Textos com a Tag 'Torá'

O Próprio Julgamento

Laitman_514_02Torá “Números”, 35:30: Todo aquele que matar alguma pessoa, conforme depoimento de testemunhas, será morto; mas uma só testemunha não testemunhará contra alguém, para que morra.

A Torá é a base até mesmo para as leis atuais. Os primeiros contratos de compra e venda vêm de Abraão, que comprou o terreno da caverna Mearat a-Machpelah para seu túmulo. Nos termos do contrato com Hebron, ele pagou 400 shekels de prata por ele.

Pergunta: O que significa, “conforme depoimento de testemunhas, será morto”?

Resposta: Uma evidência (prova) no tribunal pode se basear nas declarações de pelo menos duas testemunhas, sem relação com o suspeito.

Portanto, cada um deles foi interrogado separadamente, confundido de propósito, e suas declarações foram comparadas para determinar com precisão que as duas testemunhas não estavam conectadas de forma alguma e que não havia nenhuma relação, interesse mútuo, ou acordo entre elas. Só depois disso é que foi possível aceitar as suas declarações.

Uma testemunha é alguém que viu com seus próprios olhos o que aconteceu, e não apenas ouvi algo.

Na espiritualidade “ver o assassino” significa atingir o nível de Hochma, que é o nível de consciência completa do que está acontecendo dentro de mim.

Quando eu vejo como o egoísmo em mim destrói a inclinação ao bem que gostaria de me levar à frente, e não permite que eu faça uma boa ação, eu avalio isso de forma saudável. Afinal, só pela subida ao nível de Hochma eu posso me voltar contra o egoísmo.

Se, com exceção do estado atual, eu tiver mais um estado, mais uma testemunha (ou seja, eu vi alguma coisa, descobri algo dentro de mim), então, pela primeira vez, isso não é suficiente para mim. Se pela segunda vez eu chegar a ver o mesmo fenômeno e agarrá-lo em minha mente, pronto, é o suficiente para erradicá-lo em mim.

Portanto, eu tenho que ver o assassino ao menos duas vezes, subir duas vezes ao nível de Hochma.

Só então eu terei forças e habilidade para conduzir um julgamento justo, fazer a conclusão correta e erradicar esse fenómeno em mim.

“Subir ao nível de Hochma” significa perceber a fonte do que está acontecendo e conseguir subir acima dela, conseguir erradicar esse estado em mim mesmo a tal ponto que eu já não teria que corrigi-lo nesse grau.

Eu recebo de cima uma força tão séria de julgamento (julgamento também é o nível de Hochma), que a partir desse nível, a partir desse momento, já estou acima de todos os distúrbios. Por isso, é considerado que eu mato eles, elimino-os dentro de mim, e os corrijo.

De qualquer forma, tudo ocorre sem prisão e prisões; uma fuga é feita para a cidade de refúgio, ou a correção acontece no local.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 16/12/15

O Mundo Começa A Partir Da Noite

laitman_207A Torá, “Números”, 35:28 – 35:29: O acusado deverá permanecer em sua cidade de refúgio até a morte do Sumo Sacerdote, e somente depois da morte do Sumo Sacerdote poderá voltar à sua propriedade. Essas exigências legais serão para vocês e para as suas futuras gerações, onde quer que vocês vivam.

A morte do Sumo Sacerdote é uma mudança de todo o nível espiritual (Partzuf).

O Sumo Sacerdote simboliza Keter – a cabeça do Partzuf. Portanto, quando a cabeça é mudada, o controle de tudo muda: o povo, o país, etc. Tudo retorna à estaca zero, uma mudança do grau elimina o passado e um novo grau começa como se do zero.

Pergunta: Será que o homem tem que fugir novamente para cidades de refugiados no próximo grau?

Resposta: Claro, porque isso é necessário! O que a Torá indica certamente tem que acontecer porque está incluído no sistema global de egoísmo. É impossível corrigir a nossa natureza se não houvesse assassinos, ladrões, prostituição, brigas e outros problemas.

