Textos na Categoria 'Egoísmo'

Perguntas Sobre A Inclinação ao Mal

Dr. Michael LaitmanPergunta: A minha pergunta é que existem pessoas que eu conheço que são religiosas, e elas se queixam de suas vidas. Elas oram para que as coisas mudem, e quando isso não muda, elas culpam os outros ao seu redor.

Tudo isso está vindo do egoísmo delas. Eu tentei explicar isso a elas, sem mencionar a Cabalá, mas elas não entendem. É frustrante para mim vê-las cometer os mesmos erros sucessivamente. Mas parece que mesmo que eu tente ajudar, isso só penetra um pouco e depois elas voltam às mesmas queixas antigas sobre suas vidas e problemas.

Como eu posso realmente ajudá-las? Eu costumava ficar na defensiva, porque elas me culpariam por seus problemas e começariam a brigar comigo. Como você aborda as pessoas egoístas sem entrar em argumentos ou fazendo-as pensar que você as está julgando?

Resposta: Somente o desenvolvimento e uma forte opinião pública vão gradualmente mudá-los. Eles serão os últimos a chegar à correção. Por enquanto, deixe-os assim. A correcção deve começar com a parte mais leve do egoísmo.

Pergunta: O nosso trabalho é revelar a inclinação ao mal. Entretanto, o que acontece se o revelarmos, mas não conseguirmos nos livrar dele? Como podemos corrigir a inclinação ao mal roubando ou trapaceando?

Resposta: Na medida em que você encontra o mal dentro de si mesmo, você tem o poder de corrigi-lo!

O Desenvolvimento Pode Acontecer Sem Destruição?

Dr. Michael LaitmanPergunta: As novas tendências fazem parecer que as nações do mundo terão que se desintegrar desde dentro, a fim de serem construídas de novo…

Resposta: O mundo inteiro tem que ser destruído, mas a destruição pode acontecer no nível físico ou no nível da compreensão e realização. Ou nós teremos que destruir completamente a nós mesmos no sentido físico, a fim de compreender que também devemos destruir o nosso espírito egoísta, ou podemos contornar o componente físico do colapso e imediatamente começar a trabalhar em sua realização espiritual, a fim de corrigir a situação.

De uma forma ou outra, você tem que chegar à quebra, à destruição interior. E é possível que para alcançá-la, você também precise do colapso externo.

Por exemplo, hoje em Israel nós estamos tentando adicionar a nossa mensagem à onda do protesto social sobre a necessidade de união e construção de uma sociedade integral. A questão é: Quão eficazes são os nossos esforços? Talvez certa quantidade de sofrimento também seja necessário aqui para as pessoas entenderem que esta é a única coisa que falta na realidade, e a única maneira de conseguir uma distribuição justa dos recursos.

As pessoas realmente querem justiça social, mas como ela pode ser alcançada? Isso não pode ser feito através da imposição de qualquer coisa que você gosta, mas que os outros não gostam. A justiça social deve envolver todos, toda a sociedade. Mas é realmente possível realizar isso sem antes atingir a garantia mútua?

Seria bom se as pessoas percebessem isso. Caso contrário, problemas serão necessários. Não há outras alternativas: ou o caminho do bem, ou o caminho do sofrimento. Se não formos bem sucedidos no caminho do bem, então o segundo caminho terá que se juntar. Isso é o que acontecerá em todas as áreas de nossas vidas.

No entanto, quanto mais pudermos influenciar o ambiente, mais chances existem de que não tenhamos que passar por guerras reais, as quais o mundo pode escorregar no caso de uma reviravolta ruim dos eventos, como o Baal HaSulam escreve.

Da 5ª parte da Lição Diária da Cabalá 18/08/11, “A Nação”

Superar Todas As Diferenças

Dr. Michael LaitmanAo invés de existir nessa minúscula parte da realidade, quando uma pessoa deseja avançar para sua segunda parte, a parte eterna e perfeita, então ela tem várias maneiras de fazer isso: o professor, o grupo e os livros. O professor explica que tal oportunidade existe. Ele explica que isso pode ser realizado com a ajuda do grupo, onde todos se esforçam em direção à percepção da verdade, da realidade perfeita e com os livros que falam dessa mesma realidade perfeita.

