Textos na Categoria 'Estudo Cabalístico'

Passando Conhecimento Espiritual Na Época De Abraão

laitman_942Pergunta: Como Abraão ensinou as dezenas de milhares de pessoas que se reuniram ao seu redor se ainda não havia um Pentateuco que estabelecesse os mandamentos?

Resposta: Naquela época, as pessoas estavam em um nível em que os entendiam internamente.

Comentário: Abraão escreveu vários livros, dos quais apenas o Livro da Criação (Sefer Yetzira) chegou até nós. Eu o li muitas vezes, mas não diz nada sobre conexão.

Minha Resposta: No Livro da Criação, Abraão escreveu sobre a força superior que influencia as pessoas. Ele escreveu este livro para que pudéssemos entender a força superior da maneira como ele a descreveu.

Para fazer isso, precisamos ter a ferramenta apropriada. Esta ferramenta é a conexão com outras pessoas nas quais as leis superiores são reveladas.

Pergunta: No entanto, não foi escrito em nenhum lugar especificamente sobre a conexão. Era óbvio para elas?

Resposta: Sim. Isso é chamado de “Torá Oral”, que Abraão explicou aos seus seguidores.

Pergunta: Rambam escreveu: “Abraão semeou esse grande princípio em seus corações e escreveu livros sobre ele”. No entanto, esses livros descrevem o que uma pessoa sente em conexão com o Criador, com a força superior da natureza. Isso significa que a comunicação entre as pessoas foi passada boca a boca?

Resposta: Essa é uma sabedoria prática que Abraão transmitiu a seus discípulos Isaac e Jacob.

Pergunta: Eles não eram seus filhos?

Resposta: Você pode chamá-los de “filhos”, não importa. No entanto, a Cabalá se refere aos discípulos através dos quais o método de correção do egoísmo humano foi passado para toda a nação, para todo o grupo de pessoas que se reuniram ao redor de Abraão na Babilônia.

Tudo isso é descrito na Torá através de uma pessoa. Primeiro o que aconteceu com Abraão, depois com Ló, e assim por diante. Onde estão as outras dezenas de milhares de pessoas que se reuniram ao seu redor?

O fato é que a descrição não leva em consideração o número de pessoas de quem Rambam falou, mas apenas seu nível espiritual. O nível espiritual já é de 70, 50, 10 pessoas e assim por diante – não importa, porque na espiritualidade não contamos o número de cabeças, mas a força de sua conexão um com o outro.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 24/06/19

Estudar Cabalá

Laitman_524.01Pergunta: Uma dezena é um minimodelo da sociedade. Em vez de trabalhar com toda a humanidade, o que, em princípio, ainda é impossível, os Cabalistas tomaram, como um holograma, a mínima célula na qual é possível implementar o método?

Resposta: Isso está totalmente certo.

Comentário: Os Cabalistas dizem que duas pessoas também é o mínimo para uma sociedade.

Minha Resposta: Em princípio, por falta de qualquer outra coisa, pode haver duas. Afinal, uma pessoa começa a sentir a diferença entre ela mesma e a outra: quem sou “eu” e quem é “ela”? Mas, de fato, você só pode alcançar a qualidade altruísta de doação rápida e corretamente se estiver na dezena.

Pergunta: Há muitas coisas escritas sobre a dezena nas fontes Cabalísticas. Os Cabalistas sempre estudaram dessa maneira. Não havia aprendizado para duas pessoas?

Resposta: Isso foi no início da fundação e desenvolvimento da Cabalá. No entanto, naqueles dias havia almas especiais e condições especiais.

Pergunta: Hoje é possível que um professor Cabalista ensine apenas uma pessoa? Nós ensinamos em particular?

Resposta: Pode haver professores particulares. Quando meu amigo e eu chegamos ao Rabash, ele nos deu seu discípulo como professor, um homem em anos avançados, e nós dois estudamos com ele por seis meses.