O egoísmo tem que se manifestar plenamente! É impossível sem isso. Afinal de contas, o mundo começa a partir da noite: “E foi a tarde, e foi a manhã, um dia”.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 16/12/15

Vida Nova # 720 – A Abertura Do Mar Vermelho

Vida Nova # 720 – A Abertura Do Mar Vermelho


Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

O desenvolvimento da humanidade não pode ser descrito sem a Torá que o influencia dramaticamente. Cabalistas não se relacionam com a Torá como uma descrição dos fenômenos da natureza, mas como uma descrição interna de uma pessoa, de acordo com “uma pessoa é um mundo pequeno” (MidrashTanhuma, Parshat Pekudei, Siman 3).

A verdade é que não existe um mundo fora de uma pessoa, tudo o que vemos ao nosso redor é uma projeção de nosso interior. Há 100 anos atrás, não imaginava que haveria televisão, e no futuro, a tecnologia irá inserir o espectador no filme, de forma realista. Quando nos aproximamos de uma percepção espiritual entendemos que a realidade é retratada dentro de nós. A sabedoria da Cabalá é a sabedoria da percepção.

A Torá descreve como o pensamento superior, o programa superior, dirige todo o teatro em torno de nós. Uma pessoa vive dentro de si mesma, mas ela tem a possibilidade de se conectar a esse pensamento mais elevado, a força superior. Alguns de nós acreditamos que há um poder superior, que exige que uma pessoa cumpra Mitzvot (mandamentos) e, conseqüentemente, nos dá uma recompensa neste mundo e no outro mundo. Outros dizem que o poder superior espera que queiramos tornar-nos cientes disto, que nos assemelhemos a isso, que amemos como ele faz.

Aqueles que estão preocupados com a sua privacidade neste mundo e no outro mundo, permanecem no ego, com o Faraó, o rei do Egito. E aqueles que estão preocupados com o amor aos outros, para ser como a força superior, o que é bom e faz o bem, deixam o Egito. Quando eles querem romper com o controle do ego, pensamentos egoístas novamente “perseguem-nos”, que são chamados, “Ele que temia a palavra do Senhor entre os servos do Faraó” (Êxodo 9:20), e eles parecem dizer a pessoa para realizar Mitzvot, para receber uma recompensa e ficar satisfeita com isso. [Leia mais →]

Voltar À Semelhança De Adão

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se o Criador criou a criatura à sua imagem e semelhança, por que corrigi-la?

Resposta: Na Torá é dito que o Criador criou Adão. “Adam” em hebraico significa homem. Em outras palavras, Adão é a imagem ideal de um ser humano que foi criado pelo Criador à Sua semelhança.

Depois disso, o mesmo Adão pecou, ​​o que significa que caiu do nível espiritual, da característica de doação e amor, da semelhança com o Criador, para um nível oposto a Ele, e foi fragmentado em partículas minúsculas.

Portanto, agora temos que juntar todas as partículas e “reconstruir” o mesmo Adão. Nós somos chamados de filhos de Adão porque em cada um de nós há um fragmento dele. Nós precisamos nos conectar e elevar juntos nossos anseios interiores e correções do ego até o Criador. Hoje não somos à Sua semelhança, mas somos completamente opostos.

Portanto, cabe a nós voltar à nossa semelhança original, corrigindo todos os fragmentos e conectando-se em um único conjunto que representa a soma desse único Adão. Essa é a nossa correção. O caminho em direção à correção é através da implementação da regra geral: “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18).

Pergunta: Como é possível explicar que há pessoas que sofrem mais e há pessoas que sofrem menos? Por exemplo, alguém nasce sem-teto e sem raízes e toda a sua vida é uma luta pela sobrevivência, enquanto outro nasce em abundância e não enfrenta sérios obstáculos e sofrimento em sua vida.

