Textos na Categoria 'Estudo Cabalístico'

Você Viu Sete Céus No Céu?

Dr. Michael LaitmanTodas as definições da Cabalá derivam da criação original, o desejo de receber prazer, que se opõe à Luz e precisa se tornar idêntico a ela. É por isso devemos avaliar o nosso desejo apenas em relação à Luz e não em relação às nossas experiências atuais.

O homem organizou todo um sistema de critérios de bem e mal, bom e ruim, agradável e desagradável,  o qual ele emprega. Agora, você está lendo um texto Cabalístico que lembra algo totalmente diferente, mas você não deseja penetrar no seu real significado. Você deseja distorcê-lo, para que ele sirva ao seu ego.

Nós estamos lendo textos escritos por Cabalistas e achamos que podemos entendê-los usando nossa percepção atual, pois ela se adapta às nossas definições de “bem” e “mal”, “doação” e “recepção”, “em cima” e “embaixo”, “corrupção” e “correção”. Mas, na verdade, nós não sabemos absolutamente nada sobre o verdadeiro significado deles.

O livro diz “este mundo”, e eu acho que isso significa o mundo em que vivo atualmente. Mas espere, primeiro você deve tomar o lugar do autor e ler com os olhos dele! Por exemplo, no livro Beit Shaar HaKavanot (O Portão das Intenções), o Baal HaSulam escreve: “E os sete céus que vemos neste mundo…”.  Onde você viu sete céus aqui?

Em outras palavras, nós precisamos compreender que esta frase refere-se a significados espirituais,  opostos ao nosso atual entendimento. Até que entremos no mundo espiritual, nós não os entenderemos; no entanto, devemos nos esforçar para, de alguma forma, nos familiarizarmos mais com eles.

Da 4ª parte da Lição Diária da Cabalá 23/12/10, “Paz no Mundo”

O Código Dos Mundos Superiores

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu ainda não entendo hebraico. Portanto, o que devo fazer quando estamos lendo O Zohar ? Devo olhar para as letras ou apenas ouvir o texto?

Resposta: Todas as línguas, exceto o hebraico, servem para a comunicação no mundo. O hebraico, por outro lado, não é uma língua falada, mas um registro das ações espirituais de ZAT de Bina (as sete Sefirot mais inferiores), Zeir Anpin e Malchut sobre a matéria de Malchut. Os símbolos descrevem essas ações espirituais.

Então, olhe para o texto a sua frente como uma seqüência de comandos em um programa de computador: ele é simplesmente um registro de qualidades espirituais, forças e ações que você deve realizar dentro de si. É assim que eu vejo o hebraico. Eu não o trato como uma língua erudita utilizada para fazer o texto fluir suavemente, como em outras línguas.

Embora você não olhe usualmente para as letras e combinações ao ler os textos cabalísticos, você ainda olha dentro da palavra e o seu significado interior. Você olha para o símbolo, pois cada letra é sempre um símbolo.

O hebraico tem tantos dados e informações escondidas dentro da linguagem, que é impossível refleti-la na tradução. Afinal, a seqüência de letras do texto descreve as Sefirot, a ordem das ações. Como isso pode ser registrado em outro idioma?

Em cada letra nós devemos ver o símbolo de algumas qualidades ou ações espirituais que ela significa.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 30/12/10, “Introdução do  Livro do Zohar, Artigo “Yitro (Jetro)”

O Decodificador Espiritual

Dr. Michael LaitmanPergunta: Posso usar a minha imaginação para imaginar o estado futuro corrigido?

Resposta: Isso depende daquilo que imaginarmos para nós mesmos no degrau futuro. Para retratá-lo mecanicamente fazemos desenhos.

É possível colocar todas as condições do grau futuro numa mesa qualquer, listar todas as particularidades técnicas destes estados: desejos, telas, níveis de Aviut, entrada e saída de Luzes, as Luzes Circundantes e Interiores, a divisão do degrau numa série de sistemas internos e externos na Segunda Restrição.

Mas, em última instância, chegamos aos mesmos discernimentos espirituais gravados pelos Cabalistas de forma a descrevermos uns aos outros os detalhes técnicos que precisam de ser tomados de forma a sentir o que eles desejam transmitir. Suponha que eu lhe dou uma folha de notas musicais; isto é, eu transmito-lhe algum tipo de informação. Consegue fazer alguma coisa com ela? Não. Deve primeiro apreendê-la como informação externa e então tomar as contrapartidas internas. Se você ler música, será capaz de cantá-la, e então saberá o que eu tentei transmitir através dela.

Os Cabalistas fazem exactamente o mesmo passando-lhe dados técnicos. Leve-os na sua alma e receberá tudo o que eles pretendem. É essa a forma como poderá saber do que é que eles falam.

