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O Povo Que Virou As Costas Para O Seu Destino

Laitman_167Pergunta: A porção semanal atual, “Toldot” (Gerações), fala sobre a venda do direito de primogenitura. Traçando um paralelo com os dias de hoje [em Israel], nós podemos dizer que alguns estão escolhendo pudim leitoso?

Resposta: Nada disso. Afinal, Esaú é o egoísmo primogênito, um enorme vazio que precisa se preencher. Não há como escapar dele. Se o egoísmo não tivesse nascido, o universo não teria existido. É por isso que o nascimento começa com o egoísmo.

Depois que o egoísmo nasceu e se manifestou, uma metodologia ou um programa para o preenchimento do egoísmo tornou-se necessário. Em outras palavras, é necessário algum tipo de símbolo, uma intenção que seja possível de se utilizar, uma fórmula com a qual esse Esaú possa ser adequadamente administrado e preenchido. Caso contrário, é impossível preencher e satisfazer.

Jacó é tal fórmula. Ele é uma função de utilidade, um mecanismo de apoio que preenche o egoísmo. De um modo geral, Esaú é toda a base da natureza.

Pergunta: O que é o direito de primogenitura de Esaú para a nossa época e para o Israel moderno?

Resposta: Em primeiro lugar, “Esaú” e “Jacó”, “Israel” e “povos do mundo” são sistemas completamente diferentes.

Esaú é Esaú, ele não pode fazer nada por si mesmo. A única coisa que ele pode fazer é perseguir Jacó para provocar e forçá-lo a realizar a satisfação pessoal. Portanto, Esaú inicialmente diz: “Eu vou vender o meu direito de primogenitura a você. Por que eu preciso disso? Eu não posso recolher nada dele”.

Por que Jacó comprou o direito de primogenitura? A fim de implementá-la.

Hoje nós somos seus herdeiros (os descendentes de Jacó) e filhos que não fazem seu trabalho. Em vez disso, preferimos a sopa de Esaú, como se estivéssemos em seu nível desejando se tornar como ele. Como se nós quiséssemos ser como as nações do mundo, entre as quais vivemos.

O que me espanta é quando eu vejo o que vem acontecendo com o povo judeu, o que aconteceu com eles. Parece que seria impossível: o quanto eles viraram as costas e retiraram-se da sua finalidade.

Pergunta: Quais são as consequências dessa fuga?

Resposta: Apenas uma, que Esaú exigisse a resolução dos problemas, em outras palavras, seu preenchimento. Isto significa que o plano da criação será implementado através de Esaú.

Quando Esaú nos obriga e exige que executemos, isso é chamado de “o caminho do sofrimento” ou “Beito” em hebraico, em seu próprio tempo. Constantemente, a cada momento, o programa da criação será executado, mas o tempo todo através da força motriz.

Por outro lado, é desejável e finalmente necessário cumprir o programa da criação através do trabalho da Jacó, consciente e voluntariamente, por seu livre arbítrio.

Isto significa que, no final, o povo de Israel, ou aqueles que hoje são chamados assim, devem perceber a sua missão, seu objetivo, que deve ser alcançado por todos, por Esaú, pela humanidade; e eles devem cumprir a sua missão. Eles são obrigados. Não há para onde fugir.

Acontece que a atual porção semanal da Torá descreve tal destino, o destino do qual não podemos escapar.

Que tipo de infâmia, fraqueza e insignificância nós estamos demonstrando por querer abandonar e afastar o papel de Jacó de nós mesmos e nos disfarçar na pele de caça de Esaú. Este é um estado desprezível e lamentável que alcançamos.

Pergunta: Será que isso significa que hoje temos confundido os papéis?

Resposta: Sim. É por isso que todas as tentativas de Esaú não são estranhas, ou seja, toda a comunidade internacional, nos trazer de volta ao estado correto para o nosso trabalho, para o que temos que fazer por ela, para o bem dela. Em geral, para o bem do Criador.

Em outras palavras, nós temos que tomar a primogenitura e implementá-la. Embora de acordo com as palavras da Torá, possa parecer que compramos de forma desonesta; no entanto, tudo realmente aconteceu dessa forma. Não é que Jacó “passou por cima” e “mentiu” para Esaú; esta é a forma como estes dois programas de criação “se entrelaçaram” e seguiram em frente juntos. Eles se assemelham a uma hélice dupla de DNA torcida, que é a base de nossas vidas.

É por isso que realmente precisamos despertar e começar a aplicar a nossa finalidade.

Pergunta: Será que a sopa de lentilha que Jacó ofereceu a ele por seu direito de primogenitura preencheu Esaú? Ou será que ele se arrependeu pelo fato de que ele o “comprou”?

Resposta: Esta sopa preencheu parcialmente Esaú. Caso contrário, o mundo em geral, não teria existido. No entanto, na realidade, é apenas uma sopa.

