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Saír Para Estabelecer Conexões Interpessoais

Pergunta: O que uma família forte, uma casa forte, significa para um Cabalista?

Resposta: Uma família forte é uma família que vive em um ambiente forte, e visto que um ambiente como este é bom para ela, esta é uma forte casa para ela.

A casa é um ambiente humano, não as paredes de pedra ou estrutura física. Hoje em dia, o conceito de uma casa mudou gradualmente o seu significado, e entende-se que as paredes de pedra não podem nos proteger de nenhuma coisa e não fornecem qualquer sensação de segurança. Isto é porque a segurança é encontrada nas boas relações e incorporação em todos os círculos da sociedade humana.

Hoje, sociedade é o próximo círculo para uma casa de família forte, e para a sociedade, um círculo mais amplo é a nação, e assim por diante.

Isso significa que o conceito de uma casa como uma caverna, barraca, tenda, apartamentos, etc., não existe mais. A casa é de onde saímos para estabelecer conexões interpessoais.

Então, aqui, todas as fronteiras físicas foram destruídas e apenas o contato interno entre as pessoas permanece. Paredes, mares e oceanos não podem separar-nos, à medida que devemos ser conectados. O desenvolvimento da Internet nos mostra isto claramente.

Pergunta: Pode a Europa, que abriu as fronteiras entre as nações da União Européia, servir de exemplo para nós?

Resposta: Infelizmente, a Europa tomou esta medida a partir do ponto de vista do benefício egoísta por si mesmo, para ganhar mais dinheiro, evitar a guerra, e explorar as nações mais fracas.

As nações da União Européia conectaram apenas os bancos. Em seu programa, a integração de toda a humanidade e a penetração mútua das culturas, uns com os outros, não entraram no plano. Só hoje eles estão começando a entender como eles estão longe da integração.

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De KabTV “Estórias Curtas” 23/10/14

O Extremismo De Direita Na Europa, Parte 2

Dr. Michael LaitmanEste Velho, Velho Mundo

Pergunta: A Europa já teve experiências amargas; ela conheceu tantas guerras. Por que ela não tenta quebrar a atual tendência de xenofobia?

Resposta: Nós vivemos em tempos diferentes. A Europa moderna contemporânea não está preparada para lutar. Por exemplo, quando eu estava na Alemanha eu falei com políticos, prefeitos e figuras públicas; que admitiram para mim que as pessoas estão simplesmente exaustas, inconscientemente exaustas. Claramente, é possível sair e protestar com grandes brados, mas, basicamente, os europeus não estão preparados para resistir ao que está acontecendo.

O que aparentemente impede os líderes ou outros que parecem ser unanimemente contra ideias que faliram o multiculturalismo, contra distúrbios aos setores “não-nativos”, de se manifestarem na rua? Mas não, as pessoas não estão dispostas a protestar. O tempo de batalhas já passou, e hoje elas não estão prontas para lutar.

Basicamente, nada sério está por trás de declarações inclusive neonazistas. Estes não são fascistas que comandaram os desfiles com tochas do século XX.

Comentário: E mesmo assim as pessoas estão votando para os de extrema direita, adicionando peso político a eles.

Resposta: É político, mas não mais do que isso. Eles não estão prontos e não estão preparados para uma verdadeira guerra na Europa. Os europeus não têm poder, nem incentivo. Eles têm idade, e isso é muito perceptível. Mesmo que as pessoas discordem um pouco com o que está acontecendo, e mesmo que os jovens ainda saiam para as ruas aqui e ali, em geral, o velho mundo envelheceu e enfraqueceu, e reconhece isso.

De KabTV “Uma Nova Vida” 09/09/14

Cabalá Ou Fascismo?

Dr. Michael LaitmanOpinião (Agência Centrla de Notícias da Nova Russia): “A política dos últimos anos tende a atrasar a chegada do fascismo. Mas o fascismo chegará a todos os lugares, nos ombros do liberalismo, como um passo para o fascismo. O nacionalismo é o último esteio do povo, fragmentado, esmagado pelo mercado.

