Textos na Categoria 'Trabalho em Grupo'

Configurações Para A Revelação

Dr. Michael LaitmanAntes de ler O Livro do Zohar, temos de nos preparar de forma que essa leitura nos beneficie. O Zohar fala acerca da correcção da alma, isto é, sobre a correcção da conexão entre nós. Assim, lendo O Zohar, devemos aspirar a perceber em nós os estados corrigidos descritos no texto. Isto significa que desejamos revelar o que O Zohar fala.

Revelação não é entendimento na mente. Como posso perceber o que nunca vi? É possível ver apenas na condição em que novos modelos de sensação se formem dentro de mim, porque a visão é uma sensação nos nossos desejos, os vasos de recepção. Uma sensação deve ocorrer apenas quando o meu estado interno específico corresponda àquele descrito n’O Zohar.

Isto pode ser alcançado apenas se ascender ao nível do doador, como O Zohar requer. Como é isto possível? É possível se me conectar com o ambiente, em relação ao qual posso expressar a medida da minha doação. Assim, mesmo antes de abrir O Livro do Zohar, temos de esforçar-nos para nos unir em tal estado, em tal nível, com tal força que seja adequada à revelação d’O Zohar na conexão entre nós.

Na medida em que a pessoa se anula a si mesma e nos conectamos juntos em doação e garantia mútua, na mesma medida podemos atingir as condições em que iremos sentir do que O Zohar fala, pelo menos a nível mais baixo. Tudo isto depende da força de unidade entre nós que tem de estar ao nível do primeiro degrau espiritual. Assim, sentiremos o que O Zohar nos relata.

O Baal HaSulam escreve sobre isto na “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”, item 155: Uma pessoa esforçando-se por saber o que estuda atrai para si a Luz que Corrige. Em essência, todo o nosso trabalho é aspirar a estar neste estado, senti-lo. Assim, é nos pedido apenas ter um desejo para sentir a necessidade da revelação.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 24/5/11, O Livro do Zohar

Um Amortecedor Contra Os Golpes Da Natureza

Dr. Michael LaitmanA crise toda decorre do fato de que o mundo se conecta egoisticamente e a propriedade integral da natureza colide com o ódio mútuo entre todos os países e nações. Assim, se nós ficarmos entre eles, como uma força que cria um amortecedor e amortece essa colisão, nós diminuiremos a crise. E quando esses dois opostos colidirem, suavizado pelo amortecedor que absorve o impacto, eles não baterão um no outro com força total.

É por isso que o nosso lugar é de honra e localiza-se no meio, entre as forças positivas e negativas da natureza. Estando no meio, nós temos que conectar toda a força negativa da humanidade a nós mesmos e ligá-la com a natureza positiva do sistema de criação. O nosso grupo mundial é este amortecedor, a força de ligação.

As pessoas estão falando sobre o fim iminente do mundo, mas nós temos que concluir nossa tarefa. Por um lado, nós temos de estabelecer uma conexão com a natureza, com todo o sistema da criação, através da nossa união. Por outro lado, nós temos de entrar no mundo com a disseminação da sabedoria da Cabalá para todos. Nós temos que conectar essas duas partes.

O nosso grupo está no meio; o resto da humanidade está à esquerda de nós, e a natureza, que está em equilíbrio, está à direita. Assim, por um lado, nós temos que nos unir, e isso nos conectará com a natureza, com o sistema da criação. Por outro lado, temos de disseminar a Cabalá no mundo.

Esta é a nossa predestinação, e sem ela, o mundo não alcançará a correção. As forças perfeitas da natureza não serão capazes de chegar a este “mundo oposto”, o mundo da humanidade não corrigida, se nós não conseguirmos ficar entre eles como um amortecedor.

A parte que nós usamos para a união entre nós e que queremos conectar com a perfeição da natureza é chamada de Galgalta Eynaim (GE) (GAR de Bina). A parte que nós usamos para manter contato com toda a humanidade é chamada de AHP (ZAT de Bina). Assim, nós unimos tudo em um único sistema e inspiramos tudo.

A parte equilibrada da natureza é Keter e Hochma. Nós estamos no meio, no terço médio de Tifferet. O AHP (Netzah, Hod, Yesod e Malchut) está abaixo de nós. Somente nós, a parte central de Tifferet, temos a liberdade de escolha. Desta forma, nós conectamos todas as partes da criação em dez Sefirot.

