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Mais Uma Vez Sobre Os Judeus Americanos

Com respeito à posição dos Judeus Americanos durante a Segunda Guerra Mundial (Fonte: Fumaça Humana: O Começo da Segunda Guerra Mundial, o Fim da Civilização, Nicholson Baker, 2008)

“Milhões de fortes e corajosos refugiados Europeus poderiam ser assentados, propôs Baruch, em um lugar chamado Estados Unidos da África – uma grande república  não confessional montada com partes do Quênia, Tanzânia e Rodésia do Norte, todas sob o ‘controle soberano da Inglaterra’. Baruch se opôs a mudanças nas políticas de imigração Americana – afinal, os Estados Unidos estavam em depressão afinal.

‘Os Senhores Baruch e Morgenthau estão preocupados em salvar e esconder suas próprias ‘posições’ na América, e quase não se preocupam com a sorte das vítimas de Hitler’, escreve o professor e futuro Ministro da Suprema Corte Felix Frankfurter numa carta a um amigo. ‘Esses homens se comportam exatamente como fizeram os ricos e poderosos judeus que ajudaram a encorajar o desenvolvimento do Hitlerismos como meio de evitar o Bolchevismo’”.

Os Estados Unidos Na Encruzilhada

Opinião (Joe Nocera, nytimes.com): “Infligir mais dor nos seus compatriotas não incomoda o Tea Party dos Republicanos, como eles têm repetidamente provado. O que é surpreendente é que o Presidente e o Presidente da Câmara estão alegando que o acordo irá ajudar a economia. Eles realmente esperam que nós caiamos nessa? Todos nós já ouvimos o que aconteceu em 1937, quando Franklin Roosevelt, acreditando que a Depressão acabara, tentou controlar os gastos federais. Cortar gastos levou o país a uma queda em espiral para dentro da Grande Depressão, onde ele ficou até a chegada dos pacotes de estímulo conhecidos como a Segunda Guerra Mundial”.

“Esse é o caminho no qual nós estamos agora. Nossos inimigos não teriam projetado um plano melhor para enfraquecer a economia americana do que esse acordo de aumento do teto da dívida”.

Cabalá: Construir, Não Destruir

Dr. Michael LaitmanPergunta: Vários métodos e grupos dizem coisas semelhantes ao que a Cabalá diz. Como nos proteger da influência desses pensamentos? Existe algum perigo nisso, e como devemos nos posicionar em relação a eles?

Resposta: Devido à natureza do meu trabalho, eu tive a chance de estudar métodos e até mesmo fazer exames nesses assuntos enquanto trabalhava na minha tese de PhD. Existe um enorme abismo entre a Cabalá e todos os outros métodos. Todos os outros métodos estão comprometidos somente com algum tipo de moral, aprimoramento mundano do homem, principalmente dirigidos a fazê-lo se sentir calmo e relaxado.

A Cabalá não. A Cabalá é dirigida à mudança da natureza do próprio homem. Como o mundo existe somente dentro de nossa percepção subjetiva, isso é o que precisa ser corrigido. Isso significa que a pessoa deve manter todo o seu egoísmo, ao invés de destruí-lo, e acima dele, construir uma nova natureza, o assim chamado mundo superior, que ela será capaz de sentir nessa segunda natureza.  É um método totalmente diferente.

Porém, se você está estudando outros métodos, ninguém vai dizer a você para não fazer isso. Estude Cabalá e você começará gradualmente a ver a diferença entre ela e outros ensinamentos.

Nenhum dos métodos existentes é baseado na verdadeira natureza do mundo, nas três linhas, nas três forças que controlam esse mundo, em elevar o altruísmo acima do egoísmo sem destruir o egoísmo, mas usando-o corretamente em si mesmo, etc… Isso também pode ser visto nas antigas raízes da Cabalá e no poder de suas fontes: o número de livros e a profundidade de todas as explicações. O que você vê a sua frente é realmente um enorme meio para a correção de toda a humanidade.