Pergunta: Não havia pessoas que quisessem estudar Cabalá naquela época? Isso é possível hoje?

Resposta: Não. Eu não acho que isso seja útil. O grupo é o melhor de todos. Na Cabalá, tudo está tão ligado à conexão entre amigos que outras maneiras de estudar não são eficazes.

Pergunta: E o estágio inicial, pelo menos para entender do que se trata?

Resposta: É possível. Pode haver aulas particulares nessa fase. No entanto, esse não é um movimento em direção à meta, mas encher de conhecimento.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 20/03/19

Preparação Do Sono Ou Da Lição?

laitman_962.4Pergunta: Devo me privar do prazer de ter um jantar saudável se souber que dormiria mais tarde e, consequentemente, teria menos tempo para o estudo da Cabalá, comunicação com o grupo e assim por diante?

Resposta: Eu não recomendaria.

Por exemplo, eu planejo com antecedência o que posso fazer para acordar para a lição sem falhar. Além disso, tenho que me preparar para a lição por pelo menos uma hora e meia: ler, me aprofundar no material, me preparar para certas sensações. Caso contrário, como posso ser responsável perante meus amigos?

Ao me dirigir aos alunos, considero-os não como alunos, mas como meus amigos através dos quais quero receber certas sensações. Afinal, ainda não estou no estado absoluto.

É por isso que me preparo para a lição constantemente: eu me familiarizo com o tópico da lição com antecedência e leio trechos desse tópico. Eu me afino de maneira semelhante à maneira como um instrumento musical é afinado antes de ser tocado.

Além disso, você não apenas discute o ajuste, mas, pelo contrário, pode não vir para a lição. Tal coisa é completamente inaceitável.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 12/01/20

O Objetivo De Um Grupo Cabalístico, Parte 12

laitman_961.2Em Uma Variedade De Métodos, Escolha Um

Pergunta: De acordo com o princípio Cabalístico, em um grupo é recomendável falar sobre termos espirituais das fontes primárias. Por exemplo, se lemos o Talmud Eser Sefirot ou O Livro do Zohar, podemos usar os termos desses textos para nos comunicarmos?

Resposta: Sim, não é proibido.

Comentário: Há também outro princípio. É importante ignorar outras práticas e técnicas espirituais enquanto se estuda a Cabalá.

Minha Resposta: Naturalmente. Para atingir uma determinada técnica, você deve se aprofundar nela. Você não deve fazer uma salada de todos os tipos de métodos e abordagens. E há muitos deles.

Existem ensinamentos orientais e ocidentais, científicos e psicológicos, e existem os ensinamentos de Baal HaSulam e Rav Kook. Os métodos do Gaon de Vilna e Baal Shem Tov são conhecidos há muito tempo, e assim por diante. Isto é, há uma grande variedade de caminhos para o Criador. Portanto, para ter sucesso, você precisa lidar apenas com um ramo.

Como eu encontrei meu professor e fui aluno e assistente do Rabash nos últimos 12 anos de sua vida, sigo esse princípio e tento ne aderir a ele.

Rabash era o filho mais velho de Baal HaSulam, por isso estudamos os materiais de Baal HaSulam e tentamos implementá-los o máximo possível. Baal HaSulam escreveu que pertencemos à geração em que a Cabalá deve se abrir ao mundo e apelar não apenas ao povo de Israel, mas também às nações do mundo. É assim que agimos.

Pergunta: Para quem seu professor escreveu artigos sobre os princípios de trabalhar em grupo?

Resposta: Ele os escreveu para seus alunos e para aqueles que viriam atrás deles na próxima geração.

Baal HaSulam e Rabash fizeram o que o Ari e o Baal Shem Tov fizeram no tempo deles. O Ari desenvolveu a sabedoria da Cabalá, e Baal Shem Tov desenvolveu a Cabalá prática.

