Textos na Categoria 'Professor Espiritual'

A Relação Entre Professor E Aluno

165Pergunta: Qual deve ser a interação entre professor e aluno? A relação deles depende apenas das solicitações do aluno ou também do professor?

Resposta: Mais do aluno. O professor está pronto para aceitar todos os seus pedidos.

Pergunta: Os sábios dizem que uma pessoa deve estudar onde repousa seu coração. Você também costuma perguntar aos alunos: “O que vocês gostariam de estudar hoje”? Mas isso não está errado? O professor não deveria fazer o plano de aula sozinho?

Resposta: Sim, mas eu quero que eles entendam o que querem e não aceitem passivamente o que lhes dou.

Pergunta: Então, o que o aluno quer é mais importante para você?

Resposta: Às vezes eu pergunto sobre isso para dar a eles a chance de se testar.

Pergunta: Você sabe na maioria dos casos que tipo de material deve ser administrado e em que dose?

Resposta: Não é minha escolha, é a hora. Ela me dita quais materiais dar a eles.

Pergunta: Você também não acha que o professor deve explicar o material com tanta habilidade que o aluno tenha ainda mais perguntas no final da aula?

Resposta: Sim, perguntas que não o confundiriam, mas o levariam mais longe. Isso é necessário para o estudo. O aluno deve aceitar minha resposta e, a partir dela, continuar perguntando. Então, ele se sentirá duplo na resposta e será capaz de navegar corretamente.

Pergunta: Como os alunos devem se relacionar com as perguntas dos outros alunos?

Resposta: Aprenda com eles. São as respostas às perguntas que contêm mais informações. Isso é necessário para os alunos porque eles desejam se conectar com suas almas – qualidades, sentimentos e intenções internas.

De KabTV, “Habilidades de Gestão”, 24/06/20

Amar É Alegrar-se Com O Sucesso Do Outro

285.02Pergunta: Por que você sempre diz que não inveja seus filhos ou alunos?

Resposta: Eu os amo e, portanto, estou feliz por seu progresso. Não pode haver inveja aqui porque eu invisto neles e, por assim dizer, continuo minha vida neles.

Pergunta: Então, se uma pessoa ama alguém, ela não pode ter inveja dessa pessoa?

Resposta: Não, pelo menos não inveja má com certeza e nem mesmo uma espécie de inveja. Estou muito feliz com o que ele tem.

Pergunta: E se o nosso objetivo é chegar a amar nosso próximo, acontece que sem inveja não nos desenvolveremos?

Resposta: O fato é que o amor nos encoraja a investir ainda mais uns nos outros. Quando uma pessoa que está perto de mim começar a realizar grandes coisas, não terei inveja dela, mas ficarei feliz por ela. Eu meio que vou participar disso.

Pergunta: Existe inveja do Criador, a fonte original que nos criou?

Resposta: Não. Talvez apenas no início. Este é o sentimento que você tem quando pensa no Criador como algo estranho. Quando você começa a perceber, entender e sentir que isso é algo acima de você, abrangendo tudo, e que você está Nele, e que não há outro além Dele, não há inveja.

Isso é algo tão volumoso, além de todas as possíveis sensações ou possibilidades de compreensão, que não posso invejá-Lo.

De KabTV, “Habilidades de Comunicação”, 07/08/20

Anule-Se Diante Do Professor

165Pergunta: Existem métodos que afetam a compreensão da informação. Dizem que quando ouvimos uma palestra, percebemos cerca de 5% das informações gerais que são rapidamente esquecidas durante o dia. Na leitura, absorvemos 10%, na audição 30%, no vídeo – 50%.

Percebemos 70% através de jogos de dramatização, seminários, mesas redondas e 90% quando ensinamos outra pessoa. Você concorda com isso?

Resposta: Esse geralmente é o caso em nosso mundo egoísta. E se alguém tenta “entrar” no professor e se conectar com ele apesar do nosso egoísmo, então a percepção será 100%. Só será diferente no âmbito de suas capacidades internas, a chamada alma, diferente da alma de seu mestre.