Assim, tudo depende de nós. E não é necessário esperar até que o mundo sinta e compreenda isso. Como resultado do nosso amor, nós temos de ajudá-lo a chegar a essa compreensão, tanto quanto possível. Nós temos de ajudar, não só através de uma ação mais ampla na mídia, mas através da nossa profunda compreensão dos sistemas internos do mundo e da conexão entre todas as almas. Isso não depende de presidentes e primeiros-ministros, mas apenas de nós.

Da 1ª Lição na Convenção de Roma, em 21/05/11

Aprender A Ver O Bem

Dr. Michael LaitmanPergunta: A Cabalá ensina que o Criador é bom e faz o bem, mas como conciliar isso com a vida cheia de problemas e dor?

Resposta: O Criador é bom e faz o bem, mas a pessoa tem que chegar a esta conclusão, chegando a semelhança de propriedades com Ele. No entanto, se eu sou um filho mau e desobediente, e não quero ouvir o que minha mãe me diz, ela grita e depois castiga-me. E eu digo que minha mãe está zangada, como uma criança repreendida normalmente pensa.

Seus gritos e palmadas foram de propósito, porque ela queria que eu me portasse bem. Como posso ver que por trás de tudo o que me acontece está uma boa atitude em relação a mim, mesmo se eu a perceber como má, como faz a criança? Como posso entender que onde eu me sinto mal, eu preciso  completar a mim mesmo e a minha atitude para com a natureza, a humanidade, o grupo: para corrigir o meu ego, para sentir que isso é bom?

Aquele que se esforça para realizá-lo o mais rapidamente possível e está pronto para localizar o lugar que dentro de si mesmo precisa de correção, começa a ver que o mundo é realmente  bom e que o Criador é bom. Exatamente no mesmo lugar onde nos encontramos agora neste mundo, nós começamos a sentir a revelação das forças da natureza que permeiam tudo e conectam todas as partes da criação:inanimada, vegetal, animal, e falante.

De repente, começamos a ver o mundo espiritual, em vez deste! Começamos a revelar mais e mais  forças: as forças eternas que regem nossa existência. Então, este mundo parece estar a desaparecer, torna-se transparente, trêmulo. Mesmo agora, ele é “virtual” e só existe na minha mente, e só me parece como se eu o visse de fora . Isto é como nós corrigimos a nossa percepção.

Acontece que todos os seus problemas e dificuldades são uma indicação de suas falhas; elas apontam para o local avariado, dizendo: “Corrija aqui! E ali também!”. Se você fizer isso rapidamente, você certamente irá corrigir a imperfeição.

Se você não sabe a quem recorrer, procure o grupo. Se você se conectar com o grupo e estiver pronto a dar o que eles precisam para a unidade, estiver pronto para ser influenciado por eles, você nunca vai errar.

Da 1ª Lição na Convenção de Roma, em 21/05/11

Nascer E Crescer No Grupo

Dr. Michael Laitman with StudentsTrabalhar no grupo é extremamente importante. Sem o grupo, a pessoa não pode avançar. Estudar a teoria das fontes autênticas não vai ajudar a pessoa de qualquer forma, já que ela não muda com isso.

A pessoa deve colocar-se em um “laboratório”: trabalhar no grupo, ser influenciada por ele, rebaixar-se continuamente diante dele e exaltar o grupo aos seus olhos, para que os amigos tenham um impacto sobre ela. Outras vezes, ela deve fazer o contrário: deve elevar-se, doar-se ao grupo e ver os amigos como pequenos. Esta é a forma como é feito o trabalho, de forma mútua e alternada, dependendo de qual das duas forças a pessoa está empregando neste momento.

Minha alma futura é a “resistência” na cadeia espiritual integral, colocada entre o “mais” (positivo) e o “menos” (negativo). Às vezes, eu trabalho no grupo usando minha força positiva e, às vezes, a negativa. Assim, há momentos em que eu recebo energia positiva adicional do grupo, e, outras vezes, fico com a negativa. É assim que a minha “resistência” (R) evolui e se aproxima cada vez mais do grupo, entrando nele até que eu me torne sua parte interna.

Tendo entrado no grupo, eu me torno como uma gota de esperma no útero e começo a crescer nele. Se, com todo o meu egoísmo inicial, eu sou capaz de anular-me no grupo, como sua parte integrante, eu sou considerado como um “embrião”. Logo depois, o meu desejo egoísta começa a crescer progressivamente. Assim, eu começo a passar por fases de desenvolvimento, tendo renunciado a mim mesmo perante o grupo.

