Textos na Categoria 'Feriados'

Nova Vida # 714 – Costumes Do Seder

Nova Vida # 714 – Costumes Do Seder
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

O que significam os costumes e símbolos do Seder? Como eles estão relacionados com o processo de desenvolvimento que temos que ser submetidos como uma nação? O que é o êxodo do exílio até a redenção que devemos alcançar?

O Seder simboliza o fim do cativeiro egípcio, a escravização ao ego, ao capitalismo, à perseguição interminável. As pessoas não querem mais se casar e ter filhos, o que indica que a humanidade chegou a um beco sem saída e nós precisamos de um novo modo de vida.

O que representam os símbolos e costumes do Seder?

O Seder de Pesach contém os símbolos dos estados que passamos no Egito e que temos que passar no dia em que somos libertados. Os quatro copos de vinho simbolizam o ego que se desenvolve em quatro fases, onde o vinho representa a Luz de Hochma. O copo de Elias simboliza a força que nos leva ao amor e conexão, o pico do nosso desenvolvimento.

O versículo que lemos na Hagadá, ” Derrama a Tua ira sobre as nações que não Te reconhecem”, refere-se às forças egoístas em nós, que o homem é um pequeno mundo. O Afikoman,vque deve ser consumido até meia-noite, simboliza a força superior que nos corrige que aparece no momento mais sombrio.

Enquanto nós pensamos que a melhoria da nossa conta bancária é a nossa redenção, não estamos indo na direção certa, e por isso ainda estamos no exílio. Nós seremos resgatados quando sentirmos que não temos amor e conexão e que temos que trabalhar para alcançá-lo. Em vez de criticar uns aos outros, temos que nos criticar e examinar onde estamos em relação à regra “ama teu amigo como a ti mesmo”. Portanto, na Véspera do Seder devemos pensar no êxodo do ódio infundado e desrespeito aos outros para a conexão e o amor fraternal.

De KabTV “Nova Vida # 714 – Os Costumes Do Seder”, 12/04/16

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

 

Vida Nova # 544 – Cultura Judaica: A Páscoa de Hagadá

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Resumo

“O que torna esta noite diferente?” Esta noite nos sentimos livres. Éramos escravos e agora estamos livres ...

Nós éramos escravos: fomos escravos do Faraó e não poderíamos escapar por nós mesmos. Hoje também estamos escravizados ao nosso ego, a inclinação ao mal que nos divide e emite centelhas de disputas entre nós e não nos deixa ser. Como podemos ser liberados? Temos de decidir na mesa do Seder que não mais nos relacionaremos nesta forma egoísta.

A Torá falou acerca de quatro filhos: O sábio que é inteligente, o maligno, que não quer envolver-se em conexão, o simples que não entende nada, e aquele que não sabe como pedir e percebe que há algo sublime sobre a conexão, mas por enquanto não podemos assimilá-lo.

Isto é o que restou a nossos pais e a nós: se quisermos subir acima do nosso ego, seremos recompensados com uma força que nos ajudará, a força de conexão.

E o Senhor salvou-nos: O Criador colocou o Irã e todos contra nós para que possamos subir acima do nosso ego. Se construirmos relações corrigidas entre nós, a atitude do Iran e do resto do mundo logo mudará para melhor.

Os egípcios nos trataram mal; após a abundância material vem um sentimento de vazio e dor de modo que ascenderemos. [Leia mais →]

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas No Nosso Dia

 

Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Que está a Torá realmente dizendo-nos, o que nos é revelado pelas dez pragas, e por meio da educação apropriada como podemos construir um mundo equilibrado para que possamos viver em paz e tranqüilidade?

Resumo

A Torá não está falando de coisas que acontecem neste mundo material, mas no mundo superior. Cada pessoa deve perceber todas as histórias da Torá por si mesmo, e dentro de si mesmo: Adão, o período da inundação, o Êxodo do Egito, e assim por diante.

Cada pessoa deve escrever um rolo da Torá para si mesmo, ou seja, ele deve corrigir suas características de acordo com as letras da Torá.

Fomos criados com uma natureza egoísta; só fazemos coisas para o nosso próprio benefício. Nosso objetivo deve ser transcendência para o amor. Para corrigir a nós mesmos, seja por meio de golpes ou por meio da consciência, devemos sentir que o ego é prejudicial a nós.

O Faraó simboliza o ego em uma pessoa; isso não nos permite sermos atenciosos para com os outros ou desenvolvermos amor pelos outros. Então o Faraó, o ego em nós, deve receber golpes. Hoje toda a humanidade está em um estado de “Egito”.

