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Um Segundo Holocausto? Depende De Nós

laitman_222Quando o antissemitismo está aumentando, atingindo níveis nunca vistos antes, uma chamada para cancelar o Dia em Memória do Holocausto foi ecoada nas Universidades em toda a Europa. Nos EUA, há protestos Universidades para boicotar Israel, e a organização BDS está se tornando cada vez mais legítima aos olhos de muitos. Pode ser o momento de começar a nos perguntarmos como evitar um segundo Holocausto.

Eu nasci em 1946, cerca de um ano após a Segunda Guerra Mundial, na região de Vitebsk, onde muitos judeus foram mortos. As atrocidades que o nosso povo passou ardem na minha memória desde que eu era criança e fazem parte da minha vida. Para mim, o Dia em Memória do Holocausto não é apenas um Dia de Memória nacional de um acontecimento trágico que ocorreu no passado, mas um sinal de aviso do que pode acontecer, especialmente se considerarmos o ódio que as nações do mundo sentem em relação a nós.

É um erro comum acreditar que o ódio contra os judeus nasceu na Alemanha nazista sete décadas atrás. Na verdade, é um fenômeno que tem mais de 3.000 anos de idade. De acordo com a sabedoria da Cabalá, a raiz do ódio profundo está no encontro no Monte Sinai, um evento especial onde o sentimento de ódio foi revelado entre a nação de Israel (a palavra “Sinai” vem da raiz “Sina – ódio” em hebraico), no topo do qual eles conseguiram subir e se unir como um só homem em um só coração através do método de conexão, a Torá.

Do Webinar: “Por Que Os Judeus?”

No Aniversário De Hitler

laitman_293Comentário: No dia 20 de abril, aniversário de Adolf Hitler, nove universidades na Alemanha, de repente começaram a imprimir folhetos com citações do livro de Hitler, Mein Kampf: “Acorde Europa! Estrangeiros hostis têm inundado a Europa, e os judeus são responsáveis ​​pelo assentamento de elementos raciais estrangeiros nas margens do Reno”. Isto foi escrito há muito tempo, e agora está sendo publicado em uma nova edição.

Resposta: Baal HaSulam disse que o nazismo não é um produto da Alemanha. Portanto, o ciclo se completou no nazismo. Qualquer história humana começa em pequena escala.

Houve sementes do nazismo no passado que se desenvolveram no curso da evolução, que se repetiram em uma espiral e alcançaram a última manifestação explícita no nazismo alemão. E agora chegou o tempo da manifestação do nazismo em todo o mundo.

E a afirmação de que “os judeus são responsáveis pelo assentamento de elementos raciais estrangeiros nas margens do Reno” é verdadeira. Nós não somos responsáveis ​​pela invasão estrangeira à Alemanha e seu assentamento lá. Nós somos responsáveis ​​por não levar o mundo à correção, por não explicar e não dar o exemplo de como fazê-lo.

Na verdade, nós ficamos de braços cruzados porque não estamos atraindo a Luz Superior que pode corrigir a humanidade. Os judeus são a única força que pode fazer isso, e se não fizermos isso, tudo que acontecer será natural.

O nazismo é a forma mais extrema de ódio mútuo que aparece na humanidade. Portanto, é natural que ele seja dirigido primeiro aos judeus, e dessa vez em todo o mundo. Ele vai ser cultivado simultaneamente por todos, começando com fontes proeminentes e sérias, das quais todos os outros vão gradualmente se juntar porque não serão capazes de resistir.

Vamos ver como isso acontece na América e na Europa, porque lá os judeus serão responsabilizados em vez de Israel; aqui nós, em geral, estamos em uma situação semelhante agora àquela da época de Masada.

Em breve, teremos que lutar, não em terra, ar e mar, mas na dimensão espiritual. Essa é a razão de termos que preparar rapidamente o povo de Israel e os judeus de todo o mundo, deixando claro para eles que se nos unirmos e entendermos a nossa missão no mundo, não vamos enfraquecer ou matar nossos rivais, mas vamos mudar e reeducá-los, e o mundo vai chegar a um final feliz.

