Textos na Categoria 'Israel'

Proteja Todos Os Soldados

963.4Existe uma força interior de santidade no povo de Israel. Ela vem da raiz de cada alma conectada à alma comum do povo de Israel.

Essa nossa força interior, o desejo de nos aproximarmos e nos unirmos como irmãos, certamente se revelará e nos trará a vitória. A força da unidade irromperá dentro do nosso povo e nos aproximará tanto que nos ajudará a alcançar uma vitória comum e a sair de toda esta situação.

Um soldado que luta pelo povo de Israel e dá a vida por ele é chamado de justo, de herói de Israel; ele é uma grande alma conectada à força superior e está sob as asas da divindade.

Portanto, junto com a profunda tristeza, podemos também invejar aquele que terminou a sua vida com um feito tão heroico, uma ação tão grande.

Israel tem um exército magnífico. Só precisamos estar mais próximos uns dos outros dentro da nossa nação, e todas as forças escondidas em nós serão reveladas e seremos capazes de derrotar todos os inimigos e ser mais fortes do que qualquer outra nação.

Que força permite a um soldado dar a sua vida para que outros possam viver? Há uma raiz espiritual interior muito profunda nas IDF (Forças de Defesa de Israel) que ainda se revelará e revelará que, de fato, estamos todos na conexão mais profunda e mais forte com a nossa alma interior. Se nos unirmos, ninguém poderá nos derrotar.

Se quisermos vencer esta guerra o mais rápido possível e com perdas mínimas, só precisamos pensar na conexão. Podemos proteger cada soldado envolvendo-o em nossas orações: a oração pessoal de cada indivíduo e de todos nós juntos. Se ainda não obtivemos êxito total e há perdas, é apenas porque ainda nos falta unidade.

A guerra vem apenas para nos aproximar uns dos outros. O povo de Israel é obrigado a se unir para que não haja distância entre nós, nem interna, nem espiritual e física. Acredito que podemos compreender e implementar isso.

De KabTV, “Um Olhar Interior”, 24/12/23

“O Surgimento Da Terra Espiritual De Israel No Coração” (Times Of Israel)

Michael Laitman no Times of Israel: “O Surgimento Da Terra Espiritual De Israel No Coração”

Nos últimos meses, Israel tem sido uma terra repleta de expressões de amor fraternal e de lutas egoístas, sendo palco de um conflito constante entre boa vontade e animosidade.

De acordo com a sabedoria da Cabalá, “terra” (hebr. “Eretz”) significa “desejo” (hebr. “Ratzon”), que também é referido como o coração do homem. Neste desejo – coração – reside o povo de Israel e as nações do mundo. Estes desejos, no entanto, tal como os vizinhos, lutam para coexistir pacificamente: ou as nações dominam ou o povo de Israel prevalece no coração.

Inicialmente, o coração era como um deserto, controlado apenas por desejos egoístas, que consumiam tudo ao seu alcance. A Cabalá define os desejos egoístas como “as nações do mundo”.

À medida que a humanidade evoluiu, surgiu um pequeno desejo chamado “Israel”, que deriva das palavras “direto a Deus” (hebr. “Yashar El”). A Cabalá geralmente se refere a Deus como “o Criador” e o define como a qualidade de amor e doação que cria e sustenta o universo, incluindo nós, humanos. Em outras palavras, inicialmente nos desenvolvemos como nações do mundo, ou seja, em desejos egoístas que nos fazem priorizar o benefício pessoal em vez de beneficiar os outros e a natureza, e o desejo chamado “Israel”, que significa o desejo de beneficiar os outros e a natureza, surge em nós em um estágio evolutivo posterior.

O conflito eclodiu quando o desejo chamado “Israel” emergiu entre os desejos chamados “as nações do mundo”. Começamos a lutar conosco mesmos para superar o coração, para renunciar ao controle do desejo egoísta e deixar o poder superior do amor e da doação nos guiar e remodelar o nosso coração.

Esta batalha interior persiste até que os esforços para dominar o egoísmo façam inclinar a balança, garantindo a vitória à vontade Divina superior, deixando o amor e a doação governarem o coração. Com este triunfo, o coração torna-se “a Terra de Israel”, pois ganha a intenção de ser apontado como “Yashar El” (“direto a Deus”).

