Textos na Categoria 'Trabalho em Grupo'

O Mundo Superior É Simples!

Dr. Michael LaitmanNão há “mundo superior”; o mundo superior é a conexão entre nós. Se nós sentirmos essa união, nós sentiremos o mundo superior dentro dela. Ele não existe em algum lugar fora de nós. O mundo espiritual não existe por si mesmo. Nós mesmos o criamos e formamos.

Existe a Luz superior simples, e há um ponto situado no meio da Luz. Ele é dividido em muitas partes. Se nos unirmos neste momento num todo e conectarmos todas as suas partes juntas, ele se torna semelhante à Luz. De acordo com a lei de equivalência de forma, ele se transforma num grande vaso (Kli) para a Luz.

Acontece que este ponto negro dentro da Luz do Infinito se transforma num enorme vaso, que inclui toda a Luz. Sem conectar suas partes não há vaso, não há nada, exceto o ponto negro. A “existência a partir da existência” é a Luz, enquanto que a “existência a partir da ausência” é o pequeno desejo, que ainda não é sentido, não existe como criatura.

Da Lição 1, Convenção Arvut no Deserto de Arava 18/11/11

Tudo Se Resume Aos Sentimentos

Dr. Michael LaitmanBasicamente, nós não temos mais nada a aprender, exceto o conceito de Arvut (garantia mútua). Nossa vida inteira e tudo o que nos ajudaria no caminho para a outra vida, para outra existência, é alcançado dentro do vaso chamado “Arvut“.

O Criador nos criou com o desejo de receber egoísta . Este desejo sente a si mesmo. Portanto, nós somos, em resumo, vasos de sensações.

Antes da minha chegada ao Rabash, eu tinha estudado as fontes Cabalísticas por alguns anos. Eu empreguei os métodos racionais regulares e tentei compreender o material através do intelecto, como é costume em outras ciências. Afinal, a sabedoria da Cabalá é uma ciência. Mas o Rabash me disse que na Cabalá é tudo uma questão de sentimentos.

Para mim, “emoções” eram algo sem importância: hoje eu me sinto assim e amanhã eu me sinto diferente. Eu posso beber um copo de vinho e a vida será mais alegre, e eu posso escutar algo triste e ficar triste comigo mesmo. As emoções são algo irreal; elas mudam, dependem do ambiente, dos rumores e de muitos outros fatores.

Eu continuei estudando com o Rabash e mantive a abordagem científica: eu usei o meu intelecto, mas eu usei-o sobre as emoções. A sabedoria da Cabalá pesquisa a Luz, a bondade e o prazer, a paz e o movimento, a superação, a aproximação ou o afastamento… Tudo isso nos diz o que está acontecendo dentro do desejo. Embora o nosso trabalho seja calibrado de acordo com vários parâmetros, é apenas para captar e sentir alguma coisa dentro do desejo. Todo o nosso desenvolvimento tem uma natureza emocional e é determinado apenas de acordo com a medida que penetramos dentro das nossas sensações.

É claro, os sentimentos são acompanhados pela razão, porque nós precisamos nos desenvolver intelectualmente, de forma consciente. Quando sentimos algo, nós precisamos saber como medir esse sentimento, estar conscientes do tipo de sensação: será que nós a percebemos como externa ou interna, é imaginária, como é possível examiná-la e como nós vamos de valores e padrões atuais para outros, os valores mais reais?

Eu preciso comparar objetivamente um com o outro, fora dos meus atuais sentimentos subjetivos e da minha compreensão, que é chamado de “acima da razão”. Eu começo a compreender que a “razão ”é um vaso para a emoção, preenchido com a Luz de Hassadim (misericórdia) e a Luz de Hochma (sabedoria). Quando a Luz de Hochma enche meus vasos, minhas emoções, ela me dá os fatos, e a Luz da fé me permite ampliar esta “matéria factual” em mim. Mas, de uma forma ou de outra, elas são percebidas dentro da sensação.
Se a pessoa penetra um pouco mais fundo dentro da essência da sua percepção de seu mundo, ela entende que tudo depende apenas do sentimento. Nós somos sistemas analógicos, não digitais.