Resposta: Cada um de nós é um nível diferente do Adão espiritual. Ele é encontrado mais em uma parte e menos em outra. Cada um vem de diferentes níveis: o cérebro, as mãos, as pernas, o corpo, etc.

Adão é um sistema espiritual, mas se o examinarmos de acordo com o nosso corpo, cada um é uma parte diferente, uma raiz diferente dessa grande alma. Cada um tem um destino diferente, diferentes condições iniciais, e, claro, diferentes estados finais.

À medida que nos conectamos em uma única semelhança, cada um e tudo o que há nele se completa e se equilibra. Quanto mais inferior for a pessoa, mais fácil será para ela entrar na correção necessária do que outra pessoa. No final, o trabalho específico de cada um é idêntico.

Da Lição de Cabalá em Russo 16/02/16

Nova Vida # 719 – Moisés E O Poder Da Fé


Vida Nova # 719 – Moisés E O Poder Da Fé

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Como a luta entre Moisés e o Faraó na história do êxodo do Egito ilustra os desejos opostos dentro de nós? Qual é a força que capacita Moisés quando ele encontra o Faraó, e que é a fé de acordo com a sabedoria da Cabalá?

Resumo

A Torá descreve o que acontece em uma pessoa que quer parecer-se com o Criador. A fé é a força de amor e doação que uma pessoa adquire neste processo. É a capacidade de agir para o bem dos outros e o próprio Criador.

A natureza de cada pessoa é o amor próprio; sente-se que ele ou ela é o centro do mundo. Em algumas pessoas surgem questões sobre a questão de viver? Por que eu sou do jeito que sou e qual é o propósito de tudo isso? Qual é o benefício de vivermos e morrermos? O que devo fazer ao longo de toda essa vida?

O homem não sabe a resposta a estas perguntas, porque ele não vê todo o sistema. A fim de saber ele tem que conhecer o software de gerenciamento geral.

Estas grandes questões são chamadas Moisés, decorrentes da raiz hebraica “puxar – Moshech”, como elas puxam uma pessoa além de si mesma para o objetivo da criação. A voz interior de Moisés em uma pessoa parece dizer-lhe para parar de pensar apenas a respeito de seu círculo privado e de relacionar-se com todo o sistema geral.

Outros desejos egoístas surgem em uma pessoa e enfrentam Moisés, puxando a pessoa de volta para o desejo de receber para si mesma. Então Moisés sente que está escravizado, totalmente subordinado ao enorme egoísmo dentro dele. Moisés descobre sua ligação com a força superior que controla todo o sistema geral através de “Venha ao Faraó”, e liberta os desejos chamados os filhos de Israel, que aprendem o caminho do amor aos outros, da dominação do Faraó. A regra de amar teu próximo como a ti mesmo permite que uma pessoa conheça o sistema geral, a força superior..

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Atenção: Áudio/Vídeo em inglês

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De KabTV “Nova Vida # 719 – Moisés E O Poder Da Fé”, 21/4/16

A Responsabilidade Pelo Que Está Acontecendo

Dr. Michael LaitmanA Torá, Números, 33:55-33:56: Se, contudo, vocês não expulsarem os habitantes da terra, aqueles que vocês permitirem ficar se tornarão farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Eles lhes causarão problemas na terra em que vocês irão morar. Então farei a vocês o mesmo que planejo fazer a eles.

Nós precisamos afastar de nós mesmos os nossos próprios desejos, ou seja, corrigi-los dentro de nós. Os desejos não desaparecem em nenhum lugar; é impossível cortá-los e jogá-los fora. Existe um enorme desejo criado pelo Criador, como é dito: “Eu criei o desejo mau (inclinação ao mal) e dei a Torá para a sua correção”.

A intenção por esse desejo pode ser egoísta ou altruísta. O desejo em si é inerte. Em sua aplicação original é um zero absoluto, mas ele nos é dado de uma forma negativa. Portanto, nós precisamos corrigir sua aplicação negativa para uma positiva, o que pode ser conseguido mudando a intenção. Isso é chamado de expulsar as nações que existem dentro de seu desejo.

