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Drogas E Prostituição Impulsionam A Economia

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (da BBC): “No final deste ano, a economia do Reino Unido vai ter um impulso de 10 bilhões de libras de drogas ilegais e prostituição, escreve Anthony Reuben.

“O Instituto Nacional de Estatística, que deve calcular o número, confirmou isso num fórum econômico na semana passada e vai publicar mais detalhes no próximo mês. Serão 3 bilhões libras de prostituição e 7 bilhões de libras de drogas ilegais.

“A União Europeia declarou que as atividades ilegais precisam ser incluídas nas contas nacionais de modo que possam ser feitas comparações entre os países. …Saber o quanto foi gasto em atividades ilegais é importante porque, caso contrário, há uma grande quantidade de dinheiro que foi ganha legalmente, mas você não sabe como foi gasta – criando um descompasso entre valores de rendimentos e de gastos ou poupança.

“Da mesma forma, isso significaria que houve uma grande quantidade de dinheiro sendo gasto em produtos e serviços legais, dos quais você não sabia a origem.

“Em outras palavras, o dinheiro de atividades ilegais, se a sua origem pode ser escondida, circula em volta da economia como qualquer outro dinheiro, e os estatísticos da UE decidiram que é importante ser capaz de explicá-lo”.

Meu Comentário: Essa é a forma como a economia gradualmente absorve todo o volume de negócios em dinheiro, porque não faz absolutamente nenhuma diferença para ela como a renda foi obtida. Quem se importa? A principal coisa é o lucro! Ninguém mede os danos morais, embora estes sejam muito maiores do que essa renda duvidosa.

Trabalhe Até Que O Ego Esteja Anestesiado

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é o ato correto da disseminação?

Resposta: O ato correto é quando eu não levo em conta o que é bom para mim e o que é ruim para mim. Eu me desconecto disso, como um juiz que deve ser neutro, e eu só olho para onde posso trazer o benefício e a doação mais eficaz.

De acordo com isso eu avalio todas as possibilidades, vou e as realizo. E quanto mais eu me mantenho acima do cálculo de como isso será agradável ou não para mim, sem calcular o que vou receber no final, maior é o meu estado.

Você deve tentar não se concentrar em si mesmo, como se estivesse sob uma anestesia local para a dor. Como se eles me dessem uma injeção de anestésico e agora eu não sinto se é bom ou ruim para mim. Eu me desprendi de mim mesmo, como se tudo estivesse dormente dentro de mim por causa da anestesia, todas as sensações de dor tivessem desaparecido.

Assim, eu tenho a possibilidade de pensar somente no que vejo e ouço, e por dentro eu não sinto dor, felicidade ou prazer. Imagine que eles lhe deram uma injeção que entorpece, que você parou de sentir o gosto da comida e agora come porque é necessário comer. Você até verifica o relógio: “Eu estou comendo há dez minutos, o que significa que é o suficiente”. Você não se sente saciado ou com fome.

Tente trabalhar assim e você vai ver que vai começar a trabalhar no caminho certo. Isto ocorre mesmo que você não tenha recebido nada de Cima, você deve dar a si mesmo a oportunidade de superar. Como um exercício, isso é muito útil.

Da 2a e 3a partes da Lição Diária de Cabalá 03/04/14, Perguntas e Respostas com o Dr. Laitman

Desejos Pelo Bem Dos Outros

Dr. Michael LaitmanA Torá (Levítico), “Vayikra“, 1:5: Ele degolará o bezerro perante o Senhor; e os filhos de Arão, os sacerdotes, oferecerão o sangue, e espargirão o sangue em redor do altar que está diante da porta da tenda da congregação.

O sangue é a força da vida, a parte mais interna do desejo egoísta. Portanto, antes de comer o sacrifício, todo o sangue deve ser extraído dele. É proibido comê-lo em qualquer forma (por mais estranho que possa parecer, é realmente disso que somos acusados).

