Textos na Categoria 'Egoísmo'

O Despertar Do Ponto No Coração

Dr. Michael LaitmanSe o ponto no coração de uma pessoa não fosse evocado, ela nunca iria despertar e permaneceria nos níveis inanimado, vegetal e animal da natureza. Assim, vemos o quanto é importante para aqueles nos quais o “ponto no coração” foi evocado realizar este anseio de todas as formas possíveis e não se esconder atrás de quaisquer outros negócios.

Nós temos que ajudar a todos aqueles que foram despertados porque eles são realmente especiais, os escolhidos neste mundo. Somente com a ajuda deles podemos anular a divisão que separa a humanidade do Criador. Todos os outros irão se juntar a eles e ajudá-los na medida em que sua disponibilidade de fazê-lo seja revelada neles. Este também é um trabalho sagrado. Na medida em que anularmos a divisão, a sua força irá mudar de uma força de resistência para uma força que auxilia a conexão.

Assim como em um esquema eletrónico, onde cada componente possui uma resistência, se este esquema fosse conectado a um gerador de energia, a partícula começaria a operar de acordo com a sua resistência, o que significa que se tornaria uma parte benéfica. Quanto mais ela resiste, mais trabalho ela realiza e mais benefícios ela traz.

A mesma coisa acontece com a inclinação ao mal. É graças a ela que nós subimos os 125 degraus, quando ela se transforma na inclinação ao bem. Nós nos conectamos 620 vezes mais forte do que antes.

Primeiramente, no mundo de Ein Sof (Infinito), não tínhamos idéia se estávamos separados ou conectados. Nós existiamos como um embrião no ventre de sua mãe que foi criado dessa maneira, e não sabiamos nada mais.

No entanto, após a quebra e a separação, nós descobrimos toda a profundidade do amor e da conexão, revelando a cada vez a divisão do lado esquerdo, anulando-a e a corrigindo no lado direito. Depois nós usamos a “linha média” para nos conectar. Assim, todo mal muda para o bem, e o “anjo da morte” se transforma no “anjo sagrado”.

Nós devemos considerar o ego como um verdadeiro anjo, isto é, como uma força especial que nos eleva ao nível humano. Esta completa separação foi necessária apenas para que pudéssemos descobrir a profundidade da conexão, compreendê-la e sentí-la em toda sua profundidade.

Nós não existiremos nela passivamente, como um embrião no ventre de sua mãe que não sabe nada e não entende nada. Em vez disso, vamos cooperar nela como as “duas grandes Luzes”, como iguais, como dois amantes, mutuamente conectados num todo. Só então é que podemos realmente fazer o outro feliz.

Assim, a reconexão do órgão que foi cortado do corpo não é apenas uma reconexão. Ela permite que eles se tornem um todo, de acordo com a atração e a inclinação entre eles. Portanto, isto é chamado de “adesão”.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 13/09/12, “Discurso para a Conclusão do Zohar“

A Inveja Não É Uma Falha

Dr. Michael LaitmanPergunta: Os Cabalistas relacionam a inveja às qualidades que ajudam a pessoa a sair deste mundo e entrar no mundo espiritual. Na verdade, por que eu deveria invejar os outros? Afinal, todo mundo é especial e todo mundo está seguindo seu próprio caminho. Por que a singularidade do outro me faz invejar e me capacita no meu caminho?

Resposta: Eu evoco em mim a inveja, a cobiça (luxúria) e o desejo por respeito de propósito. Não se trata apenas de uma pessoa comum que inveja o sucesso dos outros, ou que seja depois respeitada. Neste mundo nós invejamos todo tipo de bobagem e realmente queremos coisas frívolas. Eu, ao contrário, levo apenas o que é necessário para a vida e ignoro todo o resto. Quando eu tenho todas as necessidades básicas, eu construo a mim mesmo para o trabalho espiritual e neste contexto eu uso ferramentas como a inveja.

Caso contrário, não vou ter nada com o que avançar. A inveja, a cobiça e o respeito são as três abordagens egoístas, e no que eu posso trabalhar sem eles dentro de mim? São estas três qualidades que me levam para fora deste mundo; é como sair dos mundos de BYA para o mundo de Atzilut.

Portanto, se eu quero trabalhar espiritualmente, eu olho para o trabalho dos outros e me anulo diante deles. Então, eu os vejo como os maiores em nossa geração: eles avançaram muito, eles atingiram o fim da correção, e eu os invejo. Se eu não invejo, sou impotente e não posso me mover. Eu recebo todos os poderes para avançar do meu ego. O avanço certo com a intenção correta, o que significa a forma que está vestida n matéria é trazida a mim pela Luz, enquanto a matéria em si em que eu subo é o meu próprio ego.