Quando eu servi no exército, eu descobri, para minha surpresa, que nos jatos F15, os painéis de instrumento estão cheios de mostradores, apesar de que para o equipamento em terra um painel de controle digital era usado. Os especialistas entendem que o homem é um sistema analógico. Ele pode rapidamente identificar situações, mas não dígitos. Quando ele rapidamente olha para o “painel de controle”, ele imediatamente se agarra a sua imagem geral. Quando se trata de valor numérico, ele tem que traduzi-los dentro de si em alguma sensação, enquanto o mostrador na escala automaticamente infunde nele este sentimento.

Assim, nós somos criaturas sensitivas, e todas as nossas vidas são construídas sobre o sentimento. Mesmo que nós meçamos nossa vida de acordo com o dinheiro, poder ou controle, no final, tudo isso é só para chegar a uma conclusão correta: nós precisamos desenvolver nossos vasos reais, vasos de sensações.

Os políticos, burocratas ou tecnocratas que usam a abordagem científica, racional, “digital”, nos parecem bastante respeitáveis. É como se ele não fosse digno deles desenvolverem sentimentos. No entanto, os tecnocratas são muito limitados. Eles ainda não passaram dos seus cálculos pessoais simples, como “dois multiplicado por dois”, para a essência dos cálculos. Ao experimentar outras pequenas crises, eles entenderão o que perderam. Esta é a maneira como as crianças crescem. Mas, em geral, é desejável que o intelecto e os sentimentos se desenvolvam reciprocamente na pessoa, em harmonia.

Da Lição Diária de Cabalá 20/11/11, “A Arvut (Garantia Mútua)”

O Mundo Material Como Uma Garantia De Segurança

Dr. Michael LaitmanPergunta: Por que nós precisamos dos desejos do nível animal se não os corrigimos? Qual é o seu uso?

Resposta: Nós precisamos desses desejos para existir fora do mundo espiritual. Eles nos dão a oportunidade de ascender sem sermos dependentes do mundo espiritual, sem sermos subornados por ele.

Isso nos permite viver sem “favores espirituais”. Nós continuamente decidimos se devemos ou não nos unir com os nossos próximos, o grupo. Às vezes, nós queremos largar tudo e ir embora, e realmente temos essa oportunidade.

Por outro lado, se tivéssemos apenas desejos relacionados com o grupo, seríamos semelhantes, digamos, às formigas. Sem ter mais nada, nós viveríamos a vida da sociedade involuntariamente, e estaríamos novamente no nível animal, corporal.

No entanto, eu vivo no meu corpo e posso aspirar ou não à espiritualidade. Isso me permite ser uma pessoa espiritual, porque eu alcanço a forma de doação por mim mesmo, apesar do meu desejo natural inicial. O Criador criou a inclinação ao mal em mim de modo que superando-a, eu me tornaria uma pessoa livre. Eu decido se quero isso ou não por minha própria escolha.

Caso contrário, eu viveria no mundo espiritual, mas no nível animal. Eu seria um “anjo”, um “animal espiritual” que, instintivamente, ama a todos.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 23/11/11, “Garantia Mútua”

A Alma Dobrada Do Universo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Eu não consigo ligar o relacionamento entre nós com o que estamos lendo, de forma alguma. Parece que o material que estamos lendo está suspenso no ar e não tem nada a ver comigo. Como posso ligá-lo a mim?