O aluno deve se anular diante do professor, permitir que ele entre em si mesmo, e então ele perceberá 100% da informação. Muito pouco depende do professor. Tudo depende do aluno.

O mestre espiritual permite que todos entrem nele e ninguém o perturba. Como se diz: o AHP do inferior se conecta ao Galgalta Eynaim do superior.

De KabTV, “Habilidades de Gestão”, 24/07/20

Blitz De Dicas De Cabalá – 04/06/20

281.02Pergunta: O que é importante para você em seu trabalho?

Resposta: Ver meus alunos avançando em sua compreensão da estrutura e do objetivo da criação.

Pergunta: Qual é o seu trabalho favorito?

Resposta: Estudo, educação espiritual.

Pergunta: O que o desperta para estudar da maneira mais eficiente?

Resposta: Apenas meus alunos e o objetivo de nossa vida.

Pergunta: Quais são as vantagens e desvantagens em seu trabalho diário?

Resposta: Eu não diria que existem vantagens ou desvantagens específicas em meu trabalho. É um trabalho diário meticuloso por muitos anos com diferentes tipos de vídeos, escrever, falar, realizar diferentes encontros, reuniões, convenções, etc. Não faz diferença como é feito, desde que o trabalho leve ao avanço espiritual de quem participa nele e que apreciam esta oportunidade.

Pergunta: Quem ou o que pode obrigá-lo a parar de trabalhar?

Resposta: Acho que só a morte pode me forçar a parar de trabalhar.

Pergunta: Qual você acha que é a melhor maneira de motivar os funcionários?

Resposta: O sentimento de necessidade e ao mesmo tempo de satisfação. Isso significa a necessidade de trabalhar e a satisfação com o trabalho.

Pergunta: Você concorda que o trabalho faz uma pessoa?

Resposta: O esforço em prol do objetivo superior inspira qualquer pessoa e transforma uma pessoa em um ser humano.

Pergunta: Qual hábito, qual habilidade você gostaria de adquirir em um futuro próximo?

Resposta: Se tornar melhor.

Pergunta: Que tipo de trabalho o vergonha?

Resposta: Eu não acho que qualquer tipo de trabalho possa ser vergonhoso se for feito para o bem da sociedade. Por quê? Quando um bebê defeca na fralda, nós o lavamos e limpamos, e não temos vergonha desse trabalho. Se um doente precisa de ajuda, também não desrespeitamos o cuidado dele. Não há nada de humilhante em qualquer tipo de trabalho feito para o bem da sociedade ou do indivíduo.

Pergunta: Você fez algum trabalho de que pode se orgulhar?

Resposta: Eu organizei um sistema de aprendizagem virtual com meus alunos desde o início da pandemia do coronavírus, no qual todos estão mutuamente conectados. Isso é algo para se orgulhar.

De KabTV, “A Era Pós-Coronavírus”, 04/06/20

Baal Hasulam – O Canal De Nossa Conexão Com O Criador

216.02O aniversário do falecimento de Baal HaSulam, nosso professor, é um dia especial. Esta é a alma que nos conecta com o Criador, a pessoa que abriu os portões da sabedoria da Cabalá para a última geração, na qual vivemos.

Sem o seu ensino, não poderíamos receber o que já recebemos e ainda podemos receber no futuro. Conhecimento, toda a abordagem, metodologia e estágios de obtenção, tudo isso foi preparado para nós pelo Baal HaSulam. Claro, tudo vem do Criador, mas por meio desta grande alma.

Uma das razões pelas quais a sabedoria da Cabalá (recepção) tem esse nome é que ela é passada de geração em geração. Todo aluno deve ter um professor. Somente indivíduos excepcionais com ajuda especial de cima podem alcançar diretamente a realização do Criador por si próprios. Portanto, devemos sempre estar conectados com os sábios que alcançaram a espiritualidade, os grandes Cabalistas, para que possamos avançar de geração em geração.

Tudo depende até que ponto uma pessoa é capaz de seguir o professor. Todo mundo tem suas próprias dificuldades nisso. É natural porque é assim que os graus são dispostos de cima para baixo. É difícil para o inferior superar seu egoísmo e se conectar com o superior.

