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Estudando-Me No Espelho Do Mundo

Dr. Michael LaitmanEm nosso mundo nós estamos em contato com corpos físicos, e parece que temos livre arbítrio, independência, que pedimos e recebemos respostas. Mas depois, nós descobrimos que simplesmente estávamos diante de um espelho e não havia outros. Meus atributos parecem ser como a humanidade, como um grande mundo ao meu redor, com o qual eu tivesse que trabalhar.

Portanto, nós precisamos entender que o que fazemos aos outros, fazemos a nós mesmos. Não é apenas retornar a você de forma indireta, mas agir diretamente contra si mesmo. Tudo o que você vê ao seu redor são suas próprias qualidades internas estendidas para fora.

Esta é a única oportunidade de descobrir gradualmente a si mesmo, já que se descobríssemos dentro de nós o mesmo desejo com o qual o Criador nos criou, ficaríamos constantemente presos dentro dele, e não tentaríamos examiná-lo, mas o compreenderíamos como uma coisa boa, e só pensaríamos em como preenchê-lo. Nós nos preocuparíamos com ele como uma mãe amorosa que não está preocupada com nada, somente que seu filho fique gordo e saudável. Ela não critica seus atributos pessoais.

Assim, nós estamos nesta realidade especial. Diz-se: “A pessoa é um mundo pequeno”, e tudo o que está dentro, ela vê fora. Todo o mundo que o rodeia é você mesmo, como se ele se espalhasse. Agora, uma vez que você vê tudo o que existe como que fora de si mesmo e se relaciona com ele egoisticamente, você pode tentar alcançar o amor com todos os seus atributos egoístas.

O resultado é que tudo foi criado apenas com o propósito de sua correção. Se todos esses atributos ficassem dentro de você, você não seria capaz de descobri-los e corrigi-los. Assim, você não receberia o Kli (vaso) para a revelação do Criador. Mas como tudo isso parece estar fora de você, você é capaz de vê-lo e esclarecer a relação com ele, para descobri-lo 613 vezes maior, e assim descobrir o Criador. Portanto, dentro de você, apenas “ponto no coração” pode ser descoberto.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 09/07/12, Escritos do Rabash

A Cabalá Nos EUA

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se eu vivo nos EUA e 160 quilômetros de distância de um grupo de estudo do Bnei Baruch e não posso estar lá todos os dias ou mesmo duas a três vezes por semana, eu sou aluno seu, um membro do grupo, um membro do grupo principal, e eu posso ir à convenção de união no Norte de Israel?

Resposta: Você deve estar virtualmente num grupo de pessoas como você, estudar com eles virtualmente, enviar Maaser para Beth Shillington, participar da disseminação física ou virtualmente; neste caso, você é meu aluno e membro de seu grupo. Se além disso você frequentar regularmente as aulas e reuniões de amigos, você será considerado um membro do grupo principal.

Fazer O Bem Para Seu Próprio Benefício

Dr. Michael LaitmanOpinião (da Association for Psychological Science): “De acordo com o pesquisador Benjamin Converse, Professor Assistente de Políticas Públicas e Psicologia da Universidade de Virginia, a pesquisa foi inspirada nos tipos de negócios que muitos de nós parecem fazer onde prometemos nós a mesmos que, se pudéssemos ter êxito em alguma situação difícil, seríamos melhores cidadãos no futuro. …

“Os pesquisadores supuseram que esperar um resultado importante, incontrolável, pode levar as pessoas a fazer boas ações com a expectativa implícita de que o universo vai retribuir o favor, um fenômeno que eles chamaram de ‘investindo no carma’”.

Meu comentário: Essa atitude em relação à força superior é chamada de “doar a fim de receber” e representa um egoísmo mais refinado, como com as religiões em que, além disso, há também o hábito, educação e o apoio da comunidade. Nenhum método material pode nos ajudar a sair das intenções egoístas.

O verdadeiro altruísmo, isto é, ações não para si mesmo, só é possível sob a influência da Luz superior que só pode ser atraída pelo estudo correto da Cabalá autêntica. Obviamente, a venda de amuletos, fitas vermelhas e água benta são métodos duplamente egoístas, tanto do lado do vendedor, como do lado do comprador.

Rivalidade Egoísta

Dr. Michael LaitmanO problema em nossa vida é que estamos num constante conflito egoísta entre nós, quanto a quem vai “devorar” o outro, atirar no outro pelas costas, atropelá-lo, morder, roubar, e assim por diante. Inconscientemente, nós estamos constantemente medindo nós mesmos dessa forma, em comparação com os outros, e por isso temos que fazer constantes esforços para aguentar este sentimento, mesmo que falsamente.