Existem pessoas que realmente aspiram à correção, querem alcançar a meta não importa a que preço, e estão prontas para isso. Também existem pessoas que gostariam de alcançar essa meta, mas não através de qualquer meio. Isto é, elas consideram o que elas têm que pagar e quanto elas precisam trabalhar para isso. É por isso que, basicamente, muitas pessoas fariam isso, mas não existem muitas que realmente desejam isso. Porém, a cada dia existem mais e mais.

Nós esperamos alcançar o final da correção de forma rápida  fácil, e no nosso século, no nosso tempo, na nossa geração. Mesmo eu, um homem de idade, ainda tenho esperança de ver como toda a humanidade dará, de forma direta e rápida, um passo espiritual depois do outro para alcançar o final da correção.

Da Série Lição Virtual aos Domingos 31/07/11

Cabalistas Sobre O Trabalho Espiritual No Grupo, Parte 2

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

O Propósito da Sociedade

Nós nos reunimos aqui (sob a orientação de nosso professor) – para estabelecer uma sociedade (a conexão acima do nosso egoísmo), onde cada um de nós segue o espírito de doar (amor) ao Criador (através do amor dos amigos). E para atingir a doação ao Criador, devemos começar com a doação ao homem, que é chamado de “amor pelos outros”.

E o amor (altruísta) pelos outros só pode ser através da anulação de si mesmo (a intenção “para si”). Assim, por um lado, cada pessoa deve se sentir humilde (em relação aos membros do grupo) e, por outro lado, orgulhar-se de que o Criador nos deu a chance de estar em uma sociedade onde cada um de nós tem apenas um único objetivo: para que a Divindade esteja entre nós (para revelar dentro de nós mesmos o Criador, a qualidade de doação absoluta e amor).
– Rabash, Rabash – Escritos Sociais, “O Propósito da Sociedade (1)”

Na Zona De Escolha

Dr. Michael LaitmanNo passado, o egoísmo estimulou-nos por trás e pelos lados, sempre deixando livre o caminho à frente. No entanto, hoje as barreiras não estão surgindo pelos lados, mas na frente de nós. É como se uma parede se erguesse diante de nós, deixando-nos sem lugar para correr, não podemos fazer nada.

Este estado está se tornando cada vez mais evidente: eu realmente não quero nada, eu não sinto que possa continuar a crescer no meu egoísmo. Ele é incapaz de me dar respostas para as perguntas que surgem em mim hoje. Eu superei as fases anteriores e entrei no nível seguinte das perguntas, o nível da vida adulta e das novas necessidades.

Comida, sexo, família – tudo isso está se decompondo, tomando formas estranhas e “mutantes”. Riqueza, fama e conhecimento também não parecem me prometer muito.

A ciência está em crise e não responde às minhas perguntas, mesmo que há 50 – 60 anos parecia que ela nos daria respostas para tudo.

O poder tornou-se insignificante aos nossos olhos: nós vemos que seu único objetivo é o dinheiro. E o dinheiro… Será que realmente vale a pena desperdiçar sua vida inteira nisso? Minhas perguntas já superaram qualquer quantidade de zeros que a conta bancária possa mostrar.

Quando uma pessoa perde o “combustível” necessário, surge o vazio dentro dela e ela se vê perguntando: “Para que vale a pena viver? Para mim? Mas me falta a satisfação. Para os meus filhos? Mas, quando eles ficarem mais velhos, eles sairão do ninho. Além disso, por que criá-los? Que futuro brilhante eles têm pela frente? A desintegração das famílias e uma sociedade em decomposição?”. A pessoa não se sente ligada a nada e não tem esperança de nada. Esse é o tipo de impasse para onde nossas perguntas nos levaram.

Mas há também uma razão completamente diferente para o estado de falta de perspectiva: nós estamos esgotando os recursos naturais. Hoje, já está claro que o progresso humano não será infinito, tanto do ponto de vista de nossas exigências quanto do ponto de vista da nossa existência como um todo. Se continuarmos desperdiçando os recursos naturais no ritmo atual, muito em breve não teremos quaisquer matérias-primas, até mesmo para os produtos essencialmente necessários.