Os quatro cantos do altar são as quatro fases egoístas: a fase da raiz, e as fases um, dois e três, que são as quatro fases da natureza de uma pessoa, que corresponde aos níveis inanimado, vegetal, animal e falante da natureza. Assim, o desejo egoísta mais interno que o sangue simboliza deve ser extraído delas.

Espargir o sangue nos quatro cantos do altar significa que a pessoa pega todos os seus desejos e os esparge para fora. Assim, ela confirma que a parte que foi cortada do seu desejo egoísta, o altar, é realmente altruísta e é voltada ao amor e a preocupação pelos outros.

No mundo espiritual, a Luz Circundante trabalha contra os vasos externos (os desejos), que não conseguimos corrigir. Assim, apenas os atributos internos são chamados de altar.

Isso se refere à correção do desejo que pode ser usado para o trabalho altruísta. Não se trata de qualquer outra coisa na Torá, porque a nossa correção é somente para transformar gradualmente os nossos desejos egoístas em desejos que beneficiam os outros pelo bem do Criador.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 13/11/13

O Meio Shekel Que Falta

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu estou pronto para realizar os conselhos do professor se for uma tarefa específica e se for claro o que deve ser feito. Mas como eu posso realizar o conselho de descobrir mundos espirituais numa conexão com os amigos? Isto não está realmente claro.

Resposta: Se eu estou num grupo e não tenho nenhum sentimento sobre ele, isso significa que estou desconectado do mundo espiritual. O mundo espiritual é um lugar, o  desejo de doar. O desejo de receber é o mundo físico.

O mundo espiritual é o lugar entre nós, o desejo comum que construímos juntos e onde nos conectamos. No centro dos desejos conectados, nós descobrimos Nefesh, Ruach, Neshamah, Haya e Yechida, que são chamados de Criador, Keter que é descoberta como resultado do nosso esforço.

Isto é o que o nosso professor, o guia espiritual, nos ensina, e cabe a nós a perceber isso. Como exatamente nós fazemos isto está escrito nos livros. Se nós esclarecemos que não estamos prontos para perceber isso, então gritamos, oramos e pedimos. Além disso, há outra possibilidade, que é sair e disseminar. Assim, nós sentimos que temos que nos voltar ao grupo e receber o poder do centro do grupo para continuar com a disseminação.

E com a disseminação, nós voltamos ao centro do grupo para poder dar satisfação às pessoas apenas através disso. Quando trabalhamos mutuamente, nós estamos constantemente passando por mudanças e fases em nossas deficiências.

Comentário: Eu entendo como realizar ações físicas: sair para disseminar, sentar numa lição. Mas não sei como nós alcançamos uma conexão com os amigos e como descobrimos o mundo espiritual entre nós.

Resposta: Para se conectar com os amigos e descobrir o mundo superior dentro da conexão, você só precisa investir “meio shekel”, fazer apenas metade do trabalho. Você só precisa desenvolver a deficiência, e mesmo isso vem da Luz que Corrige. A satisfação também vem dessa Luz.

Mas algum tipo de ação é necessário de sua parte para se conectar com todos, na forma de um jogo, na medida em que você está pronto para fazê-lo. Saia para disseminar ao público em geral e faça algo em benefício do Criador. Se for bom para Ele, você deve pelo menos fazer a metade ou um quarto da ação e “o Criador vai terminá-la para você”.

Não pense no resultado, pois é claro que você não é capaz de fazer qualquer coisa espiritual. A Luz faz isso. Mas o esforço é exigido do seu lado, nem mesmo em relação à Luz, mas em relação ao Kli coletivo. A partir disso, uma oração pela Luz será produzida.

Não há outra possibilidade além da disseminação, ou seja, além da conexão dentro do grupo e os esforços externos. Quando saímos para disseminar, saímos para conectar. Baal HaSulam escreve que “o mais importante é a união dos amigos, porque isso compensa todas as deficiências”, incluindo as deficiências físicas. Tudo vai melhorar se houver união entre nós, porque a Luz superior age e preenche todas as deficiências. Portanto, nós saímos para conectar a nós o máximo de deficiências externas possíveis.

