Textos na Categoria 'Trabalho em Grupo'

Quando Todos São Responsáveis ​​Por Todos Os Outros

Diz-se: “. Criei a má inclinação, e criei a Torá como tempero já que a Luz nela reforma”. Assim, em primeiro lugar, temos que revelar a inclinação para o mal, e então, na medida em que nós sentimos, nós vamos querer encontrar um “tempero”, um “remédio” que por sua vez, que vai o transformar na boa inclinação.

Como podemos revelar a inclinação para o mal? Para isso, uma pessoa deve encontrar o ambiente certo. Se ela quer ser incluída neste ambiente, de modo que todos as pessoas tornem-se como um homem com um coração, se ela quer garantia mútua e unidade integrante com todos, sem qualquer distinção, quando todos são responsáveis ​​por todos os outros, semelhantes às células de um corpo vivo, se ela não julgar os outros, mas se preocupar com eles para que possam despertá-la, se a coisa principal para ela é o seu trabalho pessoal interno; se ela tentar estar entre os amigos e abaixar a cabeça diante de deles apenas para receber deles a realização da importância do objetivo e cancelar-se novamente para que a importância de seus amigos a cobre com ainda maior reconhecimento da meta e do meio ambiente, se ela está constantemente neste círculo e trabalha nele, então ela recebe dos seus amigos a sua consciência coletiva, integrante da importância do objetivo. [Leia mais →]

Todo o Caminho é a Busca

Pergunta: Você poderia descrever todos os estados que temos que percorrer a partir de nossa condição presente ao pedido de doação verdadeiro?

Resposta: Estes não são nenhum tipo de passos claros e seqüenciais que podemos compreender. Estes estados estão mudando: indo e vindo.

Mas é claro que no início, quando uma pessoa vem, parece-lhe que ela pode conseguir tudo sozinha, isolada, e que ela não é dependente de nada, nem do professor nem do grupo. Ela acha que os livros são o suficiente para avançar.

Então, ela tem uma revelação, e a única questão é quanto tempo isso levaria. Às vezes, o egoísmo tampa seus olhos e ouvidos, tanto que ela não vê e ouve nada, e portanto, pode demorar anos. Às vezes, isso acontece mais cedo. [Leia mais →]

Como Argila Nas Mãos do Mestre

Não imagine o Criador estando em algum lugar distante, em mundos distantes, existindo separadamente de você. Tudo só existe dentro do nosso desejo. Tudo se torna revelado dentro de nós.

Nos parece que toda a realidade, junto a nós, existe em algum lugar externo e é dividida em camadas da natureza – inanimada, vegetativa, animada, e falante, que estão tanto mais perto ou distante de nós. Mas tudo isso existe dentro do nosso desejo.

Parece, que, para uma pessoa, é como se isso não fosse dela, como se fosse estranho, e essa confusão é dada a ela intencionalmente, como consequência da quebra. Mas quando ela começa a trabalhar na conquista da doação, aos poucos, na medida de sua disponibilidade de doar e sacrificar o seu egoísmo, ela começa a sentir essas partes do universo que parecia ser estranhas e externas a ela: a natureza inanimada, plantas, animais e pessoas.

Evidentemente, tudo pertence a ela, e só parece ser estranho para ela devido a sua percepção arruínada. [Leia mais →]

A Nova Definição De Santidade E De Impureza

Nós não precisamos de nada além do temor, que é a atitude correta para com o Criador. O trabalho começa quando a pessoa se torna capaz de distinguir entre “santidade” (doação), e “impureza” (Klipa, o egoísmo).

Estar em santidade significa que constantemente nos preocupamos com o Criador, nos apoiando e nos permitindo manter a atitude correta para com Sua revelação, com a expressão do Seu amor conosco. Esta preocupação deve estar constantemente dominando a pessoa, porque se ela for frear e deixar essa preocupação por um determinado segundo, durante um determinado estado por este caminho, ela imediatamente cai no egoísmo, Klipa. [Leia mais →]

Um Presente Para Um Coração Quebrado

Nós somos incapazes de entender o que significa a intenção “em prol da doação“(Lishma), uma vez que estamos sempre no desejo de desfrutar, o contrário da doação. E o que parece ser doação para nós neste mundo é apenas outra forma de egoísmo fingindo dar, de modo que quando damos a alguém, indiretamente recebemos ainda mais dele.

E é por isso que não entendemos o significado de “Lishma“, doação completa sem qualquer lucro para si mesmo. O Baal Ha Sulam escreveu no Shamati No. 5 (“Lishma é um Despertar do Alto, e Porque Precisamos de um Despertar de Baixo”) que não é para a mente humana compreender como tal coisa pode acontecer no mundo.