“Postulados do fascismo:

“Orgulho nacional: esta é a única coisa que o mercado deixa para o povo; o nacionalismo está se desenvolvendo em todo lugar, identificando-se com a justiça; o nacionalismo é a ideologia à qual todos recorrem, depois de terem sido desapontados com outras. No início, o orgulho nacional chama-se patriotismo.

“Unidade do povo e do Estado: a partir de agora, em desacordo com a política do governo, você não vai concordar com as pessoas, com toda a nação. A unidade da vontade de milhões de pessoas com a vontade do governante é natural.

“Tradição, rejeição do progresso.

“Desigualdade: estados fascistas são exércitos; caracterizam-se pela desigualdade, mas a desigualdade do exército fascista está preparada para o mercado. O fascismo é desigualdade constitucional, incorporada na firme hierarquia imperial.

“Totalidade: o fascismo virá em todos os lugares, em todos os países, em suas versões do fascismo. Hoje, nada pode ser se opor ao fascismo.

“Paganismo: uma modificação da religião cristã às necessidades da consciência; divisão em puro-impuro, na visão em preto e branco do mundo”.

Meu Comentário: Baal HaSulam descreveu tudo isso no início do século XX. Ele avisou que, de acordo com a lei do desenvolvimento social, o fascismo surge após o capitalismo se não é substituído pela educação integral e a “sociedade da última geração”. Portanto, não temos escolha. Não devemos poupar esforços na disseminação da educação e formação integral.

Uma Armadilha E A Saída Dela

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do Vedomosti): “Nós só recebemos novas informações quando nada ameaça a nossa perspectiva. Fatos negativos trazidos pelos apoiadores do regime não podem ser digeridos por eles e não vão mudar seus pontos de vista. Em virtude dessas características da nossa consciência, a existência de meios de comunicação independentes e da Internet não resolve o problema”.

“As pessoas percebem informações que não constituem uma ameaça à sua visão de mundo e filtram todo o resto. É extremamente difícil para os políticos e as pessoas aceitar um beco sem saída do caminho escolhido, visto que a mudança de um curso mina o sistema de visão de mundo”.

“Tendo percebido que o curso político escolhido não leva aos resultados esperados, o país muitas vezes não muda, mas, pelo contrário, intensifica a realização do programa inicial, o que piora a situação econômica do país e leva a um aperto do curso político errado. Uma armadilha mental leva o país a um círculo vicioso”.

Meu Comentário: Embora contrário ao seu curso, a decisão correta só pode ser aceita quando ela é vista objetivamente. Isso só é possível num workshop que é organizado de acordo com os princípios da educação integral, num círculo onde as pessoas são iguais e se anulam. Elas devem estar prontas para a conexão completa para o bem de revelar a unidade (a Força Superior) dentro dela, aderindo à Força Superior através da equivalência de propriedades (doação mútua), a fim de criar contentamento nela.

A Deficiência Do Estado

Dr. Michael LaitmanOpinião (Martin van Creveld, Ph.D., Professor de história militar na Universidade Hebraica, em Jerusalém, autor de dezessete livros sobre a história e estratégia militar):“[Martin van Creveld] argumenta que o Estado, desde 1648, tornou-se uma criatura diferente de qualquer forma anterior de governo civil. Antes dessa época, o governo era identificado com alguma pessoa ou grupo de pessoas. Depois de 1648, o estado perdeu essa identificação pessoal e tornou-se uma pessoa jurídica, uma corporação. ‘Como uma empresa, ele tem uma personalidade independente’. Todos os governos anteriores não conseguiram fazer a distinção fundamental entre a pessoa no poder e a organização dominante. Luís XIV podia dizer com muita verdade: ‘Eu sou o Estado’. Luís Napoleão não podia”.

“Ele define o estado por três características.

“Soberania: pela qual afirma que o estado ‘se recusa a compartilhar qualquer [destas] funções [fazer a guerra, fazer a paz promulgando leis, dispensar a justiça, aumentar receitas, determinar a moeda e manter a segurança interna] com os outros, mas concentra todas elas em suas próprias mãos’”.