Se nós não nos sentimos como superiores aos outros, pelo menos em algo, ficamos deprimidos e nos sentimos impotentes. Nós temos que nos vingar, destruir e levar o mundo a qualquer tipo de guerra, se virmos que não conseguimos.

Isto significa que o mundo não é importante para nós e nem outras pessoas. Tudo que precisamos é do nosso pequeno, pessoal e individual sucesso egoísta. Todo mundo compreende basicamente isso, mas é por esta razão que nós naturalmente sentimos uma constante tensão interior. Este é o nosso maior problema.

Quando pensamos em sucesso, primeiro pensamos em como temos que atropelar alguém no caminho, passo por cima de alguém que está no nosso caminho, e assim por diante. Estes podem ser pessoas, organizações, problemas pessoais internos ou qualquer outra coisa, mas eu constantemente tenho que superar alguns obstáculos.

Tudo decorre do fato de que o nosso movimento para frente é baseado apenas numa luta egoísta, em conflitos uns com os outros. Isso significa que eu estou numa luta constante por encontrar outro ego, outra opinião.

Ninguém se preocupa com justiça. Eu só preciso ganhar, e todo o resto pode vir mais tarde! Se eu precisar mudar alguma coisa para ter sucesso, digamos, a minha perspectiva, eu estou pronto para fazê-lo, já que ganhar é agora mais importante para mim do que mudar a minha perspectiva. Isto significa que há um cálculo interior, para ser franco, “mudar um touro por uma vaca”, ao que parece mais importante no momento, mas nada mais que isso.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 29/05/12

Abra Os Olhos: Você Está Prejudicando A Si Mesmo

Dr. Michael LaitmanHoje, nós falamos de uma atitude totalmente diferente em relação ao mundo, às pessoas e a nós mesmos, como um sistema integral, ao qual a natureza nos leva; ele revela a nossa sociedade numa crise de relacionamento e respeito mútuo.

Se realmente olhássemos para as coisas com cuidado e analisássemos este fato, descobriríamos que, agindo contra os outros, eu realmente ajo contra mim com uma intensidade ainda maior do que a minha influência negativa. Eu influencio o ambiente, a sua gestão, os seus poderes e opiniões, e isso volta para mim como um bumerangue, de todo o sistema que eu atualmente encaro.

Eu sou como uma engrenagem que agora está presa e para o movimento de todo o mecanismo, mas a resistência que eu sinto é o movimento geral de todo o mecanismo, e eu tenho que me opor a ele. No final, eu me sinto impotente, vazio e sem motivação diante do que vejo: que eu não consigo ter sucesso em nada e que o mundo é cada vez mais contra mim em todos os aspectos, especialmente nos aspectos sociais e ecológicos. Assim, eu não consigo nada.

Se pudéssemos ver este sistema fechado, se ele fosse revelado a nós como num filme de ficção científica em que de repente você vê toda a imagem em profundidade e o quanto estamos mutuamente conectados uns aos outros como engrenagens, então, a partir desta imagem, começaríamos a nos comportar de forma diferente. Falta-nos a sensação de proximidade, de conexão e integralidade. Se tivéssemos esse sentimento, seríamos forçados a mudar, porque ninguém iria prejudicar os outros quando fosse afetado dez vezes mais negativamente. O mesmo ego nos protege disso.

Se eu vejo um valentão na rua, eu não começo a lutar com ele, mas atravesso a rua. Da mesma forma, eu não tento agir contra uma pessoa rica e poderosa, porque sei que ela iria me triturar, e ninguém saberia disso e me ajudaria. Ou seja, a pessoa escolhe o campo no qual ela pode se expressar, ganhar, e lucrar, e não tenta saltar acima de seu nível, já que vê que está fadada ao fracasso.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 29/05/12

A Mulher Não Deve Ignorar Seu Marido

Dr. Michael LaitmanPergunta: Segundo as estatísticas, 85% das mulheres compartilham todos os seus segredos com suas amigas, e uma porcentagem igual de homens compartilham todos os seus segredos com suas esposas. Vamos imaginar por um momento que um homem venha com seus problemas até sua esposa e constantemente fale das injustiças de seus amigos e da negatividade em seu entorno. Isto leva muitas mulheres a pensar muito mal do ambiente de seu marido.

Resposta: Essa mulher não é suficientemente treinada; ela não é um psicólogo. Para uma família existir em equilíbrio, a mulher deve ser como o psicólogo da família.

Um homem chega à sua esposa da mesma forma que antes foi à sua mãe; nós podemos entender isso. A este respeito, ela deve se sentir como uma mãe em relação a ele. Ele tem uma necessidade, uma necessidade disso. Portanto, está escrito: “Que ele deixe os pais e se uma à esposa”. Isso não é simplesmente porque a mulher personifica a força que dá à luz e desenvolve. O homem, por assim dizer, está jogando a lenha na fogueira e tudo mais está acontecendo através da força feminina.