No entanto, nós constantemente “alimentamos” o mundo com esta “sopa”. O desenvolvimento humano, o progresso e a eterna busca do prazer ilusório, tudo isso gera o povo judeu. Se o povo judeu não estivesse em seu estado quebrado, não haveria nenhum avanço neste mundo.

De fato, os avanços na ciência e as inovações técnicas não são necessários para o mundo. Nós fornecemos isso ao mundo para que as pessoas tenham algo para fazer. Mas, na verdade, é uma consequência da falência do nosso plano, da nossa missão.

Isso vem da linha feminina, de nossa mãe comum.

Comentário: Como se vê, nós fazemos apenas a primeira parte, “alimentar o mundo com uma sopa”, mas não preenchemos a segunda parte, a parte fundamental: nós não compramos o direito de primogenitura com isso.

Resposta: Sim. Tal é Israel de hoje.

Basicamente, cada porção semanal da Torá, se analisada, no final nos dá uma resposta negativa sobre como implementar a nossa missão. Em última análise, todos os 52 capítulos do ano nos afetam negativamente. Afinal de contas, nós não cumprir qualquer um deles.

Pergunta: Como os capítulos são implementados?

Resposta: A maneira mais fácil, “Ama o próximo como a ti mesmo”, esta é a principal lei da Torá. Nada mais é necessário!

Pergunta: Este é o direito de primogenitura?

Resposta: Este é o cumprimento, a execução do direito de primogenitura. E Esaú exige isso! Ele quer amar, e nós lhe negamos essa oportunidade. Nós não damos e não criamos as condições para isso, e, portanto, provocamos o seu ódio em relação a nós.

Por outro lado, o final feliz da história é conhecido antecipadamente. A história é como um filme que você assiste no cinema; está tudo lá no filme, mas você ainda está em algum lugar no meio se preocupando com os personagens. É apenas graças ao final feliz que nós existimos, caso contrário, já teríamos sido destruídos há muito tempo.

Pergunta: Isso é porque nós não cumprimos o nosso papel?

Resposta: Sim. Não é de estranhar que, uma e outra vez em toda a história dos judeus, se levantar forças supostamente negativas que nos pressionam, e, em parte, nos destroem. Infelizmente, esta é apenas uma consequência da nossa incapacidade de completar o nosso programa.

Quantos desses casos existem na história? Na Espanha, na Inglaterra, eu vi as antigas sinagogas onde os judeus eram presos e queimados. Eles não sabiam a razão. Na verdade, o que era realmente exigido deles?

Ainda assim todo mundo tem culpa porque o povo judeu inicialmente era percebido como um só “elo” conectada de responsabilidade mútua (Arvut), ligada num único sistema para ser como um homem com um coração.

Em tais condições, cada pessoa é responsável por todos. Acontece que não há uma pessoa boa ou má; todos são igualmente bons e maus.

É por isso que quando alguém é morto em algum lugar porque era judeu, não temos o direito de gritar que ele não tinha culpa. Ele é culpado, porque o povo judeu como um todo não cumpre sua função. Todo filho desta nação é o seu representante.

Por outro lado, se as pessoas desempenhassem a sua função, elas não seriam mortas. Isso nunca teria acontecido.

Afinal de contas, nós estamos num sistema que é bastante determinante, onde não pode haver inconsistências, espontaneidade e acidentes. Isso não está na natureza. Este é um sistema enorme, contínuo e ideal.

Pergunta: Acontece que, por não cumprirmos o princípio do “ama o próximo como a ti mesmo”, nós olhamos para o mundo através dos olhos de Esaú, e não de Jacó. E o mundo nos pressiona assim como Esaú. E agora?

Resposta: É necessário chegar ao ponto em que todos na nação de Israel vão se sentir culpados.

Eu ouço as notícias de todo o mundo e me sinto culpado pelo que está acontecendo. Como resultado do estudo da Cabalá, eu comecei a sentir vergonha de olhar para as pessoas do mundo.

A mesma coisa vale para o povo judeu, porque eu tenho que entregar isso a eles, mas ainda não posso. Eu “dou à luz” ao sistema de explicação, disseminação e formação, para que outros ouçam, entendam. Eu me sinto culpado em relação ao resto do povo.

Pergunta: Por quê?

Resposta: Porque milhões de crianças na África estão morrendo, porque as pessoas estão sofrendo por e alguma coisa, calor ou frio, por seus problemas, conflitos e lutas, por alguns fenômenos naturais, seja humano, inanimado, vegetal ou animal. Guerras, vírus, furacões, tsunamis, terremotos, erupções vulcânicas; é necessário compreender que tudo isso é porque nós não cumprimos a nossa função, a nossa missão.

Nós precisamos educar o nosso povo para que eles se sintam culpados. Nós temos que levar as pessoas à verdade, onde ela não vai estrangulá-los, não vai prendê-los, não vai leva-los à loucura, ao suicídio, mas vai animá-los e dar-lhes um impulso para frente para que eles vejam que devem, e ao mesmo tempo, são capazes de fazer a correção do mundo.