Tudo depende unicamente de nós. Vamos começar a fazer isso. Só nos resta tempo para uma correção precisa, não para reflexões e filosofias.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 24/04/16

Vida Nova # 720 – A Abertura Do Mar Vermelho

Vida Nova # 720 – A Abertura Do Mar Vermelho


Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Resumo

O desenvolvimento da humanidade não pode ser descrito sem a Torá que o influencia dramaticamente. Cabalistas não se relacionam com a Torá como uma descrição dos fenômenos da natureza, mas como uma descrição interna de uma pessoa, de acordo com “uma pessoa é um mundo pequeno” (MidrashTanhuma, Parshat Pekudei, Siman 3).

A verdade é que não existe um mundo fora de uma pessoa, tudo o que vemos ao nosso redor é uma projeção de nosso interior. Há 100 anos atrás, não imaginava que haveria televisão, e no futuro, a tecnologia irá inserir o espectador no filme, de forma realista. Quando nos aproximamos de uma percepção espiritual entendemos que a realidade é retratada dentro de nós. A sabedoria da Cabalá é a sabedoria da percepção.

A Torá descreve como o pensamento superior, o programa superior, dirige todo o teatro em torno de nós. Uma pessoa vive dentro de si mesma, mas ela tem a possibilidade de se conectar a esse pensamento mais elevado, a força superior. Alguns de nós acreditamos que há um poder superior, que exige que uma pessoa cumpra Mitzvot (mandamentos) e, conseqüentemente, nos dá uma recompensa neste mundo e no outro mundo. Outros dizem que o poder superior espera que queiramos tornar-nos cientes disto, que nos assemelhemos a isso, que amemos como ele faz.

Aqueles que estão preocupados com a sua privacidade neste mundo e no outro mundo, permanecem no ego, com o Faraó, o rei do Egito. E aqueles que estão preocupados com o amor aos outros, para ser como a força superior, o que é bom e faz o bem, deixam o Egito. Quando eles querem romper com o controle do ego, pensamentos egoístas novamente “perseguem-nos”, que são chamados, “Ele que temia a palavra do Senhor entre os servos do Faraó” (Êxodo 9:20), e eles parecem dizer a pessoa para realizar Mitzvot, para receber uma recompensa e ficar satisfeita com isso. [Leia mais →]

Nova Vida # 548 – O Holocausto E A Nova Identidade Judaica

Nova Vida # 548 – O Holocausto E A Nova Identidade Judaica
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Como o Holocausto afetou nosso desenvolvimento como nação? O que devemos entender do que aconteceu e qual é a identidade judaica que temos que construir para sermos um modelo e uma fonte de afinidade para o mundo inteiro?

Resumo

O mundo está avançando não apenas tecnologicamente; nós também precisamos desenvolver uma nova consciência, uma atitude positiva com todos. Hoje está claro que podemos conseguir qualquer coisa tecnologicamente e há uma grande abundância, mas as relações entre as pessoas estão piorando.

Esse processo começou há cem anos. Nós recebemos a oportunidade de voltar à nossa terra e restabelecer a conexão entre nós. Mas como não fizemos isso, o mundo foi jogado no turbilhão de guerras, revoluções e, finalmente, o Holocausto.

Depois do Holocausto nós recebemos a oportunidade de nos desenvolvermos na terra de Israel. Hoje, o mundo está em colapso e o ego está destruindo tudo. Antes do Holocausto nós sobrevivemos no exílio e mantivemos os costumes religiosos. Mas como não avançamos para uma nova consciência de liderar o mundo até o amor, recebemos um empurrão negativo.

Todas as aflições que atravessamos desde o estabelecimento do Estado de Israel resultam do atraso no nosso avanço rumo a uma nova consciência. A verdadeira identidade judaica interna é que somos todos um feixe. Nós temos que corrigir o nosso egoísmo.

Nossa nação foi dividida em dois grupos em Israel, religioso e secular, e existem inúmeras facções dentro de cada grupo. Nós temos que construir uma cobertura que vai nos proteger do ódio, da rejeição e do distanciamento. Nós devemos despertar a força de conexão. Vamos estimular a força positiva na nação acima da força negativa do egoísmo e segurar as duas rédeas.