“Territorialidade: ele exerce tais poderes sobre todas as pessoas que vivem dentro de suas fronteiras e só sobre elas”.

“Abstração: o mais importante é uma organização abstrata. Ao contrário de qualquer dos seus antecessores em qualquer outro tempo e lugar, não é idêntico nem com governantes nem com governados; não é nem um homem nem uma comunidade, mas um ser invisível conhecido como uma corporação.

“De um modo geral, a ameaça ao estado não vem nem de indivíduos ou de grupos do tipo que exerce as funções de governo em várias comunidades em diferentes épocas e lugares antes de 1648. Em vez disso, vem de outras corporações: em outras palavras, de tais “homens artificiais”, na medida em que compartilham a sua própria natureza, mas diferem dela tanto no que diz respeito ao seu controle sobre o território como no exercício da soberania. Algumas das empresas em questão são de natureza territorial, mas a maioria não é. Algumas são regionais e maiores do que os Estados, outras menores e meramente locais. Algumas são intergovernamentais, outras não-governamentais. Algumas são essencialmente políticas por natureza, outras dedicadas a diferentes fins, como ganhar dinheiro, proteger o meio ambiente, espalhar alguma mensagem religiosa ou propagar alguma causa especial que pode variar de reduzir a poluição até os direitos dos animais. [Embora] todas tenham em comum que estão mais sintonizadas com a tecnologia moderna, comunicação e transporte, em particular, que o Estado. Como resultado, algumas são capazes de ficarem muito mais ricas do que a maioria dos Estados; ou assumir algumas das funções deste último; ou fugir ao controle, estabelecendo colônias e movendo seus recursos para fora de suas fronteiras; ou influenciar as opiniões dos seus cidadãos mais do que os governos podem; ou (como no caso de numerosos guerrilheiros e organizações terroristas) resistir com sucesso de arma em punho; ou, não raramente, uma combinação de todas essas coisas”.

Meu Comentário: Todo desenvolvimento humano leva à extinção do Estado e o estabelecimento de um sistema social unificado e global

O Mundo Está Cansado Da Democracia

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do The Economist): “A fé na democracia se inflama em momentos de triunfo, como na derrubada de regimes impopulares no Cairo ou Kiev, apenas para falhar novamente. Fora do Ocidente, a democracia muitas vezes só avança para entrar em colapso. No Ocidente, a democracia muitas vezes se associa com dívida e perturbação em casa e fracasso no exterior.

“Ajustar-se para tempos difíceis será ainda mais difícil por um cinismo crescente para com a política. Fliliação partidária está em declínio em todo o mundo desenvolvido: apenas 1% dos britânicos são agora membros de partidos políticos, em comparação com 20% em 1950. A afluência às urnas também está caindo: um estudo de 49 democracias descobriu que ela diminuiu 10 pontos percentuais entre 1980-84 e 2007-13. Uma pesquisa em sete países europeus em 2012, descobriu que mais da metade dos eleitores ‘não tinha qualquer confiança no governo’. A pesquisa de opinião YouGov dos eleitores britânicos no mesmo ano descobriu que 62% dos entrevistados concordaram que “os políticos mentem o tempo todo”.

“Muitos chineses estão dispostos a apoiar seu sistema, se ele oferecer crescimento. A Pesquisa Pew de Atitudes Globais 2013 mostrou que 85% dos chineses estavam “muito satisfeitos” com a direção de seu país, em comparação com 31% dos norte-americanos.

” Wang Jisi, também da Universidade de Pequim, observou que “muitos países em desenvolvimento que introduziram os valores e sistemas políticos ocidentais estão experimentando desordem e caos” e que a China oferece um modelo alternativo”.

Meu Comentário: Os estágios egoístas do desenvolvimento humano passaram por cinco fases de desenvolvimento evolutivo e se esgotaram no início do século XXI, e agora empurram a humanidade para a nova etapa, o altruísmo, ou seja, eles precisam ser substituídos pelo novos estágios de desenvolvimento, pelas cinco fases da qualidade de doação e amor.