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 26/03/14

Uma Réplica Viva Do Mundo Superior

Dr. Michael LaitmanA pessoa deve entender a natureza egoísta do nosso mundo e ver isso através do próximo mundo, já que uma Sefira está dentro da outra. Quando eu vejo através de cada objeto em nosso mundo a sua raiz no mundo superior, eu construo o nosso mundo da mesma maneira. Isso é chamado construir pela força de Bezalel.

No futuro nós teremos que comparar os dois mundos. Esta é a última fase do mundo da correção, quando todo o nosso mundo vai mudar de acordo com a forma do mundo superior.

Então, todos os objetos, volumes, todos os atributos das pessoas, e tudo ao seu redor estarão conectados desta forma e para este uso. Todos os movimentos e relações entre elas serão idênticos à próxima Sefira no mundo superior.

Se eu dou alguma coisa, digo alguma coisa para alguém ou executo determinadas ações no nível inanimado, vegetal, animal e falante da natureza, é porque no mundo externo, nos atributos espirituais externos, existem também essas ações e mudanças. Isso significa que nós temos que alcançar a completa equivalência com o Criador, visto que o mundo externo e suas ações é o Criador, enquanto nós temos que fazer uma réplica viva dele em nosso mundo quando todos os nossos atributos, desejos e movimentos devem coincidir com o que acontece no mundo externo. É o mesmo para todos nós. Isso é chamado de adesão completa do nosso mundo com o Criador através de uma pessoa corrigida (a imagem geral do homem).

Este é um estado inevitável que o mundo inteiro vai alcançar. Então, o nosso mundo vai derramar no mundo superior e todo o sistema dos mundos vai desaparecer, uma vez que irá se dobrar no mundo do Infinito.

Pode-se afirmar, é claro, que ao mesmo tempo as pessoas vão se tornar escravas ou robôs do Criador. No entanto, a sua equivalência com o Criador é gradual de acordo com o seu trabalho em si. Elas se tornam semelhantes a Ele por esforços voluntários, realização e adesão, de acordo com seu entendimento de que esta é a mais alta e perfeita condição da existência da natureza.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 13/11/13

Ninguém Nos Mantém No Egito

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, Shamati # 159, “Aconteceu no Curso de Muitos Dias”: A questão é que, de fato, eles gostavam muito do trabalho no Egito. Este é o significado de “Mas se misturaram com as nações, e aprenderam suas obras”.

Nós mesmos, não queremos sair do Egito. A guerra é com o nosso Faraó interior.

Isso significa que, se Israel está sob o domínio de uma determinada nação, essa nação os controla e eles não podem se retirar de seu domínio. Assim, eles provaram o sabor suficiente nesse trabalho e não puderam ser redimidos.

O egoísmo reina sobre o coração e a mente de uma pessoa. Todas as fronteiras podem ser abertas para ela ela mesma não vai querer sair desta escravidão. Ela é devotada ao Faraó mais do que todos os egípcios. Afinal de contas, os desejos de doação, caindo sob o domínio do egoísmo, tornam-se ainda mais dedicados ao ego do que os desejos de recepção.

Eles não querem deixar o Egito; eles trabalham para Faraó com devoção. O egoísmo tem um forte controle sobre eles; eles se tornam especificamente trabalhadores fortes e fiéis do Faraó. De fato, a força dada a eles pelo futuro trabalho espiritual e devoção à força de doação está agora trabalhando fielmente para a força egoísta.