Pergunta: Mas como eu posso proteger a intenção correta da inveja?

Resposta: É de acordo com a inveja, a cobiça, o desejo de respeito, que a intenção é construída. Você transforma a inveja em inveja pelo Criador, o desejo por respeito em respeito pelo Criador, a luxúria por um desejo de se aderir a Ele. Caso contrário, o que você corrigir? O que você constrói, um castelo etéreo nas nuvens?

Pergunta: Mas, ainda assim, quando eu invejo, seu fogo me consome.

Resposta: Não, você só se permite evocar a inveja, a cobiça, o desejo por respeito após a restrição, quando não é mais para você, mas, para entender, para determinar o “espaço de trabalho”. Tudo está sob controle; caso contrário, você não deve nem começar.

Em suma, experimente. Não tenha medo de cair na inveja. Comece a trabalhar nela. Você tem sorte se inveja os amigos, é bom. Afinal, não temos outra força para avançar. Se eu morasse sozinho, sem um ambiente, eu seria como um animal. Por outro lado, se a sociedade me estimula, constantemente me mostrando que os amigos têm o que me falta, isso me ajuda a avançar na vida. Eu só preciso de um ambiente especial que me dê bons exemplos, que eu invejo.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá de 12/09/12, “Paz no Mundo”

Magnatas Sob Ataque

Dr. Michael LaitmanAté agora, todos cresceram e se desenvolveram em seus próprios desejos individuais, desde a fase da raiz até a quarta fase. Mas este processo é longo e não há mais para onde crescer individualmente. Hoje, o desenvolvimento pode continuar apenas na conexão entre nós.

Esta conexão também se divide em fase da raiz e fases um, dois, três e quatro, de acordo com a sua espessura (Aviut). Esta é de fato a questão que se coloca hoje: como podemos tecer corretamente a conexão entre nós?

Não há nada que possamos fazer dentro de nós, nós esgotamos nosso ego individual e assim, sem a conexão correta, cada um vai entrar em colapso.

Em particular, isso se aplica aos magnatas, já que todas as conexões importantes na sociedade dependem deles. Portanto, todos os magnatas entrarão em colapso. Por outro lado, a pessoa comum vai sentir apenas um eco deste colapso. Os magnatas estão tão intimamente conectados com o mundo que eles são muito mais espessos e ainda mais dependentes. Portanto, eles vão sentir o golpe muito mais forte, se não começarem a criar as conexões certas.

Isso pode acontecer de diversas formas, tais como falências e desastres, mas a essência não muda; eles vão sentir que algo está errado e não funciona. Isto porque a indústria moderna e o comércio dependem totalmente de conexões mútuas e elas não funcionarão hoje se o sistema global geral não for levado em conta.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 11/09/12, “Paz no Mundo”

Incorporado Num Desejo

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, “Paz no Mundo”: Isto porque o que se encontra no coletivo é apenas o que se encontra no indivíduo. E o benefício do coletivo é o benefício de todo indivíduo: quem prejudica o coletivo toma a sua parte no prejuízo, e quem beneficia o coletivo toma a sua parte no benefício, já que os indivíduos são parte do todo, e o todo não é merecedor, de forma alguma, mais do que a soma de seus indivíduos.

Nós temos que aceitar isso como leis operacionais, e depende do desenvolvimento da pessoa se elas são reveladas ou não.

Nós todos somos partes do mecanismo geral. Cada indivíduo é como uma engrenagem que gira de acordo com as outras e não é perguntado se ela quer ou não. A máquina já está montada e ativa e se você sentir que é livre e independente é só porque você está separado da realidade. Você simplesmente não sabe como está sendo “girado”.

Mas em certo ponto você percebe que a partir de agora você tem que girar de forma consciente, e se não o fizer, você experimenta coisas desagradáveis.

Vamos ilustrar isto num desenho. Existe um mecanismo onde todas as engrenagens estão girando de forma ideal. Existe um pequeno motor ligado a elas (M), que gira todas elas.

Em seguida, cada engrenagem é feita para compreender que num determinado ponto em seu trabalho ela tem que parar de girar instintivamente e começar a girar de acordo com sua própria vontade, unindo-se com as outras, sentindo-se responsável por elas, como resultado do amor por elas.

A pessoa sente que todos dependem dela, e em sua “zona vermelha” duas forças começam a agir: a força do mal e a força do bem. Ela sabe que tem que usar a força do bem, mas não pode fazer nada consigo e só quer usar a força do mal. Exatamente nesta lacuna (Δ), ela descobre seu livre arbítrio.