As 10 pragas levaram os filhos de Israel a romper com o ego que é dividido em 10 partes. Um exemplo de uma praga: O mundo está cheio de abundância hoje, mas como resultado de relacionamentos ruins, metade do mundo está morrendo de fome enquanto a outra metade lança grandes quantidades de alimentos ao lixo.

O ego desenfreado é a causa do custo de vida, habitação e aposentadoria. Além disso, a natureza nos assalta impiedosamente. A educação das crianças, divórcios, drogas, assassinatos, violência e terrorismo- cabe a nós reconhecer que tudo isso é derivado do ego.

A situação no mundo exige divulgação do método de correção, o método de conexão acima do ego, como remediar a situação, e que há uma cura. Além disso, através da conexão podemos subir para uma nova, eterna, e total dimensão da existência. E o Hagadá de Páscoa (Passover Haggadah) nos fala sobre isso, sobre a liberdade do anjo da morte, a liberdade do ego.

[156.598]

De KabTV “Vida Nova # 541 – Cultura Judaica: As Dez Pragas Em Nossos Dias”, 26/ 3/15

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah

Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) E Matzah
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

Que fases importantes em nossas vidas o Chametz e o Matzah simbolizam? Qual é o significado da queima do Chametz e por que não usamos uma luz forte quando o procuramos em casa?

Resumo

Matzá simboliza o nosso desprendimento de nossos desejos egoístas; por isso é chamado de pão da aflição. Pesach (Páscoa Judaica) simboliza o estado em que rompemos com o nosso ego e operamos tanto quanto podemos em amor e doação.

O termo “ego” não se refere aos prazeres pessoais, mas ao prazer de odiar os outros, usando os outros e tirando proveito deles. Nós temos que tratar bem os outros. Primeiro, não vamos sentir qualquer gosto nisso, assim como o Matzah, mas depois ele irá crescer e expandir.

O pão levedado (Matzah) e Chametz são como crianças que gostam de irritar outras, por exemplo, e depois aprendem a se conter e se tornar amorosas e generosas.

É assim que o mundo é hoje: ele está sob o domínio do Faraó, sob o domínio do ego, e, portanto, as pessoas precisam de tranquilizantes, drogas e álcool. A fase de contenção resulta do reconhecimento do mal quando todos percebemos que o ego está nos destruindo. Comer Chametz após Pessach simboliza um novo mundo, conexões de amor e doação e a revelação do mundo superior.

A queima do Chametz simboliza a eliminação do ego dentro de mim, quando eu não concordo em suprimir os outros e dominá-los. Nós procuramos o Chametz com a luz de uma vela, uma vez que não temos mais do que uma ligeira iluminação que sinaliza que o ego é mau e terrível. A venda do Chametz simboliza que eu estou me livrando do ego para sair dele, e depois eu o trago de volta para corrigi-lo.

De KabTV “Nova Vida # 539 – Cultura Judaica: Entre Chametz (Comida Fermentada) e Matza“, 24/03/15

Nova Vida # 538 – Cultura Judaica: O Faraó Entre Nós

Nova Vida # 538 – Cultura Judaica: O Faraó Entre Nós
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

O Faraó, o poder do ego, nos controla até hoje. Por isso, em Israel, há uma enorme divisão entre as pessoas.

A história do Êxodo do Egito é mais relevante hoje do que nunca. Nós deixamos o Egito, alcançamos relacionamentos de amor, passamos por destruição e exílio. Hoje, devemos mais uma vez sair do controle do ego e levar o mundo inteiro conosco à conexão e ao amor.

Como não há nenhuma conexão entre nós e não há guerra entre nós, nossos inimigos vizinhos se levantam contra nós do lado de fora, e também o mundo.

Quando falamos sobre o “ego”, refiro-me ao desejo de explorar, oprimir, subjugar e controlar os outros: o “Faraó”. O Faraó é considerado o rei do Egito, porque ele domina as pessoas, dando ordens a cada momento.

O Seder da Páscoa vem para nos lembrar que no passado o nosso povo saiu do Egito, do ego, e hoje depende de nós sair dessa situação novamente. Nós precisamos de um processo geral de educação social que nos levará à sensação de que somos uma única família. O êxodo do Egito é uma história sobre um processo educativo, o desenvolvimento da consciência através de impulsos que nos movem.

Uma família significa que todos irão se relacionar com os outros como seus filhos. Apenas a vida em um estado como este é chamada de viver no paraíso.

De KabTV “Nova Vida # 538 – Cultura Judaica: O Faraó Entre Nós”, 22/03/15

Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2

Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2

Resumo

O que queremos para renovar a próxima Páscoa? Nós temos que fazer uma autoanálise.

A divisão na nação está aumentando. De acordo com a Cabalá, nós não começamos a construir a sociedade israelense, e hoje temos que começar a fazer isso.