Resposta: No momento, você não está sentindo nenhuma conexão com o material que está lendo, porque você não está conectado aos amigos, a nenhum deles. No momento que você começar a doar a alguém, você entenderá imediatamente o que significa um Partzuf (organismo espiritual), um Tzimtzum (restrição do desejo) e uma Masach (tela antiegoísta), como calcular com a intenção de doar, de que modo você está conectado com os outros através dos Partzufim espirituais, e que é referido por Ibur (concepção), Yenika (amamentação) e Mochin (maturidade).

Qual é o significado de gerar (criar) alguém? Eu gero minha atitude em relação a alguém. Quando eu gero todas as minhas atitudes para com todos os outros, isso significa que eu gero todos os Partzufim da minha Malchut, do meu desejo.

Eu gero todos os Partzufim de baixo para cima, de minha Malchut (desejo de receber) para Keter (desejo de doar) do mundo do Infinito. Esta subida é feita de dez Sefirot e eu tenho que gerar meus relacionamentos para com o mundo inteiro dentro delas.

Como eu posso sentir o mundo inteiro e todas as pessoas? É simples. Quanto mais perto eu chego do sistema espiritual, mais claramente eu descubro a rede de conexões diante de mim. Diz-se inclusive sobre nossos relacionamentos corporais que através de seis pessoas que conhecemos, nós podemos nos conectar com o resto do mundo. Ou seja, nós vemos que isso é possível.

No mundo espiritual, você sentirá como se todo mundo estivesse realmente ao seu lado. É difícil de entender, mas toda a humanidade está ao seu lado. Você irá se conectar com cada um, não indiretamente como em nosso mundo, onde descobrimos que através de seis pessoas nós podemos entrar em contato com todos, mas diretamente, com todo mundo.

Não é como o nosso corpo em que há certa ordem e um sistema de conexões. Doando a cada parte do corpo espiritual, eu me conecto com cada uma delas diretamente, do mesmo modo que um ponto numa folha de papel, dobrada várias vezes, é colado intimamente a todos os outros pontos. Eu me conecto com todos e dôo a todos, criando os Partzufim.

Atualmente, os astrofísicos estão descobrindo que o nosso universo existe nesta forma “dobrada”.

Da 3ª parte da  Lição Diária de Cabalá 06/11/11, TES

Não Escute Os Espiões E Apenas Avance

Dr. Michael LaitmanAs etapas do desenvolvimento do desejo são frequentemente chamadas de “espiões”. A pessoa está sob a influência da Luz e sente frustração e fraqueza, ela está em desacordo com a Luz, o seu programa, e com o seu próprio objectivo. Ela está descontente com o seu desejo, qualidades naturais, e com a ajuda que a Luz lhe dá. Ela chega a um estado onde todo o poder é-lhe tirado.

No entanto, essas impressões são necessárias para o nosso desejo determinar o que lhe falta para se tornar semelhante à Luz, porque dentro do desejo, naturalmente, não há poder ou mente independente. Não há nada, exceto uma reação à Luz. O desejo de receber é construído como uma marca da Luz. Tudo o que existe na Luz está ausente no desejo, o que significa que o desejo não é nada mais do que “ausência”.

No entanto, a Luz existe; ela é “existência”. Assim, toda a abundância, tudo o que o desejo de receber adquire, é a realização da diferença entre “existência” e “ausência”. O que lhe falta ser acrescentado é chamado de Masach (tela), que o desejo usa para alcançar o grau da Luz.

No entanto, os espiões revelados em nós, que amaldiçoam a criação, o Criador, e o desejo de receber criado por Ele, são os estados que nos ajudam a avançar. Nós apenas temos que tentar ganhar força com a ajuda do grupo, o ambiente. Avançando juntamente com eles, nós superamos os espiões.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 17/11/11, Escritos do Rabash

Viver No Passado Para Atingir O Futuro

Dr. Michael LaitmanPergunta: O que significa aspirar a um estado anterior (do passado) que alcançamos na convenção do deserto? Não deveríamos estar avançando?