Assim, a máquina está funcionando e você está girando. No final, como se diz, ninguém será repelido pelo Criador, e todos vão voltar a sua raiz. De uma forma ou de outra, todos nós somos seus trabalhadores. Mas se você tem um “ponto no coração”, você quer revelar a verdade, e para fazer isso, você quer realizar ações especiais. Então, de repente você descobre a realidade e ela é revelada a você de duas maneiras.

Então você tem a oportunidade de ser incorporado nela, de descobrir e entender o seu “motor”, o Criador e o pensamento da criação, e todo seu sistema. Quando você se torna parte do processo e se iguala a essa “máquina”, você começa a ver o que ela é e para que serve, etc.

Você se encontra entre dois opostos. Por um lado, o ego está puxando você para fora: “Pra que você precisa disso? Viva e aprecie o que você tem, e o que for, será”. Por outro lado, você é atraído a mais.

Aqui você tem que mudar a força motivadora. Em vez de ficar impressionado com a atração de novas revelações, você começa a avançar no sentido real – incorporando-se no mecanismo geral e agindo nele.

Isso só é possível se você se incorporar a fim de ajudar os outros, não porque você quer entender e sentir alguma inovação, fazer parte de algo grande, mas para concentrar seus poderes em ajudar o mecanismo geral, em ajudar os outros. Você tem que mudar a razão de sua participação. Agora você está sendo estimulado por sofrimentos e tem que mudá-los para as aflições do amor.

Quanto à “máquina”, ela vai funcionar como de costume. Nosso mundo simplesmente “gira”, mas você está impedido de abrir os olhos e ver o que é chamado de Mundo superior: a esfera onde são realizadas todas as contas e s decisões…

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 10/09/12, “Paz no Mundo”

Os Limites Da Integração Egoísta

Dr. Michael LaitmanO homem é uma criatura social, o que significa que ele depende de todos e todo mundo depende dele, mas isso é revelado gradualmente.

Toda a história humana é a essência da revelação social do homem. Quando ele desceu da árvore passou a viver na sociedade da família ou da tribo e, em seguida, gradualmente expandiu seus limites sociais. Por um lado, o ego que o separava dos outros se desenvolveu nele, e ele obteve uma propriedade — uma casa própria, seu próprio campo, seus próprios camelos, cavalos, ovelhas, servos. Por outro lado, ele se tornou mais dependente dos outros — um indivíduo se tornou ferreiro, outro sapateiro, um terceiro alfaiate, outro fazendeiro e todos eram dependentes entre si no nível humano de trocas de bens e serviços. Isto ocorre, apesar do fato de que o inidíduo realmente não quer dar nada, mas só quer tomar.

Assim, as rodas do mecanismo global começaram a se mover, uma vez que não havia outra escolha, embora ninguém quisesse coordenar suas ações com os outros. Ao longo da história a sociedade se desenvolveu em duas linhas: uma crescente dependência mútua e uma crescente repulsa egoísta. As pessoas se fecharam em muralhas e fronteiras políticas até que este processo irreversível chegou a um beco sem saída, à medida que temos um grande ego, e todos nós dependemos um do outro. Isso é o que é revelado para nós hoje, no final das duas tendências que começaram no passado e que moldaram a humanidade.

Hoje nós não temos escolha: somos totalmente dependentes uns dos outros e odiamos totalmente uns aos outros, embora nenhum aspecto fosse completamente revelado ainda, e ainda temos que descobrir isso. Em geral, ele é revelado pela Luz superior que Reforma quando tentamos nos conectar para que poder subir em direção a ela.

Suponha que nós queremos conectar todo o mundo, qual será o benefício de tal ação? Vendo as vantagens iniciais da conexão, veremos também que estamos muito longe disso, absorvidos no mal. Isto é porque bem e mal são medidos em contraste um com o outro. Portanto, ao ansiar ao bem, à união, nós iremos repetidamente descobrir um novo mal, que é chamado de “guerra de Gog e Magog”: Armageddon…

No conjunto, o nosso mecanismo coletivo geral também está agindo agora, se olharmos para ele, de um nível diferente de esclarecimento. As rodas estão girando e as partes estão funcionando. A questão é se você concorda com as ações deste mecanismo quando elas são reveladas a você. Assim é que devemos analisar a situação, de um nível mais maduro.

Da 4ª parte da Lição Diária de Cabalá 10/09/2012, “Paz no Mundo”

As Bactérias Têm Papéis Sociais

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do MITNews): “Muitos organismos — mamíferos, aves e insetos, por exemplo — também formam estruturas de cooperação social que permitem que os recursos sejam defendidos e compartilhados dentro de uma população.