Aqueles que vocês permitirem ficar se tornarão farpas em seus olhos e espinhos em suas costas [isto é, estes desejos não vão nos deixar realizar quaisquer ações espirituais de doação, amor e conexão mútua] e eles lhes causarão problemas na terra em que vocês irão morar. Isso lembra muito do nosso estado atual. Afinal de contas, nós não trabalhamos em nós mesmos!

Hoje a chamado nação de Israel são aqueles que tiveram a oportunidade de chegar à correção espiritual. No entanto, não fazemos nada! Por isso estamos constantemente recebendo cutucadas e golpes, facas em nossas costas e pescoços – o que os nossos vizinhos fazem conosco. E isso é porque nós não fazemos o nosso trabalho! Não há necessidade de culpá-los, apenas a nós mesmos! Nós precisamos encontrar a fórmula correta, a fim de alterar o estado que passa somente por nós.

Se não seguirmos o que a Cabalá diz, vamos sofrer, não vamos conseguir nada. Nós precisamos fazer algo sobre nós mesmos.

Nós estamos no epicentro da “explosão atômica em potencial”, e não entendemos o que evocamos sobre todo o mundo através de nós mesmos. Nós temos que reconhecer a nossa responsabilidade pelo que está acontecendo.

Comentário: Mas não essa ocultação vem do grau superior?

Resposta: A ocultação é dada especificamente para que possamos nos corrigir rapidamente, em conexão com os outros, para sentir o estado superior e trazê-lo ao resto da humanidade.

Essa ocultação é para o nosso próprio benefício. Se ela não existisse, nós funcionaríamos automaticamente, seguindo as instruções de Cima sem pensar, sem sentimento ou razão, como se fôssemos um mecanismo acabado. Nesse caso, seríamos chamados de anjos. Mas o homem precisa ser superior. Ele precisa subir ao nível em que ele mesmo escolhe ser semelhante ao Criador e traz Sua ideia ao mundo.

De KabTV “Os Segredos do Livro Eterno”

Nós Podemos Ensinar A Torá A Todos!

Laitman_137Pergunta: Por que você acredita que tem permissão para ensinar a Torá às pessoas que não são judias?

Resposta: De acordo com a Torá, o objetivo da criação é trazer todos os seres criados à adesão com o Criador. A adesão é atingida pela correção do ego em amor, como se diz: “ama teu amigo como a ti mesmo; essa é a grande regra da Torá. “Os judeus são uma nação que deve cumprir a regra do Criador em primeiro lugar, e depois ensiná-la a todo o mundo. Isto é o que a sabedoria da Cabalá diz e o que eu acredito. Vou me referir aos seguintes itens:

A fonte da proibição

O rabino contemporâneo Yoel Shwartz, diz: um não judeu que estuda a Torá comete um pecado. É proibido aos judeus ensinar a Torá aos gentios. A proibição para um gentio estudar a Torá é mencionada pela primeira vez no Talmude Babilônico: Rabi Yochanan disse: “Um gentio que estuda a Torá deveria morrer, como se diz, ‘Moisés nos deu a lei, como herança da congregação de Jacó’. (Deuteronômio 33:4). Este é o nosso legado e não deles!” (Sinédrio 59:1).

“É proibido ensinar a Torá aos gentios” (Hagigah, 13:1). Rambam cita o Rabi Meir como a autoridade, ‘um gentio que estuda a Torá deveria morrer, e eles estão autorizados a estudar apenas o que está relacionado com os sete mandamentos’ (Mishná Torá, as Leis dos Reis 10:9).

Shmuel Abuav, que viveu no século XVII, disse: Os cristãos usam os escritos judaicos para provar a confiabilidade de sua fé e por isso é proibido ensinar-lhes a Torá.

No entanto, existem muito poucos exemplos de rabinos famosos que ensinaram a Torá aos gentios. Um professor do pesquisador alemão do judaísmo Johan Raichlin foi o compositor dos comentários clássicos da Bíblia, “Nossa História“. Tais pessoas conheciam a Halacha e não poderiam quebrar conscientemente as regras da Torá!

