Textos com a Tag 'Oração'

Um Honroso Pedido De Ajuda

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se houve uma restrição na recepção, por que nós não sentimos vergonha ao elevar pedidos e orações (MAN)?

Minha Resposta: Nós não sentimos vergonha porque pedimos ajuda para que possamos alcançar a doação, e não para o nosso próprio bem. Não há nada do que se envergonhar!

Você pode responder, “mas toda a correção ocorre por causa da vergonha sentida por Malchut do mundo do Infinito!”. No entanto, eu não sinto vergonha ao elevar esse pedido, porque eu não peço para mim; eu peço apenas as necessidades básicas, para que eu possa doar o resto!

Não há vergonha nisso. Exatamente o oposto: para mim há honra aqui, porque eu serei capaz de doar aos outros aquilo que mais ninguém pode dar a eles! Todos possuem habilidades especiais, já que o trabalho realizado por um indivíduo em particular não pode ser realizado por outra pessoa. Isso porque cada um tem sua própria raiz pessoal na alma comum.

Portanto, é permitido pedir força para viver e ser saudável, para receber conhecimento e habilidades, se essas coisas forem necessárias para realizar ações de doação. É exatamente isso o que significa a “vida” no mundo da verdade.

Essa é a minha existência: a minha vida só é possível na medida em que eu posso doar. Minhas ações são exclusivamente de doação. E o espírito que flui através de mim sustenta a minha existência, que se destina à doação. Isto é o que se chama estado espiritual.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 25/08/11, Prefácio à Sabedoria da Cabalá

A Tarefa Mais Difícil É Pedir

Dr. Michael LaitmanGraças aos nossos estudos Cabalísticos, nós finalmente entendemos que o Criador executou, executa, e executará todas as ações. E tudo que é solicitado de nós é um pedido que constitui nossa liberdade de escolha. Isto é, nós temos que querer que o Criador nos corrija.

Tudo o que o Criador fez conosco antes não precisou do nosso consentimento; nós obedecíamos à ordem direta da nossa natureza, e assim, não tínhamos nada a pedir. Nós simplesmente seguíamos nosso instinto natural, satisfazendo nosso desejo crescente em todas suas manifestações. Porém, para nos dar a oportunidade de nos desenvolver por nós mesmos, de adquirirmos autoconhecimento, e revelarmos o Criador e Suas ações, em certo momento o Criador começa a atuar contra nossa natureza.

Essa virada ocorre na nossa geração. O Criador não nos persegue, empurrando-nos para frente, mas fica parado na nossa frente e exige que nós nos aproximemos d’Ele por nossa própria vontade. Na verdade, esse é nosso trabalho: mobilizar em nós as forças, os desejos, e o entendimento de que precisamos nos aproximar d’Ele. E nós mesmos não podemos fazer isso; nós só podemos pedir, exigir d’Ele que Ele nos traga para mais perto.

Para fazer isso, nós precisamos vir e trabalhar juntos para descobrir dentro de nós o desejo pela doação mútua. Nós precisamos recriar dentro de nós a forma desejada do Criador, a qualidade perfeita da doação. Nós temos que aspirar dentro do nosso grupo alcançar tal relacionamento entre nós, de modo que a força, que existe lá em ocultação, seja revelada. Isso significa revelar o Criador, conhecê-Lo, para nos apegar a Ele. 

Então, nós avançaremos e nos governaremos. Mas, da mesma forma que antes nós inquestionavelmente obedecíamos ao nosso desejo egoísta, sem mesmo pensar nele, agora nós desejamos obedecer ao Criador com a mesma devoção. Depois de todos as questões, desafios e análises, a despeito de nossas objeções e resistência, nós queremos ser completamente manejados por Ele e nos tornar Seus fiéis trabalhadores, como se diz: “O amor cobre todos os pecados”.

E a chave nesse processo é encontrar o ponto de dirigir ao Criador o pedido de mudança e de correção de nós mesmos cada vez. Nós não deveríamos procurar dentro de nós mesmos pelas forças e meios de nos tornar “justos”, fazendo “boas ações”.