De KabTV “Porção Semanal da Torá” 14/11/14

Como Uma Monstruosidade

laitman_749_02Nós vivemos em um momento especial e emocionante, cheio de acontecimentos imprevisíveis. Os últimos 60 a 70 anos após a Segunda Guerra Mundial, nós pensávamos que tínhamos criado um ambiente bom e viável.

Nos Estados Unidos, Europa, Israel, e muitos outros países, o povo judeu começou a se sentir mais confiante, não como exilados à mercê dos anfitriões, que podiam fazer o que queriam com eles. Em vez disso, eles começaram a se comportar como iguais.

É bastante surpreendente o quão rápido as coisas mudam. Depois que nós demos ao mundo vários cientistas de renome, florescente culturas e economia, enormes contribuições em todas as esferas da vida humana, de repente, apareceu uma nova e surpreendente onda de antissemitismo.

A sua intensidade é tão ruim que em algumas cidades dos EUA os judeus têm medo de usar kippahs (yarmulkes) nas ruas. Nossas crianças são espancadas nas universidades e acusadas de todos os tipos de pecados.

Antigos, primitivos e densos preconceitos que repetem a velha calúnia sobre os judeus – de que eles supostamente “bebem sangue para a Páscoa”, chefiam um governo mundial secreto que quer dominar o mundo, e, em geral, são culpados de todos os desastres que a humanidade está passando – têm sido revividos novamente agora.

Nós vemos que este sentimento é inerente ao ser humano, por natureza, e não depende de níveis culturais ou desenvolvimento. As nações do mundo vivem ao nosso lado; nós existimos entre elas, e ainda assim, de repente, uma animosidade selvagem, medieval e deprimente desperta nelas.

De onde vêm esses problemas? Por que nós acabamos ficando no centro de todos os impasses? Por que provocamos ódio nelas? Milhões de pessoas em todo o mundo participam de manifestações contra os judeus. Estudantes e professores universitários assinam petições contra o Estado de Israel.

Mesmo os judeus que não estão dispostos a se associar com Israel ainda caem numa categoria de pessoas odiadas e perseguidas só por causa de sua etnia judaica.

A única coisa é que o antissemitismo é uma parte da natureza. Todos os grandes pensadores assinalaram este fenómeno. Einstein escreveu que o antissemitismo é uma sombra de nossa nação da qual não podemos nos esconder.

Na verdade, a animosidade aos judeus emerge inclusive nos países onde os judeus nunca se estabeleceram. Realmente, nunca tivemos qualquer ligação com essas nações, mas, de alguma forma, nós ainda somos objetos de seu ódio. Independentemente do fato de que nós ajudamos muitas nações do mundo e expressamos nosso desejo de manter boas relações com elas, elas ainda nos consideram como párias: as mais estranhos e incompreensíveis criaturas que não pertencem a este mundo.

De onde vem essa sensação? O que é isso: uma maldição ou uma bênção? Qual é a raiz do problema?

A fim de entender esse fenômeno, vamos voltar à história, ao momento em que o nosso povo nasceu. Cerca de 4000 anos atrás, na antiga civilização da Babilônia, os seus habitantes viviam em paz e amizade. De repente, surgiu um descontentamento crescente entre eles, uma escalada de acusações mútuas, e um aumento na sensação de distanciamento entre o seu povo.

Bons amigos que falavam a mesma língua e que se entendiam muito bem se transformaram numa entidade hostil baseada no ciúme, ódio e rivalidade. As mudanças impressionantes que eles passaram desencadearam uma questão neles: “O que está acontecendo conosco?”.

Naquela época, um antigo sacerdote babilônico, Abraão, um dos muitos que exploraram este fenômeno, encontrou uma solução para ele. Ao estudar a natureza como um filósofo, astrônomo e grande cientista de seu tempo, ele chegou à conclusão de que este estado decorre da própria natureza da sociedade humana que propositadamente se desenvolve dessa forma, de modo que submerge em seu próprio egoísmo e, por fim, tem que subir acima do ego.

De acordo com Abraão, um período de paz que os babilônios apreciaram uma vez foi dado a eles como um exemplo. Mais tarde, surgiu a era da manifestação do ego, uma qualidade negativa que colocava em risco o seu bom estado.

Não foi por acaso. Pelo contrário, isso aconteceu porque as pessoas tinham que crescer conscientemente, subindo, assim, acima do egoísmo que as estraçalhou, separou-as umas das outras, e ameaçou destruir completamente toda a civilização. Abraão explicou que os moradores de Babilônia tinham que recuperar a cooperação positiva entre eles, apesar do egoísmo que os enfurecia naquele momento.

Visto que ele era um grande cientista, um líder espiritual da nação, ele criou sua teoria clara para apreciação pública. Ele também começou a disseminar essa ideia em todos os lugares que podia. Assim, dentro de um curto período de tempo, a antiga sociedade babilônica aprendeu sobre seu ponto de vista.

Uma parte das pessoas que entendeu a sua abordagem e aceitou a sua solução para o problema respondeu ao seu apelo e o apoiou. No entanto, a grande maioria das pessoas não estava disposta a aceitar suas ideias. De acordo com seu estágio de desenvolvimento interno, elas estavam confiantes de que deviam calmamente continuar a sua existência, o que parecia muito bom para elas.

“Por que é ruim?”, perguntavam. “Sim, nós competimos entre nós… E daí? Por isso, queremos desenvolver as ciências e promover a cultura. A competição nos dá estímulo adicional para um rápido desenvolvimento”. Era verdade, já que o egoísmo aumentou nos seres humanos para empurrá-los à próxima fase de desenvolvimento.

Este estado das coisas abriu dois caminhos que os babilônios podiam escolher. O primeiro caminho era o do desenvolvimento da moralidade na sociedade onde a interconexão benevolente entre todos os seus membros prevalecia sobre os avanços científicos e tecnológicos. Este método foi baseado não em destruir o egoísmo, mas em subir acima dele e construir uma conexão ainda mais forte entre todos.

O segundo caminho era o do avanço egoísta interno. Ele se baseava na concorrência e supressão de outros. No entanto, ele estimulava o progresso tecnológico.

Isso explica por que apenas uma pequena parte dos babilônios se juntou ao grupo de Abraão. Ele os levou para a terra de Israel. A partir deste momento, seus seguidores foram chamados de “Israel”, que significa “diretamente ao Criador”, ou seja, à força superior da natureza que governa e nos motiva a se unir. É assim que a nação judaica nasceu.

A humanidade dividiu-se em duas partes ideologicamente opostas: os judeus que perseguiram o objetivo da unidade, de acordo com a regra do “ama o teu próximo como a ti mesmo”, e as nações do mundo, que eram contrárias a essa regra devido ao seu antagonismo intenso e inclinação ao desenvolvimento técnico e material.

Ambas as partes se contradizem totalmente em sua filosofia em relação à vida. Esta é a principal diferença entre o povo judeu e o resto da humanidade. Esta é a origem de uma animosidade constante e de séculos aos judeus.

De KabTV “Contos” 24/10/14

Nós Os Estigmatizamos, E Vamos Ajudá-los

Laitman_079_02Pergunta: Como nós podemos lidar com o sentimento de discriminação e desvantagem que as nações experimentam ao se conectar com os judeus?

Resposta: Se nós (povo judeu) começarmos a nos unir para o benefício do mundo, ninguém vai se sentir menosprezado.

É dito nos Profetas que as nações do mundo carregariam os filhos de Israel sobre os seus ombros e os levariam ao Templo, ou seja, ao estado ideal. Como nós podemos entender isso? Será que nós vamos nos sentar orgulhosamente sobre os ombros de alguém?

Claro que não. Nós estamos falando de uma parceria especial. A essência é que só elas são capazes de nos dar força, e nós temos que dar-lhes um propósito. Nós mesmos, em termos da sabedoria da Cabalá, somos um vaso de doação, Galgalta ve Eynaim, e nos faltam forças. O povo de Israel é pequeno e fraco. No entanto, ele tem a ideia, a mensagem, a visão do objetivo, em outras palavras, as propriedades da cabeça, a força da mente perspicaz, mas não a implementação. Para implementar, exige-se o corpo: braços, pernas, músculos, etc.

Esta é a “divisão do trabalho” entre o povo de Israel e as nações do mundo. Estas duas partes não podem agir sozinhas, e a cabeça realmente deve estar sobre os ombros. Ao receber comandos da cabeça, o corpo vai ao objetivo correto, ao Templo, e leva a cabeça.

Assim, não há “colarinho branco” e “trabalhadores”, mas há um todo, duas partes trabalhando junto, cada uma em seu lugar. Como nós sabemos, no sistema integral, num único corpo com partes interligadas, todas as células são igualmente importantes, não importa onde estejam localizadas.

Afinal de contas, a perfeição não pode ser nem um pouco falha, e assim, qualquer parte, qualquer fragmento, desempenha um papel crucial; e o resultado final é mostrado apenas na comunidade, em vez de individualmente.

Apenas durante a correção, os elementos variam de acordo com a importância no que diz respeito ao momento atual; no entanto, depois de ter concluído um sistema integral, todos se tornam iguais. Assim, ninguém se sente menosprezado.

Nós podemos dar o exemplo de vários dos nossos amigos de diferentes países, que já foram membros de organizações antissemitas, mas agora estão conosco.

Em outras palavras, tudo depende de nós. Em todas as reivindicações e calúnias, a mesma mensagem é “escondida”: “O povo judeu é culpado do que está acontecendo”. Na verdade, eles nos impelem a restaurar a ordem!

Esta é a maneira como a sua força coletiva, desde o nível da perfeição integral, os faz agir, de modo que eles nos pressionam de todos os lados, por todo o caminho até ao fim. Não há nada de supérfluo; tudo é calculado dentro do sistema. E se respondermos corretamente aos ataques, então, em primeiro lugar, vamos transformar imediatamente acusadores em ajudantes.

Por exemplo, não importa o quão ardente antissemita Henry Ford era. Ao mesmo tempo, ele escreveu que Israel tinha que levar o mundo à perfeição. Ele estava ciente do potencial inerente a nós. O maior antissemita entendeu a nossa finalidade, da qual não estamos realmente conscientes.

Assim que começarmos a trabalhar, a nos esforçar com todo o nosso coração pela perfeição, a fim de dar-lhe às nações do mundo, a atitude delas vai mudar. Além disso, precisamente a perfeição delas levará o sistema geral à correção final.

Por isso, nós vamos imediatamente sentir o seu apoio. De repente, descobriremos que elas são dedicadas a nós com seu coração e alma, na medida em que nós mesmos não somos capazes. Na verdade, é a “cabeça”, a mente, que nos impede, que constantemente identifica e esclarece novos caminhos para o sistema. Pelo contrário, elas se agarram a nós fortemente, com base na “emoção”.

Acontece que o verdadeiro trabalho que precisamos fazer não está entre os árabes israelenses, mas em nosso próprio ambiente.

De KabTV “Uma Nova Vida” 13/11/14

Levar Luz Para O Mundo

laitman_568_01Pergunta: Nós temos um problema ao expressar o papel da nação de Israel corretamente. É dito que nós devemos ser uma “Luz para as nações”, mas o que isso significa?

Resposta: “Luz para as nações” não se refere às conquistas científicas. Baal HaSulam diz que, nesse sentido, nós somos os alunos das nações, elas desenvolveram a ciência e nós só nos juntamos ao processo.

Isso não é o que se espera de nós. Alguém já nos agradeceu pelos nossos prêmios Nobel ou pelas nossas descobertas científicas? Ninguém vai nos agradecer ou realmente apreciar isso, mas só irá atribuir intenções maliciosas a nós. As nações do mundo não apreciam tudo o que temos contribuído para a humanidade, exceto a Luz que Reforma. Elas não se relacionam com nada, exceto ela.

Vocês querem o reconhecimento: “Olhem para o que temos dado ao mundo, que medicamentos temos desenvolvido ou que tecnologias nós inventamos…”. “E daí? Muito bom. Nós vamos aos seus hospitais para o tratamento”. Elas não respondem internamente ao fato de que parece que estamos fazendo um favor, ajudando e cuidando delas. Nós inclusive tratamos nossos inimigos, mas ninguém sente que nos deve algo. Nós esperamos uma atitude positiva em retorno, mas as nações não sentem nenhuma necessidade disso.

Não é porque elas são ingratas. A questão é que nós temos que lhes dar algo que seja totalmente diferente. Em tudo o mais que nós lhes damos, é como se estivéssemos pagando uma dívida em vez de realmente dando-lhes algo.

Nós podemos baixar os impostos para o setor árabe, ou comprar nossos “primos” com diferentes bônus e pavimentar toda Jerusalém Oriental com o ouro, mas isso não seria presente para eles. Este é o erro que o governo está fazendo, pensando que esta é a forma como vamos assegurar o apoio dos árabes. É errado.

Os árabes exigem de nós algo que é totalmente diferente, e eles não precisam de nada, exceto isso. É assim que uma pessoa se sente de acordo com a raiz da sua alma: ela tem que receber a Luz que Reforma de nós, e nós, por outro lado, fechamos a torneira e a sufocamos.

Para tudo o resto, por sua boa vida no Oriente Médio em fúria, eles nunca nos agradecerão. Eu repito, não podemos culpá-los por serem ingratos. Nossos presentes simpesmente não são o que realmente devemos dar a eles. Eles recebem isso como algo que devemos a eles, como se pagássemos uma dívida.

Nós temos que realmente esclarecer esta questão. Muitos já se ofereceram para dar-lhes mais, para que eles pudessem apreciar os benefícios da conexão conosco… de jeito nenhum !! A menos que nós dermos a eles a Luz que Reforma, a sua atitude em relação a nós não vai mudar.

O mesmo vale para o mundo inteiro. Não faz diferença que desculpas nós temos e o que podemos dizer sobre a nossa contribuição, o mundo não precisa dela. As pessoas não vêem isso como uma coisa boa. Nós temos que dar ao mundo algo que seja totalmente diferente e por isso temos que nos preocupar e fazer isso: dar ao mundo a Luz que Reforma.

Quando eu leio os jornais e vejo a abordagem geral de nossa política interna, percebo que ela está totalmente distorcida de cima para baixo. É tudo mentira e as pessoas não entendem o que está acontecendo.

Não deem nada aos árabes, exceto a Luz que Reforma e vocês verão os resultados. Assim, eles não vão nos enganar e não vão jogar um jogo sujo. É porque nós vamos obrigá-los pela Luz, e não haverá nada a temer. Deem-lhes a Luz e eles serão seus, não só como “primos”, mas como verdadeiros irmãos. Abram as fronteiras, derrubem as barreiras, sintam-se livres, e vocês verão como eles olham para vocês. Mas nós estamos fazendo exatamente o oposto…

Baal HaSulam escreve sobre isso na “Última Geração”: os judeus deveriam apresentar diante dos gentios uma novidade na sabedoria da religião, na justiça e na paz. Nisso, a maioria dos gentios é nossos discípulos e esta sabedoria é atribuída somente a nós.