Baal HaSulam fez o mesmo, prestando atenção principalmente à sabedoria da Cabalá e descrevendo-a de acordo com o Ari. Rabash continuou a desenvolver a Cabalá prática. Não consigo imaginar o que mais pode ser feito depois deles, ou seja, onde há espaço na Cabalá para entrar e adicionar algo.

Numerosos livros escritos apenas diluem a sabedoria da Cabalá. Eu não acho que seja necessário. O que resta para nós é, talvez, adaptar seus trabalhos para iniciantes, traduzi-los para outros idiomas e aproximar das nações o método de correção do mundo.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 06/06/19

Construindo A Sociedade Do Futuro, Parte 10

laitman_293Sob O Slogan Do Amor

Pergunta: 98% das pessoas acreditam em Deus, e todas dizem que Deus é amor. Por outro lado, vemos que há centenas de milhares de anos, as pessoas se matam aos milhões. Por que nós nos destruímos fisicamente enquanto cremos que Deus é amor?

Resposta: Um não se aplica ao outro. As pessoas apenas dizem: “Deus é amor”, assim como uma criança repete.

Observação: Mas há pessoas que dedicam a vida inteira ao Criador.

Meu Comentário: Ao mesmo tempo, elas se destroem, lutam em nome do Criador. Existem teorias de que, matando outro, você lhe dá o paraíso, ao privá-lo de sua vida pecaminosa.

Veja do que as pessoas são capazes: ir para a morte, explodir-se ao lado de outras pessoas e tudo em nome de um poder superior.

Pergunta: Mesmo assim, isso vem de uma força, não há nada além disso. Então, o fato das pessoas se comportarem dessa maneira é um processo evolutivo?

Resposta: Este é um processo de correção.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 07/02/19

O Elo Professor-Estudante

945Pergunta: Suponha que eu escolha um professor e, depois de dois ou três anos, vejo que não tenho nada a aprender com ele e até sei mais que ele. Tais coisas acontecem em nosso mundo na música, esportes, etc. Isso acontece na Cabalá?

Resposta: Sim, o mesmo pode acontecer aqui. É bem possível que valha a pena trocar de professor. Mas aqui você precisa entender para quem está mudando. Ou você muda de professor porque não deseja aplicar mais esforço ou porque tem uma necessidade urgente porque não pode avançar com o antigo professor.

Pergunta: Existe alguma conexão particular entre professor e estudante?

Resposta: O professor é um condutor de energia superior, luz superior e conhecimento superior para o estudante. Portanto, é importante para nós que o estudante esteja conectado ao professor, porque essa conexão não desaparece.

Observação: No início, os grupos eram muito pequenos e, portanto, realmente existia uma relação estreita entre o professor e o estudante. Hoje, você tem milhões de estudantes e, naturalmente, conhece apenas uma pequena quantidade deles.

Meu Comentário: Não importa quem eu conheça, é importante qual deles se considera meu estudante, sua atitude em relação a mim. Nesta medida, o estudante corre com seu movimento interior em minha direção e, através de mim, recebe contato com um poder superior.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 19/03/19

“Quais São Os Segredos Da Cabalá?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: “Quais São Os Segredos Da Cabalá?”

Não há segredos na Cabalá e nunca houve.

Todo o problema está apenas na possibilidade da sociedade de aceitá-la corretamente, adaptar-se a ela, prová-la e usá-la corretamente para seu desenvolvimento.

Por exemplo, está escrito no Livro do Zohar que, dos dez discípulos do grande rabino Cabalista Shimon Bar-Yochai, somente o rabino Aba poderia expor corretamente os ensinamentos para que fossem acessíveis, suaves, corretos e, ao mesmo tempo, escondidos.