Quando tentamos estar juntos, é como se cada pessoa saísse de si mesma, saísse do seu ego, porque ela precisa sentir que existe nos outros. Então, quando ela tenta estar acima de si mesma, nos outros, conectada com eles, e lê sobre a percepção da realidade na doação, é assim que ela se faz semelhante ao futuro estado, como se ela já estivesse lá.

Conforme a sua aspiração, ela evoca de lá a segunda força que existe na realidade, a força de doação, além da pequena força de recepção que lhe foi dada pela natureza. Então, a força de doação vem e faz as mudanças na pessoa.

A pessoa pode perceber essas mudanças como uma força adicional de recepção que vem até ela, ao invés da força de doação que a muda, e esse tipo de percepção é também correta. Porém, além disso, ela alcança a mesma força de doação. Dessa forma, o homem avança, algumas vezes à direita e algumas vezes à esquerda, mas conduzido pela mesma força de doação.

Ele precisa alcançar essa força de doação junto com a força de recepção. Essas duas forças começam a se revelar ao homem em duas linhas, a da direita e a da esquerda. Então, o homem avança, algumas vezes num estado de descida e algumas vezes num estado de subida. Ele não sabe ainda o que significa descida e subida exatamente, e até agora ele as identifica com suas sensações atuais.

Porém, com o passar do tempo, ele começa a sentir que precisa usar essas duas linhas estando entre elas. Dessa forma, ele as controla e começa a combiná-las na linha média.

Essencialmente, todo nosso trabalho consiste em estudar juntos, desejando nos conectar uns com os outros em nossos corações, e aspirando à união acima de todos os desacordos e diferenças, porque todas essas coisas pertencem apenas à nossa existência animal, que permanece aqui nesse mundo. Nós queremos nos conectar em nossos desejos, em nossos pontos no coração, acima dessas coisas.

Quando lemos O Zohar com essa intenção, o livro fala dos nossos estados corrigidos, sobre a maneira que revelamos a qualidade de doação na conexão entre nós que é o mesmo que o Criador, a Luz, o mundo espiritual, o mundo superior. Por essa razão, cada pessoa precisa imaginar esse estado enquanto lê O Zohar.

Da lição em 12/08/11, O Zohar

No Limiar Da Eternidade

Dr. Michael LaitmanNós temos de criar uma sociedade que permita que todas as pessoas no mundo se movam correctamente no amanhã. Caso contrário, não sobreviviremos. Vemos o que está a acontecer hoje, especialmente em países desenvolvidos. E os restantes estão aproximando-se rapidamente deles. As pessoas estão a começar a sentir que “não há amanhã”. Mas de facto, este é um estado maravilhoso onde estamos egoistamente nos desligando do passado e entrando num estado neutro, como estar num “limbo”.

Agora é exactamente o tempo para mostrar o próximo sistema de relações que nos levará à sensação de um estado completamente diferente. Estamos a entrar na próxima etapa do nosso desenvolvimento. Tal como desenvolvemos a partir de macacos e gradualmente nos desenvolvemos dentro do nosso estado animal, de forma semelhante, hoje começamos a nos desenvolver dentro do nosso estado interior, humano.

Hoje elevamo-nos ao nível chamado “Adão” – o ser humano, que é semelhante à Força Superior da natureza. Esta força quer ensinar-nos a tornarmo-nos integrais com ela, e é por isso que esta crise é global, integral.

Temos de tornar-nos semelhantes à natureza. Concretizando isto, começamos a perceber o mecanismo interno que nos move. O programa interno da natureza está a levar-nos em direcção a um objectivo específico, embora não estejamos conscientes disso. Morremos sem percebermos para que é que vivemos. Nascemos sem saber onde e porquê. Fazemos coisas intuitivamente porque a natureza nos força a fazê-las, e nada mais.

Em realidade, existe todo um programa de acções, uma relação causal! Cada parte da natureza tem uma causa, consequência, e objectivo. Nada existe sem propósito. E da mesma forma, nós também não existimos sem razão. Podemos ver isto porque a natureza está agora a elevar-nos a este nível – ao próximo nível de desenvolvimento.