A transferência de informação através da Internet trabalha da mesma forma. Eu desenho uma imagem na tela do computador ou importo fotografias da câmera, salvo as imagens num formato particular e envio-lhe esta informação através de um canal de comunicação. Você recebe estes dados técnicos e usa um decodificador para uma vez mais as transferir para uma imagem na sua tela.

É também dessa forma que os Cabalistas se mantêm em contacto entre eles. Eles atingiram a imagem espiritual, gravaram-na, e passaram-na para nós, só que falta-nos o “decodificador” para transformar esta informação nessa mesma imagem. Nós lemos sobre ela mas não como imaginar do que é que eles falam. Para nós tudo parece uma fantasia.

Somos incapazes de decifrar e extrair o significado de qualquer uma das quatro linguagens usadas pelos Cabalistas para nos descrever o mundo espiritual (as linguagens do Tanach, Halachá, Hagadá, e Cabalá). Mas o que é que os Cabalistas nos dizem? Use estes textos como um “remédio milagroso” (Segula). O que é a Segula? Se você quer alcançar a revelação e de alguma forma perceber que a revelação só é possível na qualidade de doação, ver-se-á a si e ao mundo inteiro em amor e doação entre si, em garantia mútua, como um homem com um coração.

Se você aspira a esta imagem, começará a aproximar-se da decodificação correcta destes textos. Isso irá influenciá-lo, e, em última instância, o próprio “decodificador” espiritual ser-lhe-á revelado. É por isso que lemos O Livro do Zohar.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá, “Introdução ao Livro do Zohar, Artigo “Vocês São Parceiros Comigo”

O Poder Do Livro Do Zohar

Dr. Michael LaitmanApenas por ler O Zohar traz muitos resultados, evoca vários fenómenos e mudanças numa pessoa. A pessoa não percebe o que lê, mas ela tenta perceber, levada pela sua natureza, muito embora que do ponto de vista da Cabalá isso não seja necessário. Ela deve lê-lo com a intenção correcta ou com uma que não seja tão correcta.

Em qualquer caso o livro age sobre ela, influenciando-a e ela avança. Ela não consegue evitar sentir as mudanças dentro. Ela deve apenas continuar a voltar a este livro tão frequentemente quanto possível, lê-lo em toda oportunidade que tenha, e ficar conectada a ele de alguma forma.

Então, ela verá que este livro é construído de tal forma que cria para ela uma imagem da realidade, paralela à sua realidade actual, e a pessoa começa a mudar ligeiramente entre elas. Em vez da história superficial ela imagina algo para lá desta realidade. É dessa forma que O Zohar trabalha dentro de uma pessoa, criando novas qualidades de percepção dentro dela.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 29/12/2010, O Zohar

Os Dois Princípios de Sucesso

Pergunta: A experiência russa mostra que a unificação egoísta leva a grandes problemas. Por outro lado, passamos a estudar a Cabala como egoístas, e eu tenho muito medo que, ao tentar unirmos podemos repetir o mesmo erro.

Resposta: Em primeiro lugar, peço-lhe para não temer nada! Há uma canção: “O mundo é uma ponte muito estreita, mas o fundamental é não ter medo de nada”. Por um lado, é uma ponte estreita, mas por outro lado, não se preocupe, você irá atravessá-la.

Existem dois princípios que estabelecem bases para o sucesso:

  • Princípio 1: Coerência em estudar, a conexão com amigos, e a disseminação.
  • Princípio 2 Conexão com grupo da forma que o seu interior torna-se a essência do ambiente que sustenta o desenvolvimento da vida espiritual.

Como resultado, nós seremos capazes de realizar tudo o que os Cabalistas prescreveram: “tornar-se como um homem com um coração”, “amar os outros como você ama a si mesmo”, e do ódio infundado chegar ao amor fraternal. Se você aderir a estes dois princípios: 1. coerência no estudo e esforço visando a unificação e 2. o grupo como o ambiente para o seu progresso espiritual, então você não tem nada a temer; nada ruim vai acontecer com você.

E todos esses pensamentos surgirão como obstáculos para que você fique com o objetivo cada vez mais.

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Da 4a.  parte da Lição Diária de Cabala de 24/12/10, “A Paz”

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Escolha A Essência, Não A Forma

Dr. Michael LaitmanPergunta: Vale a pena ler os textos Cabalísticos em hebraico, mesmo sem entendê-los?

Resposta: Aqui, acima de tudo, é importante como a pessoa consegue se inspirar com toda a ideia. Portanto, ela deve ler o livro numa língua que ela entenda. Ela deve estar conosco emocionalmente, não gramaticalmente.