A sociedade israelense só será capaz de existir se for baseada no princípio de Abraão: “Ama teu amigo como a ti mesmo”. As disputas que têm sido típicas da nação judaica por gerações podem nos levar à destruição hoje.

Nós precisamos educar a sociedade israelense a amar acima de quaisquer diferenças de opinião, a se conectar entre diferentes pessoas. Ao educar a sociedade israelense, cada indivíduo vai se relacionar com os outros como se os amasse, como se eles fossem seus próprios filhos.

Nenhuma revolução ou mudança de liderança vai ajudar. Nós precisamos de uma revolução na percepção das nossas relações. Nós só conseguiremos resolver os problemas de segurança, de relações exteriores, do alto custo de vida, etc., se soubermos como se conectar.

Pesach (Páscoa Judaica) significa uma transição do estado em que todo mundo quer devorar todos os outros para o estado de amor e conexão. Na noite do Seder, nós devemos falar sobre como podemos dar um passo adiante fora do nosso estreito egoísmo que nos enterra. O amor vai cobrir todas as nossas transgressões. A sabedoria da Cabalá nos oferece um método único de como trazer a força de conexões às nossas vidas.

De KabTV “Nova Vida # 536 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 2”, 19/03/15

Nova Vida # 535 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 1

Nova Vida # 535 – Cultura Judaica: Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 1

Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Por que o povo de Israel foi fundado sob a condição e obrigação de se conectar, como é que a transição do ódio ao amor entre as pessoas melhora a situação para toda a humanidade, e como é que essa transição se conecta à história do Êxodo do Egito?

Resumo

Como uma sociedade nós ficamos presos; não hoje, mas já há dois mil anos. Foi então que nós caímos no ódio infundado. Se nós não agimos como uma “Luz para as nações” (Isaías 49:6), é ruim para nós e para o mundo inteiro.

Uma Luz para as nações significa amor ao próximo. O povo de Israel foi fundado no princípio da bondade e reciprocidade entre as pessoas que são diferentes, sob a liderança de Abraão.

Está claro que cada pessoa é egoísta por natureza. Mas a sabedoria da Cabalá traz a força superior que pode nos conectar. Não há nenhuma razão para esperar os líderes nos levar a um novo lugar; os líderes são um reflexo do povo. Cabe a nós encontrar a força que irá construir pontes entre nós sobre todas as diferenças de opinião. “O amor cobre todas as transgressões” (Provérbios 10:12).

É impossível tomar um exemplo de qualquer outra nação, porque elas estão todas sendo totalmente destruídas. Nós temos um único caminho. Não precisamos corrigir ninguém, mas só construir uma conexão acima de todas as diferenças, como em uma família.

Para fazer isso precisamos de um processo geral de educação social. Sem ele Israel será totalmente destruído, bem como o mundo inteiro. Nós temos um método para a conexão, a sabedoria da Cabalá. Assim, o nosso papel é o de fornecer ao mundo o exemplo de uma sociedade conectada. Nó devemos virar o volante da nação não para a direita ou para a esquerda, mas para o poder do amor, o poder superior.

A implicação prática no momento é que devemos nos concentrar na educação e formação necessárias, a fim de saber como nos conectar. Na sabedoria da Cabalá há exercícios e atividades de conexão que desenvolvem sentimentos de amor entre pessoas diferentes

O Feriado da Páscoa Judaica (Pesach) representa saltar/fazer a transição – o êxodo do ódio ao amor.

De Kab TV “Nova Vida # 535 – Pesach E A Sociedade Israelense, Parte 1”

Nova Vida # 537 – Cultura Judaica: Saída Do Egito

Nova Vida # 537 – Cultura Judaica: Saída Do Egito
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

O que a Cabalá nos ensina sobre o ego e o ódio infundado, que são imprimidos naturalmente em nós? Como eles nos aprisionam dentro do mal e como podemos nos libertar dessa escravidão?

Resumo

A época de Abraão é o início da era dos Patriarcas, e após o êxodo do Egito, é o início da era dos filhos.

Abraão nos ensinou a construir conexões acima do nosso egoísmo e ódio infundado: “O amor cobrirá todas as transgressões”. Mesmo na família ou na política o amor deve estar acima de quaisquer divergências que possam existir.

O Egito simboliza o período de nossa escravização ao ego. A decisão de sair do ego vem após as pragas. Pesach (Páscoa Judaica) é um nascimento. O Egito foi o berço da nação, o nascimento de uma nova visão de mundo através da conexão. Uma pessoa é um escravo dentro de seu ego, e fora do ego é livre. Essa é toda a história do êxodo do Egito.