As pessoas deveriam entender isso. Se isso não acontecer, então é claro que a mulher vai começar a ignorar o seu marido. Nós precisamos chegar a um estado onde homens e mulheres irão interagir corretamente um com o outro, e agora este não é o caso.

Da “Discussão sobre Formação Integral” 28/05/12

Convenção: União De Conhecimento E Sentimentos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual deve ser a conexão ou a continuidade entre a lição e o workshop depois dela na Convenção da Carcóvia? Seguirá o esquema normal ou não?

Resposta: Isso depende das pessoas de lá.

Por um lado, nós queremos que as pessoas recebam determinadas informações e conhecimento na lição. No entanto, um workshop geralmente não tem a ver com conhecimento, mas com sentimentos. Portanto, nós devemos unir conhecimento e sentimentos de uma forma onde eles se complementarão mutuamente.

Mas, em princípio, tudo depende do público. É por isso que eu gostaria de receber perguntas, sugestões e desejos de nossos amigos. Isso vai permitir com que eu entenda qual a proporção de conhecimento, percepção e sentimento que devo ter, e em que medida as pessoas na Rússia hoje percebem a informação através do coração e da mente.

Ao organizar uma convenção na Europa, por exemplo, eu tenho que falar através da mente de uma forma bastante calma. Mas gradualmente as pessoas ficam tão envolvidas que até o final da Convenção eu já falo de uma forma que as dirige precisamente à unificação e tudo se desenrola maravilhosamente.

Eu gostaria de saber quanto tempo necessitaremos na Convenção da Carcóvia para entrar numa sensação mútua, para criar um campo comum. Neste campo comum nós vamos sentir seu centro, seu calor, sua mutualidade, o surgimento de novas ondas nele, onde já vamos começar a sentir algo maior do que nossa psicologia. Nós vamos sentir nossa unificação, nossas sensações – que existen independentemente de nós e não estão apenas entre nós, mas acima de nós.

Este é o estado que eu gostaria de levar os participantes, para que eles comecem a sentir claramente que quando as pessoas interagem corretamente, um especial campo diretor energético e informativo emerge, e se a pessoa tenta manter-se nele, ela começa a se comunicar com ele do outro lado. Em seguida, a pessoa começa a trabalhar gradualmente para revelar e senti-lo mais, e essa é a revelação do Criador. O Criador é uma força, um campo único e enorme que nos governa.

Da Lição Virtual em 08/07/12

Os Mandamentos São Os Degraus Da União

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é o significado da exigência indicada nos livros para acostumar-se a cumprir a Torá e Mitsvot (mandamentos), que em última análise vai nos ajudar a obter uma segunda natureza — o amor ao próximo?

Resposta: As ações de correção que eu quero implementar são chamadas de mandamentos. Em primeiro lugar, eu devo revelar dentro de mim o que preciso corrigir, como está escrito, “é impossível implementar um mandamento se, em primeiro lugar, a pessoa não o violou”, ou seja, que primeiro nós revelamos a falta, a inclinação ao mal dentro de nós, e depois vemos o que precisamos corrigir.

A correção do desejo de desfrutar em prol da doação é chamada de implementação do mandamento, porque este é o preceito do Criador. Mas realizar isto é possível por meio da Luz, a força que é chamada de Torá.

Ou seja, me foram dadas todas as condições para a revelação do meu princípio egoísta, trabalhando com os amigos e esclarecendo a minha relação com eles. E quando eu estou revelando meu ego, eu entendo o que precisa ser corrigido, já que este é o verdadeiro mal, porque ele me separa da força superior, do Criador.

Então eu uso a força do grupo. Se nós temos o desejo de nos unir para receber a força de correção, a Torá, então nós a recebemos desde cima e ela nos une. As etapas da nossa união são chamadas de mandamentos, que foram implementados. Isto é, eu estou implementando essas sucessivas partes dos preceitos do Criador, Sua vontade em relação a mim, e, no fim, chego ao fato de que meu desejo de desfrutar torna-se uma doação, e, de acordo com a equivalência das qualidades, a força de doação, o Criador, é revelado dentro dela. Tudo isso é realizado no local onde me encontro nesta terra e não em algum lugar nos céus como nos parece.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 01/07/12, “Matan Torah (A Entrega da Torá)”

De Onde Vêm Os Judeus?

Pesquisa (do ScienceDaily): “Usando sofisticada análise genômica, cientistas têm sondado a ascendência de várias populações de judeus e não judeus e definido melhor o parentesco do povo judeu contemporâneo. A pesquisa pode lançar luz sobre a questão, levantada pela primeira vez mais de um século atrás, se os judeus são uma raça, um grupo religioso ou qualquer outra coisa.

