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Dr. Michael Laitman

Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 15/08/19

Foi um prazer ter a equipe inglesa i24NEWS aqui hoje em nossa sede em Petah Tikva. Eles me entrevistaram sobre a singularidade do Bnei Baruch, como ensinamos a Cabalá e por que ela está se tornando tão popular em nosso tempo. Expliquei a diferença entre a Cabalá autêntica e outros ensinamentos. Conversamos sobre como a nossa organização recebe pessoas de todas as cores, gêneros e nacionalidades de todo o mundo.

Evolução Dos Desejos, Parte 6

laitman_263A Orientação Egocêntrica Dos Desejos

Pergunta: Todos os desejos têm uma orientação egocêntrica?

Resposta: Com certeza! Eu faço tudo apenas em prol do meu amado eu. Mesmo que eu faça algo como se fosse em prol de outra pessoa, é só porque ela é querida e importante para mim.

Pergunta: Então nossos desejos têm uma certa intenção, que visa preencher esses desejos em uma pessoa? O programa de nossos desejos, como dizem os Cabalistas, é o máximo de prazer com o mínimo de esforço.

Resposta: Esta é uma lei da natureza. Em outras palavras, otimização é quando eu quero aproveitar o máximo possível com um custo mínimo, e assim por diante em todos os níveis.

Veja como nos sentamos, como fazemos alguma coisa. Qualquer movimento, mental ou físico, não importa o que pensamos ou fazemos, é realizado de tal forma que nos traga o máximo benefício, prazer e realização. Talvez, ao mesmo tempo, gastemos uma enorme quantidade de energia, por exemplo, quando se joga futebol, não importa. O principal é que sempre tento otimizar meus esforços para meu benefício.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 03/12/18

Meus Pensamentos No Twitter 18/08/19

Dr Michael Laitman Twitter

Estou muito animado com a decisão tomada pelo município de Petach Tikva, liderado pelo prefeito Rami Greenberg, para nomear a rua onde está localizado o nosso centro mundial Bnei Baruch, em homenagem ao meu professor, o Cabalista Baruch Shalom Ashlag (RABASH).

A partir de 16 de agosto, estamos localizados no seguinte endereço:
12 HaRabash Street, na cidade de Petach Tikva (traduzido do hebraico é “O Portão da Esperança”)

Do Twitter, 18/08/19

Preparação De Cima E O Nosso Trabalho

laitman_258Está escrito: “Quem chora por Jerusalém é recompensado com sua alegria”. Isso significa que precisamos orar pelo público, mas o que devemos pedir? O público tem desejo de espiritualidade? O fato é que todos os desejos existentes no público pertencem a uma pessoa que trabalha na correção. Os desejos estão dentro das pessoas e um Cabalista deve desenvolver intenções. O desejo e a intenção são duas categorias separadas; eles não existem no mesmo lugar. Quando um Cabalista trabalha com uma tela, restrição e luz refletida, os desejos começam a se encaixar e mudam de acordo com a intenção com a qual ele quer usar os desejos.

A intenção é chamada de Rosh (cabeça) e o desejo é chamado de Guf (corpo). Nós trabalhamos no Rosh, na intenção, para que seja adequado ao Guf, e então poderemos usar o Guf, ou seja, o desejo. O desaparecimento de tal compatibilidade depois de existir é chamado de destruição do Templo. Se tal compatibilidade entre a intenção e o desejo é restaurada, é a construção do Partzuf espiritual, seu nascimento.

O vaso é a intenção de doar. Toda a correção consiste em alcançar a intenção correta. Os desejos existem. Eles estão dispostos de maneira incorreta, não equipados com a intenção correta. Não há novos desejos. A quebra, a restrição e a ocultação acontecem para que possamos examinar os desejos e começar a conectá-los. Como um bebê, que nasceu e começa a crescer, corrigimos a quebra e o crescimento de nossa alma.1

Trabalhamos com a intenção de fazê-lo “a fim de doar”, direcionado para trazer contentamento ao Criador. Para doar ao Criador, é necessário concentrar a intenção correta e selecionar dentre os desejos destruídos aqueles que poderão trabalhar sob seu controle. Ao fazer isso, construímos o Partzuf espiritual, a extensão de nossa doação.

É por isso que houve quebras, preparativos para a correção que ocorreram sem nossa culpa. Quase não há trabalho do menor nisso. O exílio egípcio, o deserto, a destruição do Primeiro Templo, o exílio babilônico, depois o Segundo Templo, que também foi destruído, e a saída para este último exílio – como tudo isso poderia acontecer?

Foi apenas a preparação de cima. Agora, tudo o que temos a fazer é fazer a correção final. Apenas o trabalho para a correção final é considerado o trabalho da pessoa; todo o resto foi preparação.2

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 11/08/19 “O Dia Nove de Av”
1 Minuto 32:20
2 Minuto 37:00

“Israel É Um Estado De Apartheid? Quais São Os Fatos Que Provam Ou Refutam Essa Opinião?” (Quora)

Dr. Michael LaitmanMichael Laitman, no Quora: “Israel É Um Estado De Apartheid? Quais São Os Fatos Que Provam Ou Refutam Essa Opinião? “

Não tenho interesse em tais rótulos que as pessoas atribuem a Israel. Eu avalio Israel apenas de acordo com as autênticas fontes Cabalísticas que venho estudando nos últimos 40 anos ou mais.

De qualquer forma, levando em consideração a quantidade de árabes na sociedade israelense, desde o estudo nas universidades até assumir profissões respeitadas como advogados e médicos, eu não consideraria Israel um estado de apartheid. O apartheid é algo completamente diferente. Mas, novamente, qualquer que sejam os nomes dirigidos a Israel, isso não me interessa. O que importa é a necessidade intensificada do povo de Israel de desempenhar seu papel no mundo: unir-se (“ame o próximo como a si mesmo”) e ser um canal para a unidade se espalhar por todo o mundo (“uma luz para as nações”). Se o povo de Israel observar tal condição, será bom para eles e para o mundo. Se não, será o oposto.

Evolução Dos Desejos, Parte 5

laitman_560É Possível Nivelar Nossos Desejos?

Pergunta: Dizem que nossos desejos podem ser nivelados, como é costume nas técnicas orientais. O que pode ser feito para querer muito pouco? Afinal, quanto menos você quer, menos você sofre.

Resposta: Isso é verdade, mas somente se eu começar a avaliar meus desejos em termos de prazer ou sofrimento. Então posso chegar à conclusão de que deveria estar disposto a sofrer menos. Este é um certo exercício volitivo com o qual alcanço um estado mais confortável.

Pergunta: Então, como controlo esses desejos?

Resposta: Em princípio, eu não os controlo, mas o desejo de desfrutar ou sofrer menos controla e determina o quanto posso reduzir meus desejos.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 12/03/18

Dedicado Aos Amigos

laitman_276.03Mesmo que consigamos pensar nos amigos e parar de nos preocupar, no momento seguinte isso desaparece. Nunca será um pensamento constante, mas mudará a um ritmo frenético. Afinal, precisamos examinar todas as migalhas do desejo, todos os seus fragmentos. O vaso da alma foi quebrado em pedaços e depois caiu da altura do mundo de Atzilut através de todos os mundos: Beria, Yetzira, Assiya, continuamente quebrando partículas minúsculas, os menores átomos, que não podem mais ser divididos.

Agora precisamos restaurar essa alma, montando-a a partir desses átomos. Eu recebo as fundações da criação em minhas mãos e penso sobre o que montar delas. Em nosso mundo, precisamos conhecer as leis da valência para criar alguma substância a partir dos elementos básicos. É o mesmo no mundo espiritual; eu começo a aprender como posso conectar os elementos da criação em mim mesmo. O que significa conectar dois, três ou quatro átomos em prol da doação?

Como eles estão conectados no nível inanimado à matéria inanimada que não se move e se desenvolve por si mesma? Então, os fundamentos da criação devem estar conectados à matéria vegetativa, de modo que a conexão dos átomos cause desenvolvimento, isto é, se torne mais semelhante ao Criador. Uma planta já tem vida nela. Acontece que eu peguei a matéria inerte e inanimada e a trouxe à vida! Esse já é um grau completamente diferente.

Depois eu crio uma conexão no nível animado que existe por si só e tem algum tipo de livre escolha: ele se move livremente, excreta e absorve. É assim que construímos todo tipo de conexões entre nós, começando do zero e até mesmo do menos, passando do ódio à unidade.

Imagine, o quanto devemos nos conectar com um amigo para criar uma matéria vegetativa, isto é, para o grupo se tornar uma “planta” e começar a vida espiritual, alcançando tal conexão acima da rejeição que ela começa a emitir e produzir materiais, examinando o que é bom e ruim para si. Os amigos na dezena começam a crescer o tempo todo. 1

A principal ação é fornecida pelo ambiente, não pelas ações de uma pessoa, mas pelo ambiente em que ela se encontra. Você pode ser uma semente perfeita de algum tipo de elite, mas se não for plantado em um bom solo, nada virá de você. O ambiente é mais importante que a própria semente, isto é, a raiz da alma.

Há até mesmo histórias sobre Cabalistas que inicialmente não tiveram chance de alcançar o desenvolvimento espiritual. Segundo a raiz de suas almas, eles não podiam ascender a altos graus. Só graças ao ambiente em que se juntaram, sem qualquer ideia do que estavam dizendo e fazendo ali, somente através de sua presença constante, eles receberam uma nova alma. É até mesmo possível alcançar o estado em que o Criador mudará sua alma, não porque a alma anterior era ruim, mas era superficial, inadequada para o papel elevado. Acontece que uma pessoa como que se move do calcanhar de Adam HaRishon para o coração ou cérebro de todo o sistema da alma geral.