As formas geométricas das letras escritas existem somente no nosso mundo. Num nível espiritual levemente mais elevado, elas não são mais geometria, mas atributos que não têm nada que ver com as formas que estamos vendo agora. Lá, o desenho das letras aparece na sensação. Assim, se a pessoa não sabe hebraico, deixe-a ouvir a aula em qualquer língua que permita que ela sinta a essência, a ideia.

Em geral, essas letras não pertencem à língua hebraica. Elas simbolizam duas forças, Hassadim (Misericórdia) e Hochma (Sabedoria), recepção e doação, interconectadas entre si de um jeito ou de outro.

A letra hebraica (Ot, אות) é também um símbolo. O que vemos não são as letras hebraicas, mas formas geométricas que representam diferentes interações, combinações das duas propriedades.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 22/12/10, “Introdução do Livro do Zohar”, Artigo “As Letras do Rabbi Amnon Saba”

Aspirar A Estados Futuros

Dr. Michael LaitmanOs Cabalistas escrevem sobre diversos estados da alma, estados pelos quais eles realmente passaram. O que importa é o quanto nós queremos imaginar esses estados e nos identificamos com eles. Todos eles são indicações de como podemos devolver prazer ao Criador, e, em virtude dessa aspiração, revelarmos a mesma ação Dele. É assim que nós nos unimos com o Criador: ele dá à pessoa e a pessoa dá a Ele.

Estes são os estados sobre os quais os Cabalistas nos falam. Quanto mais aspiramos a eles, mais a força ou a Luz deles nos influencia, aproximando-nos dos estados de união e levando-nos até eles.

Esse processo continua ao longo de todo o caminho. Isso não acontece somente agora, quando estamos nos preparando  para  entrar nesses estados de interconexão, mas também mais tarde, quando sentiremos melhor as ações espirituais. De uma forma ou outra, apenas a nossa aspiração, apenas a nossa elevação de MAN, uma oração por estados mais elevados de doação mútua e revelação do amor, nos ajudará a ascender a novos níveis a cada vez.

Este  é o caminho que a alma deve seguir até o final da correção. Somente este tipo de trabalho nos permitirá avançar.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/12/10, O Zohar

A Ciência Que Estuda O Criador


É um problema que a pessoa só possa estudar o que está abaixo do nível humano (falante): os níveis inanimado, vegetal, e animal do desejo de receber. Ela é incapaz de separar e estudar o desejo do nível humano, porque ela não é semelhante ao Criador.

O nível humano é considerado como a “parte divina do Alto”. E essa parte agora é invisível para você ; portanto, você é incapaz de estudá-la.

O desejo do nível humano é chamado de alma; é a matéria da alma. A matéria é o desejo de desfrutar, e sua forma é sua equivalência com o Criador. É exatamente isso que os Cabalistas estudam: onde Ele e eu somos parecidos, de que maneira, em que níveis e em quais condições?

A sabedoria Cabalística estuda como a matéria do desejo de desfrutar adquire a forma do Criador; é quando ela pode ser chamada de alma. Ela é chamada de “alma” (Neshamah) porque este é o grau mais elevado de equivalência com o Criador que somos capazes de alcançar antes da correção final (Nefesh – Ruach – Neshamah).

Essa limitação existirá nessa ciência até que todas as pessoas se envolvam nela, quando, finalmente, todos nós seremos capazes de estudá-la em um nível muito mais elevado.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/12/10 , “A Serva que é Herdeira de Sua Senhora”

De Aprendiz A Mestre

Dr. Michael LaitmanPergunta: Ao estudar Cabalá, como eu posso ter certeza de que não “filosofo” sobre conceitos que ainda não atingi realmente, tais como amor, adesão, união e doação?

Resposta: Se a pessoa estuda a sabedoria Cabalística a partir das fontes autênticas, ela recebe instruções apropriadas, apega-se ao professor (um Cabalista verdadeiro) e, assim, não consegue fantasiar. Ela só pode comparar-se com a Luz que Corrige.

Ela já está desenvolvendo a abordagem correta e sabe que essa é a única fonte de vida. Ela aprende a fim de atingir o desejo de doar, atraindo assim a Luz. Embora ela não tenha vindo para estudar o mundo espiritual genuíno, ela, no entanto, está trabalhando com o grupo como em um laboratório.

No grupo você descobrirá quão egoísta você é. Por outro lado, você atrairá a Luz Superior, que começará a brilhar em você de longe, fazendo com que você veja suas propriedades opostas à Luz. Você sofrerá, porque desejará ser como a Luz, mas perceberá que não pode. Esta tensão, a diferença entre o desejado e o real, o levará a uma explosão, e você orará ao Criador por ajuda. É quando você receberá a força da doação.