Noventa por cento do que produzimos hoje é composto de petróleo, seja energia, materiais plásticos, e assim por diante. Quando as reservas de petróleo acabarem, nós ficaremos sem nada. Ainda assim, nós continuamos esbanjando.

Assim, por um lado a natureza coloca uma barreira diante de nós sob a forma de ecologia, clima e recursos, e por outro lado o egoísmo não nos empurra mais para a frente. Ele faz perguntas que não podemos encontrar respostas aqui, no nosso mundo, nessa pequena sala para crianças, onde até agora nos divertimos muito brincando.

Hoje, a situação já se assemelha a um suicídio: nós estamos usando irracionalmente até os últimos recursos restantes.

Nós temos que entender que por causa disso, nos encontramos na zona de escolha. Este é o lugar onde emerge o livre arbítrio, a liberdade para começarmos a entender o programa do nosso desenvolvimento: “Para que nós servimos? Por que estamos aqui? Para quê?”. E junto conosco, o resto do mundo. Agora é exatamente a hora de resolvermos este desafio. Caso contrário, a humanidade vai se deparar com um impasse realmente desesperador.

Na realidade, a essência do problema não é a crise financeira, a crise de tecnologia, ou a crise familiar. Nós estamos numa crise com nós mesmos. Nós devemos entender quem somos e para que estamos aqui, tanto do ponto de vista da natureza, que nos obriga a isso, quanto do nosso próprio ponto de vista. Só então seremos capazes de arrumar as coisas dentro de nós e no mundo.

De uma conversa sobre um novo livro 18/07/1

Educação Integral Para Todos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é a sua visão dos movimentos de extrema direita nas sociedades modernas?

Resposta: Eles existem nos países desenvolvidos, independentemente da política nacional e do estado de ânimo social, e são causados principalmente pela presença de um grande número de imigrantes em todos os países desenvolvidos.

Isso está acontecendo porque a crise demográfica força um país a trazer força de trabalho estrangeira, e, como resultado, ocorre uma colisão entre culturas e religiões opostas. A solução só pode vir de uma educação obrigatória para todos, que elevará as pessoas acima de todas as diferenças, reunindo-as numa união integral.

Para alcançar isso, é necessário introduzir uma educação obrigatória para todos os membros da sociedade, incluindo os imigrantes. Caso contrário, cada país terá que enfrentar terríveis conseqüências na forma de guerras civis…

Anjos Em Todos Os Aspectos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como devo me relacionar com a antipatia e o ódio, quando eles surgem não relação aos amigos no grupo, mas para com os de fora, que não estão conosco no caminho espiritual?

Resposta: Por que eu odiaria, de repente, estranhos que nada têm a ver com o meu caminho espiritual? Eu os vejo como anjos, sem livre-arbítrio. Se eles não estão no grupo e não têm livre-arbítrio, do que eu poderia acusá-los? Eles estão agindo como marionetes, seguindo ordens do Alto.

Isso não significa que eu deveria ignorá-los. Simplesmente, eu entendo que eles não agem com liberdade e independência. Em tudo o que acontece com eles, eu vejo a mão do Criador. Conseqüentemente, eu preciso trabalhar tanto “a favor” ou “contra”.

No que diz respeito às ações externas, eu preciso me relacionar com as pessoas na forma corrigida, tentando me certificar de que todos têm tudo o que precisam. Ou eu posso começar a trabalhar com eles e passar o conhecimento sobre a Cabalá para eles.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 31/07/11, Shamati # 26

A Cura Para Todos Os Problemas

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como pode a leitura de um texto que eu não entendo me ajudar a conectar com o grupo ou desejá-lo?

Resposta: Por si só, a leitura do texto não é eficaz. O pensamento do que exatamente eu desejo é que ajuda. É como uma fonte de força.

Suponha que você recebe um remédio, e você cura o que você pretende curar com ele. O medicamento afeta o corpo inteiro, e você tem que decidir exatamente o que você quer tratar, seja a perna, braço, cabeça, ferimento, ou o que quiser. O medicamento em si é universal.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 31/07/11, O Zohar

Pensamentos Perturbadores: O Alimento Para A Alma

Dr. Michael LaitmanPergunta: Qual é o propósito dos pensamentos perturbadores que vêm durante a leitura d’O Livro do Zohar e impedem que eu me concentre nele?