“Mas, surpreendentemente, até mesmo os micróbios, que são reconhecidos por prosperar somente quando são capazes de vencer a batalha por recursos contra aqueles mais próximos, têm uma estrutura social de alguma forma sofisticada que depende da cooperação, de acordo com os cientistas do MIT. Estes investigadores encontraram recentemente a evidência de que alguns micróbios oceânicos utilizam armas químicas que são inofensivas para os parentes dentro de sua própria população, mas mortal para estranhos.

“As armas são antibióticos naturais produzidos por alguns indivíduos cujos parentes mais próximos carregam genes que os tornam resistentes. Os investigadores acreditam que os poucos produtores de antibióticos estão agindo como protetores de muitos, usando os antibióticos para defender a população dos concorrentes ou para atacar as populações vizinhas…

“Isso torna a cooperação envolvendo antibióticos duplamente surpreendente, porque a capacidade de produzir antibióticos é um exemplo clássico de um gene “egoísta” que deve aumentar a aptidão — ou taxa reprodutiva — do indivíduo que carrega o gene. Em um ambiente estritamente competitivo, o micróbio usaria esta vantagem contra seus parentes mais próximos. Mas agora parece que esta competição é modulada por interações sociais, onde os antibióticos produzidos por alguns indivíduos agem como ‘bens públicos’: itens que beneficiam o grupo, ao invés de apenas o indivíduo.

“Esta diferenciação de populações em indivíduos que produzem e aqueles que são resistentes a antibióticos é uma das primeiras manifestações que populações microbianas se envolvem numa divisão do trabalho por função social. Esta observação também fornece uma explicação do por que tantos genes estão desarticuladamente distribuídos em genomas de micróbios intimamente relacionados. Pelo menos alguns destes genes podem ser responsáveis por criar unidades de bactérias estreitamente sociais na natureza.

“‘É fácil imaginar as bactérias no ambiente como criaturas egoístas capazes apenas de se reproduzir tão rápido quanto as condições o permitam, sem qualquer organização social’, diz Otto Cordero, um pós-doutorado da CEE, que é o autor principal no artigo da Science. ‘Mas essa é a parte magnífica: guerras bacterianas são organizadas ao longo das linhas de populações, que são grupos de indivíduos estreitamente relacionados com atividades ecológicas semelhantes'”.

Meu comentário: Isto não é surpreendente, porque o egoísmo desenvolvido torna necessário unir-se por razões de defesa. Assim, como resultado da crise, nós descobrimos que para sobreviver precisamos nos unir acima e contrariamente ao nosso egoísmo individualista.

Não Perca A Abertura Na Parede Para A Luz Fraca

Dr. Michael LaitmanAtingir o “Portão das Lágrimas” significa ver que você não é nada, se não uma pesada pedra que não pode ser levantada, um desejo que não pode ser movido por seus próprios poderes; todos os seus movimentos são feitos apenas pela energia que vem de fora. Então, todo o nosso trabalho é encontrar os meios para induzir esta ajuda do ambiente.

Este é um ponto muito importante, no qual nos foi dado o livre arbítrio. Apenas quando a pessoa perde seus poderes e não vê como pode fazer algo, quando sente desespero ou apenas fraqueza, quando perde sua motivação e sua esperança no futuro, de repente ela sente que não pode se mover por si mesma. Não há força de vontade que consiga fazê-la avançar à meta, ou pelo menos alguns pequenos espinhos que a estimularão por trás e a forçarão a se mover.

É em tal estado morto que surge o livre arbítrio para avançar por suas próprias forças, não por forças estranhas, sejam elas positivas ou negativas, mas encontrando as forças para avançar por si mesma. A pessoa não deve procurar essas forças dentro dela, mas sim começar a trabalhar com o ambiente, e por sua força subir até o Criador.

Mas a pessoa deve ser muito sensível a isso, a fim de discernir em tais estados miseráveis a abertura momentânea da Luz, quando você pode entrar e executar a ação.

De repente, surge uma abertura para a Luz dentro da multiplicidade de desejos, na qual a pessoa pode penetrar e utilizar para avançar. A pessoa deve sempre esperar por esse momento no estado mais inconsciente, quando se sente impotente e perdeu todo o gosto pela espiritualidade. Mesmo neste estado, é possível ser sensível.