Ninguém nos mantém no Egito nós mesmos não queremos abandoná-lo. Nós desfrutamos nossa vida com seus problemas espirituais ainda mais do que uma pessoa normal tem prazer em sua vida terrena.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 18/04/14, Shamati # 159

Os Contos De Fadas Prejudiciais Para As Crianças

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do Scientific American Blog): “A literatura e os filmes infantis estão cheias de ratos e patos falantes que usam roupas (mesmo que sejam ocasionalmente retratados sem calças) e cães que vão desde cães normais até cães que poderiam muito bem ser pessoas.

“As histórias são uma das principais formas que a nossa espécie entende o mundo natural. Dar atributos humanos aos animais não é de forma alguma um fenômeno recente; deuses antigos eram frequentemente animais hibridizados como seres humanos (ou seres humanos como animais). Na clássica história ilustrada acima por Arthur Rackham, três ursos se sentam numa mesa e comem mingau, como seres humanos.

“Levando em conta o quão onipresentes estes animais-pessoas antropomórficos estão em nossa cultura, a psicóloga Patricia A. Ganea da Universidade de Toronto se perguntou como esses tipos de representações influenciam a maneira que as crianças pensam sobre animais reais.

“As crianças já têm dificuldade em distinguir a realidade da fantasia, especialmente antes de atingir o seu quinto aniversário. Enquanto a maioria das crianças consegue distinguir a realidade da fantasia quando se trata de representações visuais de animais, essa distorção também pode ser refletida no conteúdo da própria história. ‘A consciência, os conhecimentos, as habilidades, o propósito e as intenções do ser humano são frequentemente atribuídos a personagens animais (por exemplo, focas resolvem mistérios, gatos constroem casas e ratos dirigem carros) e até mesmo a objetos inanimados (por exemplo, as lâmpadas têm rostos e dançam tango, trens se esforçam contra todas as probabilidades para atingir metas impossíveis)’, escreve Ganea.

“Juntos, os resultados mostram que a linguagem é mais importante do que a ilustração quando se trata de aprender sobre a biologia e a psicologia dos animais. Mesmo quando as histórias eram acompanhadas por imagens realistas, se a linguagem era antropomórfica, as crianças transferiam esse conhecimento falso para os animais reais.

“Mais importante, não apenas as crianças não conseguiam aprender fatos verdadeiros quando expostas às histórias antropomórficas; essas histórias realmente dificultaram o aprendizado delas, ensinando-lhes falsidades em vez de fatos. Elas ficaram ainda mais propensas a pensar em animais em termos parecidos humanos depois de ler os livros do que se nunca tivessem visto os livros!

“Será que as crianças transferem as habilidades fantásticas de animais não-humanos em seus livros de histórias para seus modelos da vida real? Se assim for, esses tipos de histórias poderiam impedir seriamente a capacidade das crianças de aprender e lembrar fatos verdadeiros sobre animais de verdade, ou pelo menos de distinguir a realidade da ficção. Isso seria especialmente verdadeiro para crianças em áreas urbanas e suburbanas, que têm poucas oportunidades de interagir regularmente com os animais reais, pelo menos em comparação com os seus homólogos rurais. ‘Apresentar animais para crianças de maneiras semelhantes à forma como os seres humanos agem e se comportam é provavelmente contraproducente para o aprendizado de informações cientificamente precisas sobre o mundo biológico e influencia a visão das crianças do mundo biológico’, diz ela.

“Na verdade, o problema é mais profundo do que parece: adultos humanos, pelo menos nos EUA, também são altamente propensos a imbuir animais não-humanos com emoções e motivações semelhantes às humanas. É uma linha difícil de seguir. A pesquisa está cada vez mais revelando as semelhanças fundamentais entre a nossa espécie e o resto do reino animal, mas há também aspectos da cultura humana, que são, de fato, exclusivos da nossa espécie. É razoável sugerir que um animal possa sentir algo complexo como orgulho ou vergonha? Nós estamos preparados para atribuir uma emoção complexa semelhante, culpa, aos cães, mas um olhar mais profundo revela que enquanto os cães realmente têm um ‘olhar de culpa’, eles provavelmente não percebem realmente que transgrediram. Se as crianças são rotineiramente expostas a esses tipos de representações antropomórficas de animais, não é de admirar que elas cresçam para se tornarem adultos que olham para os animais não-humanos como se eles fossem pessoas vestindo trajes de animais”.