Em nosso mundo, no nível animado, não existe tal problema porque a natureza obriga uma criança a ser dependente dos adultos. No entanto, no grau do homem em que você precisa estudar a sabedoria da Cabalá, isso não é fácil de fazer. Precisamos nos curvar e maximizar a grandeza do professor para aprender com ele.

Claro, isso não é para homenagear o professor, mas apenas para o benefício do aluno. Se o aluno se sentir menor do que o professor, ele será capaz de se curvar mais e receber do professor. Nas ciências desse mundo, essa exigência não é tão categórica, afinal lá o aluno deve ser crítico com o professor e checa-lo.

Na sabedoria da Cabalá, entretanto, uma pessoa não pode alcançar nada se não se curvar diante do Criador. Portanto, quanto mais ela se prostra diante de tudo que recebe do professor, que a ensina a partir das fontes que vieram dos professores de todas as gerações, maior realização ela recebe. Só assim o menor pode receber do maior.

Portanto, nós precisamos entender que homem excepcional e grande foi o Baal HaSulam. Devemos aceitar todas as suas obras e legado sem qualquer crítica, então podemos esperar que começaremos a nos conectar com sua alma e receber através dela a força superior do Criador.

Da Lição Diária de Cabalá 10/10/19, “Dia em Memória do Baal HaSulam”

Para Serem Dignos Do Nome “Filhos Do Baruch”

961.2Hoje é um dia especial em memória do meu professor, o Rabash, o aniversário de sua partida (Yahrzeit). Mas, na verdade, este dia não pode ser chamado de especial porque estamos sempre em conexão com o Rabash, com seu espírito elevado, seu caminho.

Não é costume entre os Cabalistas, como pessoas comuns, chorar pelo falecido, por seu corpo não estar mais perto de nós. Afinal, ele está conectado conosco ainda mais do que durante a vida do corpo físico, porque estamos cheios de seu espírito e, dia a dia, procuramos nos apegar às suas palavras, à sua mensagem, à sua alma.

Portanto, resta apenas agradecer ao Criador por nos enviar tal alma, que se tornou nosso guia no caminho espiritual, nos conduz e nos orienta. Por meio do Rabash, o Criador nos preenche e nos gerencia.

Em primeiro lugar, é claro, devemos ser gratos ao Criador, e depois Dele a esta grande alma, o Rabash, por seus esforços para construir o grupo Cabalístico Bnei Baruch, a fim de transmitir a nós toda a sabedoria da Cabalá e o método de correção com cuja ajuda podemos alcançar a fusão com o Criador.

É por isso que nomeei nosso grupo de Bnei Baruch (Filhos de Baruch) em homenagem a Baruch Shalom HaLevi Ashlag. Vamos torcer para que possamos justificar o nome que adotamos e implementar sua metodologia até o propósito da criação.

Os Cabalistas geralmente não celebram o dia da lembrança como é costume, para comemorar o falecido neste dia e se reunir em seu túmulo. Entendemos que uma pessoa não está onde seu corpo está enterrado. Nossos pensamentos são direcionados em uma direção completamente diferente.

Baal HaSulam disse que não importava para ele onde seu saco de ossos seria enterrado porque a alma não está conectada com restos materiais. Queremos nos apegar à alma do Rabash e é por isso que atribuímos tanta importância ao dia de sua memória, porque esta é uma ocasião, uma oportunidade especial, para chegar ainda mais perto de seu espírito e avançar ainda mais em seu caminho para o Criador.

Claro, celebramos este dia especial em memória do Rabash, mas o associamos mais com o caminho espiritual que ele abriu.

Eu escolhi este nome Bnei Baruch para nosso grupo Cabalístico porque Baruch Shalom HaLevi Ashlag é nosso pai espiritual, o que significa que somos seus filhos. Portanto, eu não tinha dúvidas de que deveríamos ser chamados de Filhos de Baruch. Eu esperava que pudéssemos ser dignos desse nome.

Eu estive com meu professor por 12 anos e me senti como uma criança crescendo ao lado de um adulto. Ele parecia enorme para mim, e tentei me agarrar a ele o tempo todo como uma criança se agarra a um pai. Portanto, não precisei procurar esse nome; ele veio a mim naturalmente, por si só.