A revelação da força de conexão e amor entre as pessoas é chamada de revelação do Criador. Esse é o objetivo da nossa vida. Quando estávamos no exílio mantivemos a maneira judaica tradicional. Mas, em Israel, a força negativa e o ódio entraram em erupção. Hoje temos que acrescentar a força positiva que vai levar a nação à conexão. Nós precisamos de pessoas que possam conduzir e educar a nação para esse fim. Assim, a força positiva, a força do amor, vai se espalhar entre nós e vai colocar no coração de cada ser humano a preocupação pelo bem-estar dos outros.

A futura identidade judaica é levar a humanidade ao amor e à conexão, e se tornar uma nação espiritual.

De KabTV “Nova Vida # 548 – O Holocausto E A Nova Identidade Judaica”, 07/04/15

Nova Vida # 547 – A Aliança Entre O Criador E O Povo Judeu No Espelho Do Holocausto

Nova Vida # 547 – A Aliança Entre O Criador E O Povo Judeu No Espelho Do Holocausto
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Como é possível compreender e aceitar o que aconteceu no Holocausto, que tipo de aliança existe entre nós e o Criador, como nós podemos voltar e estabelecê-la, e assim acabar todos os nossos problemas ao fim?

Resumo

A história do nosso povo está cheia de acontecimentos terríveis, pogroms, assassinatos, e assim por diante. O Holocausto dividiu o povo em dois, alguns se tornaram mais devotos e alguns se afastaram da religião.

A religião não procura respostas sobre o que aconteceu no Holocausto porque realmente não há respostas para isso. O Holocausto, e em geral todos os nossos problemas, deriva da nossa incompreensão de como o Criador se comporta conosco. O Criador é a lei da natureza. Seu programa é o seguinte: nós fomos criados com uma inclinação ao mal e nosso objetivo é transformá-la em uma inclinação ao bem. Cabe a nós transcender o ego e amor o próximo. Se fizermos isso, obtemos ajuda. Se não o fizermos, sofremos.

A aliança é a obrigação de ser uma luz para as nações. Isto significa que devemos dar ao mundo um exemplo de conexão e amor. Nós fizemos isso em um determinado momento no passado. Hoje temos que tirar o mundo inteiro da crise que ele atravessa. A sabedoria da Cabalá é o método que vai salvar o mundo da destruição e ruína geral, da erupção do egoísmo.

A parte do Criador nessa aliança eterna é nos ajudar a chegar à conexão, para melhor ou para pior. Antes do Holocausto, Baal HaSulam pediu que todos os judeus da Europa Oriental emigrassem para Israel, para construir uma sociedade lá, para se conectar como uma única pessoa. Depois de dois mil anos nós temos a oportunidade de voltar a Israel, e nós desconsideramos isso e a conexão dos corações. A aliança é eterna; nós devemos entender esse programa da criação e nos conectar acima do egoísmo.

De KabTV “Nova Vida # 547 – Cultura Judaica: A Aliança Entre O Criador E O Povo Judeu No Espelho Do Holocausto”, 07/04/15

Nova Vida # 718 – O Êxodo Do Egito É A Verdadeira Liberdade

Nova Vida # 718 – O Êxodo Do Egito É A Verdadeira Liberdade
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

O que pode ser aprendido com as relações entre Moisés e o Faraó na história do Êxodo do Egito sobre o relacionamento que devemos desenvolver com o ego, o que as pragas do Egito afirmam, e como nos tornamos um povo livre?

A pessoa que quer transcender o seu ego começa a identificar o quanto é totalmente controlada por ele; ela vê como a realidade do seu interesse pessoal a encerra dentro de uma “bolha”, não lhe permitindo sentir a realidade completa.

“Deixe o meu povo ir” (Êxodo 5:1), significa a busca de como se libertar do domínio do meu próprio ego. Moisés quer romper as limitações da percepção estreita do ego e ver o mundo iluminado.