Os meios para alcançar esta devoção à vontade Divina estão nas pessoas que partilham o desejo inicial de alcançar um estado de amor e doação mútuos entre todas as pessoas, e que estão dispostas a apoiar e encorajar-se mutuamente para combater a sua natureza egoísta. Através da amplificação de tal influência, estas pessoas chegam a alcançar o estado de “ama o teu próximo como a ti mesmo”, à medida que deixam a qualidade do amor e da doação guiar os seus corações em todas as frentes. Quando atingirem este estado de máxima harmonia, toda a Terra de Israel interior emergirá na sua pureza e santidade, completamente dedicada à força superior do amor e da doação – a Deus.

“Voltar Às Nossas Raízes” (Times Of Israel)

Michael Laitman no Times of Israel: “Voltar Às Nossas Raízes”

Voltar às nossas raízes invoca um sentimento profundo, que ressoa profundamente, despertando dentro de nós um desejo inexplicável.

A sabedoria da Cabalá possui um princípio conhecido como a “lei da raiz e do ramo”. Ele afirma que cada raiz espiritual contém uma contraparte física em nosso mundo. Por exemplo, Jerusalém (hebr. “Yerushalayim”) origina-se de uma força espiritual enraizada em completo temor/medo (hebr. “Ira’a Shlema”), que é um medo por não cumprir a vontade Divina. É um apelo para abraçarmos o amor fraterno, a integridade, a paz e a perfeição da nossa nação, irradiando unidade a todos os povos.

A conexão oculta entre esta raiz e os seus ramos atrai as pessoas que estão em sintonia com o ideal mais elevado de Jerusalém para a própria cidade montanhosa. Ao chegar às suas antigas muralhas, um fervor distinto as envolve, influenciado não apenas pela ideia, mas também pelo próprio terreno em que se assentam.

Esta união entre raiz e ramo já foi palpável durante os dias do Templo, quando Israel buscou diligentemente a unidade, atraindo o mundo para aprender com a sabedoria da conexão que o povo de Israel defendia. A unidade, no entanto, ficou aquém quando conflitos internos os consumiram, cortando a harmonia entre a essência de Jerusalém e os seus habitantes, levando à sua expulsão deste solo sagrado.

Mesmo agora, embora tenhamos regressado a Israel, o vínculo entre a raiz de Israel, a sua capital Jerusalém, e a sua manifestação física, é frágil e desbotado. A nossa incapacidade de dar prioridade à unidade no nosso regresso do exílio levou a uma escalada da divisão e da animosidade, pondo em risco a nossa existência nesta terra.

Deveríamos, de fato, reverenciar a Terra de Israel como uma extensão de uma raiz santificada, tratando-a com o máximo respeito, e fazemos isso cultivando o amor e a conexão entre nós.

O nosso apego à raiz de Israel e ao coração de Jerusalém determina o nosso pertencimento a esta terra. O fracasso em nos alinharmos de acordo provavelmente nos sujeitará a outro exílio, como escreveu o Cabalista Baruch Shalom HaLevi Ashlag (o Rabash):

“O exílio só acontece quando não se guarda com cautela o valor da terra, e a terra não é valorizada como deveria ser. Como resultado, a terra expulsa essa pessoa, como está escrito: ‘E a terra vomitará’. […] Que o Criador nos conceda compreender o grande mérito da terra de Israel, e saber apreciá-la para que não nos vomite” – Rabash, “Carta 57”.

O Criador É Um Para Todos

229Comentário: De uma carta: “Anteriormente, pelas suas palestras, ficava claro que o Criador é para todos. Mas agora está, de alguma forma, ficando claro que os Judeus são uma supernação. Vamos superar isso, Sr. Laitman!”

Minha Resposta: Eu superaria isso, mas o que devo fazer?!

Pergunta: Às vezes também penso: como podemos contornar esta questão, suavizá-la um pouco?

Resposta: Não há como evitar isso. Uma supernação é uma maldição.

Comentário: Eles acham que é um presente.

Minha Resposta: Não há nada de bom nisso.

Pergunta: O que você quer dizer com a palavra “maldição”?

Resposta: Que devemos tudo, tudo está contra nós. Todo mundo pensa que somos os culpados por tudo.

Pergunta: Mas também temos responsabilidade, certo?

Resposta: Sim, somos responsáveis. Mas não compreendemos esta responsabilidade e não sabemos como a podemos justificar.

Pergunta: Então, a gente não quer isso, essa responsabilidade?

