Textos na Categoria 'Torá'

As Bonitas Explosões da Alma

As pessoas têm tentando encontrar algo sagrado em objetos materiais ao longo de muitos anos. Elas têm desbloqueado pirâmides e caixões e não encontrado nada com exceção de mofo e fungo que as mata.

O fato é que as pessoas constantemente contam com o mundo material; não há nada de bom sobre isso, porque envenena uma pessoa espiritualmente. As pessoas constroem estruturas não-espirituais, criam um mundo de objetos escuros, um mundo onde a espiritualidade é percebida em uma forma material; Isso é o bezerro de ouro. [Leia mais →]

Uma Vacinação Anti-Ego

A Torá, “Êxodo” (Ki Tissa),32:20: Então ele tomou o bezerro que tinham feito, queimou-o no fogo, moeu-o até se tornar pó fino, espalhaou [o] sobre a superfície da água, e deu [o as] crianças de Israel para beber.

Isto pode ser comparado com – Como um antídoto para um determinado veneno é criado com uma pequena porção do mesmo veneno –  Todo medicamento é veneno, mas nem todo o veneno é um medicamento. O que Moisés fez foi o remédio para a nação Israelense. Moisés não pensou em destruir a nação, mas em como curá-la e na preparação de uma vacina para ela a partir do bezerro de ouro.

O bezerro (o ego) deve realmente ser reduzido a pó, de modo que ele perderá sua forma, figura, e será encontrado em cada um, em suave energia e intensidade. Portanto, é impossível lidar sem o bezerro. Deve haver veneno para que todo mundo saiba do que ele pode morrer e como seria curado.

Não há punição, mas uma cura. Assim, ninguém deve temer o bezerro de ouro. O tempo virá quando a energia será revelada, a capacidade e a prontidão para moer o ego de pó e para iniciar a cura no caminho certo. A cura para qualquer doença é gradual e, especialmente neste caso.

Devemos entender onde estamos, para onde vamos, qual o processo de cura efetivo, e, acima de tudo, o que significa ser saudável. Este é todo o processo de educação interna.

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De “Segredos do Livro Eterno”,  transmitido via KabTV, 09/09/2013

O Princípio Da Ascensão Espiritual

Dr. Michael LaitmanA Torá, “Êxodo” (Ki Tissa), 32:16-32:18: E as tábuas eram obra de Deus e a escritura era escritura de Deus , gravada sobre as tábuas . E  Josué  escutou a voz do povo a gritar e disse a Moisés: Há voz de guerra no acampamento!. E disse : Não é  voz de alarido de valentia de vencedores nem voz de alarido de fraqueza de vencidos;  eu ouço voz de impropérios que angustia a alma.

Quando Moisés desceu do Monte Sinai, ele pensou que a nação de Israel iria lutar entre si e dentro de si. Ao invés, ele ouviu os gritos de alegria que indicavam consentimento comum. Moisés era o único que estava contrário a todos os outros uma vez que até Aarão concordava com o desejo do povo de se fazer um bezerro de ouro. Este estado tinha que ser revelado, ele era necessário.

O atributo de Josué numa pessoa é uma certa ferramenta que está perto a Moisés como um assistente leal, um servo, que totalmente se anula perante si. Moisés é a cabeça e Josué é o corpo e as  funções executivas adicionais.

Tudo o que Josué recebe de Moisés é totalmente oposto à sua compreensão, ao seu conhecimento e sua perspectiva. Então ele não só se anula perante Moisés, mas recebe tudo como um axioma. Sua mente rejeita suas acções, mas porque ele opera de acordo com os desejos de Moisés, é como se sua mente fosse reconstruida e passa por um processo de reprogramação.

A correcção do corpo é do topo para baixo, como é dito, “os corações são atraídos pelas acções e os pensamentos atraídos pelos corações.” Por isso dizemos: “iremos fazer e iremos ouvir.” Esta é a nossa maneira, temos que nos anular perante o nível superior, fazer tudo o que dita, então iremos começar a entendê-lo. Este é o princípio de nossa ascensão contínua.

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Moisés e Arão , Fé e Conhecimento

Torá, “Êxodo ” ( Ki Tissa ) , 32:1 : E o povo viu que Moisés demorava em descer do monte, e se juntou o povo a Aarão e disse-lhe: “ Levante-te, faz-nos deuses que andem diante de nós, porque a este Moisés, o homem que nos fez subir da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu!”

Isto refere-se a uma situação psicológica, filosoficamente dramática que toca as características mais profundas de uma pessoa. E esse estado retorna em cada nível.