A partir desse momento, você se tornará um Cabalista e começará a explorar o mundo espiritual. Você será capaz de provar, em pequena escala, o que diferencia as forças de recepção e doação. 

Você se tornará um cientista pesquisador, explorando a si mesmo e o Criador, que na verdade é a mesma coisa. Isso será possível já que vocês compartilham uma “área” comum, que estará ao seu alcance. Assim, você terá a oportunidade de explorar a espiritualidade, o nível “humano”.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/12/10 , “A Serva que é Herdeira de Sua Senhora”

Um Bilhete Para O Mundo Espiritual

Pergunta: Será que eu deveria decorar os diagramas do Talmud Eser Sefirot (O Estudo das Dez Sefirot), ou deveria fazer um esforço para experimentá-los dentro de mim, sem qualquer compreensão?

Resposta: Se você verificar o nosso arquivo, você verá os diagramas do Rabash. Se você abrir os textos escritos por outros Cabalistas, até mesmo “O Livro da Criação” (Sefer Yetzirah) ou os manuscritos do  ARI, você também verá diagramas. Se você abrir O Livro do Zohar, não existem quaisquer desenhos nele, mas você encontrará vários gráficos.

A Cabalá é uma ciência. Nós estamos explorando um novo mundo, cheio de forças diversas, e queremos saber a fórmula pela qual estas forças estão mutuamente interligadas em cada estado, em cada lugar. Se nós aprendermos sobre estas combinações de forças, seremos capazes de alcançar o mesmo estado através da obtenção da tela.

Suponha que eu tenho uma tela, a força, ou a energia de desejar pedir pela força; então, eu receberei o conhecimento, a força e o exemplo do Partzuf superior. Eu preciso de todos os três componentes: o conhecimento, a força e o exemplo. Diante de mim (o Partzuf inferior) está o Partzuf  superior. Este Partzuf superior demonstra um exemplo para mim, trazendo a parte inferior do seu Partzuf  até eu (Raglaim, membros inferiores).

Como o artigo do Rabash (“Inclusão dos Atributos de Misericórdia e Julgamento”) descreve, o Partzuf superior me traz a escuridão, mas ele me permite definir claramente o que devo acrescentar, de modo que comece a iluminar como a Luz. É assim que nós trabalhamos.

Nós residimos em um cosmos de forças que agem de acordo com certas leis, e devemos fazer o nosso trabalho com absoluta precisão, sabendo quanto receber de um lado ou de outro, como subir e descer, como estabelecer uma conexão e com quais qualidades. Tudo isso é acompanhado por experiências, impressões, e descobertas extremamente poderosas, mas, ao mesmo tempo, por um conhecimento claro e preciso.

Em nosso mundo, eu posso apreciar e desfrutar música, mas é impossível comparar a minha impressão com a de um músico, que experimenta a música em suas emoções e mente, sentindo-a muito mais profundo do que sou capaz de fazer. Se as pessoas abordam isso corretamente e tentam não depreciar egoisticamente o trabalho dos outros, elas se tornam mais hábeis no assunto. Consequentemente, elas aproximam sua mente de seus sentimentos, e a mente melhora os sentimentos. Mas, em nosso mundo, a mente normalmente excede os sentimentos, porque suas raízes estão no ego, e nós desejamos menosprezar os outros.

No entanto, isso é diferente na espiritualidade. Nós podemos obter impressões enquanto olhamos para os diagramas, mas um diagrama me dá a chance de entender a relação entre as forças espirituais e suas qualidades; ele não reflete o objeto em si.

Se eu olhar para um diagrama onde Abba ve Ima é vestida de Peh até o Chazeh de Arich Anpin, eu não recebo essa impressão. Mas ele me dá a oportunidade de ser impressionado por isso, se eu souber o que significa Arich Anpin, quais são suas qualidades de Peh até o Chazeh (visto que eu as experimento), quais são os atributos de Abba ve Ima, o que eles podem receber de Arich Anpin ao serem vestidos nele, como eles reagem, e assim por diante.

Um diagrama é semelhante a uma fórmula inanimado, uma vez que são apenas letras. Tudo depende do que você traz para estas cartas, que essência. Portanto, temos que saber os esquemas básicos.

O Baal HaSulam escreve que não podemos existir neste mundo sem um conhecimento básico dos processos que ocorrem nele. Da mesma forma, não podemos existir no mundo espiritual sem um conhecimento básico do mesmo.

No mundo físico, nós devemos terminar a escola, a fim de interagir com o mundo e as pessoas corretamente; somente desse jeito podemos entrar no mundo espiritual e navegar dentro dele. Não há outra maneira. Todos devem ter o mínimo de conhecimento básico. Ele dá à pessoa o  empurrão inicial para que ela entre na espiritualidade.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/12/10, Talmud Eser Sefirot