Resposta: Claro!

Pergunta: E não queremos esse papel? Mas eles insistem e vão nos levar ao resultado mesmo assim?

Resposta: A maior predestinação só nos coloca assim, no meio de tudo o que acontece no mundo.

Temos a responsabilidade de dar exemplo de comportamento correto para a humanidade. Mas nós não fazemos isso! Não fazemos isso de jeito nenhum.

Pergunta: É uma boa conexão entre nós e o amor ao próximo, isso é tudo. Não estamos nos aproximando disso?

Resposta: Não. Essa é a maldição, que não estamos nos aproximando.

Pergunta: Este amigo também faz a seguinte pergunta: “Ficou claro pelo que você disse que o Criador é para todos, certo?”

Resposta: Sim, mas isso não significa que todos sejam igualmente bons ou maus.

Pergunta: Se Ele é o único para todos, por que existem tantas religiões, crenças, movimentos, e cada um tem o seu próprio Criador?

Resposta: É para que possamos descobrir tudo e nos unir acima de todas as religiões, crenças e tudo mais.

Pergunta: Então, o caminho de todos esses 800 movimentos, toneladas de religiões e tudo mais de alguma forma se resume à mesma coisa?

Resposta: Sim. Devemos nos elevar acima de tudo, e o Criador estará lá. Um por todos.

Pergunta: Ainda há uma questão sobre os judeus. Será esta uma questão eterna? Isso algum dia acabará?

Resposta: Terminará quando os judeus quiserem. Ou seja, quando perceberem o que precisam fazer e pararem de se esconder, mas agirem abertamente na frente de todos e mostrarem a todos qual é o método para unir todas as pessoas do mundo. Esta é a sua principal tarefa.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 13/11/23

A Relevância De Cumprir Os Mandamentos

937Pergunta: O que significa que existem mandamentos que anteriormente poderiam ser cumpridos, por exemplo, aqueles relacionados ao Templo, mas agora não podem?

Resposta: Não existe Templo e não existem tais mandamentos.

Nos séculos passados, durante a época dos Templos, nós guardávamos os mandamentos relativos a eles. Mas hoje não há necessidade disso. É por isso que os Templos desapareceram. Agora podemos fazer outra coisa que não era necessária naquela época.

Pergunta: Parece-me que pode haver aqui confusão entre ação interna e ação física. Conforme explicado na Cabalá, a ação interna do mandamento é uma mudança de intenção da recepção para a doação, certo?

Resposta: Baal HaSulam escreve em uma de suas cartas que quando os judeus receberam a Torá como um homem com um coração, eles primeiro observaram o mandamento mais importante: Ame o seu próximo. Mas o seu egoísmo crescia constantemente e eles eram incapazes de permanecer neste estado; eles o substituíram por manifestações externas.

Mas o fato é que sem ações físicas a intenção morre. Portanto, devemos compreender que precisamos cumprir os mandamentos física e internamente em nossa atitude.

De KabTV, “Estados Espirituais”, 21/11/23

“Um Ser Humano Não É Um Nome Para Você”

504Comentário: Comente um verso do antigo poeta persa Sa’adi. Está escrito em letras douradas e adorna o frontão do prédio da sede da ONU em Nova York.

Sa’adi escreve:

Todos os seres humanos são membros de uma mesma estrutura,
Visto que todos, a princípio, vieram da mesma essência.
Quando o tempo aflige um membro com dor,
Os outros membros não podem permanecer em repouso.
Se você não sente a miséria dos outros,
Um ser humano não é um nome para você.

Parece que ele também era um Cabalista.

Minha Resposta: Você e eu visitamos juntos um sufi na Inglaterra?

Comentário: Ele causou uma impressão séria naquela época. Você quer dizer que ele é um sufi iraniano, afinal?

Minha Resposta: Sim.

Pergunta: “Todos os seres humanos são membros de uma estrutura”, o que isso significa?

Resposta: Um quadro é uma pessoa.

Pergunta: O mundo inteiro?

Resposta: O mundo inteiro, sim.

Pergunta: Tudo é como os órgãos de uma pessoa?

Resposta: O Criador criou o homem, um homem, Adão. É assim que é na realidade. O que vemos é o nosso egoísmo que nos separa.

Pergunta: Então, é tudo mentira? É verdade que estamos todos conectados?

Resposta: Sim.