Quando a pessoa sente desespero ou indiferença, ela ainda tem que manter sua percepção aguda, esperando ansiosamente que dentro deste estado ela será capaz de saltar para fora. É como se houvesse uma parede sólida diante de você e, de repente, você percebe uma pequena rachadura. Você a penetra e a partir daí descobre o caminho para sair. É aí, nesse estado escuro, que você descobre como alcançar a realização.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 06/09/12, Escritos do Rabash

Superar Em Vez De Lutar Contra Moinhos

Dr. Michael LaitmanPergunta: Como a verdadeira superação difere de lutar contra o nosso ego?

Resposta: É impossível lutar contra o nosso ego. Será possível lutar contra a nossa natureza? Você simplesmente escolhe outro desejo, um maior, no qual esse ego se esconde. Parece-lhe que você supera o seu ego, que você está lutando com ele com toda sua força.

Suponha que eu queira parar de fumar e supero o meu desejo por cigarro. Mas à custa do que eu faço isso? Isso significa que eu vejo algum ganho maior nisso; não pode ser de outra maneira. Então, no final, tudo é determinado por um ganho maior; é o mesmo ego.

A verdadeira superação é feita na “fé acima da razão”, quando eu me entrego ao grupo e, através dele atinjo a Luz que Reforma, que age em mim e me dá o atributo de doação, me tira do meu ego e me eleva acima das contas egoístas.

Da 1ª parte da Lição Diária de Cabalá 06/09/12, Escritos do Rabash

Os Resultados Da Primeira Auditoria Do Federal Reserve De Quase 100 Anos De História

Dr. Michael LaitmanNas Notícias (do 12160.info ): “O que foi revelado na auditoria foi surpreendente: $16.000.000.000.000,00 tinham sido secretamente dados aos bancos norte-americanos e empresas e bancos estrangeiros de todos os lugares, da França à Escócia. Desde o período entre dezembro de 2007 e junho de 2010, o Federal Reserve (Banco Central dos EUA) tinha socorrido secretamente muitos bancos do mundo, corporações e governos. O Federal Reserve gosta de se referir a esses resgates secretos como um programa de empréstimo que inclui tudo, mas praticamente nenhum dinheiro foi devolvido e o mesmo foi emprestado a juros zero. Porque o Federal Reserve nunca tornou público isso ou mesmo informou o Congresso dos Estados Unidos sobre o pacote de resgate de $16.000.000.000.000,00 de dólares é óbvio: o público norte-americano se ofenderia ao descobrir que o Federal Reserve socorreu bancos estrangeiros, enquanto os norte-americanos estavam lutando para encontrar postos de trabalho”.

Meu comentário: É assim que o egoísmo manipula a propriedade pública “para o benefício de seu país e do povo!”.

Aspire Sentir O Criador

Dr. Michael LaitmanBaal HaSulam, Shamati # 211 “Como Se Diante de Um Rei”: Aquele que está sentado em seu lar não é como aquele que está diante de um Rei. Isto significa que a fé deve ser que ele vai se sentir como se estivesse diante do Rei durante todo o dia. Então, seu amor e temor certamente serão completos. Enquanto ele não alcançou este tipo de fé, ele não deve descansar, “pois esta é a nossa vida, e a duração dos nossos dias”, e nós não aceitamos nenhuma recompensa.

Nosso principal objetivo é atingir o Criador como se estivéssemos diante de um Rei, sem ter o menor sentimento de rejeição quando recebemos outros tipos de recompensas Dele: conhecimento do que está escrito nos livros, respeito, honra e outros tipos de satisfações. Pelo contrário, só a revelação do Criador concede-nos a sabedoria da Cabalá junto com sua verdadeira implantação.

Este objetivo deve estar constantemente diante da pessoa e nada menos do que isso! Este é o único objetivo que a pessoa deve aspirar. A menos que ela comece a sentir o Criador, seu ego não se conforma e repetidamente se confunde, fortalecendo assim a sua meta final.

“Aquele que está sentado em seu lar” significa que a pessoa ainda está dentro de seu ego e não percebe o que exatamente está acontecendo, mas vê o mundo através do prisma de seu egoísmo. O mundo que ela vê é adequado para seu nível de egoísmo; ele é cheio de aspectos negativos que substituem a imagem da verdadeira realidade ao seu redor. No momento em que ela sai “de sua casa”, descobre o Rei e O alcança; assim, ela adquire a fé que a corrige.

É por isso que todo o período de preparação que estamos experimentando atualmente é destinado somente a obter o desejo de revelar o Rei, a qualidade de doação, para permanecermos nesta qualidade e, finalmente, sairmos da nossa atual “casa”. Este é o único objetivo ao qual deveríamos aspirar!

Da Preparação para a Lição Diária de Cabalá 31/08/12