Depende de quão dedicada a pessoa é ao grupo, fazendo tudo que pode. Aquelas pessoas que no começo foram muito mal-sucedidas, não puderam entender e integrar no grupo, sentiram a grande resistência, mas não partiram, precisamente essas pessoas conseguem o grande êxito depois.

Portanto, todos os dias é necessário cuidar de melhorar e aperfeiçoar seu ambiente, a fim de receber uma ótima influência, que o ajudará a se tornar ainda mais devotado aos amigos, e através dos amigos, ao Criador.2

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/08/19, Escritos do Baal HaSulam, “Introdução ao Prefácio à Sabedoria da Cabalá”
1 Minuto 31:00
2 Minuto 1:22:51

50º Aniversário De Woodstock: O Que Aconteceu Com O Amor E A Paz?

Dr. Michael Laitman

Da Minha Página No Facebook Michael Laitman 16/08/19

Evolução Dos Desejos, Parte 4

laitman_423.03A Sociedade Dita Os Desejos

Pergunta: Nossos desejos são controlados pela sociedade. Por que isso é configurado dessa maneira?

Resposta: Nossos desejos são definidos pelos desejos da sociedade porque existimos em interação com ela, em constante interconexão com todos os desejos da sociedade: pessoal, privado, global, não importa o que aconteça. Portanto, meu desejo é definido pela sociedade que me rodeia.

Pergunta: Isso significa que a sociedade controla nossos desejos?

Resposta: Não apenas os controla, define-os! Ela me aponta: este – sim, este – não, em que grau, etc. Tudo depende do ambiente em que eu existo.

Um desejo no nível humano pode mudar sua localização e cair sob várias influências sociais. De acordo com isso, também mudará os desejos.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 03/12/18

Nomeação De Rua Ao Rabash

Dr. Michael Laitman

Da Minha Página no Facebook Michael Laitman 16/08/19

Hoje, sexta-feira, 16 de agosto de 2019, a rua na qual está localizado o prédio central do Instituto de Educação e Pesquisa Cabalística Bnei Baruch – chamado em Israel, Kabbalah L’Am – Associação Bnei Baruch – terá seu nome mudado para “Rua Rabash” em comemoração ao grande Cabalista Baruch Shalom HaLevi Ashlag (o Rabash) – uma decisão tomada pelo Município de Petah Tikva, liderado por Rami Greenberg.

O Rabash foi um Cabalista especial que agia pela unidade de todo o povo de Israel: religioso e secular, todas as raças e facções como um só. Ele estava muito preocupado que a verdadeira Torá de Israel – a unidade do povo – chegasse aos ouvidos de todas as pessoas e aumentasse a unidade na sociedade: um poder capaz de curar todos os problemas do mundo.

Como resultado dos muitos anos dedicados ao trabalho de Rabash, um grupo se estabeleceu – homens, mulheres e crianças – que queriam realizar a visão do Cabalista Yehuda Leib HaLevi Ashlag (Baal HaSulam), como ele especificou em Os Escritos da Última Geração: a visão de uma sociedade humana corrigida e unificada. Este grupo ficou conhecido como “Bnei Baruch” (isto é, “os filhos de Baruch Shalom HaLevi Ashlag [o Rabash]”). Nós, como membros deste grupo, entendemos que é um longo caminho, como o próprio Rabash descreveu em seu primeiro artigo, que “embora ainda não tenhamos atingido esse objetivo, temos o desejo de alcançá-lo. E isso também deve ser apreciado por nós, pois apesar de estarmos no começo do caminho, esperamos alcançar o objetivo exaltado” (Rabash, “O Propósito da Sociedade”, 1984).

Nós – membros do Bnei Baruch, estudantes do método de conexão e da sabedoria da Cabalá que Rabash recebeu de seu mestre e pai, Baal HaSulam, e nos transmitiu – temos uma forte vontade e determinação para continuar o caminho de nosso professor. Estamos atualmente em um ambiente de laboratório, aprendendo sobre nós mesmos como criar uma nova sociedade unificada e aumentando nossa compreensão do que isso significa, porque ainda somos indignos de ser tal sociedade.

O Rabash é o nosso professor, a fonte de onde recebemos todo o nosso método. Portanto, estamos muito comovidos e satisfeitos que os moradores e as autoridades municipais de Petah Tikva nos reconheceram como uma força positiva e valiosa adição à cidade, decidindo mudar o nome da rua onde está localizado nosso centro mundial, para o nome de nosso professor, Rabash.

Faremos o possível para devolver aos residentes da cidade e a todos os que conhecem o nosso professor e o que ele representa, os nossos esforços máximos para realizar a visão dos nossos professores de uma nova sociedade unificada. Espero sinceramente que alcancemos um estado em que o grande nome de Rabash seja promovido no mundo, como aquele que abriu o caminho da Torá, o método de correção, e que seu método trará a unificação da sociedade humana em Israel e ao redor do mundo.