Além disso, quando uma pessoa está realmente trabalhando para alcançar a doação, ela começa a entender como esse objetivo é irrealista. Como é possível parar de pensar sobre si mesma, receber um pensamento, ação ou desejo que seja  direcionado para o “externo”, sem se preocupar com um benefício próprio? Isto porque uma pessoa só é capaz de entender se ela vai conseguir algo por engajar-se na Torá e Mitzvot. Deve haver auto-gratificação lá, caso contrário, ela é incapaz de fazer qualquer coisa.

Em vez disso, esta é uma iluminação que vem do Alto, e apenas a pessoa que experimenta isso (recebe do Alto) pode conhecer e entender o que ela recebeu. Portanto, não há nada de ir por diante disso, nem um simples entendimento ou até mesmo uma ligeira percepção do que é a doação, “Lishma”.

Está escrito sobre isso, “Prove e veja que o Senhor é bom“. Isto significa que primeiro a pessoa precisa “provar”, receber uma sensação, e então ela consegue entender.

Portanto. porque devemos investir o nosso esforço e trabalho para implementar as recomendações dos Cabalistas se nada vai ajudar até que o Criador nos dê a outra natureza? Não é mais fácil esperar até que você a receba?

A resposta é, como nossos sábios disseram: “Não é para você completar o trabalho, e você não está livre para abandoná-lo”. Isto significa que a pessoa deve dar o despertar de baixo, uma vez que isso é percebido como uma oração. A oração é considerada uma deficiência, e sem deficiência não há realização. Precisamos obter um desejo adequado para preencher com a qualidade de doação.

Mas como posso pedir algo que eu nunca experimentei ou senti necessidade, algo que eu não tenho, e do qual eu não sei absolutamente nada sobre? Segue-se que o trabalho da pessoa é necessário para receber Lishma do Criador apenas na forma de uma carência e um Kli (vaso). No entanto, ela não pode nunca atingir a realização sozinha; ela é um presente de Deus.

No entanto, a oração deve ser plena, ou seja, do fundo do coração. Isto significa que a pessoa tem certeza que não há ninguém no mundo que possa ajudá-la, exceto o próprio Criador. O que significa que a pessoa precisa investir todos os seus esforços para não receber nada, para chegar ao coração quebrado (partido). Só então ela finalmente ouve o desespero dentro de todos os esforços que ela investiu e percebe que somente o Criador pode ajudá-la. Então, o Criador ouve a sua oração.

Veja o quanto de esforço e frustração é necessário para ir de um estado ao outro, para alcançar uma compreensão mais profunda de que eu não posso, não consigo, e não quero! Assim, eu desço passo a passo, penetrando cada vez mais profundo no coração, até que eu alcanço a verdadeira oração.

Da 1a. parte da Lição Diária de Cabalá de 05/07/2011, Shamati #5

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Sentindo O “Sopro” Da Luz
Para Ver E Ouvir O Sistema Superior

Eu Quero Me Ver Em Doação

Baal HaSulam, Shamati (Eu Escutei) No.5, “Lishma é um Despertar de Cima, e por que Precisamos de um Despertar de Baixo”: Quando a pessoa já se acostumou a trabalhar a fim de doar, e não examinar a si mesma, se ela está sentindo um gosto bom na obra, mas acredita que está trabalhando para trazer contentamento ao seu Criador através de seu trabalho, ela deve acreditar que o Criador aceita o trabalho dos inferiores, independentemente de como e quanto é a forma de seu trabalho….

Pergunta: Como alguém pode trazer contentamento ao Criador? O que isso significa?

Resposta: A nossa realidade não mudou, não está mudando, e não vai mudar; ela continua a mesma. Agora ela nos parece como escuridão e ocultação, ainda que, no entanto, nós precisemos nos imaginar em adesão com o Criador. A única coisa que me impede disso é que eu não me relaciono com Ele da mesma forma que Ele se relaciona comigo. Esta é a diferença que me precipita na escuridão e faz com que eu não sinta que estou com o Criador e preenchido com a Luz. Em vez disso, eu percebo a minha realidade sob a forma do nosso mundo.

É por isso que eu preciso, como um bebê, imaginar constantemente que eu quero estar na realização, ou seja, em doação ao Criador. Será que eu estou realmente pensando nisso? Se eu levar meus pensamentos até Ele através do grupo, dos amigos, de modo que todos os 613 desejos do meu coração sejam corrigidos para doação, se eu estou pronto para implementar todos estes 613 mandamentos, então eu estou preparando o vaso para a realização do Criador.

Isto é o que consiste todo o método Cabalístico. Nós precisamos dos esforços; não temos mais nada a fazer.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 05/07/11,  Shamati # 5

O Problema É Quem Nós Esquecemos

Dr. Michael LaitmanO problema é que nós estamos constantemente nos esquecendo do Criador! É claro que trabalhamos em grupo. Afinal, está escrito que tudo depende dele, e só aí nós temos o livre arbítrio. Apenas no grupo eu posso fazer o que depende de mim.