Pergunta: Então ele escreve: “Já que todos, a princípio, vieram da mesma essência”. O que isto significa? Que tipo de essência é essa?

Resposta: Tudo foi criado a partir de um único egoísmo. Esta é a essência.

Comentário: Ou seja, nossa natureza é definitivamente o egoísmo de todos.

“Quando o tempo aflige um membro com dor, Os outros membros não podem permanecer em repouso”.

Minha Resposta: Sim. Mesmo que uma parte do nosso corpo seja afetada pelo egoísmo, todo o nosso corpo, toda a pessoa, fica doente. Isto é como uma célula cancerosa.

Comentário: Na verdade, agora todo o corpo está realmente afetado.

Minha Resposta: Agora toda a humanidade é afetada. Mas isso é bom.

Pergunta: O que há de bom nisso?

Resposta: O bom é que isso está muito próximo do reconhecimento completo do egoísmo. Ou seja, se reconhecermos que todos somos afetados por este, digamos, tumor cancerígeno, então procuraremos uma cura para ele.

Pergunta: Mas, na verdade, está escrito que, pelo menos, uma pequena parte. Isso significa que não estamos falando de algum tipo de cura para uma parte? Não parece ser possível.

Resposta: Não, não, estamos falando da cura de toda a humanidade.

Pergunta: Isso significa que uma parte não pode ser curada? Esta deveria ser a cura para toda a humanidade?

Resposta: Sim.

Comentário: Então ele escreve: “Se você não sente a miséria dos outros, um ser humano não tem nome para você”.

Minha Resposta: Sim. Se você não sente a miséria do outro, você não é humano.

Pergunta: Você percebe isso diretamente?

Resposta: Sim. As pessoas verão, reconhecerão e entenderão que você é assim.

Pergunta: Também não parece fácil. Hoje, a terra está coberta de miséria em geral.

Resposta: Sim, mas o que está acontecendo agora não é o fim! Posso ver pelo “povo santo”, como dizem, o quão longe estão de tudo isso.

Pergunta: Mas eles deveriam carregar apenas uma coisa, em geral. É por isso que você os chama de “povo santo”. O que eles devem carregar?

Resposta: Que o Criador é um.

Pergunta: Essa é a mensagem que precisamos espalhar pelo mundo?

Resposta: Sim.

De KabTV, “Notícias com o Dr. Michael Laitman”, 30/10/23

Aproxime Todos do Criador

271Pergunta: Muitas vezes sinto pena das nações do mundo, como das crianças pequenas, porque o Criador não as aproximou de Si mesmo.

O que devo fazer com esse sentimento?

Resposta: É nossa tarefa aproximar as pessoas do Criador. Quando tivermos certeza de que entendemos tudo corretamente e já estamos no nível espiritual mínimo, seremos capazes de nos voltar para aos povos do mundo e tentar puxá-las para cima.

Da Lição Diária de Cabalá 05/12/23, Escritos do Baal HaSulam, “O orgulho do homem o derrubará”

Como Repetir O Milagre De Chanucá Hoje

630.2O feriado de Chanucá é dedicado a um milagre que aconteceu ao povo de Israel Mas agora não vemos um milagre acontecendo, e nosso povo tem que travar uma guerra constante. Que milagre podemos esperar hoje para derrotar os inimigos que nos ameaçam? Há cerca de 2.000 anos, isso os ajudou a derrotar os inimigos que os atacaram.

Existe um milagre com o qual podemos mudar tudo; é a nossa conexão. Ela transforma todos os pontos negativos em vantagens e leva à vitória, mas apenas com a condição de que todo o povo de Israel se una como um homem com um só coração. Somente a falta de conexão entre as pessoas leva a guerras sem fim.

Portanto, o único conselho é tentar nos conectar e entender que a nossa força interior e a vitória dependem do poder da nossa conexão.

Já existe um certo sentimento de conexão entre as pessoas. Mas é causado por razões negativas, por uma sensação de ameaça e perigo, por isso, por causa da desesperança, aproximamo-nos, amontoando-nos como irmãos em apuros.

No entanto, precisamos de uma conexão completamente diferente, na qual entendamos e tenhamos certeza de que, com a ajuda da nossa conexão, seremos capazes de enfrentar todos os inimigos. Esta é uma conexão entre pessoas que une muitas correntes diferentes, e todos estão prontos para se conectar como um homem com um coração, porque é somente desta forma que seremos capazes de construir um vaso para a revelação do Criador. Quando o Criador aparecer entre nós, nenhum inimigo se levantará contra nós.