  1. A fase inicial é considerada como “os nove meses de concepção”, que é o primeiro estágio de desenvolvimento. Tendo concluído o mesmo, eu nasço.
  2. Em seguida, começa a segunda fase: o meu egoísmo cresce, e eu me anulo diante do grupo cada vez mais. Mas, desta vez, eu faço isso de maneira mais proativa: eu trabalho na doação aos outros. Este período da “infância”, o pequeno estado, é chamado de “dois anos de nutrição” (amamentação).
  3. Em seguida, eu passo para a terceira fase de desenvolvimento egoísta e chego “a idade de treze anos”.
  4. Além deste ponto, eu posso começar a empregar gradualmente todo o meu egoísmo a fim de doar, até me tornar um ser humano completo (Adam), com a idade de 20 anos em diante.

Eu atravesso todo esse processo usando o meu egoísmo, que evolui junto com minhas ações apresentadas como a linha do tempo (t) no diagrama acima.

Assim, a aplicação prática da sabedoria da Cabalá implica na inclusão no grupo e depois em todo o mundo, quando se toma o nosso exemplo e começa a se desenvolver da mesma forma.

Da 2a Lição na Convenção em Roma em 21/05/11

A Cabalá É Pura Prática

Dr. Michael LaitmanO desenvolvimento ocorre em virtude da força “elétrica” que circula no sistema. Quando eu me conectar a ele com as duas forças que tenho, a egoísta e a altruísta, a sua força também começa a circular através de mim. Nesse caso, o sistema está trabalhando comigo, e eu sinto a “corrente” que o permeia inteiramente; eu descobro o seu programa e propósito, e entro nele cada vez mais.

Assim, nós ascendemos aos níveis espirituais, subindo em direção à força unificada. Mais e menos, positivo e negativo, unidos, nós encontramos a nossa vida eterna, o objetivo final da nossa existência. Esse é o programa.

Isso nos permite ver a causa da crise e suas conseqüências. Nós entendemos o porquê de não recebermos a sabedoria da Cabalá, e não descobrirmos o grupo até que o nosso egoísmo tenha crescido até o limite. Só agora é que vamos sentir, dia a dia, como tudo está mudando ao nosso redor. Tantas coisas estão acontecendo no mundo, as quais são planejadas para revelar a crise e demonstrar a nossa situação desesperada, bem como a desesperança e a falta de entendimento que prevalece no mundo. Dia após dia, em um ritmo rápido, estaremos dando passos neste caminho.

Assim, muito em breve, teremos que mostrar ao mundo que entendemos o plano da criação. Obviamente, nós não sabemos tudo, uma vez que o atingimos ao escalar os degraus do desenvolvimento. No entanto, nós sabemos como realizar e começar este processo. Quanto ao resto, vamos estudar à medida que avançamos.

Entre nós, não existem indivíduos que tenham atingido a linha de chegada, o que não faria diferença mesmo. Basicamente, nós aprendemos com os Cabalistas, que nos contaram todo esse processo, toda a história humana. Além disso, eles nos deram essa informação há milênios atrás, mas, hoje em dia, suas palavras ainda se tornam realidade.

Portanto, precisamos apenas ouvir quais leis obedecer, a fim de rapidamente fazer parte do sistema integral. Assim que eu me revelo como sendo essa parte, todas as leis começam a trabalhar através de mim. Eu começo a entender e a experimentar o que está acontecendo em nosso mundo. Eu vejo através dela as forças que me permeiam; eu também descubro o que as está causando, assim como a essência do seu trabalho.

Está escrito: “De Suas ações O conheceremos”. A sabedoria da Cabalá é um método puramente prático que eu aplico somente em mim. Eu não estudo nenhum inseto em um microscópio, nem estudo o mundo externo. Pelo contrário, eu revelo a sabedoria da Cabalá e toda a criação, em geral, em mim mesmo. Nenhuma ciência é mais prática e experimental do que a Cabalá.

Os Cabalistas explicam que as leis devem ser seguidas para que nos tornemos parte ativa de um todo maior. Afinal, a humanidade é apenas uma pequena parte do enorme sistema do mundo do Infinito. Eles falam sobre as leis simples que precisamos observar no grupo. Nós devemos estruturá-lo como um mini-modelo de uma realidade imensa e integral, para que dentro deste modelo tenhamos a oportunidade e nos esforcemos em executar de acordo com as leis básicas da criação pertencentes ao nosso egoísmo e à força criativa positiva.