Da 3ª parte da Lição Diária de Cabalá 12/11/14, Escritos do Baal HaSulam

Prevenir Uma Terceira Intifada, Parte 1

Dr. Michael LaitmanPergunta: Uma onda de ataques terroristas por árabes israelenses atingiu Israel nas últimas semanas. Isto é muito preocupante e parece estar ficando pior e pode atingir as proporções de uma terceira intifada. Muito poucas pessoas entendem a razão para esta súbita explosão de violência.

Algumas pessoas pensam que a razão está em rumores sobre mudanças no status quo com respeito ao Monte do Templo. Outros acreditam que é outra expressão da ascensão do fundamentalismo e do surgimento de terroristas muçulmanos no mundo que afetam os árabes israelenses.

Existem diferentes explicações, mas o ponto principal é que as pessoas não sabem o que fazer nessa terrível realidade. É como se nós estivéssemos numa reprise de um filme que continua a nos levar de volta repetidamente a esses dias terríveis.

O mais chocante é que esses ataques terroristas não são contra os soldados, mas contra civis inocentes, mulheres e crianças. Nós somos forçados a viver em constante medo. A ameaça não é externa, mas de dentro de nossa própria casa, de árabes que são cidadãos israelenses, que são nossos vizinhos no mesmo bairro ou região.

Algumas pessoas dizem que esta é uma onda temporária e que vai terminar em breve e as coisas vão se acalmar, como já vimos muitas vezes antes. Outros, contudo, acham que este é apenas o início de uma revolta muito maior entre a população árabe. Como você vê o que está acontecendo a partir de sua compreensão do sistema interno?

Resposta: Eu olho para o que está acontecendo de um ângulo totalmente diferente. Não há coincidências ou eventos súbitos em todo o processo evolutivo. Tudo é predeterminado e a ação final começa com um pensamento.

Primeiro há um pensamento e uma imagem final. Isso determina tanto o estado mais inicial e todo o processo. Isso traz o inanimado, vegetal, animal e humano para a sua forma final, que o Criador, a natureza, e os desejos têm previsto desde o início.

Isso faz parte do processo evolutivo de cada criatura, embora o mundo inteiro passe por um longo processo de evolução que ainda não acabou e continua com todas as criaturas obedecendo a regras rígidas que não podem ser afetadas ou alteradas.

Cada estado é predeterminado, mas nós temos o direito de perguntar por que é assim, onde se origina, para onde ela está nos levando, e a que forma final. Nós podemos estudar e compreender, mas a questão é se podemos mudar algo.

Em primeiro lugar, nós temos que reconhecer o fato de que estamos num sistema que obedece a regras claras. Nossa falta de conhecimento e compreensão não significa que estamos livres de mantê-las. Estudos mostram que há uma força interna em tudo que move os níveis inanimado, vegetal, animal e humano de um estado para outro, com o mundo se desenvolvendo como resultado.

Nós estamos no meio de um processo histórico que nos leva de um estado inicial de caos absoluto que estava predestinado, chamado de quebra, a um estado oposto de uma realidade perfeita. O caos é a totalidade negativa, o que significa que ele contradiz a plenitude de diferentes formas em todos os níveis e em todos os atributos, enquanto a plenitude simboliza harmonia entre todas as partes do sistema em todos os níveis e em todas as formas de conexão.

Na medida em que este processo continua, há diferentes períodos de desenvolvimento, e há forças dos níveis inanimado, vegetal, animal e falante. Toda essa evolução vem acontecendo há bilhões de anos. A matéria inanimada tem evoluído ao longo 14 bilhões de anos; o mundo vegetal há cerca de dois bilhões de anos, o mundo animal há meio bilhão de anos, e a humanidade há 2000 anos.

A humanidade passa por períodos importantes especiais em sua evolução que estão ligados ao desenvolvimento dos seres humanos que passam por um salto qualitativo. Externamente, a pessoa pode permanecer quase igual, talvez um pouco mais alta ou baixa, mais gorda ou mais magra, mas é principalmente sobre a evolução humana e social.

Primeiro a humanidade evoluiu inconscientemente num longo processo histórico. Isso durou até que um dia especial, 5775 anos atrás, quando uma das pessoas em nosso mundo descobriu o plano da criação, o processo de evolução, os seus estados inicial e final, e tudo o que aconteceria entre eles ao longo de uma linha do tempo.

Essa pessoa foi chamada de Adão e não é por acaso que ela recebeu este nome. Nós já sabemos que não há coincidências no mundo e que tudo é regido pelas leis da natureza. Seus pais o chamavam de Adão e nem sabiam que isso significa que ele se parecia com o Criador (Domeh – da mesma raiz em hebraico).