Obviamente, é impossível alcançar a verdadeira oração de uma só vez, e nós temos que passar por muitas análises no caminho até ela. Mas, o obstáculo principal são os pensamentos da pessoa, de que ela é o mestre de suas ações e deve corrigir a si e o seu ambiente com suas próprias forças. Ela se esquece de que ela é meramente argila nas mãos do Mestre, e que “não há outro além d’Ele”, o Único que executou, executa, e executará todas as ações. E nossa liberdade de escolha, dada a nós para nos aproximar da perfeita doação, é somente pedir por essa qualidade, essa força, que reinará entre nós.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 27/07/11, Shamati #50

Se Não Há Resposta, O Pedido Era Falso

Dr. Michael LaitmanNós precisamos alcançar a revelação do Criador, e é por isso que nos foi dado o método da Cabalá, para alcançarmos essa revelação através de várias ações, exercícios e trabalho, que é todo o nosso esforço. O Criador é revelado a nós como a qualidade de doação e amor que se manifesta dentro de nós, isto é, em nosso desejo de desfrutar, nossa essência.

Como o nosso egoísmo material, em sua natureza, é completamente oposto ao Criador, à Sua doação, esse é exatamente o lugar para se aplicar esforços, assim como desejar receber a qualidade oposta à nossa natureza. Não há coerção na espiritualidade! Enquanto você não desejar que a qualidade de doação se vista em seu desejo, em sua substância, enquanto você não se importar com essa substância que você trabalha como a qualidade que se vestiu nela, de acordo com o ditado: “E a escuridão brilhará como a Luz”, isso não acontecerá.

Assim, nós temos que desenvolver dentro de nós um desejo verdadeiro de doar. Se ignorarmos isso, perdendo os momentos disponíveis e as oportunidades, então os estados, onde deveríamos revelar a necessidade da doação, se tornam revelados como sua ausência, mas na forma oposta mostrada em nosso egoísmo.

E se no meu estado atual, eu não tiver êxito, e por meu próprio livre arbítrio desejar a doação, isto é, que eu não mudei do desejo egoísta para a necessidade de alcançar a doação e revelar o Criador, então o desejo, que eu deveria transformar em um pedido ao Criador, é revelado a mim como sofrimento. Eu não realizo esse desejo corretamente, não trabalho nele, e não o transformo em uma oração por meus esforços. Isso acontece conosco em cada um dos passos.

Acontece que nosso único trabalho é substituir nossas necessidades egoístas pela aspiração à doação. A principal coisa é obter esse desejo, e todas as correções restantes virão do Alto. A cada hora esse desejo é revelado; ele deve ser examinado em todas as quatro fases. Quando eu alcanço a quarta fase com meus esforços, eu realizo esse desejo e entendo o que ele significa, o que eu quero dele e como posso implementá-lo. Eu conecto nele o Criador e faço um pedido para que Ele execute esse trabalho no meu desejo.

Isto é, quando eu chego à quarta fase do meu trabalho no meu desejo, eu me torno capaz de elevar a “Luz Refletida” (MAN) fora dele até Keter. E se eu alcanço tal pedido, isso significa que meu desejo foi corrigido, ele foi analisado.

E todos os pedidos anteriores foram enganadores e falsos, porque a necessidade de doar e o verdadeiro desejo por ela não foi revelado neles em sua profundidade. A conexão com a força superior não surgiu lá para pedir somente por uma coisa: a revelação da qualidade de doação dentro de mim. Ou seja, isso é chamado de “revelação do Criador pelas criaturas”, e não várias fantasias nas quais as pessoas acreditam, nas quais as pessoas imaginam o Criador como a força que existe fora de nós.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 26/07/11, Shamati #213

Cabalistas Sobre O Amor Ao Próximo E O Amor Ao Criador, Parte 8

Dr. Michael LaitmanCaros amigos, por favor, façam perguntas sobre estas passagens dos grandes Cabalistas. Os comentários entre parênteses são meus.