No nível actual, estamos apenas agora a perceber o nosso egoismo animal no qual fomos criados e que se desenvolve em nós. Ao ascender ao nível seguinte, que é global e integral, e ficando globalmente conectados à natureza, mudando-nos de acordo com ela, começamos gradualmente a apreender o mecanismo interior, o pensamento interno da Força Superior da natureza. Como os astrofísicos dizem, o universo inteiro é um pensamento. Quando uma pessoa se torna consciente disso, ela começa a sentir a eternidade.

Sete Bilhões De Membros Da Família

Dr. Michael LaitmanA abordagem da Cabalá é altamente científica. Contudo, não a impomos; nós apenas queremos apontar os factos óbvios do mundo interconectado que são impossíveis de ignorar.

Continuaremos destes factos para as mudanças na natureza humana, porque agora, recebendo uma educação integral, as pessoas começam a pensar em termos de um sistema integral. Anteriormente, elas viam-no e apreendiam-no através do prisma do seu egoísmo, “eu e os outros”, enquanto que agora, uma pessoa começa gradualmente a sentir o mundo através de um prisma que absorve toda a luz visível. Ela não se foca no benefício próprio, mas no bem de toda a humanidade. A sua visão está a tornar-se geral e a sua mente está adquirindo uma forma diferente de pensar. A sua percepção passa através de toda a gente.

Um exemplo pode ser a dona de casa, uma mãe que toma conta dos seus filhos e marido, e da casa, organizando tudo. Ela olha para a vida e para o amanhã não em conexão com a sua personalidade, mas em conexão com sua família. Ela vê a realidade do hoje e do amanhã não como resultado de si mesma, mas como resultado deles.

Se uma pessoa começa a olhar gradualmente para o mundo desta forma, ela sobe para um novo degrau. Um novo sistema de percepção da realidade desenvolve-se nela. Ela não sente a realidade dentro de si mesma de forma pessoal, egoísta, e individual, mas vê como todos a sentem.

Em essência, esta é a regra, “Ame o outro como a si mesmo”. Uma pessoa aproxima-se gradualmente deste estado onde ela está não apenas em confronto com a humanidade e em proximidade com algumas pessoas individuais, mas começa a sentir-se a si mesma dentro deste “pote”, dentro da humanidade, dentro do sistema geral.

Assim, a sua percepção, visão, e forma de pensar e sentir mudam; a sua realidade inteira muda. Ela sai de si mesma e revela uma nova realidade que não sentia antes, uma nova dimensão na sua nova percepção.

Se a humanidade avança em direcção a esta intenção, alcançará o que chamamos o mundo espiritual superior. Isto não é apenas um nome, mas tem tudo a ver com a percepção e a doação, ao invés da recepção para si mesmo.

Além disso, a palavra “doação” não é usada no sentido habitual. É quando eu sinto as coisas em comum com todos nós, e se não me preocupo com todos, não recebo nada para mim mesmo. Hoje, nós começamos a perceber isto, ainda que vagarosamente.

Isso irá custar-nos muita dor e esforço, mas se introduzirmos uma educação global, as pessoas começarão a prestar atenção aos vários exemplos dos filmes, peças de teatro, novelas, programas televisivos e histórias que demonstram que o bem e o mau são considerados apenas em relação à sociedade. Estamos num sistema global onde experienciamos um processo global que é acompanhado por mudanças que nós mesmos conseguimos implementar apenas sob a condição de que comecemos a desenvolver um novo tipo de educação.

Eu falei sobre isto no Conselho Mundial da Sabedoria em Arousa em 2005. Contudo, ainda vemos que as pessoas não estão prontas para isto, apesar de serem incapazes de fugir, e apesar de já estarem à beira do desastre.

Por exemplo, alguns meses atrás a dívida nacional dos EUA excedeu os recursos totais do país. Por outras palavras, mesmo que eles vendessem tudo o que têm, não seriam capazes de satisfazer as suas obrigações. Se eles reconhecerem o colapso e declararem bancarrota, o mundo cairá logo depois deles. Por isso, o mundo está a pedir: “Continuem a jogar. Continuem a imprimir dinheiro como se tivessem algo com que cobri-lo”.

Estes são jogos que estamos a jogar. Esta não é a economia no sentido antigo, clássico. Nós apenas continuamos a avançar com os nossos olhos fechados, confiando na sorte, mais do que realizando a correcção. Não temos outra alternativa senão uma educação integral e já temos consciência disso.