Então, o grupo vai se tornar uma “área de construção” para mim, uma espécie de “laboratório” onde eu examino os amigos e a mim mesmo; onde nós, todos juntos e, entre nós, trabalhamos, construimos, criamos e moldamos o mundo futuro, a parte superior mundo e a humanidade do amanhã. Nossos atos estão em sintonia com o que os Cabalistas aconselham, e nós agimos apenas experimentalmente, testando e verificando os resultados do nosso trabalho.

Da 2ª Lição da Convenção de Roma

Um Convite Para Subir Ao Próximo Nível

Dr. Michael LaitmanEu comecei a ensinar a um tempo atrás. Juntamente com o grupo, nós estudamos a sabedoria da Cabalá por muitos anos. No entanto, apesar de lermos os artigos dos Cabalistas, nós não os entendíamos totalmente, até que a crise mundial chegou, há vários anos atrás.

A partir de 2005, nós começamos a nos concentrar na estruturação correta do grupo. É aí que sentimos a pressão, e percebemos que é exatamente disso que precisávamos para realizar o método e entrar no mundo espiritual.

O fato é que o mundo não havia experimentado uma crise até então. Nós não sentíamos o que ou quem as nossas ações deviam visar. Mas, junto com a crise, o nosso grupo sentiu uma necessidade aguda, até mesmo dramática de implementar imediatamente o método na prática, para que possamos ser um exemplo para o mundo.

A cada dia nós devemos trabalhar para fortalecer a nossa unidade interna e a disseminação externa. Gota a gota, devemos avisar as pessoas de que existe um método de correção. Afinal, a crise que envolve o mundo é um convite da Natureza para a ascensão ao próximo nível.

Não devemos ser como crianças teimosas que não querem ouvir sua mãe. Em tudo o que está acontecendo, devemos ver uma oportunidade sem precedentes: a porta se abre para deixarmos este pequeno e limitado mundo, completamente impregnado de sofrimento e que termina na morte, e entrarmos em uma existência eterna, em um mundo iluminado pela Luz superior. Isto é o que devemos explicar, afirmando que isso pode ser feito em grupo, juntos.

As leis do grupo podem ser vistas até mesmo neste mundo. Na verdade, o mundo está se revelando como um sistema integral, em que todas as partes estão interligadas. Olhando para ele, podemos ver por nós mesmos o que nos é exigido.

Da 2ª Lição na Convenção de Roma em 21/05/11

Relutantemente, Rumo À Unidade

Dr. Michael LaitmanPor que a criatura é feita egoísta? Por que o homem sempre pensa em si mesmo? Por que a natureza não nos faz sentir e amar uns aos outros como nossos próprios filhos, que são ainda mais caros para nós do que nós mesmos? Por que não recebemos essas propriedades? Por que nós, como os infames pássaros cuco, soltamos nossos ovos no ninho alheio?

A sabedoria da Cabalá explica que isso é feito intencionalmente, que não há nada de acidental em nossa relutância em apreciar outra pessoa. Pelo contrário, vemos a outra pessoa como terrível, estranha e alheia. Está escrito: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, mas que tipo de próximo é ele? Ele não é o próximo; ele é a pessoa mais distante e odiosa para mim! Seria ótimo se restasse apenas alguns deles neste mundo para atender as minhas necessidades, e o resto pudesse ir para o inferno, morrer. Tornaria nossa vida mais fácil, não é? É assim que somos todos feitos.

Assim, a Cabalá explica que esse ódio mútuo nos é dado intencionalmente de forma que acima dele, buscássemos a unidade, ligada por laços de amor. “Amor” significa que nós sentimos o outro, sentimos suas necessidades antes das nossas, e servimos para satisfazê-las o melhor que pudermos.

A força da rejeição permanece entre nós na forma de ódio, como algum tipo de resistor, um elemento de resistência colocado entre os pontos de um microchip. Mas nós, apesar dessa resistência mútua, estamos pavimentando o caminho acima dela e a atravessamos com nosso desejo, a nossa “eletricidade”, o desejo de estar juntos. É aí que encontramos a energia nesta resistência: a energia do amor e da participação pessoal.

Nós vamos emitir esta energia; vamos nos familiarizar e nos conscientizar dela ao atingir toda a força da natureza, seus componentes e sua harmonia eterna. Em tal estado, estaremos vivendo não como indivíduos, cada um em seu pequeno elemento, mas entre esses elementos, crescendo dentro e elevando-nos acima dessa resistência. Juntos, o ódio e o amor mútuo, construirão uma rede de relações entre nós que estará um grau acima do atual.