Se eu for para a frente corretamente, então a cada momento eu experimento um estado como este onde eu aparentemente entendo onde eu estou, minha direção, me colando ao objetivo certo, ao ” Moisés ” em mim. Eu fiz o passo certo e no final deste passo ” Moisés ” de repente desaparece, porque eu fundo-me nele e ele desaparece dentro de mim.

Como é que é possível continuar? Afinal de contas, eu não tenho outra sinalização no caminho. Como é que é possível sair desta condição instável, onde eu dei o primeiro passo para a frente e eu não sei como avançar mais? E assim, a próxima fase aparece dentro de mim, Aarão.

Moisés é a fé, Aarão é o conhecimento, saber. E eu volto-me para o Aarão em mim porque eu não me posso voltar para a propriedade de doação, à propriedade do amor que , de repente, desapareceram em mim. No avanço espiritual todas as nossas características internas estão mudando o tempo todo. Elas sobem , descem , desaparecem, e passam pelo ponto de bifurcação ( divisão ) .

O estado de ascensão simboliza o início do próximo nível, o nascimento, mas como todos os embriões, eu não sei e não entendo nada. Eu fiz grandes esforços, a fim de nascer, eu desenvolvi um novo nível no meu processo intra-uterino, e agora que eu nasci eu não sei nada.

Então, calma é necessária aqui , o próximo relaxamento onde me entrego nas mãos invisíveis de alguém. Eu senti uma grande pressão,  ansiedade , calor, o fluido que me cerca dentro do útero da mãe, que é a propriedade de doação e amor e eu não pensava em nada além de pertencer a este nível superior. Mas agora eu tenho que procurar por ela. Para o embrião é como um gatinho recém-nascido cego, constantemente à procura de alguma coisa para esconder-se dentro.

Quando a pessoa perde este letreiro, ela não sabe o que fazer. Ela precisa desesperadamente de confiança, e isso tem que vir dela própria, confiança interna , a aquisição de sua âncora, sua base . Portanto, ela tenta encontrar em algum lugar a base que sente falta, e para segurar a ela. E este é o “bezerro de ouro”. O ” bezerro de ouro ” incorpora o conhecimento que me controla e eu concordo com este seu controle. Por enquanto eu tenho ferramentas em minhas mãos, um senso comum saudável, de acordo com o qual eu avanço.

Mas o avanço é baseado nisto, que todo o tempo o vazio é criado dentro de mim. Eu não sei de nada, eu duvido, sinto-me perdido, faço algum tipo de passo, como se no ar, e só graças a isto eu estou pronto para dar este passo para o Criador e não dependente de qualquer base sólida e lógica. O próximo grau distingue-se do presente grau por sua altura  e a altura do grau é a fé.

Segue-se que o nosso pé procura pelo chão, e esse chão é a fé. Ou seja, eu preciso ” levantar o pé ” para uma nova fé, para a doação e amor, enquanto que, no entretanto , não há aparentemente nenhuma reciprocidade , nenhum conhecimento . E se eu estou completamente pronto para me anular, eu já serei capaz de subir para um novo nível e adquirir conhecimento lá.

Depois disto, eu tenho que levantar o outro pé, realmente pendurado no ar, e avançar sem qualquer prova e certeza, compreensão ou clareza. Este é um processo contínuo de alcançar a Luz nos quatro níveis de HaVaYaH , o nome de quatro letras do Criador dentro de nós. É assim que a subida nos 125 níveis da escada espiritual é realizada por ” fé acima da razão . ”
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Da KabTV “Segredos do Livro Eterno ”  9/9/13

A Descida do Monte Sinai

Torá, “Êxodo” ( Ki Tissa ) , 32:12 , 32:15 : Porque hão de falar os egípcios, dizendo: “Para mal os tirou, para matá-los nos montes e para os consumir de sobre a superfície da terra? Volve-Te do furor da Tua ira  e muda o pensamento de fazer mal a Teu povo.”

“E Moisés virou-se e desceu do monte….”

” Descendo do monte ” simboliza o teu afastamento do Criador, enquanto  que ” subir ao monte” é elevares-te acima de todas as tuas dúvidas. ” Monte” deriva da palavra “dúvidas “. Isso significa que a partir do mesmo lugar que é o topo das reflexões do homem, é a partir daí, que ele encontra o Criador.

Cada nível determina o estado interior de uma pessoa. Assim, a descida de Moisés do monte simboliza que ele adquiriu confiança, força e conhecimento. No entanto, restava potencial espiritual nele e com essa força ele desceu até à nação de Israel.

