Textos na Categoria 'Fontes Cabalísticas'

Cabalistas Sobre a Torá e Seus Mandamentos, Parte 23

Caros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

O que É a Oração?

Entanto , a oração deve ser uma oração inteira, ou seja, do fundo do coração. Isso significa que a pessoa sabe cem por cento que não há ninguém neste mundo que possa ajudá-la, mas o Próprio Criador.

Contudo, como se sabe, que não há ninguém para ajudá-la, mas o Próprio Criador? Pode-se adquirir esta consciência se ela precisamente exerceu todos os poderes à sua disposição e não a ajudou. Assim, é preciso fazer todo o possível no mundo para atingir “para o Criador”. Então uma pessoa pode rezar a partir do fundo do seu coração e Ela ouve a sua oração. -Baal HaSulam, Shamati, do artigo nº 5  “Lishma é Um Despertar de Cima, e Por Que Precisamos de um Despertar de Baixo”

[32409]

Material Relacionado:
Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 22
Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 21

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 22

Queridos Amigos, por favor, façam perguntas dobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parenteses são meus.

O Que é a Oração?

Um pedido é algo que a pessoa sente que lhe falta. Está no coração. Não faz diferença o que ela diz, uma vez que “um pedido” significa que a pessoa pede o que lhe falta, e todos os pedidos da pessoa não estão na boca, mas no coração. Portanto, não faz diferença o que ela diz, mas o Criador conhece os seus pensamentos. Assim, Acima, apenas o que o coração pede é ouvido, não o que a boca pede, pela razão acima de que a boca não é deficiente nem precisa ser satisfeita. – Rabash, Os Degraus da Escada, “O que é, ‘Uma Mulher Que Insemina Primeiro, Dá Luz a um Homem’ no Trabalho”

 O Criador ouve aquele que ora, e espera apenas a oração plena. – Baal HaSulam, Carta nº 57

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 21

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Torá Desenvolve O Reconhecimento do Mal na Pessoa

Se a pessoa se empenha na Torá e Mitzvot (estudando a Cabalá a fim de revelar o Criador, a única razão pela qual a Torá foi dada), mesmo para o seu próprio prazer (egoísta, de auto-gratificação, e não para alcançar o amor de outros), ainda assim, através da luz nela, ela sentirá a terrível inferioridade e depravação da natureza da recepção para si mesma. Nesse momento, ela se dedicará de coração a retirar este tipo de recepção e se dedicará totalmente a trabalhar apenas para dar o contentamento ao seu Criador. Então, o Criador abrirá seus olhos e lhe mostrará um mundo que é totalmente perfeito.
– Rabash, Os Degraus da Escada , “Existe Alguém Acima Que O Golpeia e Diz: ‘Cresça’, no Trabalho”.

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 19

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Torá Desenvolve o Reconhecimento do Mal na Pessoa

Qual é a essência deste desenvolvimento, que é alcançado através da Torá (a correção pelo caminho da Luz, como é dito: “Eu criei a inclinação ao mal, e dei a Torá para a sua correção, de modo que sua Luz nos levará de volta ao bem”) e Mitzvot (o egoísmo do homem consiste de 613 desejos egoístas, que devem ser corrigidos pelo oposto, chamado de cumprir os 613 mandamentos)?

Tenha em mente que é o reconhecimento do mal dentro de nós. Esse engajamento nas Mitzvot pode, de forma lenta e gradual, aperfeiçoar aqueles que se aprofundam nelas. E a escala na qual medimos o grau de refinamento é a medida do reconhecimento do mal dentro de nós.
– Baal HaSulam, “A Essência da Religião e Seu Propósito”

Através dos prazeres sutis nós sentimos que quando trabalhamos com sinceridade para Ele, para agradá-lo, desenvolve-se dentro de nós um reconhecimento relativo à baixeza dessas centelhas de amor-próprio – que são obstáculos no nosso caminho para receber o sabor sutil da doação ao Criador.
– Baal HaSulam, “A Essência da Religião e Seu Propósito”

Fazendo Música Com O Vento Superior

Dr. Michael LaitmanHá um problema muito grande na Cabalá: esta ciência é descrita através de uma linguagem alegórica. Ela está escrita de uma maneira muito difícil. Ao usar exemplos e expressões estranhos, os Cabalistas se dirigem a nós, pessoas deste mundo, tentando nos dizer sobre como tentar entrar no Mundo Superior. Eles estão tentando nos dizer algo sobre o Mundo Superior, sobre as qualidades que devemos aspirar.

Esta linguagem não é muito simples. Nós devemos sempre tentar traduzí-la para a linguagem dos sentimentos, até que cada palavra ressoe com a sensação correta dentro da pessoa. Cada palavra deve “atrair” certa corta dentro de mim, dando origem a uma resposta interior.

Até que isso aconteça, o texto não é claro para nós. Ele é totalmente externo, não nos toca, e nós não o percebemos ou adaptamos dentro de nós, e não agimos em conformidade com ele. Nós temos que encontrar uma forma de sentir o que o autor quer nos transmitir. Esta é a coisa mais importante. Ler um texto Cabalístico é como sintonizar um instrumento musical. Se nós nos sintonizarmos corretamente, este instrumento começará a tocar sozinho.