Meu Comentário: A propósito, no judaísmo não existem contos de animais parecidos com seres humanos, e se a Torá fala de um burro falante, isso acontece por ordem do Criador. A Cabalá em geral olha para os textos da Torá como segredo, cujo significado é revelado somente para aquele que alcançou o amor dos amigos.

Trabalhar Sozinho Nos Mantém No Egito

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que mais impede a pessoa de sair do Egito?

Resposta: A pessoa se esquece que nós adquirimos a espiritualidade através da conexão. Portanto, este se torna o trabalho no Egito. Se você trabalha sozinho, você é chamado de escravo do Faraó.

Nós devemos sempre nos analisar em relação ao grupo, porque não há outra escala que possamos usar. Nós recebemos vasos (deficiências) quebrados que estão espalhados entre todos nós, pois todos estão incorporados em todos. Portanto, nós não entendemos o que está acontecendo. Nós precisamos começar a nos organizar no grupo e levá-lo à forma de um Partzuf espiritual.

Deve ser uma forma em que a força superior, o Criador, é revelada. Este é todo o nosso trabalho: a construção das dez Sefirot, nem nove nem onze, nem mais nem menos. Toda a criação é feita de dez Sefirot.

Nós temos que encontrar o nosso lugar no Partzuf, o lugar daqueles que querem se conectar em doação. Isso coincide com GE, a fase de Israel, e o resto é o AHP que se junta a nós e nos ajuda. Como podemos crescer? Nós crescemos pelo AHP, com a sua ajuda. Quanto maior for o AHP, maior pode ser a nossa parte de GE acima. Assim, nós também podemos construir Aviut (espessura) em GE, e assim o trabalho com o AHP começa.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 16/04/14, Escritos do Rabash

O Êxodo Não Ocorre Em Certo Tempo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como podemos determinar a exata medida do desejo necessário para uma oração? Talvez uma pessoa que pede pão tenha que primeiro passar fome por duas semanas, mas uma pessoa que não tenha comido por três dias possa sentir que este clamor é o mais forte que possa existir.

Resposta: Não há uma medida padrão. É um sentimento pessoal de que eu não posso permanecer neste estado por mais tempo. Além disso, nós também precisamos de uma oração antes da oração, porque eu não consigo sentir ódio de verdade para com o meu Egito e quero experimentar a escravidão para poder realmente odiar isso. Esta é também uma oração, porque esse ódio também vem da Luz que Corrige, e cada oração serve para atrair e aproximar a Luz.

Todos estes estados são realizados muito rapidamente. A Torá nos diz muito sobre o que acontece antes de chegar ao Egito. Depois, há a história de como os filhos de Israel entraram no Egito, sobre o nascimento de Moisés, sobre a sua fuga e sua vida com Jetro. No entanto, o verdadeiro êxodo é muito rápido, como se não demorasse. Por isso, nós só precisamos pedir.

Se a Luz começa a agir e a pessoa é dominada pela Luz, ela imediatamente passa por estados como se acima do tempo. Nós estamos muito perto disso e podemos forçar a Luz a agir.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 13/04/14, Escritos do Rabash

Eu Estou Lá, Não Aqui

Dr. Michael LaitmanPergunta: Será que o clamor da escravidão no Egito não é a minha própria frustração, mas a nossa frustração comum?

Resposta: Na verdade, eu começo a me ver como um homem integral. Eu não sou eu, mas a minha conexão com os outros, a incorporação mútua. Eu tomo a decisão de que “eu” é a minha conexão com o grupo, que eu não estou aqui dentro do meu corpo, mas dentro do grupo.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/04/14, Escritos do Rabash