Resposta: Tudo isso é dado pelo Alto, e nós não sabemos porque temos estes ou outros pensamentos de uma forma ou de outra, ou porque eles são necessários. Nós podemos fazer várias análises, mas nunca descobriremos o motivo real deles.

Os pensamentos podem ser muito obsessivos, e, de repente, podem desaparecer e nunca mais voltar. Eles podem vir de assalto; agora eu penso numa coisa e, em seguida, em outra coisa. Obviamente, eles são necessários. Afinal, a alma está crescendo com base nesses pensamentos.

Portanto, nós devemos levá-los em conta, isto é, entender que tudo isso vem do Alto, e que não há coincidências. Nós recebemos as condições do Alto e com base nelas devemos crescer.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 31/07/11, O Zohar

Um Apelo Para Corrigir o Mundo

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar, escrito no século II da E.C. pelo rabino Shimon e os seus estudantes, é destinado à correcção espiritual da humanidade. Neste livro, os autores revelam um sistema de controlo do universo, mas ele fizeram-no com grandes cautelas.

O livro está escrito num certo estilo para que possa ser percebido apenas por aqueles que estão na realização espiritual e que penetram no significado interno das palavras. Outros perceberam O Zohar como um livro sobre vários milagres ou como uma narrativa histórica.

A revelação inicial d’O Livro do Zohar no século X da E.C. produziu muitas consequências negativas, que são sentidas até hoje. A humanidade não entendeu este livro porque não estava preparada para o seu surgimento. As pessoas decidiram que ele falava de milagres e misticismo, e começaram a usá-lo para produzir amuletos, venenos, antídotos, e por aí fora.

Por outro lado, a disseminação d’O Livro do Zohar teve um papel positivo, acelerando o desenvolvimento interno da humanidade. A força oculta neste livro deu um impulso poderoso para colocar em marcha o desenvolvimento tecnológico e social, finalmente levando a nossa geração para a necessidade de se livrar do egoísmo.

Hoje, quando a interdependência global se revela no mundo, O Livro do Zohar se destina a ajudar a humanidade a adaptar-se ao novo sistema e a perceber a essência da sua existência. O sucesso deste processo depende da disseminação da elevada sabedoria nas massas.

As acções actuais dos Cabalistas para unir “empurram” o método de correcção pelo mundo. Uma Luz enorme emana de nós, muito embora ainda não sintamos isto sequer por nós próprios. O mundo começa a ver, sentir, e perceber em que tipo de estado está. Muitos cientistas já têm escrito acerca da necessidade de mudar a natureza humana, mas não sabem como fazer isto.

Assim, a nossa tarefa é a disseminar o método de correcção espiritual ao mundo. O artigo do Baal HaSulam, “O Chifre do Messias” (no sentido de um apelo à correcção) fala desta missão. Sem obter o conhecimento básico sobre o objectivo da sua existência, a humanidade cairá no desespero e está em risco de fazer muitos erros graves, mesmo ao ponto de deixar que outra guerra mundial comece.

A disseminação do método de correcção nas massas é chamada de “chifre” (Shofar) porque é semelhante ao som de um chifre de carneiro, que expande a grandes distâncias. O estudo correcto e a adaptação da Cabalá, o tipo de trabalho correcto com os amigos no grupo produz uma Luz especial, chamada “o profeta Elias”. Esta é uma força que nos revela os segredos do universo. Sob a sua influência, o mundo superior começa a vir, a emergir do véu da ocultação. Está escrito, “Elias virá e resolverá todas as questões e problemas”, isto é, esta força abrirá os nossos olhos para a verdadeira imagem da existência.

A revelação da Cabalá nas massas é uma condição preliminar e necessária da ascensão total do nível egoísta ao nível de doação e amor. Portanto, no nosso tempo a oportunidade emergiu para criar um comentário completo ao Livro do Zohar, com cuja ajuda nós atraímos a Luz superior e percebemos o método da correcção espiritual da humanidade.

Da Lição Virtual em 31/07/11