Resposta: Isso está correto. Mas, por enquanto, você é despertado pelo desejo de incitar um estado que você já experimentou, de modo que ele irá se manifestar agora. Você vive no passado, como um velho. Na espiritualidade, você ainda não é um “homem” ou um “jovem” para estar construindo novos graus. Agora, você não é capaz de conseguir uma conexão com os outros, a fim de alcançar estados ainda maiores. Você vive em suas memórias passadas.

É por isso que eu digo: “Tudo bem, desperte o passado! Mas torne o passado novo, no sentido de que agora você está mudando a razão, a sua atitude para com ele”. E isso é uma coisa boa! Não negligencie o passado, ele é a Reshimo (reminiscência) de um estado anterior. Afinal, mesmo agora nós vivemos no passado, à medida que temos Reshimot de nossa descida do Infinito.

Mas agora chegou a hora de construir um novo desejo para o meu estado passado, como em TANTA, quando eu alcanço um novo desejo (vaso) à medida que a tela se torna mais fina. Agora, nós estamos nos aproximando de um trabalho prático. Isto é só para aqueles que passam por esses estados na forma mais aguda possível, que têm a Reshimo, a memória do que alcançamos. Cada um de nós tem essa Reshimo, e podemos despertá-la.

Da 2ª parte da  Lição Diária de Cabalá 21/11/11, O Zohar

Alegria Baseada Numa Fundação Sólida

Dr. Michael LaitmanPergunta (do grupo italiano): Nós queremos passar alegria para nossos amigos. Você sente isso?

Resposta: Não é só alegria, porque ela pode ser frívola e despreocupada.

Eu sinto uma alegria duradoura que é baseada em fatos, na matéria sólida, num grupo forte, na condição atual do mundo. Minha alegria é a alegria de uma pessoa que está em terreno muito sólido. Ela sabe que sua alegria é construtiva, que abre um novo caminho para a humanidade. Certamente, tudo é feito pela força superior, mas nós estamos envolvidos no processo. Nós participamos dele, e é por isso que eu sinto grande alegria.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/11/11, “A Arvut (Garantia Mútua)”

Não Perca Tempo

Dr. Michael LaitmanPergunta: Você mencionou que o ambiente é o único meio para manter a pessoa na intenção correta. Isso significa que a única forma de avançar é através da criação de um ambiente como na convenção do deserto, que motivará a pessoa a permanecer constantemente na intenção correta e na qualidade de doação?

Resposta: Correto. Sem a influência do ambiente a pessoa se perde. Há muitas pessoas que simplesmente perdem tempo sentando-se em casa e assistindo novelas ou lendo romances ou livros de suspense. O tempo passa… Elas sentem que preenchem seu tempo com coisas vazias, mas elas não podem fazer nada em relação a isso.

Eu recebo reclamações das pessoas: “Eu não estou fazendo nada! Como posso sair deste estado?”. A pessoa promete a si mesma que a partir de amanhã ela vai cuidar de sua vida, mas amanhã chega e ela ainda está no lugar que estava ontem. Passam os dias e o relógio não pode retroceder.

O que a pessoa pode fazer? Não há nada que ela possa fazer. É assim que o Alto lhe mostra que sem a influência do ambiente ela não terá a força para avançar. Ela deve mergulhar no ambiente correto, como uma criança que entra no ambiente adulto. Ao fazer isso, ela receberá a força dele.

O rabino Yossi Ben Kisma disse: “O que eu farei sem os meus alunos?”. Será que ele precisava receber conhecimento deles? Não, mas ele precisava do desejo geral deles em direção à meta. Será que ele não possuía o seu próprio desejo? Afinal, seu desejo é muito maior do que todos os desejos deles! Isso é verdade. No entanto, sem se conectar a eles, ele não terá o seu “desejo bilhões de vezes maior, mais um”. Sem eles ele não seria capaz de avançar mais um único grau. Se ele ficasse sem seus alunos, no início do próximo dia ele iria da leitura do Zohar à leitura das notícias.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 17/11/11, O Zohar

O Fogo Dos Corações Ilumina A Escuridão

Dr. Michael LaitmanMuitas centelhas se reuniram aqui. Cada um de nós carrega uma grande centelha. Portanto, vamos tentar conectá-las! A Luz está esperando para nos conectar numa única alma, um Kli.