Adão descobriu as leis da natureza e a evolução, e passou essa informação para nós através de seus alunos. Desde aquela época, a humanidade recebeu certo conhecimento sobre o que está acontecendo com ela e o mundo que a rodeia e sobre as forças que operam dentro dela e influenciam o nosso mundo.

Nós podemos gerir esse mundo no nível animal. Nós somos melhores do que os animais porque temos uma mente e sentimentos que são mais desenvolvidos. Embora nós sejamos fracos e moderados, esta vulnerabilidade nos permite ser mais sensíveis e nos adaptar melhor ao ambiente e mudar de acordo.

Como resultado, a nossa fraqueza se torna uma vantagem e está em nosso favor, e uma pessoa se desenvolve dessa forma e adquire maior controle da natureza. Nós podemos nos proteger, construir casas, costurar roupas, etc., o que significa que uma mente desenvolvida e a sensibilidade nos permitem nos proteger de caprichos da natureza exatamente onde somos fracos em comparação aos animais.

Nas gerações que se seguiram a Abraão, seus alunos desenvolveram essa sabedoria ainda mais. Eles não a desenvolveram por seu pensamento racional como a filosofia abstrata, mas com base em sua experiência. Adão deu-lhes as ferramentas para estudar o mecanismo interno da natureza, que define cada um de nós em movimento, separadamente e todos juntos, e nos leva em direção a um determinado objetivo. Nossa próxima forma já existe no plano da criação e temos que alcançá-la.

Todo esse processo é revelado à humanidade de modo que nós vamos poder estar incorporados nele e até mesmo participar neste plano, tornando este processo mais fácil e agradável. Se passarmos por isso voluntariamente, vamos aproveitar. Se eu quero me desenvolver e ajudo a mim mesmo a fazê-lo, é um processo agradável, desejável e prazeroso, que é abençoado.

É uma grande vantagem que nos fornece a sabedoria que Adão descobriu, chamado a sabedoria da Cabalá.

De KabTV “Uma Nova Vida” 12/11/14

Exílio Espiritual E Físico

Da antiga Babilônia até a destruição do Templo, o grupo de Abraham passou por muitos vários estados, subidas e descidas. É devido ao egoísmo a que eles foram forçados a unir-se uns com os outros na medida em que eles revelaram as leis anti-egoístas internas da natureza que eles escreveram no livro chamado a Torá. A Torá é o guia pelo qual devemos viver hoje.

Através do cultivo de boas relações uns com os outros, consideração, confiança mútua, e apoio, eles revelaram uma força especial de conexão dentro desta unidade, que é a força da natureza. Esta força mantém dentro de si todo o universo e causa seu movimento em direção à harmonia.

Esta foi a maior descoberta dos descendentes do grupo de Abraão. Tendo compreendido a força fundamental da natureza que causa o desenvolvimento da humanidade, eles viram o processo pelo qual ela se desenvolve. [Leia mais →]

Reunir As Rosas Entre Espinhos

Dr. Michael LaitmanÉ dito que o povo de Israel foi para o exílio para unir as almas do mundo a si mesmo. Isto significa que há muitas centelhas espirituais que precisamos encontrar e prender a nós mesmos. Isso acontece no momento em que Israel está entre as outras nações.

Estar no exílio não se refere a uma presença física num lugar estranho, mas a uma queda do grau de doação e amor. No entanto, a iluminação passa por Israel às almas das nações do mundo, que começam a despertar as centelhas, as almas para quem é hora de juntar os desejos de Galgalta ve Eynaim e tornar-se Israel (aspirar direto ao Criador).

Elas não se juntam a Israel desde o início, nem a partir do momento em que Abraão começou a reunir este povo na Babilônia, mas mais tarde, e em outras gerações. Mas durante este processo, há escrutínio e escolha dos desejos adequados, em prol de que o povo de Israel foi para o exílio.

O exílio não aconteceu porque o povo de Israel precisava ser corrigido. Pelo contrário, Israel tanto se corrigiu, que no momento do exílio foi capaz de conectar os desejos adicionais, os genes espirituais que estão entre as forças egoístas (Klipot).

É necessário tratar todos os representantes de outras nações que hoje se juntam a Israel em conformidade. Este é o nosso trabalho no exílio, e ele poderia terminar rapidamente. Tudo depende do nosso trabalho com as almas que despertam. Portanto, especial respeito, amor, e o desejo de se aproximar deles são necessários.

Noite, escuridão e exílio representam o tempo de trabalho. Neste momento, existem certas ocultações pelas quais nós podemos fazer contato com as centelhas dentro das forças egoístas. Ao conectá-las a nós, nós exigimos nossa ascensão coletiva. Mas nós queremos subir apenas por elas e não para nós mesmos.

Se o povo de Israel se entrega para a correção do mundo, então o exílio é longo. Na verdade, com isso nós percebemos o nosso verdadeiro destino. Nós somos apenas o meio que se destina a atrair todos os desejos adequados para a correção das profundezas do egoísmo. Israel é um adaptador, um guia, pronto para descer ao mar das forças impuras para retirar centelhas espirituais.