Nosso centro está localizado na rua com o nome de Rabash. Petach Tikva agora tem uma rua com o seu nome, e o prédio do centro Bnei Baruch está localizado nesta rua. Todos os dias estudamos seus artigos, seu método e recebemos tudo dele. É claro que o Baal HaSulam está atrás do Rabash, mas ele é extremamente elevado, como um espaço infinito. E o Rabash está mais perto de nós. Ele é como um pai para nós.

Baal HaSulam é seguido pelo Baal Shem Tov, depois o Ari, e depois Rabbi Shimon, o autor de O Livro do Zohar. Por meio dessa corrente, recebemos todas as nossas fontes para estudar a Cabalá. Rabash e Baal HaSulam são duas pessoas que o Criador nos deu para que pudéssemos nos aproximar Dele.

Sou grato aos meus discípulos pelo fato de terem recebido do Criador o desejo de aceitar este material, de se vincular ao objetivo da criação e de tentar alcançá-lo. Obrigado!

De KabTV, Lição Diária de Cabalá 22/09/20, “Dia em Memória do Rav Baruch Shalom HaLevi Ashlag (Rabash)”

Meu Professor E Eu

Dr. Michael Laitman

Da Minha Página Do Facebook Michael Laitman 22/09/20

Em uma noite fria e chuvosa de fevereiro de 1979, enquanto eu estava fazendo minhas pesquisas habituais nos livros de Cabalá com meu amigo Chaim Malka, percebi que não havia esperança. “Chaim”, eu disse, “vamos encontrar um professor agora mesmo”. Entramos no carro e partimos para Bnei Brak, uma cidade ortodoxa onde ouvi dizer que as pessoas estudam Cabalá. Enquanto a chuva caía no para-brisa, eu dirigia quase às cegas, com visibilidade zero. Mas fui impulsionado desde dentro; eu tinha que continuar.

Uma vez dentro da cidade, não tínhamos ideia para onde ir. De repente, vi um homem parado na calçada esperando para atravessar a rua. Na chuva torrencial, ele era o único por perto. Abaixei a janela e gritei através da torrente: “Onde eles estudam Cabalá por aqui?!”

O homem olhou para mim com indiferença e disse: “Vire à esquerda e dirija em direção ao pomar. No final da rua, você verá uma casa em frente a ela; é onde eles estudam Cabalá”.

Naquela casa perto do pomar, eu conheci meu professor, Rav Baruch Shalom HaLevi Ashlag (RABASH), o filho primogênito e sucessor do Rav Yehuda Leib HaLevi Ashlag, o maior Cabalista do século XX, que era conhecido como Baal HaSulam (autor de o Sulam) após seu comentário Sulam (Escada) sobre O Livro do Zohar.

Durante os próximos doze anos, eu fui assistente pessoal do RABASH e me tornei seu discípulo principal. Estudei com ele três horas pela manhã e duas horas à noite com todos os outros. Também estudei com ele enquanto estávamos sozinhos, enquanto o levava em seus passeios diários à praia ou ao parque. Estudei com ele a cada dois fins de semana, quando nós dois passávamos os fins de semana na companhia um do outro, e estudei com ele quando ele ficou hospitalizado por um mês em duas ocasiões. Fiz-lhe todas as perguntas que pude sobre espiritualidade, seja durante as aulas ou enquanto dirigia, ou em qualquer outra oportunidade. Eu perguntei a ele porque precisava saber. Eu sabia que ele era o último dos moicanos, o elo final em uma linhagem que remonta a milênios, e sabia que teria que manter esse ensino. Gravei cada lição e tomei nota de suas palavras. Absorvi dele tudo o que pude, o significado externo e interno das palavras, para que pudesse transmiti-las quando chegasse a hora.

Depois de alguns anos, quando o RABASH me disse que eu precisava de amigos para praticar o trabalho espiritual, trouxe-lhe quarenta alunos. Para eles, ele começou a escrever seus ensaios inestimáveis ​​sobre o progresso de alguém de uma pessoa normal para um Cabalista – que conhece as sutilezas mais íntimas da natureza humana e o relacionamento com o Criador.