A economia é a linguagem do nosso egoísmo. As nossas relações são construídas no princípio de “você me dá, e eu lhe dou”, no sistema do ganho máximo à custa dos outros. É precisamente na linguagem da economia que nos comunicamos nas nossas interacções egoístas, porque a economia é a essência da nossa união egoísta.

Nós a construimos de acordo com certas regras, e por causa disso podemos existir. Experienciamos a crise neste sistema, primeiro porque as conexões egoístas entre nós atingiram o último estado, e não é mais possível viver desta forma.

Por isso, sob as circunstâncias, eu apelo às pessoas não apenas como Cabalista, mas como uma pessoa comum que se preocupa com o futuro da humanidade. Eu não preciso de nada para mim mesmo. Eu apenas insto as pessoas a olharem para o que está à frente de cada um de nós em igual medida.

Eu não dou conselhos caseiros. Não sugiro teorias feitas por mim, nem proponho qualquer ciência nova, especial. Primeiro de tudo, eu digo: Sejamos guiados apenas pela ciência, porque ela é igualmente reconhecida por todos.

De uma conversa sobre um novo livro em 11/7/11

Não Há Amor Sem Ódio

Dr. Michael LaitmanQuando nós estamos falando de conceitos espirituais, se não houver o ódio no início, não haverá amor mais tarde. Está escrito: “Eu criei a inclinação ao mal e criei a Torá como tempero, porque a Luz nela leva a pessoa de volta à fonte”.

A fonte boa é o amor. Mas ele não pode ser revelado a menos que o mal, o ódio e a rejeição sejam revelados primeiro. Nós devemos nos acostumar com o fato de que o amor e o ódio são sempre revelados e trabalham juntos.

É por isso que nós descobrimos tanto o ódio quanto o amor na nossa sociedade, e devemos entender que um é impossível sem o outro. Nós não somos anjos perfeitos, mantidos no nível inanimado, mas pessoas com todo o nosso egoísmo cruel.

Na medida em que você anseia sentir amor, você descobrirá apenas um ódio maior. Essa é a única forma de você se tornar digno da “saída do Egito” e chegar ao “Monte Sinai”. A montanha de ódio (“Monte Sinai”) é o resultado do nosso trabalho anterior.

A Torre de Babel é apenas o começo; nada foi revelado lá. Portanto, vinte gerações de Adam HaRishon (Adão) até Abraão, sendo as primeiras gerações de Cabalistas, são chamadas de antepassados. Esta é apenas a preparação inicial, porque um forte desejo não foi revelado lá ainda.

A primeira vez que o desejo foi revelado foi na Babilônia, que é onde a ciência da Cabalá se originou. Já havia uma pequena montanha de ódio lá – “A Torre de Babel”, acima da qual era possível subir. A ciência da Cabalá, a ciência da conexão, nasceu lá, e as pessoas que foram capazes de se conectar também surgiram lá. Portanto, ela é sempre revelada acima ódio.

Portanto, não há necessidade de ter medo do fato de que o mundo hoje está revelando ódio. Nós apenas temos que deixá-lo ser revelado de forma natural e preceder o golpe com um remédio, de modo que o ódio seja revelado com entendimento, de forma consciente. E nós temos que estar confiante no fato de que nós temos as instruções precisas de como usá-lo corretamente.

Da lição de 15/08/11, passagens selecionadas no Dia do Amor

Por Que Nós Julgamos Os Outros?

Dr. Michael LaitmanPergunta: É possível que a pessoa fortaleça a si mesma e o ambiente, a fim de parar de cair na armadilha de julgar e comparar constantemente os outros, a quem ela ainda percebe como algo separado de si? Ou isso é parte dos planos do Criador para que possamos perceber o erro do nosso egoísmo e aproveitar a oportunidade para corrigir a nós mesmos?

 

 Resposta: Você tem que superar todos os sentimentos negativos e tentar ver a todos como homens justos, justificá-los pelo fato de que você está vendo tudo dentro do seu egoísmo. Todo esse julgamento está acontecendo exatamente para permitir a sua subida.