Esta guerra deve ocorrer não só fora, com um inimigo externo, mas também dentro de nós. Seremos capazes de controlar totalmente o nosso destino aproximando-nos e conectando-nos.

A força superior nos permite sentir esse estado hoje, durante o feriado de Chanucá. Devemos reconhecer a verdade de que não estamos em guerra com inimigos externos, mas contra nós mesmos, e devemos derrotar o nosso inimigo interno, o nosso egoísmo. O verdadeiro problema está nele, e os inimigos externos são apenas a sua projeção. A salvação das pessoas depende do quanto estamos tentando alcançar a nossa raiz espiritual. Mas há milhares de anos que não temos esse anseio.

Portanto, devemos explicar incansavelmente que podemos vencer e com certeza venceremos, mas antes de tudo, devemos nos conectar. Todos deveriam pisar no seu egoísmo e estar prontos para abraçar a todos, qualquer um do povo de Israel.

Tudo isso é possível porque, no final das contas, tudo depende apenas da nossa intenção e do nosso esforço. Só este caminho conduz a uma resolução bem-sucedida da situação em que o nosso povo se encontra agora. Ainda não compreendemos o perigo que corremos. O mundo inteiro pode afastar-se de nós, deixando-nos sozinhos para lidar com esta ameaça.

Para vencer a guerra com os nossos inimigos, precisamos antes de tudo vencer a guerra conosco mesmo, ou seja, com o nosso egoísmo. Se nos levantarmos contra o nosso egoísmo, contra a nossa separação, teremos sucesso em tudo.

Os inimigos externos são apenas marionetes sem nenhum poder real contra nós. O principal é corrigir as relações entre o povo de Israel e, de acordo com isso, veremos como os inimigos mortais de Israel se transformarão em nossos melhores amigos.

O 7 de Outubro trouxe uma mudança significativa no povo de Israel, mas ainda não é suficiente para nos trazer a vitória e vencer não derrotando os inimigos externos, mas derrotando os que nos odeiam dentro de nós, o nosso egoísmo. Esta será uma verdadeira vitória que garantirá a nossa paz e segurança.

Se superarmos o nosso egoísmo, deixarmos de nos afastar uns dos outros e começarmos a aproximar-nos uns dos outros para que todo o povo de Israel se torne amigo, não haverá nenhuma força no mundo que se levante contra nós.

Da 2ª parte da Lição Diária de Cabalá 14/12/23, “Unificação do Povo (Nação)”

Problema Insolúvel

611Pergunta: Israel está agora numa situação em que o seu futuro lhe está oculto. Especialistas, tentando determinar como proceder, dizem que há decisões ruins e muito ruins.

O próximo passo está como que escondido de nós. Como podemos olhar diretamente para este problema insolúvel do ponto de vista do país e do ponto de vista do povo?

Resposta: Eu não diria que aqui há decisões que estão nas mãos do país ou do povo porque, em geral, ninguém está interessado nisso, e ninguém está engajado nisso.

Portanto, em relação a Israel e ao seu futuro, estamos todos numa espécie de flutuação livre. Nada mais pode ser dito sobre isso, pois não entendemos as leis pelas quais existimos.

Vemos simplesmente pelo passado que não importa o que digamos, pode ser completamente irrealista. Portanto, especificamente em relação a Israel, este problema é insolúvel.

De KabTV, “Expresso de Cabalá”, 27/11/23

Cada Um Tem Seus Próprios Privilégios

963.5Pergunta: Por que o Criador tornou as qualidades de Israel mais fracas do que as qualidades das 70 nações do mundo?

Resposta: Para que nos voltemos a Ele e peçamos correção.

Pergunta: Elas não poderiam ter sido feitas em termos iguais para que houvesse alguma escolha?

Resposta: Não vejo muita diferença entre Israel e outras nações no nível terreno. Esta diferença é claramente expressa apenas na espiritualidade.

Pode haver uma diferença em nosso mundo, mas não se pode dizer que alguém é mais fraco ou pior. Não é importante. Cada nação tem seus próprios privilégios.

Da 1a parte da Lição Diária de Cabalá 04/12/23, Escritos do Rabash, “Os Espiões”