Está escrito que o Rei Davi tinha uma harpa pendurada na parede, e à meia-noite, quando o vento norte varria a sala, a harpa tocava. Nós também somos assim. Se nós nos sintonizarmos corretamente em relação à força externa, começaremos a sentir sua influência e desejo, e seremos equivalentes a ela pelas qualidades, atingindo uma ressonância com ela, “vibrando” como ela. Isso é o que nós devemos alcançar.

Da Lição em Moscou, em 16/01/11, Escritos do Rabash

Cabalistas Sobre a Torá e Seus Mandamentos, Parte 18

Caros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Torá Desenvolve o Reconhecimento do Mal Em Uma Pessoa

No início do seu trabalho [“Avodat Hashem”- “a obra do Criador”, a fim de se tornar semelhante a Ele] é o reconhecimento do mal. Isto significa que uma pessoa pede que o Criador sinta como ela é ruim, o que significa o desejo de receber. Sabendo que o desejo de receber é chamado de “mal” é algo que só o Criador pode fazê-la sentir. Isto é considerado que, através da Torá, pode-se conseguir o reconhecimento do mal, ou seja, saber o quão mau o desejo de receber é. Depois, ela pode pedir que o desejo de receber seja substituído e que deve ser dado o desejo de doar em troca disso. – Rabash, Os Degraus da Escada”, Santidade e Pureza no Trabalho”
[31857]

Material Relacionado:

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 16

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 15

Cabalistas Sobre A Torá E Mandamentos, Parte 17

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 16

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Torá Desenvolve o Reconhecimento do Mal na Pessoa

A Torá e Mitzvot (correção de si mesmo através do estudo da Cabalá) foram dadas apenas para purificar Israel (para se unir em um único desejo), para desenvolver em nós o sentimento de reconhecimento do mal (egoísmo), impresso em nós ao nascer, que é geralmente definido como nosso amor-próprio, e para alcançar o bom puro definido como o “amor ao próximo”, que é a única transição ao amor a Deus.
–
Baal HaSulam, “A Liberdade”

Quando a pessoa se empenha na Torá (método de correção do próprio egoísmo inato, e se a pessoa realmente estuda a verdadeira Torá) , ela percebe a verdade, ou seja, a medida do seu afastamento da espiritualidade, e vê que é como uma criatura inferior, que não existe uma pessoa pior na terra do que ela.
–
Baal HaSulam, Shamati # 56, “A Torá é Chamada de Indicação”

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 15

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Torá Desenvolve o Reconhecimento do Mal na Pessoa

Quando alguém se engaja na Torá (atrai sobre si a Luz que corrige o egoísmo], sente o seu  distanciamento (da espiritualidade) na medida do próprio esforço.

– Baal HaSulam, Shamati, Artigo # 56, “A Torá É Chamada Indicação”

Pois se engajar nas Mitzvot (trabalhar no seu egoísmo, que consiste de 613 desejos egoístas) e trabalhar em dar alegria ao nosso Criador, desenvolve rapidamente esse sentido de reconhecimento do mal (revela o egoísmo oculto em nossos 613 desejos).
– Baal HaSulam, “A Essência Da Religião E Seu Objetivo”

Cabalistas Sobre A Torá E Os Mandamentos, Parte 14

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam  perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

613 Sugestões e 613 Depósitos

A linguagem do Zohar chama as Mitzvot (mandamentos) na Torá de 613 depósitos. No entanto, eles também são chamados de 613 sugestões. A diferença entre eles é que tudo tem o anterior e o posterior. A preparação (correção do desejo) para algo é chamada de “posterior”, e a realização (no desejo corrigido) é chamada de “anterior”.

Consequentemente, a Torá e as Mitzvot têm o aspecto de fazer e o aspecto de ouvir, como nossos sábios escreveram (Shabat 88): “Quem cumpre a Sua palavra, ouvindo a voz da Sua palavra”; primeiro fazer (corrigir seus desejos) e depois ouvir (o que eles receberão na qualidade de doação, Bina). As Mitzvot são chamadas de 613 sugestões, e são consideradas “posterior”, e quando recompensadas com ouvir a voz da Sua palavra (porque adquiriram a capacidade de ouvir, a qualidade de doação, Bina], as 613 Mitzvot se tornam depósitos, da expressão “deposita (a propagação da Luz de Hochma na Luz de Hassadim)”, já que há 613 Mitzvot, e em cada Mitzva, a Luz é depositada a partir de um determinado grau, correspondente a um órgão específico dos 613 órgãos e tendões da alma e do corpo.
–
Rabash, Os Degraus Da Escada, “O Que É Uma Metade De Um Shekel, no trabalho (1)”

Cabalistas sobre a Torá e seus mandamentos, Parte 13

Caros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

613 Sugestões e 613 Depósitos

Nós devemos manter a Torá e mitzvot assim [em particular, para que, porque] ela vai nos trazer para a pureza [e não de modo a receber recompensa neste ou no outro mundo, ou porque o Criador nos instruiu a fazê-lo]. Pureza significa purificação do Kelim [recipientes] do desejo de receber para si mesmo, que é chamado “terra”, [impureza] pois é a disparidade de forma a partir do Criador, que é tudo sobre a [propriedade de] doação. Por isso antes de refinar o Kelim, é impossível colocar alguma coisa boa [exaltada] neles [sentir a eternidade e perfeição] porque tudo o que é colocado em um Kli sujo [recipiente] ficará estragado [de acordo com a lei de equivalência de forma]. [Leia mais →]