Inicialmente você examina a si mesmo e como o ego o governa em todos os sentidos. É uma fase de autoreconhecimento. O ego parece estar a nosso favor, mas, na verdade, ele arruína nossa vida. Se o seu vizinho compra um carro novo, você fica triste porque seu ego sofre. Nós só conseguiremos viver uma boa vida quando aprendermos a se relacionar com todos como com a nossa família. Essa é toda a ideia de Pesach.

De KabTV “Nova Vida # 537 – Cultura Judaica: A Saída Do Egito” 22/03/15

Nova Vida # 543 – Cultura Judaica: A Noite Do Seder E O Sentido Da Vida

Nova Vida # 543 – Cultura Judaica: A Noite Do Seder E O Sentido Da Vida
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Yael Leshed-Harel

“E dirás a teu filho” (Êxodo 13:8). Essa não é apenas uma história para os nossos filhos sobre o Êxodo do Egito. Todos nós devemos conhecer, reconhecer e sentir o significado da história da Hagadá….

Resumo

É muito importante que saibamos o significado do exílio e da redenção, qual a diferença entre eles, e em que situação nos encontramos hoje.

No começo havia muita comida no Egito e os filhos de Israel viviam como reis. Depois, houve sete anos de fome. A fome simboliza a sensação de vazio, a falta da sensação do porque estou vivendo, a falta de sentido. A partir de hoje, uma voz interior foi despertada em uma pessoa, dizendo-lhe que a sua vida é como viver em uma gaiola dourada e ela é basicamente um escravo. Isto é muito evidente na Europa e nos Estados Unidos. Tudo está lá materialmente, mas, apesar disso, as pessoas ainda são amargas e tristes, sofrendo de depressão.

“Por que esta noite é diferente?” (Pesachim 116a). Venha, vamos sentar juntos e pensar sobre nossas vidas, como vamos deixar a escravidão? Será que a natureza nos criou apenas para que perseguíssemos todos os tipos de gratificação na vida e depois morrêssemos?

Ao longo de todas as gerações houve sábios que procuraram o sentido da vida. Hoje, a ideia tornou-se de conhecimento público. Como resultado de um aborrecimento interna, a procura por algo que não é clara, o jovem entra em um monte de besteiras, problemas e dificuldades.

Nós temos a Hagadá de Pessach (Páscoa). Ela nos diz que é possível subir acima da matéria, acima da gravidade e controlar nossas vidas. Uma pessoa pode aprender a controlar sua vida, ser o seu mestre, planejar sua vida para um objetivo que escolheu desde o início. Tudo depende de nós.

De KabTV “Nova Vida # 543 – Cultura Judaica: A Noite Do Seder E O Sentido Da Vida” 31/03/15

Nova Vida # 542 – Cultura Judaica: Moisés – O Líder Ideal

Nova Vida # 542 – Cultura Judaica: Moisés – O Ideal Líder
Dr. Michael Laitman em conversa com Oren Levi e Tal Mandelbaum ben Moshe

Resumo

Moisés teve mais a característica de doação e amor ao próximo do que qualquer outra pessoa. O líder de Israel não precisa de capacidade de liderança, sabedoria, astúcia e coisas assim. Em vez disso, ele deve ser sem dolo.

Na medida em que o líder de Israel é inocente, a Luz Superior pode agir nos outros através dele. Ser inocente significa que ele quer somente estar cada vez mais aderido às características de doação e amor. Assim, por meio dele, a força de amor e doação age sobre as pessoas, educando e avançando-as rumo à conexão e amor.

As características de Moisés são as de um Cabalista divino que atinge a divindade de modo que a Luz brilha através dele. Moisés não admitia nada para si mesmo. Sempre que o ego crescia, ele sabia como equilibrá-lo.

Moisés explicava o que a natureza ou divindade (que é a mesma coisa) exigia do povo. Ele explicava a lei do desenvolvimento para o povo. Moisés tinha o maior ego, mas sabia como superá-lo e foi bem-sucedido em equilibrá-lo.

O povo de Israel é um povo de dura cerviz, e eles foram muito teimosos com Moisés. Mas ele não tinha escolha. Moisés incluiu os desejos egoístas do povo para que pudesse transmitir o poder de correção a eles.

Moisés guiou um processo educativo do desenvolvimento de uma consciência de que o egoísmo é prejudicial para nós e que precisamos se conectar. Ser um líder significa estabelecer um sistema de educação e a explicação que leva à conexão entre as pessoas acima de toda a disparidade e diferenças entre elas. Moisés explicou ao povo que todos os problemas são porque o ego os escraviza. Ele lhes ensinou como escapar dele.

De KabTV “Nova Vida # 542 – Cultura Judaica: Moisés – O Líder Ideal”, 26/03/16