A Oração da Multidão

É como nossos sábios (sábio é aquele que atingiu o Criador) disseram: “Qualquer pessoa que esteja triste pelo público (como por si mesma e perante si mesma, exatamente por essa razão) é recompensada e vê o conforto do público”. O público é chamado de “A SantA Shechiná (Divindade)”, pois público significa coletivo, ou seja, a assembléia de Israel, uma vez que Malchut é o conjunto de todas as almas. (Isto é, aquele que se esforça pela correção da alma coletiva merece o conforto de vê-la).
– Baal HaSulam, Shamati (Eu Escutei), Artigo nº 35, “Com Respeito à Vitalidade da Kedusha“

Trabalhando sobre o desejo Juntos

Não devemos criticar os estados que experimentamos a cada momento. Afinal, não sabemos para que nos é dado e de onde eles vêm.

Tudo o que precisamos fazer é tentar entender como usar o estado em que recebemos agora. Devemos reconhecê-lo com o entendimento de que não há estado melhor para o nosso progresso que este que estamos atualmente vivenciando, para a correção da nossa alma. Nós devemos agradecer ao Criador pelo o mal, assim como faríamos para o bem.

Afinal, eu meço o meu estado de acordo com minhas falhas. Se eu fosse reformado, eu me sentiria infinito em cada estado. No entanto, se eu tiver um sentimento oposto em algum lugar, isso significa que há uma falha a certeza de que eu preciso sentir, mediante o trabalho, e corrigir a sensação até me sentir perfeito. [Leia mais →]

Quem Causa a Oração?

Rabash, Shlavey HaSulam (degraus da escada), no artigo “Quem faz a Oração” Nesse estado de reflexão, quando sente-se o quão remoto está de qualquer reverência à obra do Criador, começa-se a despertar e pensar: “Algo precisa ser feito. Eu não posso ficar nesse estado baixo para o resto da minha vida.

“Certamente,este é o momento quando uma pessoa começa a orar ao Criador para trazê-lo para mais perto de si, para receber ajuda do alto, como nossos sábios disseram:” Aquele que vem será purificado é ajudado.”

“Uma pessoa sabe que ela tem que vir a sentir que o Criador é “bom e faz bem” e unir-se a Ele. Isso significa que nosso objetivo é revelar o Criador. Caso contrário, não vamos alcançar o que fomos destinados.

Esta tarefa pode ser realizada somente se houver equivalência de forma. Assim, uma pessoa sofre já que ela ainda não chegou à fé, a propriedade de doação, onde poderia encontrar o Criador e lhe agradecer. Ou seja, ela não busca essa revelação egoísta, mas apenas para que ela realmente possa atingir a grandeza do Criador.

Então, ela vê as “nações do mundo” dentro dela discutindo com o seu “Israel” parte que aspira para o Criador. Até agora, um não pode vencer o outro, a vontade de doar não pode derrotar o desejo de receber.

Entretanto, o homem não tem poder sobre seus pensamentos e sentimentos. Ele não escolhe o que a mente e o coração experimentam. Cada estado é formado a partir do alto, ou seja, não por uma pessoa em si, mas pela força superior que a coloca em uma situação específica e espera uma determinada ação, algum tipo de resposta para o que ela fez. Isso é chamado de “Eu sou o primeiro”.

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Da primeira parte da Lição Diária de Cabalá de 24/05/11 , Escritos do Rabash

Material relacionado:
Aprender A Ver O Bem

O Temor Gera Um Pedido, O Amor Gera Um Agradecimento

Dr. Michael LaitmanPergunta: Que tipo de oração nós precisamos para nos mover da sombra do egoísmo para a “sombra sagrada”, a tela sobre os nossos desejos?

Resposta: A pergunta mais correta seria: O que devemos temer? De fato, nós ainda não sabemos o que é a “oração”. Até agora, é mais fácil para nós entender o temor, a cautela, a apreensão e a preocupação, tudo o que eu devo evitar.