… , e as duas tábuas do Testemunho estavam na sua mão – tábuas escritas em seus dois lados, pois de ambos os lados elas estavam escritas(“Êxodo ” 32:15 )

Os dois lados das tábuas dos Dez Mandamentos simbolizam a face ( Panim ) e parte posterior ( Achoraim ) da face . Assim está escrito em dois lados, o que significa que eles são completamente idênticas, tanto do lado da Luz como do lado da escuridão . Isto significa que a natureza do homem, o seu desejo , adquiriu o atributo da Luz , portanto, ambos os lados são idênticos.
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Da KabTV  “Segredos do Livro Eterno ”  9/9/13

A Criação Do Bezerro De Ouro

Dr. Michael LaitmanMoisés é o ponto no coração, a função de um guia espiritual que uma pessoa segue. Quando esta característica desaparece dos sentimentos de uma pessoa, ela requer uma base forte, que é o bezerro de ouro. Ouro, (Zahav) – “Dê-me isso” (Zé Hav), é o que existe de forma clara, e sobre o qual ela tem controle. Este é um metal precioso que contém o imenso poder do Criador, mas nós sempre o utilizamos com o nosso ego só para pegar alguma coisa fortemente, para adquirir segurança pessoal, segurança material, e assim por diante.

Em princípio, tudo isso foi tirado do Egito. Todo o conhecimento, tudo que preenche o ego e dá segurança à pessoa, é a base do Faraó. Portanto, ele se opôs ao Criador e disse a Moisés: “Quem vai levá-lo para frente em seu caminho? Sou eu ou o Criador”. Em outras palavras, ou você avança “dentro da razão” ou ascende com doação e amor, com recepção ou com doação.

O que significa fazer uma estátua do bezerro de ouro? O bezerro incorpora a característica de doação, mas quando o fazemos de ouro, isso transforma a própria característica.

Uma pessoa não faz um bezerro de ouro o tempo todo. Isso foi feito uma vez, como foi a Shevirat ha Kelim, a quebra da alma coletiva. Depois disso, a pessoa descobre partes disso dentro de si mesma: outra parte, outra parte, e assim por diante.

A quebra do vasso ocorreu quando um imenso ego espiritual foi revelado. A criação do bezerro de ouro é uma atividade em que a pessoa faz uma forma de este ego que ela imagina a levará para frente. Com isso, seu trabalho espiritual já foi descoberto, o qual, por enquanto, é impuro, o oposto do Criador.

Não há nada de mal nisso, exceto por uma coisa: a pessoa está indo na direção oposta; mas, por enquanto, ela não encontrou o sofrimento que iria transformá-la. Em princípio, tudo se resume apenas em escolher o caminho mais fácil, curto e rápido, e não tropeçar nos golpes o tempo todo e aprender com eles.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 09/09/13

O Lado Oposto Da Característica De Doação

Dr. Michael LaitmanA Torá, “Êxodo”, 32:2-3: E Aarão lhes disse: “Quebrem os anéis de ouro que estão nas orelhas de vossas mulheres, de vossos filhos e de vossas filhas, e tragam a mim”. E todo o povo quebrou os anéis de ouro que estavam nas suas orelhas, e os trouxe a Aarão.

Jóias incorporam a parte feminina do trabalho espiritual, que inclui mulheres, idosos e crianças. Isto é o que é dito aqui, que todo o trabalho espiritual com o qual o povo de Israel se adorna torna-se seu oposto, a doação.

Aarão era o desejo do “sumo sacerdote em nós”; na época, este era o maior poder que o povo de Israel encontrou para o avanço. Se não fosse por ele, como eles teriam criado o “bezerro de ouro”? Este poder concordou com um trabalho que era o oposto da doação, porque o ego estava agora no controle.

Uma pessoa avança de forma particular, e parece-lhe que essa direção é completamente certa, e quando o ego se eleva, tudo aquilo que ela lucrou numa determinada parte do caminho que ela avançou, agora se torna o oposto. Portanto, mesmo uma característica tão pura como o sumo sacerdote se torna impura.

Nós encontramos muitos desses fenômenos em nosso mundo. Suponha que uma pessoa está envolvida em algum tipo de ciência, querendo levar bondade e felicidade à humanidade, e como resultado disso, produz uma arma que traz a morte.

Pergunta: Se uma pessoa avança por meio do “bezerro de ouro”(o seu ego), em minha opinião, o nível chamado “medo” está faltando aqui.

Resposta: Pelo contrário, o medo empurra a pessoa para o bezerro e ela adquire segurança. Em princípio, o medo deve trabalhar em conjunto com a vergonha, porque a pessoa deve fiscalizar e criticar a si mesma na medida em que a vergonha surge nela em todos os níveis.