Moisés precisava convencer a todos que o poder estava em suas mãos, para mostrar que as forças do bem estavam sob o controle do Faraó, quão fraco e desprezível Faraó era e que o Faraó realmente não tinha controle, a fim de elevar as forças do bem. Com toda praga que o Egito recebe, o Faraó libera características adicionais que são encontradas sob o controle do ego, que desperta pragas mais difíceis.

As dez pragas correspondem às nossas dez características internas chamadas Dez Sefirot. Cada praga representa um golpe para a percepção egoísta da realidade. Por exemplo, a praga do sangue (Dam) vem da palavra “Domem” (inanimado); ela simboliza Malchut, que é o menor desejo de receber e representa imobilidade.

O objetivo é transcender o ego, parar de pensar apenas em mim mesmo e pensar em todos juntos. É assim que chegamos à percepção completa da realidade, a vida espiritual ilimitada e a adesão com o Criador.

O Faraó simboliza o desejo de receber geral, que inclui desejos únicos chamados filhos de Israel. Esses desejos podem deixar o controle do Faraó e as dez pragas os ajudam a se separar dele. O Criador é o poder de doação e amor que se encontra fora do desejo de receber. Quando nos afastamos do desejo de receber, nos sentimos livres; esse é o futuro da espécie humana, essa é a correção do mundo.

De KabTV “Nova Vida # 718 – O Êxodo Do Egito É A Verdadeira Liberdade”, 19/04/16

Um Terço Dos Muçulmanos Britânicos São Antissemitas

Laitman_727Pergunta: De acordo com os resultados de uma pesquisa organizada pela empresa ICN, mais de um terço dos seguidores do Islã na Grã-Bretanha acreditam que os Judeus adquiriram muito controle na Grã-Bretanha e influência sobre os meios de comunicação, as instituições financeiras e a economia. Além disso, mais de um quarto deles estão convencidos de que os Judeus são responsáveis ​​pela maioria das guerras na Terra.

Ao contrário dos outros cidadãos na Grã-Bretanha, 27% dos Muçulmanos que foram questionados, reconheceram que odeiam os Judeus simplesmente por causa de seu comportamento. Portanto, será que o antissemitismo tem sido historicamente mais pronunciado entre os Muçulmanos?

Resposta: Ao longo de muitas gerações os Judeus e Muçulmanos conviveram de forma mais ou menos normal porque nunca tiveram quaisquer opositores religiosos; não havia contrastes especiais entre eles.

A crise nas relações começou com a oposição geográfica e política, quando a Inglaterra não queria deixar a terra de Israel e começou a incitar o ódio entre os Árabes em relação aos Judeus. Essa foi a política usual de “dividir para reinar”.

O Islã em sua essência não é de todo oposto ao Judaísmo; pelo contrário, essas têm sido duas religiões que têm estado próximas como um contrapeso ao Cristianismo.

Pergunta: Por que o atual Islã radical produz uma agressividade tão intensa para com os Judeus?

Resposta: O Islã moderno é o Islã radical, mas a base do verdadeiro Islã é o Sufismo (Sabedoria da Cabalá Islâmica). Os Cabalistas Árabes (Sufis) viveram em todas as épocas, de onde vêm grandes obras literárias.

Hoje um grande choque de egoísmo está acontecendo no mundo. Por isso, é natural e necessário que Israel saia em primeiro lugar e apresente o método de unidade para todo o mundo. Este só existe conosco, e não queremos revelá-lo em nós e começar a trabalhar com ele. Esse método de unificação é chamado de sabedoria da Cabalá. Não é misticismo, cartas de tarô ou fitas vermelhas, mas especificamente a verdadeira sabedoria da Cabalá.

Se começarmos a estar envolvidos com a sabedoria da Cabalá, toda a humanidade vai sentir imediatamente como a nossa intenção é séria de introduzir as correções da natureza egoísta da humanidade no mundo e trazer todos à unidade, estabelecendo paz e tranquilidade. Assim, todas as correntes dirigidas contra nós desaparecerão.

Pergunta: Qual é a primeira corrente que irá aceitar a sabedoria da Cabalá?

Resposta: Em primeiro lugar todos serão contra os Cabalistas, incluindo o Judaísmo. Depois disso, a conscientização e a compreensão começarão a acontecer, em parte entre os Cristãos e em parte entre os Judeus.