Em outras palavras, a ocultação na Cabalá é que ela discute o mundo superior, além da nossa percepção atual da realidade, que percebemos através dos nossos cinco sentidos. Para perceber a realidade superior, precisamos desenvolver um sentido adicional, chamado “tela” (“Masach”) na Cabalá. Essa conquista está disponível para quem assim o desejar, e o método é estabelecido de uma maneira que possa ser pesquisado, alcançado e repetido por qualquer pessoa. É apenas uma questão de se a pessoa deseja alcançar uma realidade superior a atual e se ela se aplica no método de acordo com a orientação do professor Cabalista.

“Qual É A Relação Entre A Cabalá E A Bíblia?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: “Qual É A Relação Entre A Cabalá E A Bíblia?”

A Bíblia (ou Torá) é sublime e espiritual, mas, francamente, pode ser um pouco longa na história com suas listas de relações. Você lê sobre pessoas se casando, se divorciando, traindo e matando umas às outras. Uma pergunta justa pode ser: o que há de tão espiritual nisso?

Na estrutura da Cabalá, no entanto, a Bíblia não conta histórias de pessoas. Em vez disso, apresenta relações entre forças espirituais.

“Primeiro, você deve saber que, ao lidar com questões espirituais que não se preocupam com tempo, espaço e movimento, e especialmente quando se lida com a Divindade, não temos as palavras pelas quais expressar e contemplar. … Por essa razão, os sábios da Cabalá escolheram uma linguagem especial, que podemos chamar de “a linguagem dos ramos”. – Yehuda Ashlag, Talmud Eser Sefirot (O Estudo das Dez Sefirot), Parte 1, Histaklut Pnimit (Reflexão Interna).

A Bíblia mostra o processo de correção de almas através de forças superiores. Isso leva as almas em seu caminho de ascensão à medida que aumentam sua capacidade de doar. Personagens como Adão, Noé e Abraão não são vistos como pessoas que moravam em algum lugar e vagavam (ou flutuavam) por aí. São consideradas forças que operam sobre desejos que precisam ser corrigidos, dentro de cada um de nós. Por exemplo, a história do êxodo de escravos hebreus do Egito representa não a sua liberdade da escravidão física, mas a aquisição do primeiro Masach (tela), o cruzamento da barreira.

Algumas histórias podem parecer não ter racionalidade ou santidade nelas. Ao lê-las, lembre-se de que esses não são eventos, mas histórias de forças. Elas não devem ser entendidas ou justificadas em termos terrestres.

A Combinação De Opostos

627.2Dois opostos em um tema – este é o ponto principal que determina a entrada no mundo superior, na dimensão espiritual, isto é, no espaço onde o Criador é a fonte de duas forças. Com relação a nós, elas são reveladas como a força do mal e a força do bem, Klipa e santidade, doação e recepção, duas forças opostas. No entanto, o Criador não tem contradição e tudo está conectado em um.

É apenas com relação a nós, nosso senso e entendimento, que isso se manifesta como duas forças que se contradizem. Quanto mais começamos a aprender sobre a criação, maior a distância e o conflito que vemos entre elas. Portanto, não podemos perceber a espiritualidade, como está escrito: “Porque em Isaque vos será chamada uma semente, e ali o oferecereis em holocausto”. Uma coisa contradiz a outra: por um lado, você tem ordem para matá-lo e, por outro lado, ele deve ser a continuação do seu caminho.

Como isso é possível? Não entendemos isso com nossas mentes, e devemos adquirir a mente do alto. Se mantivermos esses princípios, atraímos a Luz que Reforma, que constrói uma nova realidade para nós. Neste novo espaço que estamos revelando, chamado linha do meio, essas duas linhas opostas podem coexistir juntas, como um todo, completando uma à outra.

É muito difícil, quase impossível de perceber. Deve haver uma sociedade e a Luz que Reforma de cima que conectará as duas linhas à linha do meio. A linha do meio é o Criador. A revelação do Criador, ou a conexão de duas linhas opostas, nos leva gradualmente ao propósito da criação, ao fim da correção. Passo a passo, esses opostos crescem e se conectam cada vez mais. Este é todo o nosso trabalho.

