Toda A Convenção É Um Grupo De Dez
Não poderá existir diferença entre nós durante a convenção: o jovem grupo, o velho grupo, ou um indivíduo que estuda virtualmente por si só. A convenção é um estado especial para que nós tenhamos que quebrar todas as barreiras entre nós – as fronteiras dos grupos de dez e outras formas de barreiras – e tornar-nos um grupo coeso.
Devem sentir a proximidade que sentiram no vosso grupo de dez com vista a todos os que participam na convenção. Devem ter a mesma atitude uma vez que não se libertam do enquadramento dos dez, mas na realidade todas as milhares de pessoas se devem tornar no vosso grupo de dez. Tentem-se relacionar com eles desta forma e vejam se conseguem fazer isso ou não! Se não conseguirem significa que o vosso grupo de dez está ainda longe do estado espiritual.
Se uma pessoa dilui-se e desaparece no grupo de dez, então não fará diferença se são dez pessoas, cem, ou sete biliões. O importante é perderem-se de forma a encontrar a força de dádiva e encontrar o Criador.
“A glória do rei está nas multidões,” então isto mostra que se somos um grupo separado de dez, parecerá que estaremos a perder algo uma vez que podemos ser mais fortemente impressionados por um cada vez maior número de pessoas. Se todos numa multidão de mil disser metade de uma palavra fará uma grande impressão, mas um grupo de dez é importante uma vez que nele posso seguir as reacções, a conexão entre nós, e minha auto-crítica.
O grupo de dez é muito dinâmico e eu posso responder a ele bastante rápido. Mas eu espero sentir que somos todos um grupo de dez durante a convenção para que toda a gente me influencie e que eu sinta as suas vibrações. Eu espero que abane o meu “jumento” e o force a seguir o seu dono por submissão a uma nova mente e coração.
Este deve ser o nosso trabalho durante a convenção comparado a trabalhar num grupo de dez. Toda a convenção deve-se tornar num grupo de dez. Os grupos recentes têm que ser incorporados em todos e todas as barreiras devem desaparecer. Eles devem chegar a conhecer os outros o máximo que conseguirem e confraternizar com pessoas que não conhecem. O mais importante é ser impressionado por outros o quanto for possível.
De repente eu começo a reconhecer e a sentir a grandeza dos amigos sobre os quais antes não tinha pensado. É mais simples ser impressionado por pessoas que está mais distantes, uma vez que as impressões são duplicadas pela distância e criam uma excepcional poderosa impressão.
Portanto os grupos recentes têm que perder totalmente a sua concentração sobre a massa geral, dispersar em diferentes direcções e manterem-se fisicamente longe uns dos outros. Este é o ponto fulcral da convenção, alcançar tal miscelânia que ninguém permaneça com pessoas que são já próximas e serão incorporadas em toda a gente por aceitar qualquer pessoa como do seu grupo de dez. Esperemos que consigamos e atinjamos uma grande e poderosa conexão.
Da 1ª parte da Lição Diária de Cabala 28/5/13, Escritos do Rabash
Pergunta:
Baal HaSulam, “A Arvut (Garantia Mútua)”, item 25: … sobre a razão pela qual a Torá não foi dada aos nossos pais, porque a Mitzva, “Ama teu próximo como a ti mesmo”, o eixo de toda a Torá e em torno do qual giram todas as Mitzvot, de modo a esclarecer e interpretá-la, não pode ser observada por um indivíduo, mas apenas através do consentimento de uma nação inteira.
Todas as mudanças são feitas pela Luz que Reforma, mas o desejo de mudar vem do ambiente. O
A natureza fez um cão instintivamente ligado ao seu dono. Ele sente que sua vida depende do proprietário, e por isso anula-se diante dele. Nós, também, devemos anular a nós mesmos, não por instinto, mas por nosso próprio
Rabash, “Faça de si um Rav e compre para si um amigo – 2”: Foi escrito no livro Matan Torah (A Entrega da Torá), que uma pessoa não se impressiona com a sociedade ou toma sua apreciação de algo, a menos que ele olhe a sociedade como sendo maior do que ele próprio. Esta é a razão pela qual cada um deve sentir que ele é o menor de todos eles, uma vez que quem é grande não pode receber de alguém que é menor do que ele, e muito menos ficar impressionado pelas suas palavras. Pelo contrário, é apenas o menor que se impressiona através da apreciação do maior.
Pergunta: