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Conexão é Vida

A “matéria” de nosso desejo é “pó”, e isso não muda. A única coisa que muda é o nível de ligação entre as partículas dessa “poeira”. Então, primeiro de tudo, temos que perceber a nós mesmos não apenas como o desejo de receber. É porque esse desejo possui 613 diferentes formas especiais, e em cada uma delas queremos aproveitar apenas para nós mesmos.

Isto é bastante claro:  Todo mundo quer desfrutar de algo e desta forma separar e romper o grão de seu desejo em 613 partículas de auto-apreciação. Claro, ninguém pode contar com esse número e nós o usamos como uma figura de linguagem.

Então o trabalho da nossa ligação com outras pessoas começa. Essas “migalhas” na verdade permanecem sem vida, como é dito: “ Do pó vieste e ao pó voltarás” O que conta é a ligação especial entre as partículas, o que lhes dá vida.

Os cientistas não conseguem ainda entendê-las e não podem transformar a natureza inanimada em vida. Eles tentam usar descargas elétricase outros meios, mas uma pessoa não pode fazer tal coisa. Não é alquimia; é muito mais complexo, uma vez que a força superior tem que ser revelada em uma forma real da vida.

Uma pessoa pode fazer isso somente se ela invoca a ação da Luz que Reforma. A fim de transformar a natureza inanimada para o nível vegetativo, o nível vegetativo para o nível animado, e assim por diante, deve haver uma parte da Luz que Reforma em cada vez.

Portanto, com a ligação entre as nossas partículas escuras descobrimos a vida nesta ligação. Elas permanecem no desejo de receber da natureza inanimada, mas o respeito mútuo que elas criam entre si, a garantia mútua, a concessão mútua, a rede que queremos construir com a ajuda da Luz, transforma-se no nível vegetativo e nele flue

m as forças da vida, que provêm da fonte da vida, do Criador. Em seguida, a partir do nível vegetativo elas mudam para formas mais complexas do animado e os níveis de fala da natureza.

Devemos entender a estrutura básica, a essência deste sistema:  As partículas continuam a ser os mesmos desejos que foram criados como a existência de ausência, e a conexão entre eles é a existência da existência.

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Da  4 ª parte da Lição Diária de Cabalá de 26/7/12, “Introdução ao Livro do Zohar”.

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O Zohar: O Elo Para A Perfeição

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se imaginarmos O Zohar como o centro da fonte de energia, como ele permeia a alma?

Resposta: Não há nenhuma fonte que possa se aproximar do Livro do Zohar, que foi escrito por 10 Cabalistas, cada um dos quais fazia parte de um grupo, parte da integralidade que é a base da natureza. A natureza é redonda, e com a ajuda da força superior um grupo representa a força coletiva da natureza reunida. Agora, para que este grupo atinja acima todas as leis, toda a realidade, toda a Providência, e o nosso trabalho abaixo, ele constrói no seu interior o sistema de forças do Criador.

Este grupo estabeleceu todo o sistema de correção. Ele não existia antes disso. Antes disso havia a era dos antepassados, Abraão, o Egito, o primeiro e segundo Templos, tudo isso foi o desenvolvimento de cima para baixo. Não houve um verdadeiro exílio, uma vez que o Egito era apenas um protótipo, a raiz de todos os exílios subseqüentes. Tudo isso foi uma preparação para que um grupo chamado “Israel” fosse estabelecido, que é realmente o mesmo grupo do Rabi Shimon Bar Yochai. Há também as nações do mundo, que são externas ao grupo. O grupo de Israel está “quebrado” e vai sair e se misturar com o resto da humanidade.

Portanto, não há conexão mais forte do que O Livro do Zohar, onde os autores expressaram por escrito tudo o que alcançaram através da construção de seu sistema interno na espiritualidade, através da construção de uma hierarquia de tudo o que fizeram e realizaram, todos os 125 degraus. Isso tudo é um sistema, e não faz nenhuma diferença que eu veja o texto e que eu exista em meu corpo. É todo um sistema de forças; não há nenhum corpo aqui que entende ou que não entende. Estas são forças que agora estão dispostas como um sistema integral, que pode ser corrigido e levado à perfeição.

Assim, a composição que foi criada pelos autores de O Zohar não é um livro, mas um sistema criado por seu trabalho, e nós queremos ser parte deste sistema, de modo que ele nos influencie. Eu quero entrar no seu campo de força.

É com esta intenção que tentamos ler o Livro do Zohar. Não há outra maneira de se conectar com esse sistema, exceto vendo as letras inertes por nosso sentido corporal da visão. Mas com isso, com a ajuda do grupo e os meus esforços, eu começo a desenvolver a minha atitude interna, para entrar no sistema de forças, esclarecendo a força de recepção, a força de doação, as intenções, conexão, rejeição, repulsa, ódio e amor.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 02/07/12, O Zohar

Desejo e Adesão

Pergunta: Na “Introdução ao Livro do Zohar”, Baal HaSulam diz que as almas “tornam-se dignas de receber toda a Sua bondade, a alegria e o prazer que está no pensamento da criação, e, com isso, lhes são dadas uma forte adesão”. Por que nós precisamos da bondade e alegria se a adesão com o Criador é muito mais qualitativa e sublime?

Resposta: Tenho vasos, o que significa desejos no coração. Nestes tanques, recebo a fim de doar e com isso realizar uma ação de doação. Assim como o Criador doa para mim, eu dôo para ele.

Mas por que eu executo a ação de receber a fim de dar? Porque eu sinto vergonha, uma lacuna entre Ele e eu. Isto evocou em mim me doar por doar, e depois também receber a fim de doar, de forma a assemelhar-se a Ele. Ao agir de forma a assemelhar-se a Ele, eu encho meus vasos com o prazer de doar a Ele e, ao mesmo tempo, realizo a vergonha, a diferença entre nós e, assim, alcanço a adesão.

Duas deficiências são parte deste processo:

  1. O Criador criou a deficiência em mim de receber e desfrutar. Eu o preencho para que Ele possa receber e desfrutar.
  2. A segunda deficiência é o resultado da vergonha. Eu me limito e encho o meu desejo com a realização da essência do próprio Criador. Eu me torno igual a Ele e alcanço a adesão.
O Criador é descrito para mim como um Partzuf espiritual que é feito de um “corpo” e uma “cabeça”. Abaixo nos tornamos iguais a Ele nos “corpos”, em Seu desejo de trazer bondade para os seres criados e o meu desejo de receber prazer. Acima nos tornamos iguais nas “cabeças”, que significa nas intenções. Assim, a adesão é realmente formada acima.

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Da 4 ª parte da Lição Diária de Cabala 28/06/12, “Introdução ao Livro do Zohar”

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Além Do Tempo

 

Além Do Tempo

Tudo que os Cabalistas descrevem está dentro de nós, nas nossas raízes. Meu desejo de receber começa a descobrir novos horizontes, mostrando-me o presente, o futuro e o passado de acordo com seu nível de desenvolvimento. O eixo do tempo não existe por si, é um componente de percepção externo, uma parte da imagem que está representada no desejo. Portanto, o processo cronológico que estudamos é, na verdade, uma cadeia de estados. Como não temos escolha, nós falamos em termos de tempo, uma vez que é um algoritmo do sentimento do nosso mundo.

O passado, o presente e o futuro são estados em que eu posso ir e vir se necessário, se eu gerenciar o desejo e a Masach (tela). Assim, não há tempo e não há distância. São apenas sentimentos dentro do meu desejo: Um tipo de atributo representa o conceito de tempo e outro o conceito de distância.

A maneira como sentimos o tempo agora é uma ilusão. Estou realmente em um certo desejo no nível do  “inanimado do inanimado”, e esse desejo mostra fotos da minha existência neste mundo, imagens da vida e da morte. Embora a “imagens” mudam diante dos meus olhos, o desejo em si não muda. É uma réplica dos desejos mais elevados, e por isso descreve fases dentro do meu sentimento que são semelhantes aos níveis espirituais. Eu sinto que estou vivo, mas, na verdade, isso é apenas um reflexo dos níveis espirituais e as mudanças na “matéria” do desejo egoísta que é considerado “morto”.

Claro, não existe um estado intermediário em relação ao Criador. A Luz é superior em um estado de repouso absoluto, e criou apenas um estado para começar, que temos que perceber. Eu não posso percebê-lo hoje, porque eu não estou preparado para isso. Assim, foi restringido por 125 graus e cada vez eu descubro o nível imediatamente superior. Isso me permite avançar ao longo da subida para a perfeição.

Mas de um jeito ou de outro, tudo está dentro de mim, no meu desejo de receber. Agora eu vejo o tempo como um fator externo: a Terra gira em torno do sol, os minutos e os segundos passam … mas na espiritualidade não há nada externo; lá nos aproximamos do desejo de receber e executamos todas as ações nele.

Esta cadeia de ações é o que determina o tempo. Mesmo que demore dez anos para chegar à etapa seguinte, na dimensão espiritual apenas um segundo passa. Lá a sensação de tempo não é externa, mas depende apenas de minhas ações. Além do mais, não existem diferenças entre as ações já que cada uma apela a próxima. Então, quando eu subo para a dimensão espiritual, minhas ações são executadas sequencialmente e o tempo desaparece.

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Da 4 ª parte da Lição Diária de Cabalá de 28/6/2012, “Introdução ao Livro do Zohar”

Programação Diária

Pergunta: Como posso criar uma programação diária para atingir a propriedade de doação mais cedo?

Resposta: Junto com todos os nossos grupos, juntamente com  os amigos ao redor do mundo, se eles já estão assistindo a aula, trabalhando, ou dormindo, vamos concordar em apoiar uns aos outros para que ninguém se esqueça de que nós vamos revelar o Criador só na unidade.Todo o tempo, eu estarei pensando apenas em como revelá-Lo na unidade e nada mais.

Nossa unidade vai se tornar um meio, o resultado desejado da quebra. Então, nesta unidade vamos revelar a força da doação e do amor, satisfação e vida eterna. Dia e noite, deixe-me ser consumido com a preocupação de que nenhum amigo, nenhuma pessoa com o ponto no coração esquece o principal: que somente na unidade criamos o vaso para revelar o Criador. Nós não estamos obrigados a fazer qualquer coisa impossível: Se juntos vamos por todos os meios pensar e se preocupar com isso, então Ele será revelado. Está nas nossas mãos. Concordado?

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Da 4 ª parte da Lição Diária de Cabala de 28/6/12,  “Introdução ao Livro do Zohar”

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É A Luz Que Dá À Luz Ao Homem

Dr. Michael Laitman

O Zohar é a Luz que Reforma e O Livro do Zohar também é chamado de “Luz Superior”. Nós só podemos desfrutar essa Luz se soubermos como atraí-la, quando estamos em equivalência de forma com ela.

O que devemos fazer para atingir a equivalência de forma com a Luz? A Luz doa; como eu posso doar? Se eu estreitar a conexão com os amigos, anular o meu ego um pouco para me conectar com eles, tentar estar um pouco mais perto deles através de diferentes ações, eventos e disseminação, eu me torno um pouco mais semelhante à Luz. Na medida em que eu me aproximo dela, eu sou recompensado com uma maior influência dela sobre mim.

A Luz é fixa em sua doação, mas por minhas ações eu me aproximo dela e me torno mais semelhante a ela. Assim, eu sou recompensado com a influência da Luz, e, como resultado meu vaso torna-se aquele que doa.

De acordo com a minha mudança interna, quando eu me torno aquele que doa em meus desejos e meus atributos, eu começo a descobrir as mudanças que ocorrem em mim. De repente eu descubro esses desejos e pensamentos (no coração e na mente) que são totalmente diferentes dos que eu tinha antes. Assim, eu sinto cada vez mais mudanças dentro de mim, até que adquiro um novo estado, onde sinto: “É isso aí, eu mudei!”. Essa mudança revela em mim um novo conjunto de atributos, desejos e pensamentos, chamado de Partzuf, homem (Adam), ou o Criador, que são todos iguais.

Já que, de acordo com esta nova estrutura (a soma dos atributos, desejos e pensamentos em mim), eu descubro uma nova figura interna, que é o “humano”, e nela eu descubro sua raiz, a razão que lhe deu origem: o Criador. Assim, nós podemos descobrir o nosso desenvolvimento espiritual.

Esperemos que pelo nosso anseio pelo nível de Adam, o que significa que, em troca da anulação do nosso ego, da conexão com os outros e com o mundo inteiro, e o estudo do Zohar, vamos apreciar a Luz que Reforma e receber a forma de “humano”.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/06/12, O Zohar

De Um Ponto Até O Criador

Dr. Michael LaitmanO Zohar nos fala das maneiras como nos conectamos, as quais criam o vaso de percepção. Através da nossa conexão de diferentes maneiras, nós descobrimos o Criador. O Criador não tem forma nem imagem. Sua forma é a extensão e o modo de nossa conexão. Se nos conectamos, adquirimos o atributo do Criador, a Sua forma.

A princípio, o Criador foi revelado no ponto inicial da criação: Malchut de Ein Sof (Infinito). Não havia conexão lá, mas apenas um ponto, um desejo. Então, esse desejo se desenvolveu sob a influência da Luz e recebeu todos os seus atributos. Mas ele ainda era um, até que a oposição da Luz em todos os seus atributos opostos surgir nele.

Ao nos conectar, nós descobrimos as formas da Luz, as formas do Criador. Portanto, estar conectado também significa que estar aderido ao Criador com o atributo de amor e doação.

A forma como nos relacionamos é a forma do Criador que descobrimos. A intensidade da nossa conexão é o nível em que descobrimos o Criador. O Criador se revela na conexão entre nós.

O desejo permanece o mesmo desejo que foi criado no início, como um desejo específico. A luz quebrou-o em muitos desejos separados. Ao conectá-los nós descobrimos a Luz 620 vezes mais forte em qualidade do que antes: nós descobrimos o pensamento, a mente, o pensamento da criação.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/05/12, O Zohar

O Livro Do Zohar Em Português


O Livro do Zohar foi publicado em Português para a próxima Convenção em São Paulo, Brasil.

Um Texto Que Está Limpo Da Casca Corpórea

Dr. Michael LaitmanO Livro do Zohar, “Bo (Venha ao Faraó)”, O Sacrifício da Páscoa, Item 189: Quando o Criador veio ao Egipto, Ele viu o sangue da Páscoa escrito na porta, e o sangue da aliança – como eles permaneciam à porta.

Pergunta: Como posso preservar a intenção correcta enquanto leio O Livro do Zohar?

Resposta: Não há dúvida que eu não consigo manter a intenção correcta, mas eu preciso imaginar o estado em que quero estar agora.

Primeiro, eu preciso me separar por completo da voz do anunciante, como se não ouvisse nada. Eu sei que estou ligado a um tubo pelo qual a Luz flui até mim e pode ajudar-me ou prejudicar-me: pode tornar-se o “elixir da vida” ou a “poção da morte”. Tudo depende de como eu ouço!

É como se eu pusesse fones de ouvido, mas baixo o volume e não quero ouvir. Primeiro, quero saber que energia, que força, me alcança através destes canais, como a Luz que Reforma deve influenciar-me. Será que recebo como um morcego e me afundo ainda mais profundamente na escuridão, ou como um galo que espera o amanhecer? Tudo depende da minha intenção e por isso tenho que primeiro esclarecer isto.

Portanto, primeiro eu bloqueio os meus ouvidos de forma a não ouvir nada. O que devo fazer agora para que a Luz me alcance, me cure? Não quero que a cobra, que é o símbolo da medicina, se torne numa cobra verdadeira e me envenene com o seu veneno letal. O mesmo veneno pode ser usado como uma medicina, ainda que venha da mesma fonte, da mesma cobra. De forma a fazer isso tenho de me preparar, para estar num grupo juntamente com os amigos, para querer ligar-me a eles no meu coração e alma para me tornar um homem num só coração, para alcançar tal amor pelo qual podemos todos dissolver-nos e sentirmo-nos como um todo.

Na medida em que conseguirmos alcançar isso pela Luz que nos Reforma num só corpo, sentiremos internamente a força que nos une, o Criador. Sentiremos a fonte da Luz Circundante. A Luz determina a ligação entre nós. A fonte da Luz é o Criador que é revelado no vaso que está correctamente preparado.

Primeiro tenho de imaginar todo este estado com precisão. Quando o vejo perante mim imaginando-o emocionalmente e mesmo visualmente, eu começo gradualmente a desobstruir os meus ouvidos. Então eu aumento o volume de forma a ouvir a voz do anunciante, enquanto consigo manter a imagem que criei na minha mente. Mas se o que se está a passar me perturba em manter essa imagem, eu baixo o volume novamente. Se não me perturba, eu sigo a voz.

Eu tento ouvir o anunciante e o que quer que ele esteja a dizer: quer seja sobre a Páscoa, o sangue da circuncisão na porta, os detalhes sobre o êxodo do Egipto, eu tento encontrar todos estes discernimentos nessa imagem na qual estamos todos ligados.

Eu não descrevo a imagem de acordo com o significado corporal das palavras que a “linguagem dos ramos” usa, mas sim traduzo-as na “linguagem das raízes espirituais”: Sefirot, Partzufim, recepção e doação, a ligação entre nós e o Criador, e a união dos conceitos “Israel, a Torá e o Criador”. Eu vejo-me imediatamente livre das palavras actuais, como de uma casca indesejada. É como se retirasse a casca das nozes antes de começar a comê-las, e assim livro-me dos conceitos corpóreos e desloco-me imediatamente dos ramos para as raízes.

Tento imaginar como isso se parece nas raízes espirituais: qual é o significado de “lintel”, “Mezuzah” ou “sangue”. Mesmo se não percebo, não faz diferença. O principal são os meus esforços, querendo saber o que está a ser estudado, ligar-me ao que está a ser estudado. A Luz que Reforma influencia-me de acordo com os meus esforços.

Devemos repetir constantemente estes exercícios, uma e outra vez, em cada livro que estudamos: os artigos do Rabash e Baal HaSulam, O Estudo das Dez Sefirot, O Zohar, a Mishnah, Shulchan Aruch, todos os livros são sobre como conectar o vaso quebrado.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 22/4/12, O Zohar

Uma Palavra Descreve Todo O Caminho

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se a Torá é o livro de instruções que nos fala sobre o caminho espiritual, como podemos segui-la se não sentimos nada, exceto este mundo?

Resposta: Primeiramente, nós temos que ascender. A Torá não foi escrita para pessoas que estão abaixo da Machsom (a barreira que nos separa da espiritualidade). Mesmo quando ela nos fala sobre diferentes eventos, como o exílio egípcio, os antepassados ou Babel, o real significado do que é dito só pode ser revelado por aqueles que já estão engajados no trabalho espiritual, além da Machsom.

Tudo depende do nível de revelação dos conceitos espirituais. O Livro do Zohar, por exemplo, explica a palavra Beresheet (Genesis) de uma forma que inclui todo o caminho, do início até o fim.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 15/04/12, Escritos do Rabash