Textos na Categoria 'Novas Publicações'

Meus Artigos Na Mídia, Dezembro 2018

Em Inglês:

Medium:

“Why the European Union Needs a Good Marriage Counselor“

“Brexit may never happen“

“‘European spring’ scenario could spread like wildfire“

“2019 Global Analysis: How to Swing Back to Balance“

“Jewish Innovation: Discarding our ‘Dirty Laundry’“

“Millennials: Redefining the Rules of the Economy“

BlogActiv:

“Why the European Union Needs a Good Marriage Counselor“

“Brexit may never happen“

“‘European spring” scenario could spread like wildfire“

“A Jewish Thought Network: The Most Powerful Weapon to Combat Anti-Semitism“

“2019 Global Analysis: How to Swing Back to Balance“

Newsmax:

“Hanukkah Universally Illuminates Our Lives“

The Times of Israel:

“How to Redirect the Anti-Semitism That Surfaced in Yellow Vest Protests“

“A Jewish Thought Network: The Most Powerful Weapon to Combat Anti-Semitism“

“Hanukkah: Setting Aside One Week for Life Transformation“

“The Nation of Israel Is the Only Nation with No Biological Root“

“Jewish Innovation: Discarding our ‘Dirty Laundry’“

Thrive Global:

“Hanukkah: Setting Aside One Week for Life Transformation“

“A Jewish Thought Network: The Most Powerful Weapon to Combat Anti-Semitism“

“What is the authentic source of happiness?“

Breaking Israel News:

“The Ten Lost Tribes and Who Is A Jew?“

“Hebrew Language Day: An Opportunity to Learn About the Code of Love“

JewishBoston:

“The Ten Lost Tribes and Who Is a Jew?“

“Hanukkah: Illuminating Our Lives“

“The Nation of Israel Has No Biological Root“

“Hebrew Language Day“

Pittsburgh Jewish Chronicle:

“Tree of Life massacre a call to unity“

Linkedin Article:

“Hanukkah: Setting Aside One Week for Life Transformation“

“2019 Global Analysis: How to Swing Back to Balance“

“Jewish Innovation: Discarding our ‘Dirty Laundry’“

“Hebrew Language Day: An Opportunity to Learn About the Code of Love“

Em Alemão:

BlogActiv:

“Zum Antisemitismus der Proteste der gelben Westen“

“Die EU braucht einen guten Eheberater“

“Jüngere Menschen sind heute weniger sexuell aktiv. Warum?“

“Die 8 Milliarden Weltbürger tragen einen Keim des Antisemitismus in sich“

“Das Netzwerk der menschlichen Verbindung zum Guten wenden“

“Szenario des “Europäischen Frühlings” könnte sich wie ein Lauffeuer ausbreiten“

“Ein jüdisches Gedankennetzwerk: Die mächtigste Waffe zur Bekämpfung des Antisemitismus“

Huffington Post Germany:

“Vereinter Marsch der Eltern in Europa“

Em Francês:

Alliance:

“L’inquiétude des hommes les plus riches au monde“

AgoraVox:

“2018 se termine dans l’incertitude, que nous réserve 2019?“

The Times of Israel:

“Les adieux à la vieille Europe“

Em Espanhol:

BlogActiv:

“Jánuca: una semana de pausa para transformar la vida“

“Las diez tribus perdidas y ¿quién es judío?“

“¿Cuál es la verdadera fuente de la felicidad?“

“¿Por qué la Unión Europea requiere un buen consejero matrimonial“

“La sabiduría judía y el próximo Renacimiento en Europa“

“No solo de pan vivirá el hombre“

“Activando la red de conexión humana hacia el bien“

“Millennials: Redefiniendo las reglas de la economía“

“Idioma hebreo: aprender sobre la clave del amor“

“Análisis global de 2019: cómo balancearnos y volver al equilibrio“

Huffington Post Spain:

“¿Por qué la Unión Europea requiere un buen consejero matrimonial?” 

“O Que 2019 Reserva Aos Judeus?” (Times Of Israel)


O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “O Que 2019 Reserva Aos Judeus?”

2018 foi um bom ano para os judeus. Essa afirmação pode parecer contradizer os fatos à luz do antissemitismo desenfreado que explodiu basicamente em todos os cantos do mundo, mas a emergência do mal pode ser transformada em uma oportunidade de consertar o que está quebrado, ser vista como um despertar para construir um cenário completamente novo e um futuro mais promissor para todos. No entanto, esse resultado depende unicamente de nós, os judeus.

Em outubro, os Estados Unidos sofreram o ataque mais mortal contra uma comunidade judaica na história dos EUA na sinagoga Tree of Life (Árvore da Vida), na tranquila Pittsburgh. Em outras cidades americanas, como Nova Iorque, a polícia relatou mais crimes de ódio contra os judeus do que contra todos os outros grupos-alvo combinados. Dos 352 crimes de ódio relatados durante o ano passado pelas autoridades, 183 foram considerados incidentes antissemitas, incluindo ataques físicos não provocados e vandalismo contra locais de culto judaicos.

Na Europa, uma extensa pesquisa da CNN revelou o que sabíamos, mas nem todos queriam admitir, que o antissemitismo na Europa continua inextricável: é profundamente enraizado e difundido. A pesquisa da CNN entrevistou mais de 7.000 pessoas na Áustria, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Polônia e Suécia. Aproximadamente 1 em 4 disse que os judeus têm muita influência nos negócios e finanças, na mídia e em conflitos e guerras ao redor do mundo.

O fanatismo contra os judeus muitas vezes se transforma em ameaças e ações. No ano passado, vestir kipá em Paris ou Berlim, entre outras cidades europeias, já não parecia seguro. Alguns judeus se sentiram compelidos a parar de usá-los para evitar possíveis ataques. As comunidades judaicas no Velho Continente expressaram medo de ataques físicos, de acordo com um estudo recente conduzido pela União Europeia. A pesquisa também destacou o fato de que os sentimentos de ódio contra os judeus alcançaram um recorde em toda a região.

O antissemitismo exposto em 2018 pode ser comparado a uma consulta médica em que se recebe um diagnóstico desconfortável, mas completamente tratável. Ninguém fica feliz em descobrir uma doença, mas sem o diagnóstico, não pode haver tratamento para a doença. Portanto, uma avaliação precisa é o início de uma cura, possibilitando o tratamento que abre a porta para a saúde total.

Assim, vamos usar o diagnóstico de antissemitismo intratável para melhorar o prognóstico para 2019, aprofundando o assunto. Qual é a razão da animosidade do mundo em relação aos judeus?

A sabedoria da Cabalá explica o antissemitismo como um sintoma de um problema mais profundo: a falta de unidade entre o povo judeu. Como Rav Yehuda Ashlag escreveu em seu artigo “A Nação”:

“É claro que o imenso esforço exigido de nós na estrada acidentada à frente requer uma unidade tão forte e sólida como o aço, de todas as facções da nação, sem exceção. Se não saímos com fileiras unidas para as poderosas forças que estão no nosso caminho, estamos condenados antes mesmo de começarmos.

O dever do povo judeu e sua razão de existir é ser uma luz para as nações, para influenciar o mundo através da sabedoria e da unidade, não pelo poder. Quando nós, judeus, evitamos essa tarefa, o mundo sente que os impedimos de alcançar a plenitude e a realização, que se manifesta como antissemitismo irracional e cruel para nos pressionar a fim de cumprir nossa missão.

Como Rav Moshe Chaim Lozzatto (Ramchal) escreveu em Ensaios dos Princípios:

“Você deveria saber… que a Criação como um todo não será completada até que toda a nação escolhida seja organizada na ordem certa, completada em todas as suas decorações, com a Shechinah [Divindade] aderida a ela. Consequentemente, o mundo alcançará o estado completo … Devemos chegar a um estado em que a nação seja totalmente complementada em todas as condições exigidas, e toda a Criação receba sua inteireza, e o mundo será estabelecido permanentemente no estado corrigido.”

Agora que identificamos a causa raiz do antissemitismo, cabe a nós transformar 2019 em um ano de restauração para a nação judaica em uma unidade inteira e amalgamada. Tal restauração unificadora é capaz de criar um campo magnético que possa atrair a força positiva da natureza e irradiá-la para o mundo inteiro. Tal ato é capaz de trazer tranquilidade e felicidade entre o povo judeu, que se espalharia para a humanidade e retornaria novamente para nós. É minha esperança que consigamos realizar esse autoexame e avançarmos na direção de realizar nosso papel no mundo ao longo de 2019.

Meus Artigos Na Mídia, Novembro 2018

Em Inglês:

Medium:

“How to Tackle Stress in a World With the Highest Stress Ever”
“Understanding the Midterm Elections from a Global Perspective”
“United March of the Parents of Europe”
“Canadian Prime Minister Trudeau’s Apology to German Jews Comes at Height of Anti-Semitism in U.S. and Canada”
“I Too Have A Dream… A World Free of Anti-Semitism”
“Younger people are less sexually active today. Why is that?”
“Fitness in the 21st Century: The Birth of a New Religion”
“Jewish Wisdom and the Next Renaissance in Europe“

BlogActiv:

“Understanding the Midterm Elections from a Global Perspective”
“United March of the Parents of Europe“
“The UN Partition Plan and the Rebirth of Israel: Where Are We Now?”
“Jewish Wisdom and the Next Renaissance in Europe“

Newsmax:

“Understanding the Midterm Elections From a Global Perspective”
“To Thoughtfully Govern Leaders Must Rediscover the Family“

The Times of Israel:

“Sharp rise in anti-Semitism on “Kristallnacht” 80th Anniversary”
“Jews vs. Jews, Who Needs Anti-Semites? What the Pittsburgh Killings Uncovered”
“Why Israel Must Fight on Two Fronts”
“I Too Have a Dream… A World Free of Anti-Semitism”
“World’s 8 Billion Citizens Possess Seed of anti-Semitism”
“The UN Partition Plan and the Rebirth of Israel: Where Are We Now?”
“Jewish Wisdom and the Next Renaissance in Europe“

Thrive Global:

“Activating the network of human connection for good”
“The Secret to Freeing Yourself from the Shackles of Time”
“Fitness in the 21st Century: The Birth of a New Religion“

JewishBoston:

“Jews vs. Jews: Who Needs Anti-Semites?”
“Rise in Anti-Semitism on “Kristallnacht” Anniversary“

Linkedin:

“How to Tackle Stress in a World With the Highest Stress Ever”
“Understanding the Midterm Elections from a Global Perspective”
“Jews vs. Jews, Who Needs Anti-Semites? What the Pittsburgh Killings Uncovered”
“United March of the Parents of Europe”
“I Too Have A Dream… A World Free of Anti-Semitism”
“Why Israel Must Fight on Two Fronts”
“The UN Partition Plan and the Rebirth of Israel: Where Are We Now?”
“Jewish Wisdom and the Next Renaissance in Europe”
“Fitness in the 21st Century: The Birth of a New Religion“

Basic Income Earth Network:

“Basic income should join forces with a “social network” revolution“

Em Alemão:

BlogActiv:

“Baum des Lebens Synagoge in Pittsburgh – ein Aufruf zur Einheit“

Em Francês:

BlogActiv:

“Mieux vaut tard que jamais: Le premier ministre canadien présente ses excuses aux juifs refoulés en 1939”
“80e anniversaire de la ‘Nuit de Cristal’: En avons-nous vraiment tiré les leçons?“

The Times of Israel:

“Israël doit toujours se battre sur deux fronts“

Em Espanhol:

Huffington Post Spain:

“Cómo puede la conexión humana ayudar a aliviar la ansiedad y el miedo”
“Fuerte aumento del antisemitismo en el 80 aniversario de ‘Kristallnacht’“

BlogActiv:

“Entendiendo las elecciones legislativas de EEUU desde una perspectiva global”
“Profunda polarización política y social mientras gobiernan líderes sin hijos”
“Fuerte aumento del antisemitismo en el 80 aniversario de ‘Kristallnacht‘”
“La historia del barco de Saint Louis nos recuerda en qué dirección debemos navegar”
“¿Por qué Israel debe luchar en dos frentes?”
“Yo también tengo un sueño…. Un mundo sin antisemitismo”
“Fundación del Estado de Israel, ¿qué hemos aprendido?“

Em Italiano:

Huffington Post Italy:

“Affrontare lo stress in un mondo con i livelli di stress più alti di sempre“

Il Blog Di Beppe Grillo:

“Reddito universale per una società migliore“

“Dia Da Língua Hebraica: Uma Oportunidade Para Aprender Sobre O Código Do Amor” (Breaking Israel News)


O maior portal, Breaking Israel News, publicou meu novo artigo: “Dia Da Língua Hebraica: Uma Oportunidade Para Aprender Sobre O Código Do Amor”:

Nós temos a sorte de viver em uma época em que podemos falar hebraico livremente. Eu só comecei a aprender hebraico quando me mudei para a Lituânia no início dos anos 1970, enquanto estava a caminho de Israel. Até então, eu só conhecia o idioma hebraico um pouco, através do meu avô que lia a Gemara e rezava de um siddur (livro de orações judaico). Se você tivesse perguntado a ele sobre o significado das palavras hebraicas, ele teria respondido a você em iídiche, assim como todos os idosos que viviam em Vitebsk, minha cidade natal. Nossos pais foram proibidos de falar hebraico por completo. Eles falavam principalmente russo e ocasionalmente iídiche.

Celebrando O Nascimento De Uma Língua Especial

A língua hebraica é um fenômeno único. É a expressão de relacionamentos de amor e ódio.

Após a destruição do Segundo Templo, que foi destruído como resultado do ódio infundado, o hebraico quase desapareceu completamente como língua falada pelos judeus. Do século II d.C. até o início do século XX, a grande maioria dos judeus falava as línguas locais das regiões em que viviam. No entanto, eles aprendiam a ler e escrever o hebraico básico para que pudessem orar e ler os livros sagrados, assim como meu avô em Vitebsk.

‘Dia Da Língua Hebraica’ Marca O Renascimento

Eliezer Ben-Yehuda, cujo aniversário é celebrado no Dia da Língua Hebraica, e em honra de quem este dia é celebrado – foi o homem que reviveu a língua hebraica. Mas quando revisamos de uma perspectiva mais profunda e abrangente, a razão pela qual nós voltamos a falar a língua hebraica todos os dias é que o povo de Israel está gradualmente retornando às suas raízes espirituais: ser um como um homem com um coração, dando exemplo de unidade para todos os povos, e assim tornar-se uma “Luz para as nações”.

O renascimento da língua hebraica é a primeira expressão da cola que une o povo de Israel. Apesar de ainda não estarmos cumprindo nosso propósito, estamos a caminho disso.

O Hebraico Fornece O Código Para A Conexão Espiritual

De acordo com a sabedoria da Cabalá, o hebraico não é uma língua como todas as outras línguas. As vinte e duas letras das letras hebraicas são, na verdade, vinte e dois símbolos-código. Os Cabalistas usam esses símbolos-código para descrever o processo de descobrir a conexão com a realidade espiritual.

Os Cabalistas se referem à própria espiritualidade como “uma luz abstrata” que não tem forma ou forma, e a primeira sensação que a pessoa sente ao entrar na realidade espiritual é chamada de “um ponto preto na luz branca”. Esse pequeno ponto é a raiz da alma da pessoa.

Através do amor ao próximo, o pequeno ponto preto recebe desejos adicionais e se desenvolve em um vaso espiritual que chamamos de “alma”. À medida que a alma cresce e se desenvolve através do amor ao próximo, ela pode ser preenchida com maior luz espiritual.

Cada letra em hebraico tem uma forma única, composta de linhas horizontais e verticais. As linhas horizontais expressam a intensidade do amor e da doação da alma. As linhas verticais expressam as luzes que preenchem a alma. Assim, as vinte e duas formas das letras hebraicas expressam vinte e duas maneiras pelas quais a alma é preenchida com a luz do amor ao próximo. E quando as letras se unem para criar palavras e frases, a língua hebraica surge.

A Missão Espiritual dos Oradores Hebraicos

Hoje, a conexão com a realidade espiritual através do amor ao próximo tem que acontecer elevando-se acima do ego humano que tem inflado ao longo de milênios. Embora os judeus tenham se reunido dos quatro cantos do mundo e voltado a falar o hebraico novamente, a Cabalá explica que o verdadeiro renascimento da língua hebraica é o renascimento da alma.

O próximo estágio para o povo judeu não é apenas falar a língua hebraica, mas falar a partir da alma. Em outras palavras, desenvolver novamente a qualidade de doação e amor, receber luz na alma e, assim, falar hebraico de coração a coração.

“Inovação Judaica: Descartando Nossa ‘Roupa Suja’” (The Times Of Israel)


O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “Inovação Judaica: Descartando Nossa ‘Roupa Suja‘”:

Bilhões de pessoas desfrutam de novas tecnologias, enquanto poucos são os inovadores que comandam e desenvolvem as invenções que mudam a maneira como vivemos. Consideremos por um momento o impacto de um simples avanço tecnológico de Henry Sidgier em 1782 com sua inovadora lavadora de roupas: por quantos séculos as mulheres foram escravizadas nas margens dos rios, batendo na lavanderia em pedras para fornecer roupas limpas às famílias? Da mesma forma, a humanidade ainda não reconhece que escraviza tão duramente como a lavadeira de alguns séculos atrás, sem saber que já existe uma invenção que economiza trabalho e que mudaria tudo sobre o estilo de vida que desenvolvemos ao longo do século passado.

Hoje, basta colocar alguns itens sujos em uma máquina, pressionar um botão e relaxar com uma xícara de café para ter roupas mais limpas, de forma mais rápida, praticamente sem esforço físico. Acredite ou não, não precisamos nos tornar mestres inventores para transformar para sempre a maneira como interagimos uns com os outros e administramos nosso mundo. A invenção já foi projetada e aperfeiçoada. A questão é saber se já nos desanimamos o suficiente com nossos sistemas ultrapassados ​​para finalmente encontrar a inovação que pode abrir as portas para um novo modo de vida.

Infelizmente, a humanidade está apenas agora começando a reconhecer a corrida interminável que corre. Nossa inclinação egoísta inata para construir e desenvolver floresceu nos últimos 70 anos, e estabelecemos todos os tipos de sistemas complexos para estruturar nossas vidas. Hoje, não temos nada material e temos tudo em abundância, mas nossas vidas parecem cada vez mais brandas. As taxas crescentes de depressão testemunham a infelicidade de mais e mais pessoas com suas vidas. Uma quantidade cada vez maior de pessoas está se sentindo deprimida e amargurada, preocupada com as ameaças à segurança, incomodada com a educação e o futuro de seus filhos, e também com a sensação de que suas vidas não têm um certo tempero.

Nossa natureza egoísta está crescendo, mas em vez de nos obrigar a nos conectar corretamente – com respeito mútuo e solidariedade – e desfrutar dos frutos de relações harmoniosas, nós nos pisoteamos, procurando nos beneficiar às custas dos outros para nos preenchermos com prazeres temporários. O senso comum nos diz que tal comportamento é insustentável, mas não conseguimos parar. Além disso, nossas relações quebradas, juntamente com nosso ritmo de desenvolvimento exponencialmente acelerado, abrem caminho para conflitos cada vez mais intensos de egoísmo e guerras de sobrevivência entre nós.

Quantas pessoas no mundo conhecem todos os detalhes da construção de uma máquina de lavar roupa? Poucas. Quantas usam uma? Bilhões Da mesma forma que cada um de nós não precisou inventar a máquina de lavar roupa para aproveitar seus benefícios, também não precisamos planejar um sistema intrincado de conexões ideais entre todos os indivíduos do mundo, a fim de desfrutar de uma transformação em nossas relações. Só precisamos reconhecer uma invenção brilhante quando vemos uma e aprender quais botões pressionar para usá-la em nosso benefício.

Os judeus são alguns dos maiores inovadores da história, com mais prêmios Nobel, honrarias e distinções per capita do que qualquer outro povo, mas sem dúvida sua maior invenção ainda precisa ser revelada em nossa geração. É uma inovação que tem potencial para encher a humanidade de felicidade e salvá-la de um grande sofrimento: a sabedoria da Cabalá, que foi feita especificamente para ser revelada e usada em nossa época. No entanto, por mais estranho que pareça, mesmo entre os próprios judeus, poucos estão cientes da poderosa ferramenta que temos ao alcance de nossos dedos.

O há na sabedoria da Cabalá que a torna a maior invenção de todos os tempos? É que a Cabalá é um método que pode conectar as pessoas, mesmo aquelas que se opõem umas às outras. Ela pode guiar qualquer um que deseje transcender seu egoísmo inato e viver em felicidade ideal. Além disso, para que a invenção funcione para nós, não precisamos ser grandes especialistas nem santos. Assim como a maioria das pessoas opera máquinas de lavar sem entender como elas funcionam, o mesmo se aplica à Cabalá. Em última análise, esse método trabalha para nos aproximar e, ao fazer isso, atrai um poder conectivo inerente à natureza, enche nosso mundo de calor, felicidade e confiança e também alivia o sofrimento.

Tornar-se praticantes deste método significa descartar nossa “roupa suja” – o ego que busca se divertir às custas dos outros – moldando uma conexão bem lubrificada com os outros: construindo um laço forte que limpa nossos corações. A sabedoria da Cabalá é derivada da estrutura elementar da própria natureza. A natureza se esforça instintivamente pelo equilíbrio, igualdade e perfeição. Já que somos parte da natureza, ao nos objetarmos a ser como a natureza, entramos em seu fluxo e agimos de acordo com nossas conexões, com igualdade e consideração mútua. A única diferença é que temos que fazer a escolha consciente de usar o método e criar essas conexões positivas entre nós.

“Por Que A União Europeia Precisa De Um Bom Conselheiro Matrimonial?” (Medium)


O Medium publicou meu novo artigo: “Por Que A União Europeia Precisa De Um Bom Conselheiro Matrimonial?”

O casamento aconteceu em 9 de maio de 1950. O ministro das Relações Exteriores da França, Robert Schumann, iniciou um programa para que a França e a Alemanha colaborassem na produção de carvão e aço, recursos importantes para a condução da guerra. Bélgica, Itália, Luxemburgo e Holanda aderiram ao “contrato de casamento” e, seis anos depois, os mesmos países assinaram o Tratado de Roma, criando o que hoje conhecemos como a “União Europeia”.

Em face disso, a conexão foi fortalecida com a declaração de uma moeda comum e o estabelecimento da zona do euro no início de 1999. Assim, os países que haviam massacrado um ao outro em duas guerras mundiais eram agora bons amigos.

A lua de mel era perfeita. Os países com economias em desenvolvimento orientadas para o crescimento, que não eram muito ricos e estabelecidos, desfrutavam da confiança das economias fortes da UE que concordaram em emprestar dinheiro a juros baixos. Mas quando a Grécia começou a tropeçar, o medo de um efeito dominó colocou os países fortes em alerta máximo.

A rica Alemanha, que poderia ter entrado em colapso imediatamente, forneceu um fluxo de caixa junto com o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, e assim a União Europeia resgatou a Grécia e toda a Eurozona de uma crise terrível. O segundo na linha de resgate foi Portugal, seguido por Espanha, Itália e Irlanda – países que receberam a sigla “PIIGS”.

Assim, os primeiros anos do casamento bem-sucedido acabaram. Cada país começou a se preocupar mais com seus próprios interesses, com seus próprios planos, com seu próprio cálculo de se fazer parte da família da UE é lucrativo ou não. De muitas maneiras, o que costumava ser um ativo, agora estava se tornando um fardo perigoso.

Hoje em dia, o alarme mais alto ecoa na Grã-Bretanha. A partida do Reino Unido da UE começou em março de 2017. E hoje, pouco antes de se afastarem, os líderes da UE estão endurecendo suas posições e planejando cobrar somas astronômicas da Grã-Bretanha. Sua animosidade para quem revela sua perda está crescendo. O caso Brexit, no entanto, revela uma verdade mais importante: a UE está atualmente dividida, quebrada e não aguentará por muito tempo.

A UE de hoje precisa de um bom conselheiro matrimonial. Alguém que explique aos líderes europeus e seus cidadãos que a conexão entre as economias começa na conexão entre as pessoas. Quando duas pessoas se casam apenas devido à conveniência econômica, é uma questão de tempo até que percebam que o casamento está fadado ao fracasso. O mesmo se aplica à Europa e é isso que os europeus devem reconhecer hoje.

O primeiro passo é evitar que os membros da família se encontrem em um processo de divórcio ruim, que cause grandes prejuízos financeiros e emocionais a todos e possa até levar à violência. Em vez disso, os europeus devem ser lembrados da natureza do ego humano que reside neles, como acontece em todo ser humano. Seja no nível individual ou nacional, quando o ego humano irrompe entre as pessoas, ele gera divisão, hostilidade e ódio. E quando isso acontece, nenhum acordo perdurará.

O conceito da União Europeia foi uma boa ideia em teoria, mas para que funcione na prática, é obrigatório entender como as leis da natureza operam no nível humano.

Como a sabedoria da Cabalá explica, o crescimento do ego humano é esperado quando as pessoas tentam se conectar e formar alguns laços entre si. É um processo natural que está acontecendo para que os seres humanos elevem seu nível de conexão.

A UE deveria criar um conselho de emergência para educar todos os cidadãos e elaborar um plano em todo o continente para a formação de relações humanas equilibradas, atenciosas e positivas entre todas as pessoas, tal como numa família gigante com 500 milhões de cidadãos. Isso exigirá a participação ativa e contínua de todos os europeus e o envolvimento de espaços políticos, canais de mídia, universidades e locais de trabalho.

Se os europeus aprenderem a fortalecer sua conexão acima do ego crescente, sem apagar a singularidade de cada nação, serão capazes de salvar seu casamento fracassado.

“Como Redirecionar O Antissemitismo Que Emergiu Nos Protestos Dos Coletes Amarelos” (The Times of Israel)


O The Times of Israel publicou meu novo artigo: “Como Redirecionar O Antissemitismo Que Emergiu Nos Protestos Dos Coletes Amarelos”

O que começou como um movimento contra o aumento do imposto sobre o combustível alimentou rapidamente a já inflamado antissemitismo francês. “Macron é uma prostituta dos judeus – uma marionete”, slogans sobre sinais declarados e manifestantes cantando nas ruas. A oposição ao presidente Emmanuel Macron por ativistas apelidados de “coletes amarelos” abalou o país nas últimas semanas.

Quando as coisas dão errado, quem é o culpado? Claro, os judeus. Embora a turbulência social e o alvoroço pudessem ter sido interrompidos temporariamente pelas concessões oferecidas pelo governo francês, os protestos trouxeram à tona sentimentos antissemitas profundamente arraigados que se espalharam pelas mídias sociais. Vídeos que afirmam que “o verdadeiro inimigo são os judeus” circulam na web, em vídeos que consideram os judeus “responsáveis ​​pela redução de impostos sobre os ricos e por toda a situação financeira”.

Como é possível que, em um protesto contra as medidas econômicas e a erosão do padrão de vida na França, os judeus tenham se tornado um ponto focal para expressões do ódio e antissemitismo dos manifestantes? Independentemente dos distúrbios, de acordo com uma recente pesquisa da União Europeia, aproximadamente 95% dos judeus franceses estão “muito preocupados” com o antissemitismo em seu país. A grande questão é: o que faz com que manifestantes, ativistas sociais e muitas celebridades francesas transformem os judeus franceses em seu saco de pancadas?

A resposta a essa pergunta problemática vem dos nossos sábios no Talmude. Como está escrito: “Nenhuma calamidade vem ao mundo a não ser para Israel” (Talmud Bavli, Yevamot). “Isto significa, como está escrito nas correções acima, que eles [o povo de Israel] causam pobreza, ruína, roubo, assassinato e destruição em todo o mundo” (Rav Yehuda Ashlag [Baal HaSulam],“Introdução ao Livro do Zohar”).

O fator determinante na equação é o sofrimento que uma pessoa ou uma nação inteira sente. Se a dor é tolerável, há maneiras de lidar com isso. No entanto, se a dor aumenta além dos limites sustentáveis, as massas tomam as ruas para demonstrar. Quando o sofrimento vai além de todos os limites de resistência, uma sensação ardente de ódio começa a crescer, tornando-se fortemente focalizada e venenosamente dirigida contra os judeus. Aos olhos das nações do mundo, o povo judeu é visto como manipuladores gananciosos que merecem um destino sombrio.

À luz do ambiente atual na França, há uma sensação de incerteza dentro da comunidade judaica sobre a melhor forma de responder. Como já foi anunciado, algumas sinagogas e centros comunitários serão fechados temporariamente como medida de segurança, e famílias inteiras estão pensando em emigrar para Israel. No entanto, nada disso resolverá a situação. Também não importa se os manifestantes franceses recebessem da Macron todos os fundos do mundo, incluindo férias na Riviera Francesa, o ódio permaneceria em seus corações para sempre. Talvez por um tempo possamos diminuir as chamas do ódio, mas será apenas uma questão de tempo até que a próxima conflagração exploda. Evidência disso pode ser vista no fato de que os ricos da França não carecem de meios e, no entanto, muitos deles são claramente inimigos dos judeus.

O Baal HaSulam esclarece o fenômeno: “É um fato que Israel é odiado por todas as nações, seja por razões religiosas, raciais, capitalistas, comunistas ou cosmopolitas, etc. É assim porque o ódio precede todas as razões, e cada uma delas meramente resolve sua aversão de acordo com sua própria psicologia ”(Escritos da Última Geração).

Esse ódio é, na verdade, a expressão de uma força poderosa dentro da natureza, que devemos entender. De acordo com a sabedoria da Cabalá, duas forças opostas operam toda a nossa realidade: positiva e negativa, o poder de dar e o poder de receber, o poder de conexão e o poder de separação. Nos seres humanos, essas forças são o egoísmo e o altruísmo.

A força negativa mencionada acima cresce constantemente em nós e, quando ela tem a permissão de eclodir sem inibições, manifesta-se como amor-próprio excessivo, que separa os seres humanos e desperta o ódio pelo outro. A única força que pode restringir e usar essa natureza egoísta sem cancelá-la é a força positiva da natureza – uma força que pode nos elevar de todas as nossas divisões e contradições em um sistema bem lubrificado que opera harmoniosamente.

De onde vem essa força positiva crucial? Onde podemos encontrá-la? Ela pode ser encontrada entre os próprios judeus.

“A nação israelense”, escreveu Baal HaSulam no artigo “O Arvut”, “foi construída como uma espécie de portal pelo qual as centelhas de pureza brilhariam sobre toda a raça humana em todo o mundo… até que se desenvolvam de tal forma que possam entender o prazer e a tranquilidade que se encontram no cerne do amor ao próximo”. Toda a raça humana existe na rede que contém toda a realidade como um sistema no qual todas as suas partes dependem umas das outras. Quando os judeus se aproximam uns dos outros, eles servem como um “canal” através do qual uma força positiva e unificadora flui para o mundo. Esta força de harmonização tem a capacidade de se espalhar por toda a rede. Em suma, esta força operada pelos judeus se tornará “uma luz para as nações”.

Por outro lado, quando o mundo não sente essa força unificadora, as pessoas afundam na força divisora. O poder negativo criado entre eles é inconscientemente sentido e associado aos judeus. Como o poder de conexão dos judeus permanece adormecido e selado, e eles são egoístas, as nações do mundo – e, no caso presente, a nação francesa – sentem instintivamente que os judeus são culpados de todo o mal e gritam que “o verdadeiro inimigo são os judeus”.

Por que estamos vendo esse fenômeno agora entre o povo francês? Porque eles são altamente desenvolvidos. Em outras palavras, a força negativa do interesse próprio opera neles mais intensamente, e é isso que os motiva a sair às ruas exigindo mudanças, todo o tempo com um desejo oculto de realização que essa mudança deve derivar dos judeus. Os protestos dos Coletes Amarelos são apenas uma onda de todo um tsunami de protestos que poderia varrer os povos da Europa e do resto do mundo. Dia a dia testemunhamos a intensificação da força negativa dentro da rede da natureza que leva as pessoas a se comportarem de maneira mais egoísta e se tornarem mais exigentes quanto ao seu futuro. Se deixarmos que esse poder negativo prevaleça, ouviremos relatos mais frequentes de terror extremo, como o ataque mortal em um mercado que aconteceu não por acaso em Estrasburgo, o epicentro do Parlamento Europeu.

Assim, assim como a Revolução Francesa de 1789 anunciava um período de turbulência e mudança de poder na história da França, hoje os franceses poderiam estar destinados a promover uma nova revolução social de unidade e amor, transformando todas as suas energias e fúria para forçar os judeus da França e de outros lugares se a uniram. A força positiva é impressa dentro da memória genética judaica e eles possuem o método testado pelo tempo para conectar toda a humanidade: a sabedoria da Cabalá. Portanto, mesmo um pequeno esforço por parte de todos os povos judeus do mundo para se unirem em amor fraternal, iniciará a força positiva que fluirá e se espalhará pelo mundo, para acalmar todos os ventos de raiva nas ruas e levar um espírito positivo de paz e fraternidade para toda a humanidade.

“Dez Tribos Perdidas” (Breaking Israel News)


O maior portal, Breaking Israel News, publicou meu novo artigo: “Dez Tribos Perdidas”:

A luz penetra pelas janelas de uma pequena cabana de tijolos e ilumina um grupo de homens africanos vestidos de branco. Um fecha os olhos e grita com um forte sotaque hebraico: “Oseh shalom!”