A consciência da necessidade desse aumento é problemática porque pressupõe a necessidade de se admitir abaixo da natureza, a obedecer a sua integralidade e globalidade, e saber como chegar à equivalência com ela (adesão com ela).

Como O Chamado, Também O Eco

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como a força de unidade na Europa vai nos ajudar a alcançar o nosso próximo nível na Convenção dos Estados Unidos?

Resposta: A Europa e os EUA têm uma forte influência mútua. Mas o fato é que a crise nos Estados Unidos é sentida muito menos; há uma possibilidade de passar por cima dela lá. Nos Estados Unidos, há um governo, um poder, não há necessidade de negociar nada com ninguém. Eles podem fazer o que querem e pronto. Eles decidiram imprimir centenas de bilhões de dólares a mais e o imprimiram. A impressão está agindo.

Na Europa, é muito mais difícil, porque requer a coordenação entre todos os países. É por isso que a crise é sentida muito mais lá. Se a Europa tivesse se unido, poderia ter lidado facilmente com a crise. Primeiro, a crise teria diminuído rapidamente, porque os cidadãos da UE se uniram acima do seu egoísmo. Em geral, a Europa é a Babilônia de hoje.

Mas, além disso, eles começariam a adotar uma solução única e poderiam fazer o mesmo que os norte-americanos. Toda a crise se espalhou apenas porque a Europa está dividida. Uma parte da Europa, desde Bruxelas, dita para a outra parte da Europa: e a outra parte não quer isso; em Nicósia, Chipre, o Parlamento se recusou a aceitar as suas decisões.

Que tipo de união é essa? Eles terão que se unir verdadeiramente ou desintegrar.

Nos EUA, a condição é melhor do ponto de vista de que eles simplesmente decidiram: “Nós não temos nenhuma crise”. Eles determinaram isso e vivem como se nada tivesse acontecido. Mas depois, é claro, tudo vai “entrar em colapso”.

Da Convenção Europeia na Alemanha 24/03/13, Lição 6

A Crise Não Afeta A Corrida Armamentista

Dr. Michael LaitmanNas notícias (da Lettera): “As despesas estão sendo cortadas em tudo (saúde, educação escolar, assistência social), mas não nas necessidades militares. A crise pede a redução de gastos militares; além disso, é possível unir forças para cortar custos.

“Mas nenhum país vai reduzir os gastos militares, mesmo quando não houver medicamentos em hospitais ou fornecimento de sangue para transfusões. A UE paga o salário dos membros das forças armadas, cujo número é três vezes maior do que nos EUA – $ 360 bilhões por ano. O gasto militar dos EUA é de 711 bilhões dólares.

“A criação de um exército europeu unificado permitiria poupar mais de 100 bilhões de euros, mas a indústria militar é uma das mais corruptas; cada ano, US $20 bilhões são gastos em subornos. Se os líderes da UE mostrassem rigidez em relação à indústria militar, os eleitores não teriam votado contra uma Europa unificada”.

Meu comentário: Tudo está ligado a um problema: o nosso egoísmo. Ele deve ser corrigido em sua raiz, em vez de perder tempo com investigações, porque as cabeças da Hidra sempre crescem em novos lugares! Há apenas um remédio contra o egoísmo: a força de doação, que pode ser atraída através de workshops integrais. Você pode experimentá-la e ter certeza!

Chipre Muda As Regras Do Jogo

Dr. Michael LaitmanOpinião (Lars Seier Christensen, CEO do SAXO Bank): “É difícil descrever de outra forma o pacote de socorro do fim de semana ao Chipre. O confisco de 6,75% do dinheiro dos pequenos depositantes e 9,9 por cento dos fundos dos grandes depositantes é sem precedência na forma como posso pensar numa sociedade supostamente civilizada e democrática. Mas talvez a União Europeia (UE) não seja mais uma democracia civilizada?…

“Os depositantes em outros países com potencial insolvência devem estar apavorados: será que é seguro manter o dinheiro num banco Italiano, Espanhol ou Grego? Eu não sei, deve ser a resposta. …

“Este é um GRANDE divisor de águas, e a chuva radioativa estará conosco por um longo tempo. Eu acredito que esse pode ser o começo do fim para a zona do Euro pois este é um inacreditável golpe na já abalada confiança que possa ter restado entre os investidores. Falo de um possível gol contra.

