego continuou a crescer; As pessoas estão vivendo hoje em uma percepção egoísta da realidade, exceto por alguns Cabalistas individuais. Hoje, é evidente que é impossível continuar; o ego está destruindo o mundo, todo mundo se odeia. Não temos escolha senão retornar à abordagem da Cabalá, a percepção da realidade através de “Amarás a teu amigo como a ti mesmo”.

De KabTV “Nova Vida # 655 – A Abordagem Dos Gregos E A Abordagem Dos Macabeus”, 09/12/15

Nova Vida # 653 – Chanucá: Correção Do Mundo

Nova Vida # 653 – Chanucá: Correção Do Mundo
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

Nós estamos constantemente progredindo para uma maior escuridão visto que o mundo é gerido pela força crescente do ego. No momento, estamos prestes a concluir o período do ego em desenvolvimento, a era do ego terminou. Por um lado, guerras e sofrimentos, por outro lado, educação e conscientização; de qualquer forma, estamos avançando em direção à era do equilíbrio com a natureza.

É possível continuar tentando corrigir o mundo em vez de corrigir a pessoa, mas isso não vai ajudar. A escuridão vem porque não estamos conectados uns aos outros e os nossos problemas vêm com isso.

Chanucá simboliza o despertar; as pessoas estão percebendo que só a conexão pode salvá-las. A percepção grega nos diz que não temos que nos corrigir, mas sim corrigir o mundo, que é oposto ao judaísmo. Como podemos nos calibrar corretamente? Ao se conectar “como um homem com um só coração”, você vai ver tudo corretamente. Hoje, a abordagem egoísta grega faliu e exige uma nova abordagem de conexão e equilíbrio.

A sabedoria da Cabalá nos ensina que vemos o mundo através de óculos distorcidos e estes devem ser substituídos. Nós precisamos matar o paradigma grego que existia entre nós e passar para a percepção do mundo de acordo com a sabedoria da Cabalá.

A resposta para os problemas com a ecologia? A abordagem grega diz “cúpula do clima”; a sabedoria da Cabalá diz que educação, proximidade e conexão. Hoje, nós estamos conduzindo o mundo com o conceito grego – ciência e tecnologia – em vez de corrigir a pessoa. A essência da guerra entre os gregos e os Macabeus era sobre quem precisava de correção, o mundo ou homem.

De KabTV “Nova Vida # 653 – Chanucá: Correção Do Mundo”, 01/12/15

Dia Internacional De Solidariedade Com Os Palestinos

laitman_600_02Comentário: Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução para dividir a Palestina em dois Estados, um Estado árabe e um Estado judeu. Mais tarde, o dia 29 de novembro tornou-se o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. Por um lado, a ONU declarou que há dois Estados, e, por outro lado, esse é um dia de solidariedade apenas com o povo palestino.

Meu Comentário: A ONU constantemente toma uma posição antissemita, por isso não é surpreendente. Nós simplesmente temos que entender como agir de modo que todas as suas decisões não tenham um impacto negativo. Nós temos que realizar a nossa missão, independentemente do que as nações do mundo façam sob a forma da ONU, UNESCO e outras organizações internacionais.

Se realizássemos a nossa missão como uma nação entre as outras nações do mundo, não teríamos inimigos, todos iriam nos apoiar e apreciar as suas relações conosco e ser gratos pela enorme força do bem que traríamos ao mundo graças a qual o mundo existe. Mas não fazemos isso.

Apenas a nação de Israel pode aproximar o Criador do mundo, de modo que Sua força do bem comece a preencher tudo. Portanto, todas as outras nações do mundo se ressentem de nós; inconscientemente, elas sentem que podemos fazer isso, mas não fazemos.

Pergunta: Como podemos sentir a responsabilidade que temos?

Resposta: Devemos acreditar no que os Cabalistas dizem e entender que eles atingiram todas as forças e sistemas que sustentam o nosso mundo. É por isso que eles nos advertem.

Pergunta: Uma pessoa moderna que não acredita em mais nada, pode, de repente, começar a acreditar, simplesmente assim?

Resposta: Não, ela tem que estudar a sabedoria da Cabalá e, assim, ser capaz de ver que esse sistema opera. Afinal de contas, você também pode negar a segunda lei de Newton, se declarar que “você não acredita!” Mas quando um tijolo cai sobre sua cabeça, em vez de uma maçã, você percebe que isso não tem nada a ver com fé. Essa é a razão das pessoas terem que se familiarizar com a sabedoria da Cabalá.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 30/11/16