“Aleluia!”, A multidão responde.

Ele canta novamente: “Oseh shalom!”

Todos eles juntos respondem: “Aleluia, estabelecendo a paz em suas alturas”.

Como tal, o povo Igbo reza junto com os sons de saudade em suas vozes pela Terra de Israel.

A tribo Igbo vive na região de Biafra, no sudeste da Nigéria, e é estimada em cerca de 20 milhões. Dezenas de milhares deles se identificam como judeus para todas as intenções e propósitos. Um número significativo da tribo Igbo é judeu observante, pratica a circuncisão, lê a Torá, usa yarmulkes e xales de oração.

Ao longo das gerações, muitas tribos indígenas e grupos étnicos de todos os continentes foram identificados como possíveis descendentes das Dez Tribos Perdidas que foram exiladas após a conquista do Reino de Israel pela Assíria em 722 a.C., e seu destino permanece desconhecido até hoje. A tribo Igbo e outros grupos poderiam fazer parte das Dez Tribos Perdidas de Israel? Como poderíamos determinar quais dentre esses são judeus?

Os símbolos, rituais e costumes podem indicar definitivamente que uma pessoa ou tribo é judia? Para traçar raízes judaicas, historiadores e geneticistas devem intervir, assim como autoridades para deliberar sobre assuntos religiosos? A sabedoria da Cabala vê a resposta para a pergunta: “Quem é judeu?”, de uma perspectiva mais profunda que nos exige olhar para o reino da antiga Babilônia, para o berço da humanidade na época, onde o judaísmo começou.

Cerca de 3800 anos atrás, na Mesopotâmia, que era uma região abundante localizada no Iraque de hoje, a humanidade começou a viver lado a lado em fraternidade com um senso de destino compartilhado, como uma grande família universal. Sem aspirar a grandes conquistas, a sociedade pagã daqueles dias satisfazia os pequenos desejos de seus membros por uma vida pacífica, abrigo e comida básica. Eles estabeleceram uma sociedade agrícola próspera que persistiu imperturbável, como um corpo único.

De repente, a vida mudou na Babilônia. O desejo de receber prazer, o “egoísmo”, naturalmente começou a crescer e se desenvolver, exigindo prazeres cada vez maiores da vida. Egos crescentes começaram a colidir, causando a separação, incitando cada um a ver o outro apenas em termos de seu benefício pessoal, mesmo que isso acontecesse à custa do outro.

Incomodado com a desintegração da sociedade, um sacerdote babilônico chamado Abraão começou a investigar seriamente por que os babilônios pararam de amar um ao outro. No processo de sua exploração, ele descobriu o sistema natural que conecta todas as pessoas sob o gerenciamento de uma única força envolvente: o amor. Ele descobriu que a raiz do ódio humano está no desenvolvimento do ego e no seu desequilíbrio.

Abraão entendeu que, para equilibrar o poder negativo do egoísmo, é necessário despertar essa força positiva de amor e conexão inerente à natureza. Em outras palavras, o esforço comum para construir bons relacionamentos apesar e acima da rejeição egoísta abre um novo espaço espiritual entre as pessoas dentro do qual um sentido de totalidade e harmonia é encontrado. A brilhante descoberta de Abraão e o modo de realizá-la foram compilados como a sabedoria da Cabalá. Animado com a sua descoberta, Abraão embarcou em uma extensa campanha para espalhar a sabedoria entre todos os habitantes da antiga Babilônia.

Como Rambam explicou, dezenas de milhares vieram para a terra de Israel de todas as tribos e clãs, representando todas as 70 nações do mundo, e formaram a base para a construção da nação de Israel. O resto dos antigos habitantes da Babilônia se espalhou por toda a terra e se desenvolveu em aproximadamente 70 nações.

O povo judeu não é um povo como outra nação, fundado nos denominadores comuns da área residencial, relações familiares, origem ou cor. Os seguidores de Abraão eram, em vez disso, um conglomerado de pessoas diferentes cujo único denominador comum era uma base ideológica compartilhada. Este grupo especial seria mais tarde chamado de “Israel”, que vem da frase “Yashar-El” (direto a Deus), ou seja, um desejo dirigido diretamente ao poder que gerencia a realidade.

Desde então e ao longo da história, quem se juntou a Israel com base no mesmo princípio unificador foi muito bem recebido. Francês, italiano, africano, japonês – qualquer indivíduo no mundo – era e poderia ser judeu. A Cabalá explica que o povo judeu não é uma nação como as 70 nações do mundo. O judaísmo é uma ideologia, a atitude de uma pessoa em relação aos outros. Embora os judeus tenham vivido e se casado entre si como um grupo relativamente pequeno ao longo das gerações e adquirido uma forma externa semelhante, quando as Dez Tribos Perdidas forem reveladas, não serão os genes que nos unirão, mas a ideologia. A forma externa das Tribos Perdidas certamente parecerá diferente daqueles que vemos hoje como judeus, mas entre todos eles, será um espírito de solidariedade mútua combinado com o amor de Sião.

O despertar e a manifestação das Dez Tribos Perdidas dependem do despertar dos próprios judeus. À medida que os judeus se tornarem mais e mais conectados, sua unidade será projetada em toda a rede de conexão que une toda a vida e isso fará com que as tribos saiam de seus esconderijos. Ao mesmo tempo, a unidade judaica construirá uma espécie de “útero”, um ambiente capaz de absorver as Dez Tribos Perdidas, para as quais elas nascerão.

Ao ler estas linhas, caro leitor, e se você quiser sentir a única força que opera na criação, o Bnei Baruch, nossa organização mundial que ensina a antiga sabedoria da Cabalá, acolhe calorosamente todos aqueles que anseiam conhecer o sentido da vida através de nossa conexão como uma só família humana.

“Uma Rede De Pensamento Judaico: A Arma Mais Poderosa Para Combater O Antissemitismo” (Thrive Global)


Thrive Global publicou meu novo artigo: “Uma Rede De Pensamento Judaico: A Arma Mais Poderosa Para Combater O Antissemitismo”

O poder do pensamento é tremendamente poderoso e seu escopo de ação está na rede de nossa conexão: somos tão fortes quanto somos unidos e tão fracos quanto somos divididos.

Quando a palavra “judeu” se torna um insulto, há uma razão para se preocupar. Essa é a realidade que uma professora de escola experimenta na Europa de hoje, pois ela precisa esconder sua religião por medo de sua segurança. Uma pesquisa recente realizada pela CNN confirmou que o ódio contra os judeus na Europa nunca desapareceu. Acabou de se transformar em uma ameaça mais evidente. Está em nossas mãos, ou mais precisamente, no poder de nossos pensamentos como povo judeu mudar esta situação, porque os pensamentos têm poderes transformacionais.