“As tradições genéticas, culturais e religiosas do povo judeu contemporâneo se originaram no Oriente Médio há mais de três mil anos. Desde aquela época, as comunidades judaicas migraram do Oriente para a Europa, norte da África e para todo o mundo. A migração de judeus para novas localidades é conhecida como diáspora. Este estudo mostra que, embora o povo judeu tenha experimentado a mistura genética com populações do entorno, eles mantiveram uma coerência genética juntamente com a religiosa. …

“‘ Nós temos mostrado que a natureza judia pode ser identificada através da análise genética. Portanto, a noção de um povo judeu é plausível. Embora os genomas dos grupos da diáspora judaica tenham características distintas que são representativas da história genética de cada grupo”, diz o Dr. Ostrer.

“Dr. Ostrer observou, ‘O estudo apoia a ideia de um povo judeu ligado por um histórico genético compartilhado. Mas a miscigenação com povos europeus explica por que tantos europeus e judeus sírios têm olhos azuis e cabelo loiro'”.

A Ciência Moderna À Beira Do Desconhecido

Dr. Michael LaitmanPergunta: Hoje nós já vemos que, a fim de elevar o nível de pesquisa, um cientista tem que mudar; ele vai concordar com isso?

Resposta: Ele terá escolha? Isso se refere não só aos cientistas, mas aos outros profissionais também, como, por exemplo, professores e empresários. Porque de outra forma os empresários não serão capazes de fazer negócios. Hoje eles descobrem de repente que não podem fazê-lo. É por isso que a classe média está desaparecendo, porque as pessoas não sabem como gerir uma empresa e como trabalhar integralmente. Elas ainda não encontraram a razão para a crise.

Hoje os fracos permanecem fracos e não sentem qualquer mudança significativa; os ricos aproveitam todas as oportunidades, mesmo em tempos de crise, para aumentar seus lucros, e a classe média sofre. Mas, no final, as pessoas vão entender que têm que mudar, porque não há simplesmente outra maneira. Ficará claro para elas que é impossível continuar usando os métodos antigos de gestão de negócios.

Hoje os grandes mecanismos comerciais confiáveis deixaram de funcionar. A elite está perdendo o controle e, no fim, isso irá forçar todos a pensar sobre como recuperar o controle das coisas. Então ficará claro: a única maneira de recuperar o controle é mudar para a doação. Só então você irá controlar a situação.

Todos sentirão a necessidade disso, inclusive os cientistas que vão entender isso mais do que os outros — com base em dados científicos. Na verdade, cada campo científico chegou a um beco sem saída, e os cientistas já entendem a necessidade de mudanças radicais. Em pouco tempo eles vão admitir que essas mudanças devem ser feitas internamente.

Assim, eles vão reconhecer o mal, mas não serão capazes de mudar sozinhos para a bondade. Aqui nós temos que introduzir a força de correção para eles.

Além do mais, um cientista será atraído para esta força e vai fazer a coisa certa, se ver a necessidade da abordagem integral. Isto é porque a natureza integral totalmente conectada é revelada a ele. Ele vê que não será capaz de chegar a nenhum resultado, uma vez que encontra Ein Sof (Infinito), o desconhecido. Há uma imagem integral na frente dele e todas as suas partes estão conectadas por interrelações infinitas, e ele não pode explicar tudo isso, ele não pode “digerir” esta plenitude e trabalhar através dela. Ele não pode construir um modelo da imagem geral unificada dentro dele.

Enquanto isso, é impossível obter êxito sem tal modelo interno. Mesmo conhecidos conceitos científicos, como a teoria de Einstein, podem ser profundamente compreendidos por bem poucas pessoas. Então, o que podemos dizer dos fenômenos que estão sendo revelados hoje, que não resultam de nosso mundo e só podem ser compreendidos pela mente integral.

Portanto, os cientistas vão entender que devem mudar sua abordagem, a si mesmos, sua perspectiva. Mas como? A resposta a esta pergunta não vai ser encontrada sem a nossa ajuda. Nós temos que ser os únicos que explicam às pessoas como realizar as mudanças internas.

Pergunta: Mas o nosso método funciona apenas dentro de um grupo e os cientistas são usados para trabalhar e descobrir coisas individualmente. Eles vão concordar com o princípio do trabalho coletivo como meio para a revelação integral?

Resposta: Eles não têm outra escolha. Claro, eles vão concordar com isso. Além disso, os grandes cientistas reconhecem a necessidade de se conectar. Eles sentem isso.

Da 4a parte da Lição Diária de Cabalá 16/07/12, “Introdução ao Livro do Zohar