A disseminação é outra maneira. Nós entendemos que, se disseminarmos amplamente, absorveremos as aspirações de todos os outros e passaremos desejos um ao outro. Mas por trás de todas essas ações de estudo, da disseminação e do grupo, nós esquecemos que devemos apenas realizá-las para agradar ao Criador. Nós perdemos esta noção. Nós não O percebemos e, portanto, é como se Ele não existisse para nós.

Às vezes nos lembramos Dele e pensamos: “Tudo bem, eu chegarei nisso algum tempo depois”. Mas isso não está certo, pois eu não sou mais mirando diretamente no alvo como uma flecha! Mesmo o menor esforço pessoal deve ser acompanhado de uma intenção, quando “o resultado final está em seu pensamento inicial”. Eu faço tudo com o único objetivo de agradar ao Criador, mesmo que eu nem saiba quem Ele é, nem O sinta  em primeiro lugar.

Mas, como está escrito nos Salmos, eu estou sempre “de noite na minha cama”, o que significa que deito no estado onde a “cabeça” e os “pés” (todas as Sefirot) estão no mesmo nível, e não há nada, nem mente nem sensações; eu estou na escuridão absoluta. Ainda assim, eu “busco aquele a quem a minha alma”.

E mesmo que eu não saiba para onde olhar e o que seja isso, eu ainda me sintonizo artificialmente nesta busca uma e outra vez, e gradualmente começo a receber algum tipo de impressão. Isso começa a funcionar.

Nós precisamos atrair a Luz Circundante direcionando principalmente todas as ações para dar satisfação ao Criador. Caso contrário, será considerado que você iniciou uma ação, mas não a concluiu. Isso não lhe dará o resultado necessário.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 05/07/11, Shamati # 5

Um Ataque Dentro Do Coração

Dr. Michael LaitmanPergunta: Ultimamente se sente que o Kli mundial está trabalhando num único desejo. Uma vez, Rabash o aconselhou a fazer um ataque a partir desse estado. O que exatamente estamos atacando?

Resposta: Nós mesmos, nosso coração, nossa preguiça, nosso orgulho, nossos hábitos do passado. Eu tenho que me elevar acima de todos esses cálculos.

A coisa mais importante é dissolver-se entre os amigos, com a intenção de incluir-se no grupo. Eu quero estar lá o tempo todo. Eu quero perder minha mente e sentimento pessoal e adquirir a mente e o sentimento de todos os amigos. É como se eu me perdesse neles pelo meu próprio desejo.

Isto significa adquirir o vaso da garantia mútua.

Da 5ª parte da Lição Diária de Cabalá 06/07/11, Matan Torah

Quando O Sol Não Abandona O Zênite

Dr. Michael LaitmanPergunta: Pesquisas mostram que 80 por cento da humanidade acredita no poder superior que controla tudo. Por que nós não podemos explicar às pessoas que tipo de poder ele é e o que ele quer? É muito mais interessante do que as chamadas para o amor.

Resposta: Nós não temos nada a explicar. A força superior é a Natureza, a lei, uma força tão  inflexível quanto a força da gravidade. Ela é o Absoluto que é Bom, faz o Bem, e não muda.

Se esta força é invariável, é como se inexistisse. A ausência de mudança parece anulá-la.  É como viver sob o sol, sempre preso no zênite. Não há nenhuma forma de  levá-lo em conta se ele está, e sempre estará lá. Ele simplesmente é, e isso é tudo.

Em nossa vida, fazemos cálculos com base no que deve mudar, nos avanços dos quais dependemos. É uma outra questão se falamos de algo permanente e indestrutível, do qual dependemos constantemente, a tal ponto que isso não pode ser chamado de dependência.

Isto é o que o “Criador” é. É por isso que é tão difícil explicar isso às pessoas. Na realidade, nós oramos não para Ele, mas para nós mesmos. Nós buscamos como mudar, e Ele é sempre imutável. Claro, eu irei mudar se eu desejo isso, e para fazer isso, eu não preciso levá-Lo em conta. Ele é Bom e faz o Bem, e ao lado Dele eu sou como uma criança mimada cujos pais lhe dão amor absoluto, enquanto ela faz o que lhe agrada e fica fora de controle, sabendo que nada de ruim vai lhe acontecer.

Assim, nosso problema é como explicar às pessoas que o Criador é como um muro sólido e simplesmente existe. Você pode saltar na frente dele, abanar os braços, este é o seu trabalho e o muro ainda está edificado sobre você.

A pessoa mal pode imaginar isto: “Então, com quem eu estou lidando? Isso significa que não há ninguém para perguntar”. Como nós podemos explicar para aqueles que acreditam no poder superior, de que não faz sentido orar ao “Criador” mutável que faria melhor hoje do que ontem. Isto significa dizer que ontem ele me fez mal?