A pesquisa da CNN revelou que um em cada cinco europeus justifica o antissemitismo. No entanto, estes são apenas os que admitem isso. O problema não é apenas no solo europeu. É global. Em uma cúpula recente para combater o antissemitismo, o presidente do Congresso Judeu Europeu, Dr. Moshe Kantor, mencionou que “a Europa não tem mais o monopólio do antissemitismo. Nenhuma comunidade judaica em qualquer lugar do mundo, por mais forte e bem organizada, está agora imune ao ódio aos judeus”.

Situações excepcionais levam à proposta de medidas extraordinárias. Na conferência realizada em Viena, um “Catálogo de Políticas para Combater o Antissemitismo” foi elaborado com a ajuda de acadêmicos de Viena, Tel Aviv e Nova York. Uma nova abordagem sugeriu uma chamada para novas edições da Bíblia e do Alcorão para levar mensagens de aviso para destacar “passagens antissemitas” dentro dos textos sagrados.

Esses textos são realmente uma fonte de incitação contra os judeus? Tais marcas realmente serviriam para “combater o antissemitismo”? E mais importante, que poder temos como judeus para erradicar a hostilidade contra nós?

Antissemitismo Religioso?

Pesquisadores conectam o antissemitismo a seções da Bíblia sobre os judeus sendo responsáveis ​​pela crucificação de Cristo e às seções no Alcorão que os jihadistas fanáticos usam para justificar sua cruzada contra os judeus e os valores ocidentais. Em abril de 2018, um grupo de 300 intelectuais e políticos franceses assinou um manifesto aos líderes islâmicos na França pedindo que “versos do Alcorão pedindo a morte e a punição de judeus, cristãos e incrédulos sejam tornados obsoletos pelas autoridades teológicas”, para evitar o que eles consideram como incitamento à violência.

No entanto, depois de anos de planos e reuniões anti-ódio para discutir os tempos assustadores, vemos alguma mudança? De fato, algo mudou, mas não em uma direção positiva. O antissemitismo está implacavelmente em ascensão em todo o mundo e o futuro parece cada vez mais sombrio.

Como nenhuma das soluções propostas funcionou até agora, talvez seja hora de uma nova abordagem? Nós, judeus, não precisamos procurar mais do que nossa própria herança para descobrir a arma infalível, uma força suficiente para eliminar o antissemitismo de uma vez por todas. A sabedoria da Cabalá afirma que, com uma mudança em nossa consciência coletiva, podemos criar um campo de força poderoso o suficiente para apagar as manifestações antissemitas da Terra.

Nosso estado interno de divisão ou unidade cria nossa realidade externa e não vice-versa. Ao mudar nossa intenção de nos unir como um, nos harmonizamos com a força da criação, e a realidade é afetada pela energia que irradiamos. Como isso funciona? Para entender como esse escudo defensivo é construído, precisamos explorar o desenvolvimento dos sistemas de defesa da humanidade.

O Poder do Pensamento

A evolução dos sistemas de defesa até a bomba atômica, demonstra que quanto mais forte é uma arma, mais oculta é para o olho humano e mais pesadas são suas consequências. O ciberespaço, por exemplo, poderia ser o campo de batalha moderno para uma possível guerra mundial se o “botão vermelho” imaginário caísse em mãos erradas.

Levando essa tendência um passo adiante, a arma mais poderosa e precisa que está sendo revelada hoje é o poder do pensamento, embora similarmente, não tenhamos consciência de sua magnitude e dimensão por causa de sua invisibilidade. A comunidade científica afirma que estamos conectados no nível humano em um campo que é ativado através da nossa consciência coletiva ou pensamentos. Esse campo é semelhante à força da gravidade, da eletricidade ou do campo eletromagnético, na medida em que sua operação exata é ocultada dos sentidos humanos.

A Cabalá explica que tal força unificadora é uma lei da natureza – uma rede de forças que nos une – ainda não aparente para nós, mas influencia cada aspecto de nossa realidade mais do que qualquer outra força. O poder do pensamento é tremendamente poderoso e seu escopo de ação está na rede de nossa conexão: somos tão fortes quanto somos unidos e tão fracos quanto somos divididos. Somos nós que constantemente operamos essa rede, só precisamos nos conscientizar dela e descobrir como, conscientemente, a fazemos funcionar para nosso benefício coletivo.

O poder que atualmente controla essa rede é uma força divisora ​​negativa de rejeição e ódio ativada por nossa natureza egoísta. Ele nos atinge como ondas de fanatismo e animosidade das nações do mundo. Inconscientemente, as nações do mundo sentem que os judeus possuem as chaves que ativam esta rede para uma mudança positiva, incitando-nos a reconhecer nossa missão.

Elas estão Corretas

Como declarado no Livro do Zohar: “Assim como os órgãos do corpo não podem existir por um momento sem o coração, todas as nações não podem existir no mundo sem Israel”. Então, como podemos efetivamente ter um impacto significativo na realidade de hoje? Isso pode ser facilmente alcançado através do uso efetivo da rede mais abrangente que abrange a humanidade: o ciberespaço.

Primeiro, os judeus devem ser um exemplo de coesão, compreensão e solidariedade mútua acima das diferenças, o que nos tornaria uma força esclarecedora para o resto do mundo. Como expressado pelo Rav Kook, “O movimento genuíno da alma israelense em sua maior grandeza é expresso apenas por sua força sagrada e eterna, que flui dentro de seu espírito. É o que a fez, está fazendo, e fará ainda uma nação que permanece como uma luz para as nações” ( Cartas do RAAIAH, 3).

Nossos pensamentos, atraindo-nos para a unidade e suavizando as atitudes críticas em relação uns aos outros, têm o poder de evocar uma força positiva dentro da rede de comunicação entre nós – uma força capaz de neutralizar gradualmente o ódio e trazer equilíbrio. Este é o poder capaz de nos proteger e nos levar a um bom futuro.

Como cada caminho começa com um primeiro passo, cada pequeno pensamento de cada um de nós em direção à conexão humana positiva aumentará exponencialmente e causará grandes mudanças em nossa realidade, porque o poder do pensamento é a arma mais poderosa.

“Não se surpreenda que as ações de uma pessoa tragam elevação ou declínio para o mundo todo, pois é uma lei inflexível que o geral e o particular são tão idênticos quanto duas ervilhas em uma vagem… Evidentemente, o valor de um ato de uma parte eleva ou diminui o todo.

– Cabalista Rav Yehuda Ashlag, Introdução ao Livro do Zohar, item 68.

“Qual É A Fonte Autêntica De Felicidade?” (Thrive Global)


Thrive Global publicou meu novo artigo: “Qual É A Fonte Autêntica De Felicidade?” (Thrive Global)

A Cabalá é o método que ensina como criar uma sociedade positivamente conectada de indivíduos felizes, equilibrada com a natureza.