Assim, é tão importante disseminar e trabalhar com todos os nossos grupos de todo o mundo, todos os amigos. Isso é chamado de trabalho na escuridão, no exílio.

O Rav Chaim Vital escreve sobre isso em seu livro Os Oito Portões dos Escritos do Ari. Qual é a razão para o exílio do povo de Israel entre as nações? O fato é que Adam HaRishon incluía todas as almas e todos os mundos. E depois de suas transgressões, estas almas caíram nas forças egoístas e se dividiram em 70 nações. Por isso, Israel precisa revelar essas forças dentro de cada nação e reunir todas as rosas das almas santas espalhadas entre os espinhos. Os sábios disseram que Israel foi para o exílio só para conectar as almas dos povos do mundo a si mesmo.

Isso prova que o trabalho que fazemos em disseminação é o mais correto, e nós precisamos investir ainda mais esforços nisso. Nós devemos tratar cada pessoa que quer se juntar a nós, como aqueles que estão agora na Convenção Europeia em Verona, como fortes participantes, que necessitam muito fazer o trabalho do Criador.

De fato, por causa dessas almas, Israel passa por um exílio longo e terrível. Tudo isso é para espalhar um pouco de Luz entre estas almas, chegar mais perto delas, e ser capaz de elevar-se da escuridão junto.

Israel mergulha nos desejos egoístas (Klipot) e retira as centelhas espirituais. Mas, ao mesmo tempo, Israel é apenas um intermediário, e, na realidade, o Criador precisa das almas de outras nações. Afinal, elas são os verdadeiros vasos onde a Luz da Hochma se veste.

Israel pertence somente a Galgalta ve Eynaim, os desejos de doar. Nossa função é doar em prol da doação, oferecendo às outras nações a força com a qual elas serão capazes de receber a Luz a fim de doar.

Portanto, noite e dia, exílio e libertação, são conceitos relativos. Tudo depende de como a pessoa os percebe, já a noite e o exílio não são necessariamente maus momentos. Estes foram os períodos originalmente planejados no processo que estamos passando e temos que usá-los para o nosso trabalho.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 13/11/14, Shamati # 16

Os Cabalistas Sobre A Nação De Israel E As Nações Do Mundo, Parte 10

A Missão do Povo de Israel

…E a interioridade do mundo, também, que é Israel, deve se elevar em todo o seu mérito e virtude sobre a exterioridade do mundo, que são as nações. Então, todas as nações do mundo vão reconhecer e reconhecer o mérito de Israel sobre elas.

E eles devem seguir as palavras (Isaías 14, 2): “E os povos as receberá, e as levará ao seu lugar: e a casa de Israel os possuirá na terra do Senhor”. E também (Isaías 49, 22), “E eles trarão os teus filhos nos braços, e as tuas filhas serão levadas sobre os ombros”.

Isso é o que está escrito no Zohar (Nasoh, p 124b), “através desta composição”, que é o Livro do Zohar, “eles serão libertos do exílio com misericórdia”. Amém, que assim seja.
Baal HaSulam, “Introdução ao Livro do Zohar“, item 71

…A bênção da paz em todo o mundo precede a força, ou seja, a redenção, porque “Deus não encontrou um vaso para conter a bênção a Israel, exceto a paz”.
Baal HaSulam, “A Paz”

Cabalistas Sobre A Nação De Israel E As Nações Do Mundo, Parte 8

A Missão da Nação de Israel

“Uma vez que nós esclarecemos as raízes superiores, vamos esclarecer os ramos neste mundo. Saiba que um ramo que se estende da interioridade é o povo de Israel, que foi escolhido como um operador do propósito e da correção geral. Ele contém a preparação necessária para crescer e se desenvolver até que mova as nações dos mundos, também, para atingir o objetivo comum”.

“O ramo que se estende da externalidade é as nações do mundo. Elas não receberam as qualidades que as tornam dignas de receber o desenvolvimento do propósito uma de cada vez” – Baal HaSulam,” A Serva que É Herdeira de Sua Senhora”.

“O papel da nação de Israel é o de qualificar o mundo a certa pureza, até que sejam dignos de tomar para si o Seu trabalho, não menos que Israel era digno no momento em que recebeu a Torá” – Baal HaSulam, “O Arvut “(Garantia Mútua), item 21.

“Os judeus devem apresentar perante os gentios uma novidade na sabedoria da religião, na justiça e na paz. Nisso a maioria dos gentios são nossos discípulos e essa sabedoria é atribuída somente a nós” – Baal HaSulam, “A Última Geração”.

Artigo Jornal “Jewish News” Do Reino Unido


Muito obrigado ao meu aluno Kris Dawson. Graças a seus esforços meu artigo publicado no “The New York Times” foi reproduzido no jornal “Jewish News”, o maior jornal judaico da Grã-Bretanha.