Enquanto isso, a questão é muito mais complicada entre os Muçulmanos, mesmo que internamente eles estejam mais perto da compreensão. Mas há um grande problema interno entre eles em relação à sua identidade.

A melhor coisa será se nós Judeus nos unirmos e mostrarmos aos povos do mundo a forma de alcançar a unidade global em nosso mundo.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 14/04/16

UNESCO Contra Israel

Laitman_417Pergunta: O Comitê de Gestão da UNESCO aprovou uma decisão sobre Jerusalém que não mencionou a conexão dos Judeus e Israel com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

O Monte do Templo é mencionado apenas e só como um lugar em que a Mesquita de Al-Aqsa se encontra e a área do Muro Ocidental (Muro das Lamentações, Kotel) é chamado de Al-Buraq Square, a praça de onde o profeta Maomé subiu ao céu. No mesmo documento eles afirmam que Israel está “ocupando” essa área.

A resolução formula uma demanda para o governo de Israel não limitar o acesso dos Muçulmanos à Mesquita de Al-Aqsa e também condena o governo de Israel pelas “ações ilegais contra a liberdade religiosa”.

A partir de sua familiaridade com a Presidente da UNESCO, Irina Bokova, como você explicaria a atitude dela em relação a nós?

Resposta: Essa é uma atitude completamente legal. Inconscientemente, o mundo está exigindo de nós o método para a correção de sua natureza. Uma vez que não estamos agindo nisso, eles nos culpam por tudo o que está acontecendo no mundo.

Nós tivemos que nos reunir na terra de Israel para levar a cabo a nossa missão de nos tornar um povo, como um homem com um coração, e viver de acordo com a regra geral, “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18), servindo, assim, como um exemplo para todos. Ao longo dos 70 anos de existência da nação, ainda não chegamos à realização do nosso destino, então não temos o direito a esta terra.

Comentário: Quando você se encontrou pessoalmente com os representantes da UNESCO, houve um bom entendimento mútuo entre vocês e reuniões calorosas que deveriam levar a mudanças na atitude para com a nossa nação.

Resposta: As atitudes apenas mudaram em uma direção negativa.

Eles ouviram de mim o que a sabedoria da Cabalá diz e sobre o que é a nossa organização, embora a realidade lhes mostre que a tendência é completamente oposta!

Pergunta: E onde está o apoio deles?

Resposta: Sobre o quê?! Tudo depende de nós. Nós somos o povo Judeu; cabe a nós chegar a um acordo mútuo, um elo mútuo, amizade, amor, conexão e unidade, apoio mútuo!

Mas a cada dia que passa, mais e mais partidos políticos surgem em nossa nação; separação e divisão acontecem porque ainda não implementamos a função para a qual existimos aqui.

Nós recebemos uma oportunidade de Cima para estabelecer uma nação aqui que irá mostrar a humanidade o futuro do mundo, mas se não realizarmos isso, não temos nada para fazer aqui! Nós não temos nenhuma possibilidade de reivindicar o direito a esta terra, porque não nos esforçamos pela amizade e amor entre nós, a criação da sociedade correta, e não somos um exemplo para o futuro da humanidade.

Por isso, é natural que os representantes da UNESCO tenham parado de levar em conta todas as nossas reivindicações para a terra de Israel. Eles aceitam os Palestinos porque não têm qualquer obrigação para com eles, mas não é conosco. Os Palestinos querem viver aqui, esta é a sua terra. Eles sentem que pertencem a ela mais do que nós e, na verdade, isso é assim.

Infelizmente o povo de Israel não está realizando o seu destino e por isso não há lugar para ele aqui.

De KabTV “Notícias com Michael Laitman” 18/04/16

Nova Vida # 546 – A Ameaça De Extermínio do Holocausto Até Agora

Nova Vida # 546 – A Ameaça De Extermínio Do Holocausto Até Agora
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Os Judeus de todo o mundo temem outro Holocausto. Como a correta compreensão e percepção do que aconteceu no Holocausto pode ser implantada nas pessoas? O que podemos fazer como povo para evitar que a história se repita?