A oração é a sensação no coração. E o coração pode sentir o temor (medo), que é considerado como o primeiro mandamento, ou o amor, que ele sente ao aprender a perceber esse temor.

Existem somente dois mandamentos básicos: temor e amor. O temor conduz à súplica, ao pedido; o amor gera a gratidão. Desta forma, você tem que discernir em que estado você está. Se você sente que lhe falta satisfação, você está no estado de temor. E o que você deve temer ou tem medo de perder, ou que estado você deve evitar? Responda você mesmo!

Se você teme que algo de ruim possa acontecer a você, você deve esclarecer para si mesmo que “não há ninguém mais além d’Ele”. E se você teme perder algo que você tenha hoje, verifique como trabalhar baseado no princípio do “se eu não fizer, quem fará por mim?”. Esses esclarecimentos são, de fato, a verdadeira oração.

Você não pode parar de verificar isso; pelo contrário, você deve se ocupar com essa análise tanto quanto possível. A chave é discernir cada estado, e não tem problema se no próximo momento você ficar confuso como sempre e não diferenciar a si mesmo e todos os fatores que o afetam: o seu “Eu”, o ambiente e os estudos.

No processo dessa verificação, você constantemente se desenvolverá através de quatro estágios de HaVaYaH em cada novo grau. Só não abandone esses esclarecimentos internos:

  • quem sou eu e quem está me controlando,
  • como devo observar a força que está me dirigindo,
  • como nós podemos nos unir e recorrer uns aos outros,
  • como ser parceiros e não abandonar um ao outro, a despeito de todas as ocultações e problemas,
  • como eu posso subir, justificar e usá-los para chegar ao entendimento e amor.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 16/05/11, Shamati #8

Teste De Aptidão Do “Trabalhador Do Criador”

Dr. Michael LaitmanPergunta: Se uma oração é um pedido por correcção, em vez de uma eliminação do sofrimento, porque é que está escrito que a pessoa deve orar por este último?

Resposta: Está escrito que a pessoa deve orar para reduzir o sofrimento, porque no lugar onde eu o sinto, os pecados dos meus desejos egoístas me são revelados. Eles são aquilo pelo que eu oro, no sentido que devo discernir o que está mal em mim e como posso corrigir aquela área de forma a transformá-la em doação.

Se estamos a falar de uma pessoa normal, ela ora para se sentir bem, para chegar a uma torneira aberta que despeje abundância de Cima nas suas mãos. A sua dor é material, ou seja, dentro do desejo de receber prazer. É nisto que ela procura satisfação. Portanto, a sua oração é corpórea, ingénua.

Ela não vê a sua dor como o meio de chegar ao Criador. Ela simplesmente deseja acalmá-la, submete-la, preencher o vazio interior. É assim como a maior parte das pessoas normalmente ora, sejam elas seculares ou religiosos. Todas procuram sentir-se bem, o que as faz desejar orar por isso. Tudo o que elas fazem é pedir: “Dê-me, dê-me, dê-me”, porque o seu ego está a sofrer, e tem de ser pacificado.

Uma verdadeira oração é quando digo: “Não há nada além Dele”. Ele criou o desejo egoísta em mim, “a inclinação ao mal”, e eu tenho de perceber o que ela significa. Se o meu desejo de desfrutar está a doer, tenho de usar a oração como um remédio. Afinal de contas, o Criador criou este desejo. Ele é responsável pela dor que sinto e ninguém mais. Eu sinto a dor no lugar onde não me tornei completo pela unificação com o Criador, mas devo.

Digamos que estou no primeiro ano. Eles dão-me trabalhos de casa para fazer, mas eu não os fiz. Eu não me preparei para o exame e falhei. Agora, tenho de receber as consequências. Eu sofro, mas este sofrimento é apropriado para a minha idade, para o primeiro ano.