Na realidade, nós lidamos com Aquele que é Bom e faz o Bem para o malvado e o justo. Mas para a pessoa, isto significa que, independentemente de ela ser boa ou ruim, o resultado será o mesmo.

Uma pessoa comum está constantemente sujeita a mudanças. O tempo todo, ela se compara com o mundo, tentando calcular os resultados de mudanças internas e externas. Ela não entende o que significa a Força universal, geral, grande e imutável. Isto ilude nossos órgãos dos sentidos, porque eles estão “sintonizados” para mudanças ao invés da condição estática. Eu só não vejo o que não muda, não desaparece da minha vista.

É por isso que nós não podemos explicar às pessoas o que o “Criador” é. Às vezes, eu digo que o “Criador” é a Natureza, que Ele é imutável, e não há ninguém para quem orar; que a oração é um autojulgamento. Em resposta, eles estão prontos para me fazer em pedaços. Este é o problema: nós julgamos a nós mesmos, enquanto outros pedem ao Criador por mudança: “Eu joguei uma moedinha no Seu cofrinho, agora me salve das angústias”.

Ao falar do Criador como a lei inflexível da natureza, nós negamos à pessoa a possibilidade de recorrer a Ele. A pessoa não vê que ela tem que mudar. A nova “dose” forte de desenvolvimento é necessária para que a pessoa comece a se comportar de forma diferente.

O que quer que nós falemos, incluindo a crise, nós essencialmente explicamos às pessoas o caminho do sofrimento: “Como alternativa, haverá problemas, e não vale a pena. Vamos mudar”. Isso não é uma mentira, mas também não é a verdade.

Nós devemos dizer algo mais à pessoa que vem para a sabedoria da Cabalá, desejando alcançar a meta da criação: “Você tem que estar acima disso. Não importa se isso é bom ou ruim, você tem que se elevar pela fé acima da razão. Você não deve condicionar suas ações ao sofrimento ou prazer. Isto não é doação. A fé acima da razão significa que você se eleva acima da recompensa. Ou você trabalha para escapar do mal e alcançar o bem no futuro? Você está esperando a compensação? Você quer atingir o propósito da criação para si, em vez de dar prazer ao Criador?”.

Por outro lado, a quem nós supostamente agradamos, se o Criador é a lei? Este é um momento delicado em nossas explicações

Da Lição Diária de Cabalá 17/106/11, “O Corno do Messias”

O Mundo Através Do Prisma Dos Desejos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como é que os nossos esforços de união durante a nossa leitura do Livro do Zohar impactam o mundo? Que mudanças isso introduz?

Resposta: Não há mundo propriamente dito. Seus esforços constroem essa realidade para você. Agora, parece que você a vê. Conforme os seus esforços, você cria uma outra realidade, um mundo diferente. O que você faz é o que você recebe.

A espiritualidade não tem imagem. Ela não tem qualquer imagem específica, a menos que a pessoa a crie dentro de si, dentro dos desejos que ela juntou e reuniu em um único desejo.

Nós devemos refletir sobre isso o máximo possível, a fim de nos acostumarmos com esta visão da realidade. Não se trata da realização espiritual. Eu estou dizendo que cada pessoa em nosso mundo, que ainda não alcançou a espiritualidade, pode ainda optar por ver a realidade tal como sugerido e assim começar a experimentar algumas impressões sensoriais.

Pergunta: Mas como é que os nossos esforços de união afetam os desejos mais espessos dentro de nós, onde não há desejo de união? Parece que no nível mais profundo, eu não tenho a menor aspiração ou desejo de me unir com os outros ….

Resposta: Eu sou feito de todos os tipos e formas de desejos, de todos os níveis de Aviut (aspereza, espessura), incluindo os desejos que não mudam até a correção final. Estes desejos se revelam em mim em todas as combinações possíveis, as quais não sou o único a gerar.

Eu devo, da melhor forma possível, moldá-los em uma forma espiritual, ou seja, levá-los à unificação com os desejos que parecem estranhos a mim e que eu rejeito, desprezo, e com os quais não quero ter relação: “Quem são eles, afinal?! Por que eu preciso me unir com eles?”.

Eu devo superar este ressentimento e tentar me unir com eles se eles tiverem um desejo semelhante ao meu pela espiritualidade. Por enquanto, é só com eles. E se nós tentarmos superar o nosso ressentimento mútuo e nos unirmos, construiremos o “lugar” para a revelação de um grau mais interior.

Pergunta: Às vezes, eu sinto como se estivesse diante de um muro, tentando atravessá-lo com tudo o que eu tenho, mas não ele se move. O que devo fazer neste estado?

Resposta: Peça ajuda aos amigos…

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 27/06/11, O Zohar