Todo mundo quer ser feliz. Há várias interpretações sobre o que é felicidade, como ser feliz e qual é a fonte de felicidade e, certamente, se pudermos identificar uma fonte autêntica de felicidade, podemos estar confiantes no objetivo a aspirar.

Neste exame sobre uma fonte autêntica de felicidade, vamos examinar:

. se existe algo como uma fonte autêntica de felicidade,

. se a felicidade é subjetiva e relativa a cada pessoa, ou se pode haver uma fonte de     felicidade comum a todos,

. os papéis que a sociedade e seus valores desempenham na nossa felicidade,

. o que impede sermos felizes o tempo todo,

. o papel que a natureza humana desempenha em nossa felicidade,

. definir uma fonte autêntica de felicidade e o tipo de transformação necessária para vivenciá-la.

Existe algo como uma fonte autêntica de felicidade?

A felicidade é subjetiva e relativa a todas as pessoas, ou pode haver uma fonte comum de felicidade a todos?

A fim de examinar essas questões, é importante nos vermos como uma espécie social, vendo nossas vidas em conexão com outros, e que a qualidade de nossas conexões influencia nossas perspectivas e sensações de felicidade.

O fato de sermos uma espécie social nos diferencia dos animais. Somos moldados e afetados pelo nosso ambiente a cada momento de nossas vidas. Nosso local de nascimento, onde crescemos, nossas famílias, escolas, professores, amigos, colegas de trabalho, bem como nossa cultura e a mídia que absorvemos e nos envolvemos, tudo influencia nossas definições sobre o que significa ser feliz, como podemos alcançar a felicidade e o que fazemos para alcançá-la.

Muitos estudos sobre a felicidade já concluíram que uma sociedade positivamente conectada e solidária fornece a base para a felicidade de seus membros. Uma base social em que todos cuidam uns dos outros – recebendo o máximo que cada indivíduo precisa e trabalhando para o benefício de todos – é uma configuração ideal para a felicidade de cada pessoa.

O que interfere na nossa felicidade?

O problema é que onde há sociedade, há desejos sociais, ou seja, desejos por dinheiro, honra, respeito, fama, controle, poder e conhecimento. Nossas buscas individuais para satisfazer esses desejos às custas dos outros interferem em nossa felicidade. Por exemplo, se uma pessoa quer se tornar rica, poderosa ou famosa, deve lutar continuamente para superar os outros, construindo sua busca por tais objetivos, perturbando ou arruinando a riqueza, o poder ou a fama dos outros.

Além disso, a natureza humana, que é o desejo de desfrutar, funciona de tal forma que, quando desfrutamos de algo, nosso desejo por esse prazer se extingue após sua recepção, e um novo desejo surge em seu lugar. Esse modus operandi da natureza humana nos faz sentir constantemente insatisfeitos e carentes.

Essa fórmula pela qual vivemos – a busca da felicidade à custa dos outros, juntamente com a constante insatisfação embutida na natureza humana – é a antítese da felicidade. Pode-se concluir então que, se nossas fontes de felicidade permanecerem como indagações individuais pelo prazer à custa dos outros, nunca experimentaremos uma forma duradoura e florescente de felicidade. Seremos atormentados pelo fato de nossos desejos se esvaziarem o tempo todo, e continuaremos a aumentar a insatisfação até que, no final, nos desesperaremos tentando abrir caminho na sociedade com motivos competitivos e individualistas.

“É uma obrigação para todas as nações estarem fortemente unidas internamente, então todos os indivíduos dentro dela estão ligados uns aos outros pelo amor instintivo. Além disso, cada indivíduo deve sentir que a felicidade da nação é a própria felicidade, e a decadência da nação é a própria decadência … Isso significa que as pessoas dessa nação, que sentem essa harmonia, são as que fazem a nação, e a medida de felicidade da nação e sustentabilidade são medidas pela sua qualidade”.

– Cabalista Yehuda Ashlag, A Nação.

A opinião pública hoje venera a rivalidade e a realização individual. Em outras palavras, se você atropelar sua concorrência para ter sucesso como indivíduo, será visto com respeito. É um sintoma entrelaçado dos valores individualistas-competitivos com os quais somos educados, de nossas escolas e universidades, através dos filmes, música, mídia, programas de TV e discussões na Internet com as quais nos envolvemos regularmente. Portanto, se buscarmos uma fonte autêntica de felicidade, precisamos primeiro supor que nada mudará se nossa natureza humana egoísta continuar absorvendo influências sociais que alimentam sua orientação egoísta à custa dos outros.

Mesmo se definirmos uma fonte autêntica de felicidade que possa satisfazer a todos – uma forma ilimitada de prazer que nos preenche quando nos envolvemos em dar e nos conectar positivamente com os outros – ainda não sentiremos felicidade duradoura se a sociedade como um todo falhar em priorizar valores de doação, bondade, altruísmo e conexão positiva acima dos valores individualistas competitivos atuais.

O que aumentará a consciência da fonte autêntica de felicidade?

O surgimento de infortúnios e problemas na sociedade humana desempenhará seu papel de conscientização sobre o porquê falhamos em alcançar uma forma autêntica e duradoura de felicidade. Na sabedoria da Cabalá, esse estado é chamado de “reconhecimento do mal”. Isso significa que problemas e crises se acumulam até percebermos que, tanto quanto queremos viver vidas felizes e harmoniosas, não conseguimos, e mais ainda, a situação piora. . No final, perceberemos que a solução está em uma mudança fundamental de nossos valores – dos valores egoístas individualistas competitivos para os valores altruístas conectados à cooperação – e que as instituições educacionais e a mídia que imprimem valores em nossas vidas precisam aceitar a responsabilidade principal em tal transformação.

A própria aparência da ciência da felicidade e da psicologia positiva em uma época em que a depressão se transformou na doença mais proeminente do mundo mostra um exemplo claro de como, à medida que nossas dores pioram, procuramos combatê-las com um antídoto.

Nesta mesma época, os autores de O Livro do Zohar, bem como o mais renomado Cabalista do século XX, Yehuda Ashlag (Baal HaSulam), declararam que a autêntica sabedoria da Cabalá se revelaria e estaria disponível para todos, como um método para guiar a sociedade para os tipos de conexões positivas que podem deixar todo mundo feliz.

A Cabalá é um método que ensina como criar uma sociedade positivamente conectada de indivíduos felizes, equilibrada com a natureza. Ela faz isso guiando seus participantes através de um processo de experimentação na conexão com os outros, a fim de atrair uma força de conexão que reside na natureza, que tem o poder de nos mudar para nos tornar mais atenciosos uns com os outros. Assim, a pessoa aprenderá a aspirar não apenas a satisfazer sua própria felicidade, mas também a dos outros. Assim, uma sociedade humana harmoniosa será construída para assegurar a felicidade de cada indivíduo.