Assim que nós atingirmos o primeiro nível de união entre nós, o mais leve e mais fraco, o primeiro passo na escada espiritual entre este mundo e o mundo do Infinito, seremos capazes de revelar a Luz, a presença do Criador entre nós.

Vamos esperar que isso aconteça! Tudo depende dos nossos esforços. Nosso objetivo aqui é subir acima de nossos corpos físicos, acima de todos os nossos pensamentos e desejos pessoais, e começar a existir acima deles em um desejo e um pensamento. Nós precisamos constantemente tentar abandonar a sensação do nosso corpo e, em troca, sentir apenas a realidade superior, onde estamos todos conectados.

O mundo espiritual é a conexão e a união. O fato de que pessoas tão diferentes se reuniram aqui pode realmente contribuir para uma conexão mais rápida e bem sucedida.

Estamos muito felizes que os nossos amigos vieram do exterior apenas por um dia. Eles mostram o quão importante e especial este evento é para eles. Nós devemos nos esforçar. Afinal, há milhões de pessoas lá fora que estão conectadas a nós e que estão olhando para nós.

Nós somos o grupo central, e a Luz que atraímos vai se espalhar por toda parte e alcançar todos. Apenas sinta a importância desta missão, a intensidade deste momento. Não há perturbações externas e nenhum mundo exterior. Há apenas nós, unidos em um só coração e um pensamento em prol da revelação da força superior entre nós.

Da Lição 1, Convenção Arvut no Deserto de Arava 18/11/11

E Se Eu Caísse Fora Do Sistema?

Dr. Michael LaitmanPergunta: Nós nos comprometemos a cuidar um do outro, a fim de manter o padrão que alcançamos em Arava (Convenção Arvut no deserto) e continuar avançando. Mas o que a pessoa deve fazer se, de repente, ela descobre que “caiu fora do sistema” (desconectou-se)? Ela deve sentir que está perfurando um buraco no barco comum?

Resposta: É claro. E isso deve ser uma fonte de grande angústia para ela. Em primeiro lugar, não é simples chegar a sensação de união, mas ela deve, ao menos, lamentar o fato de estar separada disso. Em segundo lugar, deixe que ela se sinta mal por saber que todos os amigos já estão lá. Em terceiro lugar, a sua ausência prejudica os outros, e todo este dano é registrado em sua conta.

Desta forma, ela perde muito mais do que a sua preocupação pessoal, porque sua parte está ociosa em cada um dos amigos e não completa nenhum deles. Acontece que seu dano é multiplicado pelo número de membros no grupo.

Até agora nós falamos do cálculo egoísta, mas agora vamos olhar para o problema do outro lado. A pessoa não apoia seus amigos com a garantia mútua, não se torna equivalente ao Criador, e não alcança a doação a Ele trabalhando no grupo. Este dano espiritual não é tão óbvio, mas temos que lembrar disso também.

Pergunta: Nós podemos dizer que ao fazer isso a pessoa muda não apenas todo o grupo, mas também o mundo inteiro para o mal?

Resposta: Se você recebeu a oportunidade de entrar na garantia mútua com seus amigos, então, através da participação no trabalho comum, obviamente, você muda o mundo para a bondade. Afinal, cada pessoa é parte da rede comum e nós somos a sua parte central. Portanto, através do fortalecimento do grupo, eu fortaleço o mundo inteiro em sua ascensão espiritual. E o oposto também é verdadeiro.

Da 4 ª parte da Lição Diária de Cabalá 21/11/11, “Garantia Mútua”