Resumo

Nós estamos em um processo em que precisamos reconhecer nossa natureza egoísta como má e queremos corrigi-la. O povo de Israel é único nisso que foram criados com base no “E amarás o teu amigo como a ti mesmo” (Levítico 19:18).

De acordo com o programa da criação, nós seremos obrigados a voltar ao amor fraternal e levar o mundo inteiro a isso. A Torá interior, a sabedoria da Cabalá, ensina como unir as fendas e divisões entre as pessoas e o mundo.

Apesar de toda a dor, nós devemos investigar a razão para isso: nós estamos no sistema da natureza que opera com permanente legalidade. Abraão o descobriu. O Holocausto foi parte de uma destruição continuada causada pelo ódio infundado, uma falta de conexão e amor entre as pessoas. As pessoas em geral não estão mantendo a regra geral da realidade, “Ama teu amigo como a ti mesmo”.

“Não há outro além Dele” (Deuteronômio 4:35). “Ouve, ó Israel: o Senhor nosso Deus, o Senhor é Um” (Deuteronômio 6:4). Não há nenhum outro poder operando, nem mesmo durante a época do Holocausto. Até que desejemos nos conectar uns com os outros através do amor, vamos absorver cada vez mais golpes difíceis. Esta é uma lei predeterminada. Nós não somos obrigados a subir acima de nossa natureza egoísta, mas apenas desenvolver um desejo por isso. Em cada geração eles estiveram contra nós para nos destruir, para nos aproximar dessa correção, de modo que quiséssemos se conectar uns com os outros.

Se quisermos estar conectados uns com os outros como irmãos, uma nova realidade será aberta diante de nós, o céu. O povo Judeu será obrigado a levar o mundo à conexão, mesmo que a maioria seja extinta. Não temos escolha. Só conseguiremos parar as ondas de antissemitismo se estabelecermos um sistema de explicação e educação sobre o amor ao próximo. Na conexão entre nós, esperamos uma vida feliz, para nós e para o mundo inteiro. Esse é o caminho que vai ganhar a simpatia do mundo.

De KabTV “Nova Vida # 546 – A Ameaça De Extermínio Do Holocausto Até Agora”, 05/04/15

Nova Vida # 545 – O Holocausto Como Um Ponto De Virada Para A Nação De Israel

Nova Vida # 545 – O Holocausto Como Um Ponto De Virada Para A Nação De Israel
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Nitzah Mazoz

Qual é a razão para o desejo de aniquilar a nação Judaica? Como podemos evitar outro Holocausto e como a nossa conexão como uma nação pode mudar toda a realidade?

Resumo

Houve pogroms em toda a nossa história, mas o holocausto é notável pelo desejo de destruir totalmente toda a nação

Minha família é sobrevivente do Holocausto e a maioria da minha família morreu no Holocausto.

Se quisermos evitar novas catástrofes, temos que estudar cuidadosamente as leis que operam aqui.

A sabedoria da Cabalá descobriu que o mundo deveria avançar em direção à perfeita conexão entre as pessoas. A nação de Israel descende de Abraão, que descobriu o método de como conectar pessoas diferentes.

Nós nos conectamos nos dias de Abraão e atingimos um pico de conexão durante o tempo do Templo, e depois caímos no ódio infundado.

O exílio poderia ter terminado no século XVI, quando o Ari revelou a sabedoria da Cabalá, mas isso não aconteceu.

No início do século XX, Rav Kook e Baal HaSulam chamaram as pessoas a virem para a terra de Israel e construírem um modelo de sociedade. Baal HaSulam queria organizar a Aliah da Polônia, mas foi excomungado. Por fim, ele veio para Israel por conta própria e todos os outros foram mortos no Holocausto. Baal HaSulam queria que todos viessem a Israel para construir uma sociedade baseada no princípio do “ama teu próximo como a ti mesmo” e, assim, serem poupados das aflições.

Hoje nós estamos novamente em um ponto muito crítico na história. O mundo está desesperado pela força de conexão que os Judeus têm.

De KabTV “Nova Vida # 545 – O Holocausto Como Um Ponto De Virada Para A Nação De Israel”, 05/04/15