“A reação do mercado? Deve ser muito bom para ouro, e para paises seguros como Suíça, Cingapura e países economicamente saudáveis que não pertencem à Zona do Euro, como, por exemplo, da Escandinávia. Eu acho que o EURO e os mercados associados serão prejudicados pela crescente falta de confiança, quando todas as implicações se tornarem claras para os investidores.

“Isso é socialismo completo, e eu ainda não consigo acreditar que isso realmente aconteceu.

“Tenham cuidado aí…”.

Meu comentário: Nós estamos sendo forçados a mudar todas as regras, depois o próprio jogo, e depois os jogadores; ou seja, isso vai obrigar as pessoas a corrigir a sua natureza, porque elas se convencerão de que não há nenhuma outra saída.

Um Cidadão Global É Uma Necessidade

Dr. Michael LaitmanOpinião (Dani Rodrik, professor de Economia Política Internacional na Kennedy School of Government da Universidade de Harvard e um dos principais estudiosos da globalização e do desenvolvimento econômico): “Nada põe mais em perigo a globalização do que o abismo do déficit do governo – a perigosa disparidade entre a responsabilidade política no âmbito nacional e a natureza global dos mercados de bens, capitais e outros serviços – que se abriu nas últimas décadas. Quando os mercados transcendem a regulamentação nacional, como a atual globalização das finanças, o resultado é a falha, instabilidade e crise do mercado. Mas empurrar mecanismos reguladores em burocracias supranacionais, como a Organização Mundial do Comércio ou a Comissão Europeia, pode resultar num déficit democrático e uma perda de legitimidade.

“Como pode ser diminuído este déficit do governo? Uma opção é restabelecer o controle democrático nacional sobre os mercados globais. Isto é difícil e cheira a protecionismo, mas é impossível e necessariamente inimigo da globalização saudável. Como defendo no meu livro “O Paradoxo da Globalização”, ampliar o escopo para que governos nacionais mantenham a diversidade regulatória e reconstruam desgastados negócios sociais melhoraria o funcionamento da economia global. …

“Mas o problema não é apenas que essas instituições globais permanecem fracas. Também é que elas são organismos intergovernamentais: um conjunto de Estados membros, em vez de agentes de cidadãos globais. Porque a sua responsabilidade para com o eleitorado nacional é indireta e incerta, não gera a fidelidade política – e, portanto, legitimidade – que as instituições verdadeiramente representativas exigem. Na verdade, as dificuldades da União Europeia revelaram os limites da política transnacional de construção da comunidade, mesmo entre um conjunto relativamente limitado e similar de países.

“Em última instância, a responsabilidade é dos parlamentos e executivos nacionais. Durante a crise financeira, foram os governos nacionais que socorreram os bancos e empresas, recapitalizaram o sistema financeiro, garantiram as dívidas, reduziram a liquidez, prepararam a bomba fiscal, e pagaram os cheques do desemprego e previdência social – e assumiram a culpa por tudo o que deu errado. Nas palavras memoráveis ​​do Chefe do Banco da Inglaterra, Mervyn King, os bancos globais são ‘internacionais na vida, mas nacionais na morte”.

“Mas talvez exista outro caminho, um que aceite a autoridade dos governos nacionais, mas vise reorientar os interesses nacionais num sentido mais global. Progredir ao longo de um caminho requer cidadãos “nacionais” que comecem a se ver cada vez mais como ‘cidadãos globais’, com interesses que se estendem para além das fronteiras de seus Estados”.

Meu Comentário: Visto que os governos nacionais dependem de seus cidadãos, a educação integral vai levar a uma compreensão da conexão global e da responsabilidade, pressionando os governos nacionais.