A vergonha evoca a primeira restrição (Tzimtzum Aleph) em nós e deve nos levar a isto: que com a sua ajuda, nós podemos perceber o Criador. Isso ocorre porque a fonte da vergonha está na sensação do que está diante de mim, e isso é só o Criador.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 09/09/13

A Hierarquia Dos Desejos

Dr. Michael LaitmanA Torá, “Exôdo” (Tetzave), 28:39, 28:42: Também farás túnica de linho fino; também farás uma mitra de linha fino; mas o cinto farás de obra de bordador… E faze-lhes também calções de linho, para cobrirem a carne nua; irão dos lombos até as coxas.

Trata-se de correções que vêm de dentro de uma pessoa e aparecem nesta alegoria.

O cinto que é mencionado na Torá é diferente de um cinto comum na forma que ele cobre o corpo do topo e separa a parte superior da parte inferior. A parte superior é Galgalta Eynaim, os desejos de doação. A parte inferior são os desejos de recepção.

A nudez é o desejo de receber que só pode ser corrigido parcialmente. Portanto, somente após a correção da parte superior, simbolizada pela túnica, o turbante e o cinto, a pessoa pode começar a corrigir a parte inferior de forma parcial: da cintura até os joelhos. Isso significa a correção dos desejos de recepção.

Aqueles desejos que estão localizados ainda mais baixo quase não se tornam corrigidos. Seu uso é simplesmente suspenso, já que a pessoa executa uma restrição no seu uso. Isto é suficiente.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno”, 28/08/13

A Sabedoria Do Coração

Dr. Michael LaitmanA Torá, “Êxodo (Ki Tissa)” 31:1-5: Disse então o Senhor a Moisés: “Eu escolhi Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhe destreza, habilidade e plena capacidade artística para desenhar e executar trabalhos em ouro, prata e bronze, para talhar e esculpir pedras, para entalhar madeira e executar todo tipo de obra artesanal.

O atributo de Bezalel, ou a sabedoria do coração, é revelado quando nós podemos expressar o atributo do amor e da doação no trabalho que é manifestado claramente no mundo espiritual. Cada um de nós tem o atributo de Bezalel, mas nós temos que encontrá-lo dentro de nós. Não se trata de uma pessoa específica que tem habilidades para executar qualquer tipo de trabalho. Todos nós temos que aprender a expressar nossa atitude altruísta para com os outros, para que ela seja encerrada nos outros.

A maior expressão do atributo humano de amor e doação sobre o mundo e através dele, sobre o Criador chama-se “a construção do Templo” e todas as suas características, quando tudo se torna uma casa geral para o desejo geral. Todo mundo que segue o caminho espiritual para o fim da correção tem que se tornar primeiro Israel (Yashar – El, direto ao Criador), depois Levi, e depois Cohen, e descobrir tais atributos como Moisés, Aaron, o grande sacerdote, e Bezalel.

A pessoa pode mudar o coração de pedra, seu ego, em similaridade e equivalência completa de forma com o Criador, ao poli-lo numa joia, o que significa introduzindo todo o seu amor no coração de pedra. A medida do amor nele transforma-o numa joia, ou como diz no Livro do Zohar, numa rosa.

Este é o trabalho do atributo de Bezalel no atributo da sabedoria do coração. Mas este coração sábio nos transforma num ser humano. Quando nós temos a Luz de Hochma e a Luz de Hassadim, nós podemos transformar nosso estado mais escuro e mais egoísta muma rosa, que simboliza o atributo no qual o Criador é revelado.

De KabTV “Segredos do Livro Eterno” 02/09/2013.

Uma Intenção Que Aproxima O Criador

Dr. Michael LaitmanA Torá, “Êxodo (Ki Tissa)”, 30:16: Você deve tomar a prata da reparação dos filhos de Israel e usá-la para o trabalho da Tenda da Reunião; será uma lembrança para os filhos de Israel perante o Senhor, para expiar suas almas.

O trabalho a fim de doar deve ser feito não porque nós queremos adquirir nossa alma, mas para dar satisfação ao Criador.

O desejo de adquirir a alma é nosso desejo geral de que o Criador, a propriedade de doação e amor, será revelada com ela. E nós ansiamos por isso não porque vai ser bom para nós, porque nesse caso, isso seria uma aquisição egoísta. Nós queremos descobrir o poder superior apenas para trazer satisfação a Ele.

Isto é precisamente como o exemplo do convidado e o anfitrião, quando o anfitrião deseja agradar o convidado e o convidado concorda em aceitar, mas apenas na condição de que com isso vai dar prazer ao anfitrião, subindo até o nível dele. Portanto, a intenção de dar prazer ao Criador nos eleva ao nível da doação absoluta.

De Kab TV “Segredos do Livro Eterno” 09/02/13