Rambam disse que é proibido ensinar a Torá apenas para os gentios que não reconhecem a natureza divina da Torá. “Nós podemos ensinar a Torá aos cristãos, porque eles acreditam que a nossa Torá foi dada a nós por Deus, por nosso professor Moisés (Pe’er Ha’Dor, 38).

O estudioso do Talmudee da Idade Média, Menachem HaMeiri, disse que, se um gentio estuda a Torá por curiosidade, não é proibido ensiná-lo. Isso se tornou relevante nos tempos modernos, quando surgiu a questão de saber se é permitido ensinar matérias judaicas em universidades.

O rabino americano Jacob Weinberg disse que quando um gentio estuda a Torá para fins académicos, não há proibição de fazê-lo. Ele era professor na Universidade não-judaica de Giessen, na Alemanha, que ensinava a Torá e o Talmudee.

No século XIX, o rabino lituano Israel Salenter sonhou em transformar o Talmude em um dos temas nas universidades não-judaicas e naquele tempo apenas gentios estudavam nas universidades.

Ensinar grupos mistos

Autoridades em Halacha, tais como Jacob Weinberg, Isaac Klein, Moshe Finestein, Ovadia Yosef e outros, afirmaram que a proibição de ensinar a Torá se refere apenas a um grupo que é totalmente não-judaico, mas é possível ensinar a Torá a um judeu na presença de gentios, mesmo que eles também possam estudar.

De acordo com o rabino Finestein, um escravo não judeu de Raban Gamliel, Tabie, é mencionado no Talmude como um grande especialista na Torá. Tabie adquiriu seu conhecimento quando estava presente nas lições dadas por Raban Gamliel aos seus estudantes judeus. Os sábios do Talmude não tinham nenhum problema em ensinar a Torá, mesmo quando havia não-judeus entre os ouvintes.

O sétimo rabino de Lubavich elogiou o estudo da Torá pelos modernos meios de comunicação e nas línguas modernas, embora essa forma de ensino incluísse muitos leitores e ouvintes não-judeus.

Restrição: A proibição de ensinar a Torá aos não judeus é anulada se houver um decreto do governo, porque desobedecer tal decreto pode pôr em perigo a comunidade judaica. Hoje qualquer tentativa de separar alunos judeus de não-judeus em instituições acadêmicas pode suscitar respostas negativas. Assim, um professor judeu pode acreditar que está constantemente sob o decreto do governo que anula a proibição de ensinar a Torá aos não-judeus.

Existe uma proibição de ensinar a Torá aos não-judeus?

Rav Isaac Ilinburg (1550-1623) percebeu que seus colegas italianos ensinavam a Torá aos não-judeus. Ele enfatizou que nem Rambam nem outras autoridades em Halacha mencionaram a proibição de ensinar a Torá aos não-judeus.

Ele concluiu, assim, que as expressões paralelas em Masechet Hagigah não são a Halacha em tudo. Ele disse que não estava pronto para declarar isso publicamente só por medo das reações de seus colegas.

Rav Arie-Leib Ginsburg (2695-1785), o autor do Rugido do Leão, tem a mesma opinião.

Resumo:

A história nos fornece inúmeros exemplos de não-judeus que estudaram a Torá e usaram o seu conhecimento não para prejudicar a nação judaica, mas em seu favor, a fim de contradizer as falsas acusações contra o Judaísmo.

Nova Vida # 552 Uma Visão Nova De Israel

Nova Vida # 552 – Uma Visão Nova de Israel

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Por que todos os eventos difíceis que aconteceram com o povo judeu foram necessários? Qual é o destino do povo de Israel, e como é possível transformar a nação de Israel em um modelo para o mundo inteiro?

Resumo

A fim de compreender de para onde Israel está caminhando, há necessidade de nossa Torá interior, a sabedoria Cabalística. A nossa visão social deve ser ajustada para o que é definido no programa de desenvolvimento na natureza ….