Da mesma forma, cada pessoa sente dor na área onde ela não passa no exame, não se corrige a si mesma, não se manteve no “currículo” do Criador, em direcção ao objectivo, o estado de correcção. Portanto, ela deve agradecer ao Criador, a Luz superior, que implanta nela esta sensação de dor. É um sintoma de doença que lhe é dado a você para que você obtenha o tratamento, e então você ficará bem.

Assim, não olhe pelas formas de fazer o Criador aliviar a sua dor; em vez disso, procure como curar-se. De facto, se você simplesmente o desliga, então amanhã, você acordará com uma dor ainda maior. Hoje, você tomou um analgésico, parou de sentir a dor, e está feliz por estar aparentemente bem. Mas você está a enganar-se a si próprio. Amanhã será pior!

Por outras palavras, há aqueles que tratam todas as suas dores e problemas diários com qualquer droga, qualquer analgésico que haja, apenas para se ver livre do sofrimento. Eles oram para não lhe darem nem o sofrimento nem um prémio por isso. Outros oram para que exista o sofrimento, se este lhes apontar onde precisam de se corrigir de forma a atingir gradualmente o grau do Criador. Para isso, estão dispostos a aceitá-lo e a agradecer igualmente ao Criador pelo que é mau e pelo que é bom. Afinal de contas, estas sensações estão lá para nos acordar e guiar-nos no caminho.

Estes são dois métodos diferentes. Estes são aqueles que choram: “Salvem-me, dêem-me a minha paz!”. Esta é a via das massas. Contudo, aqueles que dizem: “Não, nós iremos usar toda esta dor da forma mais eficiente”, são os trabalhadores do Criador. Afinal de contas, nós queremos fazer o Seu trabalho, uma vez que desejamos ser os Seus parceiros. Se Ele nos está a acordar, nós estamos dispostos a acordar.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 09/05/11, Shamati Nº 113

Comemoração Ou Gratidão?

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que a oração do enlutado (Kaddish) simboliza?

Resposta: Quando alguém morre, nós agradecemos ao Criador. Aparentemente, pelo que, pela morte de um ente querido?

No entanto, nós enviamos gratidão no nível espiritual. Nós olhamos a partir da altura do espírito, até o desejo de receber, que derramou sua forma egoísta em virtude da Luz, o Criador. Finalmente, Ele fez isso acontecer. Essa parte morreu, e agora eu posso realizar a “ressurreição dos mortos” com ela, ou seja, pegar o desejo que permanece sem a intenção egoísta e começar a trabalhar com ele em prol da doação.

Após a morte do egoísmo, ou seja, da intenção de receber, só o “corpo” do desejo permanece. Ele está se decompondo, e eu posso começar a trabalhar com ele. Assim, eu recebi uma grande ajuda de Cima e agradeço ao Criador por isso. Estas não são apenas palavras, mas o sentimento que explode de uma pessoa quando o seu desejo egoísta morre no final.

O Kadish parece contraditório em nossa compreensão atual egoísta. Na verdade, todas as nossas orações, preceitos e rituais não correspondem às leis da nossa vida. Todos eles são totalmente ilógicos, irracionais aos nossos olhos, porque são a projeção de leis espirituais.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 09/05/11, Sobre a Nação de Israel

Do Fundo Do Coração….

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que é uma oração do fundo do coração? Onde está localizado o ponto mais profundo?

Resposta: “O fundo do coração” é um desejo tão profundo na pessoa que ela não pode alcançá-lo por si mesma. Lá, no ponto mais profundo do coração, esconde-se a força superior que mantém todo o meu coração, todo o desejo que ela criou. É aí que o segredo da vida está escondido.

Mas, se a partir do fundo do coração, deste ponto mais profundo dentro de mim onde o Criador é encontrado, que é aquele que me criou, me apóia, e controla todos os meus pensamentos e desejos, eu serei capaz de falar com Ele, isso significa que eu alcancei o pedido certo.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 03/05/11, Shamati