Já fizemos uma preparação suficiente ao longo de muitos anos e reunimos muitas pessoas capazes de dar esse passo. O resto se tornará capaz disso agarrando-se àqueles que já passaram pela preparação correta. É como em nosso mundo, as crianças nascidas hoje no século XXI juntam-se a todo o progresso alcançado antes e vão adiante de todas as gerações passadas porque se apegaram aos pais e receberam deles tudo o que têm.

É assim também em um grupo Cabalístico, não importa quem é mais ou menos avançado. Se todos tentarem alcançar a meta de acordo com a força e a preparação de todos, eles a alcançarão.

Eu espero que vocês tenham uma atitude séria em relação a esse tópico, porque na sabedoria da Cabalá, no trabalho espiritual, na conquista do Criador, na realidade superior e na perfeição da natureza, não há nada mais importante que esse princípio da conexão de duas linhas. Essa combinação de opostos é o espaço espiritual que é revelado a uma pessoa. Quando ela entra, ela começa a sentir o próximo mundo. Não há dúvida de que, trabalhando juntos, podemos avançar e alcançar tudo isso, atraindo todos a este nível, isto é, ao início da verdadeira escada espiritual.

A partir deste momento, continuamos sempre em três linhas, na fé acima da razão. Então toda a Torá e o mundo inteiro se tornam claros para nós. Toda a realidade começa a ganhar perspectiva, dividindo-se em três linhas e revelando sua interação. Afinal, agora não sabemos de onde vêm os sinais de mais e menos e para onde eles nos levam. No entanto, se soubermos amarrar corretamente os opostos acima de nosso mundo e nossa mente terrena com os sentidos e a mente espirituais, alcançaremos uma revelação ilimitada, entenderemos como o Criador está operando, o que Ele faz e o que precisamos fazer para nos tornarmos semelhantes a Ele, tornando-nos “como Deus, conhecendo o bem e o mal”. 1

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/12/19, “Dois Opostos em um Tema”

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O Método De Correção, Parte 2

laitman_570Cabalá – A Chave Para As Leis Da Natureza

Pergunta: Por que a natureza nos criou como egoístas e opostos a ela? Qual é o propósito?

Resposta: Para que justamente por causa do nosso egoísmo, nos tornemos conscientes de quão terríveis somos como criaturas.

Surge a pergunta: se vemos que o nosso egoísmo é o único obstáculo para alcançar uma vida eterna e perfeita, como podemos corrigi-lo? Como, com a ajuda do ego, podemos mudar a nós mesmos, a sociedade, o ambiente, tudo?

Nesse ponto, surge a necessidade de realmente mudar a nós mesmos. Existem muitos métodos, teorias e ideias diferentes sobre esse tópico, incluindo religiosos e não religiosos, místicos, orientais etc.

Um desses métodos é a Cabalá. Ela se destaca de tudo o mais porque surgiu muito antes do início deles, há 6.000 anos. Segundo a Cabalá, havia um homem chamado Adão. Ele foi o primeiro a compreender toda a matriz, todo o sistema da natureza e desvendou seu plano, seu começo, seu curso e o fim.

Adão lançou as bases para a ciência da Cabalá. Seus estudantes foram Sim, Ham, Yaphet e outros que foram descritos alegoricamente na Torá. Eles continuaram a desenvolver essa ciência até Abraão na antiga Babilônia.

A Cabalá fala de como se unir acima de si mesmo, acima do seu egoísmo. Nesse caso, começaremos a sentir o poder geral da natureza, sua imagem geral. Ficará claro para nós que a natureza é eterna, perfeita, infinita e, o que é mais importante, integral e plena.

Se a tratamos assim, começamos a desvendar suas verdadeiras leis, sua verdadeira forma. Afinal, hoje não sentimos isso. Realmente não a sabemos, e realmente não a vemos.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 07/02/19