Agora, nós vivemos em um estado de ressentimento entre nós, como elementos separados e desconectados. Por outro lado, à medida que subimos, nós criamos a unidade, a solidariedade, a união entre nós, e começamos a experimentar essa rede como uma dimensão nova e mais elevada, onde começamos a viver agora. Isso é o que chamamos de vida eterna. Esta é, de fato, a vida superior: uma existência atemporal e perfeita que se encontra acima da atual, que é limitada pela morte e, essencialmente, nos mata a cada dia.

É por isso que, por um lado, precisamos da resistência egoísta e, por outro, de sua correção pelo amor. É aqui que precisamos especificamente unir as duas propriedades opostas dentro de nós mesmos. E mesmo assim, o amor prevaleça sobre o ódio e nos permite ascender espiritualmente, para que possamos nos libertar deste mundo para cima, para a perfeição e eternidade.

Da Lição Virtual, Série “Fundamentos da Cabalá” 15/05/11

Oração: Um Meio de Mudar a si Mesmo

Um diálogo constante ou solicitações para o Criador é bom porque é impossível tratar-Lo artificialmente, como nas palavras de orações lidas nos livros. A pessoa começa a entender que se ela não sente essas palavras, não é considerado um endereçamento. O Criador não irá ouvi-la dessa forma, é necessário recorrer a Ele e decifrar as palavras em relação a si próprio mais perto de seu coração.

Então, em vez de ler uma oração em um livro cheio de palavras que não significam nada para ela: ” si mesmo “,” para doação “,” acima da razão “,” a Torá e seus preceitos “,” boas ações “,”o Abençoado e Santo”(os mesmos termos e frases que os cabalistas usam), uma pessoa começa a interpretá-las em uma linguagem mais sensorial. Ela faz isso mesmo sem palavras, em suas sensações internas, e, assim, muito se aproxima da oração, o pedido.

Que tipo de ajuda deve a pessoa pedir do Criador? É para nos ajudar a voltar a Ele com um pedido! Esse pedido vai se tornar um vaso espiritual, o “lugar” da revelação do Criador. [Leia mais →]

Aceite-nos Em Sua Assembléia

Pergunta: A rede de conexão entre os grandes cabalistas do passado também trabalharam sobre as almas que ainda não despertaram espiritualmente?

Resposta: Não, essas pessoas não recorreram a eles para pedir por ajuda. Você pode estudar a Torá, ler milhares de livros, e isso não vai mudar nada em você. Além disso, mesmo se você ler os textos dos cabalistas, com a intenção de avançar, a questão é se você está no grupo, se você deseja criar juntamente com outros a mesma forma de conexão que existe entre os cabalistas.

Queremos criar um vínculo entre nós mesmos uma rede de conexão que existe como entre esses cabalistas? Queremos mudar a partir da conexão entre as almas quebradas que só pensam em como aproveitar todos os tipos de prazeres terrenos para a ligação que nos une aos nossos santos Pais, os grandes cabalistas de todas as gerações? Queremos passar de um sistema quebrado de ligação entre as almas para a correção? Pedimos que nos ajudem a nos tornar semelhante a eles para que nos aceitem em sua assembléia.

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A partir da segunda parte da Liçção diária de Cabala, 17/05/11, O Livro do Zohar

A Simples Lei da Garantia Mútua

A fim de acelerar o nosso desenvolvimento, é dado para nós todos os tipos de obstáculos, que podem afastar, e nos confundir; pensando que não é necessário exercer a nós mesmos e podemos simplesmente esperar até que tudo mude por si só. Ou começaremos a pensar que já colocamos bastante esforço, mas ainda não descobrimos a revelação espiritual. Talvez, o Criador tenha deixado suas criaturas, ou isto não, supostamente, é para nós agora, e devemos esperar por outra oportunidade, possivelmente na próxima vida. Uma pessoa encontra várias desculpas para remover apenas a obrigação de exercer a si mesma.

No entanto, é dito: “A lei é dada e não pode ser transgredida.” A Luz superior permanece em repouso absoluto, e nós estamos dentro dela. Nossos desejos só podem ser desenvolvidos através dos nossos esforços. A extensão da correção do nosso desejo e, conseqüentemente, a Luz revelada na qual dependem da extensão do nosso esforço. É uma lei simples. [Leia mais →]