Os ensaios do RABASH pavimentaram o caminho não apenas para seus alunos, mas para todos nós, individualmente. Agora, esses ensaios são um farol que mostra o caminho para quem deseja alcançar a espiritualidade. Eles nos ensinam como nos relacionarmos uns com os outros e como nos relacionarmos com os sentimentos e estados que descobrimos dentro de nós ao longo do caminho. RABASH, assim como seu pai à sua maneira, foi um pioneiro, um pioneiro de coragem, compaixão e amor sem fim pela humanidade.

Após sua morte em 1991, as pessoas me pediram para começar a lecionar. RABASH me encorajou a ensinar enquanto eu ainda estava com ele, então quando as pessoas me abordaram eu consenti e formei um grupo de estudo que chamamos de Bnei Baruch (filhos do Baruch). Na verdade, aspiramos antes e aspiramos agora a merecer o nome e ser os filhos espirituais do meu professor.

Hoje, ao comemorar o 29º aniversário de sua morte, é minha esperança que continuemos a merecer o nome de Bnei Baruch, a trilhar seu caminho de amor e unidade, e a espalhar a sabedoria autêntica da Cabalá em todo o mundo para todos alma com sede.

“E uma vez que adquiri uma vestimenta de amor, centelhas de amor começam a brilhar dentro de mim, o coração começa a ansiar por se unir aos meus amigos, e parece-me que meus olhos veem meus amigos, meus ouvidos ouvem suas vozes, minha boca fala com eles, as mãos se abraçam e os pés dançam em um círculo, em amor e na alegria junto com eles. Eu transcendo meus limites corporais e esqueço a vasta distância entre meus amigos e eu … e parece-me que não há realidade no mundo exceto meus amigos e eu. Depois disso, até mesmo o ‘eu’ é anulado e imerso, mesclado nos meus amigos, até que me levanto e declaro que não há realidade no mundo senão os amigos” (RABASH, Carta nº 8).

Concordando Com O Professor

604.01Pergunta: Se eu realmente não entendo o que o professor me diz ou não concordo com o que ele diz, isso interfere em eu receber a luz através dele?

Resposta: Você precisa aceitar tudo o que o professor fala como a verdade absoluta, e ao mesmo tempo escrutinar, porque se você não concorda com algo, deve entender e concordar, pois é por isso que você se desenvolve.

Ninguém o está forçando a fechar os olhos e concordar com o professor antecipadamente, mas você é chamado a aceitar a perspectiva dele e alcançar o estado em que a alcançará e concordará com ela. Se você começar a ver as falhas com antecedência, não avançará.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 16/09/18

Apegar-se Ao Professor

444Pergunta: O que significa apegar-se ao professor e senti-lo, e o que significa receber a luz por meio do professor?

Resposta: Apegar-se ao professor e senti-lo são duas coisas diferentes. Apegar-se ao professor significa tentar fazer tudo o que ele lhe aconselha, aprender tudo o que ele lhe ensina. Você só pode se apegar ao professor se cumprir todas as suas exigências e ajudá-lo, talvez até no seu dia a dia, mas principalmente no processo de estudo e disseminação.

Dedique-se a servir não à pessoa, mas ao que ela representa, e então você descobrirá que é assim que você começa a alcançar o mundo superior.

De ,KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 16/09/18

Perpetuar O Nome?

laitman_294.2Pergunta: As escolas de educação integral que serão abertas pelos seus alunos devem receber o seu nome?

Resposta: Por que diabos? Antes de tudo, eu não inventei nada novo, então não devo fazer nada aqui. Não me atribua nada.

Nossa organização tem o nome do meu professor, o RABASH. Nosso centro está localizado em uma rua com o nome dele em Petach Tikva, Israel. Eu não preciso de mais nada.

Eu ensinarei a milhares de pessoas o método Cabalístico, e elas irão além. Pessoalmente, eu vou desaparecer nelas. Esse é o meu sentimento.

De KabTV, “Fundamentos de Cabalá”, 17/05/20