Hoje, por um lado, a necessidade de conexão foi revelada, e, por outro lado, há uma falta de desejo de conexão. Cada um é separado. A sabedoria da Cabala ensina como trazer uma energia positiva para nossas vidas e criar um equilíbrio entre o negativo e o positivo.

Uma Israel independente é uma nação que vai levar a humanidade a verdadeira independência e a tudo o que é bom.

No Israel do amanhã, uma pessoa não vai sentir-se sozinha; ela será conectada a outras. Amará como uma mãe ama e preocupa-se com seus filhos. A pessoa não sentir-se-á isolada, porque será envolvida pelo calor e amor. E isto será o que é mais agradável no mundo.

A partir de um aspecto social, começaremos a sentir como cantos tornar-se-ão arredondados. Generosidade, consideração e mutualidade serão reveladas. Opiniões diferentes existirão como positivo e negativo, com aceitação mútua, porque acima de tudo, haverá amor. Israel será uma nação que equilibrará as duas forças do bem e do mal e fornecerá um exemplo para o mundo inteiro.

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De KabTV “Nova Vida # 552 – Uma Nova Visão israelita” 12/4/15

OBS: Áudio e vídeo em inglês.

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Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

 

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

“O que torna esta noite diferente?” Esta noite nos sentimos livres. Éramos escravos e agora estamos livres ...

Nós éramos escravos: fomos escravos do Faraó e não poderíamos escapar por nós mesmos. Hoje também estamos escravizados ao nosso ego, a inclinação ao mal que nos divide e emite centelhas de disputas entre nós e não nos deixa ser. Como podemos ser liberados? Temos de decidir na mesa do Seder que não mais nos relacionaremos nesta forma egoísta.

A Torá falou acerca de quatro filhos: O sábio que é inteligente, o maligno, que não quer envolver-se em conexão, o simples que não entende nada, e aquele que não sabe como pedir e percebe que há algo sublime sobre a conexão, mas por enquanto não podemos assimilá-lo.

Isto é o que restou a nossos pais e a nós: se quisermos subir acima do nosso ego, seremos recompensados com uma força que nos ajudará, a força de conexão.

E o Senhor salvou-nos: O Criador colocou o Irã e todos contra nós para que possamos subir acima do nosso ego. Se construirmos relações corrigidas entre nós, a atitude do Iran e do resto do mundo logo mudará para melhor.

Os egípcios nos trataram mal; após a abundância material vem um sentimento de vazio e dor de modo que ascenderemos. [Leia mais →]

Nova Vida # 676 – “Pois A Árvore Do Campo É Homem”

Nova Vida # 676 – “Pois a Árvore do Campo É Homem”

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

Está escrito: “Pois a árvore do campo é homem” (Deuteronômio 20:19); mas deve ser entendido de forma precisa de que campo a pessoa nasce. A sociedade humana foi construída a partir de nossos impulsos naturais, não do nosso conhecimento do nível de Adam (homem). O Adam em nós nasceu a partir de um impulso pelo desenvolvimento interno que existe dentro de nós. E seu sucesso depende de sua capacidade de abordar o conveniente, de evitar o dano e de ser exato sobre as definições.

A pessoa não quer se sentir limitada. Ela sente que tem tudo, mas não tem nada. Esse mundo se tornou pequeno demais para ela e ela quer fugir para a eternidade, para ver a verdadeira realidade. Quando ela quer saber a razão para tudo o que acontece e entender a lei geral da natureza, ela é ligada a um campo superior e eterno de conhecimento no qual cresce como uma árvore do campo. Ela atrai de suas raízes superiores e descobre a lei perfeita da conexão entre todos.

Nossas raízes estão num nível superior ao nosso, o qual temos que penetrar em nosso desenvolvimento.

De KabTV “Nova Vida # 676 – Pois a Árvore do Campo É Homem”, 18/01/16