Vamos Tomar o Bom Caminho para a Unidade

Pergunta: O que você acha sobre os acontecimentos atuais e da tendência atual, e , em particular, como você se sente sobre os eventos que foram desvendados nos últimos dias na Inglaterra e no Chile?

Infelizmente, o mundo inteiro em breve estará envolvido em um incêndio de caos, porque não há remédio para o que está acontecendo, e ninguém vai encontrá-lo também. Por que você espera até que as pessoas vejam que nada ajuda, e então concordem em ouvir a sua opinião?

Muitos anos atrás, durante seu cargo de PM da Grã-Bretanha, o historiador britânico, Gordon Brown, juntamente com muitas outras pessoas influentes, disseram que o mundo é um. Eles entenderam que só a unificação de todas as pessoas vão dar a este mundo a solução para todas as suas dúvidas e crises. Por que, então, que eles não resolvem essas questões por meio da unificação, através da introdução de um novo tipo de educação e promulgação da garantia mútua, como você está fazendo?

Resposta: Ao longo de toda a história, a humanidade foi empurrada para frente pelo egoísmo que se desenvolveu individualmente dentro cada um de nós. Queríamos perceber e preenchê-lo. Toda existência totalizaou isso. Mas, no nosso tempo a natureza não está nos guiando para desenvolver ainda mais o nosso egoísmo, porque já desenvolveu ao máximo e foi nos mostrando seu vazio em 50 anos. [Leia mais →]

Quando os Doentes Não Estão Prontos Para Serem Tratados

Há três estágios na nossa frente. Primeiro de tudo, temos que perceber o mal do nosso egoísmo (1). Perceber o nível do egoísmo ao ponto de nós queremos supera-lo, para atingir a qualidade de Bina (2). E então alcançamos Keter (3), o que significa que usamos nosso egoísmo para o amor de doação.

O primeiro estágio é o período de preparação. Então, uma vez que subimos ao grau de Bina, já percebemos o mundo espiritual e a incluímos no mundo de Atzilut. Depois, começamos a levantar todos os nossos males ao mundo de Atzilut,transformando-os em boa auto-outorga.

Nós só somos capazes de realizar todas essas etapas, com o poder da Luz. Está escrito: “ Eu criei a inclinação do mal (o nosso egoísmo), e criei a Torá, porque a Luz nela reforma”. O problema é que a humanidade não tem consciência da força destinada para corrigir o nosso egoísmo, e é por isso que as pessoas estão muito confusas e não sabem como continuar.

Um momento crítico que será seguido por uma onda de problemas tão graves como distúrbios de massa, revoluções e guerras entre nações e países chegou. Cabalá adverte que a situação pode chegar ao ponto de uma terceira guerra mundial e até mesmo uma quarta. O sofrimento vai continuar a aumentar até que a humanidade encontre o método de correção, o remédio que só pode vir da Luz. [Leia mais →]

Por Que os Manifestantes São Tão Agressivos

Pergunta: De onde os desordeiros e saqueadores na Inglaterra e mais cedo – na França, arranjam uma força tão grande de agressão?

Resposta: Pela primeira vez na história, a geração mais jovem, juntamente com a geração anterior – seus pais, perceberam ambos que a geração mais jovem terá uma vida pior do que a anterior. E, além disso, é incerto se ela vai viver e por quanto tempo.

As pessoas sempre acreditado que a vida de “nossos filhos será melhor do que a nossa.” Particularmente a partir de meados do século 20 em diante, a geração seguinte viveu muito melhor do que a anterior. Mas essa tendência terminou com a conclusão do crescimento do egoísmo e seu fechamento em um sistema integral, que não corresponde. Portanto, não sabemos como viver daqui em diante.

Um enorme sentimento de incerteza tem surgido, que evoca sentimentos de medo e, em seguida, a agressão e a vontade de fazer qualquer ação só para trazer o que está acontecendo à luz. A solução para o problema reside na educação, ou seja, uma explicação do fato de que, se nos tornamos semelhantes à natureza, nos tornamos onipotente como ela.

Equivalência à natureza significa trazer a nossa unificação, involuntária egoísta para uma altruísta, voluntária, mútua, até que alcancemos o amor universal. Dentro desse amor, vamos revelar nossa eternidade e perfeição, que estão presentes na fundação da natureza.

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